12 de fevereiro de 2014

Quem salvará a vítima cristã sem especular sobre suas motivações? Teologia Brasileira afirma que Marco Feliciano “se diz perseguido,” e Uziel Santana concorda


Quem salvará a vítima cristã sem especular sobre suas motivações? Teologia Brasileira afirma que Marco Feliciano “se diz perseguido,” e Uziel Santana concorda

Julio Severo
Sempre foi a tarefa da teologia se ocupar com o estudo sobre Deus, mas parece que a Teologia Brasileira tem outras ocupações: especular sobre as motivações das vítimas cristãs do movimento supremacista gay. Numa edição recente, o site Teologia Brasileira entrevistou Uziel Santana, presidente da ANAJURE.
Marco Feliciano: sob ataque de protestantes insatisfeitos
Pergunta do Teologia Brasileira: “Que considerações e lições os líderes e a Igreja evangélica do nosso país podem tirar, no sentido do que o senhor disse antes, no caso envolvendo o Deputado Marcos Feliciano que se diz perseguido simplesmente pelo fato de ser evangélico? Realmente, a liderança cristã do nosso país deve tomá-lo como modelo de ação?”
É uma pergunta cheia de malícia, pois ainda que Feliciano nada dissesse sobre as perseguições que estava sofrendo, todos os que acompanharam seu caso sabem que na TV, nos jornais e em outras mídias, os ataques contra Feliciano eram constantes. Eu próprio denunciei as perseguições contra ele, não porque ele “se disse perseguido,” mas porque vi as perseguições e os perseguidores.
Não só a Esquerda secular queria a cabeça de Feliciano, mas também a Esquerda evangélica. Essa postura de achar que Feliciano “se diz perseguido” foi também adotada amplamente pela Esquerda evangélica. Em março de 2013, com o apoio da Ultimato (a maior e mais antiga publicação evangélica esquerdista do Brasil), Ariovaldo Ramos e outros “apóstolos” da Teologia da Missão Integral lançaram uma Carta Evangélica contra Marco Feliciano. A carta foi assinada por muitos pastores evangélicos esquerdistas, inclusive Ricardo Bitun e André Sidnei Musskopf, professor luterano na Escola Superior de Teologia e conhecido defensor da agenda gay.
Assim como Uziel Santana, Bitun é articulista no site Teologia Brasileira. Bitun, que é palestrante na VINACC, também faz parte do “Conselho Consultivo Referencial” da ANAJURE, um órgão que dá conselhos espirituais aos juristas da ANAJURE.
Mas que tipo de bom conselho alguém como Bitun poderia dar se aliando às esquerdas contra Feliciano? Na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Bitun é professor de teologia e, de acordo com seus estudantes, prega abertamente a favor da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral. (Imagino que se ele pregasse a Teologia da Prosperidade já teriam tomado providências contra ele há séculos.) Se quer entender por que o Mackenzie, mesmo sob a direção de Nicodemus, tolera Bitun e a Teologia da Missão Integral, mas jamais tolera a teoria da Teologia da Prosperidade, é só ler meu artigo sobre o assunto.
O que um teólogo que prega marxismo faz na Universidade Mackenzie, na VINACC, na ANAJURE e no site Teologia Brasileira? Talvez não devamos culpar um site pelos colunistas que tem, embora no quadro de articulistas do Teologia Brasileira conste também o nome de Robinson Cavalcanti, fundador do Movimento Evangélico Progressista, o maior movimento evangélico esquerdista da história do Brasil.
O que dois (ou mais) teólogos de linha marxista fazem no Teologia Brasileira? Aliás, como o Teologia Brasileira aceitou fazer uma “entrevista” com seu articulista Uziel Santana com o foco não na teologia, mas em reforçar ataques e estereótipos de Marco Feliciano?
Se a liderança cristã de nosso país não pode tomar Feliciano como modelo de ação, quem devemos tomar? Teologia Brasileira? Seus articulistas? Nicodemus, que além de ser cessacionista parece ter comentado que a Igreja Brasileira precisa de um ex-reverendo presbiteriano que levou multidões aos braços do PT?
De acordo com “Critérios para publicação” do Teologia Brasileira: “O processo de avaliação é de responsabilidade do conselho editorial.” Então, a entrevista contra Feliciano foi aprovada pelo Conselho Editorial, que é formado oficialmente por Franklin Ferreira e Jonas Madureira. Um dos dois, ou os dois então, são autores da pergunta maliciosa dizendo que Feliciano se diz perseguido e se ele deveria ser um modelo de ação. Só para constar: Franklin Ferreira é, junto com Bitun, membro Conselho Consultivo Referencial da ANAJURE.
Em sua resposta, Uziel Santana disse: “O caso do Deputado Marcos Feliciano é, indubitavelmente, um paradigma para todos os que, como nós da ANAJURE, militam em defesa das liberdades civis fundamentais — de todos, não só dos cristãos. É um paradigma porque serve como exemplo de ‘o que se pode e se deve fazer’ e ‘o que não se pode e não se deve fazer’. O Deputado, talvez pela sua inabilidade e pouca experiência política — é de se ressaltar que ele está no primeiro mandato — naquele momento cometeu erros impensáveis para um parlamentar evangélico. Então, a forte oposição recebida não foi pelo simples fato de ele ser evangélico.”
