20 de novembro de 2013

Cristãos estão sendo crucificados na Síria


Cristãos estão sendo crucificados na Síria

Perseguição implacável ameaça presença cristã no país

Jarbas Aragão
Amir, 55 anos, é um comerciante que vive na Síria. ”A vida aqui é muitas vezes bem difícil”, lamenta. Durante uma entrevista ao Washington Post, ele conta como morteiros atingiram repetidamente no bairro al-Qassaa, na capital Damasco. A grande maioria de seus moradores é cristã. Pelo menos 32 pessoas morreram e dezenas de outras ficaram feridas somente nas últimas duas semanas.
Cristãos sírios
A situação de Amir e de milhares de cristãos como ele, tem se tornado cada vez mais perigosa. Enquanto a guerra civil continua arrasando o país, multiplicam-se os relatos de ataques de muçulmanos jihadistas a cidades predominantemente cristãs. O país está vendo a tentativa de extermínio do cristianismo ser o alvo principal dos guerrilheiros rebeldes.
Youssef Naame e sua esposa Norma, um casal cristão de Maaloula, contam como tiveram de fugir de sua cidade após a chegada de extremistas islâmicos no início do mês passado. “Os jihadistas gritavam: converta-se ao Islã ou vocês serão crucificados como Jesus”. O casal se escondeu, junto com outros cristãos, em uma pequena casa ao lado da igreja da cidade. Ficaram três dias sem comida nem eletricidade.
Agora, Youssef está refugiado no apartamento de sua filha, em al-Qassaa, mas teme que em breve precisará fugir de novo. Os cristãos são uma minoria, menos de 10% dos 23 milhões de habitantes da Síria.
O missionário Tom Doyle faz um apelo: “Nós ouvimos de líderes da região que os jihadistas estavam crucificando os cristãos no norte da Síria. Sabemos que as pessoas que têm fotos disso. Os pastores estão clamando por ajuda, frustrados por que nada disso é divulgado pela mídia ocidental”.
As áreas cristãs passaram a ser recentemente o maior foco da luta armada. Há uma semana, os rebeldes do grupo Jabhat al-Nusra atacaram a cidade cristã de Sadad, ao norte de Damasco. Após violentos combates, foram expulsos dias depois por forças do governo. De maneira similar, milhares de pessoas fugiram da antiga cidade de Maaloula, também de maioria cristã.
Ali, um número grande de não muçulmanos foram decapitados e tiveram suas casas e igrejas incendiadas ou destruídas.
Os cristãos de Damasco estão convencidos de que os extremistas estão deliberadamente alvejando seus bairros para enfraquecer os aliados do presidente sem atingir outros muçulmanos. Como é comum em vários países do Oriente Médio, muçulmanos e cristãos vivem em áreas diferentes, por isso para os rebeldes é fácil identificar os alvos preferencias.
“Todos os domingos, eles lançam mais de 15 morteiros ao longo do dia”, disse Amir. “Eles estão bombardeando as áreas especificamente cristãs.” Os líderes da Igreja da Síria temem que a queda de Assad transformará o país em um Estado islâmico, o que significaria o fim da existência milenar de cristãos em solo sírio.
Quase todos os 50 mil cristãos da cidade de Homs tiveram de fugir. Outros 200.000 foram expulsos da cidade de Aleppo. Em todas as cidades que invadem, os rebeldes exigem que os cristãos se convertam, caso contrário morrerão. Mais de um terço dos cristãos da Síria estão refugiados ou mortos. Com informações de Washington Post e MN Online.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Anônimo disse...

No tempo do Velho Testamento os habitantes do norte da atual Siria, os assirios, eram conhhecidos por arrancar a pele ds prisioneiros, ainda vivos. Esse era o motivo pelo qual o profeta Jonas evitou ir ateh Ninive. Nada mudou para os filhos de um demonio chamado alah. Qdo Israel, que conhece aquelas serpentes, senta a borduna nelas, muitas vozes de alienados se levantam condenando-o. Triste.
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Antonio

Roger disse...

