21 de janeiro de 2015

O ataque em Paris e as elites ocidentais


O ataque em Paris e as elites ocidentais

Don Feder
Teste rápido de perguntas.
Selvagens invadem, no maior tiroteio, os escritórios de uma revista satírica. Enquanto estão matando jornalistas, os assassinos gritam:
1.       Salve Maria cheia de graça…
2.       João 14:6
3.       Shema Yisrael
4.       Allahu akbar
Um cativo é degolado pelo:
1.       Exército da Salvação
2.       Livreiros cristãos
3.       The National Geographic
4.       Estado Islâmico (ISIS)
Na Europa, manifestantes carregam cartazes que pedem “Morte aos Judeus” e proclamando “Hitler estava certo!” Esses manifestantes são:
1.       Velhinhos nazistas de oitenta anos.
2.       Membros da Igreja da Cientologia.
3.       Fabricantes de linguiça.
4.       Maometanos.
Alguém que planta uma bomba de estilhaços perto da linha final de uma maratona provavelmente é membro de:
1.       um templo hindu.
2.       uma sinagoga.
3.       uma loja maçônica.
4.       uma mesquita.
Você provavelmente receberá ameaças de morte se você:
1.       Fizer uma “obra de arte” chamada “Mije no Cristo”
2.       Fizer um filme que apresente Moisés como um psicopata
3.       Chamar os membros do Tea Party de terroristas
4.       Fizer ou disser algo que mostre Maomé de um modo que não seja bajulador
A resposta à mais recente atrocidade da Religião da Paz — o ataque a uma revista satírica em Paris que deixou 12 mortos, 17 feridos — foi covarde, sem sentido e totalmente previsível.
O presidente francês Francois Hollande chamou os assassinatos dos jihadistas que gritavam “deus é grande” e “O Profeta foi vingado” de “selvagem” e (se arriscando) “sem dúvida alguma um ato de terrorismo.” Ele não especificou o tipo de terrorismo — eco-terrorismo, narco-terrorismo, terrorismo basco? Isso não é de surpreender, pois esse presidente socialista foi eleito com o apoio de 93% dos maometanos franceses.
Tomas de Maziere, ministro do Interior da Alemanha, tratou a questão como um bebê, com todo o cuidado, chamando a matança em Paris de obra do “extremismo islâmico, terrorismo islâmico,” que “é algo muito diferente do islamismo.” Se você não acredita nele, pergunte aos líderes da maior mesquita de Madri ou da mesquita central da cidade alemã de Bremen. Oh, esqueci, não dá para você fazer isso. As duas mesquitas foram fechadas pela polícia em 2014 por divulgarem propaganda do ISIS ou recrutarem combatentes para atuarem no Iraque e Síria.
“Eles não respeitam a vida de ninguém mais,” bufou Howard Dean, ex-presidente do Comitê do Partido Democrático [de linha socialista]. “Isso não é o que o Corão diz.” Embora eu esteja hesitante de discordar de tal eminente acadêmico islâmico como Dean, o que com muitíssima certeza o Corão diz é: “Mate-os (os descrentes) onde quer que você os encontrar.” “Quando você encontrar descrentes, corte-lhes a cabeça.”
John Kerry, secretário de Estado dos EUA, zombou do conceito de “choque de civilizações.” Mais propriamente, o assassinato em massa em Paris foi sintoma do “confronto maior” entre “a própria civilização e os que são opostos a um mundo civilizado.” E o que é civilização? Civilização é democracia, tolerância e direitos humanos. O islamismo favorece essas coisas?
Quando Josh Earnest, assessor de imprensa da Câmara dos Deputados dos EUA, disse a um entrevistador da CNN que “este é um ato de violência que certamente temos de condenar” e “se for confirmado que é um ato de terrorismo” então isso seria condenado também. Contudo, de acordo com o governo de Obama, o terrorismo só é terrorismo se for cometido por uma organização certificada, especificamente o ISIS ou a al-Qaeda. Qualquer outra coisa é só violência (pergunte aos 12 corpos no necrotério de Paris), mas certamente não terrorismo.
O presidente dos Estados Unidos, agora em seu sexto ano negando a realidade, recusou usar os termos “terrorismo islâmico,” “extremismo islâmico” ou qualquer termo que não fosse legal para o islamismo. “Nossos pensamentos e rezas” estão com o povo francês, Obama disse. Ele “fortemente condena o fuzilamento horrendo.”
Pelo menos ele não chamou de violência no local de trabalho (a designação que ele usou sobre o massacre de Fort Hood) nem atribuiu os assassinatos a um obscuro vídeo de internet, como ele fez na matança de Benghazi.
Em seu discurso na ONU neste ano, talvez ele declare: “O futuro não deve pertencer aos que publicam desenhos satíricos sobre o profeta do islamismo.”
Em 2012, sustentando a ficção de que um vídeo anti-islamismo provocou os assassinatos do embaixador americano na Líbia e três outros americanos, o presidente “corajosamente” proclamou diante dos representantes de 49 países maometanos: “O futuro não deve pertencer aos que difamam o profeta do islamismo” — como se isso fosse um perigo iminente. É mais provável que Harvard seja tomada por criacionistas e céticos do aquecimento global.
O problema com a versão elitista infantil do islamismo é que a maioria do mundo maometano que acredita no islamismo, passou a vida estudando o islamismo e vive o islamismo o nega enfaticamente — sejam os imams da Grande Mesquita de Meca, os mulás que governam o Irã, a Irmandade Muçulmana (no negócio de promover o islamismo desde 1928) ou os acadêmicos da Universidade Al-Azhar do Cairo (o Vaticano do islamismo), sem mencionar o próprio Corão.
Num discurso de 28 de dezembro na Al-Azhar, o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi mostrou um tom severo com os clérigos reunidos: “Digo e repito de novo que estamos em necessidade de uma revolução religiosa diante de Alá. O mundo inteiro… está aguardando nosso próximo passo… porque esta ummah (comunidade maometana mundial) está sendo despedaçada, está sendo destruída, está se perdendo — está se perdendo por nossas próprias mãos.” Mas ele é só o presidente da maior nação maometana do Oriente Médio, então o que é que ele sabe?
O islamismo está preparando nossa morte. As elites ocidentais estão carregando o caixão.
Traduzido por Julio Severo do artigo do American Thinker: The Paris Attack and Western Elites
Leitura recomendada:

10 comentários :

Anônimo disse...

https://br.noticias.yahoo.com/40-igrejas-queimadas-protestos-anti-charlie-s%C3%A1bado-nig%C3%A9ria-124256482.html

É, o mundo dá voltas.

Anônimo disse...

Thiago

O Islão: Religião-Estado. Conversão pela espada, Guerra Santa (Jihad). Lei política determinada por textos sagrados (Sharia). A Paz Mundial para muitos, só será alcançada através do Califado Mundial.
(Arquétipos proféticos masculinos)

O Islão Moderado realmente existe? Ou será uma invenção de sociólogos e "ecumenistas"?

O Ocidente Secularizado conseguirá "modera-lo" na marra, ou será engolido por ele?




Leony disse...

Já ouvi alguns estudos que dizem que as características do messias muçulmano chamado de Mahdi correspondem as características do anticristo da Bíblia.

Peço que se alguém tiver algum livro ou video sobre o assunto e se puder me indicar...

Tenho uma sugestão de dois livros e de uma entrevista (completa em inglês e um trecho em português) aos irmãos. É de um irmão que passou 30 anos dentro do Islã e sabia citar todo o alcorão aos doze anos de idade. Ele se doutorou em história e cultura islâmica pela Universidade de Al-Hazar, a escola que é fonte de autoridade espiritual para o mundo islâmico.

Como cristão obteve uma licenciatura em Religiões do Mundo e um doutoramento em educação cristã. O nome dele é Dr. Mark A. Gabriel



1) Livro o Islã e os Judeus (O islã e o Terrorismo) SINOPSE:
#http://erdos.com.br/produto/0/8340/o-isla-e-os-judeus

Um livro revelador, escrito por alguém que não só viveu dentro dos padrões do alcorão, mas ocupou ali altos postos na hierarquia religiosa do Islã. Conhecedor dos mais íntimos sentimentos islâmicos, Mark Gabriel faz uma emocionante descrição de sua conversão e ainda esclarece muitos pontos que ainda hoje ficam obscuros ao mundo ocidental.

Entre outras polemicas este livro mostrará claramente:

- O que alimenta o conflito?
- Há forças culturais e espirituais poderosas que explicam...
- Porque os palestinos rejeitam os acordos de paz.
- Porque os mulçumanos radicais atacam os aliados de Israel, especialmente os norte-americanos.
- O papel dos cristãos nos eventos que acontecem no mundo.
- Porque se o Islã é uma religião de paz, os mulçumanos matam judeus em nome de Alá, seu deus.
- Porque o alcorão chama os judeus de "filhos de porcos e macacos”.