A forte oposição que Feliciano sofreu foi, apenas em parte, por ser evangélico. Acredito que se um deputado católico, budista ou espírita tivesse um currículo igual de oposição ao aborto e à agenda gay, a perseguição seria semelhante. Mas o jurista Uziel não entrou nessa questão óbvia. Ele, juntamente com o Teologia Brasileira, criou a caricatura de um homem “que se diz perseguido,” sem levar em nenhuma consideração a perseguição real da Esquerda secular e da Esquerda evangélica, representada muito bem por alguém ligado ao Teologia Brasileira, à ANAJURE e à VINACC: Ricardo Bitun.
Continuando, Uziel diz: “Seja como for, quanto a este caso, para conhecimento geral, já que o Deputado em outro contexto fez uma crítica pública a ANAJURE, dizendo que nós não o ajudamos, isso não procede. O parlamentar nos procurou, foi bem atendido, e o nosso Conselho Diretivo Nacional, sob recomendação do Conselho Consultivo, aprovou a sua defesa no caso. Ficou, então, convencionado com o Deputado que: primeiro, ele deveria sair totalmente da exposição midiática (em parte provocada pelos graves erros no discurso dele)… Mas o que aconteceu é que infelizmente da parte do deputado nada foi cumprido. Ao contrário, o parlamentar logo após disso divulgou um vídeo, neste padrão alarmista e pouco sábio de que falamos acima, acentuando e provocando o clima de guerra santa que já estava instalado no País, inclusive se portando como uma espécie de ‘grande defensor do Evangelho’, como se Cristo precisasse exclusivamente dele ou de qualquer um de nós para que as portas do inferno não prevaleçam contra Sua igreja. Por isso mesmo, à época, pessoalmente, posicionei-me contra este tipo de atitude.”
Uma das soluções apontadas por Uziel é que Feliciano “deveria sair totalmente da exposição midiática (em parte provocada pelos graves erros no discurso dele).” Para sair do foco da mídia, Feliciano deveria simplesmente abandonar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Essa decisão com certeza ganharia o aplauso de multidões de esquerdistas, principalmente gayzistas como Jean Wyllys. Mas será realmente que a grande mídia estava atacando Feliciano por causa de supostas declarações “racistas” que ele fez anos atrás? Essa mesma mídia fez vista grossa quando um grande blog esquerdista pró-Dilma chamou de “macaco” o ministro Joaquim Barbosa por ter condenado os petistas do Mensalão.
Essa mídia não fez barulho nenhum contra o racismo esquerdista declarado do blog pró-Dilma. Será então que os ataques dessa mídia contra Feliciano não eram na verdade cortina de fumaça das motivações de uma elite midiática que detesta valores pró-família e pró-vida? Afinal, todos sabem que Feliciano é contra o aborto e a agenda gay. E não é racista.
A grande mídia queria que o público tragasse suas mentiras sobre Feliciano, e aparentemente Uziel se colocou do lado da mídia.
Ressalto que a resposta de Uziel mostra que o Conselho Consultivo da ANAJURE aprovou ajudar Feliciano. Então, contrariando a vontade da ANAJURE, Uziel deu um comunicado à imprensa, em março do ano passado, atacando as motivações de Feliciano. A nota dizia que a presença de Feliciano na CDH vai “dividir, ainda mais, a própria igreja evangélica” no Brasil. A ANAJURE é um grupo de juristas evangélicos que nasceu recentemente. Sua alegada missão é defender as liberdades civis fundamentais, principalmente dos cristãos.
Mas sua nota pública, assinada por seu presidente, Uziel Santana, não tem nenhuma defesa tal das liberdades civis fundamentais de Feliciano. Pelo contrário, a nota acusa o pastor da Assembleia de Deus de “fomentar e participar de uma tresloucada ‘guerra santa’ por estar agindo com intolerância para com os intolerantes”.
A nota também questiona as motivações pessoais do pastor pentecostal, dizendo: “Tudo isso porque os projetos pessoais estão acima dos valores da Verdade do Evangelho de Cristo”.
A ANAJURE foi lançada em 2012 no Congresso Nacional pela bancada evangélica, conforme entrevista do deputado Marco Feliciano. A intenção da Frente Parlamentar Evangélica era que a ANAJURE fosse uma parceira e aliada das lutas pró-família do Brasil. Mas a nota anti-Feliciano de seu presidente, Uziel Santana, criou mal-estar na bancada evangélica e na própria ANAJURE, que perdeu na época dois de seus diretores.
Em sua entrevista ao Teologia Brasileira, Uziel Santana — repetindo o erro da primeira nota que especulou sobre as motivações de Feliciano, como se meros seres humanos pudessem sondar mentes e corações —, disse:
“A Bíblia nos mostra que os que viverem piedosamente em Cristo serão perseguidos e não que a perseguição traz piedade. É de se ressaltar também que havia outros nomes evangélicos naquele momento que poderiam ter ficado no lugar dele na Comissão. Então, a pergunta que se faz é: o apego ao cargo de presidente da Comissão era pela defesa do seu direito de ali ficar, pensando no bem em geral do movimento político evangélico no Congresso, ou por um egoístico interesse eleitoreiro pela exposição midiática que se teve?”
Uziel se mostrou incomodado com o “apego” de Feliciano ao cargo de presidente da Comissão, e então especulou sobre suas motivações. O que fica claro é o seguinte: Feliciano não obedeceu aos ditames politicamente corretos da ANAJURE, e Uziel logo tratou de lhe enfiar a faca.
Uziel Santana: não queria Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos, mas mesmo descontente hoje reconhece que ele fez um bom trabalho
