30 de maio de 2014

Pra que serve a Bancada Evangélica?


Pra que serve a Bancada Evangélica?

Thiago Cortês
“O governo ideal de qualquer homem dado à reflexão, de Aristóteles em diante, é aquele que deixe o indivíduo em paz — um governo que passe quase desapercebido” – H.L. Mecken.
A Lei da Palmada pouca ou nada tem a ver com palmadas. Ou com os direitos das crianças. Ou com educar pais estúpidos. Ou com a paquita velha Xuxa. Ou com o menino Bernardo.
Ela tem mais a ver com a heresia dos que pretendem substituir Deus pelo Estado, nossa consciência pela legislação, nossas referências morais por burocratas arrogantes.
Somos humilhados, subestimados, roubados, vilipendiados, reduzidos a pagadores de impostos, tratados como bestas de cargas e idiotizados, dia após dia, por um Estado que pretende ser nosso pai, nossa mãe, nossa religião e, no limite, “nosso” deus.
A Lei da Palmada é mais um instrumento nas mãos daqueles que desejam bisbilhotar nossa privacidade, controlar nossas famílias, “corrigir” nossos hábitos e destruir a confiança que temos na nossa bússola moral interior que nos foi concedida pelo próprio Deus.
Querem substituir nossa bússola moral pelas leis dos homenzinhos que sonham com um Estado babélico que atinja as esferas divinas, impondo-se como Guia Moral Absoluto.

Aliados

Os babélicos de Brasília estão construindo, lei após lei, mentira depois de mentira, tragédia em cima de tragédia, o seu gigantesco Estado babélico. Uma vez que ele esteja erguido, qual um Guia Moral Absoluto, nenhum reles mortal aqui embaixo achará errado ou contraditório que a proibição das palmadas venha acompanhada da legalização do aborto.
Mas que ninguém se engane! O Estado babélico é obra feita em parceria. Nos momentos em que alguns cristãos, aqui embaixo, ameaçam derrubar o ídolo dos babélicos, ocorre uma rápida e engenhosa operação de apaziguamento por parte da Bancada Evangélica.
Os membros da Bancada Evangélica passam o tempo inteiro esbravejando contra o ídolo em construção, ganhando apoio da multidão aqui embaixo, mas nos momentos cruciais, quando há uma fagulha de resistência, reagem como exemplares agentes de pacificação.
Quando um deputado resolveu questionar no Congresso a hipocrisia dos defensores do Estado babélico, em sua maioria defensores do assassinato de bebês, e o marketing vulgar da paquita chorosa, os demais membros da Bancada Evangélica o repreenderam, cassaram sua voz e expulsaram do recinto sua moralidade cristã “incorreta” em favor decoro dos imorais.
Radical expulso, os babélicos rodearam a alma pornográfica que desfilou lágrimas televisivas, em puro êxtase demagógico. É sempre um espetáculo, a hipocrisia líquida.
Os membros da Bancada Evangélica passam quatro anos esperneando contra a idolatria do Estado. Mas no ano em que tudo pode mudar eles resolvem fechar acordos com os babélicos.
Tiram fotos com líderes babélicos, discursam e choram em favor deles e sua idolatria.
Os deputados evangélicos anestesiam a multidão de cristãos com garantias de que os idolatras em Brasília são sensíveis à lei moral de Deus e que eles até oram, lá de cima, como os cristãos aqui embaixo, o que seria uma prova de que no fundo também são cristãos.
Fomos derrotados pelos idolatras — mais uma vez. Mas eles tiveram a ajuda fundamental de deputados evangélicos — mais uma vez. Os idolatras não poderiam ter aliados melhores.
Da próxima você que você olhar para o horizonte tente imaginar o tamanho que o abominável ídolo já ganhou. A sua herética altura agora só poderá ser contida pelo próprio Deus.
Pense nos idólatras invadindo nossos lares para educar nossos filhos sobre a superioridade da ideologia babélica. Imagine isso e reflita: pra que serve a Bancada Evangélica?
Leitura recomendada:
Sobre a Lei da Palmada:
Sobre a bancada evangélica:
Forças e fraquezas da bancada evangélica no Congresso Nacional

13 comentários :

Anônimo disse...

