31 de maio de 2013

Roberto de Lucena: Acertando nos alvos errados


Roberto de Lucena: Acertando nos alvos errados

Dois missionários presbiterianos presos e o massacre dos cristãos na Síria

Julio Severo
Dois missionários presbiterianos estavam presos no Senegal, por pressões alimentadas por acusações feitas por muçulmanos revoltados. A imprensa secular e evangélica brasileira noticiou e, de todos os políticos que souberam da tribulação dos missionários, somente o senador Magno Malta e mais dois parlamentares pentecostais, Paulo Freire e Ronaldo Fonseca, deixaram suas casas, trabalhos e famílias para fazer uma longa viagem ao Senegal para prestar solidariedade e apoio aos missionários.
Maria do Rosário merece louvor?
E quem merece louvor? De acordo com um requerimento do Dep. Roberto de Lucena, Maria do Rosário, ministra que tem adquirido má fama por suas pressões para impor a agenda gay no Brasil, inclusive louvando Cuba (a ilha que há décadas jogou no lixo os direitos humanos dos cristãos e outros cidadãos cubanos) e não medindo esforços para criminalizar o direito natural dos pais de disciplinar fisicamente os filhos.
Quem mereceria um elogio (não louvor, que pertence somente a Jesus Cristo) é o senador Malta e seus dois colegas da Frente Parlamentar Evangélica que arregaçaram as mangas e foram à África. Tal atitude realmente nos faz louvar a Deus!
Eu mesmo dei glória a Deus e escrevi um elogio público quando Lucena, membro da bancada evangélica, confrontou o Conselho Federal de Medicina sobre uma postura pró-aborto. Para um membro do radical Partido Verde, que é pró-aborto, isso deve ter sido um grande desafio.
Se, por algum motivo, Lucena não queria dar algum merecido elogio a Malta, pelo menos ficasse em silêncio, não se aventurando num requerimento estúpido de louvor a alguém que não merece elogio, muito menos louvor. (O vergonhoso requerimento está neste link: http://archive.is/0FTOJ) Ou, para Lucena, é louvável todo o trabalho que Maria do Rosário vem desenvolvendo há anos contra as famílias brasileiras e a Igreja de Jesus Cristo? Ou é louvável o apoio obsceno dela à ditadura de Cuba?

A Turquia e seu envolvimento no massacre de cristãos na Síria

A falha mais recente de Roberto de Lucena, ou de sua assessoria, foi se envolver num requerimento de apoio à “Declaração de Istambul.” Em discurso no Congresso Nacional em favor dessa declaração, Lucena exortou a comunidade internacional a “prover suficiente proteção para todas as comunidades étnicas e religiosas, bem como seus locais históricos, religiosos e culturais.” O texto todo está aqui: http://archive.is/diety
Não houve nenhuma solidariedade específica aos cristãos, nenhuma tentativa de imitar o senador Malta e visitar esses cristãos, oferecendo alguma ajuda mais concreta e real. Não houve, nas palavras de Lucena sobre a “Declaração de Istambul,” nenhuma identificação específica de quem são os opressores.
Não faltam, porém, fontes confiáveis, dos próprios meios cristãos, de que a principal identidade dos massacradores de cristãos na Síria são os rebeldes islâmicos, muitos dos quais têm ligações com a al-Qaida.
Há numerosos relatos oficiais sobre isso. No final deste artigo, apresento vários artigos com alguns desses relatos.
Cristãos sírios
Diferentemente do que disse Lucena, ou sua interpretação da “Declaração de Istambul,” a perseguição aos cristãos na Síria tem nome e face: são os rebeldes islâmicos.
O governo de Assad, embora seja uma ditadura (qual é o governo muçulmano que não é ditadura no Oriente Médio?), era o que mais dava proteção à minoria cristã. Só pelo fato de que a declaração foi feita em Istambul, na Turquia, já expõe perigosas questões políticas, pois a islâmica Turquia jamais aceitaria que os rebeldes sírios fossem condenados por suas atrocidades contra os cristãos. A própria Turquia ajuda esses rebeldes, de modo que tudo o que os assinantes da declaração puderam fazer foi falar quase que genericamente sobre perseguição aos cristãos sírios, sem poder ofender o país anfitrião assassino.
E agora Lucena, ou sua assessoria, quer colocar o Congresso Nacional para louvar oficialmente tal declaração feita em pleno território turco exclusivamente porque foi assinada também pela ANAJURE?
De acordo com o WND, um dos mais respeitados veículos noticiosos conservadores do mundo, o papel da Turquia na guerra síria é indiscutível. O WND disse:
“A infiltração de jihadistas na Síria através da Turquia alcançou um número crítico, ao ponto em que o equilíbrio de poderes pode mudar para uma direção preocupante. Chegou a um ponto em que a Turquia talvez seja a maior base da al-Qaeda no mundo.”
Uma declaração honesta e cristã, da parte de Lucena e de outros que querem se envolver no conflito sírio, deveria cobrar da Turquia o seu vergonhoso papel de apoio aos terroristas da al-Qaida, inclusive dos rebeldes islâmicos que estão massacrando cristãos sírios.
Presumo que, para os que assinaram a tal Declaração de Istambul em território turco, seria impossível fazer cobranças, pois o governo turco está em plena atividade islâmica para tentar reconstruir o Império Otomano. Os turcos jamais aceitariam tais cobranças ou, pelo menos, um pedido de misericórdia em favor dos cristãos sírios. A misericórdia turca foi demonstrada 100 anos atrás, com o genocídio de centenas de milhares de cristãos armênios.
Por motivos aparentemente óbvios, os assinantes da Declaração de Istambul não puderam incomodar os anfitriões carregados de sangue. Por que é tão difícil especificar os crimes e os criminosos quando os culpados são os islâmicos e as vítimas são cristãs?
O Dep. Roberto de Lucena tem uma imensa vantagem: ele não está em Istambul, com sua liberdade ameaçada de falar o que os turcos precisam ouvir e expressar ao mundo condenação aos terroristas islâmicos que estão dizimando a população cristã da Síria.
As palavras que estão no site de Lucena são lindas:
“Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados à destruição. Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados.” (Provérbios 31:8-9 ACF)
Mas palavras lindas não são nada, se não são colocadas em prática.
Ninguém do Brasil abriu a boca quando os turcos massacraram os cristãos armênios cem anos atrás. Que essa tragédia não se repita hoje no caso dos turcos que ajudam a al-Qaida e os rebeldes islâmicos que estão massacrando os cristãos na Síria.
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30 de maio de 2013

