11 de janeiro de 2014

Jovem “morta” apresenta sinais vitais durante doação de órgãos


Jovem “morta” apresenta sinais vitais durante doação de órgãos

Ela sofrera um acidente de trânsito e teve graves lesões no pescoço

Rafael Marcante
Comentário de Julio Severo: Para atender à alta demanda de órgãos humanos, o critério de morte foi adulterado. Esse critério é agora, diferente de toda a história humana, a chamada “morte cerebral,” que nem os médicos conseguem definir com precisão. Pelo novo critério, o “morto” precisa estar vivo para que os médicos possam canibalizar seus órgãos.
Uma jovem de 24 anos, dada como morta pelo diagnóstico médico apresentou sinais vitais na hora da retirada dos órgãos que seriam doados.
O fato curioso foi registrado na cidade de Curitiba, capital do Paraná. A mulher que não teve o nome divulgado, foi internada no dia 16 de dezembro, após sofrer um acidente de trânsito.
Ela apresentava lesões graves no pescoço. No dia 31 o hospital atestou a morte da jovem. Diante das circunstâncias, a família autorizou a doação de órgãos.
Na mesa de cirurgia a jovem apresentou sinais vitais e foi transferida à UTI. A mãe da moça, Maria das Graças, contou ao portal Banda B que o estado de saúde dela é bastante grave, mas estável.
Segundo os médicos a mulher está com problema no rim e precisa passar por hemodiálise. O caso chegou ser registrado pela polícia para que fosse descoberta a causa da morte, mas diante dos fatos o registro foi cancelado.
Fonte: CGN UOL
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3 comentários :

Leony disse...

Já tinha pensado sobre isso da mesma forma. Este mesmo raciocínio de ''definir com 100% de certeza uma coisa'' que os cientistas fazem (seja ele um medico, um químico) também se aplica a psiquiatria e a psicologia, que mentem dizendo que existe doença onde não tem pra vender medicamento.

Johnny Mnemonic disse...

Prezado Júlio, Nesse link tem um estudo fala a respeito: http://www.unifesp.br/dneuro/mortencefalica.php . Muito esclarecedor! É de assustar que as pessoas podem estar autorizando a morte de seus entes queridos sem saber.

Edy Bill disse...

Gostaria de saber se esses especialistas confiam cegamente nesses testes que "confirmam" a "morte cerebral".
Acho que dá para saber: é só olhar no RG ou perguntar aos familiares se eles concordaram com a doação de seus órgãos!
Acho que não, não é?