22 de fevereiro de 2014

Ucrânia: Alemanha avança para o Leste


Ucrânia: Alemanha avança para o Leste

Rodney Atkinson

O ministro das relações exteriores da Alemanha Steinmeier vê como “ameaças à paz” os europeus ocidentais que querem uma soberania democrática, mas alegremente dá as mãos a descarados facistas e nacionalistas da Ucrânia.

Um dos partidos ucranianos (Swoboda), que teve reuniões na embaixada alemã em Kiev com Steinmeier, tem um líder que quer eliminar da Ucrânia os judeus e é descrito pelo Centro Simon Wiesenthal como um dos maiores antissemitas do mundo.

Oleh Tiahnybok, neo-nazista antisssemita e um dos líderes da revolução ucraniana
Quando há um consenso entre partidos políticos britânicos, a imprensa e a BBC, pode ter certeza de que todos eles estão apoiando a maquinação de um desastre. Tal é o caso com relação à Ucrânia. Havia consenso semelhante sobre a Iugoslávia onde, como consequência, milhares morreram, um milhão ou mais sofreram limpeza étnica, a OTAN declarou uma guerra ilegal, a Alemanha deu um jeito de revogar um acordo de duas guerras e perigosos grupos fascistas se levantaram do túmulo de 1945. Agora os principais políticos da União Europeia e dos Estados Unidos estimularam ações políticas sectaristas, racistas e divisivas na Ucrânia, usando os métodos que haviam dado à desastrosa Irmandade Muçulmana o poder no Egito.
Por uma década ou mais, antes que o Vaticano e a Alemanha tivessem ilegalmente reconhecido a Croácia em 1991 (no que foram condenados entre outros por David Owen, ex-ministro das relações exteriores da Inglaterra), os serviços alemães de inteligência minaram o Estado da Iugoslávia, promoveram e armaram fascistas croatas e bósnios e manipularam os meios de comunicação para noticiarem “massacres” questionáveis, mas jamais noticiar os reais massacres que os bósnios e os croatas estavam cometendo contra os sérvios.
Por décadas a Fundação Konrad Adenauer, da Alemanha, tem estado ativa na Ucrânia, fornecendo verbas e apoio político para os “manifestantes” arrumadores de confusão e assassinos de policiais nas ruas de Kiev. Muitos dos revolucionários ucranianos, que estão tentando derrubar um governo eleito com coquetéis molotov e violência nas ruas, têm conexões descaradamente fascistas com os nazistas ucranianos da 2ª Guerra Mundial que ajudaram de modo entusiasmado o holocausto judeu. Depois da guerra, com a ajuda do Vaticano muitos deles fugiram, é claro, para a América do Sul. Na época, até mesmo o embaixador americano em Berlim se queixou de que o Vaticano estava ajudando a fuga de fascistas assassinos.
Então o que estamos vendo na Ucrânia é um replay instantâneo da guerra ilegal contra a Iugoslávia, o apoio da Europa alemã para movimentos descaradamente fascistas na Bósnia e Croácia lembrando os fantoches de tempo de guerra da Alemanha nazista — muitas vezes usando os nomes de tempo de guerra das divisões Waffen SS. O apoio da União Europeia a tais movimentos se reflete com precisão nos partidos nacionalistas e fascistas que estão entre os líderes da violência nas ruas em Kiev. Como na Iugoslávia onde a principal motivação da UE e dos EUA era tirar vantagem das diferenças religiosas (croatas católicos romanos versus sérvios ortodoxos, europeus ocidentais contra eslavos, sérvios e croatas cristãos contra muçulmanos da Bósnia e Kosovo), a mesma coisa está acontecendo na Ucrânia. O Vaticano e a Fundação Konrad Adenauer do partido alemão CDU (católico romano) têm desempenhado um papel importante durante muitos anos na preparação do caminho para os atuais tumultos.
Nazistas ucranianos
Envolvido também está o governo dos EUA, sob Barack Obama, do partido que diz amar a paz, não ser imperialista e se chamar Democrata. F. William Engdahl do grupo Pesquisa Global revela que as impressões digitais do governo americano estão em todas as partes da revolução “espontânea” em Kiev:
“Os EUA estão fortemente pressionando a Ucrânia a se integrar à UE da mesma forma como o governo americano estava por trás da fracassada “Revolução Laranja” de 2004 para separar a Ucrânia da Rússia numa tentativa de isolar e enfraquecer a Rússia. Agora os ucranianos encontraram evidências de envolvimento direto de CANVAS, uma organização de treinamento em Belgrado financiada pelos EUA. CANVAS está por trás dos protestos cuidadosamente orquestrados em Kiev. Obtivemos uma cópia do panfleto que foi distribuído aos manifestantes da oposição em Kiev. É uma tradução exata do panfleto usado pelos organizadores de CANVAS, com financiamento americano, nos protestos da Praça Tahrir no Cairo em 2011 que derrubaram Hosni Mubarak e abriram as portas para a Irmandade Muçulmana, com o apoio dos EUA.”