Cóccix humano: prova de evolução?


Cóccix humano: prova de evolução?

Exclusivo: Ray Comfort responde a perguntas frequentes feitas por céticos

Ray Comfort
Pergunta de leitor: “[Pelo fato de que sou ateu] você realmente acha que sou irracional?” – Peter M.
Sir Isaac Newton (o “Pai da Ciência”) utilizava a palavra “irracional” (“senseless”) ao se referir aos ateus.
Depois de conversar com milhares de pessoas de crenças iguais às suas, cheguei à conclusão que um ateu é mais que irracional. Por exemplo, que tal você me fazer um beija-flor, do nada? E é melhor fazer dois, porque você vai precisar de um macho e uma fêmea para que sejam capazes de se reproduzir. Você não é capaz de fazer sequer uma pena, muito menos um cérebro, olhos, coração, fígado, asas simétricas que batem mais rápido do que o olho consegue ver a olho nu. Ah, sim. Esqueci-me de mencionar que você vai precisar colocar “vida” no pássaro para que a máquina inanimada que criou possa pensar por conta própria.
Você não faz ideia de como começar, mas como um ateu, acredita (assim como Richard Dawkins), que o nada o criou do nada. Para ser honesto, intelectualmente sinto vergonha de ser da mesma espécie dos que acreditam nesse tipo de coisa.
Estava conversando recentemente com um grupo de estudantes universitários. Quando disse a eles que não acreditava na evolução, que não era científico nem observável, um ateu bradou, “Mas e o osso da cauda?”
Dizem que o cóccix humano é vestigial, ou seja, uma sobra evolucionária que prova que somos ligados aos primatas. Respondi que o cóccix não é uma cauda, mas uma vértebra, e que é um gancho para 12 músculos que nos ajudam a ir ao banheiro:
“O osso da cauda obteve esse nome porque algumas pessoas acreditam que ele é uma ‘sobra’ da evolução humana, embora a noção de que o cóccix não possua função seja errada”, explica o Laser Spine Institute. “O cóccix é uma fonte extremamente importante de fixação de tendões, ligamentos e músculos, embora estruturado de maneira bastante diferente de outras partes da coluna vertebral”.
É claro que esse crente da evolução não cedeu por um instante, e bradou, “Mas e o apêndice?”
Eu expliquei então que o apêndice, assim como o cóccix, não é vestigial de forma alguma, e que está ligado ao sistema imunológico humano. Quando ele zombou dessa explicação, disse a ele para procurar no Google.
Em um artigo chamado “O Apêndice Não é Nada Inútil: É um Esconderijo de Bactérias” (Appendix Isn’t Useless at All: It’s a Safe House for Bacteria), pesquisadores da Universidade de Duke University explicam, “Há muito tempo subestimado como vestigial e inútil, o apêndice agora parece ter uma razão de ser: um ‘esconderijo’ de bactérias benéficas que vivem no intestino humano”.
E é assim com cada uma das “provas” sustentadas por essa pseudociência em que tantos acreditam.
Pergunta de leitor: “Se você acreditar que o mundo vai acabar, e talvez a qualquer momento, isso não tira a motivação das pessoas para melhorar a vida na Terra enquanto estivermos aqui?” – Cyan G.
De maneira alguma. Queremos desesperadamente melhorar a vida na Terra acabando com o assassinato em massa de bebês por meio do aborto, sem falar em estupros, pornografia, ganância, mentira, abuso de crianças, assassinatos, roubos, adultério, violência doméstica, ódio, guerras e assim por diante. E a maneira de fazer isso não é somente por meio de protestos e da política. Todo esse mal é gerado por uma causa maior. Então se quisermos lidar com isso, temos que lidar com a causa.
A melhor maneira de se livrar das teias é matando a aranha. O cerne do problema humano é o coração cheio de pecado do ser humano, e o único poder que pode mudar isso é o Evangelho.
Existem muitos outros problemas, como a poluição. Vou ao trabalho de bicicleta, e essa é minha pequena contribuição para um planeta mais limpo. Mas não me estresso demais com isso, porque o stress pode até matar. Além disso, os que amam a Deus irão herdar toda a Terra, sem a maldição do Gênesis (terremotos, tornados, poluição, furacões, doenças ou morte). Acesse NeedGod.com (em inglês) para mais detalhes.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: HUMAN TAILBONE: EVIDENCE OF EVOLUTION?
Leitura recomendada:

