17 de novembro de 2014

“A homossexualidade é contra a Natureza”: A última grande mensagem de Myles Munroe sobre a agenda gay


“A homossexualidade é contra a Natureza”: A última grande mensagem de Myles Munroe sobre a agenda gay

Julio Severo
Dois meses antes de ser morto num acidente de avião em 9 de novembro, o pregador motivacional Myles Munroe escreveu um comunicado à imprensa contra uma parada gay em sua pátria, as Bahamas — uma mensagem tão poderosa que a mídia secular inglesa a mencionou em suas reportagens sobre a morte dele. Em artigo intitulado “Myles Munroe: Preacher who outraged many with his views on women and gays” (Myles Munroe: O pregador que revoltou muitos com suas opiniões sobre as mulheres e os gays), o jornal britânico The Independente disse:
Em setembro Munroe de novo provocou polêmica em sua pátria, depois de uma parada gay. Numa declaração intitulada “Homossexualidade — Fobia ou Princípio,” pessoas, ele disse, “sequestraram” e “estupraram” o movimento de direitos civis com sua luta por direitos LGBT.
Alguns indivíduos homossexualistas chamaram a posição dele sobre a homossexualidade de “hipócrita” à luz da então recente visita de Monroe ao polígamo Jacob Zuma, presidente da África do Sul.
Não sei se Munroe criticava a ideologia marxista de Zuma ou o estilo de vida depravado dele ou a ideologia pró-sodomia e pró-aborto dele.
Myles Munroe
Muito embora proeminentes jornais ingleses o tivessem atacado por causa de “Homossexualidade — Fobia ou Princípio,” esse artigo excelente parece ter desaparecido completamente do site dele.
Eu não sei o que poderia ter levado ao desaparecimento desse artigo ou se aconteceu antes ou depois da morte de Munroe. A pressão esquerdista foi demais sobre ele e seu ministério?
Lembro que em 2008 Munroe louvou a vitória de Obama. Enquanto ele estava olhando apenas a cor da pele de Obama como motivo de orgulho, eu vi a cor do caráter de Obama — pró-aborto, pró-sodomia, pró-islamismo e marxista. É claro que a última mensagem de Munroe foi um duro golpe na ideologia do governo de Obama.
Será que essa mensagem pode ter sofrido um fim em todos os canais oficiais de Munroe porque as elites políticas poderosas que gostavam dele odiaram sua última e mais poderosa mensagem para este mundo?
Munroe sabia que se você quer mudar algo, você precisa confrontá-lo. Ele disse: “Você jamais conseguirá mudar aquilo que você não confronta nem transformar aquilo que você evita.” Portanto, as mudanças contra a agenda gay só virão quando a confrontarmos. Nenhuma transformação virá se evitarmos essa agenda maligna.
E ele de fato confrontou! Quando o Papa Francisco e seu Concílio estavam irresolutos sobre questões homossexuais, ele disse: “O papa e seu concílio parecem estar adotando uma postura flexível sobre gays e homossexualidade. Talvez esse seja o teste de sua infalibilidade bíblica.”
Só acho que ele deveria ter sido igualmente enérgico acerca de Obama e seu “cristianismo” fajuto e progressista que abraça o aborto, a homossexualidade, o islamismo e o socialismo.
Seja como for, ele compreendia que a agenda gay que vem atacando a família ameaça a própria sobrevivência dos seres humanos. Ele disse: “O propósito da família é garantir a sociedade. A santidade da família é o alicerce principal da sobrevivência humana.”
“Homossexualidade — Fobia ou Princípio” fala sobre a agenda gay nas paradas gays e sua ameaça à família humana. Munroe não a evitou. Ele a confrontou.
Por que Deus queria tal última mensagem de Myles Munroe, que foi um dos mais proeminentes defensores da teologia da prosperidade?
Não sei. Só sei que é um dos melhores artigos que já li sobre a agenda homossexual e as paradas gays. Leia o incrível texto de Myles Munroe:

Comunicado à imprensa: “Homossexualidade — Fobia ou Princípio”

Dr. Myles Munroe
31 de agosto de 2014
Com o pretexto de “Direitos Civis” e “Direitos Humanos” a minoria LGBT decidiu “celebrar” publicamente a civilidade do estilo de vida e preferência sexual que eles escolheram de forma bastante exclusiva. Não tenho certeza qual é a missão ou metas deles nessa campanha, mas obviamente eles têm recebido incentivo e motivação suficiente para tentar algo que 90% das Bahamas e seu povo consideram inaceitáveis e viola suas convicções, posturas morais e valores comuns.
Talvez seja útil primeiro fazer uma pergunta simples, mas profunda: “É civilizado, certo, racional, lógico e saudável promover uma causa, estilo de vida ou prática de uma conduta que pode no final causar a extinção da raça humana? É insanidade exigir a “celebração” de sua própria extinção.
Não tenho certeza acerca do papel que o governo, líderes governamentais, ministérios do turismo ou outros partidos desempenharam ou o incentivo, se é que houve, que eles podem ter fornecido para essa manifestação social provocadora, mas acredito que isso deve ser tratado a partir da perspectiva não de alguma posição religiosa, mas em vez disso a partir da preocupação por nossa estrutura social muito frágil que é mantida unida por valores e padrões morais que fornecem o sistema para uma sociedade saudável nas Bahamas.
Há também uma preocupação com relação à assistência, apoio e promoção dessas campanhas por parte de organizações internacionais e indivíduos, inclusive agências de viagem e organizações de promoção do turismo. Os cidadãos das Bahamas têm um direito legítimo de serem e expressarem suas preocupações nesses assuntos.
Penso que é perigoso, impróprio, imaturo e insincero acusar de ter fobia — ou medo — alguém que tem preocupações profundas com tentativas de se impor, forçar ou estabelecer um conjunto de valores, padrões, tendências morais ou estilo de vida que podem drasticamente mudar e de forma muito real desestabilizar o alicerce de uma sociedade.