E todos sabemos que a Irmandade Muçulmana estava popular (a mesma popularidade dos nazistas na década de 1940) no Egito. A contrarrevolução egípcia expulsou os revolucionários que Obama havia escolhido — talvez os menos que gratos ucranianos venham a fazer o mesmo. Eles fizeram isso uma vez antes quando votaram decisivamente contra a “Revolução Laranja, inspirada pelo governo dos EUA.
Exatamente quando em meados de fevereiro, depois de muitas concessões do governo ucraniano para a oposição, inclusive a libertação de agitadores da prisão e anistia de processos legais, Vitali Klitchko, um ex-boxeador escolhido pela Alemanha para liderar a oposição ucraniana, levantou o tom de sua retórica, sugerindo potencial violência. Ele recebeu a adesão do tão chamado “Grupo dos Primeiros Cem em Kiev da Organização dos Nacionalistas Ucranianos,” que convocou os apoiadores para trazerem armas para a praça. O nome desse grupo é uma referência histórica à “Organização dos Nacionalistas Ucranianos,” que colaborou com a Wehrmacht, as forças armadas da Alemanha nazista, ajudando a invadir a União Soviética e participando dos assassinatos massa que os nazistas cometiam contra os judeus ucranianos.
Hoje há referências frequentes nos discursos dos líderes nacionalistas de oposição sobre a “máfia judaica de Moscou” e um dos partidos (Swoboda), que tinha reuniões na embaixada alemã em Kiev com Frank Walter Steinmeier, ministro das relações exteriores da Alemanha que é o novo Ribbentrop, tem um líder que quer livrar a Ucrânia dos judeus e foi descrito pelo Centro Simon Wiesenthal como um dos maiores antissemitas do mundo.
Senador americano John McCain dando apoio público a Oleh Tiahnybok
Steinmeier, que recentemente disse que os eurocéticos e as nações que buscam um governo democrático e autônomo são “um perigo para a paz na Europa” com muito prazer se reuniu com Oleh Tiahnybok, o líder de um partido nacionalista e fascista extremista, com quem o “homem da Alemanha,” Klitschko, tem colaborado com gosto. Assim, Steinmeier vê como “ameaças à paz” os europeus ocidentais que querem uma soberania democrática, mas alegremente dá as mãos a descarados fascistas e nacionalistas da Ucrânia. Tiahnybok tem deixado claro seu desejo de eliminar os judeus e outras minorias da Ucrânia, mas ao que tudo indica isso é aceitável para a Alemanha. Como na promoção do nacionalismo escocês e galês, líderes da UE tiram vantagem da maioria dos movimentos nacionalistas para construir seu Império Europeu. Tendo tirado vantagem deles na Ucrânia para esmagar uma democracia nacional autônoma, eles facilmente os limparão na nova soberania supranacional da “Europa” à medida que essa Europa segue o velho jogo alemão do “Drang nach Osten” (expansionismo para o leste).
Embora almejando o mesmo imperialismo supranacional da direita alemã, a Fundação Friedrich Ebert do Partido da Social Democracia Alemã está despertando para a natureza horrenda dos aliados da Alemanha e está derramando algumas lágrimas de crocodilo — chamando os amigos de Steinmeier, o Partido Swoboda, de “antissemitas, xenófobos e racistas.” Acho que é um pouco tarde!
De acordo com o site de German Foreign Policy, Swoboda tem laços íntimos com o Partido Neo-Nazista Alemão, o NPD. Na cidade ucraniana de Ternopil, Swoboda tem 35% dos votos e seu prefeito deu uma entrevista ao jornal do NPD em que declarou que a “expansão europeia não deve parar na fronteira entre Ucrânia e Polônia.”
Tudo isso lembra as “reivindicações territoriais” dos nazistas na década de 1930. Tudo isso lembra a BBC na década de 1930 promovendo conciliação com os nazistas. Tudo isso lembra o Partido dos Trabalhadores da Inglaterra na década de 1930 votando contra o rearmamento da Inglaterra em face da agressão nazista. Tudo isso lembra os admiradores de Hitler na década de 1930, tais como o esquerdista Lloyd George e o presidente da BBC, Lord Reith!
Traduzido por Julio Severo do artigo do Free Nations (Nações Livres): UKRAINE: GERMAN EUROPE PUSHES EAST
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13 comentários :

