20 de junho de 2014

Jovem segue conselho da mãe e engravida para viver à custa do governo


Jovem segue conselho da mãe e engravida para viver à custa do governo

Comentário de Julio Severo: O título deste artigo é do jornal O Globo e, evidentemente, está errado. Se o governo tivesse seus próprios recursos, independente dos escravos que pagam impostos exorbitantes, poderíamos dizer que vagabundos vivem à custa do governo. Mas o governo, para dar alguma coisa a alguém, tem de tirar dos outros. Assim, quando a mulher que não quer trabalhar, mas engravida dos homens com quem se relaciona de forma imoral e irresponsável, ganha algo governo, seja salários altos e apartamentos, quem está pagando toda a conta na verdade é o cidadão trabalhador, muitas vezes um pai de família com orçamento apertado para atender às legítimas necessidades de sua esposa e filhos, mas que é legalmente forçado a bancar a conta de um monte de vagabundos por meio de absurdos impostos: um dinheiro que deveria ser usado para sua família, mas que é usado para sustentar vagabundos e suas bolsas-esmolas. O título mais correto para este artigo seria: “Vagabunda segue conselho da mãe vagabunda e engravida para viver à custa do cidadão que trabalha e paga impostos.” No passado, uma mulher para se sustentar arrumava um marido. Hoje, com o Estado assistencialista, ela “casa” com o governo e se sustenta e vive confortavelmente à custa dos maridos das outras. Pobres mulheres casadas! Eles são obrigadas a fazer grandes sacrifícios financeiros para não ultrapassar o orçamento doméstico que depende do salário de um marido que tem de pagar impostos para sustentar as vagabundas casadas com o Estado!
Sinead, tem 'alergia' a trabalho / Foto: Reprodução/Facebook(Sinead Clakson)
Uma mulher desempregada que mora em Manchester (Inglaterra) e vive às custas do governo britânico admitiu ao "Daily Mail" ter incentivado à filha, de 19 anos, a engravidar para gozar dos benefícios estatais e ter uma vida "sem trabalho e estresse".

Sinead Clarkson, de 36 anos, tem dois filhos e nunca trabalhou. Nos últimos 20 anos, a britânica tem se mantido com a ajuda que recebe do governo por não ter trabalho e por causa das filhas: 1.200 libras (4.465 reais) mensais.

Sinead e Melissa - Foto: Reprodução/Facebook(Sinead Clakson)
O conselho foi seguido. Melissa, a filha de Sinead, ficou grávida seis meses atrás. Ao tabloide londrino, a futura avó contou ter ficado "maravilhada" com a notícia.
Além da pensão do governo, Melissa receberá um apartamento de dois quartos do governo.

Sinead e Amie / Foto: Reprodução/Facebook(Sinead Clakson)
"Eu disse à Melissa que usasse o sistema e engravidasse para ganhar mais benefícios, ter a própria casa e uma vida melhor. Eu não quero que ela trabalhe para ganhar migalhas", afirmou Sinead.

A filha mais nova de Sinead, Amie, de 12 anos, já demonstra interesse em seguir os passos da irmã mais velha e também engravidar para não ter que trabalhar.
Fonte: O Globo
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

4 comentários:

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

E mesmo com estas ajudas dos paises europeus a natalidade continua muito baixa.
Comparando as ajudas do reino unido com as da suica ou noruega ....

Na dinamarca sao no minimo o dobro...

Duílio disse...

Qualquer semelhança com a atitude desta mulher lá na Inglaterra e o Bolsa–Família que as mulheres daqui do Brasil recebem não é mera coincidência! É pura realidade!

Por que muitas mulheres daqui (mais precisamente das regiões onde o povo não tem conscientização política) estão engravidando a torto e a direito nestes últimos anos (principalmente depois que o PT assumiu o governo)? Porque é pura e simplesmente para ter direito ao Bolsa–Família. Ou será que eu estou errado?

