28 de janeiro de 2015

Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos


Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos

Bill Federer
Em 1492, Colombo foi enviado para descobrir uma rota marítima para a Índia e China. Ele foi enviado pelos monarcas espanhóis Fernando e Isabel, que haviam acabado de libertar a Espanha de 700 anos dos exércitos muçulmanos de ocupação.
Estátua de Robert Morris, à esquerda, George Washington, no centro, e do financista judeu Haym Solomon, à direita, em Chicago
A Espanha então forçou os judeus sefarditas a fugir.
Alguns judeus foram para o Império Otomano, e alguns foram para Portugal e então foram para Amsterdã. De Amsterdã, alguns judeus acompanharam, de navio, mercadores holandeses para a América do Sul, se estabelecendo na cidade de Recife. Em Recife, eles construíram a primeira sinagoga do continente americano, a Sinagoga Kahal Zur Israel.
Quando a Espanha e Portugal atacaram Recife, os judeus fugiram de novo.
Vinte três foram de navio para Port Royal, na Jamaica. Daí, no navio francês Sainte Catherine, eles chegaram em 1654 à Colônia Holandesa de Nova Amsterdã, se tornando os primeiros judeus da América do Norte.
O governador holandês Peter Stuyvesant tentou expulsá-los, mas eles tiveram permissão de ficar, pois a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais na Holanda considerava a Espanha e Portugal seus principais inimigos, não os judeus ou outros dissidentes.
Os holandeses estavam numa disputa mundial com a Espanha e Portugal para possuir a Indonésia, a Índia, a África e a América do Sul, de modo que eles queriam rapidamente povoar a colônia da Nova Holanda para defendê-la e fazê-la dar lucro.
Em 1663, a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, embora estivesse estabelecendo oficialmente a fé reformada holandesa, instruiu Peter Stuyvesant com relação aos quacres “e outros membros de seitas”: “Precisamos favorecer a imigração… nesta fase inicial da existência do país. Portanto, você pode fechar seus olhos, pelo menos não forçando nada na consciência das pessoas, mas permitindo que todos tenham suas próprias crenças, enquanto se conduzirem de forma pacífica e de acordo com as leis, não afrontando seus vizinhos e não se opondo ao governo.”
Os judeus na Nova Amsterdã não tinham permissão de fazer reuniões religiosas fora de seus lares nem de se juntar ao exército municipal que protegia a cidade.
Então, em 1664, exércitos britânicos assumiram o controle da Nova Amsterdã, mudando seu nome para Nova Iorque, e os judeus ganharam mais liberdade.
Em 1730, os cidadãos judeus de Nova Iorque compraram terra e construíram a pequena “Sinagoga da Rua Mill,” a primeira sinagoga da América do Norte.
Durante a era colonial, a população dos Estados Unidos aumentou para 3 milhões, com uma população judaica de cerca de 2 mil em sete congregações sefarditas:
·         A congregação Shearith Israel, na cidade de Nova Iorque, começou em 1655;
·         A congregação Yeshuat Israel, em Newport, Rhode Island, começou em 1658;
·         A congregação Mickve Israel, em Savannah, Georgia, começou em 1733;
·         A congregação Mikveh Israel, na Filadélfia, começou em 1740;
·         A congregação Shaarai Shomayim, em Lancaster, Pensilvânia, começou em 1747;
·         A congregação Kahal Kadosh Beth Elohim, Charleston, na Carolina do Sul, começou em 1749;
·         E a congregação Kahal Kadosh Beth Shalom, Richmond, Virgínia, começou em 1789.
Desde o terceiro século, o ensinamento do Rabino Samuel da Babilônia, de que “a lei da terra é a lei,” resultou em que os judeus se refreavam de tentar mudar sua situação política. A Guerra Revolucionária Americana foi a primeira vez desde o exílio deles de Jerusalém que os judeus lutaram ao lado de vizinhos cristãos como iguais na luta pela liberdade.
Mercadores judeus, como Aaron Lopez de Newport e Isaac Moses da Filadélfia, manobravam seus navios através dos bloqueios britânicos para fornecer roupas, armas, pólvora e alimento para os necessitados soldados revolucionários. Alguns mercadores perderam tudo.
Um número estimado de 160 judeus lutaram no Exército Americano Continental durante a Guerra Revolucionária, tais como o tenente Solomon Bush e Francis Salvador da Carolina do Sul, o primeiro deputado estadual judeu, que foi morto numa batalha da Guerra Revolucionária; Mordecai Sheftall de Savannah era vice-diretor do serviço de intendência para as tropas americanas, em 1778; Abigail Minis supria provisões para os soldados americanos em 1779; e Reuben Etting de Baltimore lutou e foi nomeado delegado federal para Maryland pelo presidente Jefferson, em 1801.
O Dr. Philip Moses Russell, médico judeu de George Washington, sofreu com ele no Vale Forge.
