30 de setembro de 2014

Turquia apoia ISIS para eliminar Assad


Turquia apoia ISIS para eliminar Assad

Hesitação da Turquia, que é membro da OTAN, levanta questões sobre seus motivos

F. Michael Maloof
WASHINGTON, EUA — Tem havido uma crescente preocupação com a falta de participação da Turquia — um membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte — na coalizão liderada pelos Estados Unidos para atacar o ISIS, mas a razão para a Turquia não querer participar se tornou mais evidente.
O presidente Obama e o presidente turco Erdogan
Em primeiro lugar, a Turquia não toma medidas porque o ISIS, que agora se chama Estado Islâmico, tinha feito refém 49 de seus diplomatas que foram capturados quando o ISIS repentinamente invadiu o Iraque a partir da Síria, em junho passado, e tomou conta da cidade de Mosul.
No entanto, os diplomatas foram libertos em circunstâncias misteriosas. O ISIS diz que eles foram trocados por 180 combatentes do ISIS, mas as autoridades turcas nem confirmam e nem negam a alegação.
Na recente reunião de Paris das potências ocidentais para discutirem como derrotar o ISIS, o ministro turco das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, deixou claro que a prioridade da Turquia não era a eliminação do ISIS, mas derrubar o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad.
Segundo fontes bem informadas, Cavusoglu acusou que Assad era o responsável pela criação do ISIS. A única maneira de eliminar o grupo jihadista sunita extremista, disse ele, era eliminar as suas causas profundas, citando a necessidade de um governo completo no Iraque e a derrubada de Assad como prioridades necessárias.

Problema do Curdistão

Além disso, a Turquia vem buscando que o ISIS cuide de outro problema que, dizem as fontes, é mais crucial para o governo turco do que o grupo jihadista sunita. A preocupação gira em torno do Partido do Trabalhadores do Curdistão (conhecido pela sigla PKK) que foi declarado ilegal. Historicamente, o PKK tem buscado uma parte da Turquia para formar o país independente do Curdistão.
Os curdos têm procurado esculpir seu próprio país a partir da parte oriental da Turquia, do nordeste da Síria, do norte do Iraque e do noroeste do Irã.
Membros do PKK têm deixado a Turquia para se juntarem aos curdos no Iraque para combaterem o ISIS, que procura tomar o seu território e junto com isso a produção de petróleo e refinarias, especialmente em torno de Kirkuk.
Fontes dizem que os turcos acreditam que a coalizão contra o ISIS não só irá dar uma nova legitimidade para Assad, mas irá capacitar o PKK como parte da coalizão.
Os EUA começaram a fornecer armas aos curdos iraquianos para lutarem contra o ISIS e defenderem seu território e recursos, um acontecimento que está causando tensão nas relações entre EUA e Turquia.
Existem alguns relatos não confirmados de que a Turquia tem fornecido armas ao ISIS para lutarem contra os curdos. Um relatório disse que um trem da Turquia estava carregado de munições e armas para o ISIS para sitiar a Kobane, uma cidade curda perto de Aleppo, na Síria. Até o momento, no entanto, o governo turco não negou tal afirmação.
Perante a persistência de guerra do governo turco com o PKK, Cemil Bayik, um alto comandante do PKK, disse que o governo turco tinha "eliminado" as condições de um acordo de cessar-fogo mútuo de 18 meses. Como consequência, iria "intensificar a sua luta em todas as áreas e por todos os meios possíveis".
Se isso ocorrer, o governo turco poderia procurar o ISIS para ajudar a eliminar o seu problema com o PKK.
"O que surgiu é que a Turquia continua suas relações com Daesh e que a Turquia não vai resolver o problema curdo no norte do país", disse Bayik Al-Monitor em uma entrevista.
Daesh é a sigla para o ISIS em árabe.
Bayik disse que a Turquia "apoia os ataques de Daesh contra Kobane, que busca despovoar Kobane e faz lobby para o estabelecimento de uma zona de barreira e não pode cortar laços com o Daesh."
"Porque se o fizesse, o Daesh exporia toda a roupa suja da Turquia, e os documentos que ligam um ao outro", explicou.