AUTORES ISLÂMICOS CADA VEZ MAIS CONTESTAM SER O ISLAMISMO UMA RELIGIÃO DE PAZ.
Devido às empatias de alguns governos marxistas Ocidentais apóstatas cristãos e agora pró Islã, intensifica-se mundialmente o processo discriminatório aos cristãos e, com a entrada nos EUA de Barack Obama, mesmo Hollande na França, + comparsas latinos etc., como no Brasil, aqui da Teologia da Libertação e dos "Progressistas" evangélicos e dos eleitores do PT, PC do B, PSOL etc., incentivam-no a mais, daí todos esses compartilharem no processo persecutório cristão, de ãmbito global.
As convulsões internas por que passam a Siria e o Egito no presente são uma vaga ideia de como agem mesmo entre si os governos “religiosos” islamitas; sim, são-no, mas de seitas pagãs, odiando-se entre si – comportam-se amistosamente apenas com os componentes da facção a que pertençam – praticando “em nome da fé” o POLÍTICO-RELIGIOSAMENTE CORRETO, mesmo entre eles levando às últimas instancias – imaginemos os outros, citando o cultivado secular ódio aos cristãos, e o mantido belicismo da época das guerras dos cruzados em pleno século XXI.
Exemplifiquemos a continua fratricida luta de sunitas x xiitas que gerou a guerra Irã x Iraque, + de 1 000 000 de mortos, persiste atualmente em escaramuças e só daí pará cá gerou muitos milhares de mortos!
Experimente tentar erigir um templo cristão em alguns países muçulmanos ou apresentar uma edição bíblica ostensivamente, mesmo no Egito, algo ocidentalizado, e aguarde a dura repressão!
É cada vez maior o número de autores islâmicos contestando a tese pacífica do Islã, como a escritora de origem síria Wafa Sultan, uma das vozes mais críticas ao islamismo nos EUA. “O Islã não é só uma religião. É também uma ideologia política que prega a discriminação e violência e aplica sua agenda pela força.” Ayaan Hirsi Ali, autora do bestseller Infiel (Companhia das Letras, 2007), concorda. Nascida na Somália e criada entre Arábia Saudita, Etiópia e Quênia, ela escreve em seu mais recente livro (Nômade, ainda inédito no Brasil): “Crianças islâmicas em todo o mundo são ensinadas como eu fui: a desejar e perpetuar a violência contra o inimigo – o judeu, o cristão e o satã americano”.
Outro problema há entre o deus Alah e o nosso Senhor Deus de Israel se encontra no Alcorão onde Maomé descreve uma suposta divindade a qual nada tem a ver com as revelações que Deus faz de si próprio nas Escrituras - afinal, para começar, ele fundou sua religião em 622 DC e Alah (Al-Ilah) era o deus-líder dos 360 deuses pagãos da Caaba, em Meca, Arabia Saudita, e ele o escolheu para reger sua religião.
Assim, ao confrontarmos trechos bíblicos com os do Alcorão se nos apresenta uma suposta divindade paradoxa ao Verdadeiro Deus, não sendo textos referentes ao Senhor Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo, podendo aguardar retaliações por odio a Jesus Cristo, como sempre, de pagãos contra cristãos.

Lojas do Ceasa RJ. disse...

É verdade Bilblia é Pior que uma arma quimica pois ela revela o pecado ,traz a luz para quem ta em trevas e quem não vem para luz não vem por que quer que suas obras não sejam reveladas..
a vitoria é nossa em breve vem o rei JESUS NAZARENO.

Anônimo disse...

Para estes verdadeiros cristãos Jesus deixou o versos registrados em Mt 5:10-12. Enquanto isso, aqui no nosso país de "libertinagem religiosa", os pseudo-cristãos ficam confortavelmente sentados em seus sofás assistindo novelas e cobrando de Deus "bençãos e prosperidade" em troca de esmolas, como se Deus fosse obrigado a fazer suas vontades... Que Deus tenha piedade dos cristãos nesses países de opressão e de nós, onde a liberdade nos permite abandonarmos a fé.