8 de abril de 2014

“Noé” — a Bíblia encontra o ambientalista


“Noé” — a Bíblia encontra o ambientalista

Don Feder
Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir, do meu amigo Don Feder, traz a perspectiva dele, como um escritor judeu conservador, sobre o filme que aparenta tratar de Noé, um dos homens mais importante da Torá. Li vários artigos americanos sobre esse filme, e de longe o texto de Don é o melhor. A seguir, o artigo dele, que merece ser divulgado aos quatro cantos do Brasil:
Russell Crowe como um Noé distante da Bíblia
No filme “Noé,” a fábula ambientalista, aprendemos que pessoas más (descendentes de Caim) constroem cidades, comem carne e fazem armas. (Eles provavelmente pertenciam, na época antes do dilúvio, aos grupos contrários ao desarmamento da população.) Eles também fazem mineração a céu aberto, no processo transformando a terra numa desolação árida que parece o Afeganistão sem os conforto modernos.
As pessoas boas são vegetarianos que vivem em tendas, não fazem quase nada e têm uma população pequena, provavelmente porque praticam o planejamento familiar. Uma das muitas perguntas sem resposta do filme “Noé”: Se as pessoas boas (descendentes de Set) não comem carne, onde é que elas conseguem os couros de animais que usam? Presumivelmente, os couros são das criaturas que cometem suicídio depois de verem o “preconceito” das pessoas que acham que os seres humanos são mais importantes do que os animais.
O épico filme anti-bíblico de 130 milhões de dólares de Darren Aronofsky não tem quase nada do que a Bíblia relata acerca do dilúvio. Há uma arca, animais marchando de dois em dois, um dilúvio de proporções bíblicas e um homem chamado Noé. A semelhança termina aí.
O filme “Noé” é anticristão e antijudaico, promove o controle populacional e é um aviso alegórico acerca da calamidade futura que será causada, de acordo com o filme, pelo aquecimento global. No filme, Deus é sempre mencionado como “o Criador.” Hollywood tem dificuldade de mencionar a palavra Deus.
A Bíblia descreve Noé como “um homem justo” que era “perfeito em suas gerações” e “andou com Deus.”
O Noé de Aronofsky é o que os secularistas chamariam de fanático religioso. Cheio de autodepreciação e propenso a ataques violentos, ele se torna convencido de que Deus quer destruir a humanidade completamente. Portanto, o único propósito de Noé e sua família é construir a arca e salvar animais. Ao completar essa tarefa, as últimas pessoas da terra serão extintas. Quem aplaudiu muito esse filme na estreia, nas cadeiras da frente, foi o Movimento em Prol da Extinção Voluntária dos Seres Humanos e a entidade Pessoas em Prol do Tratamento Ético dos Animais.
Na representação de Russell Crowe, Noé é tão obcecado que ele planeja matar seus netos recém-nascidos para impedir o repovoamento do planeta.
Esse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio. A velha rotina de Bill Cosby (“Certo, qual é o cúbito?”) era mais próxima do Gênesis — e entretinha muito mais.
A Bíblia é um pouco vaga sobre as razões do dilúvio. A Bíblia explica: “A terra se perverteu diante de Deus e encheu-se de violência. Deus observou a terra e viu a que ponto de perversão havia chegado toda a humanidade, com suas práticas malignas” (Gênesis 6:11-12 KJA).
Pervertida de que jeito? Deus queria destruir o mundo por causa de roubos? Mais tarde em Gênesis, as cidades cananeias de Sodoma e Gomorra são destruídas, desta vez por fogo, por causa da perversão sexual. O termo “sodomita” não se refere a alguém que rouba mercadinhos.
Tente imaginar Hollywood fazendo um filme que ataca sem misericórdia a imoralidade sexual, quando a indústria do entretenimento imita Lady Gaga na questão gay e apresenta a coabitação, o adultério e o aborto como escolhas de estilo de vida.
O filme “Noé” não é sobre pecado no sentido tradicional, mas “pecado ambiental” — conforme recontado no Evangelho de Santo Al Gore. “E Deus olhou os gases de efeito estufa e eis que não estavam bons. E Ele disse: Que as calotas glaciais se derretam e os níveis dos mares se levantem até que tudo o que reste seja Kevin Costner em seu barco à vela buscando terra seca.”
Numa entrevista à revista New Yorker, Aronofsky admitiu: “Há uma instrução enorme no filme, uma mensagem forte acerca do dilúvio que está vindo por causa do aquecimento global.” Em outra parte, ele descreve Noé como “o primeiro ambientalista.” A revista Hollywood Reporter faz referências às “mensagens duras de Dia do Juízo Final Ecológico.”
O culto do aquecimento global tem todas as características de uma religião — profetas (Al Gore, sábios de Hollywood e cientistas numa ganância louca atrás de verbas governamentais de pesquisa), o mal (o motor de combustão interna, fábricas que usam carvão, crescimento populacional), o bem (medidas criadas para reduzir as emissões de CO2) e salvação e redenção (multas draconianas para os poluidores de carbono, rígidos limites na reprodução humana — para apagar as pegadas de carbono — e eventual revogação da revolução industrial). Os dissidentes não são meramente errados, eles são heréticos rotulados de “negadores” da mudança climática. No que depender dos ambientalistas, eles aplicarão a Inquisição na frente do prédio da ONU pela única preocupação dos poluentes liberados pela carne em chamas de suas vítimas.
