17 de outubro de 2013

Africanos Rejeitam Agenda Homossexual Dissimulada em Conferência da ONU


Africanos Rejeitam Agenda Homossexual Dissimulada em Conferência da ONU

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, 11 de outubro (C-FAM) Sexta-feira tarde da noite, o último dia da reunião final numa série de conferências da ONU, autoridades africanas rejeitaram tentativas da ONU e de ativistas de direitos sexuais para promover a homossexualidade e o aborto.
A conferência da ONU para delinear uma agenda de desenvolvimento para a África concluiu numa colisão feroz entre valores regionais e as normas “progressistas” promovidas por agências da ONU sobre as questões polêmicas tais como o aborto e a orientação sexual. Os líderes africanos apareceram preparados para a reunião na Etiópia para rejeitar frases vagas promovidas pelos ativistas de direitos sexuais.
Num comunicado à imprensa, a Comissão Econômica da ONU para a África (CEONUA) observou que 17 países expressaram reservas sobre três dos compromissos no documento final, subestimando-o como “normal em tal tipo de negociações.”
A polêmica centrou na convocação de direitos humanos para todos “sem distinção de qualquer tipo,” uma frase que a CEONUA confessou como aberta a uma “interpretação elástica a significados que poderiam ser inaceitáveis na África por várias razões.”
O jornal Zambia Daily Mail foi mais explícito, noticiando que “a maioria dos delegados derrubou uma cláusula que buscaria promover direitos gays e lésbicos,” acrescentando que esse foi um “reflexo claro da posição da maioria dos países africanos sobre a homossexualidade.”
Para alguns, meramente apresentar uma reserva não era suficiente. O delegado do Chade disse, “Deve-se registrar que o Chade não tem parte nessa declaração,” acusando o documento de ser “um jeito sutil de introduzir algo que pode pegar alguns países de surpresa.”
Os delegados de outros países ecoaram essa preocupação, antecipando pressões para mudar leis nacionais de acordo com “o espírito dessa declaração.”
Alguns delegados também expressaram reservas sobre a linguagem relacionada ao aborto. O Sudão e o Egito frisaram que qualquer referência ao aborto deve estar “de acordo com as leis e políticas nacionais.”
Os diplomatas africanos não estão sozinhos. No mês passado, os bispos católicos da Nigéria divulgaram uma declaração denunciando “as tentativas contínuas de agências estrangeiras para introduzir valores prejudiciais em nossa sociedade em suas campanhas de aborto, distribuição de camisinhas e promoção de uniões homossexuais.”
Autoridades de 52 países africanos trabalharam no documento, chamado a Declaração de Addis Ababa. Não carrega o peso de um tratado, mas contribuirá para a agenda global de controle populacional e desenvolvimento além do aniversário de 20 anos em 2014 do Programa de Ação do Cairo.
Como o Friday Fax noticiou na semana passada, a combinação exclusiva de fertilidade e pobreza da África a torna um “campo prioritário de testes” para experimentos sociais e aumenta sua vulnerabilidade às pressões das agências internacionais, organizações da sociedade civil e governos que fazem contribuições.
A Coalizão Internacional de Saúde das Mulheres enviou equipes para Addis Ababa para conduzir um seminário de promoção de vários dias para equipar grupos na realização de uma campanha para promover direitos sexuais e reprodutivos, “inclusive acesso ao aborto seguro e legal.” Depois que a conferência terminou, Shannon Kowalski, diretor de promoção, expressou seu desapontamento no Twitter: “Ainda me sentindo traumatizado com o frenesi de ódio da semana passada.”
Até o momento da publicação desta reportagem, a declaração total e as reservas dos países não foram divulgadas. Um diplomata comentou que “algumas pessoas estão infelizes que as referências a certas tendências não apareciam na declaração e daí não estão com muita vontade de fazer propaganda delas.”
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
Leitura recomendada:
A pena de morte em Uganda

5 comentários :

Anônimo disse...

O movimento LGBT não vai gostar, mas Comissão de Feliciano aprova projeto que autoriza as igrejas a viver sob os parâmetros de uma sociedade civil.
Fonte: Globo

Em sessão presidida pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta quarta-feira (16) projeto de lei que livra templos e igrejas de serem enquadrados no crime de discriminação se vetarem a presença de “cidadãos que violem seus valores, doutrinas, crenças e liturgias”.

O texto segue para a Comissão de Constituição e Justiça, antes de ir a plenário e ao Senado.

De acordo com o autor da proposta, deputado Washington Reis (PMDB-RJ), a norma visa evitar que igrejas sejam responsabilizadas criminalmente se recusarem a participação e presença de homossexuais.

O projeto pretente alterar o artigo 20 da lei 7.716, de 1986, que prevê pena de 1 a 3 anos de prisão para quem “induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.”

Segundo Washington Reis, essa norma tem sido usada em ações judiciais de homossexuais que se sentem discriminados por entidades religiosas.

“Deve-se a devida atenção ao fato da prática homossexual ser descrita em muitas doutrinas religiosas como uma conduta em desacordo com suas crenças. Em razão disso, deve-se assistir a tais organizações religiosas o direito de liberdade de manifestação”, afirma o deputado na justificativa da proposta.

O relator do projeto na Comissão de Direitos Humanos, deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), defendeu que igrejas possam rejeitar pessoas que não seguem os valores da religião.

