28 de fevereiro de 2013

CFP tolera psicólogos gays do candomblé, mas hostiliza psicóloga cristã Marisa Lobo


CFP tolera psicólogos gays do candomblé, mas hostiliza psicóloga cristã Marisa Lobo

Julio Severo
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) voltou a ameaçar a psicóloga Marisa Lobo para que ela remova as menções ao Cristianismo que ela mantém em suas redes sociais. A notificação, que foi enviada pelo CFP no último dia 22 de fevereiro, hostiliza diretamente a fé da Dra. Marisa, que demonstra em seus contatos virtuais seu apego a Jesus Cristo.
Psicólogos de outras religiões expressam publicamente sua fé em diversas divindades, sem maiores consequências. É o caso de Alberto Jorge Silva, presidente do Sindicato dos Psicólogos do Amazonas. Além de psicólogo, Alberto é sacedorte do candomblé, posto religioso que ele faz questão de ostentar publicamente nas redes sociais.
Alberto Jorge Silva, presidente do Sindicato dos Psicólogos do Amazonas
Homossexual, ele é “casado” com outro homem gay adepto do candomblé. Seu blog pessoal ostenta vídeos gays e até textos de Luiz Mott, considerado o líder máximo do movimento gay brasileiro e acusado de defender a pedofilia.
Pelo visto, o CFP não tem disposição de reagir contra as manifestações públicas a favor do homossexualismo e do candomblé feitas pelo presidente do Sindicato dos Psicólogos do Amazonas. Mas quando as manifestações de um psicólogo são cristãs, o CFP tem reações e histerias de sobra.
Em entrevista ao Blog Julio Severo, Marisa Lobo desabafou: “Está muito claro que a vergonhosa perseguição que o CPF move contra mim é perseguição religiosa. Todos os psicólogos podem falar de sua fé, principalmente se esta fé for espirita e do candomblé. Somente a fé em Cristo não pode ser expressada sem que sejamos chamados de fanáticos e anti-profissionais”.
Ela frisa que as manifestações de psicólogos espíritas são abundantes: “Só a psicologia espirita tem mais de 1 milhão e 400 mil referências em redes sociais. Por que só eu tenho que tirar meu site? A perseguição do CFP contra mim é infantil, preconceituosa e burra”.
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27 de fevereiro de 2013

A chave para a vitória pró-família — se realmente a quisermos


A chave para a vitória pró-família — se realmente a quisermos

Exclusivo: Scott Lively explica o que é necessário para inverter a maré do homossexualismo

