30 de junho de 2014

Suécia Soviética? Nação que no passado era modelo se transformando em país de terceiro mundo


Suécia Soviética? Nação que no passado era modelo se transformando em país de terceiro mundo

Dale Hurd
ESTOCOLMO, Suécia — Quando o presidente Barack Obama visitou a Suécia no ano passado, ele expressou sua profunda admiração pelo modelo sueco. Mas isso deveria deixar os americanos um pouco nervosos.
Um relatório da ONU diz que a Suécia será um país de terceiro mundo em 15 anos, abaixo da Líbia e Bulgária. A Suécia é uma sociedade que crê que está avançando para o futuro, mas os críticos avisam que ela está avançando para o fundo do buraco.
A Suécia tem sido um laboratório de todos os tipos de experimentos sociais: os líderes suecos estão tentando construir a sociedade perfeita.
O país tem sido comparado a duas nações que também tentaram construir sociedades perfeitas: a Coreia do Norte e a União Soviética.
Na Suécia, se você não gosta do jeito que eles estão construindo a utopia, você não será fuzilado como na Coreia do Norte, mas poderiam tornar sua vida bastante desagradável, muito rapidamente.

Uma Sociedade Perfeita?

Um vídeo do YouTube, em inglês, mostra um jornalista de um dos principais tabloides da Suécia, o Expressen, confrontando um sueco em seu lar.
O homem, um professor, fez o que achou eram comentários negativos anônimos num site sobre problemas que os imigrantes estão provocando na Suécia.
Mas hackers esquerdistas ajudaram o jornal a rastreá-lo e outros como ele de modo que pudessem ser expostos diante da nação inteira como racistas. Outro homem, um gerente, foi demitido por causa disso.
A elite esquerdista da Suécia, junto com seus meios de comunicação, crê que a base principal de sua sociedade perfeita é o multiculturalismo: imigração em grande escala de algumas das nações mais pobres e atrasadas do mundo. Os suecos que discordam desse plano arriscam ser rotulados de racistas, fascistas e até nazistas.
“A imigração é o ponto de partida e o ponto de chegada. É o ponto mais importante para se provar que você é amistoso com os estrangeiros, que você é amistoso com a imigração,” disse Mikael Jalving, jornalista dinamarquês e autor do livro Absolut Sweden.
“Tudo se resume à sua postura sobre imigração, se você é hostil a ela. Logo que é ‘provado’ que você é hostil, você é marginalizado. Logo que ‘provam’ que você é racista ou fascista ou nacionalista, que é quase tão ruim, você não pode ter nenhum postura ou ponto-de-vista legítimo,” explicou ele.
Não importa se o modelo de imigração da Suécia está fracassando de forma miserável, se os testes escolares na Suécia estão caindo ou se o crime em algumas áreas está subindo nas alturas. Os imigrantes passaram uma semana incendiando o subúrbio Husby de Estocolmo um ano atrás.
Muitos judeus agora vivem com medo de ataques de imigrantes muçulmanos e estão deixando a Suécia.
Amun Abdullahi, jornalista de uma rádio sueca, partiu no ano passado e voltou para sua pátria, a Somália, depois que ela sofreu ataques na mídia sueca por causa de uma reportagem noticiosa sobre o radicalismo dos imigrantes muçulmanos na Suécia.
Ela disse na televisão sueca que Mogadishu, na Somália, era mais segura do que as áreas de imigrantes em Estocolmo.

Suécia ao estilo stalinista

E esqueça a mistura racial ao estilo americano em que os imigrantes algum dia aprenderão a se tornar suecos. Na Suécia, isso é ideia racista também.
Jalving disse que os suecos são obrigados a aprender com os imigrantes, não o contrário. Comprovadamente, a elite sueca tem ódio da cultura sueca.
“Assimilação está completamente fora de cogitação,” Jalving disse a CBN News. “Todos os principais partidos ririam [da palavra ‘assimilação’]. [Para eles] a palavra ‘assimilação’ é uma palavra nazista.”
A CBN News falou com vários jornalistas que descreveram uma atmosfera de estilo stalinista em que os cidadãos da Suécia agora têm medo de dizer qualquer coisa que poderia fazer com que eles fossem rotulados de “racistas” nos meios de comunicação.
“Se apontam para você e dizem que você é racista, então você não terá emprego, carreira, você pode perder sua família. Você não terá nenhum futuro,” disse a jornalista sueca Ingrid Carlqvist.
Carlqvist e o jornalista dinamarquês Lars Hedegaard dirigem o jornal Dispatch International, que faz cobertura de questões como imigração que a grande mídia da Suécia ignora.
Mas Carlqvist confessa que seu plano de manter um jornal tradicional fracassou porque os suecos estão assustados demais para ter a coragem de receber o jornal em seus lares.
“O medo é: e se o carteiro visse que você recebe esse jornal, ou se o seu vizinho visse? Então eles poderiam pensar que você é racista ou que você odeia muçulmanos,” disse Carlqvist.
“Achávamos que poderíamos fazer um impacto. Ainda achamos que podemos fazer um impacto, mas está difícil,” disse Hedegaard.
Dispatch International teve uma queda nas assinaturas online também, depois de frequentes ataques de hackers porque os suecos estavam de novo com medo de serem expostos. O site agora sobrevive mediante doações