“As organizações religiosas têm reconhecido direito de definir regras próprias de funcionamento e inclusive elencar condutas morais e sociais que devem ser seguidas por seus membros. A filiação a uma instituição religiosa constitui opção individual que implica respeito às regras próprias de cada entidade”, argumentou.

Durval

Anônimo disse...

As pessoas, em sua esmagadora maioria, apesar de disporem de acesso a milhões de informações (talvez, por isto mesmo), ao fim e ao cabo desconhecem quase tudo.
Por vezes citei aqui que não há justificativa para se arrendar a soberania de nosso país a uma instituição alienígena – a ONU -. Nunca alguém se deu ao trabalho de comentar sobre esse mistério.
E, se tal instituição - ONU – realmente trabalhasse para o bem dos povos poder-se-ia argumentar que não é tão mal assim que se entregue “a chave da nossa casa” a um estranho, pois “ele deseja o meu bem”.
Até mesmo o irmão Julio, tão “antenado” sobre as artimanhas do inimigo em liquidar o que Deus estatuiu, qdo ousou citar a existência de uma seita/filosofia/religião que é a (ir)responsável por muito que a ONU está a implementar sobre a humanidade, o máximo que “esclareceu” foi se valer de informações providas pelo ímpio, quiçá, membro da enganosa seita (não podemos nos esquecer que a criatura caída se apresenta como se fosse anjo de luz).
Pois bem – ou, muito mal -, a instituição bahai, não só domina a ONU, como também foi a inspiradora da criação dessa franquia do inferno.
Um dos muitos “versículos”, nem por isto o menos diabólico, existentes na copiosa literatura deles, através do qual se pode entender todas essas políticas afirmativas – liberação das drogas, sexo com crianças, acasalamento de pervertidos/mentirosas evidências de aquecimento global/ etc. -, e que constiui o respaldo “espiritual/imoral/solerte/sofisma é este:
K162. “Se Ele (entenda o “Ele” como a entidade que está a virar de cabeça para baixo o que o Autíssimo instituiu) decretar lícito o que desde tempos imemoriais fora proibido, e se proibir o que sempre se considerara legítimo, a ninguém é dado o direito de Lhe questionar a autoridade.” ( Kitáb-i-aqdas- Baha’u’llah)
Se quiserem ter um pouco de entendimento sobre as ações propagadas pelo bahaismo, acesse “ http://apocalipsetotal.wordpress.com/2010/07/27/os-principios-sociais-da-nova-ordem-mundial-%E2%80%93-parte-1/ “
E, qdo se ativa o link http://www.bic.org/ aparece no alto da página a frase “BAHÁ´Í INTERNATIONAL COMMUNITY - United Nation Office.”
Entendam que se trata de guerra espiritual, sendo que a mesma só poderia ser vencida através de orações de vidas santificadas. Qtas vidas assim existem no segmento evangélico brasileiro? Só o Senhor pode dizer. Se depender das evidências estamos sendo derrotados, vergonhosamente.
Obs.: Sobre a lorota de aquecimento global, acessem: http://www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/14593-consenso-alarmista-sobre-o-aquecimento-global-derrete-se-rapidamente.html
Consenso alarmista sobre o “aquecimento global” derrete-se rapidamente - Escrito por Luis Dufaur | 13 Outubro 2013 - Artigos - Ambientalismo

Antônio

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

O mais irônico disso tudo é que o continente africano (que é pobre economicamente, e que ninguém nunca deu nenhum valor) está dando uma verdadeira lição de moral em muitos países que se dizem cristãos (inclusive o Brasil).

Não sei se alguns desses países africanos são 100% cristãos (religiosamente falando), mas eles tiveram, pelo menos, uma postura firme (que muitos países que se dizem cristãos não estão tendo): foram corajosos o suficiente para dizer um "NÃO" bem sonoro às investidas dos homossexuais e de seus comparsas (e também de seus patrocinadores, como a ONU).

Diante deste caso, de uma coisa eu tenho certeza: a cada dia que passa, a volta de Jesus está ficando cada vez mais próxima. O cerco está se fechando, e fatalmente vai chegar o dia em que muitos que se dizem cristãos serão postos à prova para saber quem realmente é cristão de verdade (e não só de boca)! E quantos estarão preparados para este mesmo dia?

Que esta atitude dos países africanos em ser contra o homossexualismo sirva de exemplo para muitos que se dizem cristãos!

"PARA QUE O MAL VENÇA, BASTA QUE OS HOMENS DE BEM NÃO FAÇAM NADA"

Péricles disse...

Respondendo ao Durval, ao Antônio, e o presbítero Valdomiro,

Assistam a este vídeo, onde um deputado evangélico (Pastor Eurico) desmascara o homossexual Jean Wyllys:

http://www.youtube.com/watch?v=zQyGHN8YwVQ

Se puderem, repassem este mesmo vídeo para o maior número possível de pessoas. O povo evangélico tem que ficar sabendo o que Jean Wyllys e a cambada de homossexuais querem fazer contra os cristãos!

Anônimo disse...

Só posso dizer DEUS OS ABENÇÕE o povo africano que não se dobra a ideologia gay está resistindo o pecado que no país deles não entra essa propaganda.

Ester!!!!