Unknown disse...

Júlio, estas informações são corretas? Sobre o anti-semitismo e da participação dos EUA? Ou seria mais uma tentativa de incriminar os americanos pelos esquerdisdas?

Julio Severo disse...

Sua pergunta é muito esquisita, Unknown. Como podem os EUA estar sendo incriminados por esquerdistas, nessa história, se os EUA estão sendo governados por esquerdistas radicais? Não estamos mais na Guerra Fria. Acorde! Aliás, um católico, que era assessor do presidente Ronald Reagan, declarou no WND que hoje os EUA são o centro do anticonservadorismo mundial. Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2014/01/sera-que-putin-e-um-de-nos.html>

Sobre o autor do artigo, ele é escritor conservador e irmão do ator Mr. Bean. Com relação você, pesquisando no seu perfil, é impossível saber quem você é.

Anônimo disse...

Bem. A situação dos nacionalistas Ucranianos só pode ser explicada por burrice extrema; falta de caráter total; ou então por viverem todos eles em algum planeta que não tenha acesso a internet e assim não podem acessar blogs dissidentes nacionalistas, para dessa forma tomarem conhecimento que a UE é a pior armadilha para quem pretende preservar raça e etnia própria.

Acho que provavelmente as duas primeiras condições se combinam, já a terceira não, será que estes por... nunca escutaram falar de stormfront, ou qualquer outra coisa do tipo!? Não difícil se inteirar sobre o que é a UE. Todo mundo quer sair disto e estes idiotas querem entrar.

Trata-se de mercenarismo mesmo, combinado com ódios locais que foram colocados acima de uma visão clara da realidade.

No mundo de hoje de fato não há como procurar uma terceira via entre o atlantismo e a Eurasia, quem fizer isto será esmagado entre os dois blocos.

Os nacionalistas ucranianos são importantes para o bloco atlântico agora, na fase de desestabilização, e se houver confronto com o bloco russo que compõe a Ucrânia continuarem a serem ainda, mas se a situação na Ucrânia for uma hora finalmente estabilizada, eles serão imediatamente exterminados, esmagados pelos judeus-maçons que comandam a UE.

Dizer que se deve escolher entre ou a Rússia-China ou os EUA-UE entretanto não significa dizer que basta uma país estar filiado a uma destas correntes para que se deve imediatamente apoiar toda a política a liderança deste país, é o que ocorre no caso da Venezuela e Cuba, onde tais países até podem apoiar a Rússia, mas são chefiados por lideranças totalitárias, intervencionistas, corruptas e incompetentes.

No mais o texto repete alguns argumentos tolos de sempre sobre o tal do suposto holocausto, e sobre o grande "mistério", a coisa incrivelmente "absurda", que seria sionistas e judeus a apoiarem nazistas. Se esquecendo que os judeus ricos financiaram Hitler e até mesmo o indicaram para um Nobel da Paz pelo apoio destes a criação de Israel.

