9 de março de 2015

Guerra entre nações cristãs e nações muçulmanas: Uma conversa informal entre um economista americano e jovens muçulmanos na Indonésia


Guerra entre nações cristãs e nações muçulmanas: Uma conversa informal entre um economista americano e jovens muçulmanos na Indonésia

Julio Severo
No início da década de 1970, o economista John Perkins estava na Indonésia e teve uma conversa informal interessante com alguns jovens muçulmanos, relatada em seu livro “Confessions of an Economic Hit Man” (Confissões de um Assassino Econômico).
A conversa deles:
Jovem muçulmana: “Na década de 1950, ele [Arnold Toynbee] predisse que a guerra real no próximo século não seria entre comunistas e capitalistas, mas entre cristãos e muçulmanos.”
Perkins: “Arnold Toynbee disse isso?” Fiquei chocado.
Jovem muçulmana: “Sim. Leia os livros Civilization on Trial (Civilização diante do Tribunal) e The World and the West (O Mundo e o Ocidente).”
Perkins: “Mas por que deveria haver hostilidade entre muçulmanos e cristãos?” perguntei.
Trocaram-se olhares ao redor da mesa. Eles pareciam achar difícil acreditar que eu poderia fazer tal pergunta tola.
Jovem muçulmana: “Porque,” ela disse lentamente, como se estivesse se dirigindo a alguém tapado ou com dificuldade de ouvir, “o Ocidente — principalmente seu líder, os EUA — está determinado a controlar todo o mundo e se tornar o maior império da história. Está chegando bem perto de conseguir. A União Soviética atualmente está em seu caminho, mas os soviéticos não durarão. Toynbee conseguiu ver isso. Os soviéticos não têm nenhuma religião, nenhuma fé, nenhuma substância por trás de sua ideologia. A História demonstra que a fé — a alma, uma crença em forças mais elevadas — é essencial. Nós muçulmanos temos isso. Nós temos isso mais do que todas as outras pessoas no mundo, até mais do que os cristãos. Por isso, estamos aguardando. Estamos nos fortalecendo.”
Jovem muçulmano: “Estamos aguardando, com calma,” um deles concordou, “e então como uma cobra daremos o bote.”
Esses jovens muçulmanos conseguiram ver, e Toynbee também conseguiu ver, de acordo com eles, a queda da União Soviética. Mas eles puderam ver mais longe: uma batalha futura entre o mundo islâmico e o mundo cristão.
John Perkins estava, de acordo com seu livro, na Indonésia numa operação especial. Ele havia sido contratado como um AE (assassino econômico), para persuadir os países a aceitar empréstimos de bilhões de dólares, muitas vezes para pagar projetos de infraestrutura que os AEs mesmos recomendam, fazendo com que esses países contraíssem dívidas que nunca conseguiriam saldar
Entretanto, a maior operação especial, que Perkins não conseguiu prever, foi Barack Hussein Obama.
Obama também viveu na Indonésia, no final da década de 1960, pois sua mãe, Stanley Ann Dunham, depois de se divorciar de Barack Obama Sr. (um muçulmano marxista), se mudou para a Indonésia depois de se casar com outro muçulmano: o indonésio Lolo Soetoro.
De acordo com Wayne Madsen, não só Dunham trabalhava para a CIA, inclusive numa operação secreta na Indonésia, mas o filho dela, o presidente Obama de hoje, foi uma criação da CIA.
Se esse é o caso, a guerra real predita por Toynbee para ocorrer em nosso século entre nações cristãs e nações muçulmanas nunca ocorrerá.
Com Obama como presidente dos EUA, o governo e o poder militar dos EUA estão cedendo mais e mais aos interesses muçulmanos. Mas esse entreguismo não começou hoje. Perkins expõe não só que os EUA e a Arábia Saudita têm tido enormes conexões financeiras desde a década de 1970, mas também que a Arábia Saudita é o epicentro do financiamento ao terrorismo. Isto é, o mais importante aliado muçulmano dos EUA é a mais importante fonte financeira do terrorismo islâmico no mundo inteiro.
Como os EUA e a Europa “cristãos” vieram a sucumbir diante dos petrodólares islâmicos?
Por causa dos volumosos investimentos sauditas e outros investimentos muçulmanos na Europa, principalmente de ditaduras islâmicas, os europeus estão cedendo diante de uma implacável invasão islâmica, disfarçada de imigração.
A invasão islâmica está ganhando: na Casa Branca, na Europa, etc.
Pelo visto, não será necessária nenhuma guerra entre nações cristãs e nações muçulmanas, pois o mundo cristão está religiosamente enfraquecido e o mundo muçulmano está religiosamente fortalecido. Barack Hussein Obama na Casa Branca é prova de um Cristianismo debilitado e um islamismo fortalecido.
O mundo islâmico, principalmente a Arábia Saudita, nunca aceitaria um presidente pró-cristão com um nome cristão. Mas os EUA, e o mundo ocidental, deu as boas-vindas a um presidente pró-islamismo com um nome muçulmano. Quem está perdendo? Quem está ganhando?
Todos eles (Perkins e os jovens muçulmanos) teriam ficado completamente chocados se lhes tivessem dito acerca de um mundo ocidental do século XXI, principalmente os EUA, liderando uma agressiva campanha de propaganda internacional apresentando o islamismo — a maior máquina assassina da história humana — como uma “religião de paz.”
Uma “paz” comprada por petrodólares. Seu custo real é a morte lenta da cultura cristã nos EUA e Europa.
Há uma guerra real permanente contra a civilização cristã e contra populações cristãs, inclusive por meio de terrorismo islâmico, mas não tem havido nenhuma resistência de nações com um passado cristão, principalmente os EUA (o maior país evangélico do mundo) e o Brasil (o maior país católico do mundo).
Leitura recomendada:

9 comentários :

Anderson Pereira disse...

Júlio, contra fatos não há argumentos: o islã está invadindo a Europa há tempos e já iniciou sua doutrinação também na América do Sul!!! A conclusão a que eu chego é a seguinte: o islamismo avança onde o catolicismo diminui!!!
E olha que nem católico eu sou!

Claudio Vaz disse...

Veremos, nos próximos anos, o governo socialista incentivar o islamismo através de leis que "visam combater o preconceito contra o Islã", exatamente como fazem com a glamurização do sexo anal.

Nossa esperança: O SENHOR DEUS.

Minha sugestão política: dar um "restart" no Brasil, restaurando a monarquia parlamentar.

NandoDigital disse...

E assim, os estados soberanos vão se esfacelando, agonizando pouco a pouco, como um câncer que vai matando, lentamente, o enfermo.

Anônimo disse...

semana passada na rodoviaria do tiete um homem vestido com toda a edumentaria muçulmana ,pensei ja chegaram aqui!! e nao duvidem que teremos leis contra os que discriminam a religiao da paz,afinal decaptar cristaos e aprovado pela ONU e seu poder maior os USA.Silvia

Marcelo disse...

Lutar contra alguem que voce sabe que quer te matar e engolir vivo(um inimigo declarado) é ruim por um lado, mas è bom por outro.

Agora, enfrentar um inimigo dissimulado, como o sapo barbudo e sua quadrilha, certamente è bem pior, pois eles te abraçam pela frente e levam tudo o que voce tem (e nao tem)...e te deixam na rua da amargura, tirando sarro da sua cara.

Esses filhos do diabo levam até a sua dignidade, sem o menor ressentimento. Sao pessoas sem coraçao e vazios de Deus, aos quais està reservada a negrura das trevas para toda a eternidade.

Genilton Ratzke disse...

Infelizmente o mundo cristão dorme enquanto as ordas muçulmanas vociferam em nome de alá, estamos passivos diante deles, somente Jesus, mas temos que agir, senão ao contrário veremos uma Europa muçulmana em poucos anos e um Brasil em nome de alá.

Anônimo disse...

