30 de julho de 2014

Israel: o maior aliado do povo palestino


Israel: o maior aliado do povo palestino

Matt Barber
Israel não é manso.
Mas é bom.
Se um caçador atira flechas contra um grupo de leões que estão dormindo, os leões é que têm culpa se despertarem e se defenderem?
O que dizer de um atirador quando ele, intencionalmente, se esconde atrás das saias de sua própria mulher e filhas, esperando — aliás, rezando — para que essas preciosas almas morram inadvertidamente como consequência?
Alguém diria que se trata de um covarde, um idiota e um monstro.
Tais são os homens do Hamas, do Hezbollah e da Autoridade Palestina — todos terroristas. Eles, propositadamente, sacrificam seus próprios cidadãos.
Existem dois culpados pelas trágicas perdas de vidas tanto em Gaza como em Tel Aviv: o islamismo em geral e o Hamas em particular. Não há equivalência moral nesse furioso conflito de Gaza.
Só existe o bem e o mal.
Israel, embora não seja perfeito, é bom. O Hamas é mau. Israel ama a vida. Hamas ama a morte.
Mas não acredite nisso pela minha palavra. Em 2008, Fathi Hamad, líder político do Hamas, dirigindo-se ao povo judeu, traiu-se revelando o estratagema empiricamente perverso do islamismo quando proclamou: “Nós desejamos a morte mais do que vocês desejam a vida.”
“A morte para o povo palestino,” disse Hamad, “tornou-se uma indústria, na qual as mulheres se destacam, assim como todos os que vivem nesta terra. Os idosos se destacam nisso, os combatentes jihadistas se destacam nisso, e as crianças se destacam nisso.”
“Por isso, eles [a Autoridade Palestina] criaram um escudo humano de mulheres, crianças, idosos e jihadistas para enfrentar a máquina de bombardeio sionista, para dizer ao inimigo sionista: ‘Nós desejamos a morte tanto quanto você deseja a vida.’”
O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, concorda: “Nós vamos ganhar, porque eles amam a vida e nós amamos a morte.” E assim homens, mulheres e crianças, tanto israelenses quanto palestinos, tornam-se as vítimas inocentes dessa cultura islâmica de morte.
Essas são as vítimas do Hamas.
Recentemente, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu resumiu de forma concisa esse trágico fenômeno: “Estamos usando defesa antimísseis para proteger nossos civis, e eles estão usando seus civis para proteger os seus mísseis.”
Contudo, ao mesmo tempo, o eixo antissemita de cegos deliberados e bocas cheias de besteiras de hoje — os intelectuais esquerdistas, os “progressistas” do povão e a criatura ilusória: o “muçulmano moderado” — de forma inexplicável, se não inconsciente, apoia a principal causa Islâmica: Morte aos infiéis (Alcorão 9.5).
“Libertem a Palestina ocupada!” Eles gritam, ao mesmo tempo em que ignoram a longa história de agressão mortal árabe na região, ou levam adiante suas atividades debaixo de uma enorme ignorância dessa história.
Por “Palestina ocupada,” é claro, os árabes e os simpatizantes árabes referem-se àquela parte de Israel que foi tomada como despojos de sua defensiva, na Guerra dos Seis Dias. Em junho de 1967, a pequena nação judaica devastou os exércitos das vizinhas Síria, Jordânia e Egito, como as nações em guerra caracteristicamente preparadas para “varrer Israel do mapa.”
Ao tomar a Península do Sinai, a Faixa de Gaza, a parte antiga da cidade de Jerusalém, as Colinas de Golã e a margem ocidental do rio Jordão (Cisjordânia), Israel tinha ganho um reduto defensivo na região, crucial para a sua própria sobrevivência. Ainda assim, muitos desses territórios se mantiveram densamente ocupados, até hoje, por milhares de árabes que agora estão sob o controle do governo israelense.
Aí está a luta.
Então, na verdade, Israel ocupa essa fictícia “Palestina” da mesma forma que os californianos “ocupam” Sacramento, a capital da Califórnia.
No entanto, imagine que o governo mexicano dispare dezenas de foguetes a cada dia, durante anos, em bairros de Los Angeles, intencionalmente dirigidos aos inocentes cidadãos americanos.
Ou visualize um homem-bomba mexicano com toda a autoridade governamental passeando em uma lanchonete lotada no subúrbio de Bakersfield (terceira maior cidade do interior da Califórnia), explodindo e estraçalhando a si mesmo e dezenas de mulheres e crianças.
Imagine, se quiser, uma mulher calma, despretensiosa e habilmente disfarçada como uma mulher grávida embarcando em um bonde de San Francisco e explodindo-o, juntamente com dezenas de passageiros inocentes.
Você não acha que a comunidade internacional iria condenar com veemência tais atos horríveis de terrorismo? Você não acha que os EUA iriam responder com o nível de força necessário para eliminar a ameaça? Será que os EUA não têm um direito absoluto — na verdade, um dever absoluto — de fazê-lo?
É claro que os EUA dariam uma resposta.
Para os inocentes palestinos, Israel é um amigo enquanto o Hamas é um inimigo. Aliás, o que significa quando os árabes mais liberados do Oriente Médio vivem e prosperam em Israel?
Falando perante o Knesset (Parlamento de Israel) em 2006, o primeiro-ministro Netanyahu capturou, em duas frases breves, o que está no coração do conflito árabe-israelense que vem ocorrendo há séculos: “A verdade é que, se Israel abandonasse suas armas, não haveria mais Israel. Se os árabes abandonassem suas armas, não haveria mais guerra.”
Inexplicavelmente, muitos no Ocidente — as pessoas a quem Vladimir Lenin teria chamado de “idiotas úteis” (ou seja, os já mencionados “progressistas,” a mídia em geral e os muçulmanos “moderados”) — voluntariamente negam-se a aceitar a verdade. Eles cooperam diretamente com as mãos encharcadas de sangue desses covardes terroristas.
Com o passar do tempo, ficou demonstrado mais uma vez a disposição deles de sacrificarem seus próprios inocentes (considere as crianças-bomba suicidas), esses monstros de hoje, deliberadamente, tanto atacam bairros israelenses com foguetes como também, intencionalmente, dispõem seus locais de lançamento militares e sedes terroristas ao lado de mesquitas, abrigos, parques infantis, fábricas e locais semelhantes.
Dessa forma, como se pretendia, criou-se o benefício propagandista. Grande parte do mundo acusa a Israel quando esses escudos humanos são tragicamente mortos durante os ataques militares realizado com precisão nos alvos terroristas. Como é que eles sentirão necessidade de defesa de mísseis quando eles têm mulheres e crianças para se esconder por detrás?
Tanto para o povo israelense quanto para as vítimas árabes do islamismo, digo o seguinte: Vocês estão em nossos pensamentos e nossas orações. Nossos corações se partem com vocês. Nossos corações se partem por vocês. Oramos para que Deus venha a cobri-los e protegê-los durante estes dias e noites escuras.
Porque, como disse uma vez a ex-primeira-ministra israelense Golda Meir: “A paz virá para o Oriente Médio, quando os árabes amarem seus filhos mais do que eles nos odeiam.”
Mas, infelizmente, o ódio arde como brasa quente.
E assim a paz diminui.
Leitura recomendada:

7 comentários :

Anônimo disse...

O unico culpado de todas essas mortes e tragedia que estao ocorrendo , o unico culpado e Israel, pois quando o Governo do Estado de Israel, resolveu entregar e dar as terras de Gaza para os terroristas assassinos islamicos do hamas, fez uma clara desobediencia ao Eterno Deus , quando Ele determina que os Judeus tomassem posse de TODA A TERRA, e o resultado esta ai, hoje, a faixa de Gaza, que poderia ser a continuacao a das belas praias de Tela - Aviv, hoje e um reduto de bandidos, terroristas, covardes e fanaticos que tem o unico objetivo de varrer o Estado de Israel do mapa. Tomara que as futuras decisoes do Governo do Estado de Israel sejam mais discernidas , sabias e inteligentes para nunca mais, NUNCA MAIS, fazer a besteira e a tolice de negociar com terroristas assassinos islamicos.

Dantas pinto disse...

gostaria de compartilhar seus textos mas não consegui achar o lugar para compartilhamento

Nilson Frederico disse...

"Se um caçador atira flechas contra um grupo de leões que estão dormindo, os leões é que têm culpa se despertarem e se defenderem?"
Perfeito!
Gostaria de saber se a Argentina lançasse mísseis no RS o que o Brasil faria. E se o México lançasse mísseis no EUA, qual seria a reação deles?

Marcelo disse...

A Teoria dos Direitos Humanos não é perfeita e nem representa a verdade, pois a única verdade é a Escritura Sagrada, inspirada pelo Espírito de Deus.

E, como tal, essa teoria humana possui erros crassos que trazem consequências nefastas para o convívio dos povos, tal como: qual é a punição que tal teoria estabelece para quem viola os tais direitos humanos?

O que fazer, por exemplo, com aqueles que cometem crimes hediondos e que, portanto, violam VIOLENTAMENTE os direitos humanos de suas vítimas?

O que fazer, por exemplo, com os governos corruptos que, ao desviarem os recursos públicos para suas contas pessoais, acabam matando milhões de pessoas indiretamente e sendo violadores dos próprios direitos humanos que dizem defender?

Falhas como essa, permitem, por exemplo, que partidos populistas criminosos se aproveitem dessa teoria para ganhar votos e para obter, indiretamente, um escudo para os crimes que sistematicamente cometem contra a humanidade.

Ao deixarem de lado a figura imprescindível da justiça PROPORCIONAL aos crimes praticados, os defensores dos bandidos acabam se tornando, eles próprios, conscientemente desumanos e injustos (dignos, portanto, de severa punição).

Como as demais teorias humanas, a teoria dos direitos humanos certamente levará milhões para a destruição, pois o diabo, inspirador de TODAS as teorias humanas, veio exatamente para isso (matar, roubar e destruir).

