31 de janeiro de 2013

Ministério da Saúde publicou cartilha que orienta como fazer aborto com medicamento ilegal; Pastor Marco Feliciano protesta


Ministério da Saúde publicou cartilha que orienta como fazer aborto com medicamento ilegal; Pastor Marco Feliciano protesta

Tiago Chagas
Uma cartilha pró-aborto, publicada pelo Ministério da Saúde e que ensina um passo a passo para a realização do aborto usando o remédio Misoprostol, foi denunciada pela ONG Brasil Sem Aborto.
O remédio, mais conhecido pela marca Cyotek, tem a comercialização proibida no Brasil, e na cartilha, não há assinatura ou menção a nenhum responsável técnico, o que descumpre padrões estabelecidos para o setor.
Embora os impressos encomendados pelo Ministério da Saúde sejam voltados a obstetras, a linguagem utilizada no trecho que ensina o método abortivo foge ao padrão técnico comumente usado em documentos médicos.
Na nota publicada pela Brasil sem Aborto, o trecho a seguir revela a suspeita da ONG quanto à publicação da cartilha: “Mais do que ao médico que precisa tomar decisões de tratamento, o folheto parece dirigir-se a pessoas que já conseguiram ou pretendem conseguir clandestinamente a droga e tem dúvidas sobre como utilizá-la para realizar o aborto”.
No ano passado, noticiou-se que o Ministério da Saúde estaria preparando uma cartilha de orientação para mulheres que decidissem abortar. A denúncia de agora reforça a tese levantada anteriormente.
No Twitter, o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) comentou o caso e lamentou a postura das lideranças evangélicas e também dos fiéis, que pouco protestam em relação ao assunto.
“O silêncio, a apatia, a covardia e o descaso da liderança evangélica brasileira com as questões do Aborto e Gays é vergonhosa. Enquanto fazem cobranças aos parlamentares para que leis não sejam aprovadas, escondem-se atrás de suas portentosas escrivaninhas! Dedicam-se a produzir um raso sermão dominical, ao som da boa música e passivamente gabando-se do seu lindo e gordo e fraco rebanho. Enquanto isso lideres católicos em todo mundo, reagem, manifestam-se contra governos que tendem a desconstruir a família tradicional. Sigamos o exemplo. Cobremos postura de nossos lideres evangélicos. Precisamos mostrar ao governo brasileiro nossa indignação. Protestemos”, convocou Marco Feliciano.
Fonte: GospelMais
Divulgação: www.juliosevero.com
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GospelMais e BíbliaMenos?

Brasil honra diplomatas que salvaram judeus dos nazistas


Brasil honra diplomatas que salvaram judeus dos nazistas

BRASÍLIA, Brasil (AP) — Dois diplomatas brasileiros que ajudaram a salvar centenas de judeus de acabarem em campos de concentração nazistas foram honrados durante uma cerimônia do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.
A cerimônia de quarta-feira de noite prestou homenagem a Aracy Guimaraes Rosa, funcionária do consulado brasileiro em Hamburgo nas décadas de 1930 e 1940 e Luis Martins de Souza Dantas, embaixador do Brasil na França durante o mesmo período. Ambos deram centenas de vistos para judeus.
Aracy Guimaraes Rosa
A presidenta Dilma Rousseff compareceu à cerimônia organizada pela Confederação Israelita do Brasil e pela Associação Cultural Judaica.
Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita, disse que os dois diplomatas tiveram “a coragem de desobedecer às ordens do Ministério das Relações Exteriores de restringir a entrada de judeus no Brasil”.
Traduzido por Julio Severo do artigo da Associated Press: Brazil honors diplomats that saved Jews from Nazis
Leitura recomendada:
Quem precisa de Israel?, artigo de Pat Boone

30 de janeiro de 2013

Poderá o casamento igualitário resultar em perseguição religiosa?


Poderá o casamento igualitário resultar em perseguição religiosa?

