29 de maio de 2014

Sanções russas parecem ligar agenda gay à crise na Ucrânia


Sanções russas parecem ligar agenda gay à crise na Ucrânia

Dr. Scott Lively
Um artigo do jornal Daily Beast, intitulado “Putin Impõe Sanções Secretas em Homossexualistas que Apoiaram a Campanha de Obama,” comenta que “um foco foi colocado nas empresas que têm laços com a comunidade gay e lésbica; reflete a continua batalha entre o Kremlin e a Casa Branca por causa das leis da Rússia que punem a promoção da propaganda LGBT.”
Depois de mostrar que a segunda rodada de sanções dos EUA contra a Rússia curiosamente não tem relação com a Ucrânia, a própria lista sanções da Rússia contra os EUA destaca os homossexualistas que apoiam Obama. Já que os russos acreditam que as sanções devem ter relação com a Ucrânia, parece que a lista russa liga à crise ucraniana a briga toda por causa da agenda homossexual.
Pessoalmente, penso que os motivos de Obama e o momento em que o golpe ucraniano ocorreu (e a subsequente campanha para uma guerra) estão sendo influenciados pelo menos em parte pela postura inequívoca de Putin contra a perversão homossexual.
Como líder de longa data no movimento pró-família que fez uma turnê em seu país em 2006 e 2007 defendendo a própria lei que você sancionou, quero prevenir você a não presumir que você resolveu totalmente o problema com a sanção dessa lei. A batalha para proteger sua sociedade da homossexualização apenas começou, e você poderá ficar surpreso de descobrir nos próximos meses e anos que muitos líderes mundiais começarão a trabalhar agressivamente para tentar intimidar você e forçar você a se render às exigências homossexualistas.
Poucas agendas políticas na história da humanidade tiveram a tenacidade e determinação do movimento homossexualista. Seus ativistas são movidos por uma militância implacável e fervor de avançar seus próprios interesses egoístas que rivalizam até com as seitas religiosas mais fanáticas. Dá para se ver um vislumbre do espírito por trás desse movimento em Gênesis 19:4-11.
Em apenas cinquenta anos esse grupo periférico que representa apenas 2% da população tem, por meio de pura força de vontade e intimidação, ganhado mais influência política nos poderes legislativos e tribunais do mundo ocidental do que a igreja cristã. A conduta sexual que define sua identidade como indivíduos e como movimento era quase universalmente ilegal e proibida durante os anos em que nossas duas nações estavam aliadas contra a ameaça do nazismo, mas pouco mais de meio século depois os líderes homossexualistas e seus representantes ocupam a maioria dos cargos de poder no Ocidente, e estão crescendo no Oriente e nas nações em desenvolvimento também.
Ao preparar sua sociedade para reconhecer e confrontar as iniciativas do movimento de militantes gays é importante compreender que a propaganda e as políticas deles seguem o conto de que toda censura à homossexualidade leva inevitavelmente ao ódio, violência e assassinato de homossexuais. Todas as políticas pró-homossexualismo dos Estados Unidos e da Europa se apoiam nessa premissa implícita e inquestionável, mas fictícia. Portanto, o movimento homossexualista não está simplesmente buscando tolerância social, ou aceitação, mas poder e controle politico. Eles querem o poder de reprimir toda desaprovação à homossexualidade na sociedade russa e forçar todos os cidadãos (principalmente os jovens) a adotar a opinião de que a conduta homossexual é boa e normal.
Eles pedem igualdade, mas logo que conseguem todos os ideais sociais que exploraram para chegar ali, tais como tolerância social, liberdade de expressão e respeito pela diversidade cultural, vem o descarte desses ideais. Em lugar desses ideais introduz-se uma nova cosmovisão e moralidade reversa e invertida que condenam toda desaprovação à homossexualidade como uma nova forma imaginária de intolerância. Chamo esse fenômeno de “homo-fascismo” e o defino como uma forma de extremo radicalismo esquerdista e retrógrado que busca estabelecer rígidos controles autoritários sobre todos os discursos públicos e políticas governamentais com relação a normas e boas maneiras sexuais, e sancionar medidas punitivas contra pessoas que discordam por motivo de consciência, punindo ou suprimindo toda desaprovação à homossexualidade e condutas sexuais relacionadas (que evidentemente, muito embora eles neguem, rapidamente incluiriam doutrinação e exploração sexual de crianças).
Nos próximos meses e anos a Rússia e seu povo serão cada vez mais retratados por exagerações abusivas e carregadas de paixão como portadores de ódio e intolerância, decididos a exterminar os homossexuais. Aliás, a campanha de propaganda sobre esse tema já foi iniciada, com filmagens de vídeo professando mostrar neo-nazistas russos batendo em homossexuais agora circulando na internet, junto com a falsa insinuação de que essa é a intenção da lei russa.
Quando os EUA e a Europa patrocinaram o golpe de Estado na Ucrânia, apontei para o fato de que um fator importante para os ucranianos foi provavelmente a agenda LGBT da União Europeia versus a agenda pró-família da Federação Russa.
Penso que a reportagem do Daily Beast fornece uma leve força à minha hipótese.
Previno os conservadores dos EUA a não formarem fileiras com Obama contra os russos. Há mais coisas nessa crise do que o que a propaganda de guerra e as interpretações distorcidas da mídia ocidental (inclusive de algumas mídias conservadoras) querem que creiamos. Eu por exemplo não fico do lado da horda da Nova Ordem Mundial contra a única potência que está fazendo resistência à agenda homossexual e adotando valores que são bíblicos nas questões da família. Pelo menos não por causa de uma crise geo-política na qual os russos estão claramente certos.
Traduzido por Julio Severo do comunicado de Scott Lively: Russian Sanctions Appear to Link LGBT Agenda to Ukraine Dispute
Leitura recomendada:
Sobre Rússia e homossexualismo:
Sobre crise ucraniana:

Nenhum comentário :