18 de agosto de 2014

O Ano da Solidariedade da ONU à Causa Palestina


O Ano da Solidariedade da ONU à Causa Palestina

Julio Severo
Por uma resolução da ONU, 2014 é o “Ano da Solidariedade ao Povo Palestino,” uma ocasião que tem sido usada pela ONU para organizar atividades especiais junto com organizações governamentais e não governamentais para promover a causa palestina.
A resolução foi aprovada no Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino em 2013, um ano muito ocupado para a ONU, que adotou um total de 21 resoluções selecionando Israel para receber críticas. Em contraste, o resto do mundo junto recebeu menos de 4 de tais resoluções condenatórias em 2013. Faz-nos pensar a razão por que Israel tem recebido um tratamento muito preferencial da ONU.
Estranhamente, a Arábia Saudita, um vizinho de Israel onde a democracia e o respeito aos direitos humanos básicos são desconhecidos, não tem recebido nenhuma resolução da ONU condenando sua tirania e violência contra as mulheres e minorias, principalmente os cristãos.
Tanto Israel quanto a Arábia Saudita são aliados próximos dos EUA, mas só um deles — Israel — tem estado sob permanentes pressões da ONU e dos EUA para comprometer sua soberania por causa de exigências muçulmanas e antissemitas.
Se a questão fosse apenas territorial — “os palestinos precisam de um território e nação” —, as nações que estão forçando Israel a comprometer sua soberania têm plenas condições de dar um território aos palestinos. Os EUA, o Brasil e outras nações têm grandes territórios e, pelo fato de que escolheram uma postura que exige que um Estado menor — Israel — abdique sua pequena terra às exigências palestinas, eles têm a obrigação moral de dar o exemplo e abdicar uma parte de suas grandes terras a tais exigências muçulmanas.
Israel, que é pequeno demais para dar terras, está sob uma pressão cruel de países de grandes terras na ONU. Desde sua criação em 2006, o Conselho de Direitos Humanos da ONU condenou Israel em 45 resoluções, mais do que o resto do mundo junto.
O terrorismo islâmico — palestino, saudita, iraniano, turco, etc. — tem sido uma ameaça permanente ao mundo inteiro. Contudo, as resoluções da ONU não têm lidado com esse problema. A pequena nação judaica, que é a única democracia no Oriente Médio, é tratada como se fosse a maior ameaça terrorista no mundo. É o bode-expiatório perfeito do colossal terrorismo muçulmano.
Aliás, a causa palestina tem sido convenientemente usada para bater forte no bode-expiatório.
Se o antissemitismo não estivesse presente na ONU, a Arábia Saudita receberia muito mais do que 21 resoluções anuais condenando seus graves abusos de direitos humanos sistemáticos. Outras nações islâmicas vizinhas do país judeu, habitualmente facilitando o terrorismo islâmico contra Israel e outras nações, semelhantemente mereceriam condenações da ONU. E se você incluir o universo islâmico inteiro com muitas outras nações com sentimentos e ações similares de ódio e terrorismo contra Israel e outras nações, ninguém estranharia se a ONU tivesse inúmeras resoluções contra a enorme ameaça que a ideologia islâmica representa. O espanto é: a ONU não dá um pio sobre essa ameaça gigantesca.
O alvo é o bode-expiatório. A culpa é de Israel. O radical universo islâmico é inocente, mesmo quando eles, e outros grupos antissemitas, usam a causa palestina para promover seu ódio antissemita.
Na Bíblia vemos Davi e Golias, e as guerras do Israel antigo para sobreviver. Na perspectiva de Deus, Davi é inocente e Golias é a ameaça.
Nas guerras do Israel moderno para sobreviver, as crescentes resoluções negativas da ONU contra Israel não deixam dúvida de que, na perspectiva da ONU, Davi é a ameaça e o enorme Golias islâmico é inocente.
O Ano da “Solidariedade” da ONU à causa palestina é solidariedade ao moderno Golias e um sinal claro de que Davi sofrerá mais resoluções negativas da ONU.
Há muito tempo, quando não existia nenhuma “causa” palestina, havia um colossal ódio antijudeu internacional, e a infame Inquisição Católica é apenas uma de suas evidências. Seis, cinco, e quatro séculos atrás, os judeus eram os “opressores,” e muitas famílias judias sofreram matanças. Na Alemanha nazista, de novo os judeus eram os “opressores.”
Com a causa palestina, o que mudou? Depois da causa palestina, o que mudará?
Na Alemanha nazista, não havia nenhuma solidariedade às vítimas judias. Só à causa nazista.
A solidariedade à causa palestina tem levado as nações ocidentais, até mesmo igrejas cristãs, a se oporem ao moderno Davi. Para muitas igrejas ocidentais, agora Israel é um “opressor.”
Pelas muitas resoluções da ONU contra Israel, existe uma “solidariedade” de nações islâmicas e esquerdistas contra Israel. E sem dúvida alguma existe uma solidariedade da ONU a essas nações.
Só o Deus de Israel pode livrar Israel do exército de Golias (da ONU, EUA, Brasil e muitas outras nações) que têm se levantado nestes últimos dias.
Israel sempre foi odiado no mundo espiritual porque trouxe Jesus, Seu Evangelho e Sua Palavra ao mundo. Ainda que os judeus não consigam reconhecer isso, essa é a principal causa do ódio inacreditável contra eles e a solidariedade “natural” do mundo a seus inimigos.
Com ou sem Inquisição, Israel sempre será o “opressor.” Com ou sem Alemanha nazista, Israel sempre será o “opressor.” Como ou sem causa palestina, Israel sempre será o “opressor.”
Nesse contexto, a solidariedade da ONU à causa palestina é realmente “natural.”
Agora, quem poderá mostrar solidariedade aos judeus historicamente oprimidos e sua Terra Prometida?
Só a Igreja verdadeira, invisível e profética de Jesus Cristo poderá fazer isso e, ao fazê-lo em oração, muitos judeus poderão ser levados a conhecer o Messias e Sua salvação.
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2 comentários :