Bryana Johnson
DALLAS, 25 de janeiro de 2013 – No início deste mês, 1.067 padres, bispos e abades no Reino Unido criaram uma grande agitação ao assinarem o que está sendo chamado de uma das mais longas cartas abertas já escritas na história política da Inglaterra.
A carta foi publicada como um alerta contra a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Esse evento pode desencadear uma perseguição religiosa contra os católicos, que se opõem ao casamento homossexual baseado em dogmas de sua fé, segundo a multidão de sacerdotes.
A carta surge em resposta ao Primeiro-Ministro britânico David Cameron, que anunciou sua intenção de passar uma lei legalizando o casamento entre pessoas do mesmo sexo no Reino Unido até o fim do mês.
“A complementaridade natural entre um homem e uma mulher resulta no casamento, visto como uma sociedade para a vida toda", declararam os sacerdotes no documento. “Essa união amorosa – devido à sua complementaridade física – está aberta a produzir e educar filhos. É disso que se trata o casamento. É por isso que o casamento só é possível entre um homem e uma mulher”.
“A legislação para o casamento entre pessoas do mesmo sexo, caso seja promulgada, terá muitas consequências legais, restringindo gravemente a capacidade dos católicos de ensinar a verdade sobre o casamento em suas escolas, instituições de caridade e locais de adoração”, acrescentaram. Os signatários da carta representam cerca de um quarto de todos os sacerdotes católicos na Grã-Bretanha.
Independente da nossa posição sobre a questão do casamento igualitário, é importante para nós apurar se essa declaração é ou não fundamentada nos fatos e na experiência coletiva dos estados e nações que já consagraram o casamento homossexual em lei. É claro, os direitos e liberdades religiosas dos defensores do casamento tradicional devem ser protegidos, mesmo com as uniões do mesmo sexo se tornando mais difundidas e aceitas.
Existe verdade nas palavras dos sacerdotes britânicos, e deve o povo cristão levar esse alerta em consideração? Será essa legalização do casamento igualitário a porta de entrada para uma era de benevolência e harmonia? Ou será meramente um sinal de uma nova forma de intolerância que se aproxima, um fanatismo de ódio e violência descarregado sobre a família tradicional e seus defensores?
A questão óbvia é, será que os opositores do casamento igualitário sofreram perseguição e perderam sua liberdade religiosa em outros países que adotaram essa redefinição radical do casamento? A resposta não é nada enganosa. Vejamos um pouco da história recente.

Tolerância no Brasil

Na semana passada, católicos membros do Instituto Plínio Correa de Oliveira se reuniram na cidade de Curitiba para protestar contra o aborto e a ideologia homossexual e defender a família tradicional. O homossexualismo é legal no Brasil desde 1830 e goza de ampla aceitação.
No entanto, os manifestantes católicos, que marchavam pacificamente e seguravam cartazes, não foram recebidos com tolerância e aceitação. Aliás, logo uma multidão irritada os cercou e começou a gritar ameaças e fazer gestos obscenos. Os católicos levaram cusparadas, e um deles teve um objeto arremessado na cabeça, causando um sangramento. Enquanto mostrava a mão ensanguentada diante da câmera, a multidão comemorava. Esses incidentes foram filmados pelo próprio instituto e por um espectador simpático à aglomeração rebelde.
Em 2007, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (ABGLT) entrou com vários processos contra opositores do movimento homossexual no Brasil. Um desses processos visava websites que haviam acabado de expor o ativista Luiz Mott por sua promoção da pedofilia e da pederastia.
Outro processo foi movido contra a psicóloga e terapeuta Rozangela Alves Justino, que fornecia orientação psicológica e terapia para homossexuais que quisessem mudar sua orientação sexual. Como o Conselho Federal de Psicologia do Brasil proibia os psicólogos de realizar terapia reparativa para o homossexualismo, a ABGLT pediu que a licença de Rozangela fosse revogada.
Há muitos anos atrás, o escritor cristão pró-vida Julio Severo fugiu do Brasil depois de saber que teria sofrido uma ação por sua cobertura “homofóbica” da Parada Gay de 2006. Severo deixou abruptamente o Brasil com a esposa grávida e dois filhos pequenos. Na ocasião, não havia lei oficial no Brasil criminalizando o comportamento “homofóbico”.
Em fevereiro de 2009, o LifeSiteNews noticiou que "o governo brasileiro havia determinado que 99% de seus cidadãos eram ‘homofóbicos’, e que portanto deveriam ser reeducados”.  De acordo com o jornal O Globo, o governo federal pretendia utilizar os dados do estudo para “planejar novas políticas”. Essas novas políticas foram implementadas em maio de 2012, quando o senado brasileiro aprovou uma lei criminalizando a ‘homofobia’. (Nota de Julio Severo: Foi aprovada numa comissão, e ainda não virou lei.)
Em abril de 2012, Julio Severo entrevistou a psicóloga cristã Marisa Lobo, que relatou que o Conselho Federal de Psicologia pressionava e aterrorizava homossexuais que buscavam ajuda para superar sua atração indesejada por pessoas do mesmo sexo.  Marisa também atacou o Conselho ao questionar o “kit gay” que o governo brasileiro tentou distribuir aos estudantes das escolas públicas com o propósito de combater a “homofobia”. Devido ao conteúdo explícito no kit e seu retrato favorável ao comportamento homossexual, ele foi mais tarde suspenso pela presidente Dilma Rousseff.
“Quando souberam que eu era cristã, começaram a me perseguir”, explica Marisa, “como uma psicóloga que se classifica como cristã, e mais tarde no processo como uma homofóbica, porque havia dito no Twitter que amava os gays, mas que preferia que meu filho fosse heterossexual. E ainda não entendo por que o fato de ter uma opinião desperta violência”.
Parece que a margem de atividade tolerada no Brasil e bastante estreita, apesar de décadas de campanhas dos defensores do casamento igualitário contra o “ódio”, o “bullying” e o “assédio”. E está cada vez mais evidente que as virtudes da família cristã não estão incluídas no grupo das ideias “toleráveis”.