Mas o culto do aquecimento global diverge da religião tradicional em dois aspectos significativos. O Judaísmo e o Cristianismo colocam o homem no centro, enquanto a religião do aquecimento global coloca o planeta no centro de tudo. No filme “Noé,” as palavras do primeiro capítulo de Gênesis são colocadas na boca do vilão Tubal-Caim, que diz a Noé que os animais foram criados para uso do homem (que devemos dominar sobre o mundo natural) para provar que essa ideia é muito má.
Há outra diferença. Geralmente, a religião judaica e cristã não pode ser provada ou refutada, pelo fato de que é baseada em algo fora da razão chamado fé.
Embora seus adeptos não admitam, a religião do aquecimento global tem também como base a fé — crer na depravação da sociedade industrial e no mal do progresso. Infelizmente para os que a promovem, a religião do aquecimento global é comprovadamente falsa e cada vez mais refutada pela realidade. A terra não está ficando mais quente. As calotas polares não estão se encolhendo. O aumento dos níveis dos mares é insignificante e não existe nenhum Dia do Juízo Final Ecológico no horizonte.
O planeta Terra tem frequentemente passado por ciclos de aquecimento e resfriamento. Muitos fatores podem afetar o clima, inclusive manchas solares.
A estação de furacões do ano passado no meio-oeste dos EUA foi a mais branda desde o início da década de 1960. Até mesmo o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (a Santa Inquisição dos alarmistas do aquecimento global) confessa que o aumento médio da temperaturas de superfície parou 15 anos atrás. Eles tentam evitar passar vergonha chamando isso de “pausa” — uma pausa bem longa, pelo visto.
Em dezembro passado, os cientistas da mudança climática foram à Antártica em busca de evidência para apoiar sua opinião “incontestável” e ficaram presos em mares de gelo que, de acordo com a teoria deles, não deveriam estar ali. O navio deles ficou totalmente preso no gelo. Vários navios quebra-gelo não conseguiram chegar até eles. (O gelo marítimo no Hemisfério Sul atingiu níveis recordes em setembro de 2013 — pelo segundo ano seguido.) Finalmente, eles foram resgatados de helicóptero do navio — salvos pela desgraçada tecnologia. Só faltou efeito especial.
Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%. Apesar disso, muitas pessoas que assistirem ao filme acreditarão que tem alguma relação com a Bíblia — com extrema liberdade artística, naturalmente.
O analfabetismo bíblico é epidêmico nos Estados Unidos. Uma pesquisa realizada pela entidade de pesquisa Barna revela que 60% dos americanos adultos não conseguem citar cinco dos Dez Mandamentos. O teólogo batista Albert Mohler escreve que a pesquisa de opinião pública do Barna “indicou que pelo menos 12% dos adultos creem que Joana d’Arc é a esposa de Noé. Outra pesquisa de jovens que se formaram da escola secundária revelou que mais de 50% achavam que Sodoma e Gomorra eram marido e esposa. Um número considerável de entrevistados de uma pesquisa de opinião pública indicou que o Sermão da Montanha foi pregado por Billy Graham. Estamos muito encrencados.”
Tirando proveito dessa ignorância, o filme tem anjos caídos, chamados de Sentinelas, cobertos de pedra como castigo por ajudarem o homem caído dando-lhe tecnologia formada da terra. Parecendo Ents calcificados do “Senhor dos Anéis,” e discernindo a bondade interior de Noé (antes dele ficar maluco), as rochas eternas o ajudam a construir a Arca e o protegem dos filhos de Caim.
Como Matusalém, Anthony Hopkins fornece mudança divertida e mais revisionismo. O hippie mais velho do mundo vive numa caverna, serve chá alucinógeno e prática bruxaria com uma semente mágica.
Escrevendo no site Aish.com, o rabino Benjamin Blech dá o alerta: “Saber que milhões de espectadores, depois de verem o filme, internalizarão o Noé de Russell Crowe, assim como muitas outras partes do enredo do filme que não têm nenhuma base na Bíblia ou qualquer outra fonte respeitável, todos os que respeitam a Torá e a guarda de suas verdades deveriam ficar muito preocupados.”
Depois de passar décadas (séculos se você quiser voltar à Revolução Francesa) tentando destruir o Judaísmo e o Cristianismo, a esquerda está agora os usando para avançar suas causas favoritas. Logo nos cinemas “Sodoma e Gomorra: A Estória Verdadeira” — em que as metrópoles da Mesopotâmia são destruídas por sua “homofobia,” sexismo e desigualdade de renda.
Traduzido por Julio Severo do artigo do GrassTopUSA: “Noah” – The Bible Meets The Lorax
Leitura recomendada:

12 comentários :

Marcos Dutra disse...