"Todos os meios necessários"

Na reunião de Paris, cerca de 30 países se comprometeram a usar "todos os meios necessários" para derrotarem o ISIS, incluindo deter as fontes de seu financiamento. No entanto, a Turquia não foi um dos signatários do compromisso. Em sua determinação de eliminar Assad, a Turquia tem apoiado os grupos jihadistas, cujos combatentes mais tarde se transformaram em combatentes do ISIS.
Os comentários de Çavuşoğlu pareciam refletir algumas das visões populares na Turquia, tal como foram apresentadas em um editorial do jornal turco Hurriyet Daily, antes da Conferência de Paris sobre o ISIS.
"A conferência internacional que será realizada sob a liderança da França em Paris, em 15 de setembro é improvável que mude a posição da Turquia diante da campanha militar internacional contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL), de acordo com um oficial turco… O Ministro das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, que vai representar a Turquia na conferência, irá sublinhar a necessidade de ‘eliminação absoluta das causas centrais do ISIL’, citando a formação de um governo inclusivo no Iraque e a derrubada do regime de Bashar al-Assad na Síria como prioridades necessárias para alcançar esse fim ".
O Hurriyet Daily acrescentou que a posição da Turquia em relação ao ISIS tem o apoio do povo turco em ficar de fora da coalizão anti-ISIS liderada pelos Estados Unidos. Essa posição também reflete-se pela Turquia ser um canal contínuo para ajuda ao ISIS em arrecadar fundos e usar as áreas ocupadas pelo ISIS no Iraque para incentivar as empresas turcas.
Apesar dos desmentidos, a Turquia continua a ser um meio de lavar dinheiro e para a venda, no mercado negro dentro da Turquia e em regiões vizinhas, do petróleo capturado pelo ISIS na Síria e no Iraque.
Fontes dizem que o ISIS lucra cerca de US$ 30 milhões por mês a partir de tais vendas no mercado negro, já que o petróleo que vende é menos da metade do preço do mercado global. Essas fontes acrescentam que a principal beneficiária do corte no preço do petróleo é a própria Turquia.
O preço de mercado do barril de Petróleo Cru, a partir do final de agosto, era em torno de 102 dólares o barril. No entanto, o ISIS está vendendo o petróleo de US$ 25 a US$ 60 o barril. As fontes dizem que essas vendas não afetaram os preços globais do petróleo já que a maior parte do petróleo no mercado negro nunca deixa a Turquia.
Essas vendas abaixo do mercado de petróleo pelo ISIS continuam apesar do bombardeio contínuo dos EUA aos chamados poços de petróleo móveis do ISIS, especialmente na Síria.
O petróleo para a Turquia atravessa a região sul, a qual o ISIS já designou para se tornar parte de seu califado, abrangendo o noroeste da Síria até o oeste e a parte central do Iraque.
"Países como a Turquia têm feito vista grossa para a prática e a pressão internacional deve ser criada para fechar os mercados negros na sua região sul", de acordo com Lusay Al Khatteeb do Brookings Doha Center.
"A parte do norte do Iraque, o sul da Turquia e o leste da Síria são conhecidos historicamente por contrabando", disse Khatteeb. "No início, essas gangues costumavam contrabandear mercadorias. Agora, têm evoluído para o comércio de petróleo".
Tendo em conta que o preço reduzido do petróleo é muito melhor do que aquilo que a Turquia, faminta por energia, tem de pagar no mercado internacional, as autoridades turcas estão relutantes de desligar esta fonte vital de petróleo.
Fontes dizem que o ISIS atualmente controla cerca de 60 por cento dos campos de petróleo no leste da Síria, sete campos de petróleo e duas refinarias no Iraque.
Como o site WND informou recentemente, as empresas turcas também estão atendendo a uma chamada do ISIS para investirem nas áreas que o ISIS adquiriu no Iraque.
O Ministro da Economia da Turquia, Nihat Zeybekci, manifestou interesse em incentivar as empresas turcas a investirem em regiões ocupadas pelo ISIS no Iraque.
"Nossas exportações para o Iraque agora são de até 35 por cento, mas o Iraque não pode facilmente substituir outras fontes", disse Neybekci.
"Nós achamos que haverá um crescimento acelerado na demanda em breve", disse ele. "Também sabemos que o [ISIS] está em contato com empresários turcos individuais e dizendo-lhes: 'Volte, não vamos interferir’. Isso não é fácil, é claro. Mas quando o futuro Iraque for reconstruído, quem fará isso será a Turquia".
Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Turkey backs ISIS to eliminate Assad
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Dilma, Marina e Aécio se unem na condenação à opinião “homofóbica” de candidato católico


