11 de março de 2015

Suécia: Capital dos Estupros do Ocidente


Suécia: Capital dos Estupros do Ocidente

Ingrid Carlqvist e Lars Hedegaard
Quarenta anos depois do parlamento sueco ter decidido, por unanimidade, mudar a homogenia Suécia de outrora para um país multicultural, os crimes violentos tiveram um crescimento de 300% e os estupros de 700%. A Suécia já está em segundo lugar em estupros, perdendo apenas para Lesoto no sul da África.
Chama a atenção o fato do relatório não tocar na questão do background dos estupradores. Contudo é necessário ter em mente que nas estatísticas, a segunda geração dos imigrantes são considerados suecos.
Em um impressionante número de casos os tribunais suecos demonstraram compaixão pelos estupradores, absolvendo suspeitos que alegavam que a menina queria ter sexo com seis, sete ou oito homens.
A estação de rádio da Internet Granskning Sverige perguntou aos importantes jornais Aftonposten e Expressen porque eles descreveram os criminosos como "suecos" quando na verdade eram somalis sem cidadania sueca. Eles ficaram muito ofendidos quando questionados se sentiam alguma responsabilidade de avisar as mulheres suecas para ficarem longe de determinados homens. O jornalista perguntou porque isso deveria ser responsabilidade deles.
Em 1975 o parlamento sueco decidiu, por unanimidade, mudar a homogenia da Suécia de outrora em um país multicultural. Após quarenta anos as dramáticas consequências desse experimento estão emergindo: crimes violentos aumentaram 300%.
Se examinarmos os números de estupros, o aumento é ainda pior. Em 1975 foram prestadas queixas à polícia de 421 estupros, em 2014 foram 6.620. Um aumento de 1.472%.
A Suécia já está em segundo lugar na lista global de estupros. De acordo com um levantamento de 2010 a Suécia com 53,2 estupros por 100.000 habitantes perde apenas para o minúsculo Lesoto no sul da África com 91,6 estupros por 100.000 habitantes.
De acordo com os números publicados pelo Conselho Nacional Sueco de Prevenção ao Crime (Brottsförebyggande rådet, conhecido como Brå), agência subordinada ao Ministério da Justiça, 29.000 suecas, em 2011, relataram que foram estupradas (o que indica que são prestadas queixas à polícia em menos de 25% dos casos).

Explanações esquisitas

Em vez de tomar providências em relação ao problema da violência e do estupro, os políticos suecos, autoridades e a mídia fazem o possível para racionalizar os fatos. Seguem algumas dessas explanações:
·         os suecos estão mais inclinados a denunciar crimes.
·         a lei mudou, de modo que mais crimes sexuais são agora considerados estupro.
·         os suecos não estão conseguindo lidar com o aumento da equidade dos sexos e reagem com violência contra as mulheres (talvez a mais fantasiosa de todas as justificativas).
Um mito feminista de longa data é que o lugar mais perigoso para uma mulher é a sua própria casa, onde a maioria dos estupros são cometidos por algum conhecido. Essa alegação foi refutada pelo relatório do Brå:
"em 58% dos casos o criminoso era totalmente desconhecido da vítima. Em 29% dos casos o criminoso era conhecido e em 13% dos casos o criminoso era próximo da vítima".
O Brå relata que não há diferença significativa entre mulheres com background sueco ou estrangeiro quando se trata do risco de ser estuprada. Chama a atenção o fato do relatório não tocar na questão do background dos estupradores.