Scott Lively
Em 25 de janeiro deste ano, a Duma do Estado russo, a qual é seu órgão legislativo máximo, votou a proibição da propaganda homossexual para crianças, seguindo a aprovação de leis similares em várias cidades russas, includindo São Petersburgo e Novosibirsk (capital da Sibéria). Avance, Rússia!
Scott Lively
Pessoalmente fico muito feliz em ver esses acontecimentos, tendo eu pedido especificamente por leis desse tipo durante minha viagem de palestras na ex-União Soviética em 2006 e 2007. Durante a viagem, que começou na cidade de Blagoveschensk, a leste da Rússia, e terminou em São Petersburgo, realizei palestras em vários lugares, incluindo muitas universidades, igrejas e salas de conferência, e encontrei vários líderes do governo em muitos níveis de influência. A viagem completa cobriu aproximadamente 50 cidades em sete países: Rússia, Polônia, Letônia, Lituânia, Estônia, Ucrânia e Bielorrússia (também passei pelo Cazaquistão, mas lá não realizei palestras).
Próximo ao fim da viagem, publiquei de São Petersburgo uma “Carta ao Povo Russo” (veja abaixo), que resume minha mensagem central que compartilhei em cerca de outras 300 palestras, pregações e entrevistas na mídia durante o ano anterior.
Minha mensagem pró-família foi calorosamente acolhida pelo povo de cada um desses países, e em níveis variados a agenda homossexual foi atrasada em muitos deles. Até onde sei, os únicos dois países do Leste Europeu que aprovaram leis específicas para restringir a propagação do homossexualismo foram Rússia e Lituânia, que, coincidentemente, são os únicos dois países para os quais escrevi uma carta aberta. Minha carta lituana pode ser vista online em www.defendthefamily.com.
Meu propósito ao escrever este editorial é contrastar os acontecimentos positivos na ex-União Soviética com recentes acontecimentos anti-família no Ocidente e promover um avanço maior. A vitória ainda é teoricamente possível para o movimento pró-família no Ocidente, se estivermos dispostos a pagar o preço.
Em 1º de fevereiro deste ano, estava na pequena Eynsham, Inglaterra, reunindo-me com um pequeno grupo de líderes pró-família, representado a herança do nosso movimento na Inglaterra, Escócia e Gales. O propósito original da minha visita àquele país era debater a “paternidade” de duplas homossexuais na Universidade de Oxford. O evento acabou para mim devido a algumas graves falhas nos detalhes do convite dirigido a mim (falhas que eu suspeito terem sido deliberadas), mas não antes de ter comprado uma passagem aérea não modificável. Deus salvou toda essa bagunça juntando esse incrível grupo em um prazo curtíssimo, e unindo muitos de nós em uma tarefa com potencial de grandes frutos. Falarei sobre isso mais para frente.
Durante nosso encontro, a principal notícia da semana em todas as manchetes era a votação pendente sobre o “casamento gay” na Câmara dos Comuns Britânica. O mesmo cenário também se desenrolava na França. E nos EUA, a última instituição não religiosa a publicamente rejeitar o homossexualismo, os Escoteiros da América, estava prestes a votar para permitir homossexuais nos Escoteiros e na liderança da organização. No fim da semana, tanto a Inglaterra quanto a França se entregaram aos gays por com margens consideráveis, e a organização dos escoteiros adiou a decisão (um resultado esperançoso, mas longe de uma verdadeira vitória pró-família).
