31 de outubro de 2013

AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual


AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual

AFA
Nota de Julio Severo: A APA classificou ou não a pedofilia como “orientação sexual”? Sim, classificou, conforme a organização jurídica Liberty Counsel em artigo neste link: http://bit.ly/HwEOwS  Mas depois da revolta do público, a APA voltou atrás. Embora as informações online da APA não mais mencionem a pedofilia como “orientação sexual,” seu manual impresso, chamado de MDED, tem esse “erro” registrado, que a APA promete corrigir na próxima edição. Se o público não tivesse se revoltado, o “erro” não precisaria ser removido?
De acordo com a Associação da Família Americana, um anúncio chocante feito pela Associação de Psiquiatria Americana (APA) em sua mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais causou muita revolta entre organizações pró-família e muitos outros, pelo fato de que agora a APA está classificando a pedofilia como orientação ou preferência sexual em vez de desordem.
A APA agora classifica a pedofilia como orientação ou preferência sexual em vez de desordem
Sandy Rios, especialista cultural e apresentadora de programa de entrevistas na rede de Rádio da Família Americana, fez uma declaração no nome da Associação da Família Americana em resposta à postura da APA sobre a pedofilia:
“Exatamente como a APA declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ sob tremenda pressão dos ativistas homossexuais em meados da década de 1970, agora, sob pressão dos ativistas da pedofilia, declararam que o desejo de sexo com crianças é também uma ‘orientação.’ Não é difícil ver onde isso levará. Mais crianças se tornarão presas sexuais. A sanidade mental só voltará a esta cultura quando recuperarmos a verdade. Nem hoje nem nunca é aceitável que homens ou mulheres desejem sexo com crianças. Qualquer luta com isso deve pelo menos saber que é errado antes de poderem combater isso e buscar mudança.”
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: Pedophilia Officially Classified as Sexual Orientation by American Psychiatric Association
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30 de outubro de 2013

Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual”


Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual”

Associação Americana de Psiquiatria muda classificação e gera polêmica

Jarbas Aragão
Nota de Julio Severo: A APA classificou ou não a pedofilia como “orientação sexual”? Sim, classificou, conforme a organização jurídica Liberty Counsel em artigo neste link: http://bit.ly/HwEOwS  Mas depois da revolta do público, a APA voltou atrás. Embora as informações online da APA não mais mencionem a pedofilia como “orientação sexual,” seu manual impresso, chamado de MDED, tem esse “erro” registrado, que a APA promete corrigir na próxima edição. Se o público não tivesse se revoltado, o “erro” não precisaria ser removido?
Pedofilia passa a ser oficialmente aceita como "opção sexual"
Em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. Desde 1986 ela era tratada como um caso de saúde pública.
A Associação Americana de Psiquiatria publicou, em 1952, em seu primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais, que a homossexualidade era uma desordem ou transtorno. Após anos de debate entre psiquiatras, em 1973 a Associação Americana de Psiquiatria retirou a homossexualidade da lista de transtornos mentais. Pouco depois a Associação Americana de Psicologia adotou a mesma posição.