O presidente Calvin Coolidge relatou em 3 de maio de 1925: “Haym Solomon, financista judeu polonês da Revolução. Nascido na Polônia, foi feito prisioneiro dos exércitos britânicos em Nova Iorque, e quando escapou estabeleceu seus negócios na Filadélfia. Ele negociou para Robert Morris todos os empréstimos levantados na França e Holanda, empenhou sua fé e fortuna pessoal em prol de quantias enormes, e pessoalmente adiantou grandes montantes para homens como James Madison, Thomas Jefferson, Baron Steuben, General St. Clair e muitos outros líderes patriotas que testificaram que sem a ajuda dele eles não teriam conseguido avançar a causa.”
Em 1975, um selo postal dos EUA honrou Haym Solomon, com a mensagem: “O empresário, financista, corretor e herói Haym Solomon foi responsável por levantar a maior parte do dinheiro necessário para financiar a Revolução Americana e mais tarde salvou a nova nação do colapso.”
George Washington enviou cartas para a Congregação Judaica de Newport, Rhode Island, e de Savannah, Georgia, declarando: “Que a mesma Deidade operadora de maravilhas, a qual muito tempo atrás livrou os hebreus de seus opressores egípcios, os plantou numa terra prometida, cuja intervenção providencial foi nos últimos tempos evidente na fundação dos Estados Unidos como nação independente, continue a regá-los com orvalhos do céu.”
Judeus asquenazes eram poucos nos EUA até que uma perseguição na Bavária na década de 1830 resultou na imigração de muitos milhares.
O presidente Martin Van Buren enviou uma carta aos turcos otomanos muçulmanos pedindo-lhes que parassem de matar os judeus na Síria. Foi uma carta “em prol de uma raça oprimida e perseguida, que tem parentes que são alguns dos cidadãos americanos mais dignos e patriotas.”
David Yulee, “Pai das Ferrovias da Flórida,” foi o primeiro judeu eleito ao Senado dos EUA em 1845. Ele foi acompanhado em 1853 pelo senador Judah P. Benjamin da Louisiana.
O governador David Emanuel da Georgia foi o primeiro governador judeu de um estado dos EUA.
Em 1818, Solomon Jacobs foi prefeito de Richmond, Virginia.
Uriah P. Levy foi o primeiro comodoro judeu da Marinha dos EUA, lutando na Guerra de 1812 e comandando a esquadra do Mediterrâneo. Ele foi responsável por acabar com a prática de punição de chicote na Marinha. Uma capela em Annapolis e um destroier da 2ª Guerra Mundial ganharam o nome dele.
Quando a casa Monticello do presidente Jefferson estava caindo em ruínas, Levy a comprou em 1836, consertou-a e a abriu ao público. Ele comissionou a construção da estátua de Jefferson que está na rotunda do Capitólio dos EUA.
Samuel Mayer Isaacs, editor do jornal Jewish Messenger (Mensageiro Judaico), escreveu acerca dos Estados Unidos em 28 de dezembro de 1860: “Esta república foi a primeira a reconhecer nossas reivindicações de igualdade, com homens de quaisquer denominações religiosas. Aqui podemos nos sentar cada um debaixo de sua videira e figueira, sem ninguém para nos amedrontar.”
Em 1862, o jornal London Jewish Chronicle (Crônica Judaica de Londres) noticiou: “Agora temos algumas palavras dos judeus dos Estados Unidos em geral… Tendo a Constituição estabelecido perfeita liberdade religiosa, os judeus eram livres nos EUA… Eles… num tempo comparativamente curto, prosperaram e tiveram sucesso ali num grau que nunca aconteceu na Europa.”
Na época da Guerra Civil, a população dos Estados Unidos era 31 milhões, inclusive em torno de 150 mil judeus. Um número estimado de 7 mil judeus lutou no exército da União e 3 mil lutou no exército confederado, com cerca de 600 soldados judeus morrendo em batalha.
Os generais judeus da União eram: Leopold Blumenberg; Frederick Knefler; Edward S. Salomon e Frederick C. Salomon.
Os oficiais confederados judeus incluíam: Judah P. Benjamin, ministro da Guerra; coronel Abraham Charles Myers, general intendente; e o Dr. David Camden DeLeon, ministro da Saúde. O Dr. Simon Baruch, que era cirurgião, serviu na equipe pessoal do general Robert E. Lee.
O major Raphael J. Moses era o Oficial Comissário da Georgia e depois da guerra começou uma indústria de pêssegos na Georgia.
Enquanto que o primeiro capelão católico do Exército dos EUA foi nomeado durante a Guerra entre EUA e México, o primeiro capelão judeu foi nomeado durante a Guerra Civil, o Rev. Jacob Frankel, da Congregação Rodeph Shalom da Filadélfia.
Em 1 de março de 1881, o czar Alexandre II da Rússia foi assassinado e um pogrom começou contra os judeus, fazendo com que mais de 2 milhões fugissem para os EUA.
Em 1916, a população dos Estados Unidos era 100 milhões, dos quais 3 milhões eram judeus.
Durante a 1ª Guerra Mundial, o presidente Woodrow Wilson escreveu: “Enquanto que em países em guerra há 9 milhões de judeus, a maioria dos quais estão destituídos de comida, abrigo e roupas; expulsos de suas casas sem aviso… provocando fome, doença e sofrimento imensurável… o povo dos Estados Unidos ficou sabendo, com tristeza, dessa horrível situação… Proclamo 27 de janeiro de 1916 como dia para fazer contribuições, mediante a Cruz Vermelha Americana, para a assistência dos judeus assolados.”
Traduzido por Julio Severo do artigo do WorldNetDaily: Jews prove critical to founding of America
Leitura recomendada:

35 comentários :

Thiago disse...

A Revolução Americana

Fruto bom: liberdade religiosa.

Fruto podre: empoderamento da maçonaria.

A destruição do poder aristocrático e enfraquecimento da igreja culminou numa "ladeira à baixo" / decadência no Ocidente; de um efêmero liberalismo saudável XVIII e XIX, debandamos em libertarismo e anarquia XX e XXI.

Ah se a Igreja Católica tivesse a humildade de aceitar as exortações de Lutero! Ah se ela tivesse voltado às primeiras práticas! Tudo estaria na mais perfeita ordem e a tradição reinaria absoluta. Ela teria destruído a Maçonaria e toda hierarquia oculta.

Alessandra disse...

Recife tinha os judeus, e os expulsaram. Agora, New York tem os judeus e prosperidade. E Recife só tem pobreza. Português católico É BURRO!!!!!

Flavio Jm disse...

Alessandra, é que os portugueses não trocavam a fé por dinheiro igual ao protestantes americanos....os lusos expulsaram os banqueiros judeus e os edomitas fãs de Maomé. Com eles não tinham o "politicamente correto". Hj os santos e escolhidos judeus dos EUA lideram os grandes grupos maçônicos financistas internacionais, além de serem "donos" de Hollywood. Ou não? Aqui no Brasil somos ingênuos, achamos que se fôssemos colonizados por protestantes holandeses seriamos algo melhor. Pena que na Indonésia, Sri Lanka e Antilhas a coisa "holandesa" não funcionou né? Ah, e será que nós existiríamos se fosse outro país que nos colonizasse? Eu não, pois sou filho de portugueses e alemães com uma pitada do norte da África! Pensa nisso "Alê"!

Thiago disse...

Alessandra,

Os dois últimos bastiões anti-maçônicos da história foram as Coroas Espanhola, Portuguesa e os Estados Pontifícios; antes das invasões napoleônicas. Portugal fez muito bem em expulsar a Maçonaria de seu território. Os judeus ligados à usura e a certas organizações ocultas, que se adequassem às regras da Coroa e da Igreja!

Se o mundo virou de pernas para o ar, dêem crédito a quem é de direito: ao Calvinismo Holandês - criador do sistema capitalista usurário (país controlador do tráfico negreiro), acobertador da Maçonaria:
Max Weber - "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo". Na época todos só viam os benefícios, mas, passado alguns séculos, chegou a fatura para todos: secularismo e o vômito relativista pós-moderno.

Thiago disse...

Na verdade, o ultimo bastião anti-maçônico foi a Ortodoxa Russia Czarista, única sobrevivente conservadora anti-maçônica pós-Napoleão. Melou "interesses ocultos" no Congresso de Viena de 1819, e virou alvo do rancor e do ódio dos Rockefellers... ódio vingado em 1917, após os globalistas de Wall Street financiarem a Revolução Russa de 1917.

Thiago disse...

Na verdade, foram 4 bastiões anti-maçônicos, que caíram um por um diante da astúcia demoníaca dos adoradores do "portador da luz":
Coroas: Portuguesa, Espanhola e Russa.
e Os Estados Pontifícios.
Hoje, suspeita-se de infiltração no posterior Vaticano, principalmente após a aberração do Concílio Vaticano II nos anos 60. Loja P2.

Flavio Jm disse...

