3 de março de 2014

Rússia está cansada de ser humilhada e receber ordens e insultos de estrangeiros ignorantes


Rússia está cansada de ser humilhada e receber ordens e insultos de estrangeiros ignorantes

Peter Hitchens
Comentário de Julio Severo: Em 2002, Steven Mosher publicou seu livro “Hegemon: China’s Plan to Dominate Asia and the World” (Hegemonia: o Plano da China para Dominar a Ásia e o Mundo). Como líder pró-vida e profundo conhecedor da língua e cultura chinesa, Mosher pôde fazer um prognóstico da grande ameaça futura: a China. Apesar disso, o Ocidente faz tudo para não provocar a China e está em relações ótimas com essa futura ameaça. Grandes fábricas ocidentais funcionam na China, financiando e fortalecendo o que será o maior exército do mundo. Esse financiamento envolve quase todos os produtos que no passado eram produzidos no Ocidente. Veja um exemplo: Um evangélico em Nova Iorque me disse que queria levar um presente dos EUA para sua namorada na China. Foi muito difícil escolher, pois tudo que ele via nas lojas era da China! Então, no final, ele escolheu levar uma Bíblia. Ao entregar à jovem chinesa, ela olhou e olhou até encontrar uma página que dizia: Impresso na China. Ele viajou meio mundo para levar de volta à China um produto chinês. O computador que tenho é “americano,” mas produzido na China. E tudo o mais hoje, inclusive iPhones e outros caros smartphones e computadores, são produzidos na China. As empresas ocidentais estão engordando os bolsos dos militares imperialistas chineses. O artigo abaixo não deixa dúvida: o Ocidente escolheu um estranho caminho de provocar e enfraquecer a Rússia e fortalecer e adular a China.
O Ocidente está friccionando a Rússia do jeito errado por aproximadamente 25 anos.
É difícil compreender a razão disso.
Moscou teria sido nosso amigo se quiséssemos isso.
Com toda razão víamos a velha União Soviética como uma ameaça mundial à liberdade.
Mas a Rússia não é tal coisa. É apenas uma grande potência regional cansada de ser humilhada e receber ordens e insultos de estrangeiros ignorantes.
Assisti à velha ameaça soviética desaparecer nas ruas de Moscou em agosto de 1991 quando fracassou um golpe da KGB. O Partido Comunista se quebrou em pedaços e a URSS se desmoronou numa nuvem de ferrugem.
Os russos sempre acreditaram que havia um acordo implícito de que, em troca disso, lhes permitiriam ter sua dignidade. Eles agora acreditam que esse acordo foi quebrado.
O que restou depois de 1991 foi a Rússia, um povo orgulhoso e corajoso vivendo no meio das ruínas deixadas por 74 anos de marxismo e esperando reviver seu país devastado. Nós podíamos tê-los ajudado.
Ao mimar o reinado devasso de Boris Yeltsin (durante o qual ele arrebentou com seu próprio apartamento enquanto o Ocidente observava complacentemente), o Ocidente fez com que os eleitores russos vissem Vladimir Putin como uma alternativa atraente.
O governo de Putin é sórdido, mas nada tão ruim que se compare ao governo da China, com quem o Ocidente tem boas relações.
Em vez de reconhecer que a Guerra Fria acabou, o Ocidente a recomeçou sem motivo algum, incentivando os vizinhos da Rússia a se unirem a UE ou à NATO como se a URSS ainda existisse.
Em meses recentes, a UE e os Estados Unidos têm se mostrado dispostos a machucar e ofender, mas receosos de lançar ataques diretos.
Com agressividade, eles buscaram separar a Ucrânia da Rússia e atraí-la à órbita da UE, sabendo muito bem que isso enfureceria Moscou.
Importantes personalidades americanas, alemãs e europeias têm ido a Kiev para instigar as multidões anti-russas. Imagine como você se sentiria se o ministro das relações exteriores da Rússia aparecesse num comício europeu apoiando a independência de uma parte da Europa.
Os jogos que Putin está jogando na Crimeia são uma resposta sarcástica.
A mensagem implícita é: “Vocês gostam de movimentos de separação e intromissão na vida das outras pessoas? Experimentem isto então.”
E agora, tendo estimulado esperanças que não pode satisfazer, o Ocidente despertou as antigas paixões dessa parte cruel do mundo e quem sabe aonde a estupidez vangloriosa do Ocidente levará?
Traduzido por Julio Severo do artigo do DailyMail: Russia is sick of being humiliated and pushed around by ignorant outsiders
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18 comentários :

Roberto disse...