Dilma, Marina e Aécio se unem na condenação à opinião “homofóbica” de candidato católico

Comentário de Julio Severo: A revista Veja disse que Dilma, Marina e Aécio repudiaram o comentário “homofóbico” do candidato Levy Fidelix. O que foi que Levy disse que desagradou aos três? Do que ele disse, o que a imprensa mais destacou foi:
“Aparelho excretor não reproduz (...) Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar, fez muito bem, do Vaticano, um pedófilo. Está certo! Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar.”
Ora, o Brasil é o maior país católico do mundo. O que há de mal no senhor Levy, que é pai e avô e merece um mínimo respeito dos três candidatos, se expressar como católico? Mesmo desconsiderando a religião dele, a opinião dele é diferente do que pensa a vasta maioria do povo brasileiro? Não. De acordo com pesquisa realizada por um instituto ligado ao PT, 99% do povo brasileiro é “homofóbico,” isto é, tem opiniões contrárias ao comportamento homossexual. Confira as matérias aqui:
Uma atriz, nos bastidores, chegou a dizer que “Gays são nojentos. A maioria deles tem AIDS.”
A opinião de Levy então expressa os sentimentos de uns 99% dos brasileiros. O que é pior então, a opinião de um pai e avô ou a atitude de homossexuais que enfiam o braço no ânus do parceiro ou lhe lambem o ânus? Desculpe-me o linguajar grosseiro, mas essas palavras, ainda que grossas, são limitadas para descrever a sujeira das relações homossexuais.
Até entendo Dilma e Aécio respeitarem mais essa sujeira do que a um pai e avô. Mas e Marina, que se diz evangélica? Qual foi a intenção dela ao se unir a Dilma e Aécio? Se ela quis mostrar que é igual a eles, conseguiu. Se ela quer estar na moda de agradar aos adeptos do sexo fecal, conseguiu. Se ela quer surfar só nas ondas politicamente corretas, conseguiu. Já é surfista PC.
Posso não concordar com 99% dos brasileiros que são, à sua própria maneira, contrários a um comportamento comprovadamente sujo e prejudicial à saúde. Mas respeito a opinião deles, muitos dos quais são pais, mães e avós. Por que a evangélica Marina não consegue respeitar as opiniões desses pais, mães e avós, mas consegue respeitar as elites globalistas que são hipersensíveis às questões homossexualistas?
Por que, no momento de escutar e entender um pai e avô, ela prefere se unir a Dilma e Aécio, que são guiados pelo príncipe deste mundo? Aliás, por que ela prefere surfar na onda desse príncipe das trevas?
É natural a escuridão de Dilma e Aécio, mas onde está a luz do Evangelho de Marina?
Todos unidos, prontos para fazer um linchamento midiático, social, legal e político de um avô católico, e tudo o que dona Marina consegue fazer é se unir aos opressores e perseguidores?
Por que Marina é igual aos outros, que desrespeitam um avô católico que fala sobre o homossexualismo exatamente do jeito que é?
Não conheço o histórico de Levy, mas a opinião dele, por mais desarticulada que seja, não é mais suja do que os comportamentos criticados por ele.
Leia agora a matéria da revista Veja:

Presidenciáveis reagem contra fala homofóbica de Fidelix 

Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves repudiaram a declaração do nanico; PV pediu que Ministério Público abra inquérito para apurar crime