A igreja romana ainda é a única instituição que se opõem (enquanto instituição) ao Deus Mamon dos maçons, especialmente o maior teólogo dos últimos 50 anos , Joseph Ratzinger (Bento XI). Alguns lideres evangélicos são voz solitária, essa falsa teologia da prosperidade falsificada aproxima muito o ainda independente movimento pentecostal da Babilônia maçônica regida pelos capitalistas oligarcas do tripé EUA -Japão-Inglaterra, que abarcou o calvinismo e episcoalismo anglo-saxão. Respeito a Ortodoxia Russa, que bem blindada em sua teologia começa a se posicionar contra de forma aberta depois do silêncio infernal sob o marxismo-leninismo. Fora da cristandade, o único empecilho para os maçons são os islamitas ortodoxos, que são chamados pela midia ocidental de "radicais". Logo, o apoio de grandes maçons a primavera árabe na forma de dinheiro, armas e apoio político na ONU, nada mais é que a construção de uma ponte de aproximação com estes radicais que estão tomando fôlego nas regiões petrolíferas. Se a estratégia maçom dará certo, não sei, mas que há o dedo de Mamon, há. Mas no Ocidente, humanamente e historicamente é impossível parar o avanço maçonico, que se evidencia no governo único da ONU, sequestrada pelos maçons anglo-saxônicos, promoção do secularismo como religião dominante e pela imposição do pensamento universalista pela midia hegemônica norte-americana, além de uma coesão das políticas macroeconômicas dos países centrais na proteção dos investimentos financistas transnacionais, bloqueando países e governos que não aceitam a agenda única promovida, como a Rússia vem sofrendo agora (por propor.acordos internacionais em outras moedas que não o dólar).

Flavio Jm disse...

Tiago, gostei de seus comentários, vejo um bom nível intelectual, e sobre o primeiro comentário, também já pensei nisso, de que Lutero em vez de fundar uma igreja tivesse conseguido renovar o catolicismo medieval, ou reformar, ou expurga-lo das crendices populares.....enfim, que conseguisse alguma recepção do papado principesco da época. Mas encontrou muito orgulho, interesse e auto isolamento da cúpula romana, como aliás foi no cisma bizantino que rompeu oriente e Ocidente.
Mas vendo hoje o luteranismo e os reformistas, praticamente extintos na Europa e completamente mortos espiritualmente, e de outro lado um catolicismo que mesmo com perseguição islâmica, maçônica, midiática (como no caso do alegado "pedofilismo sacerdotal arrotado pela midia judaico-secular), do racionalismo alemão, do iluminismo e da revolução francesa, do secularismo e principalmente de péssimos papas principescos......essa igreja ainda existir, as vezes vejo que é um milagre.

marcelo disse...

Caro Tiago,
Gosto muito das suas intervenções.
Apenas não concordo que a idolatria romana seja confundida, em qualquer tempo, com a Igreja de Cristo, pois foram exatamente os idólatras que martirizaram nossos irmãos da igreja primitiva.

No passado, os verdadeiros adoradores de Cristo foram mortos pelos idólatras e o serão novamente no final dos tempos...prepare-se, meu velho, para morrer nas mãos desse diabos.

Anônimo disse...

Flavio,

A força e a fraqueza do protestantismo é a sua forma fracionada.

Se cooptam uma parte, Deus levanta servos fiéis à Palavra que rompem com as lideranças contaminadas... e assim por diante. Não há como cooptar o movimento como um todo, mas essa "blindagem" impede a formação de um corpo teórico único.

Há igrejas neopentecostais que promovem verdadeiras cruzadas anti-maçônicas e outras que ostentam símbolos destes em seus templos, como é o caso da IURD.

Sandra disse...

Recife perdeu, Nova York ganhou. Brasil perdeu, EUA ganhou....

Anônimo disse...

Marcelo,

Nós saímos dela.

As doutrinas das quais discordamos, não surgiram num passe de mágica. Foi um processo histórico lento, de 750 à 1100 d.c..Ela era bem diferente durante o primeiro milênio. O mesmo processo também acontece conosco e também aconteceu com os ortodoxos.

E outra... o cristianismo seria dividido em três, é profético. Lembra da parábola da massa dividida em três partes até que tudo se levedasse? Se você lembrar da passagem posta aí irmão.

Não serão apenas eles que nos perseguirão. Seremos perseguidos por pastores e padres ortodoxos envolvidos em ecumenismo e maçonaria. E se a ICAR foi infiltrada pela NOM, perseguirá até aos católicos fieis à tradição.

As instituições oficiais sofrerão uma pressão imensa para apoiar os governos perseguidores. Seremos só nós e Jesus Cristo, sem importar a placa da igreja.

Anônimo disse...

Deviam ter expulsado os portugueses e os jesuítas. Olha só o que o Brasil perdeu! Português é burro!