Na verdade os banqueiros judeus não estão nem ai para nada, nem para a tão preciosa Jerusalém que você tanto adora, o que importa é poder e dinheiro no final, e para se ganhar dinheiro é preciso correr riscos, mas no caso quem realmente corre risco por eles é apenas o povo, mesmo se for judeu. Que importa, só o que importa para a liderança bancaria do ocidente é a grana, já é assim faz tempo.

Ass. Vilhena

Julio Severo disse...

Vejo que você é muito antissemita, anônimo Vilhena. Você disse: “No mais o texto repete alguns argumentos tolos de sempre sobre o tal do suposto holocausto.” Aceitar a realidade do holocausto, onde mais de 6 milhões de judeus foram trucidados pelos nazistas, é um argumento tolo? Por isso, você está anônimo. Todo antissemita é um covarde. Mas você acertou quando disse que os judeus financiaram Hitler — depois, é claro, que Hitler roubou tudo deles.

Maria Eugênia disse...

Não podemos mais basear as nossas convicções nos conceitos de direita e esquerda para saber quem é quem. Daqui pra frente temos que saber quem é de JESUS e quem não é. Quem é de Jesus é a favor da família, das liberdades individuais, da liberdade religiosa, da liberdade de expressão, da liberdade econômica e é a favor dos judeus e de Israel, enfim respeita e valoriza os princípios cristãos. Quem não respeita tais princípios não é do Senhor. Enfim, temos que ser a favor da vida, temos que amar o nosso próximo como a nos mesmos. Quem incita o ódio não é do Senhor de forma alguma.

Julio Severo disse...

Ser conservador não é ficar eternamente colado nos EUA. Ser conservador legítimo é apoiar valores pró-família. Quando os EUA apoiam esses valores, eles têm apoio. Quando a Rússia apoiá-los, ela terá apoio. Quando ambos não os apoiarem, não terão apoio. Ficar eternamente colado aos EUA não é prova de que alguém é conservador, mas idiota útil de interesses políticos.

Cássio disse...

Pois é Julio.
Para você ver o quão baixo os líderes ditos "democráticos" vão para alcançar os seus objetivos: financiam milicias neonazistas.
Muitas pessoas acreditam piamente que os EUA é o mesmo dos Founding Fathers. Não, a América hoje é governada por toda sorte de conspiradores, socialistas discípulos da escola de Frankfurt, especuladores, enfim, a América hoje é o principal centro do esquerdismo,isto é, da desconstrução dos valores cristãos.
Tenho pena do povo ucraniano. Eles pensam que o mundo ainda é aquele da década de 50 ou 60. Obama é tão comunista (ou até mais) do que Putin.

Aprendiz disse...

Julio

A situação é mais complexa do que isso. Tá, existe um partido REALMENTE fascista (porque para os esquerdistas, tudo o que não concorda com eles é fascista, embora fascistas sejam eles) na Ucrânia que por acaso, nesta situação em particular é mais favorável à EU que à URSS, quero dizer, Rússia. E daí, não são só eles que não querem proximidade com a Rússia, esse problema tem história. Eles são apenas um dos partidos que não querem proximidade com a Rússia, apenas vocalizam nesse particular a vontade de grande parte dos ucranianos etnicos (não se esqueça que há muitos ucranianos de origem russa que querem a proximidade com a Rússia). Esse é um problema complexo, e não se pode reduzi-la às diabrites de um grupo neonazi.

Augusto Ariente disse...

Parece muito um artigo de esquerda, sim. Até o ressentimento pela fragmentação da Iugoslávia, uma área historicamente disputada por povos antagônicos. Será que estava certo a Iugoslávia manter debaixo do porrete croatas e bósnios vivendo sob a ditadura de uma minoria sérvia? E essa frase: "Depois da guerra, com a ajuda do Vaticano muitos deles fugiram, é claro, para a América do Sul."? Será que os arquivos de Moscou não esclarecem esse boato? Sobre a resposta ao primeiro comentário: "Como podem os EUA estar sendo incriminados por esquerdistas nessa história, se os EUA estão sendo governados por esquerdistas radicais?" Não é assim que os psolistas, por exemplo, vêem o Governo Obama... Não é assim que os black blocs vêem... Não é assim que Maduro vê... Não é assim que Fidel Castro vê... Seriam estes últimos todos direitistas, então?