O candidato do PRTB à Presidência da República, Levy Fidelix, durante o intervalo do debate promovido pela Rede Record neste domingo (28), em São Paulo
A fala homofóbica de Levy Fidelix (PRTB) durante o debate na TV Record, neste domingo, provocou reações dos principais candidatos à Presidência da República. Nesta segunda, Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) criticaram a fala do folclórico candidato do Aerotrem, que associou homossexualidade a pedofilia.
Durante agenda em São Bernardo do Campo (SP), Aécio Neves classificou a fala como lamentável. "Nosso repúdio absoluto àquelas declarações. E como já disse mais de uma vez, na minha avaliação, todo tipo de discriminação é crime. Homofobia também."
Em entrevista coletiva em São Paulo, Dilma usou o episódio para se posicionar a favor da criminalização da homofobia. "Eu já disse que sou contra a homofobia e acho que o Brasil atingiu um patamar de civilidade que não podemos conviver com processos de descriminalização que levem à violência. Eu acho que a homofobia tem de ser criminalizada", afirmou.
A candidata do PSB, Marina Silva, considerou "homofóbicas e inaceitáveis em quaisquer circunstâncias" as declarações de Levy Fidelix e disse que sua Rede Sustentabilidade avalia entrar com ação na Justiça contra o candidato. "Não aceitamos em hipótese alguma atitude que incita ao preconceito, desrespeito, violência contra comunidade LGBT ou qualquer que seja", disse.
O Partido Verde protocolou nesta segunda-feira uma representação contra Levy Fidelix. A representação, feita a pedido de Eduardo Jorge, candidato do partido à Presidência da sigla, pede que o MP abra um inquérito contra Fidelix para apurar desrespeito à dignidade humana.
Fonte: Revista Veja
Divulgação: www.juliosevero.com.
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Sobre Marina Silva:

29 de setembro de 2014

ONU adota resolução homossexual latino-americana


ONU adota resolução homossexual latino-americana

Julio Severo
O Conselho de Direitos Humanos da ONU na sexta-feira passada adotou uma resolução, por 25 votos a 14, contra a “violência” e “discriminação” contra indivíduos LGBT. A resolução foi apresentada pela Argentina, Brasil, Chile e Colômbia — nações majoritariamente católicas, mas implacavelmente afetadas pela Teologia da Libertação e outras formas de socialismo. O Brasil é a maior nação católica do mundo.
 “O Conselho de Direitos Humanos deu um avanço fundamental ao reafirmar um dos principais princípios da ONU — que todos são iguais em dignidade e direitos,” disse Jessica Stern, diretora-executiva da Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos, depois da votação.
Jessica compreendeu corretamente que essa resolução é apenas a ponta do iceberg para a expansão de direitos gays no mundo inteiro.
De acordo com o noticiário da NBC, a resolução latino-americana foi aprovada na ONU “com forte apoio dos EUA,” outrora a maior nação protestante do mundo.
O secretário de Estado John Kerry disse: “Temos uma obrigação moral de abrir a boca contra a marginalização e perseguição de indivíduos LGBT. Temos uma obrigação moral de promover sociedades que são mais justas e imparciais, mais tolerantes.”
Marginalização, perseguição, violência e discriminação de indivíduos LGBT são termos que foram amplamente usados em conexão com as leis russas que proíbem a propaganda homossexual para crianças e adolescentes. Ainda que essas leis tenham como objetivo proteger crianças e adolescentes, os meios de comunicação e governos do Ocidente as retratam como fontes de violência. Seus ataques foram especialmente estridentes durante os Jogos Olímpicos de Sochi, na Rússia, no começo deste ano quando a mídia americana, Obama e seus diplomatas fizeram dos russos e seu país motivo de zombaria.
Por isso, é difícil acreditar que a intenção da resolução latino-americana não é desencorajar outras nações de proteger crianças e até suas sociedades da influência nociva da agenda homossexual.
A América Latina não é a única região católica a se tornar vítima da ilusão homossexualista.
A Itália e a Irlanda — ambos países predominantemente católicos onde a homossexualidade não era socialmente aceita no passado — votaram a favor.
Cuba e Venezuela, que geralmente se opõem às resoluções apoiadas pelos EUA, ficaram do lado do Brasil e outras nações latino-americanas, cujos governos esquerdistas têm dado passos largos em leis homossexuais.
O Chile argumentou que votar contra a resolução na prática seria fechar os olhos para violência contra “milhões de pessoas ao redor do mundo na base da orientação sexual.”
Apesar disso, a Rússia — que na era soviética foi a primeira nação a ter uma postura liberal sobre a homossexualidade, mas hoje está experimentando um reavivamento de sua religião ortodoxa cristã — escolheu votar contra seu parceiro comercial — o Brasil — e sua resolução que para efeitos práticos destruiria as leis russas contra a propaganda homossexual. Outros parceiros do Brasil nos BRICS escolheram não desafiar o Brasil de forma tão direta. A Índia e a China se abstiveram, mas a África do Sul votou a favor.
As nações islâmicas votaram contra.
Tanto Uganda quanto Nigéria — onde a homossexualidade é ilegal — condenaram a resolução como uma tentativa de influenciar a cultura de seus povos.
Outras nações acusaram a resolução de “imperialismo cultural.”
Na prática, a resolução transforma a ONU em um instrumento para denunciar governos que se opõem ao homossexualismo. Brasil, EUA e União Europeia poderão agora, juntamente com Cuba e Venezuela, fazer mais zombarias e ataques contra nações que protegem suas crianças e sociedades.
Com informações de TeleSurTV, Washington Blade, NBC News, Glaad, Departamento de Estado dos EUA e Reuters.
Versão em inglês deste artigo: U.N. Adopts Latin American Homosexual Resolution
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28 de setembro de 2014