A bênção da fobia

Um dos maiores mecanismos naturais da capacidade humana para sobrevivência e segurança é o elemento do medo. Sem a capacidade de ter “medo” ou “pânico” a espécie humana não consegue se proteger contra ameaças. A beleza do medo é que é uma qualidade humana inerente que protege contra o perigo e extinção. A fobia é inerentemente boa.

Homofobia: conceito errado e enganação

Não existe maior dano para a dignidade humana do que a enganação. Em toda a história o poder da enganação arruinou milhões de vidas, iniciou guerras mundiais e até mudou o clima das nações. Em nosso mundo pós-moderno há uma enganação colossal invadindo a própria estrutura moral das nações e desmantelando a própria essência da existência natural da humanidade. Na verdade, essa enganação está ameaçando a extinção da humanidade. O que é estupendo é que essa enganação não é nova, mas surgiu no contexto da existência humana no planeta há muito tempo, cinco mil anos atrás. No entanto, apesar da realidade de sua existência, historicamente sempre manteve seu lugar às margens da grande sociedade.
Qual é essa enganação? É a atração e relações anormais entre espécies humanas do mesmo sexo ou gênero tentando normalizar o anormal sob o pretexto de ser normal. Ainda que essa conduta anormal se disfarce de muitos rótulos, geralmente é descrita como homossexualidade. A própria palavra incorpora sua premissa básica e essa premissa é: é principalmente um impulso sexual. Os que decidiram adotar, praticar, incentivar, se entregar e sucumbir às paixões desse sexo e desejam honrar, promover e civilizar esse “estilo de vida” se tornaram, na geração passada, mais agressivos, ao ponto de usarem violência em alguns casos. Essa estratégia parece ser provocar medo, agressões psicológicas e passar uma imagem de autocompaixão e abuso. Termos como fanático, crime de ódio, mente fechada, conservador, anti-humano, anti-direitos civis, bullying, e o mais comum, fobia, são usados para isolar a maioria dos seres humanos, retratando-os como gente que não ama, insensíveis, impiedosos, odiadores de seres humanos, sem compaixão e incivilizados.
Minha opinião é que essa acusação de “homo-fobia” é a maior enganação de todas. Sua intenção é fazer com que os que são considerados “normais” sintam culpa por serem normais. Essa enganação é injusta, desonesta e perigosa. Seu efeito é fazer com que a maioria dos seres humanos se sinta culpada por não aceitar, glorificar e honrar essa conduta humana “anormal.”
Tenho certeza de que perguntarão: “O que é ‘anormal’ e quem define o que é ‘natural’?” É essencial compreender que o que é natural não pode e não precisa ser definido. O natural é simplesmente o estado normal da criação que se manifesta por sua essência natural. Em outras palavras, a natureza se define. O que a natureza define é também o que é considerado “normal.” O normal é aquilo que é o resultado do curso natural da vida como obras da natureza ou criação em se sustentar. Portanto, a fonte do “natural” ou “normal” é a própria criação e qualquer opinião emitida por um gênio humano não pode mudar o que é natural.
Talvez seja também importante observar que a palavra raiz da qual derivamos nossa palavra moderna “Lei” é a palavra “norma.” A conclusão óbvia é que toda a natureza é a fonte da lei natural e portanto define qual é a referência para a criação de qualquer lei humana que tente interferir com a própria natureza. É também importante notar que qualquer lei feita pelos homens é ignorada pela natureza.
A sexualidade humana é um produto da criação natural e se expressa como normal, não precisando pois de definição. Qualquer desvio do natural é geralmente considerado como “anormal” ou “contrário à natureza.” Na natureza sempre haverá exceções e essas devem ser reconhecidas como tais. Mas mesmo as exceções precisam ser definidas de forma adequada, pois até na natureza há uma reação natural inerente para proteger sua sobrevivência minimizando o impacto da exceção. Todas as exceções na natureza são naturais e não por escolha.
À luz dessa realidade natural, por que a homossexualidade deveria ser considerada “contrária à natureza” e talvez “anormal”? Talvez a resposta esteja na própria descrição da homossexualidade como “um estilo de vida.” Ser heterossexual não é um estilo de vida, mas um derivado natural da natureza e não por escolha. Estilos de vida são “escolhidos” ou um resultado de “circunstâncias,” mas nunca um produto da natureza. Podemos escolher estilos de vida, mas nunca nossa natureza.
A definição natural de “contrário à natureza” é aquilo que não é um produto da própria natureza, e aquilo que não pode de forma natural se reproduzir na criação. Talvez esse seja o maior desafio da grande enganação da homossexualidade, o fato natural de que os membros do mesmo sexo podem se unir, viver juntos, expressar intimidade e até ter profundo envolvimento emocional um com o outro, mas a realidade é que eles nunca conseguirão, de modo natural, se reproduzir conforme sua espécie. É esse fato, verdade e realidade que torna esse estilo de vida “contrário à natureza.”
É essa verdade simples que transforma em desonestos e enganadores os que desejam perpetrar esse “estilo de vida” anormal de “orientação.” Não sou contra nem tentarei impedir nenhum ser humano que está decidindo praticar um “estilo de vida” específico ou tem inclinação de seguir certa conduta “anormal,” mas minha preocupação e argumentação é a tentativa deles de impor essa decisão nos que pela natureza são considerados normais.