“Diversidade" e "Liberdade de Expressão" no Cadadá

O Dia do Canadá em Ontario no ano passado foi marcado por um preocupante incidente quando o Rev. David Lynn e um pequeno grupo de amigos esteve presente à Parada Gay de Toronto.  Montando um pequeno stand em uma esquina com um microfone e uma câmera, Lynn pregou, conversou com transeuntes e distribuiu bíblias e panfletos, isto é, até que a polícia de Toronto, usando adesivos LGBT, o interromperam e forçaram a deixar a área. Ignorando a blasfêmia e o comportamento violento dos participantes irritados da parada, que insultaram o grupo e jogaram água em Lynn e em seu cinegrafista, a polícia disse a Lynn que ele estava “promovendo o ódio” e que deveria sair. Vídeos do incidente podem ser vistos aqui, aqui e aqui.
Parece que apenas algumas formas de liberdade de expressão são defendidas no Canadá hoje em dia. E críticas ao homossexualismo, mesmo pacíficas e motivadas por um cuidado amoroso, não são uma delas.
Quando o Conselho Escolar do Distrito de Toronto revelou seu novo “currículo anti-homofobia" em 2011 (Desafiando a Homofobia e o Heterosexismo: Da educação infantil ao ensino médio) muitas pessoas ficaram compreensivelmente preocupadas. Obviamente, as coisas só pioraram quando saiu a notícia de que os pais não teriam a opção de retirar seus filhos do programas, nem mesmo da educação infantil. Professores também não estavam autorizados a se recusar a ensinar o curso com base em convicções religiosas.
Parece que apenas alguns tipos de diversidade são estimulados no Canadá hoje em dia.  As virtudes da família cristã não estão entre eles.
O currículo ensina os estudantes que “você não pode escolher ser gay ou hétero, mas pode escolher sair do armário”. No 3º ano, é recomendado aos estudantes ler o livro Gloria Goes to Gay Pride (Glória Vai à Parada Gay). E os estudantes são incentivados a fazer sua própria “parada gay” na escola.
Infelizmente, a maioria das paradas gays é inadequada para crianças da educação básica.
A abordagem perturbadora e aparentemente totalitária adotada pelo distrito de Toronto é apenas uma amostra do que virá pela frente, segundo uma ministra da educação no Reino Unido. Elizabeth Truss, Subsecretária Parlamentar de Estado da Secretaria de Educação, alertou em novembro que os professores poderiam ser punidos se não ensinassem tópicos a favor do homossexualismo, caso o governo britânico seguisse em frente com seus planos de redefinir o casamento.

Mais Exemplos de Amor e Aceitação

A agência de adoção americana Catholic Charities vem sistematicamente fechando escritórios em vários estados americanos após uma série de ferozes disputas legais sobre o direito da agência de se recusar a alocar crianças com casais homossexuais. Leis similares também forçaram agências filiadas a igrejas na Inglaterra, como a Catholic Care, a se afastar das igrejas ou fechar as portas.
Em janeiro de 2012, um juiz de Nova Jersey emitiu decisão em desfavor de uma casa de retiro cristão que não permitiu uma cerimônia de união civil entre duas pessoas do mesmo sexo no local, argumentando que a Constituição permite “alguns tipos de intrusão na liberdade religiosa para equilibrar outros objetivos sociais importantes”. Em setembro passado, um casal gay entrou com uma ação contra duas instituições em Illinois que se recusaram a acomodar uma cerimônia de união homossexual. Pousadas cristãs, que costumam ser negócios familiares, têm sido um alvo especialmente visado por ativistas homossexuais para esse tipo de assédio.
No processo de Ladele e McFarlane contra o estado do Reino Unido, os requerentes Lillian Ladele e Gary McFarlane foram demitidos dos seus locais de trabalho por se recusarem a realizar trabalhos envolvendo orientações e uniões homossexuais. Ladele, funcionária de um cartório do Conselho de Islington, em Londres, “foi punida após pedir para não realizar registros de uniões homossexuais”. McFarlane é um psicólogo que foi demitido após ter “se recusado a se comprometer de modo inequívoco em realizar terapias psicossexuais com casais do mesmo sexo”. Eles apelaram ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, mas o tribunal se recusou a escutar o caso de ambos.

