21 de abril de 2015

EUA Dão Milhões de Dólares de Impostos para Grupos Internacionais de Aborto


EUA Dão Milhões de Dólares de Impostos para Grupos Internacionais de Aborto

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, abril (C-Fam) Um relatório governamental mostra que dois grupos internacionais que defendem o aborto receberam 128 milhões de dólares da USAID, uma agência federal que distribui assistência estrangeira.
Um deles — a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla em inglês IPPF) — trabalha na ONU. Sua meta é requerer que os países vejam o aborto como um direito e o incluam em campanhas mundiais de pobreza e saúde. O outro, o Conselho de População, trabalha para tornar os abortos amplamente acessíveis nos países em desenvolvimento onde é especialmente perigoso.
Ambos grupos têm origens no movimento de eugenia.
A lei dos EUA proíbe assistência externa que pague abortos. Mas sob uma ordem executiva do presidente Obama, dólares de impostos podem ir para grupos internacionais que fornecem e promovem aborto. Embora o dinheiro não possa ser gasto para fazer abortos, pagar por itens como despesas gerais, ativismo e materiais livra outros recursos monetários para serem gastos em abortos.
A IPPF é uma organização que abrange 152 filiais no mundo inteiro. No ano passado, a IPPF publicou um manual sobre pressionar os países para integrarem “saúde e direitos sexuais e reprodutivos” — eufemismos para aborto e questões sexuais — nas novas metas de desenvolvimento da ONU. Essas metas guiarão as prioridades internacionais e nacionais — e bilhões de dólares — para os próximos 15 anos.
O manual diz aos ativistas que façam pressões nos governos que não apoiam “certas questões de saúde e direitos sexuais e reprodutivos” para que “fiquem em silêncio em vez de falarem contra elas.” O manual endossa a noção de que direitos sexuais “abrangem o direito a uma vida sexual segura e plena” — embora admita que não existe nenhuma definição internacionalmente aceita para o termo.
O Conselho de População, que tem um histórico no movimento de controle populacional, conduz pesquisas para tornar o aborto generalizado e disponível sem acesso a profissionais médicos, principalmente mirando mulheres pobres nos países em desenvolvimento.
Quando nenhuma empresa farmacêutica nos EUA queria se envolver com a RU-486, a pílula francesa de aborto, o Conselho de População assumiu a propriedade da droga e solicitou sua aprovação na FDA. O aborto numa pílula é visto como um jeito de evitar médicos e contornar leis que regulam o procedimento. Subsequentemente, mais de doze mulheres — que foram registradas — morreram depois de tomar a droga.
“Como a maioria do povo americano, defendo a vida — em gestação ou já nascida — e é uma afronta para nós quando vemos nosso suado dinheiro de imposto indo para grupos que exterminam vidas inocentes,” disse a Dep. Vicky Hartzler.
Mais de 70 congressistas solicitaram a investigação da Secretaria de Responsabilidade Geral para decidir quanto dinheiro federal é dado para seis grupos que defendem o aborto: a Federação de Planejamento Familiar dos EUA (PPFA), o Conselho de População, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF), o Instituto Guttmacher, Advocates for Youth (Defensores dos Jovens) e o Conselho de Educação e Informações Sexuais dos Estados Unidos.
Alguns dos grupos têm tentado minimizar seu fornecimento e ativismo de aborto caracterizando-o como apenas uma parte do que eles fazem.
Dois dos beneficiários de verbas federais — a Federação de Planejamento Familiar dos EUA (filiada à IPPF) e o Instituto Guttmacher — doam para o IPAS, uma organização que só faz uma coisa: fornecer aborto e promover acesso a ele em países em desenvolvimento. O IPAS foi fundado para distribuir equipamentos de aborto depois que o Congresso aprovou uma lei que proíbe financiamento federal para abortos em outros países.
“Para resumir, sob nenhuma circunstância o governo federal deve usar dólares de impostos para cumplicidade do aborto,” disse a Dep. Diane Black.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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Desmascarando a agenda de controle populacional global
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