6 de outubro de 2013

Educação domiciliar ganha força no DF, mas enfrenta problemas com governo e leis delinquentes


Educação domiciliar ganha força no DF, mas enfrenta problemas com governo e leis delinquentes

Moradores de Sobradinho, Darcília e Josué Bueno optaram por educar os 10 filhos fora da escola. Cerca de mil famílias brasileiras adotam esse caminho. O método, comum nos Estados Unidos, enfrenta problemas de regularização no país

Manoela Alcântara
Aos 4 anos, Mikael Andrade Bueno forma palavras com letras de plástico, desenha melhor do que muitos adultos e consegue pronunciar “helicóptero” sem nenhum tropeço. O irmão de 6 anos, Immanuel, lê livros infantis em voz alta sem perder a concentração ou gaguejar. Os dois nunca frequentaram uma escola nos moldes tradicionais. Os conhecimentos são adquiridos em casa, com a ajuda da mãe, Darcília dos Reis Mazoni Bueno, 42, e do pai, o taxista Josué Peixoto Bueno, 52. Eles optaram pela educação domiciliar e abriram mão de salários melhores para ficar mais tempo no lar, em Sobradinho, e ensinar os 10 filhos.
A família Bueno divide o ensino em dois períodos: de manhã, estudam os pequenos e, à tarde, os adolescentes encaram os livros. O caçula, de 4 anos, já forma palavras e o irmão de 6 lê com desenvoltura
Este ano, viram a primogênita, Yael, 18 anos, formar-se no ensino médio e passar em dois vestibulares. A jovem foi exemplo para os irmãos. Aos 6, sabia toda a tabuada de cor, além de ler e escrever. Agora, fala inglês e espanhol e se prepara para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Minha educação me levou a ser autodidata. Comprei a apostila e estudo por ela. Passei em duas provas de universidades privadas, mas só vai contar mesmo quando passar em uma pública”, disse a futura nutricionista, enfermeira ou professora. Ela está em dúvida entre as três carreiras.
Os 10 filhos da família Andrade Bueno têm rotina de estudos quase integral. Em uma sala com prateleiras cheias de livros, computadores, mesas e cadeiras, os pequenos estudam de manhã. Acordam, tomam café e começam a rotina. À tarde, é a vez dos adolescentes aprenderem os assuntos pertinentes à idade, sempre acompanhados pela mãe, que estudou para ser professora no ensino Normal. Eles também orientam os mais novos na alfabetização e auxiliam nas tarefas domésticas.
A opção dos pais em não matriculá-los em escolas vem desde o casamento. Embora estejam satisfeitos com os resultados, Darcília e Josué já enfrentaram problemas devido à falta de legalização da modalidade educacional. Parentes estranharam o método e denunciaram a atitude ao Conselho Tutelar.
Divulgação: www.juliosevero.com
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12 comentários :

MARIA disse...

Que história bonita! Que família linda! Que sabedoria maravilhosa desses pais. Quando vemos que tudo isso está se perdendo hoje por um estilo de vida medíocre e egoísta, estúpido e sem proposito, dá vontade de chorar!

Silvio disse...

Julio, que método maravilhoso, o homeschooling. Ainda não tenho filhos, mas em breve terei os meus. Quero aprender mais, e vou usar seu blog como fonte idônea de pesquisa.

Educando os filhos em casa preservamos eles de toda maldade e sujeira moral que as escolas estatais incutem nas crianças, como por exemplo, a chamada "(des)educação sexual".

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Respondendo à Maria e ao Sílvio,

A educação familiar é, sem dúvida, a que forma o caráter do verdadeiro homem. É dentro do lar (juntamente com a família) que a pessoa se torna um bom cidadão.

Só que o Estado quer usurpar este direito da família (que é sagrado por natureza). Em outras palavras: o Estado quer se achar no direito de dizer aos pais que tipo de educação eles devem dar aos seus filhos. Sabemos que a atual educação dada pelo Estado destrói os bons princípios que foram ensinados no lar.

E mais: a partir do momento em que idéias esquerdistas, marxistas, comunistas e socialistas (que são, na verdade, doutrinas de demônios) começaram a se infiltrar no nosso sistema educacional, as escolas (principalmente as escolas públicas) se corromperam por completo. Em virtude disso, não é de se espantar que, da escola primária à universidade, todos já saem educados dentro dessas mesmas idéias (que têm como ponto em comum a concepção socialista de que o governo é quem deve atender às necessidades de todos). Isso sem contar que uma escola com a mesma linha de pensamento ensina a todos a aceitarem o homossexualismo e o aborto como algo normal, tolerância às religiões afro–descendentes como sendo parte da nossa cultura, combate à homofobia (que o governo, sutilmente, prega como "respeito às diferenças"), enfim, coisas que são totalmente contra os princípios cristãos e bíblicos.