DANIEL

R. Vilhena disse...

O que foi que os EUA ganhou que nós perdemos dona moça? Talvez ele tenha ganho uma carreta de guerras dos judeus, nas quais é preciso ir morrer como preposto destes.


Deve ser sobre isto que você está falando sobre ganhar algo.

Ganhar a obrigação de derramar o próprio sangue em duas guerras mundiais judaicas, e mais ainda em uma infindade de outros conflitos no oriente médio onde é preciso morrer para que um judeu não morra, derramar o sangue para que o judeu não derrame o próprio.

Mas ia me esquecendo, para vocês seguidores do crucificado o sangue judeu vale mais do que o próprio, a começar pelo hipócrita que dirige o blogue e que pensa exatamente assim, "antes o sangue de todos os brasileiros ao sangue de um só judeu".

Francamente, quem não se valoriza a si mesmo tem mais é que morrer mesmo.

E o que mais foi que o EUA ganhou dos judeus além de guerras por procuração? Ganhou a própria morte em última instância e como o pagamento derradeiro. Afinal de contas o que os EUA são hoje, além de um gigantesco shoping com 300 milhões de consumidores dentro? Um mar infinito de pessoas atomizadas, sem qualquer tipo de referência perene a poderem invocar excepto a condição de consumidores, e, por enquanto, ainda de eleitores.

É esta a grande recompensa judaica da qual vocês estão a bom matraquear, oh argutos representantes da tradição sagrada?

Um vagabundo sujo e miserável, limpador de carros, vendedor de cerveja da praia de Boa Viagem, um escroque qualquer que o for é mais tradicional e enraizado do que a crentaiada e os adoradores de padres do Brasil inteiro reunidos juntos. E tem ele ainda maior riqueza do que todos vocês juntos, tem a liberdade e um passado que pode buscar sem sentir vergonha se assim quiser, ele pode ainda se declarar pagão e buscar o poder em si mesmo, não em outro povo. Tem ele também a capacidade de colocar a própria raça - seja ela qual for - em primeiro lugar, sem precisar se rebaixar e amar a raça alheia. Tem enfim, a liberdade.

Keoma Patrío da Silva disse...

Portugal expulsa maçonaria? Dom Pedro Primeiro era maçom. E quem era maçom, são os que criaram a constituição dos EUA, Jorge Wellington, que tinham participação com a revolução francesa.

Anônimo disse...


Thiago


Marcelo, eu também gosto dos teus comentários, já me abriu os olhos pra muitos temas.

...E Flavio, q bom que um conhecedor profundo do catolicismo queira participar de nossas conversas.

... e Julio, obrigado por nos proporcionar um bom artigo para nossa reflexão.

thiago disse...

oi Keoma...

Eu quis dizer que...

Expulsou durante o século xviii... 1700...

Até então a política de Portugal era muito ligada à Igreja. A própria fuga da Família Real foi uma saída forjada por Ingleses, e o interesse deles (e da Maçonaria) estava no comércio direto com a grande colônia americana e com o fim do monopólio mercantil da Metrópole. Ai sim, já em outro contexto, a política brasileira e portuguesa passam a ser definidas pela Maçonaria (Dom Pedro I era Maçom, assim como você disse). O poder dos Reis e da Igreja saem enfraquecidos após a Revolução Gloriosa, Americana, Francesa e às Guerras Napoleônicas. E por trás delas está a dita.

Keoma Patrío da Silva disse...

Como eles expulsaram, se 100 anos depois um rei maçom foi coroado.

Keoma Patrío da Silva disse...

Um rei não, um príncipe, já que em Portugal ele ainda não era rei.

Keoma Patrío da Silva disse...

Os pais fundadores eram ateus, é não protestantes, foram eles que fizeram a constituição.

thiago disse...

Keoma, o antigo regime, a aristocracia, o poder divino dos reis, o absolutismo perdeu.
A Igreja perdeu. Os Jesuítas perderam.

O conflito Jesuítas x Maçonaria se encontra nas histórias dos reinados de Maria I, José I e João V.

A Inconfidência é uma das páginas deste conflito.

Ex: no século xviii a inquisição ainda existia na terrinha, veja este exemplo de perseguição exemplar (hahaha) na Ilha da Madeira:

http://a-partir-pedra.blogspot.com.br/2014/12/a-maconaria-na-ilha-da-madeira.html?m=1


Em relação aos Pais Fundadores dos EUA, imaginava que fossem puritanos calvinistas presbiterianos em sua maioria.

É verdade Julio, que os pais da Independência eram ateus?

Sei que alguns eram maçôns...

mas ateus!?


thiago disse...