A turma que manda no (i)mundo tracou metas a serem cumpridas pelos que "elles" colokam no osso. No inicio do desgoverno do efegahgahce, seu sinistro das komunicacoes, sergio mota declarou que o plano "delles" para o Brasil era de 20 anos. No mesmo mes o pau mandado da ONU, kofi anao disse que "no maximo, em 20 anos implantaremos o governo global". Qdo o partidao das trevas assumiu o desgoverno, o subchefe dos quatrocentos, ora mais ou menos kongelado na papuda, num alegre conveskote em Parris disse que o plano delles para esta infeliz terra era de 12 anos. Entao, dos 20 do reinado dakele eskerdista do partido da sucialdemoniokraciabrasileira, ele ficou 8 anos; faltariam 12. Os "doze" sao os anos que findam com a doutora sem doutorado petrolifera. O momento atual eh em funcao de que, por algum tempo, a sociedade, merce da misericordia do Senhor, conseguiu segurar o tsunami de planos demoniakos. Num esforco koncentrado "elles" estao fazendo o diabona reta final, para completar a missao dentro do kronograma. Pelo jeito, nao estao se saindo tao mal assim, ou, na verdade, estao se saindo mais maus do que poderiamos pensar.
Fins dos tempos?
Oremos.

Eliel disse...

Este artigo começa com uma pergunta:

"Pra que serve a bancada evangélica?"

Se eu fosse responder de forma bem sincera, eu diria com todas as letras: PARA ABSOLUTAMENTE NADA!

Desculpem se eu fui muito direto (ou muito grosseiro), mas, infelizmente, é desta forma que eu vejo a nossa atual bancada evangélica!

Pode ser que, dentro dessa mesma bancada, haja (se é que realmente há) algumas raras e honrosas exceções. Mas eu diria que 90% dela já está totalmente vendida aos interesses do governo do PT e dos demais partidos esquerdistas (sem contar os que fazem conchavos ou acordos com o mesmo governo para a obtenção de favorecimentos pessoais dos mais diversos tipos).

O que nos deixa indignados é vermos que muitos dessa mesma bancada (que se dizem cristãos) estarem ao lado dos esquerdistas. Com "cristãos" desse tipo em algumas igrejas (e dentro de boa parte da bancada evangélica do Congresso Nacional), quem precisa se preocupar com os ataques do diabo? Ou, como se diz no popular, com "amigos" desse tipo, quem precisa de inimigos?

E digo mais: se Dilma for reeleita (como já se cogita que será), ou se Lula se recandidatar para disputar a presidência, não duvido nada que grande parte da bancada evangélica vai fazer campanha para um deles (ou ambos). Aliás, se depender dessa mesma bancada, o PT e os demais partidos esquerdistas sempre estarão no poder.

Alguém daqui ainda tem alguma dúvida quanto a isso?

Mateus disse...

Se formos analisar o que o Eliel disse no comentário dele, em grande parte ele tem razão. Infelizmente, esta atual bancada evangélica tem se mostrado omissa no combate ao pecado (e aos desmandos do governo do PT). Sem contar que alguns dos seus integrantes têm sido coniventes com o mesmo governo.

A Bíblia diz claramente que os tímidos não entrarão nos Céus (Apocalipse 21:8). Tímido é aquele que tem medo de enfrentar (ou denunciar) o pecado. Será que esse pessoal dessa bancada ainda está lembrado disso? Eles não confiam o suficiente no Deus em quem crêem?

Parece que muitos não estão lembrados do que disse o apóstolo Paulo:

"Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Romanos 8:31)

Se a nossa bancada evangélica for cheia só de gente frouxa (que treme de medo diante da primeira ameaça), é melhor essa bancada não existir!