29 de maio de 2013

Cantor de heavy metal gospel paga mil dólares para assassino profissional matar esposa e joga a culpa no uso de esteroides


Cantor de heavy metal gospel paga mil dólares para assassino profissional matar esposa e joga a culpa no uso de esteroides

O entusiástico vocalista de uma popular banda gospel de heavy metal está culpando anabolizantes por sua tentativa de contratar um assassino profissional para matar sua esposa no começo deste mês.
Tim Lambesis, o entusiástico vocalista da banda de heavy metal cristão As I Lay Dying
Tim Lambesis, de 32 anos, começou a praticar halterofilismo, tomando suplementos de vitaminas no ano passado num esforço para aumentar a massa muscular na academia de ginástica, disse o advogado dele.
O regime de fitness acabou levando Lambesis a injetar esteroides. As drogas, alegou o advogado de defesa Thomas Warwick, o transformaram num homem violento.
Tim Lambesis
Lambesis é o vocalista da banda de heavy metal “As I Lay Dying” (Quando Eu Estava Deitado Morrendo), indicada para o Grammy.
O cantor está na cadeia de Vista, Califórnia. O juiz estabeleceu uma fiança de 2 milhões dólares (aproximadamente 4 milhões de reais) se ele quiser aguardar o julgamento em liberdade.
A polícia diz que em 7 de maio Lambesis deu mil dólares em dinheiro a um homem chamado “Red” que afirmava ser um assassino. A revelação é que o “assassino profissional” era na verdade um policial disfarçado, que se encontrou com o roqueiro depois que um funcionário da academia dele avisou a polícia que Lambesis estava procurando alguém para matar a esposa dele.
Tim Lambesis
Ele deu ao “assassino” a chave para entrar na casa da esposa Meggan Lambesis e disse que queria vê-la “desaparecer,” de acordo com os promotores.
Ele também entregou ao “assassino” uma lista de datas em que ele estaria cuidando de seus três filhos adotivos, de modo que ele tivesse uma desculpa legal para se inocentar do crime.
Claudia Grasso, vice-promotora pública, disse ao tribunal que o cantor havia enviado um email à sua esposa enquanto estava numa turnê em agosto, dizendo que ele não a amava, que ele queria terminar o relacionamento e que não mais cria em Deus.
Mais tarde, Meggan Lambesis ficou sabendo que seu marido estava tendo um caso extra-conjugal e havia se envolvido com várias outras mulheres.
Anthony Salerno, outro advogado de defesa, disse aos jornalistas que Lambesis não tinha a intenção de fazer mal a ninguém e aparentemente foi vítima de um golpe do funcionário da academia.
Tim Lambesis só poderá aguardar seu julgamento em liberdade se pagar fiança de 4 milhões de reais
Salerno disse que esperava que Lambesis pagasse a fiança, para que o cantor pudesse ir adiante com sua turnê, que começa em 30 de maio, por várias cidades dos EUA. Mas há dúvidas de que o juiz dará permissão para ele viajar se a bandar for em frente com a turnê.
A banda “As I Lay Dying” foi formada na cidade de San Diego em 2000 e já lançou seis álbuns, inclusive “'An Ocean Between Us” de 2007, alcançando o número 8 nas paradas de sucesso dos EUA. A música deles “'Nothing Left” (Nada Restou) foi indicada para o Grammy para a melhor performance heavy metal.
A banda toca num estilo agressivo que caracteriza riffs de guitarra heavy metal num ritmo furioso de hardcore punk.
Traduzido e adaptado por Julio Severo do artigo do Daily Mail: Christian heavy metal singer blames steroid use for ‘paying hitman $1000 to kill his wife’
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Evangélicos pró-Hamas!


Evangélicos pró-Hamas!

Exclusivo: Walid Shoebat, escritor cristão palestino, alerta sobre organização anti-Israel que está dando palestras em mega-igrejas dos EUA

