12 de março de 2015

É islã, não “islamismo”


É islã, não “islamismo”

Babette Francis
Comentário de Julio Severo: Babette Francis é uma das maiores líderes católicas pró-vida da Austrália. Embora eu tivesse lido livros e artigos dela por mais de 20 anos, a primeira vez que me encontrei com ela pessoalmente foi no Fórum Internacional da Família Grande e o Futuro da Humanidade, realizado em Moscou em setembro de 2014. Diferente do Papa Francisco, que já declarou que é errado igualar islamismo com violência, Babette, como católica e pró-vida, não tem medo de falar a verdade sobre a natureza violenta do que Obama chama de “religião da paz.” Eis o artigo dela, gentilmente traduzido por Dionei Vieira:
Enquanto o massacre de jornalistas e cartunistas do Charlie Hebdo em Paris pode ter levado a uma reflexão introspectiva por parte dos editores e da mídia esquerdista do Ocidente democrático, eles ainda não parecem entender que o problema fundamental não é o "islamismo" ou o "extremismo" ou algum grupo marginal de "islamitas", mas o próprio islã.
Cada atrocidade cometida pelo Estado Islâmico ou pelos chamados "lobos solitários" em Paris, Boston, Istambul, Mumbai, Londres e etc, tem justificativa em algum verso ou outro do Alcorão, que apela para a morte dos infiéis, apóstatas e homossexuais, e também são justificados por exemplos na vida do profeta muçulmano Maomé.
O escritor e estudioso do Islã, William Kilpatrick, escreveu na Revista Online Crise em 30/10/14:
O maior obstáculo para a modernização do islã é o próprio Maomé. A tarefa de fazer um homem que possuía uma espada chamada ‘cortador de vértebras’ ser compatível com o mundo moderno não é um caminho fácil.
Kilpatrick passou a listar algumas das ações de Maomé, junto com as referências do Alcorão e do hadith:
Maomé se casou com uma menina de seis anos de idade e consumou o casamento quando ela tinha nove anos. (Bukhari, 5. 63. 3896) [É por isso que a idade de casamento para as meninas não pode ser aumentadas em países como o Irã e a Malásia e no Irã está sendo reduzida de l0 para 9 anos].
Em violação das normas morais árabes, Maomé se casou com sua própria nora. (Alcorão, 33:37) Ele ordenou a decapitação de todos os homens capturados da tribo Banu Qurayza e a escravização das mulheres e crianças. De acordo com alguns relatos, entre 800 e 900 homens e meninos adolescentes foram executados enquanto Maomé e sua noiva-criança observavam. (Ishaq, p. 464)
Ele sancionou o estupro de mulheres capturadas por suas tropas no campo de batalha. (Muslim, Vol. 4, No. 1438) Após o ataque aos judeus de Khaybar, Maomé ordenou que um líder da tribo, Kinana bin al-Rabi, fosse torturado até que ele revelasse o local do tesouro do grupo. Um fogo foi aceso no peito de Kinana, mas como ele ainda se recusava a revelar o segredo, Maomé mandou decapitá-lo. Maomé havia prometido a jovem esposa de Kinana, Safiya, para outro muçulmano, mas, depois de ouvir sobre a sua beleza, ele voltou atrás em sua palavra e levou-a em "casamento" para si mesmo. Segundo alguns relatos, isso ocorreu apenas horas depois de ter despachado o marido. (Ishaq, p 515; Bukhari, 1. 8. 367).
Após o massacre de Charlie Hebdo, a agência de notícias Breitbart News (EUA) relatou os comentários do clérigo muçulmano Anjem Choudary que repreendeu o conceito de liberdade de expressão. Ele disse:
Contrariamente à crença popular, o islã não significa a paz, mas sim submissão unicamente às ordens de Allah. Portanto, os muçulmanos não acreditam no conceito de liberdade de expressão, visto que o seu discurso e ações são determinados por revelação divina, e não com base nos desejos das pessoas.
Embora os muçulmanos não possam concordar sobre a liberdade de expressão, mesmo os não-muçulmanos que a defendem dizem que isso vem com responsabilidades. Em um mundo cada vez mais instável e inseguro, as potenciais consequências de se insultar o profeta Maomé são conhecidas por muçulmanos e não-muçulmanos.
Os muçulmanos consideram a honra do profeta Maomé como mais cara para eles do que a de seus pais ou até a de si mesmos. Defendê-la é considerado uma obrigação para eles. A punição rigorosa se for considerado culpado desse crime sob xaria (lei islâmica) é a pena capital implementada por um Estado islâmico. Isso ocorre porque o profeta Maomé disse: “Mate quem insulta um profeta” – Anjem [Choudary]
Qual é então a resposta para os problemas criados pelo islã — e deve-se notar que as principais vítimas do islã são os próprios muçulmanos. Os decretos dessa religião têm mantido muitos deles pobres e analfabetos, privaram seus países de talentos e livre empresa de metade de sua população — as mulheres — e causaram guerras internas e matando em uma escala maciça. Em um sentido os infiéis, os cristãos e outras minorias são apenas danos colaterais.