A verdade é que os 2 males, o comunismo e o islamismo abarcam em si também o contido no nazifascismo, 2 maldições satanistas, cada qual agindo em fronts diferentes, mas servindo aos mesmos ideais diabolistas.
Dessa forma, por serem 2 religiões pagãs que odeiam o Senhor Deus e adoram o deus deles, Lúcifer, sob a forma de ateísmo e outro, da deusa da lua Alah, ambos, da mesmo naipe, podendo serem a encarnação do mal dos tempos do fim em que vivemos; seriam Gog e Magog.
"E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. Ap 12:9.
Castigo merecido ao ex cristão Ocidente ao trocar o Senhor Deus por outra divindade desse mundo, por esterco, por dólares!
Henoc

Flavio Jm disse...

O islamismo é tão usado pelo demônio como muitos (falsos) pregadores cristãos também o são. Basta ligar a TV ou ver na internet o simonismo descarado. Como o socialismo cristão que se afasta de Deus é. Como o marxismo foi e é usado pelo Demônio. Como a maçonaria de origem da Cabala dos Judeus místicos é. Como o espiritismo é.

O que falta para o islamismo é luz. A luz que ilumina os homens, Jesus. Os líderes do islã matam e promovem perseguição aos não-crentes não por amor a Deus, mas por medo. Medo. Medo! Se acabar as tradições impostas há seculos, desmorona a religião deles. Vivem como os antigos judeus, apenas de ritos e tradições. Tanto que na sua imensa maioria renegou Jesus. A fé destes muçulmanos não existe, quando muito um fanatismo, que nem por Deus é, mas por um sistema de religião misturada com política, que usa incaltos para crimes. Porque os lideres desta religião vivem no bem-bom. Nâo se explodem, não viram homens bombas, não fazem ataques terroristas. Apenas usam fracassados incaltos para tanto.

Como a cristandade morreu, quando estes muçulmanos por motivos econômicos vem para o Ocidente, se horrorizam com o nível de degradação moral. No oriente um aperto de mão é a assinatura de um acordo. Aqui, nem assinando no cartório vale, tem que passar por perícia ainda a assinatura!!!

Quem sabe se os cristãos praticantes acolhessem estes muçulmanos e tivessem um pingo de interesse de publicar as boas novas a estes migrantes, não iniciaríamos silenciosamente a derrubada do islamismo? Quantos "Saulos de Tarso" não poderia haver entre estes? Mas preferimos ter também medo e nos isolar, tudo por falta de fé, criar leis politicamente correta do demônio para não os importunar, relegando os migrantes muçulmanos à suas tradições.Criamos um falso ecumenismo onde só os muçulmanos são respeitados. Porque um ecumenismo saudável deveria criar pontes para cada pessoas ter direito a mostrar publicamente sua fé, esteja onde estiver e com isso, abrir espaço para diálogos, onde o Cristianismo é insuperável.

Nós cristãos, temos obrigação de publicar o evangelho. Precisamos de pontes que nos façam chegar aos gentios. E vejo não pontes, mas avenidas inteiras. Mas falta mão de obra e fé. Talvez deveríamos voltar ao primeiro amor do evangelho, aquele que fez os cristãos antigos conquistarem o império romano. Fé na missão de publicar aos quatro cantos do mundo a Verdade que liberta, seja do jeito de der. Fé que realmente Deus se importa conosco e com todos, não apenas os de denominação igual a nossa.

Ele Vem!

Francis disse...

Nessa nossa geração dos sec. XX e XXI vimos muitas guerras, os cristãos contra a cortina de ferro, na União Soviética, a cortina de Bambu na China. No meio disso os cristãos tem sofrido e passado por elas, muitos morreram e outros sairam feridos. Neste momento volta a guerra contra o Islã, a velha força para nos atingir. São momentos terríveis que iremos passar. Momentos em que todas as igrejas sejam uma só, mas ainda vemos as velhas richas teólogicas dividindo o povo de Deus. Quando isso vai parar e nos vermos como irmãos? Enquanto isso a força inimiga do islã ri da divisão dos crentes. Acordem Brothers.