Walid Shoebat
Jesus at the Check Point,” uma organização “cristã” com uma tendência socialista e liberal, estará logo dando palestras numa igreja perto de você.
A organização está viajando pelos países para ajuntar apoio para, conforme eles afirmam mais ou menos, aliviar a “perseguição cristã.”
O lema da organização é “resistência não violenta contra a ocupação sionista israelense.” “O sionismo é o obstáculo à paz,” eles escrevem, e eles querem “educar os cristãos evangélicos” para “entender a Bíblia a partir de uma perspectiva cristã palestina,” que abertamente apoia um “Estado dividido” como a solução para o conflito israelense-palestino.
O principal dínamo e agente patrocinador dessas viagens de palestras é o Colégio Bíblico de Belém em Belém, Israel. Sua 2ª Conferência Internacional foi dirigida por uma família palestina, os Awads, inclusive Sami Awad, Bishara Awad e Alex Awad. Afirmando serem batistas, os Awads, conseguiram atrair algumas figuras influentes. Vários evangélicos americanos que eles recrutaram haviam tomado ação para trazê-los para palestrar em igrejas americanas.
Bishara Awad, diretor do Colégio Bíblico de Belém
Mas o que muitos no Ocidente não sabem é que essa organização não tem nada a ver com a identidade batista. Além disso, eles não estão de forma alguma envolvidos com atividades contrárias à perseguição cristã. Essa organização jamais menciona que no Oriente Médio os islâmicos perseguem os cristãos. O que eles dizem é que a perseguição que os cristãos sofrem tem origem na presença judaica em toda a Judeia bíblica. Eles afirmam que os judeus confiscaram terras dos árabes.
De acordo com eles, são os sionistas, não o [grupo terrorista] Hamas, que perseguem os cristãos. Aliás, eles promovem a legitimidade do Hamas e apoiam plenamente o terrorismo, mas não como sua tática. Para eles, o terrorismo é legítimo como uma tática para outras organizações palestinas enquanto estão fazendo resistência aos que eles consideram como “ocupação israelense.”
Gravei a entrevista deles de TV antes que as provas fossem removidas, depois de um contato com Wayne Cordeiro, pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular em Honolulu, Havaí. Sete anos atrás, Cordeiro convidou essa organização e se sentiu convencido a chamar Israel de “uma ocupação.”
A prova está neste link, em inglês.
E embora Alex Awad diga que ele “não apoia o Hamas,” essa declaração tem suas letras miúdas; ele insistiu que os evangélicos precisam aceitar a realidade de que o Hamas é a “representação legítima do povo palestino.” O que é chocante é que Cordeiro concordou: “Precisamos dar uma chance a eles [o Hamas].”
Nossas fontes árabes mostram que além de apoiar o Hamas, essa organização apoia a FPLP, a organização terrorista Frente Popular para Libertar a Palestina. Tudo isso apesar de que ambas essas organizações são declaradas ilegais pelos Estados Unidos.
A história dessa espécie palestina belicosa de Cristianismo não é nova; foi uma invenção dos revolucionários palestinos socialistas de décadas atrás que surgiu para recrutar cristãos para se juntarem às fileiras dos socialistas, comunistas e até grupos terroristas como a FPLP. Para compreender essa espécie de teologia, obtivemos uma dissertação de formatura aprovada pelo Colégio Bíblico Belém e escrita por Yousef Ijha intitulada “Estudando o Sionismo Cristão.” A dissertação declarou:
“Herzl estabeleceu o primeiro Congresso Sionista em 1897, e conseguiu reunir os judeus do mundo ao redor de si, inclusive os mais astutos dos judeus para publicarem o mais perigoso plano da história do mundo, ‘Os Protocolos dos Sábios de Sião,’ procedente dos ensinos judaicos sagrados.”
Tudo isso enquanto ignorando que “Os Protocolos dos Sábios de Sião” é comprovadamente um documento fraudulento, conforme os melhores historiadores.
Fiel à teologia socialista ensinada pelos Awads, Ijha se tornou uma figura proeminente e organizador da organização comunista Federação Mundial da Juventude Democrática, um grupo que tem filiais no Oriente Médio e Norte da África. Enquanto era estudante de Awad, Ijha proclamou publicamente sua lealdade à organização terrorista FPLP enquanto honrava o famoso terrorista Ahmad Saadat, secretário-geral da FPLP: “Todas as saudações ao nosso camarada… Ahmad Saadat da FPLP… e uma saudação vermelha encharcada no sangue dos mártires.” 
Atualmente, Saadat está numa prisão israelense por seu envolvimento no assassinato do ex-primeiro ministro Rehavam Ze’evi.
A verdade é que os Awads concordarão com seus recrutas. Em maio de 2008 Alex Awad participou de uma conferência, realizada em Jakarta, Indonésia, de apoio ao terrorismo islâmico. Entre os palestrantes desse evento estava Zahra Mostafavi, filha do aiatolá iraniano Khomeini. Ela havia anteriormente incentivado crianças a se tornarem homens-bombas. Entre os participantes estavam também representantes do Hamas e do Hezbollah, cuja presença Alex Awad tentou mascarar.
Esse grupo expressa, por meio de artigos e notícias na mídia, como detesta o modo como os evangélicos compreendem as profecias bíblicas com relação a Israel. Contudo, eles mesmos não vivem sem proclamações proféticas. Sete anos atrás, no programa de TV de Cordeiro, Alex predisse que dentro de três a quatro meses o Hamas se transformaria num leopardo sem manchas. A realidade hoje é que o Hamas está ganhando força depois da Primavera Árabe e está ganhando mais manchas. O Hamas restabeleceu as leis islâmicas, inclusive a “proibição de armas para os não muçulmanos conquistados; a proibição de sinos de igrejas; e restrições com relação à construção e restauração de igrejas.”
A principal enganação usada para convencer os ingênuos a se juntar às fileiras do inimigo é primeiro convencer os evangélicos de que o que vale é o Evangelho e nada mais. Os evangélicos precisam tomar cuidado: A meta do palestinianismo cristão é erradicar a presença judaica e não ajudar os cristãos perseguidos.
Walid Shoebat, ex-membro de uma organização terrorista palestina, é hoje um escritor cristão palestino que desmascara esquemas “cristãos” palestinos que promovem a teologia da libertação palestina.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Evangelicals for Hamas!
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28 de maio de 2013

Por que o esquerdismo tem que destruir tudo o que toca?


Por que o esquerdismo tem que destruir tudo o que toca?