A mentira da homofobia

É divertido que quando a maioria dos seres humanos responde e expressa sua discordância ou sua profunda preocupação sincera com a tentativa dos que adotam e praticam esse estilo de vida de impor esse estilo de vida humano “contrário à natureza” na sociedade, a resposta deles é interpretada como fobia ou medo.
Se essa acusação fosse feita por indivíduos ignorantes e desinformados talvez fosse motivo para dar risada, mas quando indivíduos inteligentes fazem essa alegação de fobia para uma pessoa inteligente responsável, temos de aceitar a ofensa em nível pessoal. Talvez o medo real seja o que eu chamaria de “verdadefobia” ou “realidadefobia.” Será que os que desejam ser considerados normais, aceitáveis, naturais e civilizados temem a verdade óbvia de que o que eles estão afirmando, reivindicando, promovendo e defendendo com lutas é por natureza anormal e contrário à natureza?
Entretanto, concordo com a acusação deles a partir de uma perspectiva. Sim, tenho medo de todo estilo de vida, orientação, preferência ou conduta que ameace a própria sobrevivência da raça humana. Será que os homossexuais não guardam no coração uma heterofobia que não ousam confessar? Os heterossexuais jamais tentam se impor na sociedade nem precisam brigar para serem reconhecidos.

O sequestro dos movimentos de direitos civis

O estilo de vida da homossexualidade e todos os outros nomes e rótulos que vieram a descrevê-lo, é tão antigo quanto o personagem bíblico Abraão, e era praticado por membros de comunidades de sua época mais de quatro mil anos atrás. Muitos na minoria homossexual que estão ainda envolvidos nesse estilo de vida parecem agir como se fosse uma causa nova pela qual eles nasceram para lutar. No começo da década de 1960 alguns indivíduos famosos da sociedade começaram a sair do que chamavam “armário” para se exporem para a comunidade maior como se para testar as águas. A reação da maioria da população naquele tempo foi de resistência e incômodo que ainda existem hoje apesar de afirmações ao contrário.
Essa resistência tem sido tão forte que aqueles que estão envolvidos no estilo de vida LGBT mudaram sua estratégia para serem aceitos pela sociedade. Antes, eles reivindicavam seus direitos sociais se expondo e impondo. Agora, eles recorrem à estratégia de fazer da questão homossexual uma questão de direitos civis. É interessante notar que depois de mais de 4000 anos da existência registrada desse estilo de vida e conduta contrária à natureza a resistência social ainda existe e tenho certeza de que continuará, não importa como a tão chamada sociedade tente disfarçá-la com trajes socialmente aceitáveis. A natureza nunca discordará de si mesma e nenhum direito comum ou lei legislativa conseguirá mudar a lei natural.
Com grande desapontamento tenho estado na varanda da história e observado com horror e choque o sequestro e estupro que vem sofrendo o que vimos a conhecer como os movimentos de direitos civis. O que tornou tudo isso mais angustiante foi ver muitos indivíduos que estavam ativamente envolvidos nesses movimentos históricos de resistência abandonando o sacrifício de muitos que morreram pelas causas nobres da dignidade humana pela maioria que estava sendo abusada, para usar o sangue deles para cobrir as exigências de minorias da sociedade para justificar e civilizar suas preferências egoístas contra a natureza.
Já provei o impacto negativo da opressão civil de um governo que desvalorizava a minha humanidade, mas isso acontecia não por causa de um estilo de vida que eu havia escolhido, ou uma conduta que era por orientação, ou uma disposição preferida, mas em vez disso uma realidade que era “natural.” Eu era vítima por pigmentação inerente… Eu nasci negro e não tive escolha no assunto. Nas Bahamas eu e minha família junto com a maioria da população das Bahamas sofríamos discriminação, éramos desvalorizados como seres humanos, éramos privados de direitos e oprimidos por um governo dominado por uma minoria.
Tenho com toda a minha lógica buscado compreender, mas ainda não consigo igualar a filosofia, ideologia ou propósito dos movimentos de direitos civis com a agenda do movimento homossexual. Acho que a tentativa de igualar os movimentos históricos de direitos civis com as reivindicações de direito para honrar, glorificar e aceitar como normal a prática de um estilo de vida que pode extinguir a raça humana é ilógica, desonesta e um abuso do sangue e sofrimento de prisão de muitos. É um sequestro dos ganhos pagos com o sangue de homens e mulheres de honra por uma conduta que não só é contra a natureza, mas também destrói a raça humana.

A opressão da maioria

O princípio fundamental dos movimentos de direitos civis era a liberdade e restauração da dignidade e valor da maioria de seres humanos oprimidos. A realidade é que historicamente era geralmente a imposição dos valores, preconceitos e ideologia desumana da minoria sobre a maioria que era o contexto e fonte da opressão e desvalorização dos seres humanos. Dá para considerar o contexto do atual movimento LGBT na mesma perspectiva, onde uma percentagem pequena e um segmento minoritário da população estão tentando impor sua ideologia, valores, moralidade e preferências sexuais pessoais contra a natureza sobre as convicções, padrões e valores morais e culturais comuns da maioria.
Talvez dava para se considerar isso como o novo governo de opressão do século XXI. Essa ideia parece ser ainda mais reforçada pela influência intrometida e exigências de globalização, a ONU e outros órgãos e agências mundiais que agora condicionaram sua oferta de assistência econômica nacional à conformidade social e cultural nacional que adota concessões com base em valores e moralidade.