Esse foi o primeiro passo para que a Organização Mundial de Saúde acatasse essa decisão e mudasse sua situação na classificação internacional de doenças (CID). De lá para cá ativistas LGBT fizeram sucessivas investidas para que a questão gay fosse tratada apenas como “opção sexual”. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade como doença em 1985.
Na maioria dos países do mundo, grupos de cristãos tradicionais (evangélicos e católicos) sempre se opuseram a essa abordagem, classificando apenas como uma questão de “escolha” ou simplesmente “pecado”.
Em outubro de 2013, está começando uma nova guerra dos cristãos contra a questão do que é aceitável e inaceitável do ponto de vista médico. A Associação Americana de Psiquiatria acaba de mudar a classificação de pedofilia. De um transtorno, passou a ser uma orientação ou preferência sexual. A mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-V). Trata-se de um manual para diagnóstico de doenças mentais. Ele é usado para definir como é feito o diagnóstico de transtornos mentais.
A pedofilia é definida na nova edição como “uma orientação sexual ou preferência sexual desprovido de consumação, enquanto o ‘distúrbio pedófilo’ é definido como uma compulsão e usado para caracterizar os indivíduos que usam assim a sua sexualidade”. O referencial são crianças com menos de 13 anos de idade.
Grupos cristãos estão se manifestando nos EUA, temendo que ocorra o mesmo processo que aconteceu com a homossexualidade, onde o primeiro passou foi justamente a mudança de classificação da Associação Americana de Psiquiatria.
Por outro lado, associações defensoras da pedofilia, como a B4U-ACT, aprovaram a medida. Paul Christiano, porta-voz do grupo afirma que ficará mais fácil distinguir quem sente atração sexual e quem comete a violência (configurando crime).  Christiano, que é formado em psiquiatria, defende a “autonomia sexual” das crianças, e acredita que “mais educação sexual nas escolas iria ajudá-los a compreender melhor seus limites”.
Sandy Rios, da ONG evangélica Associação da Família Americana, disse em comunicado oficial: “Assim como a Associação Americana de Psiquiatria declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ após uma tremenda pressão de ativistas homossexuais em meados dos anos 1970, agora, sob pressão dos ativistas pedófilos, declararam o desejo de fazer sexo com crianças também uma ‘orientação’. Não é difícil ver onde isso vai levar. Mais crianças se tornarão presas sexuais se não agirmos”.
No Brasil, em meio ao debate do Projeto de lei PLC 122, proposto pelo PT, o senador Magno Malta, declarou: “Se aprovarmos um projeto desses, de você ser criminoso por não aceitar a opção sexual de alguém, é como se você estivesse legalizando a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade… O advogado do pedófilo vai dizer, senhor juiz a opção sexual do meu cliente é criança de nove anos de idade. O juiz vai decidir como, se está escrito que é crime?”
Esta semana, nos EUA, o Dr. Gregory Popcak , do Instituto de Soluções Pastorais, organização católica dedicada a tratar, do ponto de vista da fé, questões relacionadas ao casamento e a família, alerta: “se chamarmos de ‘orientação’ algo que pode ser utilizado por algum grupo de defesa, acabaremos ouvindo que a pedofilia é “apenas mais uma expressão normal do desejo sexual, o que seria extremamente problemático”.
No início deste ano, um Tribunal Federal da Holanda aprovou a existência da Associação Martijn, defensora do sexo consensual entre crianças e adultos. O veredito oficial reconhece que o trabalho da associação é “contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade”. Com informações Charisma News e Women of Grace.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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Após proibir palmadas, Suécia sofre com geração de crianças mimadas


