9 de janeiro de 2015

O Vaticano e quatro líderes muçulmanos conjuntamente condenaram ataque em Paris enquanto elites europeias temem onda conservadora


O Vaticano e quatro líderes muçulmanos conjuntamente condenaram ataque em Paris enquanto elites europeias temem onda conservadora

Julio Severo
Quatro líderes muçulmanos franceses e o Vaticano divulgaram uma declaração conjunta na quinta-feira denunciando o massacre no jornal de Paris.
A declaração frisou que o diálogo entre as religiões é o único caminho para se eliminar o preconceito.
De acordo com a Associated Press, o Vaticano tem buscado consertar as relações com o islamismo que ficaram tensas sob o Papa Bento 16, que em 2006 fez um discurso que sugeria que o islamismo adota a violência. A sugestão dele causou violentas manifestações de protesto em todo o mundo islâmico.
Muito embora Bento tivesse dito que que ele havia sido mal interpretado e pediu desculpas, os muçulmanos nunca mais se esqueceram de sua sugestão.
É claro que o “ataque” em Paris, geralmente mencionado sem nenhum adjetivo “muçulmano” ou “islâmico,” apenas comprova que a “sugestão” de Bento era pura realidade.
Entretanto, as elites socialistas europeias não estão preocupadas com o islamismo e sua natureza violenta. Elas estão, de acordo com a Associated Press, preocupadas que “Movimentos populistas que alertam contra a islamização da Europa estão ganhando terreno em todo o continente europeu, em países pequenos como Dinamarca e países grandes como Inglaterra, Alemanha e França.”
Essas elites denunciam “os argumentos das forças direitistas que declaram que o islamismo é incompatível com os valores ocidentais.”
Algumas das reações mais fortes ao atentado terrorista islâmico em Paris vieram da Alemanha, e a Associated Press prontamente fez seus leitores internacionais recordarem que o movimento nazista nasceu na Alemanha, insinuando que oposição à islamização equivale a “racismo” e “nazismo.”
A chanceler alemã Angela Merkel condenou o PEGIDA, um movimento anti-islamização, declarando: “Não existe lugar na Alemanha para os que estão instigando ódio aos imigrantes.” Ela também denunciou os manifestantes por “racismo.”
A reportagem da Associated Press (AP) também mencionou o PEGIDA, e de novo, prontamente fez seus leitores recordarem que protestos anti-islamização “têm deixado os políticos na Alemanha alarmados 70 anos depois do Holocausto.” A insinuação da AP: Os sentimentos europeus, principalmente alemães, contra a islamização são as sementes de um Holocausto contra os muçulmanos. Ei, o primeiro Holocausto foi contra os judeus, e os muçulmanos eram aliados dos nazistas. Como é que a AP, uma mídia americana, pode associar radicais islâmicos com vítimas judias? Como é que a AP pode usar o Holocausto contra os judeus para defender os muçulmanos?
A verdade é que os muçulmanos, que 70 anos atrás ajudaram Hitler no primeiro Holocausto contra os judeus, hoje vêm cometendo um Holocausto anual de mártires cristãos. Além disso, uma população muçulmana maior na Europa está provocando uma perseguição maior de judeus em toda a Europa.
Logo depois de falar sobre o Holocausto, a AP menciona Geert Wilders, líder do Partido Liberdade, que é contra o islamismo.
Wilders é autor do famoso vídeo Fitna, que expõe o terrorismo islâmico. Veja o vídeo aqui em duas partes:


Então, para Merkel e a AP e a mídia ocidental em geral, se você se opõe à islamização na Europa, você é racista, nazista e apoia o Holocausto!
Na Europa PS (Politicamente Socialista), não há lugar para os que se opõem à islamização. Mas há lugares de sobra para os islamistas.
Na Europa PS, não há lugar e tolerância para valores conservadores, especialmente valores judaico-cristãos, no governo e sociedade. Mas há lugares e tolerância de sobra para valores islamistas, inclusive a lei islâmica, que estão se expandindo em toda a Europa.
O multiculturalismo fanático está entregando o destino da Europa nas mãos de seus carrascos islâmicos.
Com informações da Associated Press.
Leitura recomendada:

8 comentários :

Nil disse...

infielatento.blogspot.com.br/2013/07/maome-assassino-maome-manda-assassinar.html

Maomé, assassino: Maomé manda assassinar todos aqueles que o criticam

Você já se perguntou porque muçulmanos se comportam como “possessos pelo demônio” quando alguém critica Maomé? Capazes de ameaçar, ferir ou matar …

Por que a lei islâmica define qualquer crítica a Maomé como crime?

É porque Maomé ordenou os muçulmanos que matassem todos aqueles que o criticassem … com as bençãos de Alá.

Existem várias narrativas da vida de Maomé, todas eles de fontes islâmicas, que relatam que Maomé mandou matar todos aqueles que o criticaram.

