6 de setembro de 2014

Depois de tomarem a vacina do HPV, duas adolecentes correm risco de ficar paraplégicas


Depois de tomarem a vacina do HPV, duas adolecentes correm risco de ficar paraplégicas

Comentário de Julio Severo: Mesmo com manchetes nacionais e internacionais comprovando os perigos da vacina do HPV, o governo, de forma irresponsável, insiste em seu mantra: a vacina é segura. Meses atrás, alertei o Brasil sobre os perigos dessa vacina. Confira neste link o alerta: http://bit.ly/1eOASSD
A adolescente Mirian Dayan, de 13 anos, também alertou o Brasil, inclusive deixando claro que não tomaria essa vacina perigosa e desnecessária. Confira o alerta dela aqui: http://bit.ly/1iQ5fLJ
O que fazer agora? Continuar alertando. Eis a reportagem abaixo, do G1 da Globo:

Jovem que recebeu vacina contra o HPV corre risco de ficar paraplégica

Médico responsável pelo tratamento confirmou risco a mãe da garota. Mas Ministério da Saúde insiste em afirmar que a vacina contra o HPV é segura.
As duas adolescentes que apresentaram reação à segunda dose da vacina contra o HPV, em Bertioga, no litoral de São Paulo, continuam com as pernas paralisadas e passarão por exames neste sábado (6). Segundo a mãe de uma delas, as médicas não descartaram a hipótese das meninas ficarem paraplégicas.
Depois de tomarem a vacina do HPV, duas adolecentes correm risco de ficar paraplégicas
Dez garotas começaram a passar mal horas após terem tomado a vacina HPV na escola, na última quarta-feira (4). Elas apresentaram sintomas como dores no corpo, dores de cabeça e também reação no local onde foram vacinadas. Segundo as mães, algumas tremiam. Todas foram atendidas e medicadas no Hospital Municipal de Bertioga.
As jovens Luana Alves Barros e Mariana Freitas de Lima, de 12 e 13 anos, mesmo medicadas, precisaram retornar ao hospital porque voltaram a apresentar os mesmos sintomas. De acordo com a mãe de Mariana, a diarista Fabíola Freitas de Lima, na terceira vez que procurou o hospital, a menina ficou internada. O mesmo aconteceu com Luana. As duas permaneceram em Bertioga e foram transferidas para o Hospital Santo Amaro, nesta sexta-feira (6). Além disso, elas reclamam que não conseguem andar porque não sentem o movimento das pernas.
As duas meninas estão internadas na sala de emergência do hospital. Segundo Fabíola, as mães não puderam dormir com as filhas, mas elas passaram bem a noite. As duas estão sendo medicadas para que os sintomas não piorem. "Os sintomas vão e voltam. O único remédio que elas tomam é para evitar não dar mais problemas. A médica foi bem clara com a gente. Elas correm o risco de ficarem parapéglicas. O problema não pode passar da cintura para cima", contou a mãe da menina, que disse estar muito preocupada com a situação da filha.
Ainda segundo a mãe de Mariana, as meninas serão transferidas para a Santa Casa de Santos. "Elas vão fazer exames e lá tem médicos especializados", falou. As duas jovens devem passar por um neurologista.
O G1 entrou em contato com o hospital Santo Amaro para confirmar o laudo médico das duas adolescentes. Mas, até o fechamento desta reportagem, não houve retorno. Segundo Ministério da Saúde, a vacina é segura e recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Quase cinco milhões de meninas em todo o Brasil já foram imunizadas contra o vírus HPV, que é o causador do câncer de colo de útero, o terceiro que mais leva mulheres à óbito no País. Em nota, a Prefeitura de Bertioga informa que as reações estão sendo investigadas e que a orientação da Secretaria Estadual da Saúde é não suspender a aplicação da vacina.
Fonte: G1
Divulgação: www.juliosevero.com
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2 comentários :

Thiago disse...

Sequela pra toda vida?

Pois é... manda a conta pros psicopatas da extrema-esquerda de brasília que só pensam em estimular a sexualização da juventude. Eles deveriam ir pra cadeia.

Anônimo disse...

Há denuncias que essas e outras vacinas de governos, ainda mais comunistas, poderiam conter certas substancias que seriam para atenderem os grandes corporações mundiais, quer controladoras populacionais, quer espalhar algum vírus, retransmitir algo para gerações posteriores algo nocivo etc.; a lista de suspeitas sobre todas elas é de efeitos colaterais é imensa; por questão de segurança, evito todas!
Anon. Henoc