Entretanto, em determinado ponto da entrevista, finalmente Uziel reconhece:
“Seja como for, graças a Deus que ele permaneceu e está fazendo um bom trabalho, porque ao menos se tem impedido o avanço de grupos antidemocráticos e anticristãos nesta importante Comissão.”
Por que tanta preocupação e estardalhaço sobre a permanência de Feliciano na Comissão, doutor Uziel? A permanência dele foi boa, não é mesmo? Que tal agora se desculpar com Feliciano? Que tal agora dizer a ele: “Amadureci. Aprendi. Fosse qual fosse sua decisão, minha responsabilidade era ajudar você. Hoje reconheço que foi importantíssimo você não jogar a toalha. Acho que fui influenciado por conselhos errados”?
O que será das vítimas se quem passa perto tiver mais interesse em especular sobre motivações do que prestar socorro?
Jesus nos deu um exemplo do que é ajudar sem colocar julgamentos pessoais acima do amor:
“Diante do que Jesus lhe responde assim: ‘Certo homem descia de Jerusalém para Jericó, quando veio a cair nas mãos de alguns assaltantes, os quais, depois de lhe roubarem tudo e o espancarem, fugiram, abandonando-o quase morto. Coincidentemente, descia um sacerdote pela mesma estrada. Assim que viu o homem, passou pelo outro lado. Do mesmo modo agiu um levita; quando chegou ao lugar, observando aquele homem, passou de largo. Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, assim que o viu, teve misericórdia dele. Então, aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Em seguida, colocou-o sobre seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe recomendou: “Cuida deste homem, e, se alguma despesa tiverdes a mais, eu reembolsarei a ti quando voltar.” Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes? Declarou-lhe o advogado da Lei: ‘O que teve misericórdia para com ele!’ Ao que Jesus lhe exortou: ‘Vai e procede tu de maneira semelhante.’” (Lucas 10:30-37 KJA)
Como o bom samaritano, precisamos ajudar as vítimas de crimes. Não é moral nem justo dizer: se a vítima for espírita, budista ou homossexual, não ajudo! Deixo morrer!
O samaritano não estava interessado em saber as motivações da vítima. Ele ajudou independente de quem era ou o que pensava a vítima. Claro que se Uziel apontar que ninguém deu uma surra em Feliciano, dou razão a ele. O tipo de perseguição que Feliciano sofreu não envolveu linchamento nem surra, mas é verdade também que ele escapou por pouco de grave violência física algumas vezes.
Mas só por isso estamos autorizados a afirmar que “Feliciano se diz perseguido”? Em 2010, um pequeno grupo de ativistas gays ameaçou fazer protesto diante da Universidade Mackenzie se o chanceler Augustus Nicodemus não removesse do site um manifesto contra o PLC 122. Eu publiquei alguns artigos defendendo o Mackenzie e o chanceler. Essa situação foi parecida com a situação de Feliciano. Mas no caso do deputado assembleiano, a perseguição foi imensamente maior e, muito diferente de Feliciano, o chanceler optou por atender às exigências do grupo gay, e removeu o manifesto contra o PLC 122. Mesmo tendo jogado a toalha, o Mackenzie produziu artigos em várias línguas, em defesa da liberdade de expressão, para defender na verdade a atitude de seu chanceler de ceder aos ativistas gays.
Se Feliciano “se diz perseguido,” então por que o Mackenzie e seu ex-chanceler, que nunca foram surrados por nenhum ativista gay, saíram dizendo ao mundo inteiro sobre a perseguição dos militantes homossexuais?
Afinal, o que os ativistas gays fizeram com Feliciano e o Mackenzie é ou não é perseguição?
O ex-chanceler deveria entender, mais do que ninguém, a pressão dos ativistas gays. Ele é hoje presidente do Conselho Consultivo Referencial da ANAJURE e deveria respeitar Feliciano, que suportou pressões e humilhações sem jogar a toalha.
Ou então, sem que saibamos, a ANAJURE está liderando um movimento “joga toalha,” onde Augustus já deu o exemplo máximo, removendo o manifesto anti-PLC 122 do site do Mackenzie. Será que foi sob a reverendíssima assessoria dele que Uziel aconselhou Feliciano a abandonar a presidência da Comissão de Direitos Humanos? O movimento “joga toalha” é assim: quando gays birrentos fizerem exigências, ceda. Quando exigirem a remoção de um artigo ou manifesto, ceda. Quando exigirem que você abandone um cargo, obedeça!
A entrevista de Uziel ao Teologia Brasileira causou na ANAJURE o mesmo mal-estar que causou sua primeira nota anti-Feliciano de um ano atrás.
Penso que como presidente de uma importante instituição criada para ser parceira da bancada evangélica, Uziel deveria ajudar as vítimas sem especular sobre motivações.
E deixo claro que se os militantes gays do Brasil, junto com a mídia comprada, perseguissem Uziel Santana, eu o defenderia. Se lançassem um manifesto evangélico contra Uziel assinado por Ariovaldo Ramos, Ricardo Bitun e outros, eu ficaria do lado da vítima, não dos opressores.
Eu faria por Uziel a mesma coisa que fiz pelo Mackenzie e seu chanceler, antes de jogarem a toalha para os militantes gays. Eu faria a mesma coisa que faço hoje, defendendo Feliciano que até agora não jogou a toalha.
A próxima pergunta do Teologia Brasileira a Uziel é: “Vivemos hoje no seio da Igreja evangélico um certo ‘ativismo social’ que, infelizmente, em alguma medida, lembra o mesmo ‘ativismo esquerdista, ateísta ou laicista’ que tanto combatemos. É como se muitos dos chamados ativistas cristãos estivessem usando as mesmas armas e discursos, só que em lados opostos. Qual a análise que o senhor faz deste fenômeno?”