Maomé sabia bem o criminoso que era, e tinha medo de ser exposto. Para evitar isso, ele ordenou a seus seguidores que assassinassem qualquer um que o criticasse. Em uma sociedade iletrada, como era a sociedade daquela região, os poetas eram os jornalistas do seu dia, com suas palavras influenciado a opinião pública. Muitos deles reconheceram que ‘pirata’ e ‘profeta’ eram carreiras divergentes, e tiveram a coragem de dizer isso, pagando com as suas vidas.

Observação: No site http://infielatento.blogspot.com.br/2013/07/maome-assassino-maome-manda-assassinar.html Tem uma lista de pessoas que Maóme mandou matar. Lista bem grande. Aliás !

Ana Paula V disse...

Querido Julio.
Sou Ana Paula e mando uns links sobre alguns absurdos:
Primeiro .hadad pagando salario para travestis estudarem:http://oglobo.globo.com/sociedade/prefeitura-de-sao-paulo-pagara-salario-minimo-para-travestis-estudarem-15002868

depois fundador do paypal mete bilhoes no cutivo de maconha:
http://oglobo.globo.com/sociedade/fundador-do-paypal-primeiro-empreendedor-do-vale-do-silicio-investir-milhoes-em-maconha-14999388

Anônimo disse...

Sou católico e espero dar uma contribuição informativa quanto a este horrível fato.

Pergunto:
É isso que chamam de "liberdade", de "expressão", de "democracia", de "civilização ocidental"?! Liberdade de expressão é ridicularizar religiões? É fomentar discórdia e conflitos entre grupos religiosos? Desde quando?
Por favor.
Não deveriam confundir liberdade de expressão com liberdade de desrespeito. Eles não respeitavam nem mesmo a fé cristã e mesmo judaica.
É so procurar em várias de suas charges do jornal. A capa de novembro de 2012 ironizava a Santíssima Trindade, O Pai, o Filho e o Espírito Santo, e trazia o tema favorável ao “casamento” gay.
NÃO DEFENDO A FÉ ISLÂMICA E NEM APOIO O OCORRIDO, é que não concordo em vilipêndios da fé de quem quer que seja, mesmo que não se concorde com ela. Discordo do islã, mas num patamar ELEVADO e com base teológica e histórica, a exemplo de São Tomás de Aquino em sua Súmula contra os gentios, Cap. VI, bem como não descarto, em último recurso, uma cruzada ao estilo moderno.

Tantas sátiras inteligentes poderiam ser feitas e esse jornal insistentemente desrespeitando ou até perseguindo, praticando o que chamaríamos de “bullying". E quem seriam os financiadores destas charges ou do jornal? Será que estão satisfeitos agora?

O jornal "Charlie Hebdo" não passa de um jornaleco provocativo e irresponsável. Seus integrantes pervertidos foram diversas vezes advertidos.

Foram charges bobas, sem qualquer graça ou talento e ofensivas. Morreram por nada, morreram e chocaram o mundo por conta de seus próprios egos. Quando a prudência e o bom senso não são atendidos, o mal acha espaço.
Mesmo sendo as charges tão ofensivas e sem graça, é claro que quase ninguém mataria alguém por conta disso, mas eles sabiam e não eram ignorantes no tema. "Quem semeia a injustiça colhe a maldade; o castigo da sua arrogância será completo", Provérbios XXII:8.
O lamentável fato demonstra outra questão, que é a tradição anti-religiosa dos franceses herdada da famigerada Revolução Francesa, na verdade um golpe maçônico. Que se debitem a tragédia a ela também. Isso justifica a cifra de 30% de ateus naquele país.

P.S: Stephane Charbonnier, editor chefe do Charlie Hebdo, assassinado, era ligado ao Partido Comunista Francês e a Frente de Esquerda.

Se fosse um atentado a um jornal conservador (se é que lá existe) não haveria todo o clamor nacional francês.

Esse foi um daqueles momentos em que o feitiço se voltou contra o feiticeiro.

Eduardo

Roberto Oliveira disse...

Prezado Eduardo, também sou católico e concordo com seu comentário.
Um abraço prezado Júlio!

Lamento pelas mortes desses chargistas, pois acredito que só Deus tem poder de tirar a vida de uma pessoa, exceção a legitima defesa ou nos países em que haja leis que punam com a pena de morte, tal a gravidade dos crimes cometidos.

No entanto, devo dizer que esses "humoristas" (entre aspas mesmo) não eram cidadãos que merecessem respeito e serem tratados com consideração, pois, eles mesmos não se davam ao respeito.

Não eram apenas charges leves, com intuito de serem engraçadas, humorísticas, eram sim desrespeitosas, baixas, ofensivas, de mau gosto não apenas aos islamitas, mas, como se viu, também aos cristãos, com ofensas a Jesus Cristo, Maria, Deus, a Santíssima Trindade, e também de modo particular ao catolicismo.
Para que ofender a fé das pessoas?
Se voce não tem fé alguma, se diz ateu, pelo menos respeite entes e simbolos que para outras pessoas são sagrados e caros.
E possivel discordar, contra-argumentar ou criticar sem agredir, humilhar com ofensas gratuitas.