Alerta: Resolução pró-homossexualismo do Brasil é aprovada na ONU


Alerta: Resolução pró-homossexualismo do Brasil é aprovada na ONU

Comentário de Julio Severo: A ONU aprovou, em 26 de setembro de 2014, resolução liderada pelo Brasil que, pretensamente, visa monitorar as “violações contra homossexuais.” Pela primeira vez em sua história, a ONU vai fiscalizar de perto tais violações, que nada mais serão do que capa para promover e até impor a agenda gay. Em 2003, denunciei o governo Lula por ter introduzido na ONU a primeira resolução classificando o homossexualismo como um direito humano inalienável. Pelo esforço de grupos e países pró-família, Lula perdeu. Mas agora Dilma conseguiu, com o apoio do Chile e Uruguai. Os Estados Unidos e seus aliados europeus também deram todo apoio à resolução do Brasil na ONU. Em contraste, entre os aliados comerciais do Brasil no BRICS, a Índia se absteve de votar enquanto que a Rússia de Vladimir Putin votou contra o Brasil, preferindo rejeitar a resolução brasileira. Os países africanos — menos a marxista África do Sul — também votaram contra o Brasil. Dilma consultou o povo brasileiro antes de usar a delegação brasileira na ONU para avançar a agenda gay?
ATENÇÃO: LEIA TAMBÉM E DIVULGUE ESTE ARTIGO: ONU ADOTA RESOLUÇÃO HOMOSEXUAL LATINO-AMERICANA
Leia agora a matéria do Portal R7 que, apesar de ser favorável à resolução brasileira e não informar sobre seu propósito de promover a agenda gay, ainda assim traz algumas informações aproveitáveis:

ONU fará raio X mundial de homofobia

Nações Unidas fará avaliação a cada dois anos sobre as violações contra gays

Liderada pelo Brasil, uma resolução foi aprovada nesta sexta-feira (26) na ONU introduzindo de forma definitiva o debate sobre a violência contra homossexuais na agenda das Nações Unidas. O projeto apenas pede que a entidade faça uma avaliação a cada dois anos sobre as violações contra gays, mas já era suficiente para ser atacado por diversos governos como "imperialismo cultural". Na prática, o documento transforma a ONU em um instrumento para expor e denunciar governos que criminalizam o homossexualismo.
O jornal O Estado de S. Paulo revelou com exclusividade há duas semanas o projeto que, além do Brasil, era patrocinado por Chile e Uruguai. A esperança de Brasília era de que o projeto não exigisse uma votação e que o documento fosse aprovado por consenso. Mas, diante da resistência de africanos e árabes, o Conselho de Direitos Humanos, com sede em Genebra, foi obrigado a chamar um voto.
A resolução acabou passando por 25 votos a favor, 14 contra e sete abstenções, em um reflexo de como o assunto divide a comunidade internacional. O texto orienta a ONU a realizar levantamento da violência e ataques contra homossexuais a cada 2 anos, além de "expressar a grave preocupação contra atos de violência e discriminação cometidos contra indivíduos por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero".