2) Jesus e Maomé. SINOPSE:
#http://verdadedoisla.blogspot.com.br/2012/10/livro-jesus-e-maome-diferencas.html (Download em árabe, italiano, espanhol e português)

Dr. Mark A. Gabriel leva-nos a caminhar ao lado de Jesus e Maomé desde o nascimento a morte de ambos. Iremos descobrir que ambos foram sujeitos a profecias em criança, recomendados pelos primos, rejeitados pelos concidadãos e ajudados por doze discípulos. Com uma compreensão das suas biografias, estaremos preparados para comparar os seus ensinamentos, incluindo:

- Como descrevem a si próprios;
- Como reagiram aos desafios dos Judeus;
- As curas e milagres que realizaram;
- Orientações para uma oração saudável;
- Quando combater o inimigo;
- O que ensinaram sobre as mulheres.

A equilibrada história do Dr. Mark A. Gabriel abalará falsas imagens e dá-nos uma nova perspectiva da influência de Jesus e de Maomé no mundo moderno.


3) Trecho da entrevista em português (ative as legendas no youtube)

https://www.youtube.com/watch?v=heUy3Lm8f1s


4) Entrevista completa em inglês (legendas em inglês):

https://www.youtube.com/watch?v=KSZEsmYExyE

Anônimo disse...

Thiago,


Leony,

Eu também não sei muito sobre eles. O que sei de concreto vem desses dois blogs:

http://perigoislamico.blogspot.com.br/?m=1

http://infielatento.blogspot.com.br/?m=1

O q passa do conteúdo divulgado por eles, são suposições que faço ao ler as profecias bíblicas e ler sobre as interpretações proféticas de católicos, ortodoxos e protestantes (acho interessante a interpretação dos adventistas em muitos pontos).

Pra ampliar nosso conhecimento como cristãos conservadores... sugiro que acesse:

http://www.portalconservador.com/livros/

Pois há uma seleção rica lá. Vale à pena se deliciar com tantas obras.

Eu baixei o livro "Jesus and Maomé"... obrigado pela dica. A outra indicação fica pra depois.

Leony disse...

Thiago,

Vai ser bem edificante este livro. Ele faz uma comparação incrível entre as semelhanças e as diferenças entre Jesus e Maomé. Até já o indiquei para um amigo de um amigo meu, que é muçulmano. Depois se possível, comenta aqui o que você achou...

Particularmente (uma postura pessoal minha) em termos de interpretações proféticas com relação ao final dos tempos (quem é o anticristo e o falso profeta, grande tribulação, arrebatamento pré, medo e pós, a volta de Jesus) não levo em conta nada que possa vir do catolicismo. Do adventismo fico de "orelha em pé" porque não consigo dar 100% de credibilidade as profecias da Ellen White, devido a ligação dela com maçonaria.

Atualmente o único livro depois da Bíblia que eu consigo dar credibilidade em termos de profecia é um livro chamado "A Visão", do Pastor David Wilkerson, por saber que ele foi um homem de Deus (segundo o que está escrito na carta de 1 Timoteo). Também por causa do que está escrito em Dt 13:1-4 (a revelação que Deus deu à ele não leva ninguém a adorar outro Deus). E tb porque não contradiz o que a Bíblia. Mas, para constatar realmente se de fato ocorrerá, tem que se concretizar como está escrito em Dt 18:22.


Agradeço pelas indicações (a ultima achei o máximo, tem muitos livros nela).

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

O presidente egípcio disse uma grande verdade. Ou o Islão muda ou vai desaparecer.

A nosua sociedade ocidental evou a uma velocidade estonteante. Reeiventamo-nos todos os dias e vamos crescendo.

O mundo islâmico parou no tempo.

Quem conhecesse Praga,Lisboa ou o Rio há trinta anos ficaria admirado com o progresso.A maioria dos países islâmicos continuam cada vez mais na mesma.

Há cinquenta anos havia segregação racial nos EUA , à Europa do Sul e leste, assim como a América latina eram ditaduras.

Hoje o presidente dos EUA é negro e com excepção de Cuba e Bielorrússia a democracia reina.

Fizemos progesses notáveis no combate à pobreza, discriminação e aumentamos o bem estar dos povos. Isso traduziu-se num progresso científico e económico sem precedentes.