A agenda dos meios de comunicação

O parceiro mais poderoso e perigoso da enganação é a percepção. O mundo dos meios de comunicação é realmente sobre o negócio e gerenciamento da percepção. Não dá para calcular o poder dos meios de comunicação. Não devemos também calcular mal nem minimizar o impacto desse poder para criar percepção. É por isso que em toda a história toda vez que havia a necessidade de controlar o ambiente mental ou criar uma realidade percebida, os meios de comunicação sempre foram usados como ferramenta crucial para exportar, importar e disseminar a enganação. Portanto, é importante que em nossa democracia moderna a exigência de verdade, transparência e objetividade nos meios de comunicação deva ser a principal preocupação de todos os cidadãos responsáveis.
Precisamos sempre estar vigilantes, como cidadãos que pensam de forma civilizada, para tomar cuidado com a agenda e preconceito coletivo dos meios de comunicação. Conforme já observei, em tempos recentes os meios de comunicação impressos e eletrônicos, tanto nacionais quanto internacionais, parecem preocupados com casos que promovam ou glorifiquem esse estilo de vida, favorecendo-o de forma proeminente e destacando-o múltiplas vezes. Parece haver não só desequilíbrio de opiniões e perspectivas, mas destaque especial. Tenho a esperança que todos os meios de comunicação vão querer fazer um esforço para publicar também as opiniões da maioria.

Chantagem intelectual e econômica

Parece também haver um aumento no uso de chantagem econômica e política na área de manipulações feitas por forças da minoria LGBT, que também inclui uma campanha difamatória intencional, tratando a maioria como fanáticos, odiadores dos seres humanos, intolerantes e intimidadores. Isso é uma deturpação desonesta e grave dos fatos. Há também o abuso de afirmações infundadas feitas pela minoria com relação a mudanças de tendências e atitudes para fomentar suas próprias posições. Isso é inacreditável. Aliás, parecer haver uma praga colossal de desonestidade intelectual, social, fisiológica e lógica. Não existe nenhuma confirmação científica conclusiva que confirme que a minoria que pratica esse estilo de vida, que sua condição é um assunto de biologia ou genética em vez de uma conduta que se aprende por hábito e que se torna um estilo de vida que eles preferem.
Vamos reiterar mais uma vez que a maioria da população na maioria dos países em toda a história e em nossa sociedade contemporânea são ignorantes com relação à existência de conduta anormal ou preferências anormais do estilo de vida homossexual. Esse estilo de vida e conduta é realmente uma velha estória com um truque ardiloso novo. O que a maioria não aprecia é a desonestidade e enganação que são usadas por aqueles que desejam impor sua vontade neles. Todo ser humano tem o direito de escolher seu estilo de vida contra a natureza, mas não deve exigir que o aceitemos como natural. Eles são livres para preferir qualquer orientação sexual anormal que desejarem, mas não devem nem podem exigir que nós, a maioria, a honremos promovendo-a ou glorificando-a como normal. Tudo o que a maioria quer é honestidade e a liberdade de expressar nossas preocupações, opiniões e posturas sem sermos rotulados de ignorantes, intolerantes, caipiras ou homofóbicos.
Traduzido por Julio Severo do comunicado público à imprensa de Myles Munroe: “Homosexuality – Phobia or Principle”
Leitura recomendada:

18 comentários :

Adriana disse...

Que homem abençoado e usado por Deus o Myles!

Anônimo disse...

Caro Júlio: Li texto seu de anos atrás (não recordo título) sobre o falecimento do Bispo Robinson Cavalcanti tratando de algo que muitos elogiadores da época escondiam: o marxismo radical que permeava todo o histórico dele. Na época, fiquei chocada quando vi gente da minha denominação irada com você, como se você tivesse aviltado a dignidade do morto, quando na realidade o que você fez foi tão-somente trazer à memória o marxismo dele. Entristeceu-me ver meus queridos Rev. Augustus Nicodemos, Solano Portela, Norma Braga e outros tantos do ‘meu sangue presbiteriano’ haverem se lançado assim contra você. Calavam-se quanto às maracutaias marxistas do bispo, no entanto quando você abiru a boca sobre isto, aí todos abriram a boca contra você. E agora os da minha igreja trazem até mim, todo alegrinhos, uma epístola do Genizah (por que este sítio faz sucesso na minha denominação??) sobre a morte do Myles Munroe, destacando que o pregador negro era da vertente neopentecostal etc etc etc. OS meus irmãos presbiterianos não censuraram o texto do Genizah. Nicodemos, Solano e Norma não apareceram em publico para arrebentar que o sítio da linha teológica deles manchou a dignidade do pregador neopentecostal. O que é que eles têm contra você, Júlio? Já os vi pregando contra o marxismo, mas te atacaram por lidar com este tema no caso do Cavalcanti. Por que nós presbiterianos somos algumas vezes tão incoerentes? Último pedido: pode me passar o link do texto sobre Cavalcanti no teu blog? Aguardo retorno na fraternidade daquele que nos amou primeiro. A.S.

Antonio disse...

Texto monumental, escrito por um gênio.

