3 de maio de 2014

James Dobson para Obama: “Venha e me prenda”


James Dobson para Obama: “Venha e me prenda”

Garth Kant
WASHINGTON, EUA — James Dobson, fundador de Focus on the Family e da Rádio Family Talk, um duro crítico do presidente Obama e oponente judicial, na quinta-feira o descreveu como “presidente abortista” durante um discurso no Dia Nacional de Oração.
James Dobson
Dobson, cuja organização recentemente ganhou uma batalha nos tribunais contra Obama por causa de uma ordem no sistema público de saúde de Obama que exigiria que seu ministério pagasse pílulas de aborto, não tem medo de desafiar o presidente por causa de sua agenda abortista.
Em determinado momento durante a luta por causa da imposição do mandato abortista, ele disse ao presidente: “Venha e me prenda. Não cederei às suas leis malignas.”
O fato de que Obama é o maior apoiador do aborto do que qualquer outro presidente dos EUA foi elogiado pela diretora da Federação de Planejamento Familiar.
Num relatório sobre o discurso principal dele em 2013 numa cerimônia oficial realizada pela Federação de Planejamento Familiar, a maior rede de clínicas de aborto dos EUA, Cecile Richards, diretora da organização, disse: “O presidente tem feito mais do que qualquer outro presidente na história da saúde e direitos das mulheres. Ele compreende que o acesso ao controle da natalidade e assistência médica preventiva são questões econômicas para mulheres e suas famílias. Lutamos ao lado dele para garantir que o acesso à saúde das mulheres seja expandido na histórica Lei de Assistência Acessível, e agora temos de lutar duro para garantir que a promessa total da reforma do sistema de saúde se torne realidade para milhões de mulheres.”
No evento de dia de oração, onde ele era um dos vários palestrantes, Dobson descreveu como Obama disse que ele se tornaria o presidente abortista.
“Ele fez de tal modo que todo cidadão americano será obrigado a pagar pela sustentação do aborto,” ele disse, notando os 250 mil dólares em verbas de dinheiro de impostos que já vão para financiar a Federação de Planejamento Familiar.”
Ele implorou aos ouvintes que “continuassem lutando.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Dobson tears into Obama: ‘Come and get me’
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5 comentários :

ÉLQUISSON disse...

Vendo o teor deste artigo, alguém poderia perguntar:

"Por que os Estados Unidos, que antes era uma referência cristã a nível mundial, hoje está moralmente decaído (e não é mais nem sombra do que já foi em épocas passadas)?"

Não sei se a opinião que eu vou dar aqui vai responder de forma 100% satisfatória a esta pergunta, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (me corrijam se eu estiver errado):

Segundo o pessoal antigo conta, a nação americana nasceu e cresceu sob o temor e a obediência à Palavra de Deus. Enquanto se manteve assim, prosperou em todos os sentidos.

Só que, com o passar do tempo, o desenvolvimento material, científico, e financeiro fez com que os Estados Unidos começasse, aos poucos, a negligenciar a obediência à Palavra de Deus. Sem contar que a influência da Maçonaria (e de outras filosofias erradas) também contribuiu muito para aumentar essa mesma negligência. E também houve um outro fator que agravou ainda mais esse processo: a retirada do ensino religioso das escolas americanas a partir dos anos 60 (coincidência ou não, foi na mesma década que teve o início do movimento feminista). Em suma: os Estados Unidos passou a não dar mais prioridade à obediência à Palavra de Deus!

E o que acontece? Muito simples: a partir do momento em que uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente em sua própria sabedoria, ela fica espiritualmente desprotegida e se torna uma presa fácil para os ataques do diabo e dos demônios (e também de todo tipo de pecado e vício). É como bem disse o profeta Jeremias:

"Maldito o homem que confia no homem, que faz da carne o seu braço, e que aparta o seu coração do Senhor" (Jeremias 17:5)

O que está acontecendo hoje nos Estados Unidos nada mais é do que a conseqüência do abandono total da verdadeira fé cristã. Em outras palavras: a nação americana agora está colhendo os frutos de pouco mais de 50 anos do seu desprezo à obediência à Palavra de Deus!