Exclusivo: Drew Zahn lamenta a perda de boas estórias para filme ruins

Drew Zahn
As mulheres têm tratamento desigual, então temos uma “revolução sexual”…
As pessoas das regiões pobres são desproporcionalmente pobres, então vamos garantir o assistencialismo…
Nem todas as religiões são bem-vindas nas nossas escolas, então vamos expulsar Deus delas de uma vez por todas…
Milhões de pessoas não têm acesso à saúde, então vamos criar uma rede de segurança governamental e decretar que todo mundo tenha seguro saúde…
E agora que executamos todas essas “reformas” esquerdistas…
… as mulheres não são mais honradas pelos homens, sua sexualidade caiu de sagrada a casual, e 50 milhões de seus filhos são mortos pelo aborto.
…gerações de crianças das regiões mais pobres crescem sem pais, e comunidades inteiras perderam a vontade de trabalhar para procurar assistência do governo.
…imoralidade desenfreada, crimes, drogas, gravidez na adolescência e estupidez geral dos adolescentes reinam em nossas escolas à medida que os padrões acadêmicos caem para os esgotos.
…cotações de seguro atingem níveis altíssimos, empresas estão soterradas com os custos de assistência médica, médicos estão deixando a profissão aos montes e os planos de saúde e empregadores estão demitindo, de maneira que milhões de pessoas que tinham bons planos de saúde em breve deverão depender de um plano inferior do governo. E ainda nem falei do racionamento e do “painel da morte”.
Nossa, como estão se saindo essas reformas para você?
Da mesma forma que as reformas esquerdistas quase sempre se saem. Elas lidam diretamente com o problema… e o tornam pior.
O mesmo acontece com Hollywood. Boas estórias, ideias fascinantes e atores talentosos são combinados em um projeto bem intencionado… para então uma tripla dose de esquerdismo transformar tudo em lixo.
Veja por exemplo a quase muito engraçada, quase cativante, quase boa estória que está arrebentando nas bilheterias deste fim de semana, chamada “Uma Ladra Sem Limites”.
A genial comediante e atriz indicada ao Oscar Melissa McCarthy estrela como uma falsária que vive uma vida de luxo na Flórida, até que uma de suas vítimas, o personagem interpretado por Jason Baterman, tenta trazê-la de volta a Denver para pagar pelos seus crimes.
Os desvarios naturalmente resultam em uma viagem em que tudo dá errado e inclui uma narrativa redentora sobre cuidado mútuo e aprender a fazer o que é certo.
Até aí, tudo bem.
Mas então começa a agenda esquerdista.
O filme começa avançando a narrativa esquerdista da luta de classes, em que os empresários bem sucedidos são idiotas gananciosos e sem coração que maltratam seus funcionários, principalmente os subgerentes de classe média (o filme ainda faz questão de mostrar duas vezes exatamente quanto o personagem de Baterman ganha e retratar como uma incrível quantia a oferta que ele recebe para ganhar US$250.000, número considerado por Obama como uma grande riqueza a ser sobretaxada).
Mas isso poderia ser uma questão menor, perdoável, por ser um bom pano de fundo para a comédia.
Mas então o filme decide nos dar uma longa cena de um extravagante e bizarro ménage à trois, seguido de uma odiosamente vigorosa cena de sexo casual; tudo pelas gargalhadas, é claro.
Não é maravilhoso esse novo mundo sexual e amoral?
Ah, e falando em moral...
O filme então dá um tapa na cara da audiência com uma cena em que o conceito de “valores tradicionais” é intencionalmente satirizado como racista, xenofóbico, homofóbico, digno da KKK. É aí que o filme vai longe demais.
Quando é uma boa ideia insultar e depreciar a audiência por defender “valores tradicionais”? Ah, sim, quando você é de esquerda.
O filme em si é ocasionalmente engraçado, se não um pouco perdido no seu propósito. McCarthy faz uma atuação fantástica. A moral da estória é até agradável e tocante.
As boas intenções estão lá.
Mas então a agenda esquerdista crava suas garras, e mais um filme engraçado, outro bom enredo, outra grande performance é destruída por um fenômeno tão comum em Hollywood: os efeitos nocivos da agenda esquerdista.

Aviso de Conteúdo:

* “Uma Ladra sem Limites” contém mais de 120 obscenidades e profanações. Até o script foi arruinado pelo nosso novo mundo “libertado” da moralidade.
* O filme contém dezenas de referências sexuais e piadas explícitas, e uma cena estendida em que um casal faz sexo com muita gritaria e movimento (para o efeito cômico), mas tudo é visto do chão, de maneira que apenas os rostos e os pés para fora da cama podem ser vistos.
* O filme contém um número razoável de elementos de humor físico, com batidas de carro, socos, escorregões, quedas, etc. Há duas cenas alarmantes com uma batida de carro e um atropelamento. O desfecho é pouco realista nesses momentos.
* Com a exceção dos ataques aos “valores tradicionais”, o filme não possui referências religiosas ou ocultas relevantes.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: WHY MUST LIBERALISM DESTROY EVERYTHING IT TOUCHES?
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27 de maio de 2013

Crislamismo? Ou palestinianismo cristão?


Crislamismo? Ou palestinianismo cristão?