Após proibir palmadas, Suécia sofre com geração de crianças mimadas

A proibição das punições físicas a crianças foi incorporada ao código penal da Suécia em 1979

A Suécia, primeira nação do mundo a proibir as palmadas na educação das crianças, se pergunta agora se não foi longe demais e criou uma geração de pequenos tiranos.
Marie Märestad (dir.) e seu marido concedem entrevista à agência AFP em outubro
"De uma certa forma, as crianças na Suécia são extremamente mal educadas", afirma à AFP David Eberhard, psiquiatra e pai de seis filhos. "Eles gritam quando adultos conversam à mesa, interrompem as conversas sem parar e exigem o mesmo tratamento que os adultos", ressalta.
O livro "Como as crianças chegaram ao poder", escrito por Eberhard, explica porque a proibição das punições físicas - incorporada de forma pioneira ao código penal da Suécia em 1979 - levou, pouco a pouco, a uma interdição de qualquer forma de correção das crianças.
"É óbvio que é preciso escutar as crianças, mas na Suécia isso já foi longe demais. São elas que decidem tudo nas famílias: quando ir para a cama, o que comer, para onde ir nas férias, até qual canal de televisão assistir", avalia ele, considerando que as crianças suecas são mal preparadas para a vida adulta.
"Nós vemos muitos jovens que estão decepcionados com a vida: suas expectativas são muito altas e a vida se mostra mais difícil do que o esperado por eles. Isso se manifesta em distúrbios de ansiedade e gestos de autodestruição, que aumentaram de maneira espetacular na Suécia", diz o psiquiatra.
Suas teses são contestadas por outros especialistas, como o terapeuta familiar Martin Forster, que sustenta que, numa escala mundial, as crianças suecas estão entre as mais felizes. "A Suécia se inspirou sobretudo na ideia de que as crianças deveriam ser ouvidas e colocadas no centro das preocupações", afirma Forster. Segundo ele, "o fato de as crianças decidirem muitas coisas é uma questão de valores. Pontos de vista diferentes sobre a educação e a infância geram culturas diferentes".
O debate sobre o mau comportamento das crianças surge regularmente nas discussões sobre a escola, onde os problemas de socialização ficam mais evidente. 
O comportamento das filhas levou o casal Märestad a procurar aconselhamento
No início de outubro, o jornalista Ola Olofsson relatou seu espanto após ter ido à sala de aula de sua filha. "Dois garotos se xingavam, e eu não fazia ideia de que com apenas 7 anos de idade era possível conhecer aquelas palavras. Quando eu tentei intervir, eles me insultaram e me disseram para eu ir cuidar da minha vida", conta à AFP.
Quase 800 internautas comentaram a crônica de Olofsson. Entre os leitores, um professor de escola primária relatou sua rotina ao passar tarefas a alunos de 4 e 5 anos: "Você acha que eu quero fazer isso?", disse um dos alunos. "Outro dia uma criança de quatro anos cuspiu na minha cara quando eu pedi para que ela parasse de subir nas prateleiras".
Após um estudo de 2010 sobre o bem estar das crianças, o governo sueco ofereceu aos pais em dificuldade um curso de educação chamado "Todas as crianças no centro". Sua filosofia: "laços sólidos entre pais e filhos são a base de uma educação harmoniosa de indivíduos confiantes e independentes na idade adulta".
Um de seus principais ensinamentos é que a punição não garante um bom comportamento a longo prazo, e que estabelecer limites que não devem ser ultrapassados, sob pena de punição, nem sempre é uma panaceia.
"Os pais são instruídos a adotar o ponto de vista da criança. Se nós queremos que ela coopere, a melhor forma de se obter isso é ter uma relação estreita", afirma a psicóloga Kajsa Lönn-Rhodin, uma das criadoras do curso governamental. "Eu acredito que é muito mais grave quando as crianças são mal-tratadas (...), quando elas recebem uma educação brutal", avalia.
Marie Märestad e o marido, pais de duas meninas, fizeram o curso em 2012, num momento em que eles não conseguiam mais controlar as crianças à mesa. "Nós descobrimos que provocávamos nelas muitas incertezas, que elas brigavam muito (...) Nós tínhamos muitas brigas pela manhã, na hora de colocar a roupa para sair", relembra essa mãe de 39 anos. "Nossa filha caçula fazia um escândalo e nada dava certo (...) Nós passamos por momentos muito difíceis, até decidirmos que seria bom se ouvíssemos especialistas, conselheiros", conta Märestad, que é personal trainer em Estocolmo.
O curso a ajudou a "não lutar em todas as frentes de batalha" e a dialogar melhor. Mas para ela, as crianças dominam a maior parte dos lares suecos. "Nós observamos muito isso nas famílias de nossos amigos, onde são as crianças que comandam".
Segundo Hugo Lagercrantz, professor de pediatria na universidade Karolinska, de Estocolmo, a forte adesão dos suecos aos valores de democracia e igualdade levou muitos a almejarem uma relação de igual para igual com seus filhos. "Os pais tentam ser muito democráticos (...) Eles deveriam se comportar como pais e tomar decisões, e não tentarem ser simpáticos o tempo todo", diz Lagercrantz.
Ele vê, contudo, algumas vantagens nesse estilo de educação. "As crianças suecas são muito francas e sabem expressar seu ponto de vista", afirma. "A Suécia não valoriza a hierarquia e, de uma certa forma, isso é bom. Sem dúvida, esta é uma das razões pelas quais o país está relativamente bem do ponto de vista econômico".
Divulgação: www.juliosevero.com
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29 de outubro de 2013

A verdade que Johnny Depp quer esconder sobre os verdadeiros índios comanches


A verdade que Johnny Depp quer esconder sobre os verdadeiros índios comanches: Como eles assassinavam crianças, assavam inimigos vivos e cavalgavam quase 2000 km para exterminar uma família

* Os índios comanches foram responsáveis pelos assassinatos mais brutais da história do Velho Oeste

Mito tribal: O Cavaleiro Solitário, estrelando Johnny Depp como o índio Tonto

* No entanto, Johnny Depp quer representar o índio Tonto em uma roupagem mais simpática