O poder diabólico dessa mentira (a teoria dos direitos humanos) é tão terrível que permite, por exemplo, que os homens de bem sejam levados a acreditar que é injustiça o fato de se fazer uma justiça PROPORCIONAL aos crimes praticados, sejam eles praticados pelos governos corruptos ou por criminosos hediondos.

Outrossim, é natural que os governos corruptos defendam os crimes que sistematicamente praticam, por isso, não vejo surpresa nenhuma nas ações do governo brasileiro, ao se posicionar contra o direito de defesa de Israel.

Basta olhar para o caos social em que vivemos para entender a postura do governo brasileiro, o qual defende, por exemplo, como parte dos direitos humanos, que bandidos cruéis tenham direito a ter relações íntimas, durante suas penas, algo que se constitui uma verdadeira afronta ao cidadão de bem.

Dessa forma, usando-se de tais mentiras, tais governos dominam as mentes dos povos e tiram-lhes não só o direito de fazer justiça, como o próprio senso do que é justo e injusto.

Mesmo nesse mar de lama, uma coisa nos consola: estamos caminhando a passos largos para o fim de todas as coisas, e para que seja estabelecida a justiça verdadeira, na qual esses filhos do diabo terão o devido castigo pelas abominações e injustiças que praticam.

Ora vem Senhor Jesus!!!

Anônimo disse...

Sugestão:

http://escritorluiznazario.wordpress.com/2014/07/24/os-pinoquios-do-hamas-fazem-sucesso-no-brasil/

Thiago disse...

Oi Anônimo, e oi Irmão Júlio,

Eu li o artigo postado pelo Júlio e o link do Anônimo, referente ao blog do Luiz Nazário.

Diante do que li, acredito em uma guerra da informação. Os leitores da imprensa estão perdidinhos. Uns jornais são claramente pró-Hamas, principalmente aqui no Brasil. É uma guerra ideológica. É uma guerra de versões. Eu mesmo, apesar de ser evangélico pró-Israel, fiquei perdidinho, confuso mesmo no início do conflito. Mas, a medida que informações foram chegando e como eu tenho o costume de analisar as mais diferentes e antagônicas opiniões, me posicionei cada vez mais pró-Israel.

Mas, eu já declarei em outro comentário: se o Hamas tivesse tão boas intensões como afirma, nunca teria instalado seus depósitos de armas próximo/debaixo de escolas, hospitais e prédios residenciais; se eles realmente tivessem boas intensões já teriam cessado o lançamento de foguetes contra Israel, em nome do "amor" que nutrem pelos seus próprios filhos, mães, esposas e pais.

Mas essa reação, de não cessarem os ataque, só pode ter duas explicações:

ou eles são irresponsáveis e burros ao ponto de colocarem todas essas vidas em risco, sem medir a consequência dos seus próprios atos, sendo Israel muito mais forte e poderoso e nação soberana, com direito de defesa ;

ou eles pensam que são mártires, que vão encontrar uma recompensa no paraíso islâmico.

Então, sendo a segunda hipótese verdadeira, porque eles não ficam revoltados com as mortes? Se eles realmente se importassem com suas famílias já teriam cessado o lançamento de foguetes há muito tempo.

Tenho pena dos Palestinos que não se envolvem com esse terrorismo jihadista do Hamas. Tenho pena dos muçulmanos moderados que detestam o radicalismo do Hamas, mas que são obrigados a residir em Gaza. Tenho pena das mulheres, crianças e idosos que não compactuam com os Jihadistas loucos e que mesmo assim têm de pagar com suas próprias vidas.

peço que analisem alguns questionamentos:
(PERGUNTA: se Israel, pra se defender, deve atacar os depósitos do Hamas, onde eles devem enviar os foguetes? RESPOSTA: ora, onde a artilharia/armamentos estão guardados. PERGUNTA: E onde estão guardados? RESPOSTA: Dentro dos prédios dos civis e de suas escolas, hospitais e mesquitas onde estão escondidos. PERGUNTA: Um país sanguinário, como eles querem pintar Israel, avisaria com minutos de antecedência os ataques, pra que os civis possam sair antecipadamente? RESPOSTA: Claro que não, não avisaria ninguém, pra que o número de mortes fosse cada vez maior).

Israel JAMAIS será exterminado novamente, mesmo que muitos Aiatolás estejam dispostos a explodirem seus súditos, a fim de alcançar esse propósito.

obs: gostei do comentário do Marcelo, onde ele questiona os "Direitos Humanos", principalmente quando ele aborda o tema de políticos corruptos. Ué, se falta dinheiro pro atendimento hospitalar e o coitado do cidadão morre em função de desvio de verbas pra se construir o Socialismo do Século XXI (URSS ou UNASUL) via Foro de São Paulo (ou enriquecimento de familiares mesmo), então, não está aí também constituído um caso de atentado aos direitos humanos provocado por uma autoridade política corrupta? (substituam esse argumento pra qualquer outra área em que haja déficit no serviço público, como segurança pública, etc...)


Sugestão de Louvor
Nelson Ned - Tú és Fiel
https://www.youtube.com/watch?v=faaB2N_4nek

Eduardo disse...

Um excelente texto com sábias argumentações.