A Importância para o Futuro da Liberdade Religiosa

“Parece que uma barreira religiosa foi criada para o mercado de trabalho, com a qual um cristão que queira agir conforme suas crenças religiosas quanto ao casamento não será mais capaz de trabalhar em muitos ambientes”, comentou Andrea Williams, Diretora do Centro Judicial Cristão.
Isso certamente é uma declaração trágica, e que sinaliza uma resposta sombria à pergunta sobre se a legalização do casamento gay irá resultar na perda de liberdade religiosa. Obviamente é injusto que ativistas homossexuais esperem que pessoas de fé joguem fora suas crenças e seus ideais tão estimados. Mas esses ativistas realmente se fazem odiosos para as pessoas civilizadas ao tentarem forçar dissidentes a violar seus códigos morais e suas consciências e endossar ou promover um estilo de vida que eles consideram repulsivo.
Se o objetivo da legalização do casamento homossexual é, como escutamos tantas vezes, o de erradicar a intolerância e o radicalismo, seus ativistas deveriam se alarmar ao saber que seus esforços foram completamente malsucedidos. No entanto, por mais chocante que possa parecer, os defensores do casamento homossexual estão provando repetidas vezes que só defendem a tolerância de um único ponto de vista, e que só acreditam na proteção de único tipo de expressão: a própria.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Washington Times: “Will legal same-sex marriage result in religious persecution?
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Outro artigo de Bryana Johnson:

29 de janeiro de 2013

A Morte dos Direitos Humanos


A Morte dos Direitos Humanos

Scott Lively
Esta semana marca o aniversário da adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU em 1948. O Dia Internacional dos Direitos Humanos é comemorado no dia 10 de dezembro. Infelizmente, o dia é celebrado em grande parte por esquerdistas, que raptaram a expressão “direitos humanos” em tempos recentes para servir à sua agenda desviada. No entanto, os verdadeiros direitos humanos, como eram entendidos ao longo dos séculos, surgiram da visão de mundo bíblica e a condensam.
Dr. Scott Lively
Diferente da maioria dos ativistas esquerdistas que exploram o Dia Internacional dos Direitos Humanos como uma oportunidade para atacar o Cristianismo e defender a perversão sexual, eu sou na verdade um advogado de direitos humanos com treinamento especial fornecido pela ONU em Strasbourg. Também sou autor da Declaração de Riga pela Liberdade Religiosa, Valores Familiares e Direitos Humanos (www.defendthefamily.com/intl/) que documenta que a liberdade religiosa e os valores familiares têm sido firmemente defendidos em 4000 anos de leis escritas sobre direitos humanos, mas que o “direito” ao homossexualismo é uma invenção da esquerda moderna.
Além disso, esse “direito à sodomia” na verdade solapa os verdadeiros direitos humanos, como exemplificado pelo colapso da Magna Carta no Reino Unido. O primeiro princípio daquele venerável documento de direitos humanos declara que “A Igreja da Inglaterra será livre”. Esse princípio, estabelecido na pedra fundamental da jurisprudência britânica em 1215, manteve-se inabalado por quase 800 anos até que a ascensão do movimento gay na última década alcançou o poder de redefinir a liberdade religiosa como “homofobia” e de esmagá-la debaixo da sola de seus coturnos rosas.
Um dos pontos altos das minhas viagens pelo mundo foi ter a oportunidade de ver uma das cópias manuscritas originais da Magna Carta na catedral de Salisbury, na Inglaterra. É uma de apenas três remanescentes das onze que existiam. Isso foi em 1997, quando estava em vias de concluir meus estudos no Instituto de Direitos Humanos Internacionais na Universidade de Strasbourg. Naquele tempo a Magna Carta ainda vigorava.
Exatamente 10 anos depois, em 2007, a caminho de Varsóvia para falar sobre direitos humanos no Congresso Mundial das Famílias IV, dei uma parada rápida em Dublin, Irlanda. Lá encontrei um ativista cristão que estava literalmente se escondendo da polícia sob ameaça de prisão por falar contra o homossexualismo nas vias públicas, violando as novas Regulamentações de Orientação Sexual (SRO). A força da Magna Carta não poderia mais proteger esse irmão cristão. Após oito séculos ela foi finalmente violada, e foi por militantes ativistas do movimento gay. As notícias vindas do Reino Unido desde então pintam um quadro cada vez mais lúgubre para os cristãos.
Hoje em dia só existe um documento de direitos humanos que ainda vigora como uma barreira à agenda homossexual no ocidente: a Primeira Emenda Constitucional dos Estados Unidos. De fato, ela é a fonte das cláusulas de liberdade religiosa e de expressão da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, na qual se baseiam todas as leis e todos os tratados sobre direitos humanos. (A primeira metade da Declaração Universal foi escrita pelos americanos, e a última parte pelos soviéticos nos dias que se seguiram à conclusão dos julgamentos em Nuremberg dos nazistas pelas forças aliadas).
Mas apesar do surgimento da Declaração Universal e de todo o seu legado estatutário, nenhum país do mundo tem sido tão vigoroso na defesa das liberdades religiosas e de expressão quanto os Estados Unidos, devido à Primeira Emenda. No entanto, mesmo enquanto celebramos o Dia Internacional dos Direitos Humanos, a Primeira Emenda está sob cerco pelas mesmas forças que derrubaram a Magna Carta. Nos últimos anos, ela tem sobrevivido a uma série de ataques que continuam a crescer em frequência e severidade, sem sinal de desistência.
Em menos de um mês, em 7 de janeiro de 2013, irei comparecer a um tribunal federal aqui em Springfield, Massachusetts com meu advogado do Conselho da Liberdade. Na ocasião, ele irá apresentar a nossa argumentação oral para defender o nosso pedido de extinção do processo contra mim por “crimes contra a humanidade”. (www.scottlively.net/2012/06/26/motion-to-dismiss-smug-lawsuit/) Estou sendo processado pera organização Minorias Sexuais Uganda (SMUG) por pregar contra o homossexualismo naquele país. O que está em questão é a força da Primeira Emenda para proteger o direito de pregar o Evangelho em um país estrangeiro.
Basicamente, os requerentes sustentam que a mesma aceitação europeia dos “direitos humanos” homossexuais que deu poder às regulamentações de orientação sexual no Reino Unido e derrubou a Magna Carta representa uma nova norma internacional que deve ser defendida por todo o mundo. Deste modo, mesmo que a pregação contra o homossexualismo seja um discurso protegido tanto em Uganda quanto nos EUA, me responsabilizam legalmente com base na interpretação de “lei internacional” feita pela SMUG. Apesar disso, parece ridículo, mas igualmente pareceu a ideia das regulamentações de orientação sexual que se tornaram lei no Reino Unido.
Gostaria de aproveitar a oportunidade deste aniversário para pedir por orações. Não tanto para mim mesmo, mas para os EUA. Porque a derrota para esses requerentes sob essas alegações iria significar uma violação da Primeira Emenda da mesma forma que da Magna Carta. Se a Primeira Emenda não pode proteger meus direitos de liberdade religiosa e liberdade de expressão em um país estrangeiro, tanto menos ela irá proteger todos nós em nosso próprio país. De fato, não já começamos a ver a “orientação sexual” sobrepujar a liberdade religiosa (e em menor extensão a liberdade de expressão) como uma tendência legal? Quão pior será se os tribunais federais aceitarem o raciocínio jurídico europeu em suas decisões?
Meus amigos, entendo a gravidade do que estou dizendo. Se a Primeira Emenda cair ante os gays como aconteceu com a Magna Carta, será o fim dos verdadeiros direitos humanos nos EUA (e por extensão para o resto do mundo ocidental). Não há a quem recorrer. A Primeira Emenda é o último bastião de liberdade aos cristãos. Se ela cair, uma grave perseguição a todos os que ousarem falar a verdade da Bíblia estará muito próxima. Orem fervorosamente para que ela prevaleça!
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do documento original “The Death of Human Rights” enviado pelo Dr. Scott Lively para Julio Severo.
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28 de janeiro de 2013