Jonathan Foreman
O rosto da menina de 16 anos, antes atraente, estava grotesco. 
Havia sido desfigurada ao ponto de estar irreconhecível durante os 18 meses em que foi mantida prisioneira pelos índios comanches.
Agora, estava sendo oferecida de volta às autoridades do Texas pelos chefes indígenas como parte de uma negociação de paz.
Diante de suspiros de choque da audiência, os índios a apresentaram na sede conselho do povoado de San Antonio em 1840, ano em que a Rainha Vitória do Reino Unido se casou com o Príncipe Albert.
“Sua cabeça, seus braços e seu rosto estavam cheios de ferimentos e feridas”, escreveu uma testemunha, Mary Maverick. “E seu nariz estava queimado até o osso. As narinas estavam escancaradas e sem carne”.
Assim que foi entregue, Matilda Lockhart entrou em desespero ao descrever os horrores que teve que suportar — os estupros, a contínua humilhação sexual e a forma como as mulheres comanches a torturavam com fogo. Não foi somente o nariz, seu corpo magro havia sido cruelmente marcado dos pés á cabeça com queimaduras.
Quando ela mencionou acreditar que havia 15 outros prisioneiros brancos no campo dos índios, todos sendo submetidos a condições similares, os legisladores e as autoridades texanas disseram que iriam deter os líderes comanches até resgatarem os outros.
Foi uma decisão que desencadeou uma das matanças mais brutais da história do Velho Oeste, e mostrou quão sanguinários os comanches poderiam ser na sua vingança.
S C Gwynne, autor de "Empire Of The Summer Moon about the rise and fall of the Comanche” (Império da Lua de Verão sobre a ascensão e queda dos comanches), afirma simplesmente que: “Nenhuma tribo na história das ocupações espanholas, francesas, mexicanas, texanas e americanas desta terra causaram tanta destruição e morte. Nenhum outro sequer chegou perto”.
Ele menciona a “imoralidade demoníaca” dos ataques comanches nos assentamentos dos brancos e da forma como torturas, assassinatos e estupros coletivos eram rotina. “A lógica dos ataques comanches era objetiva”, ele explica. 
“Todos os homens eram mortos, qualquer homem capturado vivo era torturado, e as mulheres prisioneiras eram estupradas. Os bebês sempre eram mortos”.
Bilheteria: Johnny Depp interpreta a versão hollywoodiana do estilo de vida dos americanos nativos em novo filme
Você não saberia disso pelo novo filme O Cavaleiro Solitário, que estrela Johnny Depp como o índio Tonto.
Por razões que só eles sabem, os produtores mudaram a tribo de Tonto para Comanche. No seriado de TV, ele era membro da tribo Potowatomi, relativamente passiva.
No entanto, ele e seus conterrâneos nativos são apresentados no filme como angelicais vítimas de um Velho Oeste onde eram os colonizadores brancos, os homens que construíram a América, que representam nada a não ser exploração, brutalidade, destruição ambiental e genocídio.
Depp teria dito que queria atuar como Tonto para retratar os americanos nativos com uma roupagem mais simpática. Mas os próprios comanches nunca demonstraram simpatia.
Quando aquela delegação de índios em San Antonio percebeu que iria ser detida, eles lutaram para fugir com flechas e facas, matando todos os texanos que puderam alcançar. Os soldados texanos, por sua vez, abriram fogo, matando 35 comanches, ferindo muitos outros e fazendo 29 prisioneiros.
Mas a resposta furiosa da tribo comanche não tinha limites. Quando os texanos sugeriram uma troca dos prisioneiros comanches pelos seus próprios, os índios preferiram torturar todos até a morte.
“Uma por uma, as crianças e jovens mulheres foram amarradas próximo à fogueira”, segundo um relato da época. “Elas tiveram a pele arrancada, foram cortadas e horrivelmente mutiladas, e finalmente queimadas vivas por mulheres vingativas determinadas a espremer o último grito e a última convulsão de seus corpos agonizantes”. A irmã de Matilda Lockhart, de apenas seis anos, estava entre os desafortunados que morreram aos gritos sob a luz da lua nas altas planícies”.
Vida real: Lobo Branco, chefe comanche, fotografado no final do século XIX
Os comanches não eram somente especialistas em tortura, eram também os guerreiros mais ferozes e bem sucedidos, chegando a ser conhecidos como “Lordes das Planícies”.
Eram tão imperialistas e genocidas quanto os colonos brancos que mais tarde os derrotariam. 