Fico admirado que o Teologia Brasileira, cujo quadro de articulistas inclui militantes esquerdistas evangélicos como Ricardo Bitun e Robinson Cavalcanti, gaste seu espaço para reclamar de “certo ativismo social” dos evangélicos, chegando inclusive a comparar esses ativistas cristãos aos fanáticos esquerdistas, ateus e laicistas. A quem se refere o escritor do Teologia Brasileira? A pergunta foi dirigida ao Uziel, que responde:
Muitos, inclusive, que chegaram agora nos movimentos pró-vida, pró-família e em defesa da igreja, que não têm história e o devido preparo espiritual e intelectual, já se sentem como os verdadeiros guardiões do cristianismo, numa espécie de cruzada dos tempos pós-modernos, unicamente contra o movimento gay (ressalte-se), já que contra a corrupção e a favor da ética, por exemplo, poucos se prestam a trabalhar (isso não dá votos). Oxalá realmente fossem os nossos guardiões! Mas, na verdade, suas ações em geral têm promovido infelizmente hate speech contra pessoas, contra adversários políticos e às vezes até mesmo contra irmãos seus na fé que não concordam com tais posturas. Fazem, neste sentido, um desserviço aos que, nos bastidores, como muitos juristas da ANAJURE e outros movimentos sérios, lutam realmente pela igreja brasileira, sem alarde, histerismos e estrelismos.”
Uziel descreve o perfil desse “ativista social cristão” como alguém “numa espécie de cruzada dos tempos pós-modernos, unicamente contra o movimento gay (ressalte-se).” O primeiro livro evangélico escrito por um brasileiro contra o movimento homossexual foi o meu “O Movimento Homossexual,” publicado originalmente pela Editora Betânia.
Minha “cruzada dos tempos pós-modernos, unicamente contra o movimento gay (ressalte-se)” inclui defesa do Mackenzie e seu chanceler, num momento muito difícil de perseguição dos gays. Envolve também defesa de Marco Feliciano. Envolve também defesa da Dra. Marisa Lobo, do Rev. Alberto Thieme e muitos outros.
Ou então, de acordo com o raciocínio do Teologia Brasileira e seu colunista Uziel Santana, eu deveria abandonar minha “cruzada” e tachar Augustus Nicodemus, Marco Feliciano, Marisa Lobo e Alberto Thieme como cristãos que “se dizem perseguidos” por militantes gays? Não. Deus me chamou para ajudar as vítimas, não julgar suas motivações interiores.
Se eu fosse seguir o raciocínio de Uziel, eu lamentaria profundamente minha “cruzada” de anos contra o PLC 122. Por outro lado, Luiz Mott pularia de alegria e abraçaria Uziel por trazer “bom senso” aos evangélicos, silenciando os “terríveis” ativistas cristãos — que embora no plural, obviamente significa eu.
O termo ativista cristão tem sido aplicado a mim por grandes sites evangélicos brasileiros, inclusive o GospelMais, talvez porque eu não possua um título de doutor ou reverendo.
Uziel se queixa desses ativistas cristãos, dizendo: “Chegaram agora nos movimentos pró-vida, pró-família.”
Quando cheguei aos movimentos pró-vida e pró-família na década de 1980, não me lembro de Uziel Santana ali. Como pode ser então que ele chegou antes e eu cheguei agora?
Continuando sua entrevista, Uziel diz:
“Lamentavelmente, o chamado ativismo cristão tem enveredado por caminhos não muito bons. Se é bem verdade que precisamos sim de grupos políticos de pressão em esferas como a do Congresso Nacional (e nós na ANAJURE apoiamos e defendemos muitos desses, v.g., Brasil sem Aborto), é triste constatar que muitos dos chamados ativistas cristãos do meio evangélico brasileiro usam esta onda político-institucional contra os valores da igreja.”
Portanto, Uziel acha que esses ativistas cristãos estão em “caminhos não muito bons.” Aparentemente, para ter história, é preciso estar aliado ao Movimento Brasil Sem Aborto, que não combate a agenda gay e é composto por ativistas católicos, evangélicos e espíritas. O Brasil Sem Aborto tem muitos atritos com outros grupos católicos pró-vida mais antigos, aos quais estou ligado.
Quero deixar claro que essas queixas de Uziel são de responsabilidade dele, não da ANAJURE, pois de acordo com uma importante fonte de Brasília, vários membros da ANAJURE ficaram indignados quando tomaram conhecimento da entrevista dele no Teologia Brasileira.
Uziel também acusa, referindo-se aos ativistas cristãos: “não têm história e o devido preparo espiritual e intelectual.”
Ora, meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado em 1998. Se isso não é história, então o que é? O que é, na visão do doutor Uziel, ter o “devido preparo espiritual e intelectual”? É especular sobre as motivações das vítimas?
Então, doutor Uziel, vou continuar sem esse seu “devido preparo espiritual e intelectual” que lhe permite se aliar com esquerdistas notórios e jogadores de toalhas. Vou continuar na minha “cruzada dos tempos pós-modernos” ajudando, quando necessário, Mackenzie e seu chanceler, Feliciano, Dra. Marisa Lobo, Rev. Alberto Thieme e muitos outros que estiverem sendo perseguidos pelo movimento gay ou por cristãos dados a calúnias de cunho subjetivista passível de processo criminal.
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13 comentários :