Anônimo disse...

nos estamos nos deixando amordaçar, nos calamos aceitamos ,nao nos unimos os cristaos nao somente no nome mas naquilo em que acreditamos Deus,Jesus a BIblia e seus ensinamentos parar de se juntar com partidos pt,psdb,sao iguais a muitos outros se o pt tem o mensalao o psdb tambem tem e foi engavetado ,se pt tem a petrobras vc mesmo julio ja citou que o psdb tambem tem nome envolvido fora caso siemens ,nos precisamos da nossa vos quem vai ser ela :PAstor, Papa,Pregador ...cade a nossa vos chega de a minoria [glbt] nos amodaçar e nos deixarmos, a russia nao deixou quem sera a nossa vos....silvia

Anônimo disse...

THIAGO

ATENÇÃO POVO DE DEUS

FINALMENTE UMA BOA NOTÍCIA PRA GENTE:

A BANCADA EVANGELICA ELEITA É MAIOR DO QUE A BANCADA DO PT NA CÂMARA! ...KKK...

MEUS PARABÉNS A TODAS AS LIDERANÇAS EVANGÉLICAS! E A TODOS OS CRENTES VALOROSOS DO BRASIL.

Duílio disse...

Thiago,

Me desculpe se eu for muito direto (ou muito grosseiro), mas eu, sinceramente, não comemoraria isso (o fato da bancada evangélica eleita ser maior que a bancada do PT).

Não é querer ser pessimista, mas uma verdade tem que ser dita: QUANTIDADE NÃO SIGNIFICA NECESSARIAMENTE QUALIDADE! Será que esta bancada evangélica recentemente eleita vai mesmo fazer a diferença?

Uma verdadeira bancada evangélica tem a obrigação moral de atuar com firmeza na defesa da família, dos bons costumes, da obediência à Palavra de Deus, e, principalmente, tem o dever de ser uma combatente incansável contra todo e qualquer pecado. Se eu não estiver enganado, creio que a missão de uma bancada evangélica dentro de um determinado governo deve (ou deveria) ser esta.

Mas, infelizmente, o que vemos são alguns dos políticos desta mesma bancada sendo omissos no cumprimento do seu dever. Parece que eles estão esquecidos do que Jesus disse:

"Por que vós Me chamais de Senhor, e não fazeis o que Eu digo?" (Lucas 6:46)

"E aquele a quem muito foi dado, muito mais lhe será exigido" (Lucas 12:48)

Muito está sendo dado aos políticos da bancada evangélica (no caso, a obrigação moral de denunciar e combater o pecado). Só que agora muito mais vai ser exigido (o cumprimento desta mesma obrigação). Logo, esses mesmos políticos fatalmente irão prestar contas da sua negligência na obediência à Palavra de Deus! É como bem disse o apóstolo Tiago:

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17)

Que esta mensagem "desperte" os políticos da bancada evangélica, antes que seja eternamente tarde demais!

Finalizo minha mensagem com este alerta do apóstolo Paulo:

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Thiago disse...

Duílio,

Concordo contigo:

Os representantes têm de honrar a Deus e ao povo que o elegeu. O povo fez sua parte.

Só tenho uma observação: acredito que o Brasil tenha uma das maiores bancadas cristãs do ocidente (talvez só perca para os EUA).

Olha só um trecho de outro comentário meu:

(...)Um exemplo: na Inglaterra, que tem uma igreja esvaziada, fria, quase morta, e que não tem uma bancada evangélica forte como a nossa, o casamento gay está sendo forçosamente imposto às igrejas. As escolas cristãs não podem mais ensinar o criacionismo, sob pena de fechamento. As pregações estão na mira do Parlamento para serem monitoradas, caso seja aprovada, se alguma parte, segundo eles, “politicamente incorreta” do evangelho for pregada, o Estado pretende punir a congregação.(...)

A coisa lá fora tá ficando muito difícil para os cristãos. A nossa bancada, aos "trancos e barrancos" está nos servindo como um escudo.

Wilton disse...

Thiago,

Se nós analisarmos atentamente o que o Duílio disse no comentário dele, grande parte do que ele disse faz muito sentido (e merece uma reflexão séria da nossa parte).

Como o Duílio disse muito bem (e eu concordo em gênero, número, e grau), quantidade não significa necessariamente qualidade. Vamos supor que tenham sido eleitos 100 políticos evangélicos entre deputados e senadores (este número que eu estou colocando aqui é somente um exemplo hipotético). Destes mesmos 100 eleitos, quantos são realmente verdadeiros cristãos? Quantos deles têm coragem o suficiente para se manifestar contra o aborto, o homossexualismo, o casamento gay, enfim, contra tudo que for contra os princípios cristãos? Em suma: quantos deles são capazes até de perder o mandato (ou até mesmo de serem presos ou mortos) por amor às verdades eternas da Palavra de Deus (e ao Reino de Deus)?

Por que eu pergunto isso? Por uma razão muito simples: parte dessa mesma bancada já está totalmente vendida aos interesses do governo do PT e dos demais partidos esquerdistas (sem contar os que fazem conchavos ou acordos com o mesmo governo para a obtenção de favorecimentos pessoais dos mais diversos tipos).

E outra coisa: não duvido nada de que o que está acontecendo na Inglaterra também possa acontecer aqui no Brasil. Agora que Dilma foi reeleita, os homossexuais vão atacar com força total. Ou alguém daqui acha que não está havendo nenhum conchavo do governo com os homossexuais rolando nos bastidores? Se não estivermos atentos 24 horas por dia, seremos pegos de surpresa!

O que nos deixa indignados é vermos alguns integrantes dessa mesma bancada (que se dizem cristãos) estarem ao lado dos esquerdistas. Com "cristãos" desse tipo, quem precisa se preocupar com os ataques do diabo? Ou, como se diz no popular, com "amigos" desse tipo, quem precisa de inimigos?