Uma coisa é certa: NENHUMA ESCOLA OU UNIVERSIDADE, POR MELHOR QUE SEJA, JAMAIS VAI SUBSTITUIR INTEGRALMENTE A FAMÍLIA EM TERMOS DE FORMAÇÃO MORAL! É A FAMÍLIA QUEM DÁ A VERDADEIRA EDUCAÇÃO AO SER HUMANO!

Torno a repetir, mais uma vez, o que eu já comentei em um artigo semelhante a este: qualquer país pode ter a melhor educação do mundo. Mas se esse mesmo país não colocar a obediência à Palavra de Deus como prioridade, a educação que esse mesmo país oferece aos seus cidadãos não passará de uma fábrica de demônios com diplomas de faculdade. É como bem disse o apóstolo Tiago:

"Quem, dentre vós, é sábio e tem verdadeiro entendimento? Que o demonstre por seu bom proceder cotidiano, mediante obras praticadas com humildade que têm origem na sabedoria. No entanto, se abrigas em vosso coração inveja, amargura e ambição egoísta, não vos orgulheis disso, nem procureis negar a verdade. Porquanto esse tipo de sabedoria não vem dos Céus, mas é terrena; não é celestial, mas demoníaca. Pois, onde existe inveja e rivalidade, aí há confusão e todo tipo de atitudes maléficas" (Tiago 3:13–16)

A verdadeira educação só é obtida no ambiente da família. E a melhor educação é dada pela Palavra de Deus, porque ela é quem forma o verdadeiro homem. É como diz o livro de Provérbios:

"O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência" (Provérbios 9:10)

"Ensina à criança o caminho no qual ela deve andar; e quando envelhecer, ela não se desviará dele" (Provérbios 22:6)

Que todos nós possamos lutar para educarmos os nossos filhos dentro dos nossos lares (e na obediência à Palavra de Deus), para que eles sejam futuros bons cidadãos!

P.S: Se alguém daqui quiser se manifestar, esteja à vontade.

Eliel disse...

Infelizmente, os pais e mães de família que defendem a educação caseira (e que se recusam a colocar os filhos em escolas corrompidas) são vistos como criminosos pelo governo.

Eu digo sem medo: a escola dita "oficial", nas atuais circunstâncias, ao invés de formar futuros cidadãos de bem, está fazendo com que estes sejam deformados moral e intelectualmente (está destruindo ao invés de construir). Falando num tom bem direto: a escola está corrompendo a formação moral que os nossos filhos aprendem em casa.

Lembro que foi criada uma lei (Lei 12.796, de 04/04/2013) que aumenta o tempo de permanência na escola (dos 4 aos 17 anos). Com que intuito? Simplesmente para doutrinar, desde cedo, nossos filhos no pensamento esquerdista e imoral do governo.

O que vemos hoje? Uma verdadeira depravação: meninas são obrigadas a tolerar travestis no banheiro feminino; cartilhas pornográficas e kits gays estão circulando livremente em muitas salas de aula do ensino fundamental; camisinhas estão sendo distribuídas abertamente às nossas crianças; aulas de sexo explícito e de homossexualismo são dadas sem nenhuma restrição; enfim, nossos filhos estão sendo bombardeados por essa devassidão demoníaca que o governo ensina nas escolas. E essa é uma triste e cruel realidade que a mídia corrupta nunca mostra!

Para o governo, não importa o que os pais pensam (ou melhor, não importa a educação caseira). A única educação considerada "válida" é essa imoralidade que o mesmo governo quer impor aos nosso filhos (e que somos obrigados a aceitar). É como se o governo dissesse: "Olha aqui (pais e mães de família): ou vocês colocam seus filhos na escola para aprenderem o que eu (governo) ensino, ou vocês serão considerados culpados pelo crime de abandono intelectual (e perderão a guarda de seus filhos). O que vocês preferem?"

Essa atitude do governo em relação à educação dos nossos filhos não difere em nada da marca da besta, onde, num futuro não muito distante, durante o governo da NOM (Nova Ordem Mundial), só poderá comprar ou vender alguma coisa quem tiver essa mesma marca. É como diz a Palavra de Deus:

"E conseguiu fazer com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, recebessem um sinal na mão direita, ou na testa, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, o nome da besta, ou o número de seu nome" (Apocalipse 13:16–17)

Será que vamos ficar indiferentes a esses ataques do diabo e dos demônios (e de seus escravos) contra as nossas famílias (e, principalmente, contra os nossos filhos), e não vamos dizer nem fazer nada contra isso?

ELISEU disse...