Anônimo disse...

Julio, o problema é que a sujeira de muitas igrejas evangélicas já vem de muito tempo:

http://pastordanielbatista.com/2014/02/11/maconaria-batista-e-as-origens-do-movimento-evangelico-brasileiro/

Claudio Vaz disse...

Assim como a mídia nada disse sobre o ataque racista contra o Ministro Joaquim Barbosa, também se omitiu no ataque misógino contra Rachel Sheherazade, quando foi incitado o seu estupro.

Aliás, não custa perguntar, onde estavam as FEMINISTAS descoladas que não se manifestaram neste episódio?

Inclusive as feministas evangélicas, por mais absurda que seja esta expressão. Valnice Milhomens? Marina Silva? Marisa Lobo? Nada? Bem, eu não li nada. Será que a proximidade da campanha eleitoral pode ter algo com isso? Talvez não, talvez eu esteja sendo machista demais. Mas por algum motivo eu me lembrei do polêmico encontro das cantoras evangélicas com Dilma. Quanta dedicação naquele episódio!

Aliás, também não vi apoio algum no recente caso do assaltante peladão. Qual o problema? Será que Rachel não foi ofendida o suficiente?

A turma da ANAJURE errou quando deixou Feliciano na mão. Um irmão estava sendo massacrado pela escória esquerdista e naquele momento todos deveriam apoiá-lo. Mas não vou dizer que devemos fazer como os maçons que sempre se protegem: não temos nada para aprender com os adoradores do Bode, que bebem sangue e urinam na “imagem” de Cristo.

A ANAJURE é mais uma filial esquerdista, até aí nada demais.

O que assusta é ver o governo comunista controlando as duas pontas. De um lado a ANAJURE e os esquerdistas evangélicos como o discurso esquerdista na ponta da língua apoiando, de forma enviesada ou não, a agenda do governo mundial. Do outro o próprio deputado Marcos Feliciano (PSC-SP) que, apesar de contra o aborto e o casamento gay, é um governista emperdenido. Ambos servindo ao anticristianismo.