PT quer PLC 122 aprovado em 2013


PT quer PLC 122 aprovado em 2013

Julio Severo
O senador Paulo Paim (PT-RS), novo relator do PLC 122, que criminaliza a crítica às práticas homossexuais no Brasil, afirmou que vai aprovar o projeto de lei ainda neste ano.
Em entrevista à Agência Senado, Paim elogiou o discurso pró-homossexualismo do presidente Barack Obama durante sua posse na semana passada, e prometeu que o Brasil vai ver o PLC 122 virando lei neste ano.
Ele disse: “Vou trabalhar muito por esse projeto. 2013 vai ser o ano da aprovação do PLC 122”.
Paulo Paim: 2013 vai ser o ano da aprovação do PLC 122
O militante do PT louvou Obama por se declarar a favor da agenda do sexo fecal e disse que o discurso foi um pronunciamento histórico.
“Presidente de nenhum país do mundo jamais assumiu uma postura tão ousada, de enfrentamento aos conservadores, em seu discurso de posse”, disse Paim.
Em 2012, Obama já vinha sendo aplaudido pela esquerda mundial por seu apoio ao “casamento” gay. “Isso é incrivelmente importante, é excelente notícia. Os Estados Unidos lideram globalmente em tudo, e isso inclui direitos gays”, disse Julio Moreira, presidente do grupo supremacista gay Arco Íris, com sede no Rio de Janeiro. “Isso forçará outras nações como o Brasil a avançarem com políticas mais progressistas”.
Para a alegria de Paim e do PT, a liderança americana na promoção da agenda do sexo fecal está pesando a favor do PLC 122, dando força para a esquerda em sua luta contra a defesa pró-família dos conservadores.
Com informações do site homossexual A Capa
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Segundo eminente psiquiatra, médicos estão por trás dos massacres nas escolas


Segundo eminente psiquiatra, médicos estão por trás dos massacres nas escolas

A sociedade está realizando um ‘amplo experimento social’ sem saber aonde vai dar