Apoio

Ao lado do Brasil votou o governo dos Estados Unidos. Nesta semana, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, havia declarado que daria "todo seu apoio" à iniciativa. No início do ano, Washington chegou a ameaçar cortar a ajuda ao governo de Uganda diante de medidas contra homossexuais no país africano.
Nesta sexta, uma aliança de governos latino-americanos e europeus garantiu votos suficientes para aprovar o texto. Já no campo contrário estavam Argélia, Botswana, Costa do Marfim, Etiópia, Gabão, Indonésia, Quênia, Kuwait, Marrocos e Arábia Saudita.
As críticas mostraram o racha entre Ocidente e o mundo islâmico. "O termo orientação sexual pode ser destrutivo e é um inimigo à fé muçulmana e aos jovens", declarou a delegação do Paquistão, em um documento enviado à ONU.
"Esta resolução é uma violação aos direitos humanos e é uma imposição cultural", atacou a delegação saudita.
Os Brics - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - não votaram em bloco. A surpresa para muitos foi a rejeição do governo de Vladimir Putin pela proposta. A esperança era de que Moscou pelo menos se abstivesse. Já a Índia preferiu se abster.
Também estava sendo observado com atenção o voto sul-africano. O país toma a defesa de homossexuais, mas estava sendo pressionado pelo bloco africano a seguir a linha do continente, contrária à resolução. Pretória acabou votando ao lado do Brasil.
Para a Human Rights Watch, a aprovação da resolução proposta pelo Brasil é "um marco" na defesa dos direitos dos homossexuais. Segundo a entidade, um total de sete emendas foram apresentadas para tentar "aguar" o documento. "Esse é um momento significativo para o movimento LGBT", declarou Monica Tabengwa, representante da entidade. "O documento manda uma mensagem forte", declarou Jonas Bagas, da entidade TLF, das Filipinas.
Fonte: Portal R7
Divulgação: www.juliosevero.com
ATENÇÃO: LEIA TAMBÉM E DIVULGUE ESTE ARTIGO: ONU ADOTA RESOLUÇÃO HOMOSEXUAL LATINO-AMERICANA
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É sobrenatural: A menina que pinta com Jesus


É sobrenatural: A menina que pinta com Jesus

Programa de Sid Roth, que é exibido semanalmente na TV WND, entrevista a menina Michelle Cook, que pinta com Jesus: http://youtu.be/iQm2VK7TRyg

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27 de setembro de 2014

Fundo de População da ONU se Envolve com Teologia para Promover o Aborto


Fundo de População da ONU se Envolve com Teologia para Promover o Aborto

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 26 de setembro (C-Fam) O Fundo de População da ONU está mergulhando de cabeça na teologia, exegese e práticas espirituais num novo manual sobre religiões, sexualidade e questões reprodutivas para diplomatas e funcionários da ONU.
“Estamos aqui!” Azza Karam, do Fundo de População, disse a 40 líderes de religiões e organizações religiosas na sede da ONU na semana passada. Há “muitos cantos de iluminação,” disse ela, embora lamentasse uma “oposição conservadora muito organizada.”
Karam, uma cientista política educada na Holanda, apresentou um esboço do manual que está atualmente sendo preparado pela agência da ONU. O propósito do manual é apresentar as posturas das grandes religiões sobre o aborto e a contracepção junto com assuntos não polêmicos que se enquadram na definição de saúde sexual e reprodutiva como acabar com casamento com meninas e casamentos forçados e com a mutilação genital feminina.
“Não foi feito para uma audiência religiosa,” mas para delegados e funcionários da ONU que discutem essas questões em negociações intergovernamentais, disse ela.
O manual se aprofundará em interpretações e exegese de textos religiosos, posturas doutrinárias e outros debates intra-religiosos tanto contra quanto a favor da contracepção e aborto a partir de uma perspectiva de ciência social.
Karam revelará a “discrepância entre teologia e prática” e incluirá leituras religiosas que “apoiam os direitos humanos em questão.” Apresentará interpretações de “leitores sensíveis a gênero que desafiam a ortodoxia,” por exemplo, teólogas que ganham recursos para propor interpretações religiosas que apoiam a contracepção.
“É na questão do aborto que temos mais sofrimento,” Karam disse antes de repetir a ressalva muitas vezes citada, mas ambígua, de que o Fundo de População da ONU não faz lobby em favor de mudanças em leis de aborto, mas promove abortos “seguros.”
Representantes de várias denominações cristãs estavam presentes junto com líderes bahai, budistas, hindus, judeus e muçulmanos. O grupo fez uma declaração de apoio à saúde e direitos sexuais e reprodutivos nas políticas da ONU.
A Igreja Católica não tinha uma representação oficial na reunião e não ajudou a preparar a declaração. A Igreja Católica rejeita sistematicamente o termo saúde sexual e reprodutiva nas políticas da ONU porque sua definição, que é ambígua, inclui o aborto onde é legal.
“Será que erramos numa perspectiva importante?” Karam perguntou aos líderes religiosos, buscando opiniões sobre o projeto por causa de seu “conhecimento teológico.” Nem todos receberam a versão preliminar do manual antes da reunião, e estávamos ouvindo dele pela primeira vez.
Karam explicou que o manual não poderia lidar com “toda questão polêmica particular,” mas só questões que aparecem no contexto de negociações intergovernamentais.
Alguns dos participantes argumentaram que pessoas “misóginas” estão em posição de autoridade em religiões, tornando perigoso fazer parceria com elas para campanhas de desenvolvimento.
Um dos membros do painel os convidou para “encontrar a próxima geração de pessoas que estendam os limites.” Katherine Marshall da Universidade Georgetown disse aos que estavam presentes que “fossem além das estruturas formais” das religiões e se envolvessem em debate “intra-religioso” em oposição a “inter-religioso.”
Marshall disse que as religiões eram possivelmente a melhor rede para avançar campanhas de desenvolvimento, principalmente no setor de saúde.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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26 de setembro de 2014