Respondendo à Maria, ao Sílvio, ao presbítero Valdomiro, e ao Eliel,

A maioria das atuais escolas são verdadeiros antros de perdição. E se não estivermos muito atentos ao que essas mesmas escolas ensinam aos nossos filhos, fatalmente eles serão escravizados por todo tipo de pecado e vício.

Um dia desses, minha filha caçula (4 anos) me perguntou: "Papai, é certo 2 homens (ou 2 mulheres) se beijarem na boca em frente de todo mundo?" Quando eu quis saber onde ela tinha visto isso, ela me disse: "Lá na escola isso acontece direto, e a diretora não diz nem faz nada contra!".

Não tive dúvidas: tirei minha filha de lá. Quando a diretora quis saber o motivo, eu fui direto ao ponto: "Não quero que minha filha seja contaminada pela sujeira daqui!". Aí ela quis contra–argumentar: "A educação de hoje tem que estar adaptada aos tempos modernos. O mundo evoluiu. Não podemos ter discriminação contra certas inovações".

Eu respondi a ela num tom bem direto (e bem grosseiro): "EU NUNCA VOU PERMITIR QUE MINHA FILHA ESTUDE NUM COVIL DE DEMÔNIOS (COMO ESTA ESCOLA)!". Nada mais justo. Afinal, como pai de família cristão, eu não posso ser negligente, ou melhor, eu não posso compactuar com o pecado (pois eu estaria sendo irresponsável ao colocar a integridade espiritual e a formação moral de minha filha em perigo)!

Hoje, ela recebe aulas particulares de professores cristãos tementes a Deus dentro da minha casa. Eu nem me importo em ter que pagar para isso, mas eu pago com satisfação. Pelo menos, eu tenho certeza de que minha filha não estará espiritualmente desprotegida (e nem estará num lugar onde ela iria se corromper pelo pecado)!

Que tal se todos os pais de família agissem assim (para protegerem seus filhos das más influências)?

Fica aqui a minha sugestão para a análise de todos.

Mateus disse...

Tem um ditado popular que diz que "casa de pai é escola de filho". Independente de quem seja o autor do mesmo ditado, não existe verdade maior do que esta.

Outro ditado igualmente certo é este: "O homem nada mais é senão o que a educação faz dele". Embora a escola tente, como se diz por aí, ser a continuação da família, a verdade é que a escola JAMAIS conseguirá substituir integralmente a família em termos de verdadeira educação. É a família quem realmente educa a pessoa desde cedo. Tanto que um antigo sábio disse: "O mundo será o que forem as suas famílias".

Mas a verdadeira educação só é obtida através da Bíblia. É ela quem forma o verdadeiro caráter do homem. A própria Bíblia ensina a todos:

"O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência" (Provérbios 9:10)

"Ensina à criança o caminho no qual ela deve andar; e quando envelhecer, ela não se desviará dele" (Provérbios 22:6)

"Bem–aventurado é o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, e não se assenta na roda dos escarnecedores. Antes o seu prazer está na lei do Senhor; e nela medita dia e noite" (Salmo 1:1–2)

"Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33)

"Toda a Escritura é inspirada por Deus, e é proveitosa para ensinar, repreender, corrigir as coisas, disciplinar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente preparado para toda boa obra" (2 Timóteo 3:16–17)

Precisa dizer mais alguma coisa?

Jaques Douglas Bonamigo disse...

Aposto que são todos puros de coração, sem vícios e castos.
Pela foto vejo a alegria estampada nos rostos e na forma de vestir vejo à prudência e a modéstia.
Se a entrevista fosse mais ampla, aposto que iríamos descobrir outros modos de viver sem novelas, filmes violentos etc.
Agora vejam só o qua a inveja faz, os próprios parentes denunciaram ao MP.

Lino disse...

No meu tempo de criança, eu estudei em escola pública. Antes de entrar na sala de aula, cantávamos o Hino Nacional (e também tínhamos noções de civilidade e de patriotismo).

Naquela época, lembro que havia o ensino religioso obrigatório (era parte integrante do currículo escolar). Quando entrávamos na sala, o professor rezava o Pai Nosso juntamente com toda a turma. Tínhamos também aulas de Educação Moral e Cívica, etiqueta, boas maneiras, procedimento pessoal, éramos educados dentro dos bons costumes (e do respeito a todas as pessoas, principalmente as mais velhas), enfim, a escola pública nos ensinava a ser verdadeiros cidadãos de bem.

A educação escolar era um verdadeiro complemento da educação familiar. Os próprios pais faziam questão de colocar os filhos em escolas públicas (que, em sua grande maioria, eram administradas por religiosos). E por ter uma disciplina bastante rígida para punir com rigor qualquer erro, nós aprendíamos a obedecer ordens. Não estou dizendo que a escola pública daquele tempo era 100% perfeita (sem falhas), mas ela, pelo menos, se preocupava em zelar pela integridade moral dos seus alunos. Como testemunha viva de quem presenciou tudo isto, posso falar com autoridade: fazia gosto para qualquer pessoa estudar em uma escola pública (era motivo de orgulho).