A Bíblia diz claramente que os tímidos não entrarão nos Céus (Apocalipse 21:8). Tímido é aquele que tem medo de enfrentar (ou denunciar) o pecado. Será que esse pessoal dessa bancada ainda está lembrado disso? Eles não confiam o suficiente no Deus em quem crêem? É como disse o apóstolo Paulo:

"Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Romanos 8:31)

Se a nossa bancada evangélica for cheia de gente frouxa (que treme de medo diante da primeira ameaça), é melhor essa bancada não existir!

Deus não gosta de gente covarde. O verdadeiro cristão tem que ser corajoso como Gideão: ele e apenas 300 homens derrotaram os midianitas (em número muito maior) no próprio arraial! Está escrito:

"E disse o Senhor a Gideão: Com estes trezentos homens que lamberam as águas vos livrarei, e darei os midianitas na tua mão; portanto, todos os demais se retirem, cada um ao seu lugar" (Juízes 7:7)

Quem confia em Deus não tem medo de enfrentar nenhum adversário!

Anônimo disse...

Thiago

Wilton,

Eu tenho cometido um grave erro: tenho sido pessimista demais. Antigamente, não aceitaria desacreditar das instituições democráticas, hoje, tenho me entregado ao pessimosmo tão grande, que ultimamente começou a me agradar a ideia de intervenção militar. Kkk

Eu não quero mais andar pelo caminho do pessimismo. Eu já fui um ateu ultra pessimista, passei até por depressão. Estou sentindo novamente esses "olhos maus" dominando minha percepção novamente.

Mesmo que não dê em nada, por razões neurofisiológicas, não posso ceder ao pessimosmo. A falta de fé é um troço paralisante, é horrível. Mesmo que eu quebre a cara um milhão de vezes, não posso deixar de acreditar que as coisas vão melhorar.

Eu acredito. Só o fato de você acreditar, que Deus está no controle, já te dá forças para prosseguir.

Eu estou extremamente exausto em relação ao pessimismo que há na mídia de direita e na blogosfera "cristã", minha forças foram exauridas. É hora de respirar fundo, e dar um tempo das redes sociais. O realismo negativo do nosso mundo moderno é patológico. Cadê a fé? Cadê a confiança em Deus?

No fundo, no fundo, o que importa para os cristãos é ter a vida no altar, sentir a Presença do Espirito Santo e ter a certeza que o nosso tesouro não é desta terra, mas está lá no céu.

A melhor coisa é que, em constante oração e consagração, a gente coloque todos esses problemas nas mãos de Deus, e descancemos. Nada que por acaso venha a acontecer será sem a permissão de Deus.

renato santos disse...

texto muito inteligente e
Verdade, verdade e verdade!!!

Anônimo disse...

Júlio, peço que publique esta correção, referente ao meu último comentário:

Thiago

Wilton,

Eu tenho cometido um grave erro: tenho sido pessimista demais. Antigamente, não aceitaria desacreditar das instituições democráticas. Hoje, diante de todos estes escândalos, o negativismo tomou conta de tal maneira, que passei a defender até a intervenção militar. Kkk

Eu não quero mais andar pelo caminho do pessimismo. Eu já fui um ateu ultra pessimista, passei até por depressão. Estou sentindo novamente esses "olhos maus" dominando minha percepção.

Mesmo que minha esperança não dê em nada, por razões neurofisiológicas, não posso ceder ao pessimismo. A falta de fé é um troço paralisante, é horrível. Mesmo que eu quebre a cara um milhão de vezes, não posso deixar de acreditar que as coisas vão melhorar.

Eu acredito. Só o fato de você acreditar; que Deus está no controle, já te dá forças para prosseguir.

Eu estou extremamente exausto em relação ao pessimismo que há na mídia de direita e na blogosfera "cristã", minhas forças foram exauridas. É hora de respirar fundo, e dar um tempo das redes sociais. O realismo negativo do nosso mundo moderno é patológico. Cadê a fé? Cadê a confiança em Deus?

No fundo, no fundo, o quê importa para os cristãos é ter a vida no altar, sentir a Presença do Espirito Santo e ter a certeza que o nosso tesouro não é desta terra, mas está lá no céu.

Se estivermos em constante oração e consagração, colocando todos esses problemas nas mãos de Deus, nós então descansaremos. Nada que por acaso venha a acontecer será sem a permissão de Deus.

Julio Severo disse...

Oi, A.S.

Desculpe a demora. Estou cheio de coisas pra fazer. Aqui está o artigo que você pediu. É só clicar no link abaixo:

“Robinson Cavalcanti, o pecado veio cobrar a sua conta”

Ulisses disse...

Thiago,

Não é que o Wilton esteja sendo pessimista no comentário dele. Existe uma diferença gritante entre o que queremos ver, e o que se apresenta diante dos nossos olhos.

Não adianta termos uma bancada evangélica numerosa se esta mesma bancada não tiver um compromisso sério com a obediência total e irrestrita à Palavra de Deus. Quero ver qual político evangélico, hoje, tem coragem o suficiente para bradar (dentro do Congresso Nacional) em alto e bom som: "Sou contra o homossexualismo, aborto, casamento gay, kit gay nas escolas, legalização da prostituição, aprovação da pedofilia, criminalização da homofobia, enfim, sou contra tudo que for contra a Palavra de Deus. Não vou dar apoio a ninguém que seja cúmplice do pecado (nem tampouco fazer amizade ou aliança com ímpios). Prefiro perder o meu mandato (ou ser preso), mas dos meus princípios eu jamais vou abrir mão. Meu compromisso é com a Palavra de Deus (e não com homens). Sou capaz até de dar a minha própria vida pelo Deus em quem eu creio". Quem, dentro desta bancada, teria esta mesma coragem? Quem estaria disposto a ser um mártir pelo Reino de Deus? Quem?