O maior erro dos Estados Unidos foi exatamente este: trocar Jesus por Satanás! E o que é pior: foi um erro deliberado (ou seja, foi feito de forma consciente)! No dia do juízo final, este mesmo erro vai ser seriamente cobrado! É como Jesus diz na Sua Palavra:

"Por que vós Me chamais de Senhor, e não fazeis o que Eu digo?" (Lucas 6:46)

"E aquele a quem muito foi dado, muito mais lhe será exigido" (Lucas 12:48)

Muito foi dado aos Estados Unidos (no caso, o conhecimento da Palavra de Deus). Só que agora muito mais vai ser exigido (a obediência à mesma Palavra). Logo, os responsáveis pelo destino moral e espiritual dos Estados Unidos fatalmente irão prestar contas da sua negligência na obediência à Palavra de Deus! O livro de Hebreus adverte sobre isso de forma muito séria:

"Pois se pecarmos voluntariamente, depois de já termos recebido o conhecimento da verdade, já não haverá mais sacrifício pelos pecados, Mas uma terrível expectativa de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça? Porque bem conhecemos Aquele que disse: Minha é a vingança, Eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o Seu povo. Coisa horrível é cair nas mãos do Deus vivo" (Hebreus 10:26–31)

Tomara que os Estados Unidos "desperte" o mais rápido possível dessa sua indiferença moral antes que seja eternamente tarde demais!

P.S: Se alguém daqui quiser dizer alguma coisa (ou puder responder a este meu comentário), ficarei agradecido.

Anônimo disse...

Excelente seu comentário ÉLQUISSON, não só excelente, mas verdadeiro!Completo dizendo que para os Estados Unidos,ou qualquer nação que estiver descendo a ladeira abaixo da mesmas abominações, só há dois caminhos:
1- ouvir a voz do profeta que se levantará ( a mando do CRIADOR) contra a nação americana clamando seu arrependimento.
2- Sofrer as consequências do cativeiro, prisão, morte, catástrofes, terremotos, tufões, furacões que se abaterão contra essa nação ferozmente!!!!!

Paulo César Cândido

Eliel disse...

Respondendo ao Paulo César Cândido,

Amigo Paulo César,

Não só eu concordo com tudo que você disse em relação ao comentário do Élquisson, como eu ainda acrescentaria o seguinte: eu comparo a decadência moral os Estados Unidos com a situação de um doente em estado terminal. Estão tentando fazer de tudo para que este mesmo doente permaneça vivo, mas os remédios que estão sendo oferecidos já não estão mais fazendo efeito. Agora que a enfermidade já se agravou a ponto de se tornar irreversível (e onde a morte parece ser o desfecho inevitável) é que estão querendo achar uma possível cura! Essa mesma enfermidade não poderia ter sido diagnosticada (e tratada) muito antes, ou seja, logo no início (para que houvesse maiores chances de cura)?

Precisou os Estados Unidos chegar a esse nível crítico de decadência, para que todos finalmente entendam de uma vez por todas que o desprezo deliberado à obediência à Palavra de Deus equivale a dar permissão para que o diabo e os demônios ataquem impiedosamente a tudo e a todos? Não foi sem razão que Jesus advertiu a todos:

"E quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: Voltarei para a minha casa, de onde saí. E, voltando, acha-a desocupada, varrida e adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e são os últimos atos desse homem piores do que os primeiros. Assim acontecerá também a esta geração má" (Mateus 12:43–45)

Em outras palavras: basta dar um pequeno vacilo ou uma única brecha (sair um instante da presença de Deus) para que o ataque do diabo e dos demônios seja inevitável! O diabo não brinca em serviço! Ele tem que ser combatido sempre! O cristão não pode se descuidar espiritualmente nem por um único segundo!