Deus não gosta de gente covarde. O verdadeiro cristão tem que ser corajoso como Gideão: ele e apenas 300 homens derrotaram os midianitas (em número muito maior) no próprio arraial! Está escrito:

"E disse o Senhor a Gideão: Com estes trezentos homens que lamberam as águas vos livrarei, e darei os midianitas na tua mão; portanto, todos os demais se retirem, cada um ao seu lugar" (Juízes 7:7)

Quem confia em Deus não tem medo de enfrentar nenhum adversário!

Tobias disse...

O que o Eliel fala, em grande parte, faz sentido. O pastor Marco Feliciano disse certa vez (num vídeo do Youtube) que boa parte dos políticos da bancada evangélica são uns covardes. Quando ele tentava reunir esse pessoal para conseguir assinaturas a fim de combater as investidas dos projetos dos homossexuais, muitos até concordavam. Mas na "hora H" (ou seja, no momento em que deveriam se empenhar com firmeza), tiravam o corpo fora (fugiam das suas responsabilidades)!

Esse tipo de cristão (que se omite do combate ao pecado) é tido como morno. Ser morno, de acordo com a Bíblia, é aquele que se diz cristão, mas não combate com firmeza o pecado.

Foi justamente isso que Jesus mandou o apóstolo João escrever na carta para a igreja de Laodicéia:

"Eu conheço as tuas obras: não és frio e nem quente; quem Me dera se fosses frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, estou para te vomitar da Minha boca" (Apocalipse 3:15–16)

Quem é morno é, às vezes, pior do que o ímpio. O ímpio já sabe que direção seguir. É um caminho que é errado, mas que já foi escolhido (pelo menos uma decisão já foi tomada). Já o morno é aquele que, como se diz no popular, fica "em cima do muro": não sabe para onde vai. Em outras palavras: não abandona a Jesus, mas também não resiste a certas tentações do diabo.

Parece que muitos desses mesmos políticos estão esquecidos do que disse o apóstolo Tiago:

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17)

Em outras palavras: aquele que sabe que deve combater o pecado e não toma uma atitude (ou seja, não diz nem faz nada contra o pecado, ou se omite) é cúmplice do pecado (e é tão ou mais culpado quanto o próprio pecador)!

O verdadeiro cristão não pode (e nem deve) ser morno. O verdadeiro cristão tem uma só palavra, uma só escolha, segue somente uma única direção, e é firme em suas convicções. Em suma, o verdadeiro cristão obedece ao que Jesus diz:

"Seja, porém, a vossa palavra: Sim, sim; Não, não; porque o que passar disto é de procedência maligna" (Mateus 5:37)

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou amará a um e odiará o outro, ou há de se dedicar a um e desprezar o outro" (Mateus 6:24)

"Quem não é por Mim, é contra Mim; e quem Comigo não ajunta, espalha" (Mateus 12:30)

Alguém concorda comigo?

O pequeno Peregrino disse...

Para que serve?
Para produzir escândalos.
Eles usam o nome de Jesus para ganhar votos e atingir seus objetivos carnais.
A único poder que Deus usa é do Espírito Santo. A única esperança que Deus nos dá é nossa comunhão eterna com Jesus. O mundo vai continuar marchando para o inferno e a religião organizada está unida com ele.

Everaldo disse...

"Pra que serve a bancada evangélica?"

Respondendo de forma sincera a esta pergunta, eu diria que a bancada evangélica tem a obrigação de atuar com firmeza na defesa da família, dos bons costumes, da obediência à Palavra de Deus, e, principalmente, tem o dever moral de ser uma combatente incansável contra todo e qualquer pecado. Se eu não estiver enganado, creio que a missão de uma bancada evangélica dentro de um determinado governo deve ser esta (ou deveria ser).