No meu entender, os eventos da semana foram meramente uma confirmação da natureza espiritual da “guerra cultural” global, e mais uma prova das profecias bíblicas do fim dos tempos. Estou pessoalmente convencido (embora pudesse estar errado) de que chegamos à era de apostasia sobre a qual alertou a Escritura, e os eventos estão se precipitando para a grande conclusão detalhada na profecia. No entanto, essa perspectiva do fim dos tempos, cada vez mais popular nos Estados Unidos, não é amplamente compartilhada por cristãos no Reino Unido. Minha análise foi educadamente contestada por muitos dos presentes ao encontro, cuja premissa teológica e prática é a de que ainda é possível ganhar essa guerra cultural e derrotar a agenda “gay”, devolvendo a sociedade a alguma forma de consenso cultural centrado na família.
“Existe uma maneira de ganhar essa guerra”, admiti, mas é tão extraordinariamente difícil que não acredito que nosso povo esteja disposto a fazê-lo. Precisamos rejeitar completamente as pressuposições humanistas do debate sobre o homossexualismo na forma como existem agora e nos refundarmos nas pressuposições da Bíblia. Resumindo, não é possível criar, ou mesmo preservar, políticas públicas que implicitamente ou explicitamente reprovam o homossexualismo ao mesmo tempo em que cedemos à premissa antibíblica de que a discriminação contra homossexuais é moralmente e legalmente errada. Devemos ser capazes de (e estar dispostos a) construir todos os nossos argumentos sobre a premissa de que o homossexualismo em si é errado, e, portanto, o “casamento”, a “paternidade”, etc., também são errados.
A coisa mais importante que aprendi durante minha longa carreira lutando pelos valores bíblicos é que a visão de mundo dita as políticas.
No final de fevereiro de 2011, fui em uma pequena missão à Moldávia. O propósito da viagem era organizar um seminário para os líderes e principais ativistas do recém-criado movimento pró-vida do país. No entanto, providencialmente, no dia antes da minha chegada, o governo lançou uma campanha semisecreta para aprovar uma lei que proibia a discriminação com base na “orientação sexual” (a pedido da União Europeia). Em vez de organizar um seminário, meus anfitriões e eu organizamos uma campanha nacional de emergência para derrotar o projeto de lei, o que fizemos em questão de dias. O argumento que esbocei para essa campanha atinge em cheio o fator mais importante da guerra cultural: “Uma lei antidiscriminação baseada na orientação sexual é a semente que contém toda a árvore da agenda homossexual, com todos os seus frutos venenosos”. Essa é a explicação mais simples e direta de como o outro lado ganhou e nós perdemos todas as batalhas da guerra cultural na última metade de século. Se você permitir que a semente seja plantada e não focar seus esforços em desenraizá-la, com o tempo você irá perder todos os conflitos subsequentes. É uma necessidade lógica.
Em 2012, levei esse tema a Springfield, Missouri, onde o conselho da cidade havia anunciado planos de adotar leis antidiscriminação similares. Chamamos essa proposta de “Projeto Fascista Gay”, para destacar o seu objetivo último de refrear toda oposição pró-família ao homossexualismo e punir os dissidentes. Mais uma vez, ao educar as pessoas sobre a natureza fascista das leis antidiscriminação e utilizar o simples argumento de uma sentença destacada acima, reunimos um grande número de opositores e matamos o projeto (pelo menos por ora).
A chave para a vitória pró-vida é evitar que quaisquer outros “Projetos Fascistas Gays” sejam adotados, e desenraizar as sementes que já foram plantadas, tudo em direção ao objetivo abertamente declarado de desestimular toda relação sexual fora do casamento, para a saúde da nossa sociedade. Qualquer coisa menos que isso é fútil, exceto para desacelerar o processo de controle homossexual. Isso pode ser feito se tivermos vontade e disposição para pagar o preço. Coloco-me a disposição para auxiliar qualquer grupo defensor da família que esteja disposto a tentar.