Quando eles migraram para as grandes planícies do sul dos EUA no final do século XVIII vindos das Montanhas Rochosas (Rocky Mountains), eles não somente dominaram as tribos que lá habitaram como quase exterminaram os apaches, que estavam entre os melhores guerreiros montados do mundo.
A chave para o sucesso brutal dos comanches era que eles se adaptaram ao cavalo até mais habilmente que os apaches.
Não havia um cavalo sequer nas Américas até que os conquistadores espanhóis os trouxessem. E os comanches eram uma tribo pequena e relativamente primitiva que vagava pela área onde agora estão os estados de Wyoming e Montana, até por volta de 1700, quando, ao migrarem para o sul, descobriram cavalos espanhóis selvagens que haviam escapado do México.
Sendo os primeiros índios a montarem um cavalo, tinham uma aptidão para cavalgar similar à dos mongóis de Gengis Khan. Somando à sua notável ferocidade, isso lhes permitiu dominar mais território que qualquer outra tribo indígena: o que os espanhóis chamaram de Comancheria se espalhou por pelo menos 400 km.
Eles aterrorizaram o México e contiveram a expansão da colonização espanhola na América. A tribo roubava cavalos para montar e gado para vender, geralmente em troca de armas de fogo.
Qualquer outro tipo de vida era morto, incluindo bebês e idosos (mulheres mais velhas geralmente eram estupradas antes de mortas), deixando o que os mexicanos chamaram de “mil desertos”. Quando seus guerreiros eram mortos, consideravam questão de honra buscar uma vingança que envolvia tortura e morte. 
Os colonos no Texas tinham absoluto pavor dos comanches, que eram capazes de viajar quase 2000 km para matar uma única família branca.
O Historiador T R Fehrenbach, autor de Comanche: The History Of A People (Comanche: A História de um Povo), conta sobre um ataque a uma das primeiras famílias de colonos de sobrenome Parker, que, junto com outras famílias, construíram uma paliçada conhecida como Forte Parker. Em 1836, 100 comanches montados apareceram às portas do forte, um deles segurando uma bandeira branca para enganar os Parkers.
“Benjamin Parker saiu para negociar com os comanches” conta o historiador. “As pessoas dentro do forte viram quando os índios subitamente o cercaram e o crivaram com suas lanças. Depois, aos berros de empolgação, os guerreiros montados correram para a entrada do forte. Silas Parker foi morto antes que pudesse barrar a entrada, e eles se espalharam pelo forte”.
Os sobreviventes descreveram a matança: “Pai e filho da família Frost foram mortos na frente das mulheres; Elder John Parker, sua esposa ‘Granny’ e outros tentaram fugir. Os guerreiros se espalharam e os derrubaram.
“John Parker foi pregado ao chão, depois escalpelado e teve os genitais arrancados. Depois foi morto. Granny Parker foi despida e fixada à terra perfurada por uma lança. Vários guerreiros a estupraram enquanto ela gritava.
A mulher de Silas Parker Lucy, fugiu por um portão com seus quatro filhos pequenos. Mas os comanches os alcançaram perto do rio. Eles jogaram ela e as quatro crianças sobre os cavalos para leva-los como prisioneiros”.
A crueldade comanche era tão intimidadora que quase todos os ataques de nativos eram atribuídos a eles. Texanos, mexicanos e outros índios que viviam na região todos desenvolveram um medo particular com lua cheia (até hoje conhecida como “lua comanche” no Texas) porque era quando os comanches saíam para roubar gado, cavalos e prisioneiros.
Eram famosos por suas torturas engenhosas, e o processo de tortura geralmente cabia às mulheres.
Os comanches assavam na fogueira soldados americanos e mexicanos até a morte. Outros eram castrados e escalpelados vivos. As torturas comanches mais agonizantes incluíam enterrar prisioneiros até o queixo e cortar suas pálpebras para que seus olhos fossem queimados pelo sol antes de morrerem de fome.
Relatos da época também descrevem que eles colocavam prisioneiros homens com as pernas e os braços abertos sobre ninhos de formigas lava-pés. Às vezes isso era feito depois de cortarem os órgãos genitais da vítima, enfiá-los em sua boca e costurar seus lábios.
Um bando costurou prisioneiros em couro cru e os deixou ao sol. O couro lentamente encolhia e esmagava os prisioneiros até a morte.
T R Fehrenbach cita um relato de espanhóis que descrevia comanches torturando índios tonkawa, segundo o qual eles queimavam as mãos e os pés da vítima até que os nervos estivessem destruídos, depois amputavam essas extremidades e recomeçavam o tratamento de fogo nas feridas vivas. Escalpelados vivos, os Tonkawas tinhas as línguas arrancadas para pararem de gritar.