O problema é que muitos dos integrantes desta mesma bancada estão sendo cristãos somente de boca (não estão sendo cristãos autênticos). É como Jesus disse:

"Este povo vem a Mim com a sua boca e Me honra com os lábios, mas o seu coração está distante de Mim. E em vão Me adoram, pois ensinam doutrinas que são preceitos de homens" (Mateus 15:8–9)

Adianta alguém dizer que crê em Deus, mas não obedece plenamente à Sua Palavra? Adianta alguém se dizer cristão, mas não ter uma vida santificada? Obediência à Palavra de Deus também significa ter uma postura firme contra o pecado: tem que denunciar o que estiver errado, não tolerar nada fora da Palavra de Deus, não ser condescendente com o erro (seja de quem for), resistir às tentações, enfim, é servir integralmente a Deus (mesmo com todas as adversidades). É como disse o apóstolo Tiago:

"E sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos" (Tiago 1:22)

O que está realmente faltando para muitas pessoas que se dizem cristãs (principalmente para os políticos da bancada evangélica) é um compromisso sério e irrestrito com a obediência total à Palavra de Deus. Falando num tom bem direto: o verdadeiro cristão tem que fazer a diferença onde estiver (tem que ser luz onde há trevas). É como disse o apóstolo Paulo:

"Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; Para que sejais sinceros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo" (Filipenses 2:14–15)

Muitos, ao invés de defenderem os princípios cristãos (e outros cristãos contra os ataques dos escravos do diabo e dos demônios), preferem simplesmente se omitir (ou se aliar aos que promovem tais ataques). É realmente lamentável vermos tal tipo de coisa acontecer dentro da bancada evangélica. Ao invés de haver um combate efetivo contra o mal, está havendo uma indiferença em relação ao avanço do mal.

Usando um tom carregado, eu diria o seguinte: pior do que ser ímpio (ou se aliar a um ímpio) é se dizer cristão e agir como ímpio (ou estar ao lado daqueles que se dizem cristãos, mas que agem pior até do que os piores ímpios). A respeito disso, o apóstolo Paulo escreveu algo muito apropriado:

"Já vos adverti por carta para que não vos associeis com aqueles que se prostituem; isso não dizer absolutamente com os devassos, nem com os avarentos, os roubadores, ou os idólatras; pois assim seria necessário para vós sair do mundo. Mas agora eu vos escrevo para que não vos associeis com aquele que, se dizendo irmão, for devasso, avarento, idólatra, maldizente, beberrão, ou roubador; com o tal, nem ainda comais. Pois que tenho eu em julgar aqueles que estão de fora? Não julgais vós quem é de dentro? Mas Deus julga os de fora. Tirai, portanto, do meio de vós esse iníquo" (1 Coríntios 5:9–13)

Outra advertência séria neste sentido é a do apóstolo João:

"Todo aquele que prevarica e não persevera na doutrina de Cristo não tem a Deus; quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto o Pai quanto o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa e nem tampouco o saudeis. Porque aquele que o saúda tem parte nas suas obras más" (2 João 1:9–11)

Será que eu estou certo? Se alguém daqui quiser se manifestar, esteja à vontade.

Anônimo disse...

Pessoal, não vamos colocar todos os deputados evangélicos em um mesmo balaio. Existem aqueles que se arriscam e sofrem as consequências, muitas vezes de outros deputados evangélicos. Seria interessante, agora que estão se aproximando as eleições, pesquisarmos como foi a atuação de cada deputado em questões que envolveram valores cristãos. Na época do Kit gay, o deputado Bolsonaro (que não é evangélico) teve uma excelente atuação trazendo a público aquela barbaridade. No início ele sofreu muito mas se manteve firme. Depois os evangélicos, que deveriam estar vigilantes contra estas coisa desde o início, começaram a ajudar. Fica seguinte dúvida: os evangélicos entraram na briga por dever de consciência ou porque ficaria muito feio para eles caso não entrassem?. Precisamos identificar aqueles que se dizem evangélicos, mas não estão empenhados a fazer desaparecer estas leis que querem interferir no direito à vida e à família (como a lei da palmada, por exemplo). Quando se coloca um deputado cristão no congresso, está implícito que ele vai defender os valores cristãos. Se um deputado cristão pertencer a alguma base governista ele deve abandoná-la caso o governo seja simpático a temas contra a vida e a família tradicional, caso contrário ele será conivente.