Carta ao Povo Russo

Outubro de 2007
Meu nome é Dr. Scott Lively, presidente da Defend the Family International, uma organização de direitos humanos localizada em Los Angeles, Califórnia. Possuo um Juris Doctor em Direito pela Escola de Direito de Trinity, um Doutorado em Teologia pela Escola de Teologia Bíblica (School of Bible Theology) (ambas escolas da Califórnia), e um certificado de direitos humanos do Instituto Internacional de Direitos Humanos localizado em Strasbourg, França. Sou autor da Declaração de Riga pela Liberdade Religiosa, Valores Familiares e Direitos Humanos, e de vários livros, incluindo “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” (“A Suástica Rosa: Homossexualismo no Partido Nazista”), atualmente sendo traduzido para o russo para publicação em 2008.
Recentemente concluí uma viagem de palestras pelo seu belo país, e aprendi a amar sua cultura e seu povo. Tive o privilégio de visitar várias cidades russas, de Vladivistok a Blagoveschensk na ponta leste, a várias cidades na Sibéria, além de São Petersburgo, no oeste. Fiquei impressionado com a forma como os russos e americanos se parecem de várias formas: ambos são inteligentes, engenhosos, competitivos e empreendedores. Essas semelhanças são boas e ruins. Boas porque nossas nações têm uma fundação para a amizade, mas ruins porque elas tornam a Rússia vulnerável às mesmas forças destrutivas que causaram danos aos EUA.
O propósito da minha visita foi trazer um aviso sobre o movimento político homossexual, que causou muitos danos no meu país, e que agora criou raízes na Rússia. É um câncer que está crescendo rapidamente, e que irá destruir as bases da família na nossa sociedade se não tomarmos medidas efetivas e imediatas para impedi-lo.
O homossexualismo é um distúrbio de personalidade que envolve vários vícios sexuais, muitas vezes perigosos, e impulsos agressivos e antissociais. Essa combinação de fatores faz com que homossexuais tenham uma intensa lealdade uns com os outros e o objetivo em comum de transformar qualquer sociedade na qual vivem em comunidades “gays e lésbicas”. Eles não possuem aceitação em uma sociedade que restringe o sexo ao casamento heterossexual, então eles lutam para eliminar a moralidade sexual e remover todas as limitações à conduta sexual. É importante notar que sua estratégia inicial não é promover o homossexualismo, mas espalhar a imoralidade sexual entre os heterossexuais, principalmente os jovens. Somente mais tarde, quando a cultura já se tornou sexualmente corrupta, eles avançam abertamente para tomar o poder como líderes naturais de tal sociedade.
O processo de transformação sempre começa com as instituições que moldam o pensamento e o comportamento dos jovens. Primeiro vem a promoção da promiscuidade sexual por meio da mídia de massa, depois a introdução de “gays” notórios, como Elton John e George Michael, depois o desenvolvimento de células políticas “gays” nas universidades. Depois vem a defesa de “direitos dos gays” por políticos e líderes comunitários.
Não é por acaso que Hollywood promove a imoralidade sexual. A mídia de entretenimento americana é fortemente influenciada, e em muitos casos controlada, por ativistas homossexuais profissionais que utilizam a televisão, filmes e músicas como uma ferramenta de engenharia social. A juventude russa está sendo moldada dessa forma, assim como foram os jovens americanos desde o fim da década de 50. No entanto, o movimento homossexual global, agora rico e poderoso, aperfeiçoou suas táticas e pode transformar uma sociedade rapidamente.
Algumas universidades russas, principalmente nas grandes cidades, agora têm clubes de “gays e lésbicas”. Lembre-se de que o foco deles é sempre nos jovens. Os homossexuais sabem que não podem mudar os valores dos mais velhos, mas que os jovens, principalmente os sexualmente ativos e que vivem amigados, são facilmente persuadidos a aceitar o homossexualismo como simplesmente outro estilo de vida. Aliás, muitos jovens se tornaram defensores ativos do homossexualismo, pois o movimento gay retrata os homossexuais como vítimas indefesas de sociedades que “só querem ser deixadas em paz e amar quem eles quiserem”. As universidades servem de centros de recrutamento, tanto para homossexuais quanto para seus aliados e protetores heterossexuais.
O movimento homossexual tenta ganhar simpatia pública alegando que homossexuais “nascem assim” e não podem mudar. Isso não é verdade. Existe uma grande associação de médicos e terapeutas nos Estados Unidos que ajudam homossexuais a se recuperarem (acesse www.narth.com) e muitos milhares de ex-homossexuais que agora vivem vidas normais. Mas, infelizmente, há uma rede ainda maior de ativistas homossexuais e outros aliados (apoiados por todo o poder da União Europeia, algumas agências e instituições americanas e inúmeras ONGs internacionais), que insistem que o homossexualismo é imutável e deve ser protegido pelo governo. O objetivo é aprovar leis que proíbam a discriminação contra homossexuais, o que serve como fundamento legal para o restante da sua agenda: “paradas gays” protegidas e financiadas com dinheiro público em cada cidade, casamento homossexual ou o seu equivalente, promoção do homossexualismo para crianças, aceitação total do homossexualismo em todos os setores da sociedade, e punição para todos os que discordarem.