O Islão parou no tempo. Continuam a obstinar-se a não comer porco, o sistema de ensino ensina o Alcorão e são totalmente dependentes de técnicos estrangeiros para tudo.
A produção científica de todo o mundo islâmico é insignificante.

Por isso eles não se adaptam a liberdade de eX pressão, igualdade entre homens e mulheres, casamento gás e por aí fora.

Refugiam-se num fundamentalismo bacoco e em guerras intermináveis.

Veja-se o caso do hamas. Manda uns foguetes contra Israel, Israel destrói aquilo tudo e ganha mais território. O hamas reclama vitória e grita alla u akbar.

Cada ano que passa estão mais longe de nós e com menos poder.

Claro que o terrorismo é aborrecido mas no final de contas é um risco muito baixo.

Pior seria se eles abandonassem a religião e começassem a estudar ciência.

Deixemo-los a decorar o Alcorão, a matarem-se uns aos outros e que venham a nós os recursos como o petróleo.

O Isis anda morto por dar cabo da Arábia Saudita e estes assustados dão o petróleo ao preço que queremos . Se o isil chegar lá perto da-se uma ajuda à Al qaeda e eles dão cabo deles. Se se tornarem perigosos paga-se aos sauditas ou sírios para os segurarem....

Andam entretidos e não abrem universidades....

Anônimo disse...

Thiago


http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Profecia_dos_quatro_animais

Eu raciocíno em cima da interpretação historicista, em parte adotada por adventistas. Busco mesclar esta interpretação com a história ocidental. Não há como negar a precisão histórica das visões de Daniel e São João. O que há de controvérsia são alguns pontos que geram debate, como em relação ao Islão.

Em relação ao livro, po deixar maninho, vou começar a ler hoje à noite.

Tem dois livros que estão na minha lista de espera para serem lidos sobre este tema: "O Império Otomano" e o outro é "Jerusalém - A Biografia".

Anônimo disse...

Thiago

Olha que interessante esta postagem de um blog católico que eu gosto muito:

"A descristianização do Canadá"

http://speminaliumnunquam.blogspot.com.br/2015/01/a-descristianizacao-do-canada.html?m=1

Quanto mais estudo, mais respeito o legado católico. Há pontos de divergência sim, mas são 1500 anos de cristianismo a mais do que nós protestantes. Existe um grande patrimônio moral / filosófico ali. Digamos assim: "Eles suportaram a maior parte do dia, da manhã, do Sol à pino da tarde"... É algo para se pensar. Se Deus exortou judeus criticando simbolicamente a cidade de Jerusalém no Antigo Testamento, também não exortaria o cristianismo dos tempos vindouros através do Apocalipse?

Anônimo disse...

Thiago

apesar de respeitar,

Não faço apologia ao catolicismo... acho até válido para quem não conhece plenamente a VERDADEIRA LUZ QUE É A SAGRADA ESCRITURA.

Quanto à tal iluminação perenialista: A "LUZ" DE GUENON É A LUZ FALSA DE LÚCIFER. QUALQUER QUE, CONHECENDO AS ESCRITURAS, VOLTAR ÀS PRATICAS PECAMINOSAS, NÃO SERÁ JULGADO NÃO COMO IGNORANTE.

Luz só quem tem pra dar é Jesus. A fé simples e obediente aos mandamentos deve ser a nossa meta. Não confundam patrimônio intelectual com o "Viver com Deus". Viver com Deus é algo que percebo muito mais na vida dos evangélicos simples do que na dos ditos "intelectuais cristãos".

Não misturem alho com bugalho.

"Viver com Deus" é crer em Jesus e obedecer somente às Escrituras. ( nenhuma tradição pode negá-la ). Da mesma forma, qualquer conhecimento estranho (perenialismo), que aproxime fé cristã de paganismo, islamismo ou qualquer outra religião; também deve ser rejeitada pois é caminho de perdição.

Leandro disse...

Leony

O Islã tem uma crença em seu próprio Messias do fim dos tempos (o Mahdi), e também a ideia de um ‘anticristo’ (ou seja, de um anti-Mahdi, para o confronto). Segundo uma crença popular, o Mahdi nasceria na Palestina, enquanto o anti-Mahdi (tem um nome, que agora não recordo) viria do lado da Indonésia.
É apenas uma crença – existiram muitos líderes locais islâmicos que se proclamaram como Mahdi.