Jerome R. Corsi
NOVA YORK — Se legisladores e autoridades estivessem realmente preocupados com a violência com armas de fogo nas escolas, deveriam examinar mais de perto as drogas psicotrópicas sendo receitadas a jovens, afirma um famoso psiquiatra irlandês.
E numa entrevista exclusiva concedida ao WND em Nova York, o Dr. David Healy, que trabalha em Londres, criticou empresas farmacêuticas que faturaram bilhões de dólares comercializando inibidores seletivos da recaptação da serotonina, conhecidos por ISRS.
Healy adverte que drogas psicotrópicas “receitadas para crianças em idade escolar causam comportamento violento”.
Os medicamentos são amplamente utilizadas nos EUA como antidepressivos pelos médicos da área de saúde mental, e cada vez mais utilizadas por clínicos gerais, alerta.
Healey sustenta que o problema hoje é que os médicos que trabalham com as escolas para controlar o comportamento de crianças tendem a prescrever ISRS sem um exame sério das reações adversas.
“As empresas farmacêuticas fabricam essas drogas na intenção de ganhar dinheiro”, acusa. “Existe uma série de problemas que envolvem receitar essas drogas para crianças. Pouquíssimas dessas crianças têm problemas sérios ao ponto de justificar o tratamento com medicamentos tão arriscados quanto os ISRS”.
Ele destaca que as drogas podem tornar as crianças “agressivas e hostis”.
“Crianças que tomam ISRS são mais propensas a ofender e ferir outras crianças na escola”, defende Healy. “A criança pode se tornar suicida. Estamos oferecendo drogas a crianças em fases importantes do seu desenvolvimento, e como sociedade, estamos realizando um vasto experimento cujas consequências ninguém realmente conhece”.
Healey alerta que há uma grande correlação entre a violência armada e o uso das drogas.
“Quando de cada 10 casos de violência armada em escolas, 9 envolvem a prescrição dessas drogas, quer dizer que ou parte considerável dessa violência armada é causada por essas drogas, ou elas contribuíram para isso de foram relevante”, acredita.
O presidente Obama, em uma série de 23 decretos e memorandos assinados na semana passada, convocou os centros de controle de doenças a promover pesquisas para investigar a violência armada e explorar as alternativas médicas para controlar o problema.
WND defende que levar mais exames de distúrbios mentais às escolas irá na verdade aumentar a incidência de massacres, não reduzi-la.
“É possível fazer um gráfico entre o número de psiquiatras infantis nos Estados Unidos e o número de violência armada nas escolas, e você irá ver que ambos aumentaram no mesmo sentido e ao mesmo tempo”, aponta.
Ele enxerga uma “campanha publicitária” sendo realizada nos EUA logo após a violência armada no cinema de Aurora, no Colorado, e na escola de Newtown, em Connecticut, expressando que a violência armada está sendo causada por doenças mentais e poderia ser impedida por mais programas de controle nas escolas que as detectasse.
“Se crianças em idade escolar forem examinadas para se detectar problemas mentais, ao que tudo indica, isso fará com que mais médicos receitem mais remédios aos estudantes”, sugere. “Diria então que o resultado de mais triagem para achar problemas mentais gerará mais mortes, mesmo que as armas sejam removidas e os assassinatos em massa não sejam feitos com armas”.
Ele alerta aos acionistas de empresas farmacêuticas que as ações podem sofrer quedas caso os juízes e júris determinem responsabilidades às empresas. Os investigadores policiais poderiam concluir que um dos medicamentos da empresa foi receitado a uma criança que acabou realizando um massacre.
Healy adverte que médicos que receitam esses medicamentos não necessariamente curam problemas mentais.
Dr. David Healy
Healy argumenta que os médicos tentam resolver uma grande variedade de problemas prescrevendo medicamentos. No entanto, nas gerações anteriores, as famílias estendidas podiam fornecer um contexto da histórico familiar, ajudando a entender problemas comportamentais e identificando uma ampla variedade de tratamentos. As famílias entendiam a questão como um problema de desenvolvimento, melhor tratado por intervenção da própria família do que por medicamentos.
“A pesquisa de mercado, por exemplo, fez com que as empresas farmacêuticas percebessem que é muito mais difícil vender medicamentos para Distúrbio de Déficit de Atenção (ADHD), em um lar ou comunidade onde a avó da criança está presente”, explica. “Porque, é claro, a avó dirá, ‘Essa criança não precisa de remédios. Seu pai também era assim, e veja, ficou bom’. A medicina intervém com remédios quando as comunidades perderam suas raízes familiares”.
Healy também lamentou o fato de que as informações disponíveis às empresas farmacêuticas que expõem os efeitos colaterais dos ISRS não são disponibilizados ao público.
Para resolver esse problema, Healy criou um website, o RxISK.org, que permite o envio de relatos pessoais com os ISRS por pessoas que tiveram experiências com a droga ou cônjuges, pais, filhos ou amigos prejudicados por ela. De acordo com o site, essas são pessoas “que se descobriram em um mundo kafkiano ao buscarem ajuda de médicos, agências reguladoras ou outro ente que parece estar lá para nos ajudar”.
O objetivo do RxISK.org é criar um banco de dados aberto ao público que forneça um relatório que possa ser apresentado por um paciente a um médico ou farmacêutico para defender e informar a respeito dos efeitos colaterais de um ISRS em particular.
Independente disso, um banco de dados de cerca de 4.800 casos em que os ISRS estiveram associados a comportamentos violentos nos EUA e no resto do mundo já foi postado na internet, recolhido de incidentes que apareceram na mídia, em revistas científicas e em testemunhos da Administração Federal de Alimentos e Medicamentos.
Os ISRS mencionados nos relatos incluem o Prozac (fluoxetina), Zoloft (sertralina), Paxil (paroxetina), Celexa (cilatopram), Lexapro (escilatopram) e Fluvox (fluvoxamina).
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: Top psychiatrist: Meds behind school massacres
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27 de janeiro de 2013

