25 de março de 2015

Ted Cruz para presidente dos EUA: boa notícia para os evangélicos, má notícia para as elites do Partido Republicano


Ted Cruz para presidente dos EUA: boa notícia para os evangélicos, má notícia para as elites do Partido Republicano

Bryan Fischer
Comentário de Julio Severo: Quando não há candidato em quem votar, é uma tristeza. Mas quando há, é uma alegria. Ted Cruz lançou sua candidatura à presidência dos EUA na maior universidade evangélica do mundo, a Liberty University, ligada a Matt Barber, dono do portal conservador Barbwire, onde sou colunista. Aliás, o texto abaixo, escrito por Bryan Fischer, foi publicado no Barbwire. Se Cruz de fato for até o fim, esta eleição será emocionante. Hoje, sonhei que eu estava numa área onde havia uma cabine de votação nos EUA. Por algum motivo, vi o primeiro eleitor americano votar e depois que ele saiu da cabine de votação, o voto dele foi colocado na minha mão e vi que o voto dele foi para Cruz. Fiquei extremamente alegre naquele momento. Não posso votar nos EUA, mas vou estar orando para que Cruz vença e se torne presidente, tornando-se assim, como diz Romanos, um “ministro de Deus.” Estamos cansados de ver presidentes e políticos americanos, verdadeiros servos de Satanás, facilitando a perseguição internacional dos cristãos. É hora de um evangélico como Ted Cruz vencer e mudar a política anticristã e pró-sodomia do governo dos EUA. Oro também para que como presidente dos EUA ele faça o que nenhum presidente americano nunca fez: RECONHECER OFICIALMENTE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL! Meu apoio a Ted Cruz!
Ted Cruz
Ted Cruz emocionou todos hoje com sua declaração oficial de sua candidatura para próximo presidente dos Estados Unidos.
Ele antecipou-se a todos os outros que estavam para lançar suas candidaturas e agora estão lutando para alcançar Cruz. Foi um exemplo brilhante de estratégia política.
Ao lançar sua campanha na Universidade Liberty (Liberdade), a maior universidade evangélica do mundo, Cruz estava também enviando uma mensagem poderosa para os eleitores cristãos conservadores: “Sou um de vocês.” Ele estava dizendo aos evangélicos que eles são os seus eleitores. Ele abraçou os evangélicos publicamente de um jeito que nunca se viu desde os dias de Ronald Reagan.
É impossível que um republicano ganhe a nomeação para a presidência dos EUA sem o apoio entusiasmado dos eleitores evangélicos. Pergunte isso a Romney e McCain. Cruz gerará o tipo de fervor e energia entre os evangélicos praticantes que são necessários para ganhar. Aliás, ele pode garantir o apoio dos eleitores evangélicos antes que os outros candidatos conservadores terminem de lançar suas candidaturas.
Quatro milhões de eleitores evangélicos ficaram em casa em 2012 e ao fazerem isso entregaram a eleição a Barack Obama. Cruz atrairá esses quatro milhões de conservadores para as urnas e eles trarão seus amigos com eles. Muitos deles.
Consultores políticos, que ganharam quantias espantosas de dinheiro para dizer aos republicanos como perder uma eleição após outra, se equivocaram totalmente sobre os eleitores “independentes.” A planilha deles diz que há republicanos na direita, democratas na esquerda, com os eleitores independentes no meio.
O que essa planilha não consegue explicar é o número de eleitores independentes que estão na direita da elite centrista mingau do Partido Republicano de hoje. Eles são independentes, não porque o Partido Republicano é conservador demais para eles, mas porque não é suficientemente conservador.
Tomando emprestado as palavras de Ronald Reagan, eles não deixaram o Partido Republicano. Foi o Partido Republicano que os deixou. Ted Cruz trará o partido de volta para eles e ele os trará de volta ao partido. Ele ganhará os independentes cujo voto é decisivo. Esses independentes podem dar a vitória para os republicanos em 2016.
Será fascinante assistir ao choro e ranger de dentes da elite do Partido Republicano se a candidatura de Cruz decolar. Logo descobriremos se há espaço suficiente para Ted Cruz no Partido Republicano, que diz que tem espaço para todos. Esse espaço pode acabar se comprovando muito menor do que os evangélicos querem acreditar.
As elites do Partido Republicano sempre acham que os eleitores evangélicos votarão nelas. Com uma condescendência arrogante, essas elites jogam um ou dois ossos para os evangélicos, então dão um tapinha na cabeça deles e lhes dizem para ficar no cantinho para não serem vistos nem ouvidos. Elas presumem que os evangélicos votarão no Partido Republicano porque eles não têm nenhum outro lugar para ir.
Com a nomeação de Cruz, esses dias chegarão ao fim. Serão as elites do Partido Republicano que não terão nenhum lugar para ir. Os evangélicos dirão que é hora das elites taparem o nariz e votarem num evangélico para conseguirem uma mudança de verdade.
No perfil que fizeram de Ted Cruz, o jornal esquerdista New York Times disse que as elites do Partido Republicano estão “céticas e iradas com Ted Cruz.” Parece que ele pode ser exatamente o homem que nós evangélicos estamos procurando como candidato.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Barbwire: Ted Cruz Launch: Good News for Evangelicals, Bad News for GOP Elites
Leitura recomendada:
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9 comentários :