Aí alguém poderia dizer: "Mas os Estados Unidos é um país cristão". Dizer ser cristão da boca pra fora é muito fácil (qualquer um pode dizer isso, independente de estar obedecendo ou não à Palavra de Deus). Dizer que crê em Deus qualquer um diz (até mesmo o diabo). É como disse o apóstolo Tiago:

"Tu crês que só existe um Único Deus? Fazes bem; porque até os demônios também crêem e tremem" (Tiago 2:19)

Adianta alguém (ou alguma nação) dizer que crê em Deus, mas não obedece à Sua Palavra? Adianta alguém se dizer cristão, mas não ter uma vida santificada? Obediência à Palavra de Deus também significa ter uma postura firme contra o pecado: tem que denunciar o que estiver errado, não tolerar nada fora da Palavra de Deus, não ser condescendente com o erro (seja de quem for), resistir às tentações, enfim, é servir integralmente a Deus (mesmo com todas as adversidades). Novamente o apóstolo Tiago se manifesta:

"E sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos" (Tiago 1:22)

O que está realmente faltando para muitas pessoas que se dizem cristãs é um compromisso sério e irrestrito com a obediência total à Palavra de Deus. Falando num tom bem direto: o verdadeiro cristão tem que fazer a diferença onde estiver (tem que ser luz onde há trevas). É como disse o apóstolo Paulo:

"Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; Para que sejais sinceros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo" (Filipenses 2:14–15)

Para finalizar minha mensagem, cito as palavras que o apóstolo Paulo recomenda aos cristãos para terem segurança somente na Palavra de Deus:

"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para vos manterdes firmes contra as astutas ciladas do diabo; porque temos uma luta que não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados, as potestades, os príncipes das trevas deste século, e as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais" (Efésios 6:11–12)

Anselmo disse...

O diagnóstico que o Élquisson deu sobre a decadência moral dos Estados Unidos no comentário dele foi preciso. E ele disse uma coisa que me chamou a atenção (e que eu faço questão de destacar):

"... a partir do momento em que uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente em sua própria sabedoria, ela fica espiritualmente desprotegida e se torna uma presa fácil para os ataques do diabo e dos demônios (e também de todo tipo de pecado e vício)..."

Talvez muitos daqui não saibam (ou talvez não estejam lembrados), mas a Bíblia narra um episódio que serve para confirmar estas palavras do Élquisson. Vejamos:

Joaquim tinha subido ao trono de Judá aos 18 anos de idade (2 Crônicas 36:9). O momento da nação era crítico. A ameaça dos caldeus era um perigo iminente. Era preciso que um rei se colocasse ao lado de Deus para reestabelecer a segurança do povo judeu. A situação era momentaneamente grave, mas não irremediável. O futuro do reino de Judá estava nas mãos de Joaquim. A escolha que ele fizesse fatalmente selaria o destino da nação. Nem mesmo todos os exércitos estrangeiros poderiam subjugar (ou destruir) uma nação que tivesse Deus a seu favor.

Muito dependia de Joaquim. Daria ele o bom exemplo a todos? Romperia ele com a idolatria pagã que asfixiava espiritualmente a nação? Não, infelizmente não. Dele é dito que "fez o que era mau os olhos do Senhor" (2 Crônicas 36:9). O apego ao pecado era demasiadamente forte em sua vida. Ao invés de entrar pela porta estreita, preferiu o atalho largo da perdição (Mateus 7:13–14).

Este mesmo atalho foi atraente no início, mas resultou em desastre pouco tempo depois: Jerusalém e Judá caíram nas mãos de Nabucodonosor, e Joaquim e sua família foram levados para o exílio (Jeremias 22:24–30;24:1). Joaquim só foi libertado do cativeiro 37 anos mais tarde, já no tempo de Evil–Merodaque, o novo rei da Babilônia (Jeremias 52:31).