VANDA SANTOS disse...

Recebi hoje um post falando que você fez um manifesto contra Israel e se solidarizando com a Palestina.E usando seu nome Sei que é fake....cuidado Júlio

Marcelo disse...

Parece-me que os tais direitos humanos só favorecem, de fato, aqueles que são desumanos (fanáticos, totalitários, radicais, hediondos, etc), pois dão guarida e concedem proteção para os criminosos, por mais desumanos que sejam.

Com exceção dos EUA e outros países que adotam a PENA DE MORTE, nações, como o Brasil, onde muitos governantes são essencialmente corruptos, a desumanidade (para com os que são humanos) passa a ser ratificada e protegida por lei.

Tais autoridades corruptas acabam formulando leis que, de uma forma ou de outra, as favorecem, pois, no fundo, elas sabem o que realmente são (criminosos) e que suas ações ilícitas podem, um dia, levá-las para atrás das grades.

Salvo erro, essas pessoas são, de fato, os piores BANDIDOS que conhecemos, os mais desumanos, pois se escondem atrás dos cargos que ocupam para roubar, matar e destruir (como o diabo, de quem são filhos).

Com relação à pena de morte e os tais direitos humanos, poderíamos fazer a seguinte comparação:
1 – Consideremos um criminoso hediondo (traficante, estuprador, etc.) como uma “erva daninha” em uma plantação;
2 – Consideremos o “direito de viver”, da tal erva daninha, como um paralelo com os tais direitos humanos, defendidos, com unhas e dentes, por aqueles que se auto intitulam defensores dos mesmos (pura hipocrisia);
3 – Assim sendo, ao invés de arrancar tal erva daninha, por causa do “direito de viver”, o agricultor passa a cuidar dela, apenas isolando-a das demais;
4 – Tal medida, com ares de humanismo, tende a ser elogiada e aplaudida pelos demais agricultores...mas, sem muita dificuldade de raciocínio, logo perceberemos que nem tudo são vantagens, pois, entre outras coisas, necessariamente o agricultor deixará de se dedicar exclusivamente com às plantas que efetivamente produzem alimento (e trazem benefício), para perder tempo com uma planta que não trás qualquer benefício para a plantação (ao contrário);
5 – Se os problemas se restringissem a isso, muito que bem, mas logo nasce outra erva daninha, e, então, por direito, tal agricultor será obrigado a deixa-la viver, como a primeira, e, daí, surgem outros problemas, tais como: problema de espaço para a plantação, tempo perdido para cuidar daquilo que não produz nada, perda de nutrientes da terra, roubados pelas ervas daninhas, etc.
6 – A cada nascimento de outra erva daninha, a tendência é que a situação assuma proporções desesperadoras, pois, dentro de pouco tempo, não haverá mais condições de ser cultivada uma só planta que produza alimento e traga benefício.

Posso estar errado, mas com essa política de usar os tais direitos humanos para defender BANDIDOS e CORRUPTOS, em breve, a desumanidade alcançará proporções insuportáveis nesta nação, com custos impagáveis.

Além disso, ajudada pelo absurdo direito, dado aos bandidos presos, de ter relações sexuais, nossa nação possui o trágico prognóstico de ser uma nação composta, forçosamente, somente por ERVAS DANINHAS muito bem cuidadas, ou seja, armadas até os dentes e protegidas pela lei.