Sem paralelo

Nos idos de 1975, o ano em que os políticos decidiram que a Suécia deveria se tornar multicultural, a população sueca era de 8.208.442 habitantes. Em 2014 ela aumentou para 9.743.087, um crescimento de 18,7%. O crescimento se deve exclusivamente à imigração já que as suecas dão a luz a 1,92 filhos comparado à média de 2,24 das imigrantes. Contudo é necessário ter em mente que nas estatísticas, a segunda geração dos imigrantes são considerados suecos.
O recente crescimento da população sueca não tem paralelo. Nunca antes na história do país o número de habitantes cresceu com tanta rapidez. A Suécia é atualmente o país com o crescimento mais rápido da Europa.
Nos últimos 10 a 15 anos a maioria dos imigrantes veio de países muçulmanos como o Iraque, Síria e Somália. Será que esse enorme ingresso de imigrantes pode explicar a explosão dos casos de estupro na Suécia? É difícil dar uma resposta precisa porque a legislação sueca proíbe registro com base na religião ou nos ancestrais. Uma explicação plausível é que, na média, os povos do Oriente Médio veem a mulher e o sexo de maneira totalmente diferente da dos escandinavos. E apesar do esforço do establishment sueco em convencer a população de que todos aqueles que aportam em solo sueco se tornam exatamente iguais àqueles que estão aqui por dezenas de gerações, os fatos apontam para uma direção completamente diferente.
O último levantamento estatístico sobre a criminalidade dos imigrantes comparado com o dos suecos foi realizado em 2005. Os resultados não são quase nunca citados. Como se isso não bastasse, qualquer um que ousar falar desses resultados, como por exemplo nas redes sociais, é implacavelmente atacado.

Denegrir grupos étnicos

Michael Hess, político do Partido Democrata Sueco, incentivou jornalistas suecos a se familiarizarem com o ponto de vista do Islã em relação às mulheres, com relação aos estupros que ocorreram na Praça Tahrir no Cairo durante a "Primavera Árabe". Hess diz o seguinte: "quando vocês jornalistas irão entender que está profundamente enraizado na cultura islâmica estuprar e maltratar mulheres que se recusam a respeitar os ensinamentos islâmicos. Há uma forte ligação entre estupros na Suécia e o número de imigrantes de países do Oriente Médio e Norte da África (MENA em inglês)".
Essa observação fez com que Michael Hess fosse acusado de "denegrir grupos étnicos" (hets mot folkgrupp), o que é considerado crime na Suécia. Em maio do ano passado ele foi condenado, mas teve a pena de prisão e multa suspensa, a suspensão se deu devido ao fato dele não ter nenhuma condenação anterior. Houve um recurso contra o veredito em um tribunal superior.
Por muitos anos Michael Hess morou em países muçulmanos, ele está bem familiarizado com o Islã e como o Islã vê as mulheres. Em seu julgamento ele apresentou provas de como a lei da Sharia lida com o estupro e estatísticas indicando que os muçulmanos estão super-representados entre os estupradores na Suécia. Mas o tribunal decidiu que fatos não são relevantes:
"O Tribunal (Tingsrätten) observa que o fato do pronunciamento de Michael Hess corresponder à verdade ou não, ou parecer ser verdade para Michael Hess, não tem importância nesse caso. A declaração de Michael Hess deve ser julgada com base no timing e contexto. ... Na época do delito, Michael Hess não citou nenhum levantamento reconhecido nem fontes islâmicas. Foi somente por conta de seu indiciamento que Michael Hess tentou encontrar sustentação em pesquisas e escritos religiosos. Por esta razão, segundo o tribunal, o pronunciamento de Michael Hess obviamente não fez parte de uma exposição equilibrada (saklig) ou digna de confiança (vederhäftig). O pronunciamento de Michael Hess deve, portanto, ser visto como uma forma de desprezo em relação aos imigrantes de fé islâmica".