Infelizmente, muitos russos acreditam que isso nunca poderia acontecer em seu país. Isso foi o que nós acreditamos nos Estados Unidos. Mas essa mudança já começou na Rússia. Basta conversar com estudantes universitários nas grandes cidades, ou procurar na internet por atividades “gays” onde você mora. Houve uma parada do “orgulho gay” em agosto em Omsk, os jornais de Novosibirsk agora publicam anúncios de namoros gays, há pelo menos três sites “gays” para adolescentes em Krosnoyarsk, e São Petersburgo já possui uma população de homossexuais que se encontra para fazer sexo em parques públicos. Esses exemplos podem parecer uma ameaça pequena, considerando a forte oposição ao homossexualismo em grande parte da sociedade russa, mas imploro a vocês que não ignorem esses sinais de aviso. Eles são como a fumaça de um incêndio na floresta. Se você esperar até que possa ver as chamas da sua própria casa, será tarde demais.
O que pode ser feito para proteger a Rússia do movimento gay?
Primeiro, comece imediatamente uma campanha em todas as cidades para promover os valores do casamento e da família, e para desestimular a promiscuidade sexual e o concubinato. Crianças e jovens devem receber instruções apropriadas à idade sobre por que os valores de moralidade sexual e família são importantes para seu futuro, e estudantes mais velhos deveriam aprender como se preparar para serem bons maridos e esposas. Toda cidade deve oferecer seminários e orientações sobre o casamento para ajudar a fortalecer as famílias existentes. As cidades devem celebrar a vida familiar e oferecer muitos programas e atividades pró-família.
Segundo, comece a treinar médicos, psicólogos e terapeutas nas técnicas de ajudar os homossexuais a se recuperarem, e oferecer essa terapia como um serviço público. Promova a recuperação para homossexuais com publicidade e propaganda, e alcance os jovens que sofrem da atração pelo mesmo sexo. Alcance-os cedo e poupe esses jovens de uma vida inteira de dor e sofrimento. E algo de grande importância, se as autoridades russas promovessem publicamente a recuperação de homossexuais, os gays não teriam condições de enganar o público com sua propaganda de que “nasceram assim”.
Terceiro, criminalize a defesa pública do homossexualismo. Minha filosofia é deixar os homossexuais em paz se eles deixarem seu estilo de vida em privado, sem forçá-los à terapia se eles não quiserem. No entanto, o homossexualismo é destrutivo para indivíduos e para a sociedade e nunca deveria ser publicamente promovido. A maneira mais fácil de desestimular as “paradas gays” e outras manifestações de defesa do homossexualismo é tornar tais atividades ilegais com base no interesse da saúde e moralidade do público.
Quarto, desenvolver uma mídia amiga da família como alternativa aos produtos imorais que agora são importados dos EUA e do Japão. A sociedade russa é rica de pessoas talentosas. As empresas de mídia russas deveriam competir pelos corações e mentes dos jovens, e até mesmo dar exemplos de como produzir entretenimento de boa qualidade que eleva, e não degrada, o espírito humano.
Não é segredo que a Federação Russa compete com as nações do Ocidente, mas há uma área em que a Rússia poderia rapidamente tomar a liderança global: valores familiares. Enquanto os Estados Unidos e a Europa continuam a alienar seus cidadãos dedicados à família para seguirem o caminho destrutivo da “liberdade sexual”, a Rússia poderia se tornar uma sociedade pró-família modelo. Se isso acontecer, acredito que as pessoas do Ocidente começariam a emigrar para a Rússia, da mesma forma que os russos costumavam emigrar para os EUA e Europa. A Rússia poderia até ganhar de volta a simpatia dos seus antigos estados, como Polônia, Letônia e Lituânia, que agora estão sendo perturbados pelas demandas pró-homossexualismo da União Europeia.
Concluindo, todas as civilizações bem-sucedidas se sustentam nas bases da família natural: homens e mulheres unidos no casamento, dedicados a criar e sustentar crianças moralmente saudáveis que irão substituí-los na próxima geração. Essa fundação sempre será forte em nações que desestimulam a conduta sexual fora do casamento. Mas onde quer que a filosofia gay da liberdade sexual ilimitada for aceita, a estrutura familiar se desintegra. O povo russo tem uma importante escolha diante de si: promover o casamento e valores familiares, levando-os à saúde social, ou permitir a propagação da imoralidade sexual, que os levara à desordem social. Oro para que escolham a família.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: KEY TO PRO-FAMILY VICTORY – IF WE REALLY WANT IT
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26 de fevereiro de 2013