Eu apoio:
“RACHEL SHEHERAZADE PRESIDENTE”

Claudio Vaz disse...


Errei: não é "emperdenido" e, sim, "empedernido". Desculpe. Obrigado. Boa noite.

Duílio disse...

Respondendo ao Cláudio Vaz,

Amigo Cláudio Vaz,

Lembro que o pastor Marcos Feliciano disse, uma certa vez, que estava arrependido por ter dado seu apoio a Dilma. Não questiono a integridade (e nem a sinceridade) dele, mas a pergunta é: será que, após isso, ele realmente aprendeu a lição? Será que, neste ano (já que se cogita uma possível reeleição de Dilma), ele vai repetir o mesmo erro?

O certo seria ele não ter dado apoio a nenhum candidato esquerdista (principalmente Dilma). No caso, muitos evangélicos (inclusive o próprio Marcos Feliciano) foram enganados pela promessa mentirosa de Dilma, que disse ser contra o aborto. Adianta alguém (no caso, Dilma) dizer publicamente que é contra o aborto, mas ser a favor do homossexualismo às escondidas?

Sim, é verdade que Dilma assinou um documento em público se comprometendo em não legalizar o aborto. Mas desde quando a palavra de algum esquerdista é verdadeira? Desde quando algum esquerdista já cumpriu o que promete? Será que o pastor Marcos Feliciano é tão ingênuo a esse ponto?

Acreditar que algum esquerdista está falando a verdade (ou vai cumprir o que promete) é o mesmo que acreditar que o diabo se converteu a Jesus!

Esperamos que o pastor Marcos Feliciano se mantenha firme em suas convicções, e nunca mais se deixe iludir pelas mentiras dos esquerdistas!

FORA PT! FORA O ESQUERDISMO, O COMUNISMO, O MARXISMO, O SOCIALISMO, E TODAS AS IDEOLOGIAS DIABÓLICAS!

O BRASIL É DO SENHOR JESUS!

Eleonora disse...

Por que tanta celeuma? Vocês por acaso leram o manifesto do Rev. Ariovaldo Ramos contra Feliciano? Ele foi justo e imparcial. Se queremos uma sociedade justa, cristãos podem ter direitos e gays também. Feliciano vai na contramão disto. Se crianças têm direitos de aprender sobre deus na infância, por que não também sobre direitos gays? Ou o deus dos cristãos está acima dos direitos humanos da minoria gay? FORA FELICIANO! Parabéns ao Dr. Uziel Santana por seu exemplo de cristão equilibrado.

ELISEU disse...

Eleonora,

A verdade dolorosa é esta: os homossexuais não respeitam ninguém. E eles querem ter direito de fazer tudo o que tiverem vontade (e nos obrigar a aceitar sem reagir)! Você concorda com isso?

Já que você faz tanta questão de defender os homossexuais, eu vou contar um episódio que aconteceu comigo. Eu estava com minha esposa e minha filha pequena almoçando na praça de alimentação de um shopping center. Na mesa ao lado, um homossexual começou a me olhar fixamente. Quando minha esposa precisou levar minha filha ao banheiro, ele simplesmente se aproximou e disse que queria me conhecer (ou seja, começou a me assediar sem a mínima cerimônia). Eu, prontamente, disse a ele: "Você me desculpe, mas eu sou um homem casado. Eu amo muito a minha esposa, e eu nunca iria trocar ela por um homem! Além disso, eu sou um cristão! Você está ofendendo e desrespeitando um pai de família! Eu lhe repreendo em nome de Jesus!" Ele se assustou com o que eu disse e saiu cabisbaixo.

Veja: ele não me respeitou (e nem respeitou a minha família)! Os homossexuais querem até ter direito de assediar pessoas casadas em público! Eu lhe pergunto: você acha isso certo?

Agora, Eleonora, se coloque no meu lugar. Vamos supor que você seja uma mulher casada. Você aceitaria um homossexual assediar seu marido na sua frente em local público? Você acharia isso normal? Do jeito que você faz tanta questão de defender o homossexualismo, com certeza você acharia isso a coisa mais natural do mundo. E se uma lésbica te assediasse em frente do seu marido? Você não reagiria? Ou você iria aceitar isso naturalmente? E onde fica o respeito às famílias, Eleonora? Responda com sinceridade!

Vou fazer outra pergunta ainda mais direta: se você tivesse um filho, você confiaria em deixar seu filho a sós com um homossexual? E se esse homossexual molestasse seu filho, você não iria tomar nenhuma providência? Se um sujeito desses fizesse alguma coisa contra minha filha, eu prontamente denunciaria ele à polícia!

Eleonora, você acha que todo homossexual é "bonzinho" (como as novelas da Globo fazem parecer)? Ou você não quer enxergar esta realidade nua e crua que a mídia NUNCA mostra?