“Era um lugar alegre, cheio de borboletas e grandes nuvens rosadas”: Eminente neurocirurgião está CONVENCIDO da existência do paraíso após uma odisseia fora do corpo


“Era um lugar alegre, cheio de borboletas e grandes nuvens rosadas”: Eminente neurocirurgião está CONVENCIDO da existência do paraíso após uma odisseia fora do corpo

* Eben Alexander, formado na Universidade de Harvard, não acreditava nos relatos de pacientes sobre experiências fora do corpo
* Agora ele afirma ter passado por um lugar cheio de borboletas durante um coma
* Ele descreve que ‘um som como um glorioso canto vinha do alto’
* Afirma que passou pela experiência acompanhado de uma jovem
Leslie Larson
Um cientista cético que passou a carreira estudando a mecânica do cérebro e ignorando relatos de pacientes a respeito de viagens a mundos paradisíacos revelou sua extraordinária conversão após um encontro com o pós-vida, durante uma experiência de quase morte.
Conversão: O Dr. Eben Alexander, neurocirurgião de Harvard, relata em seu livro ter passado por uma experiência fora do corpo durante um coma
O Dr. Eben Alexander passou 15 anos atuando como um neurocirurgião acadêmico na Universidade de Harvard, mas sofreu um ataque quase fatal de meningite em 2008 e ficou sem atividade cerebral durante um estado de coma que durou sete dias em um hospital da Virgínia.
Embora estivesse inconsciente e sem reação a estímulos durante o período, agora ele descreve uma “odisseia completamente vívida e coerente” para um lugar do além, cheio de borboletas e onde ecoava música, que abalou seu ponto de vista sobre a consciência humana.
Ele afirma ter entrado em um lugar cheio de nuvens e ao som de cantos, e foi recebido por uma linda mulher de olhos azuis.
O Dr. Alexander descreve sua mudança de paradigma, de um foco exclusivo na compreensão científica do cérebro para a consideração do âmbito espiritual da mente, em um artigo profundamente meditativo publicado na revista  Newsweek, que antecede o lançamento do seu livro intitulado Proof of Heaven  (Prova do Paraíso).
“Como um neurocirurgião, eu não acreditava no fenômeno das experiências de quase morte”, escreve ele em seu artigo, explicando como anteriormente confiava em “boas explicações científicas para as jornadas paradisíacas fora do corpo descritas por pessoas que por pouco não escaparam da morte”. 
Embora se considerasse nominalmente um cristão, reconhece que não tinha fé suficiente para acreditar na vida eterna.
Quando seus pacientes faziam relatos de terem ido ao paraíso durante suas experiências de quase morte, ele se baseava no “atual entendimento médico do cérebro e da mente”, e considerava os relatos como auto-ilusão.
Cético: O Dr. Eben Alexander era indiferente às descrições dos pacientes sobre jornadas ao paraíso após experiências de quase morte... até que o cientista experienciou ele próprio um paraíso de nuvens rosas.
Mas depois que se tornou o paciente, afirma ter “experimentado algo tão profundo que me deu uma razão científica para acreditar na consciência após a morte”.
O médico de 58 anos possui uma linhagem impressionante. Seus antepassados eram eminentes políticos e figuras conhecidas na sociedade de Tennessee. Seu pai era Chefe de Neurocirurgia da Universidade de Wake Forest de 1948 a 1978.
Alexander, quando jovem, se formou na escola Phillips Exeter Academy, recebeu seu título de bacharel pela Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill em 1975, e sua licença médica pela Universidade de Duke em 1980.
Ele passou 15 anos ensinando neurologia na Faculdade Médica de Harvard e na Universidade de Virgínia, dando palestras e pesquisando sobre mapeamento cerebral e tumores cerebrais, além de tentar entender a cognição.
Em 2008, o médico pai de dois filhos estava “em boa saúde e bom estado”, preparando-se para embarcar em um passeio com seu filho a um vulcão na América do Sul, conta ele em uma entrevista sobre o caso ao podcast Skeptiko.
Mal sabia ele que logo se tornaria um paciente no mesmo hospital onde lecionava.
Vívida: Alexander detalha sua experiência em seu livro, Proof of Heaven. Uma amostra do relato também foi publicada na revista Newsweek.
A vida do médico quase foi encurtada em 10 de novembro de 2008, quando acordou às 4h30min da manhã para se aprontar para o trabalho no Hospital Geral de Lynchburg, na Virgínia, onde trabalhava como neurocirurgião.