ELISEU disse...

O anônimo disse textualmente isto:

"...Seria interessante, agora que estão se aproximando as eleições, pesquisarmos como foi a atuação de cada deputado em questões que envolveram valores cristãos..."

Anônimo, você está certíssimo. Não só eu concordo com você, como eu ainda diria o seguinte: todos os eleitores (principalmente os cristãos) deveriam investigar a vida pregressa dos candidatos (seja de que partido eles forem), o que dizem os estatutos, diretrizes, ou resoluções dos partidos aos quais esses mesmos candidatos são filiados, como votam, como atuam no Congresso Nacional, quais ideais defendem, enfim, procurar se informar (e também esclarecer a todos), para que não haja ninguém sendo enganado pelos muitos lobos em pele de cordeiro que sempre aparecem em todas as eleições.

Lembro que tinha um vizinho meu que matava e morria pelo PT e pela esquerda. E era também um defensor ferrenho dos socialistas: Marx, Lênin, Stálin, Fidel Castro, Che Guevara (e outros). E não admitia que ninguém falasse mal deles!

Mas bastou eu mostrar alguns vídeos (e também algumas reportagens e alguns artigos) mostrando o que os esquerdistas realmente fazem às escondidas para que esse mesmo vizinho "acordasse". Quando ele finalmente viu a verdade sem nenhum disfarce, ele ficou tão horrorizado que me confessou: "Eu não sabia que esse pessoal agia assim nos bastidores".

Num primeiro momento, ele custou a acreditar no que estava vendo. Mas, como se diz popularmente, "contra fatos, não há argumentos". Ele, finalmente, teve que admitir que tinha sido enganado durante todo esse tempo. Aí eu aproveitei a deixa e disse a ele: "Jesus disse, com todas as letras, que o diabo é o pai da mentira (João 8:44). Os esquerdistas agem da mesma forma (exatamente igual ao diabo): fazem mil e uma promessas mentirosas para se elegerem. É somente através da mentira e da dissimulação que a esquerda consegue estar no poder (para depois mostrar a sua verdadeira face). Se não fosse pela mentira, os políticos do PT (e de outros partidos esquerdistas) jamais seriam eleitos".

Diz um ditado popular que "quem vê cara, não vê coração", não é verdade? Quantas promessas de muitos esquerdistas são feitas na nossa frente com um sorriso (mas com as intenções mais perversas por trás desse mesmo sorriso)?

Por isso é que o governo não tem nenhum interesse que o povo tenha conscientização política. É lógico: quanto mais ignorante for o povo, mais esse mesmo povo é fácil de ser enganado. Em outras palavras: o povo politicamente ignorante se torna uma massa de manobra facilmente manipulável nas mãos de quem está no poder. E considerando que este mesmo povo vota mais com a barriga do que com a cabeça, não é nenhuma surpresa estarmos sendo governados por um bando de corruptos.

Tendo um governo totalmente pró–homossexualismo, pró–aborto, anti–família e anti–cristão, qual será o futuro do nosso país para as próximas gerações?

Deixo esta pergunta no ar para alguém daqui responder na primeira oportunidade.

Diácono Elias (Igreja Batista Nova Jerusalém) disse...

Da mesma forma que o Eliseu, eu novamente transcrevo o que o anônimo disse:

"...Seria interessante, agora que estão se aproximando as eleições, pesquisarmos como foi a atuação de cada deputado em questões que envolveram valores cristãos..."

Anônimo, não só eu assino embaixo desse seu comentário, como eu ainda acrescentaria o seguinte (me corrija se eu estiver errado): se todos os eleitores do Brasil (inclusive os cristãos) tivessem orado e pedido discernimento a Deus antes de votar, não teríamos no poder um governo pró–homossexualismo, pró–aborto, anti–família e anti–cristão. E nem elegeríamos uma bancada que se diz evangélica, mas que não tem tido nenhum compromisso verdadeiro com a obediência à Palavra de Deus (além de ser omissa no combate ao pecado e conivente com o mesmo governo)!