Prezado Júlio, o interesse para que os países vizinhos da Rússia se unam a UE ou a NATO é antes de tudo interesse econômico, esse pessoal quer mercados, é isso que buscam. Expandir negócios, por isso querem influenciar. Esse pessoal pensam em cifras, aumentar o poder através do dinheiro. É esse um dos objetivos principais de aliciar a Ucrânia ou outros países. É isso que esse pessoal pensa, é isso que está por trás desse desejo de expansão.
Acho que não tem santo nessa história.

Roger disse...

POR DINHEIRO, O OCIDENTE VENDE SUA ALMA AO DIABO!
Isso que relatou é patente: o governo satano-comunista chinês oferece os escravos de sua ditadura ao Ocidente, o qual se aproveita dessa escravidão para os donos de grandes industrias se dirigirem para a China e se locupletarem; pouco imaginariam de depois ficarem servos desseS ditadores: vivem do momento, está muito bom, depois veremos o que fazer.
O imediatista Ocidente, por auferir fabulosos lucros e ao mesmo tempo gerar-lhes, entregou-se ao diabo, o qual vai armando-se para depois assestar seu golpe definitivo no mundo e assumir tudo sob seu tacão.
Esses empresarios atuais, sob um governo mundial - seria a China a NWO - perderão tudo e serão os neo escravos, juntos aos outros e verão as taças da ira de Deus sobre eles também, aplicadas pelos implacaveis satano-comunistas do governo chinês...

Marcos Ronald Roman Gonçalves disse...

No seu debate com Aleksandr Dugin, Olavão deixou bem claro que há uma irmandade russo-chinesa. A agenda das duas potências é a mesma e conjunta.
Então, o texto acima erra o alvo e falha fundamentalmente.
Julio, cuidado para não participar do fogo-amigo. Não é hora para isso.

P.S.: Mude suas atividades para o G+ e abandone o Facebobocas, Julio. Você sabe o que aconteceu com Olavão e já usa o Blogger e o YouTube, que são facilmente integrados.
Na dúvida, procure o lema não oficial do Google, anime-se e mãos à obra.

Julio Severo disse...

Marcos, para que a Rússia fosse metade da ameaça que seus inimigos a pintam, ela deveria ter no mínimo metade de todas as bases militares que os EUA têm em cada canto do mundo.

A Rússia não tem isso. Nem está perto de ter.

Há coisas nos EUA que eu gosto. Os conservadores cristãos legítimos. Acho que não nada na politica americana atual que me agrade.

Não gosto do apoio da Rússia a Cuba e Venezuela, mas gosto da tendência russa de proibir a propaganda homossexual.

E como eu apontei antes, o maior patrocinador do regime comunista chinês são os EUA.

Daí, politicamente, os dois estão no MESMO nível.

E o maior patrocinador do aborto e homossexualismo são os EUA.

Se dizem: olha a Rússia apoiando Cuba!

E olha os EUA apoiando a China fazendo grandes investimentos nas indústrias chinesas que sustentam diretamente as forças armadas chinesas! Olha também os EUA, há anos, comprando o petróleo da Venezuela, sustentando aquele regime maldito.

Olha a Rússia banindo a propaganda gay.

Olha os EUA promovendo a propaganda gay.

O mundo está complexo.

Os evangélicos conservadores americanos estão investindo na Rússia, e tem funcionado. Claro que o governo americano tem outros interesses e poderá sabotar tudo.

O conservadorismo é supranacional e se preocupa com valores.

Os neocons só se preocupam com os EUA e sua supremacia militar e política. O resto do mundo não existe para eles.

Leia o NSSM 200, conhecido como Relatório Kissinger, que mostra os interesses dos EUA de dominar nações que têm os recursos que eles precisam.

O documento em português está no site do Pró-Vida Família.