Lobby da pedofilia: está bem na sua porta


Lobby da pedofilia: está bem na sua porta

Thiago Cortês
Quem antes dizia que a agenda cultural da esquerda leva, inevitavelmente, à defesa de abominações como a zoofilia, necrofilia e a pedofilia, era considerado louco.
Isso só poderia ser paranóia de gente muito careta, certo? Errado!
Infelizmente, os piores temores são sempre passíveis de encontrar a realidade quando se trata de lobbys organizados da esquerda e sua fúria contra a família tradicional…
Em artigo intitulado “Pedofilofobia”, publicado na Folha de S. Paulo, no último dia 21, o filósofo Hélio Schwartsman questionou a decisão da Justiça que mandou recolher todos os exemplares da revista Vogue Kids.
A revista trazia fotos de adolescentes em poses sensuais. Schwartsman argumenta que a decisão judicial é “uma forma de censura”.
“A determinação judicial não constitui uma forma de censura? Ainda que se admita que as imagens sejam sensuais, isso configura um caso em que o Estado deveria ser acionado para passar por cima da autonomia das jovens modelos e de seus pais que autorizaram a participação na campanha?”
De saída, o que mais impressiona é o filósofo questionar se adolescentes em fotos sensuais realmente configura um caso que merece intervenção.
Mas ele se supera no parágrafo seguinte:
“Penso que a liminar viola o princípio da liberdade de expressão e que, mesmo que julguemos que a exposição das meninas em cenas insinuantes seja algo a evitar, o tipo de prejuízo psicológico com o qual estaríamos lidando aqui só é magnificado pela judicialização do caso.”
Quais prejuízos psicológicos podem sofrer meninas impedidas de serem exploradas em fotos sensuais para fins comerciais?
Schwartsman revela aqui sua boçal ética utilitarista: se uma menina, recém-saída da infância, se sentir bem em ter seu corpo exposto de forma sensual, então, tudo bem.
Em seguida, de forma surpreendente, o filósofo reclama:
“Por que, então, tanta gente apoia as investidas de promotores contra tudo o que aproxime crianças de sexo?”.
A resposta dele é que somos histéricos e temos sensibilidades “superaguçadas”:
Será que para Hélio Schwartsman os que se preocupam com a proteção da integridade física e moral de crianças e adolescentes são todos tirânicos ?
Os que se e se inflamam diante de casos de abuso sexual de menores são histéricos?
Julio Severo já havia desmascarado o utilitarismo do filósofo quando o mesmo defendeu o aborto (com base em dados suspeitos, como de hábito no Brasil).
Schwartsman não fez uma defesa da pedofilia. Mas abriu um precedente perigoso. Foi o primeiro articulista, em um jornal de prestígio, a instrumentalizar o discurso em defesa da liberdade para relativizar a preocupação da sociedade em combater a pedofilia.