A verdade é a seguinte: tal como na Iugoslávia, há na Ucrânia uma briga entre a Rússia e o bloco UE-EUA. Do jeito que estava a situação (aliás, com uma eleição mais ilegítima que a própria eleição de Maduro na Venezuela e as eleições chavistas), a Ucrânia seria fantoche dos russos. Agora, tal como na Líbia e no Egito, abriu-se a porta para que coisas menos, tão ou mais ruins venham a acontecer. Só o futuro vai dizer, como disse no caso do Egito, e ainda não disse no caso da Líbia. Lembremos que, na Finlândia, o apelo fascista também é grande, mas como eles estão fora da briga, ninguém fala nisso. O mesmo aconteceu na Romênia. Ainda é cedo para saber. Mas você é o único cara cristão que vejo defendendo os interesses russos. Uma pena!

Aprendiz disse...

Augusto

Creio que você focou o ponto "interesses russos". Julio Severo é um homem muito melhor que a maioria, e com certeza muito melhor que eu. Mas creio que ele confundi algumas coisas, talvez induzido por conservadores americanos.

Neste momento, o governo russo puxa para o lado da lei natural, no que tange aos costumes (o que é uma benção, seja lá qual for o motivo deles para isso). Nesse momento, o governo americano puxa fortemente para o lado da engenharia social no que tange aos costumes (o que é uma maldição, e com certeza o governo americano está amaldiçoando a si mesmo e a seu pais com essa atitude).

Mas temos de ter o discernimento de entender as questões geopolíticas e sociais independentemente disso. Para um ucraniano etnico, é uma afronta ter um governo subordinado ao de Moscou. Os americanos e Europeus percebem isso, entendem que isso lhes é favorável, e buscam todo apoio para quebrar tal arranjo (recorrem inclusive a neonazistas, para aumentar o leque de apoios, pois não tais governos escrúpulos mesmo).

Ora, reconhecer o valor da atual posição de Moscou contra a engenharia social não implica em assumir para si os objetivos estratégicos de Moscou. É nisso que os conservadores americanos erram. Esses mesmos governantes russos que defendem oposição à engenharia social em seu próprio país apoiam ainda hoje governantes esquerdistas e totalitaristas islâmicos no mundo todo. O governo americano, em certas coisas que faz é um demônio (como em apoiar o genocídio contra cristãos na Síria) mas é ele outras, faz o bem (ao impedir, por exemplo, que a Coreia do Norte invada a Coreia do Sul e cometa o genocídio contra cristãos lá).

A atitude de conservadores em geral, e cristãos em particular, tem de ser mais instruída. Não adianta perder em casa e fazer de algum governante estrangeiro o seu campeão, só porque tal governante, por algum motivo estratégico, num certo aspecto, está fazendo coisas boas. Quem perder em casa vai pro vinagre, não existe esse handcap.

A guerra é cultural e espiritual. só secundariamente é estratégica.

Augusto Ariente disse...

Aprendiz,

Desconfio completamente das intensões de Putin com suas medidas "conservadoras". Por trás delas existem interesses estatizantes. Estatizar a vida privada é uma vocação deles, visto até que todos fizeram parte da URSS e o próprio Putin é o Sr. KGB. Minha chamada para o conflito entre Rússia e Ucrânia teve a intensão de alertar para o risco de estarmos sendo idiotas úteis, fazendo propaganda para os BRICS, que aliás, contra com o apoio do PT. Concordando que a guerra tem muitas frentes, não podemos nos dar ao luxo de fazer as vontades do inimigo numa delas.

Anônimo disse...

Politica sempre trazendo morte e destruição.. Tantos idiotas comunistas, fascistas, nazistas, anarquistas acabando com a cabeça das crianças e jovens desse mundo! Democracia de guerra, isso que vivemos! Apolitico sempre.

Flavia Tavares disse...

A leitura estava interessante até entrar na falácia "Vaticano cúmplice de fascistas". Parem com esse ódio contra a Igreja Católica.