Representação clássica: Clayton Moore como o Cavaleiro Solitário na década de 50 e Jay Silverheels, que fazia o papel de Tonto.
Os comanches sempre lutaram até a morte, pois esperavam o mesmo tratamento dos seus próprios prisioneiros. Os bebês eram quase sempre mortos nos ataques, embora dissessem que soldados e colonos eram tendentes a matar mulheres e crianças comanches, se deparassem com elas.
Os jovens comanches, incluindo prisioneiros, eram criados para se tornarem guerreiros e tinham que sobreviver a ritos sangrentos de passagem. As mulheres com frequência lutavam ao lado dos homens.
É possível que a violência dos comanches fosse em parte derivada dos seus encontros violentos com colonos espanhóis notoriamente cruéis, além de bandidos e soldados mexicanos.
Mas uma teoria mais convincente é a de que a falta de uma liderança central dos comanches induziu muito dessa crueldade. Os bandos comanches eram associações pouco rígidas de guerreiros/pilhantes, como uma confederação de pequenas gangues.
Em toda sociedade, adolescentes na casa dos vinte são os mais violentos, e mesmo se quisessem, os chefes tribais dos comanches não tinham como impedir seus jovens de cometer ataques.
Mas os comanches encontraram um adversário à altura com os rangers texanos. Brilhantemente retratados nos livros de Larry McMurtry da série Lonesome Dove, os rangers começaram a ser recrutados em 1823, principalmente para lutar contra os comanches e seus aliados. Eles eram uma tenaz força de guerrilha, tão impiedosa quanto seus adversários comanches.
Eles também os respeitavam. Um dos rangers personagens dos livros de McMurtry disse ironicamente a um homem que afirmou ter visto um bando de mil comanches: “Se um dia houvesse mil comanches em um bando, eles teriam tomado Washington”.
Os rangers do Texas muitas vezes saíram em desvantagem contra seus inimigos, até que aprenderam a lutar como eles, e até receberem o novo revolver Colt.
Durante a Guerra Civil, quando os rangers saíram para lutar pelos Estados Confederados, os comanches recuaram a fronteira americana e os assentamentos dos brancos em mais de 150 km.
Mesmo depois que os rangers voltaram e o exército americano se uniu às campanhas contra os comanches, o Texas perdeu uma média de 200 colonos por ano até a Guerra do Rio Vermelho em 1874, quando o exército com toda a sua força, além da destruição dos grandes rebanhos de búfalos dos quais os comanches dependiam, pôs fim às depredações.
Curiosamente, os comanches, embora hostis a todos os outros povos que encontravam, não tinham senso de raça. Eles complementavam seus números com jovens americanos e mexicanos capturados, que se tornavam integralmente membros da tribo se tivessem potencial para a guerra e fossem capazes de sobreviver aos ritos de iniciação.
Os prisioneiros mais fracos podiam ser vendidos a comerciantes mexicanos como escravos, porém geralmente eram mortos. Mas apesar da crueldade, alguns dos jovens capturados que mais tarde eram resgatados se viam incapazes de se adaptar à vida “civilizada” dos colonos e fugiam para se reunir aos seus irmãos.
Um dos grandes chefes comanches, Quanah, era filho de uma branca capturada, Cynthia Ann Parker. Seu pai foi morto em um ataque feito pelos rangers, o que resultou no resgate de sua mãe da tribo. Ela nunca se adaptou à vida na civilização e parou de comer até a morte.
Versão maquiada: Depp disse que queria caracterizar Tonto de uma maneira mais simpática.
Quanah se rendeu ao exército americano em 1874. Ele se adaptou bem à vida em uma reserva, e os comanches, surpreendentemente, se tornaram uma das tribos mais economicamente bem-sucedidas e assimiladas.
Como resultado, as principais reservas comanches foram fechadas em 1901, e os soldados comanches serviram no exército americano com distinção nas Guerras Mundiais. Até hoje eles estão entre os americanos nativos mais prósperos, notórios pela educação.
Ao interpretar a tribo indígena mais cruel e agressiva como meros inocentes vítimas da opressão, Johnny Depp perpetua o mito condescendente e ignorante do “bom selvagem”.
Isso não só é uma caricatura da realidade, mas não ajuda em nada os índios que Depp quer tão avidamente apoiar.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Daily Mail: The truth Johnny Depp wants to hide about the real-life Tontos
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28 de outubro de 2013