Marcos Ronald Roman Gonçalves disse...

Julio, o Brasil é funcionalmente um país socialista e não precisou de luta armada para isso. A estratégia gramsciana funcionou. Também no U.S.A. E nem é recente.
Aqui temos uma assassina terrorista no comando; pelo menos nominalmente. Lá um ditador comunista de origem desconhecida, que diz às câmeras mundiais que faz o que quer. Não há antagonismo com os russos nem lá nem cá.
Não se esqueça daquela antiga propaganda (http://www.youtube.com/watch?v=nd9R7ZxhjJ8). É possível fazer o bem pensando apenas no Mal. No caso da Rossiya, eu penso semelhantemente ao Olavão.
Eu não acredito em fronteiras geográficas resistindo ao domínio dos fanáticos muçulmanos, dos viciados desumanizados ou da violência socialista. É a cultura judaico-cristão que lutará a boa luta, não importa onde.
Norte-americanos também investiram pesadamente na Deutchland nazista e nem por isso estavam certos.

P.S.: Já pesquisou o lema não oficial do Google?

Julio Severo disse...

Parece, Marcos, que sua única fonte sobre Rússia é Olavo, que tem realmente boas opiniões em muitas questões. Mas no meu caso, tenho contato e comunicação com muitos conservadores americanos, de modo que tenho um quadro melhor da situação. A postura do Olavo sobre a Rússia é muito semelhante à postura dos neocons americanos, que não têm necessariamente apoio dos conservadores cristãos. Os neocons são uma máquina de fazer guerra. Amanhã, dia 4 de fevereiro, publicarei um artigo sobre os neocons, escrito por um conservador americano, mostrando como eles são perigosos.

Marcos Ronald Roman Gonçalves disse...

Pareceu-lhe, Julio, mas não é. Citei Olavão porque é alguém que temos em comum.
Eu não comungo com neoconservadores. Até a palavra é contraditória e mostra o engano maligno. Não existe um "novo" conservadorismo. Ou é conservador ou revolucionário.
Mas é uma confusão fácil. É como aqui no Brasil, onde ficam querendo que os militares resolvam o socialismo petralha. Não vai acontecer. Esquecem que os milicos brasileiros são tradicionalmente positivistas; socialistas, agora. E Positivismo é primo envergonhado do Comunismo. Basta perceber como permitiram docilmente e financiaram, até, a tomada da esfera cultural pela esquerdalha.
Soluções violentas servem ao Mal. Venham de onde vier.
Aguardo seu novo artigo.

P.S.: Já pesquisou o lema?

Anônimo disse...

Tem brasileiro que é primeiro "norte-americano" e depois conservador. São os novos "idiotas úteis" dispostos a deturpar os valores cristãos para servir ao Deuses de barro norte-americanos, nomeadamente a democracia e o capitalismo, que têm sido a longo prazo mais eficientes para afastar as pessoas de Deus do que qualquer regime que proíba a religião. Pesquisem e verão que os lugares onde o cristianismo mais cresce são os países do leste europeu, enquanto o Ocidente idolatra aparelhos eletrônicos, atores, cantores, bilionários e políticos.

Francisco Maia disse...

Roberto você disse tudo em poucas linhas, vamos aos "santos e coitadinhos" :

A invasão militar dos EUA da Coréia do Norte sempre é adiada, aapesar de todas as provocações de Pyongyang, os EUA sabem que uma armadilha definida pelos chineses.

O que fariam reorientar as suas forças do Japão e Havaí para a península coreana.
Neste momento, a China terá livre acesso às águas japonesas, e os Russos, sem pensar duas vezes enviariam seus bombardeiros supersônicos Tu-22M3 para ilha de Guam. Lembrando que é fato e que pesa muito que os Chineses odeiam os Japoneses.

O governo dos EUA imprime dólares sem garantias para financiar guerras civis ou a invasão militar. Devido ao roubo de recursos de países inteiros a Casa Branca faz isso para cobrir o déficit da impressão descontrolada da moeda, claro o restante é distribuído para os cúmplices da administração.