Vejam o q o Marcos Goes do libertar está nos avisando sobre a elite Plutocratica:

http://www.libertar.in/2015/01/temendo-colapso-economico-e-caos.html?m=1

Obs: aí Marcos, acompanho teu trabalho há muito tempo irmão. Você está de parabéns! Não importam os likes, importa é q vc é um atalaia!

Julio Severo disse...

A maioria dos fundadores (eram 55 homens) dos EUA era de evangélicos episcopais e congregacionalistas. Os presbiterianos eram minoria. Só havia dois católicos. Havia um ou dois deístas. O restante era de outras igrejas evangélicas. A maioria absoluta deles evangélica. Não havia nenhum ateu entre eles.

Keoma Patrío da Silva disse...
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Keoma Patrío da Silva disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Aprendiz disse...

É um bastante inexato colocar os EUA como "fundados" pelos chamados "pais fundadores". A sociedade americana tinha suas características mais marcantes quando foi escrita a a sua constituição. Eu diria que a constituição é antes resultado do que causa da sociedade americana.

Os assim chamados "pais fundadores" representam, de certa forma, a diversidade da sociedade americana da época. Essa constituição, e outros documentos, buscam criar um ambiente institucional em que as diferenças entre os muitos grupos não resulte em quebra institucional e guerras internas. A inspiração foi a Suiça, que desde tempos muito antigos tendia a a uma espécie de miniarquismo (o nome não existia na época, mas é o nome que hoje se dá a esse tipo de sistema, em que se busca diminuir a influência do estado ao mínimo necessário, e se dá imenso valor ao princípio da subsidiaridade).
Outra raiz do sistema americano é a tradição inglesa, que desde muitos séculos tendia a limitar o poder central.
Vejam, portanto, que as raízes são anteriores à existência da maçonaria, e na verdade, são anteriores também ao protestantismo. A "estória" que alguns querem impingir, de que as instituições americanas são simplesmente uma criação artificiosa dos maçons é uma fraude.
Note-se que, sob o rei George, os americanos gozavam de razoável liberdade, possivelmente mais liberdade do que tiveram depois da independência. Isso parecerá estranho a alguns, mas os impostos eram menores sob o governo do Rei George do que foram depois. Diria que as instituições americanas buscavam preservar a liberdade que eles já tinham.

Mas, consideremos que "os maçons" (que parece ser como alguns chamam o grande capital financeiro) tenham tido sucesso, e tenham consolidado seu poder. Então, aquilo que vemos nos EUA de hoje é muito mais próximo do que "os maçons" desejavam do que o que existia antes. E o que vemos hoje? Diminuição da liberdade (ao contrário da libertinagem, que só cresce) destruição do princípio da subsidiaridade, ódio à religião, domínio dos esquerdistas sobre as comunicações e academia, "politicamente correto". Certamente os EUA de hoje não são miniarquistas. Há ainda alguma liberdade, mas se depender da esquerda, os EUA ainda terão seu Stalin. Se considerarmos que os "maçons" estão tendo sucesso, e que seu poder tem aumentado, devemos considera-los como coveiros do miniarquismo, e não como seus parteiros.

thiago disse...

Obrigado por responder Julio.

Episcopais são anglicanos que romperam com a Igreja da Inglaterra?

Obs: e tem gente que ainda vem defender a Maçonaria. Desde de a idade média já se conspirava contra o poder real e o da igreja. Grupos esotéricos e de usurários já mancomunavam-se contra a condenação da igreja à usura, condenada também na Bíblia, a idolatria em relação dinheiro é a raiz de todo mal. Tai a historia que não nos desmente. DESDE QUE CHEGARAM AO PODER, O MUNDO PASSOU A CONVIVER COM GUERRAS MUNDIAIS E assassinatos EM MASSA. O COMUNISMO É FILHO DA MAÇONARIA TAMBÉM. O SENHOR VILHENA TEM RAZÃO EM ESTAR INDIGNADO, POSSO NÃO CONCORDAR COM AS CONCLUSOES DELE, MAS ELE TEM MOTIVO PRA SE INDIGNAR.

Flavio Jm disse...

O Keoma é russelita (TJ), não convém discutir com este. Eles não tem honestidade intelectual e costumeiramente são anacrônicos.

Thiago disse...

Correção:

Em relação à Russia Czarista e o ódio de uma famosa família alimentou em destruí-la; não se trata de da família Rockefeller, que não passa de satélite de outra estirpe mais antiga, a dos Rothschilds.

obs: Não me abalo com escândalos. Um exemplo: Acusar o presidente da Petrobras por desvio de água em um posto de gasolina qualquer é coisa de imprensa marrom sensacionalista. Parece que o dono do site Libertar.in detestou meu elogio. Tô pouco me lixando pro teu deboche. Continuo admirando o teu trabalho, mas não sou obrigado a compactuar com tuas opiniões, e nem você com as minhas.