Provas estatísticas

O que se pode concluir das estatísticas disponíveis?
Como parte das provas apresentadas no tribunal por Michael Hess, ele fez uso de todas as estatísticas ao seu dispor sobre a criminalidade de imigrantes na Suécia antes que as autoridades responsáveis pelas estatísticas parassem com as avaliações. Michael Hess tentou encontrar respostas para duas perguntas:
·         há alguma relação entre a incidência de estupros e o número de pessoas com background estrangeiro na Suécia?
·         há alguma relação entre a incidência de estupros e algum grupo específico de imigrantes na Suécia?
A resposta às duas perguntas foi um inequívoco "sim". Vinte e um relatórios de pesquisas dos anos de 1960 até hoje são unânimes em suas conclusões: não importa se o cálculo foi realizado levando em conta o número de estupradores ou suspeitos de estupro, homens de descendência estrangeira foram super-representados em relação aos suecos. E essa maior representação daqueles com background estrangeiro continua aumentando:
·         1960 aos anos de 1970 – 1,2 a 2,6 vezes mais que os suecos
·         Anos de 1980 – 2,1 a 4,7 vezes mais que os suecos
·         Anos de 1990 – 2,1 a 8,1 vezes mais que os suecos
·         Anos 2000 – 2,1 a 19,5 vezes mais que os suecos
Ainda que fossem ajustados quanto às variáveis como idade, sexo, posição social e residência, a enorme discrepância entre imigrantes e suecos se mantêm.
Relatórios de pesquisas sobre crimes na Suécia se tornaram uma raridade, mas nos dezoito relatórios feitos entre os anos de 1990 e os anos 2000, onze lidaram com estupro. Dois dos relatórios tratam da relação entre estupro e imigração e ambos confirmam que há uma ligação.
Os dados estão disponíveis para as autoridades, políticos e imprensa, ainda assim eles insistem que os dados não refletem a realidade.

Discrepância gritante

Como explicar então que em 2008, a Dinamarca, vizinha da Suécia tinha apenas 7,3 estupros por 100.000 habitantes comparado com 53,2 na Suécia?
A legislação dinamarquesa não difere muito da sueca e não há nenhum motivo aparente do porquê das dinamarquesas estarem menos dispostas a prestarem queixa do que as suecas.
Em 2011, foram prestadas queixas à polícia de 6.509 estupros e apenas 392 na Dinamarca. A população da Dinamarca é cerca da metade da sueca, de modo que, ainda que fosse ajustada à da sueca a discrepância continuaria sendo considerável.
Na Suécia as autoridades fazem de tudo para esconder a origem dos estupradores. Na Dinamarca o departamento oficial de estatística do estado, Estatística da Dinamarca, revelou que em 2010 mais da metade dos estupradores condenados tinham background de imigrantes.

Estrangeiros super-representados

Desde 2000 apareceu somente um relatório de pesquisa sobre crimes de imigrantes. O relatório foi realizado em 2006 por Ann-Christine Hjelm da Universidade de Karlstads.
Constatou-se que em 2002, 85% dos sentenciados a pelo menos dois anos de prisão por estupro em Svea Hovrätt, um tribunal de recursos, eram estrangeiros de nascença ou segunda geração de imigrantes.
Em um relatório de 1996 do Conselho Nacional Sueco de Prevenção ao Crime concluiu que os imigrantes do norte da África (Argélia, Líbia, Marrocos e Tunísia) são 23 vezes mais propensos a cometerem estupro do que os homens suecos. Os dados sobre homens do Iraque, Bulgária e Romênia são respectivamente, 20, 18 e 18. Homens do resto da África são 16 vezes mais propensos a cometerem estupro, e homens do Irã, Peru, Equador e Bolívia, 10 vezes mais propensos do que os homens suecos.