T. A. McMahon
Sempre que nós, cristãos bíblicos, pensamos que as coisas não poderiam, de forma alguma, ser mais absurdas no cristianismo, precisamos nos lembrar das Escrituras, que nos dizem que chegará o tempo em que os cristãos não suportarão a sã doutrina, e muitos corromperão a Palavra de Deus (2Tm 4.3; 2Co 2.17; 2 Pe 3.16). O apóstolo Paulo declara a Timóteo que aqueles que trazem tais doutrinas enganarão as pessoas, desviando-as da verdade para fábulas, ou seja, a mitos, de sua própria invenção (2Tm 4.4; Tt 1.14). Hoje, tais ensinamentos e práticas estão crescendo a um ritmo alucinante – práticas que variam do absurdo patente ao pérfido, e mesmo ameaçadoramente perigoso, tanto espiritual quanto fisicamente.
Crislamismo? Essa tentativa de combinar o cristianismo com o islamismo em um culto comum seria uma piada sem graça se fosse uma questão de piada, mas está longe de sê-lo. Da forma que entendo, esse ensinamento começou como uma maneira de ajudar a impedir o genocídio e de trazer a paz entre muçulmanos e cristãos na África. Sem dúvida, sincero em suas preocupações, contudo sinceramente errado. Os muçulmanos que verdadeiramente seguem o Corão, e os cristãos que crêem naquilo que a Bíblia apresenta, consideram o crislamismo como uma contradição blasfema de suas crenças.
Por quê? As diferenças, que são bastante aparentes, não podem ser reconciliadas. Alá é um deus falso, criado pelo homem, e não tem nada a ver com o Deus da Bíblia, que enviou Seu Filho, Jesus, para pagar a penalidade total dos pecados do mundo (Jo 3.16). Alá não tem nenhum filho e condena a todos os que crêem que ele tem (Surah 18.4-6; 23.91). Alá é uma entidade singular (Surah 4.171); o Deus da Bíblia é um Deus Triúno: um Deus – três Pessoas. Isa (Jesus) do Alcorão não é Deus; ele é simplesmente um profeta de Alá (4.171). O Jesus bíblico é Deus que se fez Homem (Jo 1.14; 10.33). Alá denigre os judeus (Surah 5.59-60); Deus se refere aos filhos de Israel como “a menina dos Seus olhos” (Dt 32.9-10). O Hadith (as palavras que Maomé supostamente recebeu de Alá) declara que o Dia do Julgamento de Alá não virá até que as rochas e as árvores clamem para que os muçulmanos matem os judeus que estão escondidos atrás delas (Livro Muçulmano do Sahih 041, Número 6981-4). Isso é anti-semitismo em sua pior forma.
Os ensinamentos fundamentais do islamismo e do cristianismo não permitem nenhuma concessão. Qualquer um pode certamente acreditar ou formular seja o que for que queira sobre o islamismo ou sobre o cristianismo, mas ninguém pode tornar tais formulações compatíveis umas com as outras com base em qualquer um dos textos sagrados de ambos. Não obstante, esse obstáculo não está impedindo as multidões que estão permitindo que seus desejos atropelem sua razão. Além disso, tal irracionalidade está sendo explorada por aqueles que têm como intenção uma “Fé Compartilhada”.
Parece que a apostasia (o enfraquecimento da fé bíblica para preparar o caminho para a religião do Anticristo) está se desenvolvendo de maneira exponencial, e as contribuições estão sendo feitas através de uma diversidade de intenções não-bíblicas. Uma delas, que é particularmente agressiva tanto quanto malévola em seu ataque ao cristianismo bíblico, é denominada “Palestinianismo Cristão” (PC). O termo foi cunhado por Paul Wilkinson em seu livro For Zion’s Sake [Por Amor a Sião], que apresenta as razões bíblicas pelas quais os cristãos precisam apoiar a restauração do moderno Estado de Israel, uma empreitada conhecida como “Sionismo Cristão”. O inimigo desse esforço se chama Palestinianismo Cristão, que inclui muito mais do que uma preocupação a respeito da situação do chamado povo palestino.[1]
Seguem algumas citações de três fontes anti-sionistas-cristãs que caracterizam o movimento:
É (...) uma compreensão totalmente errada da história da salvação e uma perversão do plano de Deus que um cristão queira restabelecer uma nação judaica como entidade política. (...) A consciência cristã sempre discerniria qual é a vocação autêntica do povo judeu e qual é o outro lado da moeda, ou seja, o Estado de Israel racista.[2]
Rejeitamos categoricamente as doutrinas cristãs sionistas como sendo ensinamentos falsos que corrompem a mensagem bíblica de amor, justiça e reconciliação. (...) Com urgência, admoestamos que o sionismo cristão e suas alianças estão justificando a colonização, o apartheid e a construção de um império.[3]
A visão mundial do sionismo cristão terá conseqüências cataclísmicas para uma paz religiosamente integrada e duradoura na Palestina/Israel.[4]
Que horror! Vemos o apartheid em Israel![5]
A última citação em apoio à causa palestina é do arcebispo Desmond Tutu, que iguala a condição [em Israel] a regimes de “Hitler, Mussolini, Stalin, Pinochet, Milosevic e Idi Amin”.[5]
Em um livrete intitulado Prophets Who Prophesy Lies in My Name – Christian Palestinianism and the Anti-Israel Crusade [Profetas que Profetizam Mentiras em Meu Nome – o Palestinianismo Cristão e a Cruzada Anti-Israel], Paul Wilkinson começa citando o que o Senhor falou a Jeremias com relação àqueles que profetizavam contrariamente à Sua Palavra: “Assim diz o Senhor dos Exércitos: Não deis ouvido às palavras dos profetas que entre vós profetizam e vos enchem de vãs esperanças; falam as visões do seu coração, não o que vem da boca do Senhor. (...) Não mandei esses profetas; todavia, eles foram correndo; não lhes falei a eles; contudo, profetizaram. (...) Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e com as suas mentiras e leviandades fazem errar o meu povo” (Jr 23.16-32).
