13 de junho de 2014

A maior mentira da enganocracia até agora


A maior mentira da enganocracia até agora

Duplos padrões, hipocrisia, mentiras e propaganda na Europa de hoje

Donald Hank
A seguinte linguagem desesperada é dos oligarcas que querem dominar o mundo:
O recente aumento na retórica xenofóbica dos políticos da União Europeia pode preparar o caminho para a violência e violações de direitos humanos, avisou na terça-feira em Genebra Navi Pillay, Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos.
Desconstrução:
A intromissão do Mundo Unipolar (a UE e os EUA) na Ucrânia por parte dessa gente que diz amar a paz e faz parte da enganocracia já matou mais de cem pessoas em Kiev e centenas mais no sudeste da Ucrânia. Se não tivesse sido pela intervenção russa na Crimeia, a violência ali teria sido também insuportável.
Navi Pillay
Pillay então cita o nazista alemão, cujo partido só obteve uma cadeira no Parlamento da UE na eleição recente, como se esse lobo solitário fosse um sinal do que virá. Ela enganosamente mistura esse partido nazista solitário com Marine LePen, cujo partido Frente Nacional tem aliás tido o cuidado de evitar associação com radicais. Ela se queixa de que LePen compara muçulmanos fazendo rezas nas ruas da França à ocupação nazista. Em primeiro lugar, os países membros da UE rapidamente suprimem todo sinal de atividade cristã pública onde quer que ocorra. Em contraste, a UE tolera manifestações islâmicas públicas. O fato é, como sabe qualquer um que lê minhas colunas em inglês no American Daily Herald, a UE conta entre seus fundadores numerosos “ex”-nazistas que serviram com distinção no governo de Hitler, inclusive Walter Hallstein, um professor de direito que foi o autor da lei antissemita Sangue e Honra. Hallstein foi nomeado o primeiro presidente da Comissão da UE (que era então a CEE). Como é que é possível tal hipocrisia?
Mas o caso fica pior.
Todo europeu que tem visto o aumento nos crimes desde que as hordas muçulmanas começaram a chegar à Europa sabe muito bem que a UE estava por trás dessa importação de muçulmanos na Europa. Nenhum país membro da EU pode negar a esses muçulmanos entrada, residência e pagamentos de assistência social. Todos os meus correspondentes na Inglaterra estão cientes desse escândalo, e julgando pelo sucesso do Partido da Independência da Inglaterra, a maioria dos cidadãos ingleses está também muito bem ciente disso.
No entanto, Pillay argumenta que o recente assassinato no Museu Judaico em Bruxelas estava “ligado a esse clima de extremismo,” que evidentemente estava de certo modo sinistro ligado a LePen.
É claro que é exatamente o oposto. Esse ataque está intimamente ligado à insistência da UE em importar hordas de muçulmanos para a Europa, e especificamente para Bruxelas, que, de acordo com muitos documentos estatísticos, tem a maior população muçulmana de todas as cidades europeias, graças às políticas esquerdistas de imigração da Europa impostas em seus países membros.
O número de muçulmanos em Bruxelas — onde aproximadamente metade do número de muçulmanos da Bélgica vive atualmente — chegou a 300.000, o que significa que a pretensa “Capital da Europa” é agora uma das cidades mais islâmicas da Europa.
Em 2013, os muçulmanos compunham aproximadamente 26 por cento da população da Bruxelas metropolitana, seguida por Roterdã (25 por cento), Amsterdã (24 por cento), Antuérpia (17 por cento), Haia (14 por cento) e Utrecht (13 por cento), de acordo com muitas pesquisas.
Por isso, quando Pillay aponta o dedo para LePen, que se opõe à islamização, por estar “ligada” à violência ligada ao islamismo, ela esquece que tem 3 dedos apontando diretamente de volta para ela. A boa notícia é que os europeus não estão mais escutando mentiras.
Traduzido por Julio Severo do artigo do American Daily Herald: Biggest Lie of The Deceptocracy so Far
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