Bilionário vai lançar replica do Titanic que, garantem, será “o mais seguro navio do mundo”


Bilionário vai lançar replica do Titanic que, garantem, será “o mais seguro navio do mundo”

Julio Severo
Clive Palmer, um bilionário da Austrália, iniciará a construção da nova versão do Titanic. O plano dele é que a viagem de estreia ocorra em 2016.
Palmer disse que 40 mil pessoas expressaram interesse em passagens para a viagem de estreia, que fará o percurso original de Southampton, na Inglaterra, para Nova Iorque, EUA.
No que alguns consideram uma tentação de destino para a fabricação de um navio que ficou famoso por terem dito que era “inafundável”, uns dos projetistas do novo Titanic declarou que será “o transatlântico mais seguro do mundo”.
A fabricação ocorrerá na China nos próximos meses.
O Titanic original foi o maior e mais luxuoso transatlântico quando afundou em 15 de abril de 1912 ao bater num iceberg.
Mas Palmer não se mostrou preocupado. Ele disse que devido a um (suposto) aquecimento global, não há hoje muitos icebergs no Atlântico Norte.
Eu diria que, sem a proteção de Deus, vãos são os planos e medidas de segurança do homem. Com ou sem icebergs, um navio sem a proteção misericordiosa de Deus corre o risco de ir para o fundo. E mesmo que não afunde, isso não significa que seus tripulantes não precisem de resgate. Todas as pessoas que são “tripulantes” da curta existência humana necessitam do resgate de Deus para escaparem do Inferno na eternidade.
Apesar do mito e enorme visibilidade que cercam o Titanic, não foi o maior desastre marítimo da história. O maior afundamento foi sofrido pelo navio alemão Wilhelm Gustlof.
Com informações da Associated Press.
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Mudança de curso de Obama na Síria?


Mudança de curso de Obama na Síria?

Autoridades preocupadas com o número de jihadistas se unindo aos rebeldes

Aaron Klein
TELAVIVE – O governo Obama está considerando amenizar as exigências ao presidente sírio Bashar al-Assad para que renuncie, e em vez disso estimular conversas de reconciliação entre Assad e a oposição, de acordo com autoridades de segurança informadas do Oriente Médio.
As autoridades disseram que a Rússia tem atuado de forma importante para convencer os EUA a mudar sua posição, em grande parte devido a preocupações quanto ao grande número de jihadistas participando da insurgência contra o regime de Assad.
“A infiltração de jihadistas na Síria através da Turquia alcançou um número crítico, ao ponto em que o equilíbrio de poderes pode mudar para uma direção preocupante”, admite uma autoridade de segurança. “Chegou a um ponto em que a Turquia talvez seja a maior base da al-Qaeda no mundo”.
Os EUA disseram que entendem a questão e estão dispostos a mudar de posição, segundo a autoridade.
Ainda assim, segundo as autoridades de segurança do Oriente Médio, eles esperam mais uma onda de conflitos entre Assad e os rebeldes saturados pela al-Qaeda antes que as conversas de reconciliação comecem.
As informações surgem em um momento em que Assad se mostra confiante que suas forças irão derrotar a insurgência.
Ele fez a declaração no mesmo dia em que a Corte Penal Internacional recebeu ligações para lançar uma investigação de crimes de guerra contra seu regime.
“Temos certeza de que iremos ganhar; estamos seguros pelos acontecimentos políticos e militares”, disse Assad a políticos visitantes, de acordo com o jornal libanês pró-Assad “Al-Safir”.
“Isso não quer dizer que está tudo resolvido”, Assid teria dito. “Ainda temos muito a fazer politicamente e na batalha contra grupos terroristas radicais".
O WND noticiou há três semanas o aumento no número de jihadistas que entram na Síria pela fronteira turca, a uma taxa de milhares por mês, de acordo com autoridades de segurança informadas do Oriente Médio.
As autoridades afirmam que a Rússia e o Irã vêm compensando o aumento no fluxo de jihadistas fornecendo mais armas à Síria, incluindo proteções avançadas para o seu arsenal de mísseis.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original de WND: OBAMA TO CHANGE COURSE ON SYRIA?
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25 de fevereiro de 2013