Lobby da pedofilia ganha força na Europa e nos EUA

Se o filósofo brasileiro não defendeu a pedofilia, outros intelectuais (estrangeiros) já o fizeram de forma bastante clara. Gente que influencia a (mimética) intelectualidade tupiniquim.
O biólogo e ateu militante Richard Dawkins declarou, no ano passado, que a “leve pedofilia” não é algo tão condenável assim. Ele usou como exemplo seu próprio caso na infância, quando um professor o teria colocado no colo e depois metido as mãos dentro de seu short.
Segundo o biólogo, o professor teria feito isso com vários alunos, mas não acha que nenhum deles sofreu algum tipo de dano permanente. Tampouco acha que pode julgá-lo com base nos critérios e valores de hoje, já que isso ocorreu há décadas atrás.
Quer dizer, não importa se as vítimas de pedofilia sofrem até hoje. Não podemos julgar os pedófilos do passado com os “padrões da nossa época”.
Em 2012 o The Guardian (publicação inglesa de esquerda) trouxe um artigo de Jon Henley, intitulado “Pedofilia: trazendo os desejos da escuridão para a luz”. No famigerado artigo, o autor diz com todas as letras:
“Mas há uma convicção crescente, nomeadamente no Canadá, de que a pedofilia deveria ser classificada como uma orientação sexual diferente, como a heterossexualidade ou homossexualidade.”
Mesmo os leitores do Guardian, gente de esquerda, ultrajados, se manifestaram em cartas contra o artigo. Mas o jornal jamais se desculpou.
Não são apenas opiniões dispersas, aqui e ali, de forma desconexa.
A Associação de Psicologia Americana (APA), em recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, classificou a pedofilia como “orientação ou preferência sexual” em vez de desordem.
Conservadores denunciaram que a APA está “sob pressão dos ativistas da pedofilia”, e por isso, declararam que o desejo de sexo com crianças é também uma “orientação”. O vizinho que quer transar com a filha do vizinho é só um cara diferente.
Sim, agora progressistas de todo o mundo querem que a pedofilia seja considerada penas uma “orientação sexual diferente”. O pedófilo é apenas um “cara extravagante”.
“O escritor Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal, já havia denunciado a estratégia, em passo-a-passo” dos defensores da pedofilia pode ser resumida assim:
* Criar um eufemismo ou um novo nome para a pedofilia, abandonando o termo desgastado. Estão tentando emplacar algo como “amor intergeracional”.
* Tirar toda a responsabilidade individual do pedófilo: “ah, ele não tem culpa de se sentir atraído por crianças.”
* Fabricar estudos embusteiros e falsos para convencer a comunidade acadêmica e os formadores de opinião que é algo relativamente comum, que há farto material comprovando que a pedofilia é uma característica humana e que só é condenada pelo moralismo irracional burguês e cristão.
* A imprensa começa a abordar o assunto “sem preconceitos”, entrevistando os defensores do assunto na academia apenas para “abrir a discussão”.
* Filmes e novelas começam também a abordar o assunto “sem moralismos” e “humanizando” os pedófilos.
* O movimento ganha as ruas e é considerado uma forma de resistência contra a discriminação.
Alexandre Borges e Olavo de Carvalho foram os primeiros a alertar os brasileiros sobre a próxima etapa da campanha da esquerda pela destruição da família.
Olavo foi ridicularizado ou pouca atenção se deu ao resumo de Borges. Mas eis que estamos às portas de uma nova era de lobbys organizados. A primeira foi a dos movimentos LGBT.
Tudo isso ocorre primeiro na academia, depois na imprensa, até se torna lobby político.
Enquanto isso, os cristãos dão apoio a grupos políticos de esquerda que são receptores de todo esse tipo de demanda oriunda de lobbys organizados.
Muito se falou contra o preconceito aos que têm “preferências sexuais diferentes”. Esse discurso abre as portas para legitimização de todas as práticas sexuais.
O lobby da pedofilia é a próxima etapa.
A preferência por partidos de esquerda dentro das igrejas custará muito caro para as famílias brasileiras. Todos os que contribuem com o fortalecimento de grupos políticos alinhados aos lobbys do sexo alternativo são responsáveis pelo que virá a seguir.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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