Esses senhores cartunistas jamais deveriam ter sido mortos como foram, mais porque ninguem tem direito de fazer isso, do que por méritos ou valores deles no exercicio do seu ofício.
De Deus não se zomba.

Que isso tudo vá para as mãos dele, Deus, se pecaram, chargistas e terroristas, desejo que Ele os perdõe, é o que posso rogar, mesmo eles que eles não tenham feito por merecer.

Anônimo disse...

E pensar que a instituicao baseada nas sete colinas financiou o surgimento do maome!!!

Antonio

Anônimo disse...

"O islã foi originalmente um movimento heterodoxo no interior do judaísmo...segundo fontes árabes, cerca de vinte tribos em Medina, cidade que acolheu o apelo de Maomé da sujeição a Alá; e em volta de Medina eram judias...essas tribos estabelecidas em oásis entregavam-se tanto ao comércio quanto ao pastoreio, e o islã, desde o início foi uma religião semi-urbana de comerciantes, mais do que uma religião do deserto. Mas, o deserto era importante pois judeus que viviam em suas bordas, ou que ali se instalavam para escapar à corrupção da cidade, tais como os nazireus, sempre haviam praticado uma forma mais rigorosa de judaísmo...foi isso que atraiu Maomé. A influência do cristianismo, que não teria sido estritamente monoteísta a seus olhos, foi muito ligeira...o que ele parece ter desejado fazer foi ...dar aos árabes o monoteísmo ético judeu numa língua que podiam compreender e em termos que lhes eram adaptados...o desenvolvimento por Maomé de uma religião separada começou quando ele compreendeu que os judeus de Medina não estavam dispostos a aceitar a sua versão árabe do judaísmo..."

(Jhonson, Paul. História dos judeus. Ed. Imago. Rio de Janeiro, 1995. P. 175-176.).

Paul Jhonson: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Johnson

Anônimo disse...

Para um cristão bíblico, Deus não precisa de defensores. Portanto, quando vê alguém com práticas desrespeitosas ao verdadeiro Deus, ao invés de partir para a violência, procura alertar o ofensor para que se dê conta do que está fazendo. Normalmente, após serem alertados, estes ofensores desdenham ainda mais, aí, o máximo que devemos fazer, é nos afastarmos. Parece uma atitude muito passiva de nossa parte, mas não vejo fundamento bíblico para qualquer outra ação.
Maomé precisa de defensores porque não tem nada a ver com o Deus verdadeiro. Fundou esta religião que, nas decadas mais recentes, tem sido a maior fonte de terrorismo. Sempre com o discurso de que o Islamismo é uma religião de paz (tenho minhas dúvidas se existe alguém no ocidente que creia neste discurso, ainda que o profira).
Este ataque que ocorreu em Paris não surpreendeu niguém e coisa semelhante pode ocorrer novamente. Só que agora, com esta tragédia, estes terroristas contribuiram muito para transformar liberdade de expressão em liberdade para desrespeitar (como alguém já mencionou). Embora a minha reação quando alguém desrespeita a minha crença seja ficar com pena de quem o faz (pois, com o Deus verdadeiro não se brinca), tenho que reconhecer que outras pessoas se sentem ofendidas se alguém desdenha de sua religião (dizer o que pensa de uma religião é uma coisa, desdenhar é outra coisa). O que este jornal fazia (e parece que vai continuar fazendo) era extremamente desrespeitoso com as religiões. Por isso, apesar de repudiar totalmente aquela tragédia, não posso dizer que “Je suis Charlie”, pois me sentiria pactuando com o que este jornal faz.
Existem formas civilizadas de combater ofensas. Eu tenho, por exemplo, o direito de dizer que não vou comprar exemplares de um jornal que propague reiteradamente práticas contrárias aos meus valores, bem como parar de consumir produtos de seus anunciantes. Só para exemplificar, no auge daquela questão sobre casamento com pessoas do mesmo sexo, houve uma instituição que se declarou favorável. Poucos dias após ouvir aquela declaração, alguém desta instituição ligou para minha casa me oferecendo um cartão. Por consideração ao funcionário, ouvi um pouco as explicações sobre o cartão mas disse que não estava interessado. Foi, de fato, um boicote e creio que este tipo de ação é legítimo pois, se não fizermos assim, estaremos fortalecendo aqueles que querem destruir os nossos valores.

Sebastião

Anônimo disse...

Os chefões dos Islã estão na maior cara-dura dizendo que a violência é obra de radicais, o Vaticano nem sei porque foi se juntar a esses adoradores da deusa da lua Alah, se o próprio Alcorão pagão em si mesmo incita o ódio, como em:
"Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Deus não encaminha os iníquos” - Alcorão, Suratra 5,51.
"O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo" - Suratra 5,33.
Como achar a paz em meio ao equívoco, como muitas mais idem citações odientas, como essas acima, e ambos formando a dupla comunistas-islamitas, se ambos, além de aliados nessa terra são satanistas?
Henoc