Um País de Terceiro Mundo?

A Suécia se tornou uma nação em que alguns pontos-de-vista são simplesmente perigosos demais até para se ler.
“O que alguns pais suecos aconselham seus filhos hoje é não interferir na discussão pública, não expressar ideias tão chamadas ‘radicais’ acerca disto ou daquilo que critica o consenso na Suécia,” Jalving disse. “Eles serão prejudicados de uma forma ou de outra. Os suecos querem proteger seus filhos.”
“Essa é uma situação muito ruim porque você então vive num país em que você não pode resolver nenhum problema. Você nem mesmo sabe quais são os problemas,” disse Hedegaard.
Hedegaard, que é dinamarquês, quase foi morto no ano passado em Copenhague por um imigrante que chegou à sua porta e disparou um tiro nele.
Carlqvist, que é sueca, decidiu partir da Suécia por causa da perseguição que sofrem os que têm opinião diferente.
A Suécia não vai se tornar um país de terceiro mundo amanhã. Mas de acordo com um relatório, um dia será.
“Tínhamos um país perfeitamente bom,” Carlqvist disse. “Um país rico, um país legal, e em poucos anos, esse país desaparecerá.”
*Dale Hurd fez essa reportatem diretamente de Malmö, Suécia e Copenhague, Dinamarca.
Traduzido por Julio Severo do artigo da CBN News: Soviet Sweden? Model Nation Sliding to Third World
Leitura recomendada:

10 comentários :

Thiago disse...

Irmão Júlio,

Os países nórdicos são o paraíso do socialismo. Todos eles tem um "Estado de Bem Estar Social" amplo, mas o preço é que todos tem de pagar é um Estado G I G A N T E S C O !!! Os impostos nos países nórdicos ultrapassam os 50, 60% do PIB. Sem falar que, a sociedade civil é sufocada por um aparato estatal gigantesco, que toma as prerrogativas legislativas muitas vezes em favor da ideologia marxista de multiculturalismo. Não interessa se o suéco médio não quer viver em uma sociedade multicultural. O que importa é o que o grupo ideológico que ocupou o poder determinou.

Sem falar que, os países nórdicos são o laboratório preferido da NOM, onde foi que começaram a legalizar as drogas?; onde foi que começaram a reconhecer as uniões homoafetivas?; Onde é que eles estão legislando pioneiramente a favor da eutanásia?; Qual será o laboratório experimental de um mundo sem papel moeda, primeiro país da União Européia a tirar o dinheiro de circulação?

Liberdade de pensamento? Isso já era! Está ultrapassado! O Politicamente Correto chegou, e veio pra ficar!

Sugestão de Louvor
Yolanda Adams - Lests Us Worship Him
http://www.youtube.com/watch?v=gIvEuTeHjYc

luiz claudio reis disse...

Qualquer pessoa que pegar uma bíblia em uma mão e um bom jornal em outra, vai perceber que as coisas estão se encaminhando muito rapidamente... E é por essas e outras que o Espírito Santo revela que é inescusável o homem que não percebe os planos de Deus para os seres deste mundo...

Angela Fernandes disse...