Creio que o problema está não somente em muitos dos políticos que se dizem cristãos (como os da bancada evangélica), mas também de alguns cristãos eleitores que os colocam lá. Alguns desses mesmos eleitores votam somente por votar, influenciados por alguém (tipo: "Vou votar no irmão da minha igreja, pois foi o pastor quem pediu"), ou sem saber quem realmente é o candidato, quais ideais defende, quais compromissos tem, quais interesses visa, enfim, o que realmente fará ao ser eleito.

Daí, surgem certos "políticos cristãos" que estão mais preocupados em cuidar de seus negócios particulares (ou dos negócios de suas igrejas) do que em ter um compromisso sério com a obediência à Palavra de Deus e com questões que afetam a sociedade como um todo (especialmente a maioria cristã).

Portanto, é necessário que todos (não só o povo, mas também as igrejas) sejam politicamente conscientizados sobre a responsabilidade do voto. Se em toda eleição colocarmos ímpios no poder, estaremos dando carta branca para que o diabo e os demônios ataquem a tudo e a todos (além de promoverem a destruição dos valores morais, familiares, e dos princípios cristãos). Em suma: o que não podemos fazer é perpetuar este ciclo vicioso, ou melhor, não podemos continuar alimentando esta política imoral e anti–cristã que já tomou conta do Brasil. Aliás, não só o cenário político, mas, infelizmente, até algumas igrejas evangélicas estão infestadas de falsos cristãos gananciosos e vaidosos que só usam o nome de Deus para seus próprios interesses (ou para suas próprias conveniências pessoais).

Que este alerta seja amplamente divulgado a todos, para que todos saibam o quanto o voto é importante para decidir o futuro de um país.

Um grande abraço,

Diácono Elias (Igreja Batista Nova Jerusalém)

Pastor Lucas disse...

O comentário do diácono Elias foi mais do que oportuno. E o que ele falou foi a mais pura verdade: se tivéssemos orado e pedido discernimento a Deus antes de votar, não colocaríamos no poder um governo totalmente anti–cristão. E também não elegeríamos uma bancada evangélica que tem sido omissa no combate ao pecado.

E como disse muito bem o Everaldo no comentário dele (e que eu repito aqui), a bancada evangélica tem a obrigação de atuar com firmeza na defesa da família, dos bons costumes, da obediência à Palavra de Deus, e, principalmente, tem o dever moral de ser uma combatente incansável contra todo e qualquer pecado. É assim que uma verdadeira bancada evangélica deve atuar.

Mas, infelizmente, o que vemos são os políticos desta mesma bancada sendo omissos no cumprimento do seu dever. Parece que eles estão esquecidos do que Jesus disse:

"Por que vós Me chamais de Senhor, e não fazeis o que Eu digo?" (Lucas 6:46)

"E aquele a quem muito foi dado, muito mais lhe será exigido" (Lucas 12:48)

Muito está sendo dado aos políticos da bancada evangélica (no caso, a obrigação moral de denunciar e combater o pecado). Só que agora muito mais vai ser exigido (o cumprimento desta mesma obrigação). Logo, esses mesmos políticos fatalmente irão prestar contas da sua negligência na obediência à Palavra de Deus! É como bem disse o apóstolo Tiago:

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17)

Que esta mensagem "desperte" os políticos da bancada evangélica, antes que eles estejam diante de Jesus!

Finalizo minha mensagem com este alerta do apóstolo Paulo:

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Anônimo disse...