Eleonora, por trás de um sorriso se esconde muita maldade. Lembre-se daquele velho ditado popular: "Quem vê cara, não vê coração".

E então, Eleonora? O que você tem a dizer deste caso? Espero uma resposta honesta da sua parte na primeira oportunidade!

Claudio Vaz disse...

Ao reler meu comentário viu outros erros:
1) “A ANAJURE é mais uma filial esquerdista, até aí nada demais”. O certo é “... nada de mais”. .
2) “De um lado a ANAJURE e os esquerdistas evangélicos como o discurso..”. O certo é “...com o discurso...”
Desculpe.

Amigo Duílio,

O deputado Feliciano deveria agir de acordo com o seu arrependimento. Eu questiono, sim, a sinceridade e a integridade DO DEPUTADO, justamente por não ver coerência entre suas convicções pessoais (nestas, eu acredito) e suas ESCOLHAS POLÍTICAS.

Sobre as próximas eleições, Duílio, a minha teoria é a que mais se vê em época de eleição. O partido (PSC) falseia lançar um candidato (Pastor Everaldo ou Feliciano), testando-o na mídia, em pesquisas; se ele cresce, o cacife do partido cresce junto, mas apenas para NEGOCIAR MAIS ALTO (MINISTÉRIOS) com o partido no poder (PT). Aposto uma paçoca que em 2015 o PSC terá um ministro de estado. O PSC não tem intenção sincera em lançar candidato, é apenas mais um partido fisiológico. O amor pelo dinheiro é a raiz de todos os males. Tudo é vaidade.

Aliás, aproveito a oportunidade de manifestar, mais uma vez, minha contrariedade em se ostentar o nome “cristão” num partido político. Jesus, o CRISTO, veio para salvar os doentes, os pecadores. Ele é O SENHOR, e veio para me salvar, para libertar os cativos e não para nomear partidos políticos. O que temos hoje? Um partido “cristão” numa aliança esquerdista, num governo anticristão. Quem ama Jesus preserva Seu Nome. Amém.

Concordo contigo: esquerdista vive da distorção da verdade, do relativismo e da mentira. E quem é o Pai da mentira? E quem é o primeiro esquerdista?

O deputado Feliciano até poderia ser ingênuo (o que eu não acredito). Mas depois de tudo que passou, depois de TRÊS ANOS DE MANDATO convivendo com políticos, falando de política, sofrendo com política? Diz um dito popular que para tudo há limite, pois não?

O BRASIL É DO SENHOR JESUS!

Eu apoio:

“RACHEL SHEHERAZADE PRESIDENTE”

ÉLQUISSON disse...

Respondendo ao Cláudio Vaz,

Amigo Cláudio Vaz,

Observando a sua resposta ao Duílio, você falou algo que me chamou a atenção:

"...O que temos hoje? Um partido 'cristão' numa aliança esquerdista, num governo anticristão. Quem ama Jesus preserva Seu Nome..."

Cláudio, você está certíssimo. É realmente vergonhoso (e também é um verdadeiro escândalo) vermos um partido que se denomina cristão estar aliado a um governo esquerdista (e, obviamente, anti–cristão).

A respeito disso, o Senhor Jesus, na Sua Palavra, disse com todas as letras:

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou amará a um e odiará o outro, ou há de se dedicar a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom" (Mateus 6:24)

A mesma coisa é dita pelo apóstolo Paulo:

"Não vos coloqueis num jugo desigual com os incrédulos. Pois, que sociedade a justiça tem com a injustiça? E que união pode haver da luz com as trevas? E que aliança há entre Cristo e o maligno? E que parte tem o fiel com o infiel? E que concordância existe do templo de Deus com os ídolos? Pois vós sois o templo do Deus vivente; como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo. Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis em nada imundo, e Eu vos receberei; E Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo–Poderoso" (2 Coríntios 6:14–18)

O verdadeiro cristão segue uma só fé, uma só direção, e serve somente a Um Único Senhor (que é Jesus). Toda e qualquer proposta de aliança com ímpios deve ser firmemente rejeitada (ainda que isso custe a prisão ou a morte).

