4 de janeiro de 2014

Embaixador de Israel responde na Folha de S. Paulo


Embaixador de Israel responde na Folha de S. Paulo

Rafael Eldad, embaixador de Israel no Brasil, pôde responder a uma matéria de Natal da Falha de S. Paulo que insinuava que Maria era palestina e estaria ameaçada pelo muro de Israel. O embaixador deixa claro que o muro é para proteger os judeus contra ataques terroristas muçulmanos. Como se sabe, a vasta maioria dos palestinos são muçulmanos.
Rafael Eldad, embaixador de Israel
Se Maria estivesse viva hoje, o que ela diria do muro? Ela só elogiaria, pois o muro é para proteger judeus, que são o seu povo. Isto é, o muro é para proteger exatamente judeus como Maria.
O lamentável é que a Falha tenha colocado o artigo do embaixador num espaço público do jornal, sem nenhum destaque, explicando ainda que as opiniões dele não refletem as opiniões do jornal. E com relação à matéria mentirosa que insinuou que Maria era palestina e que Israel, não um suposto Estado palestino, seria uma ameaça para Maria? Ficou em lugar de destaque, refletindo as opiniões da Falha — que pelo visto não têm apreço nenhum pela verdade.
Em momento algum, a Falha pediu perdão, e acha que a mera resposta do embaixador publicada num canto público pode acalmar os leitores e amantes do verdadeiro jornalismo.
Eis o artigo do embaixador na Folha tentando fazer um acerto dentro da Falha incorrigível:

Rafael Eldad: Preservar vidas

Foi com muita surpresa e apreensão que lemos a reportagem "Um muro no caminho de Maria", publicada na edição da Folha do dia 25 de dezembro, no caderno "Mundo".
O texto, estranhamente, mesclou relatos da Bíblia com questões políticas contemporâneas. E, como se não bastasse tal mistura explosiva, pecou por não ouvir o outro lado, pilar básico do jornalismo praticado por esta empresa de comunicação.
A reportagem, superficial e baseada em comparações sem sentido, não explicou ao leitor o motivo da existência de barreiras e de bloqueios na conflagrada região. Optou por criticar Israel, sem dar o devido direito à defesa, exatamente em um dos dias mais sagrados para o cristianismo, o Natal.
Passado o impacto inicial, tentamos entender tal iniciativa num jornal que aprendi a respeitar e admirar desde o primeiro dia em que cheguei ao Brasil. Com o espaço agora oferecido, reforço meu respeito por um diário que apresenta a admirável qualidade de acolher as críticas.
Como é amplamente sabido, liberdade –seja de expressão, seja de religião– é um bem escasso no Oriente Médio. Israel, apesar da constante beligerância de vizinhos empenhados em destruí-lo, jamais abriu mão de construir uma sociedade democrática.
Vejamos, por exemplo, a situação dos cristãos. Representavam 20% da população do Oriente Médio até o início do século 20. Hoje, porém, representam apenas 5%. Fogem da repressão e da violência.
O único país na região onde a população cristã cresce regularmente é o Estado de Israel. Em 1980, lá viviam 90 mil cristãos. Atualmente, eles são mais de 155 mil.
Lembremos também que mais de 1,6 milhão de turistas visitaram em 2013 a cidade de Belém, na Cisjordânia, marcando um recorde para a cidade, e dezenas de milhares chegaram especificamente para comemorar o Natal.
Deve ser lembrado, ainda, que a construção de uma barreira defensiva (o chamado muro) entre Israel e a Cisjordânia foi decorrência dos múltiplos ataques terroristas perpetrados por facções palestinas contra a população civil de Israel e tiveram origem na margem ocidental do rio Jordão.
Entre 2000 e 2005, mais de mil israelenses foram assassinados durante a chamada Segunda Intifada, iniciativa tristemente baseada no terrorismo e na figura dos homens-bomba que se seguiu à recusa palestina em assinar um acordo de paz após as negociações de Camp David.
Depois da construção do muro, os atentados foram reduzidos em 100%, preservando o mais importante para todos os amantes da paz: as vidas humanas.
O governo de Israel cumpre a missão de proteger seus habitantes. Sem terrorismo, não precisaremos mais de muros e barreiras.
No próximo ano, desejamos que o voto do papa Francisco, proferido em seu discurso natalino, se torne uma realidade ao pedir a "conversão do coração dos violentos por um desfecho feliz das negociações de paz entre israelenses e palestinos".
Feliz ano novo para o Oriente Médio e para todo o povo brasileiro.
RAFAEL ELDAD, 64, é embaixador de Israel no Brasil
Divulgação: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Blog do Aminadab disse...

Parabéns ao embaixador de Israel. Polidamente, escancarou os absurdos da reportagem, politicamente incorreta, por distorcer fatos incontestáveis, por ser contrária à verdade, portanto.

Anônimo disse...

O embaixador, na linguagem "diplomatiques" elogiou um jornal que trabalha para destruir o povo judeu e o cristianismo. Pode-se pensar ateh que ele passou a sofrer da sindrome de estocolmo.
O proprio J. Severo da continuidade a uma das grandes mentiras do seculo, que eh chamar os decendentes de Esau, os quais, desde o V.T. espanca o povo de Deus, sim, eh erro historico chama-los de "palestinos' os quais, jah nao epoca de Jesus haviam desaparecido do mapa.
Este mundo podre, se recusa a aceitar que um muro nem sempre eh para aprisionar. Ele eh tambem para defesa. Alias, o suposto jornalita que vomitou tamanha materia ordinaria, vai ver, a casa dele tem cerca eletrica, alarme, cao de guarda, ou seja, hipocrisia soh.

Antonio.

Cezar Lima disse...

ESSE INDIVIDUO OU SEJA "FOLHA DE S. PAULO" QUE ESCREVEU ESTE ARTIGO INFAME Ñ CONHECE A DEUS NEM A SUA PALAVRA, MARIA JAMAIS SERIA UMA TERRORISTA ISLÂMICA MUÇULMANA, DELA PROVINHA O SALVADOR E A PROMESSA É PARA ISRAEL E Ñ PARA O POVO MUÇULMANO E QUANTO JOSÉ ELE VEM DA TRIBO DE JUDÁ DA LINHAGEM DE DAVI O QUE TESTIFICA QUE JESUS POR DIREITO É REI DE ISRAEL. PARA OS MUNDO MUÇULMANO ISLÂMICO Ñ EXISTE PROMESSA DE DEUS SÓ SE ELES ACEITAREM A JESUS COMO O SALVADOR DE SUAS ALMAS O MESSIAS DE DEUS.

Anônimo disse...

Tomou folha de São Paulo kkkkkk.

Ester!!!