Meus irmãos Eliseu e diácono Elias, eu estava querendo dizer para averiguarmos a atuação de deputados evangélicos, mas o sentido que os irmãos deram tem igual importância. A princípio é bom procurarmos ver o desempenho dos que se dizem evangélicos naquelas questões anti-família, anti-vida e etc. Não podemos negar que alguns destes deputados têm se portado como guerreiros mesmo que questionemos, as vezes, a forma como se pronunciam (por isto recebem paulada até mesmo de outros evangélicos). Já outros se portam como se não estivessem dando muita prioridade a estas questões importantes para os cristãos (tá na hora de dizerem a que vieram). Quanto aos políticos não evangélicos, fica um pouco mais fácil pois basta mostrar aos irmãos menos esclarecidos que não devemos votar em partidos como PT, PC do B, PSOL e outros de esquerda, os quais, reiteradamente atentam contra nossos valores. Dentro dos demais partidos também existem pessoas que devemos tomar cuidado. Atualmente muitos cristãos estão enaltecendo o PSDB por ser, talvez, a única oportunidade de retirar o PT do poder. Eu também não vejo a hora de tirar o PT do poder e desaparelhar tudo o que eles aparelharam até agora (o que pode demorar um pouco), mas não vamos nos iludir com o lado moral do PSDB. Alguns dizem: vamos derrotar o inimigo mais forte e depois brigar com um não tão forte. De fato, a ética do PT nem se compara à ética do PSDB. Também vejo nos quadros do PSDB muito maior competência, só que, repito, não confio no seu lado moral. Também não confio no senhor Eduardo Campos e muito menos quando se une a Marina Silva (esta senhora não é firme nos valores cristãos). Confesso que não sei muito o que sugerir. Talvez devamos pensar em votar em massa em alguém que se apresente com valores morais e também com equipe competente para governar. Me incomoda muito o fato de haver pastores concorrendo a cargos públicos, mas diante da situação que nos encontramos, sem grandes alternativas, estou pensando seriamente, caso não apreçam outras alternativas, em votar no PSC.
Devemos também tomar cuidado quando formos votar em um candidato a deputado que confiamos, só que com poucas chances de ser eleito na legenda que participa, e o que tem mais chances na legenda seja um que não gostaríamos jamais de vê-lo nos representando. Em fim, tá na hora de aparecerem sugestões, discussões desde que o Júlio disponha este espaço.

Duílio disse...

O anônimo disse isto:

"... basta mostrar aos irmãos menos esclarecidos que não devemos votar em partidos como PT, PC do B, PSOL e outros de esquerda, os quais, reiteradamente atentam contra nossos valores. Dentro dos demais partidos também existem pessoas que devemos tomar cuidado. Atualmente muitos cristãos estão enaltecendo o PSDB por ser, talvez, a única oportunidade de retirar o PT do poder..."

Amigo anônimo, o ideal seria este: que não votássemos em nenhum partido de esquerda. Só que, infelizmente, devido justamente à falta de bons candidatos (e partidos) de direita, ficamos, mais uma vez, sem outras opções de voto. E aí seremos obrigados a assistir novamente à repetição daquele mesmo velho e conhecido filme: a disputa do "ruim" (PT) contra o "menos pior" (PSDB).

Talvez as possíveis diferenças entre PT e PSDB sejam somente no campo econômico; mas em termos de agenda partidária (políticas pró–aborto, pró–homossexualismo, anti–família e anti–cristãs), ambos são rigorosamente iguais! Em outras palavras: mudam somente as "embalagens" (as siglas partidárias), mas o "conteúdo" (o programa de governo) é rigorosamente o mesmo!

Eu não diria que os cristãos estão enaltecendo o PSDB (que é tão ou mais esquerdista quanto o PT). Eu creio que o motivo seja este mesmo: retirar o PT do poder. Não sei se eu estaria exagerando, mas eu creio que uma possível vitória do PSDB dará uma sobrevida à direita (para que ela possa se reorganizar e se recompor para as próximas eleições). No momento, é a única esperança de que dispomos. Entre escolher um "mal maior" (PT) e um "mal menor" (PSDB), é melhor ficar com o "mal menor" (que é, teoricamente, mais "fácil" de ser combatido).

Esperamos que, nas próximas eleições, a direita possa se unir para lançar um ou mais nomes fortes para tirarmos de uma vez por todas a esquerda do poder. Tomara que, um dia, este sonho possa se tornar realidade.

Anônimo disse...

Calma, pessoal.Esqueceram que eles são políticos brasileiros? São TODOS iguais.