Eleição presidencial 2014 aos olhos da Teologia da Libertação


Eleição presidencial 2014 aos olhos da Teologia da Libertação

Quem são os reais “fundamentalistas”? Os que lutam contra o aborto e a agenda gay ou os que lutam pela implantação do socialismo?

Julio Severo
“Na campanha presidencial de 2014, veremos reprisar o que tanto afetou a de 2010: o fator religioso [onde o] debate em torno da questão do aborto assumiu muito mais importância…” palavras de Frei Betto em seu artigo “Eleição 2014 e Religião.”
Frei Betto e Fidel Castro
Mas ele avisa: “O aborto e outros temas ligados aos direitos reprodutivos e à sexualidade são apenas o biombo que encobre algo muito mais ameaçador: o fundamentalismo religioso como força política.”
Na visão de Frei Betto, que é um dos principais líderes da Teologia da Libertação no Brasil, questões como aborto e sexualidade (na verdade, homossexualidade) escondem uma ameaça muito maior: grupos cristãos que ele identifica como “fundamentalistas.”
Ariovaldo Ramos e Marina Silva têm basicamente as mesmas queixas. Eles se queixaram da “onda de conservadorismo” que quase derrotou Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010. A onda conservadora foi a expressão de fortes sentimentos cristãos contra o aborto e o homossexualismo. Em vez de se colocarem frontalmente contra o histórico e posições patentemente abortistas e homossexualistas de Dilma e do PT, Ariovaldo divulgou seu manifesto público, declarando: “manifestamos as nossas rejeições diante da onda de conservadorismo que se abateu sobre o país nesse processo eleitoral”. E Marina, em sua “Carta Aberta aos Candidatos à Presidência da República Dilma e Serra”, criticou abertamente o que ela enxerga como “esse conservadorismo renitente que coloniza a política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem limites”.
No início de 2012, Reinaldo Azevedo expôs comentário de um líder do PT dizendo que a oposição ao socialismo no Brasil está liquidada. Esse líder também disse que a única oposição hoje, sentida fortemente nas questões de aborto e homossexualidade, são as posturas dos televangelistas neopentecostais. A CNBB, que é a maior instituição da Igreja Católica no Brasil e responsável pela fundação do PT, está nas mãos desse líder do PT, conforme informação que recebi, restando agora como maior força opositora os televangelistas neopentecostais. Desenvolvi mais profundamente essa questão no meu e-book “Teologia da Libertação X Teologia da Prosperidade.”
A própria ONU reconhece que os pentecostais do Brasil são um grande impedimento para a implantação das políticas imorais da ONU.
A “ameaça” neopentecostal na questão do aborto e homossexualidade é indiscutível. O exemplo é Marco Feliciano, que sofreu oposição implacável das esquerdas seculares e evangélicas por ocupar a presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados. Esquerdistas como Betto acham que esses espaços pertencem somente aos adeptos do aborto, homossexualismo e Teologia da Libertação.
Claro que Betto nunca vai confessar que a Teologia da Libertação esconde um ameaça muito maior: o fundamentalismo esquerdista. Comportamento semelhante se vê em Ariovaldo Ramos e outros evangélicos progressistas, que não admitem que a Teologia da Missão Integral (que é a versão protestante da Teologia da Libertação) esconde uma ameaça maior.
Em seu artigo, Frei Betto comenta: “O fundamentalismo religioso nasceu nos EUA, no início do século XX, com o objetivo de evitar a erosão, pelo secularismo, das crenças fundamentais da tradição protestante, como a expiação substitutiva realizada pela morte de Jesus e o seu iminente regresso para julgar e governar o mundo, e a infalibilidade da Bíblia tomada em sua literalidade, como a criação direta do mundo e da humanidade por Deus, em oposição ao evolucionismo e ao darwinismo.”
O que não é ser radical e “fundamentalista”? É ter as posturas de Betto, que diz:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta.”
Se você não pensar assim, você é rotulado de “fundamentalista.”