O aspecto mais chocante do que Wilkinson descreve não é apenas o fato de que esses “profetas” dos dias de hoje estão ensinando “que Deus rejeitou Israel e o substituiu pela Igreja”, ou que eles estão tentando reunir forças através da Igreja para combater Israel política, econômica e teologicamente; acontece que muitos são líderes cristãos altamente reconhecidos, que professam ser evangélicos, isto é, cristãos crentes na Bíblia!
Em sua maioria, esses falsos “profetas” apresentam um verniz de ensinamentos bíblicos, mas são raramente desafiados quando saem da linha porque o cristianismo evangélico atual tem sido quase que desprovido de discernimento bíblico, graças a (ou, pelo contrário, infelizmente, por causa de) décadas de condicionamento através de táticas de mercado de busca de sensibilidade e de crescimento de igreja. Essa abordagem para atrair os “não-igrejados” e os não-salvos para a igreja empurrou o ensinamento bíblico para os fundos, se é que ele foi de alguma forma implementado. A convicção do pecado e outros ensinamentos bíblicos que podem ofender os novos freqüentadores foram substituídos por “mensagens positivas” e entretenimento para os jovens e também para os adultos. O emburrecimento geral e a incapacide de discernimento bíblico foi o resultado, e o corpo de Cristo está hoje colhendo as trágicas conseqüências.
Por exemplo, Wilkinson apresenta uma litania de erros bíblicos ensinados por aqueles que promovem o palestinianismo cristão, que deveriam ser facilmente reconhecidos e rejeitados por todos os crentes:
Todos os elementos básicos da escatologia sionista cristã são invertidos, de forma que a Bíblia é vista como sendo cristã, não judaica; a terra da Bíblia como sendo a Palestina, não Israel; o Filho de Deus como sendo um palestino, não um judeu; o Holocausto visto como ressentimento, não relembrado; 1948 sendo uma catástrofe, não um milagre; os judeus como sendo ocupantes ilegais, não proprietários de direito; e a profecia bíblica sendo um manifesto moral, e não um sinal da Segunda Vinda.[6]
Nem todos os líderes cristãos que apóiam o palestinianismo cristão defenderiam todas essas crenças acima mencionadas, mas todos eles o promovem de forma geral e em oposição ao que a Bíblia declara profeticamente. O cabeça não-oficial desse movimento é um sacerdote anglicano chamado Stephen Sizer, cuja igreja é membro da Aliança Evangélica e da Associação Willow Creek de Igrejas. (Lynne Hybels, a esposa do pastor da Igreja Comunidade Willow Creek, é patrocinadora de Sizer. Ela rejeita o moderno Estado de Israel como sendo o cumprimento de profecia.) O primeiro livro de Sizer, Christian Zionism: Road Map to Armageddon? [Sionismo Cristão: o Mapa Para o Armagedom?] recebeu inúmeros endossos de líderes evangélicos. Wilkinson observa que os resenhistas elogiaram o livro como sendo “o mais importante e o mais abrangente sobre o assunto até hoje”, e “o tratamento erudito para contrapor-se ao bando fanático por profecias” (itálico acrescentado), condenando o sionismo cristão como “pernicioso”, uma “ameaça totalmente não-bíblica”, “uma força poderosa que encoraja a destruição de milhões de pessoas”, e “um dos movimentos mais perigosos e heréticos do mundo, que insufla o conflito árabe-israelense”.[7]
Sizer resume suas crenças apresentadas em Christian Zionism [Sionismo Cristão]:
Em toda a história só houve um único povo de Deus: “a Igreja”. Todas as alianças bíblicas estão incluídas na aliança da graça. O povo judeu, como uma nação étnica, cumpriu seu papel na história, que foi o de preparar o caminho para a Igreja/o Cristianismo. A Igreja é o novo Israel, ampliado por Cristo para abranger todos os povos.
O segundo livro de Sizer, Zion’s Christian Soldiers? [Soldados Cristãos de Sião?] contém um sermão do erudito evangélico John Stott, que caracteriza o sionismo cristão como “biblicamente um anátema à fé cristã”.
Embora os livros de Sizer sejam apenas uns poucos dentre os proliferantes títulos que fazem oposição a Israel, ao sionismo e ao sionismo cristão, eles são um sinal que revela as crenças daqueles evangélicos altamente influentes que endossaram sua posição e seus escritos. Quem são eles? Hank Hanegraaff é conhecido por milhares de evangélicos como o chefe do ministério apologético bíblico Christian Research Institute [Instituto Cristão de Pesquisas] e apresentador do programa de rádio chamado Bible Answer Man [O Homem da Resposta Bíblica]. Ele escreve:
O [livro] Christian Zionism [Sionismo Cristão] de Sizer demonstra dramaticamente como um movimento religioso politizado, com um pedigree dúbio, é a prescrição para o desastre. De caricaturar os árabes até catalisar o Armagedom, as crenças e os comportamentos sionistas cristãos são a antítese do cristianismo bíblico.[8]