Thiago disse...

Julio,

A sua alegria me deixa contente.

Felipe Costa disse...

O problema é que ele á canadense.

Esther Kochav disse...

Animada e orando também!

Anônimo disse...

Temos que aguardar como vão ser as prévias do partido Republicano. Me lembro que na primeira prévia das eleições anteriores (no Kansas),o Rick Santorum teve uma vitória surpreendente. Cheguei a imaginar que aquela vitória seria um indicativo do retorno dos americanos às linhas que balizaram a fundação daquele país. Embora o Rick Santorum seja católico, o seu discurso era semelhante ao do Ted Cruz. As prévias seguintes já começaram a ser frustrantes, nem a Michelle Bachmann, que eu achava que iria estar sempre no pário, conseguiu regularidade nas votações e logo desistiu. Espero que toda esta empolgação com os evangélicos americanos mostradas pelo autor do post ( o Júlio só traduziu), corresponda a verdade.

Sebastião

Anônimo disse...

Ótimo, que assim seja. Cruz como presidente e Rubio como vice.

Vilander disse...

Julio, você não acha que o Scott Walker seria melhor que o Ted Cruz? Tenho visto a pré-candidatura dele ganhar cada vez mais força dentro do GOP.

Anônimo disse...

Qual seria o impacto para os católicos, mesmo que sejam poucos nos EUA?
A posição da Igreja, no dogma é conservador, contra, feminismo, aborto, agenda homossexual, ideologia de gênero. Mas existe alguma rivalidade cega, mesmo quando é questão moral, que ambos compartilham? Já vi evangélicos implicando com católicos, e vice-versa, quanto a posições que dentro do cristianismo é majoritária, e deveria ser unanime, só por rivalidade. Sigo a Igreja, e votaria no Pastor Everaldo, Magno Malta, Pastor Marco Feliciano sem problemas, assim como muito evangélicos, apoiaram Levy Fidelix, e vi elogios a Eymael.

Anônimo disse...

espero que esta seja a luz para os cristaos americanos e qual seria a luz na escuridao para os brasileiros cristaos. Eu votaria no magno malta,Pastor marcos feliciano no levi fidelix ja votei e votaria novamento alias nestas eleiçoes so votei em cristaos [evangelicos e catolicos]quem escolher defender a familia tera sempre o meu voto.Silvia

Flavio Jm disse...

Infelizmente, os EUA não elegerão um anti marxismo. Os últimos três presidentes americanos partilharam de idéias cada vez mais progressistas, que minam a liderança dos EUA no plano internacional. Clinton abriu as portas para a imigração desenfreada e cortou as despesas em segurança ao mesmo tempo que lançou a nova e atual politica de desestabilização do Oriente Médio. Bush e seus neocons arruinaram economicamente o pais, endividou-o, estatizando uma crise bancária induzida e promoveu guerras desnecessárias para tirar o prejuízo da maçonaria bélica que o Clinton tinha submetido. E o Obama simplesmente quer tornar o EUA uma ditadura gay e pós cristão como a pátria mãe Inglaterra.