O pastor Marco Feliciano disse certa vez (num vídeo do Youtube) que parte dos políticos da bancada evangélica são uns covardes. Quando ele tentava reunir esse pessoal para conseguir assinaturas a fim de combater as investidas dos projetos dos homossexuais, muitos até concordavam. Mas na "hora H" (ou seja, no momento em que deveriam se empenhar com firmeza), tiravam o corpo fora (fugiam das suas responsabilidades)! Que tipo de cristão é esse (que fica com medo de enfrentar o diabo e seus escravos)?

Jesus NUNCA deixou de combater o pecado. E Jesus sempre falava, de modo bem direto, muitas verdades (e desmascarava muitos hipócritas). Por muitos que se dizem cristãos têm agido diferente de Jesus?

Esse tipo de cristão, que foge da luta (ou melhor, que se omite do combate ao pecado), é tido como morno. Ser morno, de acordo com a Bíblia, é aquele que se diz cristão, mas não combate com firmeza o pecado.

Foi justamente isso que Jesus mandou o apóstolo João escrever na carta para a igreja de Laodicéia:

"Eu conheço as tuas obras: não és frio e nem quente; quem Me dera se fosses frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, estou para te vomitar da Minha boca" (Apocalipse 3:15–16)

Quem é morno é, às vezes, pior do que o ímpio. O ímpio já sabe que direção seguir. É um caminho que é errado, mas que já foi escolhido (pelo menos uma decisão já foi tomada). Já o morno é aquele que, como se diz no popular, fica "em cima do muro": não sabe para onde vai. Em outras palavras: não abandona a Jesus, mas também não resiste a certas tentações do diabo.

Parece que muitos dos políticos da bancada evangélica estão esquecidos do que disse o apóstolo Tiago:

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17)

Em outras palavras: aquele que sabe que deve combater o pecado e não toma uma atitude (ou seja, não diz nem faz nada contra o pecado, ou se omite) é cúmplice do pecado (e é tão ou mais culpado quanto o próprio pecador)!

Precisa dizer mais alguma coisa?

Pastor Raimundo (Igreja do Evangelho Quadrangular) disse...

Thiago,

Não seria nenhum exagero se alguém dissesse que a humanidade, em sua grande maioria (99,9%), já perdeu por completo o temor a Deus. Aliás, a própria Bíblia afirma isso com autoridade quando diz que "o mundo jaz no maligno" (1 João 5:19). Por mais que se pregue o evangelho (e por mais que se fale sobre a necessidade de arrependimento), a verdade nua e crua é que o mundo JAMAIS vai querer obedecer à Palavra de Deus. Muitos podem crer ou não, mas serão pouquíssimos os salvos no dia da volta de Jesus.

E não venha nenhum pregador dizer que tudo está em paz, e que vamos estabelecer o reino de Deus na Terra (ou até que vamos ganhar o Brasil para Jesus). Podem pregar, dizer, e fazer o que quiserem para tentar enganar o povo ignorante, mas a sentença que virá sobre a atual geração de todo o planeta (e também do Brasil) já foi proferida há mais de 2.000 anos atrás por homens santos que, ao contrário de muitos dos dias de hoje, temiam e serviam ao Deus da Bíblia. Podem inventar mil e uma teorias, fazer mil e uma pregações (ou pensar o que dizerem), mas isto não vai mudar o futuro (e nem tampouco fazer com que Deus mude Seus planos). O que Deus determinou na Sua Palavra nunca voltará atrás. O próprio Deus não deixa nenhuma dúvida quanto a isso:

"Assim será a Minha palavra que sair da Minha boca: ela não voltará vazia para Mim; antes fará o que Me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei" (Isaías 55:11)

Ao invés de ser pregada a verdade sobre a justiça de Deus, muitos pregadores preferem falar o que todos querem ouvir. Preferem a popularidade dos homens (e não o compromisso com o Reino de Deus). Preferem agradar ao mundo (ao invés de agradar a Deus). Enfim, preferem estar nas trevas (quando deveriam ser luz). Mal sabem eles que o fim de toda esta maldade virá em breve, como garantiu o profeta Malaquias:

"Pois eis que vem o dia, e arde como fornalha. Todos os soberbos e todos os perversos serão como a palha. O dia que vem os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de modo que não lhes deixará nem raiz e nem ramo" (Malaquias 4:1)

De uma coisa eu tenho certeza: um dia, Jesus virá para julgar a tudo (e a todos). Ele próprio confirma isso na Sua Palavra:

"Não seles as palavras da profecia deste livro, pois o tempo está próximo. Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, que se suje ainda mais; e quem for justo, procure se manter justo; e quem é santo, continue a se santificar. Eis que Eu venho sem demora, e tenho Comigo o Meu galardão para dar a cada um segundo a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro. Bem–aventurados aqueles que lavam as suas vestes no sangue do Cordeiro, para que possam ter direito à árvore da vida e para que entrem na cidade pelas portas. Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os idólatras, os homicidas, os que se prostituem, e todo aquele que ama e pratica a mentira. Eu, Jesus, enviei o Meu anjo para vos testificar estas coisas nas igrejas; Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã" (Apocalipse 22:10–16)

Finalizo minha mensagem com este alerta do apóstolo Paulo:

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Thiago disse...