A Rússia e a China têm implementado conjuntamente métodos econômicos para destruir a enorme força militar norte-americana. Lembrando que a dívida dos EUA supera 16 trilhões dólares, o que é mais de 100% do PIB. A China detém a maior parte da dívida dos EUA - cerca de 2. trilhão (equivalente a um orçamento de três anos de defesa dos EUA).

Desde 2005, Vladimir Putin usa a estratégia para aumentar as reservas de ouro da Rússia.

A Rússia tornou-se um grande comprador de ouro no mercado mundial. Vamos pensar no pagamento da divida, os EUA entaria em colapso> Lembrando que Pequim assinou um contrato com mais de 20 países (Argentina, Austrália, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Japão, etc), que reconhecem a moeda oficial Yuan nas transações internacionais em detrimento do dólar. Adivinhe porque.

Os EUA tudo o que eles podem fazer é adiar o resultado previsível.

Dragão + Urso = Vão arrancar as garras da aguia

Bruno Fialho disse...

Julio Severo, muito boa suas analises, espero que continue assim levando a bandeira do conservadorismo cristão independentemente das ideologias.

Bruno Fialho.

Aprendiz disse...

Julio

Creio que muitos conservadores americanos tem uma postura muito ingênua em relação à Rússia, e você tem seguido essa linha. O título do artigo mostra uma Rússia coitadinha, que quer apenas não ser humilhada. As coisas são mais complexas do que isso. E a Rússia não tem nenhum direito de querer governar a Ucrânia à força. A irritação de muitos com as perversões do governo americano os cegam para com os defeitos dos inimigos dos EUA.

Julio Severo disse...

Aprendiz, acho que você precisa ver o quadro de forma mais completa. George Soros, que é socialista, está por trás da revolta ucraniana, que supostamente veio do povo. O próprio governo Obama, que é esquerdista, está por trás de incitações. Mas me admira seu pensamento de que ser conservador é apoiar os EUA até a morte. Um conservador legítimo não faz isso. Na mentalidade que você adotou, que iguala patriotismo americano com conservadorismo, quando você está contra os EUA, você está contra o conservadorismo. Quando os EUA provocam confusão e guerra, para provar que você é conservador, você tem de estar do lado dos EUA. Veja aqui a opinião de Michael Savage, escritor conservador best-seller nos EUA:

“Permita-me ajudar você a compreender o que está acontecendo na Ucrânia enquanto esse país cai em caos armado, ameaçando expulsar Viktor Yanukovich, o presidente ucraniano legitimamente eleito, e colocar o país nas mãos de forças rebeldes lideradas por neonazistas ucranianos e radicais islâmicos chechenos. Victoria Nuland, vice-secretária de Estado dos EUA, junto com Susan Rice, assessora de Obama e mentirosa designada, são neoconservadores — em resumo, são neocons. Os neocons, primeiro na forma da Comissão Trilateral e mais recentemente como o Grupo Carlyle, fazem muito dinheiro em cima de conflitos militares. Quando o mundo está em guerra, os neocons e a indústria bélica que trabalha com eles lucram enormes quantias de dinheiro. Os neocons não se importam de que lado você está, enquanto puderem trabalhar com você para criar uma situação política que eles consigam fazer crescer até virar guerra, e aí eles começam a tirar lucro.”

Os neocons gostam de guerras, Aprendiz. E a sede dos neocons são os EUA.

Julio Severo disse...

Aprendiz, aqui está o artigo completo de Michael Savage:

Conservador americano denuncia intromissão sórdida de neocons americanos na Ucrânia

Aprendiz disse...

Não, Júlio,

Não acho que ser conservador é apoiar sempre os EUA. Tanto que sou conservador, e fui crítico de primeira hora das ações do governo Obama quanto a Egíto, Líbia, Israel, Autoridade Palestina e Síria. Em resumo, quase tudo o que os EUA fizeram ultimamente na política externa (e tudo o que fizeram na interna) eu critiquei.

Mas não vejo a situação na Ucrânia assim. Considero uma desgraça terem derrubado o presidente, seria muito mais correta uma transição pacífica, como estava no acordo. Mas daí a dar razão à Rússia, vai um oceano de distância. A questão da Rússia na Ucrânia tem história, e levo em conta essa história.

Roberto disse...