Se Joaquim e o reino de Judá tivessem sido fiéis a Deus desde o princípio, esta mesma história certamente teria um outro final totalmente diferente!

Não duvido nada de que a mesma coisa pode acontecer não só com os Estados Unidos, como também com outros países que desprezam a obediência à Palavra de Deus! A respeito disso, o apóstolo Paulo advertiu sabiamente:

"Não erreis: Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso ele também ceifará" (Gálatas 6:7)

Será que alguém daqui ainda tem alguma dúvida quanto a isso?

Duílio disse...

Diante dessa decadência moral que está acontecendo nos Estados Unidos, a primeira (e inevitável) pergunta é quase sempre a mesma: "Onde está (ou estava) Deus? Deus não poderia fazer nada para evitar que isso (essa decadência) acontecesse?"

Para respondermos de forma honesta a tal pergunta, temos que fazer 2 coisas:

– Conhecer a Deus em Sua verdadeira essência (e reconhecer que somente Ele é o Senhor e Soberano do Céu, da Terra e de todo o Universo);

– Conhecer a Palavra de Deus (e saber o que Ele, dentro da Sua Palavra, estabelece para o mundo).

Por que eu digo isso? Por uma razão muito simples: se nós enxergarmos as coisas espirituais como elas realmente são (dentro da Palavra de Deus), reconheceremos que tudo que está acontecendo em todo o mundo já está previsto na Palavra de Deus (e que Ele tem o controle de tudo). Sem uma visão espiritual suficientemente madura ou desenvolvida, emitiremos opiniões baseadas somente em meras suposições, idéias, e filosofias humanas e imperfeitas. É como disse sabiamente o apóstolo Paulo:

"Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e nem pode entendê-las, pois elas se distinguem espiritualmente" (1 Coríntios 2:14)

A Palavra de Deus deixa claro que nestes últimos dias haverá muitas pragas e tragédias (inclusive grandes terremotos), que virão como juízo e conseqüência de todos os pecados da sociedade. Quando Deus castiga uma determinada nação, é porque Ele está irado com o pecado das pessoas dessa mesma nação. Mesmo assim, as pessoas não querem se arrepender. É como diz a Bíblia:

"E não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos" (Apocalipse 9:21).

Mesmo sabendo desta verdade da Palavra de Deus, algumas certezas nós temos:

– A geração moderna não se arrependerá de seus homicídios: assassinato de bebês inocentes e indefesos através do aborto (e também dos métodos anticoncepcionais), eutanásia, sacrifício de seres humanos em rituais de bruxaria e magia negra, experiências científicas com embriões (células–tronco), etc;

– A geração moderna não se arrependerá de suas feitiçarias: invocação de demônios e seus poderes sob diversas formas (inclusive macumba, umbanda, quimbanda, candomblé, vodu, espiritismo, magia negra, mediunidade, e diversos outros rituais) e de promovê-las como “cultura” nas escolas, TV e outros meios educativos (e isentando-as de críticas);

– A geração moderna não se arrependerá de sua prostituição: adultério, sexo fora do casamento, promoção e divulgação do homossexualismo, pornografia e pedofilia nas escolas, etc;

– A geração moderna não se arrependerá de seus roubos: numa cultura onde muitos querem tirar vantagem do próximo na primeira oportunidade, tudo é permitido (especialmente por meio de cargos governamentais). Isso sem contar o quanto pagamos de impostos ao governo!

Uma coisa é certa: enquanto algumas nações (e também a humanidade) não se arrependerem de seus pecados (e não voltarem à obediência à Palavra de Deus), sempre sofrerão os mais diversos juízos da parte de Deus! É como disse o apóstolo Paulo:

"Não erreis: Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso ele também ceifará" (Gálatas 6:7).

Alguém concorda comigo? Se alguém quiser se manifestar, esteja à vontade.