Uma solução parcial vem de um discurso proferido pelo presidente egípcio, o general Abdel Fattah el-Sisi: "É inconcebível", disse el-Sisi, "que o pensamento que é mais sagrado para nós deva ser para toda a umma (mundo islâmico) uma fonte de ansiedade, perigo, morte e destruição para o resto do mundo.
É possível que 1,6 bilhão (muçulmanos) deva querer matar o resto dos habitantes do mundo — que são de 7 bilhões — para que eles mesmos possam viver? O Islã precisa de uma revolução religiosa.
Eu estou dizendo essas palavras aqui no Al Azhar, diante desta assembléia de estudiosos e ulemás — Alá Todo-Poderoso seja testemunha desta verdade no Dia do Juízo a respeito do que eu estou falando agora. Tudo isso que eu estou dizendo a você, você não pode senti-lo se você ficar preso dentro essa mentalidade. Você precisa dar um passo para fora de si mesmo para poder observá-la e refletir sobre isso de uma perspectiva mais esclarecida.
Digo e repito mais uma vez que estamos precisando de uma revolução religiosa. Você, imams, são responsáveis perante Alá. O mundo inteiro, eu digo isso de novo, o mundo inteiro está à espera de seu próximo movimento… porque este umma está sendo rasgado, ele está sendo destruído, ele está sendo perdido — e está sendo perdido por nossas próprias mãos.
Três coisas são notáveis neste discurso marcante. Primeiro, el-Sisi é o líder do Egito, a nação islâmica árabe mais populosa, com 5% dos muçulmanos do mundo. Seu discurso terá um grande impacto.
Segundo, ele vem na esteira da fracassada "Primavera Árabe" e a aquisição posterior de uma grande área do Oriente Médio pelo fundamentalista Estado Islâmico e seus aliados. Isso sugere que há uma crescente repulsa contra ligações com os decapitadores, estupradores e torturadores que operam sob a bandeira do islã.
Como o jornal britânico Guardian observa, "a espiral de instabilidade em grande parte do mundo árabe" tem conduzido a 16,7 milhões de refugiados árabes, uma maré humana sem precedentes de miséria. Estas não são pessoas felizes, e muitos vão justamente culpar o seu sofrimento devido aos muçulmanos extremistas e terroristas, que os tem expulsado.
Terceiro, el-Sisi incisivamente fez seus comentários em Al-Azhar — a mesma mesquita/universidade do Cairo que deu à luz a Irmandade Muçulmana e onde o presidente Obama, em 2009, fez um pedido de desculpas de modo servil para o mundo muçulmano. O contraste não poderia ser mais nítido.
Também não é al-Sisi unicamente. Bridget Johnson da PJ Tatler cita o influente xeique Ahmad al-Ghamdi, o ex-chefe da polícia religiosa da Arábia Saudita no local sagrado de Meca, como dizendo que as mulheres não devem ter que usar o véu e devem ser capazes de se misturarem com os homens, usarem maquiagem e viajarem para o exterior, sem serem acompanhado por um homem.
Tal afirmação pode parecer insignificante no Ocidente, mas em um país como a Arábia Saudita a própria idéia de que as mulheres possam ter a sua própria identidade independentes de seus maridos ou pais é revolucionário.
Nas ONU a nossa organização, a Endeavour Forum Inc (uma ONG que tem status consultivo especial junto ao Conselho Econômico e Social das Nações Unidas) batalha contra a demanda por parte das nações de 57 membros da Organização de Cooperação Islâmica de que deveriam haver leis de blasfêmia universais para evitar "insultos" contra a religião muçulmana.
No Paquistão. Asia Bibi está no corredor da morte por cinco anos pelo alegado crime de "blasfêmia", sua sentença de morte foi recentemente confirmada por um tribunal superior em Lahore. Isso tudo é o muçulmano tradicional, não grupos extremistas.
Os políticos e alguns líderes católicos têm dito banalidades sobre o islã ser uma religião de paz e retratar aqueles que matam em seu nome como que traindo os ideais do islã. Pelo contrário, são os extremistas que estão executando os decretos do Islã em relação aos insultos ao seu profeta.
É hora de homenagear os líderes cristãos, o cardeal George Pell, Rev. Fred Nile MLC, Rev. Mark Durie, Fr. Paul Stenhouse e o Pastor Danny Nalliah, que tiveram a coragem de afirmar que o próprio islã é o problema. Isso é mais do que os editores de jornais e jornalistas tiveram a coragem de fazer, mas esperamos que agora que tantos mais de sua própria profissão foram mortos, além daqueles decapitados pelo Estado Islâmico, que eles vão parar de se concentrar em uma "islamofobia" imaginária, e tenham vontade de ler o Alcorão e analisar o próprio islã. Não é fobia ter medo de ter a cabeça cortada.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo do Online Opinion: It is Islam, not “Islamism”
Leitura recomendada:

10 comentários :

Anônimo disse...

Caro Severo,

Tenho acompanhado seus artigos faz mais de um ano e, muitas vezes, fico irritado com relação à Igreja Católica.
Com relação à Rerum Novarum considera-la um discurso socialista é má fé porque essa essa incíclica reprova o socialismo mas, também, o capitalismo selvagem que fez inúmeras vítimas! Sugiro ao senhor estudar as condições de segurança e saúde de trabalho da época!
Com relação ao Islã, não posso discordar do senhor e pasmo ao ver a confirmação, o acerto do senhor! Na revista Época, um estudioso sunita, sendo entrevistado por uma apresentadora libanesa, confirma que grupos "cristãos" (socialistas) de países europeus se juntaram aos islamitas!
Leon

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Asua religiões são aquilo que se os religiosos querem que sejam. E como as bebidas alcoólicas devem ser consumidas com moderação.

O judaísmo e o cristianismo tem na sua origem leis que mandavam apedrejar, matar por razões fúteis, violar e um sem número de preceitos que agora a imensa maioria de cristãos e judeus se horroriza riam se alguém tentasse levar à prática.

Com o evoluir da sociedade fomos abandonando essas leis.

A imensa maioria de cristãos e judeus são pessoas razoáveis.

Israel , que no fundo é um estado religioso, tem uma legislação moderna e até em alguns casos inovadora. Foi dos primeiros países a regulamentar a interrupção da gravidez , contracepção e igualdade de género.

No Islão ainda há um número significativo de pessoas que ainda levam aquilo muito a sério.

Esse é o problema. Tem de haver uma revolução como cá e explicar às pessoas que os textos sagrados tem de ser lidos à luz da época e -principalmente - que não devem levar as coisas tão a sério.