Francisco Maia, me dá nojo, muito nojo de toda essa história. E o povo da Ucrânia tem o que protestar ou é manipulado?

Francisco Maia disse...

Boa noite! Roberto > Vamos a minha humilde opinião.

Respostas as perguntas:

1 - Ucrânia tem sim e direito de protestar como nós temos aqui no Brasil.
2- Sim foram manipulados pelos EUA. Como já foi provado e divulgado.
3-Ex: Sabemos que tais manifestações atuais violentas no Brasil, não tem nada haver com povo e sim de grupos financiados politicamente. Só não vê quem não quer.

Vamos ao caso e entender um pouco:
Rússia, EUA e Grã-Bretanha assinaram em 5 de dezembro de 1994 com a Ucrânia um acordo segundo o qual os três países garantem a unidade territorial desta ex-república soviética, em troca de que a mesma renuncie às armas nucleares. LEMBRE-SE: ex-república soviética.

Foi dito a repórteres na quarta-feira sobre a possível implantação do sistema de defesa de mísseis dos EUA na Ucrânia como condição de fornecer resgate do país na crise atual, Esquisito nê?

É claro que a defesa do míssil EUA, é um dos elementos de ataque. Apesar de seu nome pacificação. E eles querem atacar apenas na Rússia, considerando a sua história como um inimigo geopolítico.

Será que o mundo inteiro vai virar pó? alguém acredita em jogos de guerra nuclear? Segundo dados oficiais, os Estados Unidos têm mais de 7.000 ogivas nucleares estratégicas. Dada sobre 1.670 ogivas táticas e estoques arsenais nucleares tem cerca de 10.000 unidades. Rússia tem cerca de 5.000 ogivas nucleares estratégicas posicionadas, mas tendo em conta as reservas e ogivas táticas arsenal chega a quase 20 mil Assim como os EUA, que detém cerca de 2 milhares de ogivas em alerta máximo. Nem vou falar da China que lá tudo é mais complexo ainda, no meu entender estão de mãos dadas com os Russos como disse acima.

Em resposta à invasão russa os EUA enviaram o USS George HW Bush porta-aviões, a bordo carrega 90 aeronaves, incluindo helicópteros de vários tipos, e vários caças F-22 Raptors, na direção do Mar Negro, para ser capaz de reagir a acontecimentos na península da Criméia, na Ucrânia, que qué acompanhado de dezessete outros navios e três submarinos cada um tem vinte e quatro silos de mísseis para lançar ogivas nucleares.

Quando um desses passou pelo Brasil, eu lembro é uma máquina de guerra que põe medo mesmo. Estão querendo intimidar os Russos, mas eles não tem esse medo.

Não é oficial, mas você lembra da Síria apouco! os EUA fizeram de tudo para invadi-la, na ultima vez eles estavam prontos para desembarcar, tinha um submarino nuclear Russo próximo que lançou um míssil e deu aviso para não o fazerem. Não foi divulgado, foi um fotojornalista Russo que disse.

Sanções dos EUA para Rússia grande piada eles já querem abandonar o dólar.

Na minha opinião, Ucrânia nunca será independente. Nem o Brasil.

Lembra do Êneas? todos riam dele.

Minha opinião: Onde você viu país sem capacidade nuclear independente?

Como eu disse a águia está desesperada para manter seu padrão $$$ e suas garras cedo ou tarde serão arrancadas.

Sem mais.....

Peço desculpa ao editor do Blog pelo texto longo e invadido seu espaço. Obrigado...

Oziel José disse...

Júlio, o problema não são as fábricas na China e sim as leis trabalhistas e custos nos EUA e Europa. A outra opção para tirar as fábricas da China é produzir produtos mais caros que ninguém poderá comprar.

Elizeu Rodrigues disse...

De tudo aquilo que eu já li, principalmente aqui no Julio Severo, eu vi uma luz naquilo que o Francisco Maia comentou.

Eu também creio, e já falei sobre isso um dia quando estava na europa que o próximo idioma mundial deverá ser o Mandarim. O europeu diz que não, que o inglês será a língua sempre. Aí eu lembrei do grego, do latim, do francês até o inglês. Eles esquecem a história e seus fatos ligados a cultura dominante.