Aí muitos poderiam contra–argumentar, dizendo: "Mas você é contra a ajuda que se dá às pessoas necessitadas?" Não é que eu seja totalmente contra a ajuda às pessoas necessitadas. Mas eu vejo assim: eu devo ajudar, sim. Só que esta mesma ajuda deve ser temporária (não deve ser permanente). Quando a pessoa tiver sido ajudada após um certo tempo, ela deve, passada esta ajuda inicial, procurar algo para se manter por conta própria. Em relação a isso, Confúcio (filósofo chinês) disse algo muito pertinente: "Se queres saciar a fome de um homem, dê a ele um peixe; mas se queres que este mesmo homem sobreviva, ensine-o a pescar"

Não menos importante é o que a Bíblia ensina:

"Comerás o teu pão com o suor do teu rosto" (Gênesis 3:19)

"Se alguém não quiser trabalhar, não coma também" (2 Tessalonicenses 3:10)

Podem pensar o que quiser de mim, mas eu digo sem medo: esse Bolsa–Família, na verdade, fez foi criar uma geração de gente ociosa, vagabunda, preguiçosa, e irresponsável!

É por isso que eu sou totalmente contra o Bolsa–Família. Ao invés de tirar pessoas da pobreza (como o governo supostamente disse que seria esta a finalidade do Bolsa–Família), fez foi aumentar a natalidade descontrolada! Foi uma irresponsabilidade do governo! Por que não se dar emprego às pessoas necessitadas, ao invés de oferecer um assistencialismo puramente eleitoreiro? Porque é isto o que o Bolsa–Família realmente é! Ou alguém daqui vai me dizer que não?

Se alguém quiser se manifestar, esteja à vontade.

Anônimo disse...

Qdo o profeta Samuel disse ao Senhor que o povo queria "um rei", e pediu ao Altissimo que os liquidasse, o Senhor falou: "Da o que eles querem'. Tb, acrescentou: "mas diga-lhes que depois nao venham se queixar comigo". Dito e feito; Apos a morte de Salomao, o qual foi um fardo pavoroso para eles, veio o filhote, impio dos quatro costados e bateu dobrado Depois disso foi soh decadencia. No artigo do link a seguir, o fato eh lembrado, num magistral artigo:

http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15280-2014-06-20-21-50-42.html

("Orando pela nação?" - Escrito por Alberto Mansueti | 20 Junho 2014)

Antonio.


Eliel disse...

"Dando o que nós (povo) precisamos, até o diabo pode ser o nosso presidente"

Não é exatamente este o pensamento daqueles que recebem o Bolsa–Família (e outros assistencialismos eleitoreiros) do governo? Não lembra as mesmas propostas que o diabo fez a Jesus durante a tentação no deserto?

Os políticos esquerdistas sabem que têm que fazer de tudo (não importa que seja certo ou errado) para ganhar o coração (e o voto) do povo. Como eles mesmos fazem questão de dizer com todas as letras, "os fins justificam os meios".

A mesma coisa é o diabo. Ele nunca vai confessar abertamente: "Eu sou Satanás, e vim para enganar, roubar, matar, e destruir a todos! Eis aqui a minha verdadeira face!". O diabo pode ser qualquer coisa, mas burro, com certeza, ele não é. Muito pelo contrário: ele é muito astuto na arte de enganar (principalmente aqueles que não têm discernimento espiritual). O apóstolo Paulo não deixa nenhuma dúvida quanto a isso:

"E não vos admireis disto, já que o próprio Satanás insiste em se transformar em anjo de luz. Não é muito, portanto, que os seus ministros (como os políticos esquerdistas) apareçam como ministros da justiça; e o fim deles será segundo as suas obras" (2 Coríntios 11:14–15, o parêntese é meu)

Judas se vendeu por míseras 30 moedas de prata para trair Jesus. Quantos hoje não estão agindo igual a Judas ao vender o voto (e até a própria alma ao diabo) em troca de qualquer assistencialismo eleitoreiro (como o Bolsa–Família), ou até mesmo em troca de um prato de comida?

Diz o ditado popular que "o peixe morre pela boca". O povo morre por votar mais com a barriga do que com a cabeça durante as eleições. E mesmo assim, esse mesmo povo quer ser masoquista (masoquista é aquele que gosta de sofrer). Sabe que vai eleger um representante do diabo (ou até mesmo o próprio diabo), mas não quer perder a sua "ajuda". Pior para quem?

Enquanto o povo não for conscientizado politicamente (e, principalmente, enquanto muitos continuarem sendo enganados pelas mentiras do diabo), nunca cortaremos este mal (dos assistencialismos eleitoreiros) pela raiz!