O Sisi tem razão. Tem de ser os clérigos a fazer a modificação.
Há felizmente um número significativo de muçulmanos, conheço alguns , que são como os cristãos e judeus.

Tem a sua fé mas não levam as coisas muito a sério e até comem porco e bebem álcool.

Retém as partes boas da religião e ignoram as más.

Um sinal positivo é que parece que o número de muçulmanos soft e cépticos está a crescer no mundo islâmico .

Na Europa é muito significativo o número de pessoas, especialmente mulheres, que abandonam o Islão e se tornam ateus, cépticos ou islâmicos Light

Claro que os terroristas são mais visíveis.

Conheço na Europa bastantes islamico - descendentes que são tão europeus como os outros.

Até penso que fenómenos como o estado islamico vão acabar por radicalização minorias condenadas à derrota e laicizar muita gente

E até penso que a grande mudança vai dar-se nas mulheres.



Flavio Jm disse...

Texto magnifico da Babbette Francis, realmente uma bela sintese do problema. Jà tinha lido outros textos dela, realmente é uma escritora de gigante discernimento espiritual e humanitário.

Eu penso como ela e o General Al-Sisi: as maiores vitimas do islamismo são os próprios muçulmanos, os fiéis laicos do islamismo. Vivem no atraso, na pobreza extrema, e sofrem violência continua em seus direitos básicos.

O general Al Sisi disse o correto: o islamismo precisa se modernizar. O Ocidente deve temer o islamismo? não, deve o respeitar mas também se precaver contra radicais. E os líderes cristãos? estes devem dar bons exemplos de moral e caridade na sua vida prática, divulgarem o evangelho e buscarem se aproximar dos imigrantes de países muçulmanos, que podem ser a porta de entrada à conversão.Usar a retórica de valores morais tradicionais que tem grande base comum entre as duas religiões e os apresentar Jesus, o Salvador. É disso que os muçulmanos precisam: salvação.

Há milhões de muçulmanos no Ocidente? se é ruim ou bom, depende da fé de cada um. Realmente se deixados de lado, é péssimo. Mas se oportunamente serem tocados pelo Evangelho,é uma chance gigante de termos novos Saulos de Tarso entre os gentios. Mas precisam os líderes cristãos e os fiéis aproveitarem a oportunidade que Deus coloca a sua frente.

Dom Rafael disse...

Não existe essa de revolução no islã: ou acaba-se com o islã (ou DEPORTANTO os seus adeptos) ou NÃO HÁ CONVIVÊNCIA! a própria moral deles é corrimpida. Essa idéia idiota de "extremista" e "normal" não existe, pois os "não-extremistas" APOIAM os assassinos; a única diferença é que os outros sujam as mãos de sangue, enquanto outros não.
Não existe UM país que mulçumanos não persigam a nós, cristãos, assim como não existe UM país ateu que não nos persiga. Pedir para a existência de um islão moderado é o mesmo que pedir democracia a um marxista.
Paz e vejam o vídeo de David Horowitz em que ele DESTROI essa falácia de "moderados"...

Augusto Paiva disse...

O islã é o problema SIM! Como disse o fascista, ou melhor, islamofascista Erdoğan, não existe essa de islã moderado e islã radical. Islã é islã e ponto! Quem é que está degolando cristãos? São os muçulmanos. 1 João 2:22: ''Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Messias? Este é o Inimigo de Cristo: aquele que rejeita tanto o Pai quanto o Filho.'' E o islã rejeita o Pai e o Filho. É blasfêmia no islã dizer que Deus teve filho. Por que os muçulmanos negam a Divindade de Cristo e seus ensinamentos? Eu respondo: porque eles são anti-cristãos, e do islã virá o Anticristo. É por isso que eles perseguem a nós cristãos. Quem não está contra nós, está ao nosso favor. E os muçulmanos não estão ao nosso favor. Eles estão contra nós, é óbvio. Jesus Cristo é o caminho, a verdade, e a vida; ninguém vai ao Pai, senão por ele (João 14:6). No islã isso é outra blasfêmia. A shahada diz: ''Não há outro deus além de Alá, e o seu mensageiro é Maomé.'' O islã é o Anticristo. Alguns sheiks lançaram uma fatwa mandando demolir as igrejas cristãs no Oriente Médio, e esses cavernícolas querem construir mesquitas aqui no Ocidente, mesmo aonde o islã não tenha, ou tenha pouquíssimos adePTos.
________________________
ASSISTAM COM ATENÇÃO!