De repente, começou a sentir fortes dores nas costas, e em 15 minutos estava paralisado pela agonia, mal podendo se mexer.
Sua esposa, Holley, correu para ajudá-lo e começou a massagear suas costas para aliviar a tensão, mas sua situação piorou.
Antes que começasse a ter um ataque de convulsão, suas últimas palavras para a esposa foram, “Não ligue para o telefone de emergência 911”, e perdeu a consciência, sem nenhuma memória do que aconteceu na semana seguinte.
Felizmente para ele, sua esposa não deu atenção ao seu conselho e ele foi levado às pressas ao hospital, onde foi diagnosticado com meningite bacteriana.
“Todo o meu córtex, a parte do cérebro que controla os pensamentos e as emoções, e que essencialmente nos torna humanos, havia parado de funcionar”, relata em seu artigo.
“Os médicos apuraram que ele, de alguma forma, eu havia contraído uma forma muito rara de meningite bacteriana que na maioria das vezes ataca recém-nascidos. Bactérias E. coli penetraram meu líquido cefalorraquidiano e estavam comendo meu cérebro”, acrescenta.
Ele ficou respirando com ajuda de aparelhos em uma UTI, e por seis dias foi tratado com um antibiótico triplo para combater a bactéria, mas seu cérebro tinha pouca funcionalidade e ele não respondia a estímulos, levando os médicos a acreditar que ele nunca voltaria ao normal.
Quando sua família já se preparava para o pior, de repente no sétimo dia ele abre os olhos.
Seu tubo respiratório foi removido e ele miraculosamente disse aos médicos, “Obrigado”.
Eben sofreu de amnésia e não conseguia se lembrar de nada de sua vida antes da doença, e permaneceu confuso durante os primeiros dias depois de voltar do coma.
Mas à medida que se recuperava, começou a se lembrar de memórias vívidas de uma experiência mental mágica durante o seu período de coma.
Doença: O Dr. Alexander, na foto com uma tomografia do seu cérebro infectado, ficou em estado de coma durante sete dias, e os médicos não acreditavam que ele iria retornar. Um mês depois ele estava quase completamente recuperado
“Não há explicação científica para o fato de que, enquanto meu corpo estava em coma, minha mente, meu eu consciente e interior, estava viva e bem”.
“Enquanto os neurônios do meu córtex estavam abalados e completamente desativados pelas bactérias que os atacaram, minha consciência, sem a ajuda do cérebro, viajou a uma outra e maior dimensão do universo: uma dimensão que eu nunca sonhei que existisse, e que o velho eu, de antes do coma, ficaria mais do que satisfeito em explicar como simplesmente impossível”, escreve. 
Ele afirma ter entrado em um “lugar de nuvens — grandes, bufantes e rosadas”, cheio de borboletas e criaturas angelicais que eram “como nada que já conheci neste planeta. Eles eram formas superiores, mais avançadas”.
Nesse mundo celestial, ele escutava um som estrondoso como um glorioso canto, que vinha do alto”, que lhe dava uma sensação de alegria e assombro.
Uma linda jovem o acompanhou durante a sua estadia, “ela era jovem, e me lembro dos seus traços em todos os detalhes. Tinha bochechas altas e olhos azuis escuros. Cachos castanhos dourados emolduravam seu lindo rosto”.
Paraíso: O médico afirma que o lugar que visitou era cheio de borboletas, música e criaturas angelicais mais gloriosas do que os humanos jamais poderiam imaginar.
Alexander admite que sua descrição pode soar como algo que saiu diretamente de Hollywood, mas para os céticos ele afirma que tem uma sensação clara de que foi de fato real, e “não era uma fantasia irreal e passageira”.
Depois dessa incrível experiência em 2008, Alexander conta que houve impacto tanto profissional quanto espiritual em sua vida.
Agora, o cientista concentra suas energias em “investigar a verdadeira natureza da consciência e deixar o mais claro possível o fato de que somos muito mais do que nossos cérebros físicos, tanto para meus colegas cientistas quanto para a população em geral”.
Mas o autointitulado “cristão não praticante” agora afirma que sua experiência com o paraíso aprofundou seu entendimento de Deus e fortaleceu sua fé.
“No cerne da minha jornada está a constatação de que somos amados e aceitos incondicionalmente por um Deus ainda mais grandioso e incomensuravelmente glorioso do que o que eu conhecia”, conclui.
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