O problema está em aplicar a lei e a liberdade religiosa, não em imigração. A imigração pode muito enriquecer um país. E, de fato esses regimes que incham a máquina do Estado são um futuro sem muita diversidade e perspectiva, sem respeito e com uma vertiginosa queda em humanismo e humanidade em troca dessa geringonça. Não conheço a experiência, mas sei que a sede de ultrapassar a instrução bíblica e se desligar divinamente da fonte faz do homem um tolo em qualquer lugar. Suponho que o problema do racismo para quem é mero brasileiro ainda quer dizer preconceito contra pessoas da cor negra dentro da visão escravagista. Nós, brasileiros nos vangloriamos de sermos uma mistura de raças bem colorido. Esses empréstimos que fazemos da vivência política de outros governos nos ajudam muito pouco. O povo brasileiro comum, Júlio, é simples e nada entende senão do que lhes induzirem a pensar seja por palavras fortes ou pela fome na narriga. Realmente, precisamos livrar o povo de ser tentado ao progresso por meio de uma filosofia política impressionante. O mundo não é salvo por essa ou tal teoria, mas quando Josés e Daniéis podem dirigir as pessoas de volta às promessas e aos planos de Deus na história. O papa disse que a bandeira cristã da pobreza foi tomada. Mas, penso que para retomar com uma dessas pressionantes formas de governo idealizados pela filosofia e pensamento do homem politizado à parte do Reino ou, mesmo, reinante à parte da fé compartilhada como Corpo, correríamos riscos iguais ou piores do que deixarmos sobre a mesa as questões em que isso tem implicado há tanto tempo. A ponto que somos lembrados do que disse Jesus: Os pobres sempre tereis dentre vós. Sede generosos. E, quando se repete no NT que dos mesmos não nos esqueçamos ou que os atendamos como irmãos prioritariamente. O que, aliás, roubou a bandeira da boa mordomia no todo;

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Coisas destas ditas por brssileiros tem imensa piada.

O brasil foi feito por imigrantes. Os indios nem eram assim tantos e foram mortos...

A europa faz um imenso esforco para bem receber imigrantes do terceiro mundo.
Tentamos que Marroquinos ou brasileiros sejam respeitados nas suas idiossincracias.

Na europa e' tao estranho um pentecostal como um muculmano.

Tentamos e' respeitar e dar dignidade.

E nem esperamos que argelinos, brasileiros ou indonesios entendam.

Apenas respeitamos e tentamos compreender.

E compare os indicadores da suecia com a america do sul.

Sao um bocadinho melhores...

O facto de serem bem tratados nao significa fraqueza.

Aconselhava a leitura do sermao da montanha.....

carloshenrique disse...

A O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa, o texto postado no estimado blog do Sr. Júlio Severo, foi traduzido pelo Júlio Severo. E, como bem indicado no próprio texto, o tal texto foi escrito por Dale Hunt, e o texto original como indicado no final se encontra no seguinte link: http://archive.is/NoRQ8
Portanto, antes de falar bobagens veja primeiramente quem é o autor do texto em questão, que já é indicado no início do Artigo, e de onde foi triado, e se é traduzido ou não, pois sem se notar ou se perceber tais coisas só se acaba falando bobagens sem se saber do que está se tratando ou se falando.
Atenciosamente, Carlos Henrique Xavier.

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Há na realidade um problema com imigração na Europa.

Mesmo países pobres, no contexto europeu, como a Bulgária apresentam indicadores de bem estar muito superiores ao resto do mundo. Comparar a Bulgária com a Líbia nem faz sentido.

Isto cria um fluxo de emigrantes das Américas , África e Ásia enorme.

A classe média da América do sul vive muito abaixo dos considerados pobres na Europa Ocidental.

A UE + Noruega e Suíça tem feito um esforço enorme para resolver um problema complicado:

Controlar os emigrantes que chegam e dar-lhes condições que respeitem a sua condição de pessoas humanas.

Isto gera como é obvio tensões compreensíveis com alguns sectores da população europeia.

Eu sou português mas vivo habitualmente fora de Portugal em diversos países europeus.

Há uma certa tendência dos emigrantes criarem guetos e da criminalidade ser mais elevada nestes guetos.

Em Portugal numa zona perto de Lisboa - costa da caparica - há uma forte concentração de emigrantes económicos na sua maioria brasileiros, angolanos e do Bangladesh.

Uns com igrejas pentecostais outros muçulmanos.

Tem de haver um grande trabalho das autoridades para que não haja xenofobia e se permita que as pessoas possam realizar as suas peculiares cerimónias religiosas.

No fundo eu, como uma grande parte dos europeus, achamos rituais como a fogueira santa de Israel em que os pobres emigrantes são tosquiados dos poucos haveres tão ridículos como ajoelhar em direcção a Meca ....

Não é uma fraqueza entender e respeitar que para essas pessoas isso é importante.

Há na Europa muitos movimentos, felizmente minoritários , que são racistas e xenófobos.

Tem de ser bem controlados. E felizmente tem sido.