Leandro disse...

Não acredito que os judeus tenha sido a causa da prosperidade de Nova York, e muito menos dos EUA por inteiro.
(novamente alguns comentadores estão dando atenção a prédicas antissemitas e teorias de conspiração sem sentido...)

Os que vieram refugiados de Recife (e aí devemos estar advertidos que refugiados, ainda mais que passaram também pelas Antilhas, não poderiam ser pessoas de muitas posses, já que a fuga inevitavelmente acarreta a perda de bens e ativos comerciais) não eram certamente pessoas riquíssimas, mas possivelmente um grupo muito pequeno, e sem riquezas, em busca de refúgio após 2 décadas de incerteza.
(assim como também eram pobres os judeus do Império Russo, vindos em massa no final do século XIX, tanto que foram se estabelecer nos bairros mais baixos de NYC).

Portanto, não acredito que a América tenha aceito os judeus por 'amor ao dinheiro', já que se tratava de um grupo de refugiados sem local para morar.
(além do que, NY era ainda holandesa e não britânica, e os judeus que vinham do Brasil - certamente cristãos-novos que tinham reassumido seu judaísmo sob o domínio holandês - tinham certamente uma cultura exploratória muito mais próxima dos brasileiros de hoje do que do protótipo do judeus milionário de hoje! E não vamos esquecer de que eram poucos, visto serem raros os nomes aportuguesados de famílias judaicas)

Leandro disse...

Flavio, novamente você está disseminando erros muito graves.

O grande mérito de Lutero foi o de restabelecer uma doutrina de salvação coerente com as Escrituras. Era impossível renovar o catolicismo medieval. Era uma árvore caduca, que não dava mais frutos. A educação, o valor do trabalho e o estímulo à honestidade seguiram em todas as nações que abraçaram a Reforma. Até mesmo na Suíça, quando duas regiões vizinhas, com a mesma cultura, uma protestante e outra católica, a primeira prosperou e a segunda estagnou.

Quanto ao restante, deixou que Roma prosseguisse sozinha em seu trabalho de destruir o que restava de fé cristã em domínios católicos.

Somente mentes fanatizadas fazem uma ligação histórica entre a Reforma, o Iluminismo e a maçonaria. Porém, mesmo aí temos que fazer uma distinção: enquanto nas nações protestantes a maçonaria não hostilizou a religião cristã, nas nações católicas surgiu uma maçonaria tão anticristã que abriu espaço para as maiores aberrações (é por isso que os "satanistas" de Londres, foram expulsos e tiveram que se abrigar na Grande Oriente de Paris).

Leandro disse...

Thiago,

a Maçonaria inventa muitas histórias fictícias a seu próprio respeito. Não convém acreditar nelas (assim como não é inteligente crer nas hipóteses conspiratórias sobre ela).

Certamente, ela não existia antes do começo do século XVIII (embora sempre existissem mágicos e ocultistas espalhados pela Europa). Os pró-maçons são muito insistentes em falar de origens medievais, em pretensões dinásticas paralelas, mas não passa de inteira invencionice deles, para tentar assumir uma antiguidade que efetivamente não possuem.

Agora, duas coisas sempre existiram: guerras e amor ao dinheiro.

Não acredito que o período 'áureo' da maçonaria (sem dúvida, o século XIX) tenha sido um propulsor de guerras mundiais. Aliás, ao menos entre os países europeus, foi um tempo relativamente pacífico. Da mesma forma, torna-se ridículo pensar que as duas guerras mundiais tenham sido deflagradas por conspirações maçônicas ou de judeus.
Aliás, os grandes genocídios do século XX (como massacre dos armênios, desastre global do comunismo, extermínio dos judeus, guerras tribais na África...) não parecem ter surgido por conta de um interesse da maçonaria (ou dos judeus) na eliminação maciça de seres humanos. Pelo menos na Europa, esses genocídios foram obra de ideologias laicas que anteviam uma humanidade sem religiões e sem maçonaria.

Esse tipo de pensamento serve apenas para fomentar um ódio fundamentado em eventos fictícios.

PS: os episcopais dos EUA não chegaram a romper com a Igreja da Inglaterra, mas a separação estado-igreja tornou impossível eles manterem um vínculo organizacional. As igrejas episcopais-anglicanas são ligadas por uma comunhão internacional.

Leandro disse...

Se os EUA se tornaram um país próspero isso se deve, em primeiro lugar, à valorização dada à educação, ao trabalho e ao cumprimento dos acordos entre os membros da comunidade (o que é coerente com os valores da tradição calvinista), e, em segundo lugar, à liberdade econômica e religiosa oferecida aos mais diferentes grupos vindos de outras partes do mundo (inclusive aos católicos).