A perspectiva deHanegraaff não é recente, de maneira nenhuma. Anteriormente ele associou-se a D. James Kennedy, da Igreja Presbiteriana Coral Ridge. A escatologia do seminário dessa igreja estava sendo demonstrada claramente, em 2002, quando o corpo docente, juntamente com seu fundador, líder, presidente e professor de Evangelismo (Kennedy), apresentaram “Uma Carta Aberta aos Evangélicos e a Outras Partes Interessadas: O Povo de Deus, a Terra de Israel, e a Imparcialidade do Evangelho”. Essa declaração negava que os descendentes físicos de Abraão, Isaque e Jacó (isto é, os judeus) tivessem quaisquer bênçãos ou lugar especial nas profecias, quanto mais qualquer reivindicação sobre a terra de Israel. Ela foi inicialmente assinada por 71 líderes evangélicos, dentre os quais R. C. Sproul e Michael S. Horton. O documento declara:
Seção VI: As promessas de herança que Deus deu a Abraão (...) não se aplicam a qualquer grupo étnico específico, mas à Igreja de Jesus Cristo, o verdadeiro Israel. (...) Seção IX: O direito de posse de qualquer grupo étnico ou religioso ao território no Oriente Médio, chamado a “Terra Santa”, não encontra apoio nas Escrituras. Na verdade, as promessas de terra específicas para Israel (significando a Igreja) no Antigo Testamento foram cumpridas no governo de Josué.
Gilbert Bilezikian foi um dos fundadores (com Bill Hybels) da Igreja Comunidade Willow Creek. Este é seu endosso do livro de Sizer:
Algumas teologias, que fazem Israel central aos propósitos de Deus e aos processos da história, reduzem a Igreja ao status de concubina, enquanto que Israel se torna a Noiva. O trabalho de Sizer fornece um lembrete oportuno de que, de acordo com o Novo Testamento, o povo de Deus deve ser identificado com base na graça, e não na raça.[9]
Tony Campolo é um famoso pastor batista, palestrante em conferências de jovens evangélicos, e professor de sociologia na Universidade Eastern, na Pennsylvania. Ele enaltece o livro de Sizer:
Um levantamento abrangente que descreve como os cristãos abraçaram uma perspectiva teológica que encoraja a justiça para os judeus, mas também levou a opressão ao povo palestino e extrema hostilidade entre cristãos e muçulmanos no mundo todo.[10]
Em outro lugar, ele escreve:
As ameaças mais sérias ao bem-estar dos palestinos em geral, e aos palestinos cristãos em particular, vêm não dos judeus, mas dos cristãos sionistas aqui nos Estados Unidos. Com essa teologia, chamada “Dispensacionalismo”, eles argumentam que, de acordo com sua interpretação de Gênesis 15.18-21, a Terra Santa deveria pertencer exclusivamente aos judeus. Eles contendem que toda essa terra foi prometida à descendência de Abraão...
Brian McLaren, o escritor mais influente do Movimento da Igreja Emergente, cuja origem é com os Plymouth Brethren (Igreja dos Irmãos), obviamente abandonou a fé de seus primeiros dias, à medida que declara que existe uma
necessidade de confrontar as teologias terríveis, mortais, distorcidas, no entanto, populares, associadas com o sionismo cristão e com o dispensacionalismo determinista, [que] usa um cenário falsificado de fim do mundo para criar um tipo de desejo mortal pela Terceira Guerra Mundial, que – a menos que seja mais robustamente confrontado por nós – poderia facilmente criar uma profecia que se cumpriria a si mesma.[11]
O ex-presidente Jimmy Carter pode parecer fora de lugar dentre os teólogos evangélicos aqui apresentados como defensores do Palestinianismo Cristão, mas este não é o caso. O livro que ele escreveu, Palestine: Peace Not Apartheid [Palestina: Paz, Não Apartheid], incorpora tudo o que os acima mencionados reivindicam, em sua oposição a Israel e à Palavra de Deus. Além disso, ele terá a oportunidade de espalhar suas crenças espúrias entre ainda mais evangélicos, uma vez que recentemente assinou um acordo para escrever mais três livros para a editora evangélica Zondervan.
Esses falsos ensinamentos não são nem obscuros nem novos. Homens como Agostinho (354-430 d.C.), Martim Lutero (1483-1546), e João Calvino (1509-1564) fizeram substanciais contribuições a tais crenças não-bíblicas. O que é novo é a incrível velocidade com a qual eles estão sendo recebidos. Quando os discípulos perguntaram a Jesus sobre os dias anteriores à Sua vinda, Ele os caracterizou como um tempo de grande engano (Mt 24). É exatamente o que estamos vendo em nossos dias, e, portanto, precisamos atender às Suas palavras. A advertência de Paulo aos anciãos de Éfeso (At 20.28-31) também se aplica aqui: “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue. Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles. Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas a cada um”. A principal medida preventiva contra ser pego no crescente engano de nossos dias é uma vida disciplinada estudando e vivendo a Palavra de Deus. Senhor, ajuda-nos nesse propósito. (T. A. McMahon – www.thebereancall.orghttp://www.beth-shalom.com.br)

Notas:

  1. Dave Hunt, O Dia do Juízo.
  2. The Institute for Palestine Studies [Instituto de Estudos Palestinos], 1970.
  3. “The Jewish Declaration on Christian Zionism”, [A Declaração Judaica Sobre o Sionismo Cristão], 2006.
  4. General Assembly of the Church of Scotland [Assembléia Geral da Igreja da Escócia], 2007.
  5. Tutu, Prefácio, Speaking the Truth [Falando a Verdade], Michael Prior, ed., 2005.
  6. Wilkinson, Prophets [Profetas], p. 51.
  7. Prophets, p. 10.
  8. Prophets, p.11.
  9. Prophets, p.11.
  10. Prophets, p. 11.
  11. Prophets, p. 42.
Fonte: Beth-Shalom
Divulgação: www.juliosevero.com
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