Meca é a Grande Babilônia e o Anticristo virá do ISLÃ: https://www.youtube.com/watch?v=BpjzL5qUiWA.

As Profecias Bíblicas e o Anticristo Islâmico - Walid Shoebat - Parte 1 Legenda: https://www.youtube.com/watch?v=CKE6paXa0cw.

As Profecias Bíblicas e o Anticristo Islâmico - Walid Shoebat - Parte 2 Legenda: https://www.youtube.com/watch?v=xEY8ZxpI_2I.

A Paz do Senhor.
✞ Viva Cristo Rei! ✞


Augusto Paiva disse...

Olha que acinte!

https://www.youtube.com/watch?v=cfHOeErgvSA

Anônimo disse...

ISLÃ, RELIGIÃO DE PAZ?
Só se for da paz POLITICAMENTE CORRETA à la Islã o que quer dizer da morte para quem discordar deles!
O Islamismo é uma ideologia totalitarista instigadora de ódio, satanista, totalitarista e política envernizada de religião, troglodita, de origem pagã, de um ente humano, intolerante guerreiro chamado Maomé, fundada em 622 DC, em nada ele se distingue de Stálin, Pol Pot, Mao Tsé, Fidel Castro, etc., pois esses também seguem a mesma religião da intolerancia e morte aos opositores, tais quais os muçulmanos.
O Islã abraça um deus que de fato é a deusa da lua, Al Ilah ou Alah que era a “protetora” da tribo de Maomé e foi escolhida entre quase 360 deuses da Caaba, depois de uma “purificação” procedida por Maomé, sendo que tal qual a seita comunista do fuzil, outrora era a de Maomé com as 2 espadas na bandeira: morte aos cristãos e judeus que não se curvaram à deusa Alah!
Uma das provas do obsoletismo dessa doutrina é eu os países árabes estão atrasados como 2000 atrás e toda tecnologia deles vem do Ocidente
"Deves matar quem não mudar para a religião islâmica" (Bukhari 9.84.57)e mais diversos mais idem correspondentes.
As crianças desde as escolas, testemunhos de dissidentes, são doutrinadas a odiarem os cristãos e judeus:
"Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alá não encaminha os iníquos. "Alcorão, Surata 5,51.
Que religião de paz, hem?
Henoc

Saga disse...

Júlio
Viu este pronunciamento?
https://www.youtube.com/watch?v=P0PbBp3nBQQ
Netanyahu disse muitas coisas interessantes e expôs verdades inconvenientes.

Dom Rafael disse...

O irmão Joel Richardson acredita que o anticristo virá da Turquia, assim como veio um anticristo chamado Epitáfio IV Epífanes, da atual Turquia também. Eu fico na dúvida se o falso profeta será da igreja católica ou do islam, pois eu acredito piamente que ele será homossexual e homofascista também: como ele pode ser boiola dentro do islam?
Aliás, eles também aguardam o "messias" deles, o 13º. Mahdi, e nós sabemos quem é esse messias...
Paz.

Anônimo disse...

Para de falar do islã kra,precisamos de vc Julio,se vc ficar falando mto,eles vão te matar,eles são perigosos,viram o que eles fizeram com o Charlie Hebdo,modera aí Julio por favor!