Eu diria mais: pior do que se aliar a ímpios é estar ao lado de muitos que se dizem cristãos, mas que agem como ímpios (como é o caso de muitos dos políticos pertencentes a um partido que se denomina cristão, mas que dão apoio a um governo de ímpios). A respeito disso, o apóstolo Paulo já havia se manifestado:

"Já vos adverti por carta para que não vos associeis com aqueles que se prostituem; isso não dizer absolutamente com os devassos, nem com os avarentos, os roubadores, ou os idólatras; pois assim seria necessário para vós sair do mundo. Mas agora eu vos escrevo para que não vos associeis com aquele que, se dizendo irmão, for devasso, avarento, idólatra, maldizente, beberrão, ou roubador; com o tal, nem comais. Pois que tenho eu em julgar aqueles que estão de fora? Não julgais vós os de dentro? Mas Deus julga os de fora. Tirai, portanto, do meio de vós esse iníquo" (1 Coríntios 5:9–13)

"E não vos comuniqueis com as obras infrutíferas das trevas; antes, condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe" (Efésios 5:11–12)

O apóstolo João também disse algo apropriado neste sentido:

"Todo aquele que prevarica e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus; quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto o Pai quanto o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa e nem tampouco o saudeis. Porque aquele que o saúda tem parte nas suas obras más" (2 João 1:9–11)

Será que o pastor Marcos Feliciano ainda está lembrado disso?

Claudio Vaz disse...

Amigo Élquisson,

Você, certamente, foi mais feliz do que eu ao explicar a questão.

Acredito que o deputado Feliciano virá como deputado federal novamente, só que receberá muitos mais votos do que antes.

E o que vai acontecer? Ora, devido ao sistema proporcional, o PSC elegerá mais deputados por São Paulo, aumentando sua bancada. Ou seja, Feliciano funcionará como "puxador" de votos, como se diz.

Mais: Feliciano certamente fará campanha para os candidatos a deputado federal em outros estados (Marisa Lobo no Paraná), aumentando AINDA MAIS a bancada do PSC na Câmara Federal.

E este PSC maior e mais forte (eleito com votos de evangélicos bem intencionados) produzirá o quê?

Apoio maior e mais forte ao governo anticristão.

Reparou? A campanha "cristã" e evangélica servirá para fortalecer aos adversários dos cristãos!

Se isto não for algo satânico, então não sei o que é.

Sinceramente, Élquisson, espero estar enganado em tudo isso.

Ainda durante a celeuma da indicação do deputado para a Comissão de Direitos Humanos, eu dizia que aquilo não ajudaria à causa da família mas apenas ao próprio Marco Feliciano.

Qual o seu legado? Mais deputados do PSC para apoiar Dilma no segundo mandato?

Everaldo disse...

Respondendo ao Cláudio Vaz,

Amigo Cláudio Vaz,

Você não está enganado na sua opinião. Muito pelo contrário: seu prognóstico está corretíssimo. Considerando que Marcos Feliciano vai ser, como se diz, o "puxador" de votos para o partido (o PSC), o resultado disso, infelizmente, vai se o apoio ao governo do PT (no caso, o apoio à possível reeleição de Dilma).

É triste e lamentável saber que muitos dos deputados que se dizem cristãos não estão nem um pouco preocupados em defender as verdades eternas da Palavra de Deus (nem tampouco o compromisso com o Reino de Deus). Estes mesmos deputados só estão preocupados única e exclusivamente com seus próprios interesses (e que se dane o povo)!

Desculpe se eu fui meio grosseiro neste meu último parágrafo, mas é assim que eu vejo a nossa política dita "cristã".

Edivaldo Júnior disse...

Eleonora escreveu:
"Se crianças têm direitos de aprender sobre deus na infância, por que não também sobre direitos gays?"
Sério, Eleonora? Você não sabe a resposta? Olhe para as crianças que receberam uma boa educação cristã e compare-as com as que foram entregues à libertinagem gayzista!
"Ou o deus dos cristãos está acima dos direitos humanos da minoria gay?"
Bom, com essa sua pergunta, percebo que você não conhece (ao menos, como deveria conhecer) o Deus dos cristãos e, portanto, prefere compará-lo ou equipará-lo ao direito à perversão sexual dos ativistas gays.
Porém, se o assunto for o Rev. presbiteriano, aí a coisa muda de figura. Parece que ele passa ao status de DEUS, inquestionável, irrefutável, não é mesmo?
Veja que ELISEU ainda espera por sua resposta...
Sobre o "exemplo de cristão equilibrado" atribuído a Uziel Santana, é bom tomarmos cuidado com esse "equilíbrio", esse "meio termo". Te explico: esse "estado de mornidão" produz "náuseas" no Deus dos cristãos (cf. Ap 3:16).

@wilson_hazak disse...

"Se crianças têm direitos de aprender sobre deus na infância, por que não também sobre direitos gays"

vejam como é distorcida a mente homossexual!

Desde quando uma criança pode assimilar questões sobre direito Eleonora?

E sobre homossexualism (ou matérias referentes a sexo), religião, moral, etc, são assuntos que apenas os pais podem debater com seus filhos.

Ah! Uma vez que está interessada em conhecer o Deus (letra maiúscula faz favor), vá até uma igreja mais próxima. E pode levar sua mulher também ....

Suede Santos disse...

Ariovaldo ramos é o cumulo da incoerência. É o mujica da igreja oh céus. O usam como referência