Quando se fala em “fundamentalismo” hoje, a primeira imagem na mente é terroristas islâmicos matando inocentes. Essa imagem é padrão na sociedade atual. Mas quando surgiu o fundamentalismo original, nada havia em seus líderes e membros que os ligasse a matanças e terrorismo. O termo só veio a adquirir carga negativa com a difamação sistemática dos meios de comunicação pintando o fundamentalismo evangélico como radical. Mais tarde, um jornalista esquerdista teve a inspiração de atrelar o termo ao islamismo e a difamação se agravou. Agora, o termo “fundamentalismo” está tão difamado que só vale a pena usá-lo para os verdadeiros apoiadores de matanças: os ativistas pró-aborto.
O próprio Frei Betto, ainda que demonstrando nojo do conservadorismo evangélico do passado, reconhece que o fundamentalismo deles nada tinha a ver com jihads, homens-bombas, atentados terroristas e matanças de inocentes. Ele diz: “Em meados do século passado, os fundamentalistas cristãos se convenceram de que não bastava pregar no interior dos templos e converter corações e mentes. Era preciso impor à sociedade tudo isso que concorre para o ‘bem dela’, como a criminalização do aborto e da homossexualidade, do uso do álcool e do fumo, do entretenimento pornográfico…”
Em seguida, Betto ensina o público que se você é como esses pioneiros evangélicos conservadores “fundamentalistas” dos EUA, você não tem direito de “impor” seus valores à sociedade.
Em contraste, se você for adepto da Teologia da Libertação ou Teologia da Missão Integral, você tem a obrigação de lutar para impor os supremos valores socialistas à sociedade, pois para Frei Betto, Leonardo Boff, Ariovaldo Ramos e outros, esses são os valores reais do Reino de Deus. Com base nesses valores, Frei Betto acha justo estar com Fidel Castro para impor o marxismo na sociedade, e Ariovaldo Ramos acha justo estar com Hugo Chavez com o mesmo objetivo.
Se você apoia o aborto como direitos reprodutivos e a homossexualidade como direitos sexuais, então você é da turma, e o rótulo carinhoso que a mídia lhe dará é “lutador dos direitos humanos,” e todas as elites darão espaços abertos para você falar e impor o que você quiser.
Mas se você é contrário ao aborto e a outros derramamentos de sangue inocente e se você quer a proteção das crianças contra as investidas da agenda gay, então você não é da turma. A mídia tem só um rótulo para você: “fundamentalista.” Você não tem nenhum direito de defender nos espaços públicos seus valores.
Esse embate não é novo. Em 1925, os Estados Unidos testemunharam um ponto decisivo na marcha socialista. Nesta data, houve o “Scopes Monkey Trials,” ou Julgamentos sobre a Teoria do Macaco do Professor Scopes. De um lado, estava o advogado comunista sarcástico Clarence Darrow, representando John Scopes, professor humanista que queria impor a teoria da evolução para suas classes compostas em grande parte por crianças protestantes. Em defesa dos alunos e seus pais, estava o advogado William Jennings Bryan, que a mídia americana já simpática ao esquerdismo prontamente tratou de apresentar desdenhosamente como representante do “fundamentalismo.”
No final, os comunistas venceram, a teoria da evolução foi imposta e esse caso serviu como precedente para se impor a “teoria do macaco” nas crianças, até mesmo em crianças cristãs. “Fundamentalismo” se tornou sinônimo naquela época de oposição protestante à luta pela implantação de ideias progressistas (socialistas). E hoje não é diferente. Se Frei Betto quer “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas” e impor essa ideologia na sociedade brasileira, ele sabe que primeiro precisa demonizar os cristãos e seus termos que estão em confronto com sua agenda. A estratégia esquerdista sempre segue esse padrão de demonização.
Sejamos inteligentes nesta hora. A esquerda emporcalhou tanto o termo “fundamentalismo,” especialmente ligando-o agora ao radicalismo islâmico, que se tornou irreconhecível e obsoleto para nós. Tornou-se, em essência, conforme a imagem e semelhança deles. O mesmo fundamentalismo islâmico que quer impor seus valores na sociedade está também presente nos esquerdistas. E, coincidência, ambos têm um “currículo” fartamente sanguinário.
Embora a maioria da mídia e do governo esteja nas mãos do fundamentalismo esquerdista, que muito respeita Frei Betto e seus comparsas, não podemos nos desanimar achando que nossos esforços não têm esperança. Recordando as palavras de Lutero, repetidas séculos depois por presidentes dos EUA: “Um com Deus é maioria.”
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