E o presbítero Valdomiro disse uma coisa muito certa: a partir do momento em que filosofias e idéias marxistas, comunistas, esquerdistas e socialistas começaram a se infiltrar no nosso sistema educacional, a escola pública começou a se corromper. O ensino religioso e o de Educação Moral e Cívica foram retirados do currículo escolar. A disciplina rígida que havia foi relaxando (e, depois, deixada de lado). Enfim, a escola pública passou a "se adaptar" às idéias e filosofias que foram introduzidas (e passou também a tolerar tudo que é sujeira).

E o que aconteceu depois disso tudo? As escolas públicas abandonaram todos os bons princípios com os quais elas educavam seus alunos. Como conseqüência disso, o resultado não poderia ser outro: as atuais escolas públicas são verdadeiros antros de perdição. Hoje o que rola dentro delas é o uso de drogas, bebidas alcoólicas, sexo explícito, gravidez de adolescentes, pornografia, homossexualismo, enfim, uma podridão total. Em outras palavras: faltou uma vigilância contra a proliferação de idéias erradas dentro das nossas escolas públicas.

Será que hoje haveria alguma possibilidade de fazer com que a escola pública voltasse a ter o mesmo padrão de comportamento moral dos tempos antigos?

Gostaria de saber as opiniões de todos.

George disse...

O teor deste artigo nos obriga, de certa forma, a fazer uma reflexão sobre uma questão crucial: a educação caseira. Até que ponto esta mesma educação poderia servir de alternativa à "educação oficial" imposta do governo?

O comentário do Lino também foi muito oportuno, principalmente quando ele disse:

"... as atuais escolas públicas são verdadeiros antros de perdição. Hoje o que rola dentro delas é o uso de drogas, bebidas alcoólicas, sexo explícito, gravidez de adolescentes, pornografia, homossexualismo, enfim, uma podridão total..."

Lino, você está certíssimo. Eu, particularmente, não vejo nenhuma condição de educar meus filhos nas atuais escolas (ainda mais com todos esses males que você mencionou). Em virtude disso, a única solução, pelo jeito (e considerando as atuais circunstâncias) é a educação caseira.

Não sei se seria exagero da minha parte, mas eu penso o seguinte: a educação caseira, neste sentido, é muito mais benéfica moralmente do que a educação dita "formal". Não que isso seja para sempre, mas uma certeza eu tenho: enquanto a educação dada pelas escolas ditas "regulares" estiver toda corrompida, é melhor a educação caseira. Pelo menos, nossos filhos não estarão se desvirtuando dos bons princípios que ensinamos a eles.

O irmão Júlio Severo é um grande defensor da educação caseira, e já publicou aqui vários artigos sobre este mesmo assunto. Eu aproveito e pergunto: Júlio, como os cristãos devem fazer para educar os seus filhos somente em casa? E, principalmente, o que devemos fazer para proteger nossos filhos da sujeira da "educação oficial" dada pelas escolas do governo?

Se você (ou alguém daqui) quiser dizer alguma coisa a respeito disso (ou puder responder a este meu comentário), ficarei agradecido.

Anônimo disse...

É temos uma família grande brasileira ual 10 filhos eles são exemplo de duggar, black, kilmer, etc.... essas famílias grandes fora do brasil.

Ester!!!

Victor Marcus disse...

Julio, por onde começar? Tenho dois filhos, com 3,5 anos e 1 ano e 7 meses.

Bruno Brant disse...

Olá, Júlio. Ainda não tenho filhos (nem casado sou ainda), mas o homeschooling é um tema que muito me interessa. De fato não dá para entregar as nossas crianças a antros de perdição chamados de escolas. Aliás, tenho fugido de tudo o que significa ALGUÉM escolher por mim. Os maiores exemplos são: escola, televisão e jornalismo. Na escola, ALGUÉM decide o que você vai aprender. Na televisão, ALGUÉM decide o que você vai assistir. No jornalismo, ALGUÉM decide o que é ou o que não é notícia. Não precisa dizer como estão essas três coisas, atualmente.

Por isso, gostaria de saber se você tem os dados de contato com esse pessoal da reportagem, e em caso positivo, se pode disponibilizar. Sou de Brasília também, e gostaria muito de conhecê-los, saber como trabalham. Sei que, muito provavelmente, eles não irão responder às minhas manifestações, por medo de represálias. Mas gostaria de tentar, pelo menos. Se você achar conveniente, pode optar por não publicar esse comentário.

Saudações,
Bruno Brant Pereira
Brasília - DF