O protestantismo foi e continua sendo uma influência à sociedade.
Atualmente na Europa existe uma busca de corrigir os defeitos do ensino nas escolas se priorizando a educação comunitária. E sempre os maiores obstáculos se encontram no sul, e esses problemas não existem nas regiões protestantes, porque a Reforma trouxe consigo as escolas da comunidade.
Elas não esperaram um funcionário indicado por autoridade centralizada (como em Portugal), mas as próprias comunidades assumiram esse papel, com grandes benefícios. Esse como um homeschooling, só que assumido pelas paróquias.
(se, hoje, as igrejas do Brasil começassem a investir mais em suas próprias escolas locais, com custos reduzidos e educação cristã e secular de qualidade, teríamos uma geração muito melhor instruída na próxima década. Porém, as poucas escolas cristãs são caras, elitizadas e desperdiçam muito dinheiro).

Thiago disse...

Senho Leandro.

Detesto duas coisas: maçonaria e comunismo.

Se a Loja de Paris é anti'-cristã até o "último fio de cabelo", mãe do comunismo, é por que a coitada da Igreja foi vencida e infiltrada. Lógico que isto também é culpa dela, pois não aceitou a exortação e matou seus próprios filhos, que só queriam estar de acordo com as Escrituras... consequência mais do que lógica em um período em que as massas começavam a se alfabetizar e onde a Bíblia se torna de fácil aquisição.

A maçonaria do século xviii é apenas a ponta do iceberg de um movimento filosófico-esotérico antiquíssimo, que só "deu as caras" publicamente com a segurança que vácuo de poder que reforma proporcionou. Leandro, não dá para ficar só na historiografia oficial, a estória é sempre contada pelos vencedores, há sempre um vies de manipulação, sempre uma tinta mais forte pra cá, uma sombra mais escura pra lá cumpadi.

Que mais saiu dela? O Humanismo, o secularismo, o laicismo, o esoterismo ancestral tomou forma de religião popular com os teosofistas... um monte de fruto estragado.

Eu sou apenas um crente fundamentalista que jejuou e orou pedindo entendimento a Deus sobre as profecias do Apocalipse. Consegui entender uma coisa ou outra. Não estou ligado a movimento politico nenhum, muito menos filosófico. Sei que tem um "quebra pau" entre eurasianos e a turma do olavo... mas eu nem sei o que é eurasiano hahaha. Só sei que o tempo do fim se aproxima, Jesus está às portas e os cristãos serão perseguidos.

Vai me dizer q o senhor não acredita em nova ordem mundial, globalismo? Vai me dizer que essas mudanças na sociedade são " naturais" e que não existe engenharia social à lá ONU? Vai me dizer que a Maçonaria não tem um projeto de poder global e que são um grupo de caridade, e que estudam filosofia e simbologia ancestral?

Ah senhor Luciano, como dizia a minha vovó catolicissima: "daqui da terra até o céu existe um mistério muito fino".

Obs: dentro do sistema politico atual sei que o liberalismo é o "menos pior", mas não significa que compactuo com ele. O conservadorismo é o melhor sistema, e quanto mais tradicionalista melhor.

Thiago disse...

Leandro,
e demais leitores...


De qualquer forma, obrigado por responder. Sei que você é muito instruído e inteligente leandro, mas... o mundo está muito estranho, está virado de cabeça pra baixo.

Eu ganhei esse péssima característica (ser meio grosso) desde que voltei a crer em Deus e passei a ser motivo de chacota por isso. Só o fato de vc crer já te faz um grande idiota perante o mundo. O q mais dói é o quê fazemos constantemente conosco: chamamos nossos irmãos de mercenários, hipócritas, arrogantes... e somos chamados por eles da mesma forma. Acho que muitas pessoas não gostam da minha participação aqui. Acho que meu tempo aqui já deu.

O meio protestante é anárquico e nunca, jamais alguém conseguirá se expressar sem incomodar alguém. Por mim, que cada um siga com o que Deus lhe deu de entendimento. O que estiver Escrito vai se cumprir.

Não quero mais contenda. É igreja criticando igreja, irmão criticando irmão, uns dizem: "só o meu cristianismo salva", outros: "se você comer isso, ou se você não vestir a roupa tal vai para o inferno", outros: " tudo pode", outros: "nada pode", m tudo crê outro nada crê. Eu já fui chamado até de verme.

Pra mim já chega! Cada um fique no seu entendimento.

Foi bom conversar com vocês. Pra quem não se ofendeu comigo, que Deus te abençoe; pra quem se ofendeu, me perdoe.

Tchau.

As rede social é uma maquina de ofensa e confusão.