Amigos Ulisses e Pastor Raimundo (eu já fui membro da Quadrangular),

Galerinha, os tempos são maus. Eu escolho confiar no Senhor. Já disse, nosso tesouro está nos céus. Pra mim, a palavra de ordem não é pessimismo ou incredulidade; a palavra de ordem é: confiar e descansar no Senhor. Quem tem o domínio sobre os tempos é Deus.

um abraço.

Plínio disse...

Thiago,

Você disse textualmente:

"... a palavra de ordem é: confiar e descansar no Senhor. Quem tem o domínio sobre os tempos é Deus."

Em parte você tem razão: devemos confiar e descansar no Senhor. Deus é soberano sobre tudo e todos (e tem o domínio sobre os tempos). Tanto que o profeta Daniel disse:

"Ele é quem muda os tempos e as estações; Ele remove reis, e estabelece reis; Ele dá sabedoria aos sábios, e conhecimento aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com Ele habita a luz" (Daniel 2:21–22)

Só que tem um detalhe crucial que muitos não entendem: confiar e descansar no Senhor não significa ser omisso no combate ao pecado! Em outras palavras: confiar em Deus não significa ficar de braços cruzados diante do avanço do mal!

Aí alguém poderia argumentar: "O mal vai se propagar porque é o cumprimento das profecias bíblicas! Não podemos impedir que isso aconteça!" Sim, é verdade que as profecias da Palavra de Deus têm que se cumprir. O próprio Deus disse que Ele não é homem para mentir (Números 23:19). Não há como negar isso.

Se o mal já dominou o mundo inteiro, há uma razão específica para isso: Deus está permitindo que o mal aconteça por causa da negligência de certos cristãos em obedecer à Sua Palavra (e também para despertar a Sua igreja, que tem sido omissa no combate ao pecado)!

Porque o mal vai se propagar, eu devo ficar de braços cruzados e não reagir, ou seja, me omitir no combate ao pecado (usando como desculpa o cumprimento das Escrituras)? De forma nenhuma! Eu tenho que resistir ao mal e continuar a combater o pecado (ainda que isso me custe a prisão ou a morte)! Só devo parar quando eu não puder resistir mais! Enquanto eu puder fazer a minha parte, eu farei. Só quando se esgotarem todos os meus recursos (ou quando eu não tiver mais condições de reagir), aí sim, só neste caso é que eu tenho que orar a Deus pedindo que Ele entre com providências!

Quem vê o pecado e fica omisso ou indiferente (isto é, não diz nem faz nada contra o pecado) é tão ou mais culpado quanto o próprio pecador. É como diz a Bíblia:

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17)

Em outras palavras: aquele que sabe que deve combater com firmeza o pecado e não age de forma decidida (e não diz nem faz nada contra o pecado, com medo de ser perseguido, preso, morto, ou de perder seus privilégios) é cúmplice do pecado (e é culpado diante de Deus)!

E mais: O JULGAMENTO DE DEUS VAI COMEÇAR DENTRO DA IGREJA. OS QUE SE DIZEM CRISTÃOS (E QUE TÊM A OBRIGAÇÃO DE COMBATER O PECADO) SERÃO OS PRIMEIROS A PRESTAR CONTAS! A respeito disso, a Bíblia diz com todas as letras:

"Pois já é tempo de se começar o julgamento pela casa de Deus; e se começa primeiro por nós, qual será o fim daqueles que desobedecem ao evangelho de Deus? E se somente o justo se salva, onde aparecerá o ímpio e o pecador?" (1 Pedro 4:17–18).

Já passou da hora de sermos cristãos só de boca! Temos que partir para a ação! Temos que reagir contra as investidas do diabo contra a família, contra os bons princípios e contra tudo o que for contra a Palavra de Deus! Não podemos mais ficar de braços cruzados vendo o mal se alastrar em nosso meio sem fazer nada! Não podemos pedir a Deus que faça algo que está ao nosso alcance (e que é obrigação nossa fazer)!

Finalizo minha mensagem com um versículo para a reflexão de todos:

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Que esta mensagem "desperte" muitos que se dizem cristãos (e que têm sido omissos no combate ao pecado)!

"PARA QUE O MAL VENÇA, BASTA QUE OS HOMENS DE BEM NÃO FAÇAM NADA"

Thiago disse...

Irmão Plínio,

obrigado por me escrever esse textão. Irmão, eu não sou pastor, não sou político da bancada evangélica. Sou apenas mais um irmão em Cristo, e humilde.

Eu só tento entender o porquê que as coisas estão todas de pernas para o ar. E as impressões que vou tendo; eu às expresso aqui no site do Júlio.

Olha só, digamos que nós temos dois interruptores dentro da nossa cabeça, um é o PENSAMENTO CRÍTICO e o outro é a FÉ.

Quando nós somos impotentes diante de situações que são infinitamente maiores do que a gente, nós devemos:

DESLIGAR o interruptor da CRÍTICA.

LIGAR o interruptor da FÉ.

Com fazemos isso? Diariamente: orando, lendo A Palavra, indo a Igreja, etc...

Espero ter ajudado o irmão.

...foi assim que eu me firmei em Cristo e venci o ateísmo e a depressão...

Creia homem de Deus!

um abraço.

Thiago disse...

Sugestão de Louvor
Eyshila - Deus no Controle
https://www.youtube.com/watch?v=2DIWG_-JRpI