Estupros coletivos

Uma nova tendência chegou à Suécia com força total nas últimas décadas: estupro coletivo, virtualmente desconhecido na história criminal sueca. O número de estupros coletivos aumentou de maneira espetacular entre 1995 e 2006. Desde então não houve mais estudos sobre esse assunto.
Um dos piores casos ocorreu em 2012, quando uma mulher de 30 anos foi estuprada por oito homens em um projeto habitacional para requerentes de asilo na pequena cidade de Mariannelund. A mulher era conhecida de um homem do Afeganistão que morou na Suécia por alguns anos. Ele a convidou para sair. Ela aceitou. O afegão a levou a um conjunto habitacional para refugiados deixando-a lá totalmente indefesa. Durante a noite ela foi estuprada repetidamente pelos requerentes de asilo e quando seu "amigo" voltou ele também a estuprou. Na manhã seguinte ela conseguiu chamar a polícia. O Promotor Público da Suécia classificou o incidente como o "pior crime de estupro da história criminal sueca".
Sete dos acusados foram sentenciados de 4,5 a 6,5 anos na prisão. O cumprimento da pena normalmente é reduzido por um terço do tempo, de modo que logo eles estarão prontos para novos ataques, presumivelmente contra mulheres infiéis.
Em casos de estupro coletivo tanto os acusados quanto as vítimas são, com muita frequência, jovens e quase sempre os criminosos têm background de imigrantes, na maioria dos casos de países muçulmanos. Em um impressionante número de casos os tribunais suecos demonstraram compaixão pelos estupradores. Diversas vezes os tribunais absolveram suspeitos que alegavam que a menina queria ter sexo com seis, sete ou oito homens.
Um incidente memorável ocorreu em 2013 no subúrbio de Tensta em Estocolmo. Uma menina de 15 anos ficou trancada enquanto seis homens de descendência estrangeira mantinham relações sexuais com ela. O Tribunal de Primeira Instância condenou os seis acusados, porém o tribunal de recursos os absolveu porque não houve violência e também porque a corte entendeu que a menina "não estava em uma situação em que não podia se defender".
No mês corrente a grande mídia sueca relatou um violento estupro coletivo na balsa finlandesa Amorella, na travessia entre Estocolmo e Åbo na Finlândia. Manchetes com letras garrafais diziam aos leitores que os criminosos eram suecos:
·         "vários Homens Suecos são Suspeitos de Estupro na Balsa da Finlândia " (Dagens Nyheter).
·         "Seis Homens Suecos Estupraram uma Mulher em uma Cabana " (Aftonbladet).
·         "Seis Suecos Presos por Estupro em uma Balsa " (Expressen).
·         "Oito Suecos Suspeitos de Estupro em uma Balsa " (TT – the Swedish News Agency).
Observando com mais atenção, ficou evidente que sete dos oito suspeitos eram somalis e o outro iraquiano. Nenhum deles tinha a cidadania sueca, de modo que nem sob esse aspecto eram suecos. Segundo testemunhas o grupo estava na balsa a procura de sexo. A polícia liberou quatro deles (mas ainda são suspeitos) enquanto os demais (todos somalis) continuam presos.
A estação de rádio da Internet Granskning Sverige perguntou aos importantes jornais Aftonposten e Expressen porque eles descreveram os criminosos como "suecos" quando na verdade eram somalis. Isso é irrelevante, disseram os jornalistas. Eles ficaram muito ofendidos quando questionados se sentiam alguma responsabilidade de avisar as mulheres suecas para ficarem longe de determinados homens. O jornalista perguntou porque isso deveria ser responsabilidade deles.
"Se as mulheres soubessem talvez pudessem ter ficado longe desses homens e evitado o estupro", disse o repórter do Granskning Sverige. Foi quando o jornalista imediatamente desligou o telefone.
Ingrid Carlqvist e Lars Hedegaard são redatores-chefe do Dispatch International.
Tradução: Joseph Skilnik
Divulgação: www.juliosevero.com
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14 comentários :

Marcelo disse...

Globalizaçao, meu velho!!!
Enquanto alguns dormem no ponto, o diabo està acordadinho, buscando a quem possa tragar.

O pior cego è aquele que nao quer ver....a Europa decidiu dormir e o diabo està aproveitando para fazer o trabalho sujo, inflitrando, dia-a-dia, seus discipulos entre os dormentes, e tomando a mente daqueles que deriam defender seus compatriotas.

O Isla è um PERIGO para todos, como a INQUISIçAO o foi em um passado nao muito remoto!!!

Anônimo disse...

"O pronunciamento de Michael Hess deve, portanto, ser visto como uma forma de desprezo em relação aos imigrantes de fé islâmica"

Ta certo, ele despreza, por motivos que são auto justificáveis
Se ele estiver certo, e falando a verdade, ele esta errado, e não pode justamente por reconhecer o que foi dito, e ter desprezo. Então os Suecos tem desprezo pela verdade.

