27 de setembro de 2014

Fundo de População da ONU se Envolve com Teologia para Promover o Aborto


Fundo de População da ONU se Envolve com Teologia para Promover o Aborto

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 26 de setembro (C-Fam) O Fundo de População da ONU está mergulhando de cabeça na teologia, exegese e práticas espirituais num novo manual sobre religiões, sexualidade e questões reprodutivas para diplomatas e funcionários da ONU.
“Estamos aqui!” Azza Karam, do Fundo de População, disse a 40 líderes de religiões e organizações religiosas na sede da ONU na semana passada. Há “muitos cantos de iluminação,” disse ela, embora lamentasse uma “oposição conservadora muito organizada.”
Karam, uma cientista política educada na Holanda, apresentou um esboço do manual que está atualmente sendo preparado pela agência da ONU. O propósito do manual é apresentar as posturas das grandes religiões sobre o aborto e a contracepção junto com assuntos não polêmicos que se enquadram na definição de saúde sexual e reprodutiva como acabar com casamento com meninas e casamentos forçados e com a mutilação genital feminina.
“Não foi feito para uma audiência religiosa,” mas para delegados e funcionários da ONU que discutem essas questões em negociações intergovernamentais, disse ela.
O manual se aprofundará em interpretações e exegese de textos religiosos, posturas doutrinárias e outros debates intra-religiosos tanto contra quanto a favor da contracepção e aborto a partir de uma perspectiva de ciência social.
Karam revelará a “discrepância entre teologia e prática” e incluirá leituras religiosas que “apoiam os direitos humanos em questão.” Apresentará interpretações de “leitores sensíveis a gênero que desafiam a ortodoxia,” por exemplo, teólogas que ganham recursos para propor interpretações religiosas que apoiam a contracepção.
“É na questão do aborto que temos mais sofrimento,” Karam disse antes de repetir a ressalva muitas vezes citada, mas ambígua, de que o Fundo de População da ONU não faz lobby em favor de mudanças em leis de aborto, mas promove abortos “seguros.”
Representantes de várias denominações cristãs estavam presentes junto com líderes bahai, budistas, hindus, judeus e muçulmanos. O grupo fez uma declaração de apoio à saúde e direitos sexuais e reprodutivos nas políticas da ONU.
A Igreja Católica não tinha uma representação oficial na reunião e não ajudou a preparar a declaração. A Igreja Católica rejeita sistematicamente o termo saúde sexual e reprodutiva nas políticas da ONU porque sua definição, que é ambígua, inclui o aborto onde é legal.
“Será que erramos numa perspectiva importante?” Karam perguntou aos líderes religiosos, buscando opiniões sobre o projeto por causa de seu “conhecimento teológico.” Nem todos receberam a versão preliminar do manual antes da reunião, e estávamos ouvindo dele pela primeira vez.
Karam explicou que o manual não poderia lidar com “toda questão polêmica particular,” mas só questões que aparecem no contexto de negociações intergovernamentais.
Alguns dos participantes argumentaram que pessoas “misóginas” estão em posição de autoridade em religiões, tornando perigoso fazer parceria com elas para campanhas de desenvolvimento.
Um dos membros do painel os convidou para “encontrar a próxima geração de pessoas que estendam os limites.” Katherine Marshall da Universidade Georgetown disse aos que estavam presentes que “fossem além das estruturas formais” das religiões e se envolvessem em debate “intra-religioso” em oposição a “inter-religioso.”
Marshall disse que as religiões eram possivelmente a melhor rede para avançar campanhas de desenvolvimento, principalmente no setor de saúde.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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Um comentário :

paulo silveira disse...

A insistência em martelar para o povão algumas coisas dá pra desconfiar.
Saltam aos olhos as incoerências já denunciadas por muitos.
O que poderia estar por trás de tanta insistência em Saúde?
Quem estaria por trás?
Quando esmola é demais o santo desconfia.
Sabemos que o tal aquecimento global é totalmente falso. Mas porque um malandro como Al Gore insiste nesta farsa?
Do satanismo de ser ao mesmo tempo a favor da liberação da maconha e pela proibição do cigarro, quem está por trás e pretende com isso?
Quem lucra com isto?
No caso da saúde sabemos do interesse do milionário negócio de adiar a morte com coma induzida e equipamentos caríssimos e inúteis.
Exames e mais exames totalmente inúteis para a alegria dos laboratórios.
Mas isso tudo é pouco.
É muito mais podre.
As vacinas são feitas de bebês abortados que recebem um nome pomposo de células troncos.
Estas vacinas sim causam doenças gravíssimas.
Mas ainda não é tudo.
Já se conseguiu que todos só possam viver a base de remédio, escravo do remédio, acreditando piamente na pajelança que há sempre uma química adequada a cada situação.
Com isso o ser humano fica escravo dos laboratórios, torramos o dinheiro dos impostos com equipamentos caríssimos e o ser humano cada vez mais frágil.
Não se pode contaminar com nada. Água tem que ser da mais pura. Em pouco tempo, neste ritmo adeus anticorpos, adeus defesas naturais, viveremos em bolsa de plástico.
A absolutamente ninguém da indústria do adiamento da morte interessa um ser humano mais forte como o estomago de um gato que vive perfeitamente de se alimentar de rato, um dos mais contaminados dos animais.
Da mesma forma, ninguém na indústria do petróleo quer um carro movido à água. Quem inventa coisas assim são assassinadas.
Ninguém absolutamente ninguém no mundo da Saúde quer um ser humano que consiga chegar perto da resistência dos animais.
Mas isso não é tudo.
Sabemos que quer defende Saúde também defende o assassinato de crianças no ventre materno como problema de Saúde pública.
Mas não é tudo.
Há um materialismo brutal nisto – Uma ânsia desesperada de tirar Deus da cura. Jesus Cristo veio em vão. A cura tem que ser com remédio e remédio industrializado – jamais o caseiro.
É um convite a rasgar toda a Bíblia, pois toda esta pregação é dizer que não há castigo. Que nada no corpo se relaciona à alma.
Para mim parece evidente a origem satânica desta pregação massacrante sobre Saúde, mas além da também evidente indústria bilionária de não aceitar o dia que Deus chama. Tem que ficar em coma induzida com equipamentos caríssimos.
E o que pretendem com esta saúde? Que querem do Ser Humano – persistir na anti-natureza? Desafiando a lei natural de que só os mais fortes reproduzem? Porque a insistência na sobrevivência dos fracos?
Se você pensar com calma em tudo que leu aqui, vai ver uma deliberada e satânica tentativa de extinguir o ser humano através do aborto generalizado, drogas liberadas, reprodução do mais fraco cada vez mais; pessoas cada vez mais frágeis e sem defesas por só ingerirem purezas.
O resultado disso mais visível é o ciclo vicioso de cada vez mais doentes, um mundo cada vez mais doente, vírus e bactérias cada vez mais fortes e mais resistentes pois só elas sobrevivem aos remédios.
Grande ironia esta – Ser Humano cada vez mais frágil vivendo a base de remédios e os micro-organismos cada vez mais fortes.
Quando vem um castigo dos Céus do tamanho do Ebola em regiões que não aceitam Cristo, essa gente da Saúde não tem o que dizer – Nada das pajelanças deles de lencinho de papel, água filtrada, vitaminas, ração humana – nada disso resolve. É hora de rir deles.