Eu até fico contente do meu fornecedor de kebab na alemanha ser iraniano. Num dos meus restaurantes preferidos na Suíça as empregadas são brasileiras - é sempre um prazer falar português - e em Frankfurt num restaurante que eu adoro a minha empregada favorita é afegã e farsi.

Todos seres humanos como eu e que devem ser respeitados nas suas crenças e valores.

Claro que isto combinado com o respeito das leis europeias e do respeito por todos indiferentemente da cor da pele, hábitos e costumes, orientação sexual e pais de nascimento.

É algo muito difícil de conseguir.

De momento estou na Bulgária e há cá ums crescente comunidade de brasileiros.

Certamente lá trarão uma IURD qualquer. Vai ser necessário algum esforço das autoridades para que a igreja ortodoxa não tente boicotar ou fazer como na Rússia que queimam liminarmente as igrejas não ortodoxas.

E de certeza que os brasileiros que cá estão vão dar uma mais valia ao país.

Viana disse...

Os esquerdistas na Suécia estão seguindo a agenda da Escola de Frankfurt.
Para avançar ainda mais com a sua revolução cultural "silenciosa" - sem nos dar no entanto qualquer tipo de ideia sobre os seus planos para o futuro - a Escola recomendou o seguinte (entre outras coisas):

1. Criar ofensas raciais.
2. Mudanças contínuas como forma de gerar confusão.
3. O ensino da sexualidade e da homossexualismo a crianças.
4. A fragilização da autoridade das escolas e dos professores.

5. IMENSA IMIGRAÇÃO COMO FORMA DE DESTRUIR A IDENTIDADE [NACIONAL, CULTURAL E RÁCICA]

6. A promoção do consumo de bebidas alcoólicas em excesso.
7. Esvaziar as igrejas.
8. Um sistema legal duvidoso com um viés contra as vítimas do crime.
9. Dependência estatal ou dependência de benefícios estatais.
10. Controlar e "emburrecer" os meios de comunicação
11. Encorajar o colapso da família.

Anônimo disse...

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse, bonito o seu discurso, mas será que poderá ser sustentado por muito tempo?

A Europa virou as costas para Deus e tem sido entregue a sua própria sorte.

Marcelo Custodio disse...

Júlio, é muito simples: antes da abertura ao Socialismo, Satanás promoveu uma destruição nos lares.

Satanás não precisava mais agir nos países africanoa e muçulmanos. Precisava agir num dos modelos de felicidade social e familiar do mundo: a Suécia. E Satanás estava furioso porque por séculos ainda não tinha conseguido tocar na terra dos "caretas" como fez com a África e países muçulmanos, devido ao temor do Senhor Jesus que ainda havia.

Como tudo começou? A partir do momento em que os pais suecos abandonaram o temor de Deus e deixaram de corrigir seus filhos. Mês passado tivemos uma matéria na Globo (claro) louvando e exaltando o fato de os pais suecos ouvirem "de boa" berros e gritos na cara e nunca mas nunca falar nada (olha que demoníaco: pai não pode chamar a atenção mas filho pode!) e deixar "o negócio rolar" e se "resolver sozinho".

Não preciso dizer que esta pseudo ciência tendenciosa privilegia a "a lei do mais forte", fomenta a falta de respeito a qualquer tipo de autoridade e outras coisas mais. Justamente como nas terras já arrasadas citadas anteriormente.

O colapso econômico vem fácil fácil depois disto. Daqui a alguns anos vocês vão ver a Suécia decretando moratória....

Anônimo disse...

Concordo demais. Quem foi o nórdico batizado que escreveu isso? Porque acredito que a religião em muitas vezes, pode até não ser assim muito santa mas se, esse pessoal aqui não fosse assim tão pagão conseguiria com certeza outros resultados. Outra coisa, isso que a Suécia está falindo é muito Real é sério. Eu disso sei eu porque trabalho aqui e vejo todos os dias o andar da carruagem... O bicho vai pegar depois q tiraram Reinfeldt então MEU DEUS. O maior aviso dele era: em 10 anos o percentual de aposentados irá subir em 21% desses percentual coloca ai que essas pessoas iram viver mais 30 anos ( porque eles vivem muuuito e aqui já se fala até em viver 150 anos ), aposentado, recebendo e ainda tendo do governo o ( hemtjänst ), o enfermeira que visita em casa. Gente! Deixa o portugues ai encima esbravejar dizendo que nos "europeus"
Haha só rindo mesmo da raça aqui já vi tantos terem comer terra português aqui é quase tão mal tratado que nós.