Flavio Jm disse...

Estupro é arma de colonização.....e não é de hoje......que digam as indias da America do Norte de alguns séculos atrás ou as suecas de nossos tempos modernos.

Anônimo disse...

Isso é o "paraíso" socialista da Suecia em que todos têm de tudo em bens materiais, mas a espiritualidade está em baixa, os problemas entre pais e filhos, mesmo a sociedade estão em convulsão, está numa situação terrível, sendo que aqueles não têm mais autoridade sobre os filhos menos ainda os castigar, dando até prisão.
Isso é o resultado de um país sem Deus; ficou tão embrutecido que nem é capaz de distinguir de onde vêm o erros, parecendo que estão dominados por forças estranhas que os controlam e amordaçam. Enquanto isso, os diabolistas do Islã vão os sufocando; castigo por apostasia ao cristianismo!
No entanto, a imprensa ocidental nada do caos sueco denuncia por se interessar em destruir o Ocidente!
Acho que os materialistas suecos alheando-se ao Senhor, poderiam fazer jus a:
"O Senhor desfaz o conselho dos gentios, quebranta os intentos dos povos. Sl 33:10
Henoc

Anônimo disse...

Eu fico me perguntando que mal virá ainda sobre a Suécia, Finlândia, Dinamarca, outrora países cristãos exemplares, exportadores de missionários cristãos para o mundo.
Hoje? Apenas aproximadamente há 5% de cristãos nesses países. Deram as costas para Deus e para Jesus Cristo, o que será dessas nações? Pensam elas que podem viver sem Deus?

Thel.

R. Vilhena disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marcelo disse...

Me parece que a cada geraçao os humanoides querem ser mais justos do que a geraçao passada.
Se lembrarmo-nos das Palavras do Senhor Jesus, a respeito da hipocrisia dos fariseus, os quais diziam que se fossem vivos quando os profetas foram mortos por seus pais, aquilo jamis teria acontecido.
Todavia eles mesmos fizeram pior do que seus pais, matando o proprio Filho de Deus.
Esta geraçao, da qual fazemos parte, nao foge à regra, ao contrario, farà pior do que os antepassados, pois a Palavra de Deus nos garantiu que, quando viesse uma apostasia generalizada (a respeito da fò crista) a abominaçao se instalaria, com absurdos e aberraçoes jamais vistos na historia do homem (superaremos sodoma e gomorra),
Pelo que vejo, o Senhor jà tirou o freio que segurava este mundao e o homem despencou ladeira abaixo, em todos os sentidos.
O curioso è que aqueles que deveriam estar com os olhos abertos para enxergar coisas obvias, como as denunciadas nesta materia, entao dormindo e parecem fazer questao de nao enxergar.
O caso do Brasil è semelhante, no que se refere à violencia, ao descaso com a vida alheia, ao roubo generalizado, etc.
Chegamos ao cumulo de assistir um sujeito asqueroso vir a publico dizer claramente que comanda um exèrcito de mal feitores, sem que haja a menor reaçao das forças de segurança nacional, as quais covardemente se calam.
Ou seja, se houver mortes durantes as manifestaçoes do dia 15, quem serao os verdadeiros culpados?
Respeito a todos, mas eu jamais sairia às ruas para morrer por tal espècie de gente. Nao tenho preparo para lutar e nem arma para enfrentar essa corja de bandidos...alem disso, a lei favorece a eles em detrimento dos trabalhadores que pagam seus impostos dignamente.
Sou contra essa nova religao dos dieitos humanos que esta levando o mundo ao CAOS...sou a favor da proporcionalidade da pena para todos os tipos de crime, de tal sorte que, pessoas como o sapo barbudo, que faz esse tipo de declaraçao, incitando a violencia abertamente, ou aqueles que por qualquer razao desviam as verbas publicas, deveriam todos sentar numa cadeira eletrica imediatamente.
A fruta podre tem que ser tirada fora para nao contaminar toda a caixa de frutas, assim nos ensina a propria natureza. Todavia, como o homem quer ser mais justo do que o proprio Deus, ele prefere seguir os seus proprios pensamentos e achismos, adorando e comendo a "fruta da ciencia do bem e do mal" (ouvindo ao diabo) do que seguir a VERDADE (a Palavra de Deus).
leiam o que diz Romanos 1:32 e Romanos 13:1-7.