Marina Silva amarela em questão de “casamento” gay cobrada por Jean Wyllys


Marina Silva amarela em questão de “casamento” gay cobrada por Jean Wyllys

Julio Severo
A eleição presidencial de 2014 nem começou, e os embates políticos estão pegando fogo. Vários sites noticiosos, inclusive o Portal RIUS, destacaram o apoio velado de Marina Silva ao chamado “casamento” gay no último final de semana.
Tudo começou quando Marina, que é a fundadora do Rede Sustentabilidade, não gostou de uma tuitada do deputado federal Jean Wyllys, do PSOL do Rio. Na mensagem de Twitter, o deputado supremacista gay acusou-a de ser a favor de um plebiscito para o povo decidir a união civil gay no Brasil.
Wyllys também a acusou de “velho conservadorismo”. Marina, que detesta ser chamada de “conservadora”, disparou: “Eu sou a favor que todos os brasileiros tenham os mesmos direitos. Essa questão não demanda plebiscito”.
Para não deixar nenhuma dúvida, em nota pública o Rede Sustentabilidade explicou: “Em nenhum momento Marina defendeu a realização de plebiscito sobre o casamento homoafetivo”.
“Homoafetivo” uma ova! Esse tipo de relação é simplesmente homoerótica. Homoafetividade é a relação normal de amizade e afeto entre um pai e seu filho e um homem e seu amigo, conforme mostra meu artigo “Sou Homoafetivo”.
Apesar da posição confundindo “homoafetividade” com homoerotismo, a ex-militante do PV, que luta para consolidar o Rede Sustentabilidade e se lançar candidata presidencial em 2014, aposta numa imagem “pró-vida”, torcendo para que o público se esqueça de que em 2010 ela foi criticada pelo movimento pró-vida por ter condenado a onda conservadora contrária ao aborto e ao homossexualismo que se levantou na eleição presidencial daquele ano.
O problema desta semana surgiu quando ela foi criticada por defender a realização de plebiscitos populares para decidir a regulamentação da utilização de drogas como a maconha e até para decidir o aborto — posição não diferente de alguns setores evangélicos. Foi aí que Jean Wyllys entrou na briga, afirmando que o novo partido de Marina faria um plebiscito sobre “casamento gay”.
Para o socialista gay, a socialista verde deixou claro: A questão do “casamento” gay não pode ser decidida em plebiscito.
Wyllys pode, pois, descansar tranquilo. Marina não negocia valores para ela inegociáveis, inclusive meio-ambiente e “casamento” gay. Podem colocar em plebiscito aborto e drogas, mas aquelas duas questões sagradas, jamais.
Não sei o que mais pesa nesses valores. O passado dela como militante comunista, ou seus conselheiros espirituais: o ex-católico Leonardo Boff e o ex-presbiteriano Caio Fábio.
Seja como for, a imagem “pró-vida” não cai bem nela. O título de “conservadora” (alguém que se opõe à cultura da morte em sua totalidade) lhe cai muito pior, pois o histórico dela nada tem a ver com conservadorismo.
Mesmo assim, os marqueteiros e estrategistas de Marina estão trabalhando duro para vender a imagem dela como “pró-vida” entre cristãos desavisados. E entre evangélicos, alguns líderes fazem questão de promover a imagem de uma Marina piedosa. Na eleição presidencial passada, a líder neopentecostal Valnice Milhomens tentou fazer propaganda dessa imagem no púlpito de uma igreja, mas foi cortada pelo Apóstolo Hudson Teixeira, um líder neopentecostal internacional, que pontuou que púlpito não era lugar para propaganda eleitoral gratuita.
Por que não usam nos púlpitos a imagem dela como militante comunista? Não. Preferem o quadro da Marina (supostamente) piedosa.
Ouvi dizer que ela estava, tempos atrás, dando aulas de escola dominical numa igreja Assembleia de Deus em Brasília. Se for da mesma denominação do bispo Manoel Ferreira, o amigo do Rev. Moon, não é de assustar ninguém. Mas se não for, o pastor dessa igreja deveria ter seu registro pastoral cassado e, como castigo, sentar no banco para ouvir o Evangelho.
Para Marina, deveriam dar a escolha: sentar no banco para conhecer o verdadeiro Evangelho, ou apodrecer no falso evangelho de Leonardo Boff e Caio Fábio. Mas desgraçadamente, para ela, a Teologia da Libertação é o único “evangelho” da vida dela, conforme documentado neste vídeo de Caio Fábio: http://youtu.be/ZGvsIXajiVs
Questões como “casamento” gay e aborto são, para os seguidores de Jesus Cristo, inegociáveis. Quer o nazismo ou o comunismo imponham esses valores estatais sobre a sociedade, a defesa do verdadeiro casamento e da vida é missão do cristão. Ele não defenderia o tal “casamento” gay, ou adoção de crianças por duplas gays, ou o aborto nem que isso lhe custasse a vida.
Evidentemente, os valores inegociáveis de um militante de ideologia marxista não são os mesmos valores inegociáveis de um seguidor de Jesus Cristo.
Se Jean Wyllys tivesse tido um confronto comigo ou outro cristão conservador, seria muito fácil responder: “Defendo o casamento normal e o ‘casamento’ gay é contra a família natural”.
De forma igual, é muito fácil dar uma resposta sobre pedofilia ou adoção de crianças por duplas gays.
É fácil e simples.
Simples porque o cristão não tem ideologias e mestres estranhos a quem agradar. Para o cristão verdadeiro, estando ele atuando na política ou não, só há um Mestre a quem servir. Na política, ele faz como Daniel e seus colegas Sadraque, Mesaque e Abednego: ele não se prostra diante dos ídolos estatais, ainda que se chamem aborto e “casamento” gay.
Entretanto, para Marina, não é tão simples assim. Apesar de sua fachada verde, ela nunca conseguiu ser menos vermelha do que cristã. E não dá para mudar isso da noite para o dia.
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24 de fevereiro de 2013