Este filme é, na verdade, uma propaganda da Kabbalah e gnosticismo. O diretor do filme, Aronofski, dirigiu o filme cabalista Pi e o Luciférico Black Swan.

1) Lamech usa um amuleto que é a pele da serpente do Jardim do Eden, que lhe dá poderes sobrenaturais. Noé resolve repovoar a Terra apenas quando usa a mesma pele enrolada em seu braço. No filme, Deus queria mesmo destruir também a família de Noé. Lúcifer, através dessa pele, o impede.

2) Os anjos caídos de Gênesis 6 na verdade, são bonzinhos e só vieram ajudar a humanidade, mas Deus Jehovah, por ser mau e ciumento, os transforma em seres de pedra (presos ao mundo material da ilusão gnóstica). Eles se redimem em seu sacrifício ao ajudar Noé e voltam ao espírito, ao Ein Sof, ao Pleroma, não a Deus Jehovah.

3) As pedras luminosas de energia são chamadas no filme de Zohar. Zohar é um livro ocultista do Talmud e principal guia da Kabbalah. A mensagem é que o homem deve procurar a luz, a sabedoria da Kabbalah em meio à terra, ao pó (mundo material), para se elevar espiritualmente.

4) No final do filme, ficamos sabendo que a pele de cobra se chama Sofia. Sofia no gnosticismo é a deusa superior a Jehovah, que criou sem querer o mundo e agora tenta redimi-lo contra a vontade de Jehovah.

O gnosticismo (Kabbalah é gnosticismo judeu) ensina que Deus jehovah é apenas um deus inferior que nos oprime e impede nossa elevação espiritual. Lúcifer seria aquele que traz a iluminação e a possibilidade de nos libertarmos. Essa é mensagem do filme, totalmente em linha com o Judaismo ocultista atual. É interessante que o autor do texto, sendo judeu, não fale desse fato tão óbvio.

Julio Severo disse...

Oi, Marcos! Quase todos os outros artigos que li também mencionavam a Kabbalah e o gnosticismo, mas é um assunto que a vasta maioria dos leitores não entenderia. Don Feder atacou o problema por um lado prático que todos entendem. Eu mesmo deixei de traduzir artigos sobre a Kabbalah para não confundir os leitores. Mas acho que do jeito que meu amigo judeu tratou, está simples e “down to Earth.”

Anônimo disse...

Assisti o filme e posso afirmar que esse filme e tudo, menos a verdadeira historia de Noe, e um filme anti-biblico, anti - crustao, horrivel e mentiroso, na verdade, e um filme de ofensa direta a historia de Noe e contra a Palavra de Deus.

Francisco Duarte disse...

Mas creio que antes do dilúvio deveriam ser vegetarianos sim, pois em Gênesis 9:3 o Senhor diz após o dilúvio:"... Assim como lhes dei os vegetais, agora lhes dou todas as coisas"

FLAVIA VITÓRIA disse...

ASSISTI ESSE FILME COM MEUS SOBRINHOS. E ELES MESMO FORAM COMENTADO TODAS AS HERESIAS PREGADAS NESSE FILME. ATÉ O NASCIMENTO DAS GÊMEAS. NO FINAL DE TUDO DA-SE A ENTENDER QUE VAI SOBRAR SÓ DUAS MULHERES. CRIANÇAS QUE VÃO A ESCOLA DOMINICAL. APRENDER É MUITO IMPORTANTE NESSES ÚLTIMOS DIAS. POIS MUITOS SERÃO PEGOS PELO ENGANO.QUE DEUS GUARDE ESSA GERAÇÃO.

Thiago disse...

Irmão Júlio, como pode existir crente que ainda se deixa levar por Hollywood? MISERICÓRDIA - HOLLYWOOD cita o evangelho como SATANÁS citou no DESERTO - para distorcer A PALAVRA.
BEM QUE PODIA CAIR FOGO DO CÉU E DESTRUIR AQUELA CIDADE. Tá na hora do povo de Deus sair de SODOMA E GOMORRA e NÃO OLHAR PARA TRÁS. Quem olhar vai virar ESTATUA DE SAL.