Anônimo disse...

hoje ouvindo o deputado eduardo cunha eu fiquei pensando e possivel servir a DEUS e ao diabo ,a politica brasileira e mundial prova que tudo depende dos meus interesses pois como a empreiteira correa pode doar dinheiro para campanha pra um cristao pro-familia e ao mesmo tempo pra um abortista, pro-agenda gay, o que isso significa :que aquele que ganhar independente da suas plataformas eu contribui com ele,entao isso me favorecera de alguma forma .Gente sera que eu viajei ou e realmente isso?Silvia

Flavio Jm disse...

Aqui no Brasil não tem islamicos e também se estupra muito. E o campeão mundial de estupro é os EUA "protestantes". A culpa não é da religião ou origem, mas do povo, que escolhe governantes para fazerem cócegas nos ouvidos. São cegos guiando cegos.
O ser humano tem consciência do que faz sim, a não ser que sejam psicopatas. Nâo conheço nenhuma religião que promova estupros, mas pessoas que a promovam sim. Usam-se muletas para desculpas, ora se estupra por religião, ora porque a mulher está provocando, ora porque o diabo o possuiu, ora porque é excluido, ora porque é desse povo e assim vai. Tudo conversa furada. Seres corruptos, leis fracas e povo relaxado: Viva a Suécia! Cegos guiando cegos.

Dom Rafael disse...

É, Suécia: você está começando a sentir os RESULTADOS do FEMINISMO!... e agora???
Paz.

Dom Rafael disse...

Ué: a "mulher moderna" não é "forte e independente"?! ela não consegue sequer derrubar homens estupradores? cadê agora o discurso "eu não mereço ser estuprada"? cadê agora as mulheres fortes?
Iai, é como eu digo: se estivessem em casa, cuidando da família, nada disso teria acontecido!

"O diabo enganou a mulher dizendo que ela poderia ser Deus.
O feminismo enganou a mulher dizendo que ela poderia ser homem".
Paz.

Leandro disse...

Bom... pelo que eu entendo é a Suécia, como país, que está sofrendo da "síndrome de Estocolmo".

Foi inteiramente sequestrada, seduzida, estuprada, por um bando heterogêneo de socialistas, imigrantes, islâmicos, anarco-punks e cristãos-socialistas, perdeu toda a sua cultura, e agora nutre uma evidente simpatia pelos que a destruíram...

Al disse...

Ficam com PENINHA dessa gente, dão permissão para entrarem na Europa, porque são refugiados, são perseguidos, são "coitadinhos"... e aí dá nisso! Milhares de mulheres e meninas estupradas na Inglaterra, na Suécia... por esses monstros maníacos que querem ajuda da Europa, do ocidente, dos cristãos, mas só nos veem como INFIÉIS que devem ser escravizados, mortos, estuprados.... O Brasil vai pelo mesmo caminho, pois parece que está permitindo livremente a entrada dessa gente... Enquanto MILHARES de CRISTÃOS são perseguidos no oriente médio, MILHARES são refugiados nos vizinhos do Iraque e Síria... E o atual governo brasileiro não faz NADA ,quando poderia trazer algumas dessas famílias CRISTÃS perseguidas no oriente médio... A "católica" Dilma Rousseff vê essas maldades com cristãos e não faz NADA ! Nenhum gesto de compaixão, de caridade, de amor ao próximo com esses cristãos...

Anônimo disse...

As 10 cidade mais islamizadas da Europa são de países de influência protestante.
Isso mostra o porque dos dados da matéria.

https://www.youtube.com/watch?v=boVMELaoyDs