7 de junho de 2014

“Sem pôr limites, teremos crianças mimadas”, diz Feliciano sobre “Lei da Palmada”


“Sem pôr limites, teremos crianças mimadas”, diz Feliciano sobre “Lei da Palmada”

Comentário de Julio Severo: Embora a postura de Marco Feliciano, de votar contra a Lei da Palmada, tenha sido acertada, o que está deixando os eleitores cristãos perplexos é a postura coletiva da Frente Parlamentar Evangélica. Reportagem recente do Estadão disse que a aprovação da Lei da Palmada “só foi possível após acordo com a bancada evangélica, que vinha obstruindo a votação do projeto nos últimos anos”.
Feliciano parece ter sido um dos pouquíssimos casos isolados entre os parlamentares cristãos. A maioria da bancada evangélica resolveu apostar com o governo e acabou fazendo seus eleitores perderem nas mãos de defensores do aborto e da pedofilia. Eis a matéria mostrando postura de Feliciano:
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) foi um dos parlamentares da bancada evangélica que votaram contra a Lei da Palmada na Câmara. O projeto foi aprovado nessa quarta-feira (4) no Senado.
Folha - Por que o senhor é contra o projeto?
Marco Feliciano - É um projeto socioeducativo, mas inócuo. Não traz nada de novo na legislação brasileira. Passa a imagem de que o pai não pode tomar nenhum medida punitiva em relação aos seus filhos.
Mas a proposta não inibe pais a agirem com violência?
Só causa confusão. O Estatuto da Criança e do Adolescente já prevê tudo isso. É um projeto para inglês ver. Foi feita tanta intriga em cima dele, mas só serve para amedrontar pai e mãe.
O senhor concorda com o uso de medidas corretivas, como palmadas?
Isso é de foro íntimo, de pai para filho, não me manifesto. Mas pais e mães amam seus filhos, não vão em sã consciência espancá-los. É preciso colocar limites senão teremos crianças mimadas e nós, com os cabelos brancos, vamos pagar o pato.
Divulgação: www.juliosevero.com
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9 comentários :

Anônimo disse...

Há alguns posts atrás fiz neste blog o seguinte comentário: “Seria interessante, agora que estão se aproximando as eleições, pesquisarmos como foi a atuação de cada deputado em questões que envolveram valores cristãos”. Eu estava me referindo ao corpo mole da bancada evangélica em temas de maior importância para à família cristã. São poucos os parlamentares que põem a cara para bater e esses devem receber os devidos elogios e as recomendações do povo cristão. Já os outros, precisamos saber onde estavam e o que fizeram para impedir, por exemplo, que fosse aprovada esta lei da palmada. Precisamos, nesta eleição, retirar do parlamento aqueles que se dizem evangélicos, mas com procedimentos que não honram o que diz a palavra de Deus.

Patricia Bastos disse...

Julio poderia nos orientar a respeito dos parlamentares que não nos representam?

Fabiano Santos disse...

Coitado do médico, quando for fazer um parto: Bato na bunda para a criança abrir o pulmão, ou não bato? Eis a questão!!!

Fabiano Santos disse...

Acabaram com o Brasil... Se tivessem dado uns bons tapas na nossa "presidenta", hoje não estaríamos nessa meleca.
Pegaram leve com esses terroristas, hoje pagamos o erro de um passado falho! As Forças Armadas não fizeram o serviço completo, mataram o piolho, mas deixaram as lêndeas!

Daniel Dantas de Oliveira disse...

Mimadas é apelido...
E olha que nas atualidades já tá cheio de tiranetes sem limites e vários nerozinhos...

Fabiano Santos disse...

Julio.
Só no fato de o repórter ser da Folha, já se tem uma ideia do chumbo grosso que vem!
O Feliciano não tem que abrir a boca. Ele anda ultimamente pisando demais no cadarço... Daqui a pouco ele atira beijinhos para o Papa gayzista! Hunf, deixa quieto!

Anônimo disse...

Estamos num mato sem cachorros !!! deputados!!!

Welber disse...

O pastor Marco Feliciano disse precisamente isto:

"Sem pôr limites, teremos crianças mimadas"

Respondendo ao pastor Marco Feliciano, eu diria que tem um ditado popular que diz que "casa de pai é escola de filho". Independente de quem seja o autor do mesmo ditado, não existe verdade maior do que esta. Eu diria mais: é a família quem realmente educa a pessoa desde cedo (inclusive impondo limites). Afinal, já disseram que "o mundo será o que forem as suas famílias".

Em relação à questão de se pôr limites, eu vejo assim: a liberdade de ser humano tem que ter, obrigatoriamente, determinados limites. Se todas as pessoas fizessem o que quisessem (ou sentissem vontade) usando o argumento da liberdade como desculpa, então qualquer um poderia matar, estuprar, usar drogas, entrar na casa de qualquer pessoa e roubar tudo que ela tem, cometer crimes à vontade, enfim, o mundo inteiro já teria se auto–destruído por falta de controle dessa liberdade excessiva.

Todo e qualquer ser humano (seja homem, mulher, ou criança) é livre, mas até certo ponto. Se a liberdade concedida ao ser humano não tiver limites, esta mesma liberdade se transformará em anarquia suicida. Como já disse um antigo sábio, "a liberdade tem que ser limitada para poder ser realmente conquistada".

Portanto, é necessário que existam certas leis para se controlar a liberdade das pessoas. Se algumas pessoas, mesmo com determinadas leis, já abusam da liberdade que têm (e, apesar disso, insistem em desobedecer às leis), agora imaginem se essas leis não existissem! Se, mesmo com a presença da polícia, certos criminosos, ainda assim, se atrevem a atacar as pessoas, imaginem se não existisse a polícia para reprimir as ações destes criminosos! Não foi sem razão que alguém disse: "O excesso de liberdade é uma porta aberta para o mal".

Precisa dizer mais alguma coisa?

Pente Fino Anti Fraudes disse...

É preciso entender que o famigerado Estatuto da Criança e do Adolescente, se tornou um dos instrumentos do crime.
Agora vem a lei da palmada, é possível que no futuro, autoridades que proíbem pais de corrigir seus filhos, venham a ser as mesmas que enviarão polícia com mandados atrás dos filhos sem limites.