Sugestão de Louvor
The Hawkins Family
http://www.youtube.com/watch?v=6YMF86irxeM

Noel Gomes disse...

O filme realmente é contrário a bíblia, mas o cinema não está preocupado com isso, e sim com seus lucros.
Quanto ao fanatismo de Noé, vocês não deveriam se sentir ofendidos. Pois a maioria aqui age como ele.
Se acham perfeitos e merecedores da graça de Cristo, fora que para maioria dos Srs o pecado do homossexualismo e pior do seus pecados.
Isso me lembra uma história de uma certo adultério.

Dr. Roonie, Líder Roonie. disse...

A Bíblia só foca no essencial, e evita falar propositalmente das ações e realizações dos homens daquela era de propósito.

É como a nossa própria era: Deus não se importa se o homem foi à Lua, mas com, por exemplo, se os seres humanos se importam uns com os outros. Para Deus, uma nação, por mais potente que seja, não vale nada se ela vai diretamente contra os princípios bíblicos. Deus não dá valor a coisas como Disney, Burger King, Hollywood, etc. Ele dá mais valor ao desconhecido que estende a mão ao próximo por se preocupar com ele. Já funcionava assim naquela época, e as pessoas já eram tão parvas quanto na nossa própria era.

Deus, às vezes, deixa que as pessoas se desviem de Seus caminhos porque, em parte, não é feitor de escravos, mas também, em parte, porque as pessoas são muito cabeça-duras, e já vão partindo contra você com três pedras na mão só porque você quer ajudar.

Quem se lembra da Atlântida, da Lemúria, ou dos gigantes que andavam sobre a Terra? Ninguém. Mas todo mundo sabe quem é Jesus Cristo, por exemplo. Ninguém sabe e nem quer saber quem reinava na Atlântida, mas todo mundo sabe quem foi Daniel, quem foi o Rei Davi, quem foi Jesus Cristo, quem foi Paulo de Tarso, etc. Deus dificilmente registraria na Bíblia alguém meramente por ser rico e famoso. Os maiores heróis da Bíblia foram justamente os "zeros à esquerda". De pé, perante Deus, é estar de joelhos a orar.

A propósito, em português:

zero = 26 + 5 + 18 + 15 = 184.

O versículo 184 é Gênesis 7:24, que encerra o relato do dilúvio propriamente dito.

Quando tudo acaba e você começa do zero, você tem Deus trabalhando do seu lado, recriando o mundo em ritmo 24/7.

Parece que Deus tem senso de humor.



André Matosinho disse...

O artigo é muito bom. Mas se tem uma coisa que discordo profundamente, é a frase "Geralmente, a religião judaica e cristã não pode ser provada ou refutada, pelo fato de que é baseada em algo fora da razão chamado fé."
A fé não é aquilo que é contrária à razão. Por isso, na 1ª Epístola de Pedro, 3:15, é afirmado: "Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que pedir a razão da esperança que há em vocês".
Longe está da verdade a afirmação de que "não importa se Jesus morreu e ressuscitou, de fato, o que importa é a mensagem". Isso é falso! Por ser a verdade, Paulo afirmou "se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados" (I Coríntios 15:17).
Essa questão é muito bem expressa por Morpheus, no filme Matrix, ao afirmar a Neo: "Se você tomar a pílula azul a história acaba e você acordará na sua cama, acreditando no que quiser acreditar. Se você tomar a pílula vermelha, ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai a toca do coelho."
Se não acreditamos no que é, de fato, verdadeiro, então não faz realmente importância no que acreditamos. Ou, de outra forma: só existe uma porta que dá entrada à minha casa. Todas as outras estão erradas. Algumas mais longe, outras mais perto, mas todas igualmente erradas. Por isso Jesus diz: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim" (João 14:6b).

Farol Conservador disse...

Não assiti e não gostei. Sei apenas que pegaram uma história real de anjos, gigantes, pecado do homem e um Deus, e inverteram os papéis de "mocinho e bandido". Deve ser algum demônio operando no mundo espiritual para se auto promover.

Julio, divulgue esta lista de blogs e sites conservadores e aticomunistas: são mais de 400.
http://farolconservador.blogspot.com/2014/04/lista-de-blogs-de-direita-e-de-sites.html

Julio Severo disse...

Não pude fazer um exame exaustivo da sua lista de supostos sites conservadores e anticomunistas, Farol Conservador. Mas dois dos sites indicados por você são patentemente esquerdistas: Blog do Sakamoto e Congresso em Foco.

Rejane C. de Oliveira disse...

Excelente artigo, mas faria uma objeção: o cristianismo não tem o homem no centro, mas Cristo.