Vaticano reage aos rumores sobre dossiê que ligaria a Igreja Católica a “rede homossexual” e “orgias”


Vaticano reage aos rumores sobre dossiê que ligaria a Igreja Católica a “rede homossexual” e “orgias”

Segundo a mídia italiana, dossiê alega que sacerdotes eram “unidos pela orientação sexual”

Vaticano rebate as reportagens “falsas e nocivas”

Repórter DAILY MAIL
O Vaticano respondeu às reportagens da mídia italiana que consideravam a renúncia do Papa como em razão de um dossiê secreto, segundo o qual haveria uma “rede homossexual” dentro do clero.
A maioria dos jornais italianos publicou reportagens sem fontes afirmando que um dossiê montado por três cardeais revelava uma rede secreta de bispos que haviam organizado orgias homossexuais e sofrido chantagem.
Segundo o jornal La Repubblica, as alegações explosivas teriam sido feitas em um relatório elaborado durante o escândalo do “Vatileaks”, que foi apresentado ao Pontífice por volta de 17 de dezembro.
Mas hoje o Vaticano acusou a mídia italiana de espalhar “reportagens falsas e nocivas” na tentativa de influenciar cardeais que irão se reunir em um conclave secreto no mês que vem para eleger o novo Papa.
Papa Bento 16
O relatório foi montado em dois volumes, “vermelho de capa dura” com o título “segredo pontifical” e compilado por três cardeais, o espanhol Junián Herranz, Salvatore de Giorgi, ex-arcebispo de Palermo, e o eslovaco Josef Tomko.
Eles iniciaram a investigação depois que o mordomo do Papa, Paolo Gabriele, foi preso e acusado de roubar e vazar correspondências papais que revelavam que o Vaticano era um centro de brigas e intrigas.
O jornal La Repubblica afirma que o Papa Bento XVI renunciou por não ser capaz de enfrentar as repercussões de lidar com o dossiê de 300 páginas; o primeiro pontífice a renunciar em 700 anos.
Segundo o jornal, a investigação havia descoberto um lobby gay dentro da Igreja, que teria algum tipo de controle sobre as carreiras dos membros do Vaticano.
Nem confirmação nem negação: padre Lombardi, porta-voz do Vaticano
Segundo uma citação do relatório: “Os cardiais teriam descoberto uma rede homossexual secreta, cujos membros organizavam encontros sexuais em vários pontos de encontro em Roma e na Cidade do Vaticano, deixando-os passíveis de chantagens”.
“Os pontos de encontro incluíam uma vila fora da capital italiana, uma sauna no subúrbio de Roma, um salão de beleza no centro, uma antes residência universitária utilizada por um arcebispo italiano”.
O jornal afirma ainda que os cardeais descreveram um número de “facções” no relatório, incluindo uma cujos membros são “unidos pela orientação sexual”.
Ainda segundo o jornal, o dossiê declara que membros desse grupo estavam sendo chantageados por leigos com quem mantinham relações de “natureza mundana”.
Foi citada uma fonte desconhecida que seria próxima dos autores do relatório: “Tudo gira em torno da não-observância do sexto e sétimo mandamentos”.
O sétimo mandamento proíbe o roubo, e o sexto mandamento proíbe o adultério, mas está ligado à doutrina católica da proibição de atos homossexuais, explica o jornal The Guardian.
O dossiê será mantido em um cofre papal secreto e entregue ao sucessor de Bento XVI quando este deixar o cargo, segundo La Repubblica.
As palavras do próprio papa foram apenas que ele não tem “forças de corpo e mente” para prosseguir, e que irá renunciar em 28 de Fevereiro.
O Vaticano afirma que as reportagens são uma tentativa de influenciar as eleições do próximo Papa.
A secretaria do Estado do Vaticano afirma que a Igreja Católica insistiu durante séculos na independência dos seus cardeais para escolher livremente seu papa, uma referência a eventos passados, quando reis e imperadores vetaram papáveis ou impediram diretamente que cardeais votassem.
“Se, no passado, os chamados poderes, isto é, Estados, exerceram pressões sobre a eleição do Papa, hoje há uma tentativa de fazê-lo por meio da opinião pública, muitas vezes com base em julgamentos que tipicamente não capturam o aspecto espiritual do momento que a Igreja está vivendo”, afirma a declaração.
Enviado à América do Sul: Ettore Balestrero foi promovido, de acordo com o porta-voz do Vaticano
“É deplorável que, à medida que nos aproximamos do início do conclave... haja uma ampla difusão de notícias muitas vezes infundadas, inverificáveis ou completamente falsas, que causam sérios danos a pessoas e instituições”.
Alguns observadores do Vaticano especularam que, devido ao fato de grande parte de seus oficiais serem italianos, os cardeais podem ser persuadidos a eleger cardeais não italianos ou que não exercem função no Vaticano, em uma tentativa de impor algum tipo de reforma na Cúria.
O porta-voz do Vaticano, pe. Frederico Lombardi, afirma que as reportagens "não correspondem à realidade”, mas que o Papa e alguns dos seus colaboradores mais próximos recentemente denunciaram o mau funcionamento do Palácio Apostólico.
O cardeal Gianfranco Ravasi, por exemplo, criticou “divisões, dissidências, carreirismo, inveja” que afligiam os oficiais do Vaticano. Ele fez declarações na última sexta-feira, penúltimo dia da semana de exercícios espirituais do Vaticano, da qual participaram o Papa e outros líderes.
Tributo: Católicos se reúnem para ver o Papa em uma das suas últimas aparições públicas.
Bento XVI recentemente também fez referência a divisões, na sua última Missa como Papa na quarta-feira de cinzas, lamentando que a Igreja muitas vezes é “maculada” por ataques e divisões internas. No domingo passado, ele pediu aos seus membros que superem o “orgulho e o egoísmo”.
No sábado, nas suas declarações finais à Cúria, Bento XVI lamentou “o mal, o sofrimento e a corrupção” que desfigurou a criação de Deus. Mas ele também agradeceu aos oficiais do Vaticano por terem-no ajudado a “carregar o fardo” do seu ministério com seu trabalho, amor e fé nesses últimos oito anos.
O ataque do Vaticano à mídia ecoou sua resposta a escândalos anteriores, em que a tendência foi não se dirigir ao conteúdo básico das acusações, mas desviar a atenção.
Durante a explosão dos escândalos sexuais em 2010, o Vaticano acusou a mídia de tentar atacar o Papa; durante o escândalo dos vazamentos em 2012, ele acusou a mídia de sensacionalismo, sem se dirigir ao conteúdo dos documentos vazados.
VÍDEO em inglês sobre os oito anos do papa à frente da Igreja Católica: http://youtu.be/CvyaYNI6dbo
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Daily Mail: Vatican backlash over dossier rumours linking Church to 'gay network' and 'sex parties'
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