24 de agosto de 2013

ONU Arrisca Credibilidade com Campanha Promovendo Direitos Homossexuais


ONU Arrisca Credibilidade com Campanha Promovendo Direitos Homossexuais

Wendy Wright
NOVA IORQUE, 2 de agosto (C-FAM) O escritório de direitos humanos da ONU lançou uma campanha midiática promovendo direitos homossexuais e transgêneros. A iniciativa de duração de um ano, financiada por fontes externas, levanta questões sobre o uso de escritórios da ONU para o que alguns governos consideram propaganda.
A campanha dos líderes da ONU para estabelecer direitos sexuais como direitos humanos de consenso universal está ocorrendo depois de anos de fracassos para ganhar apoio governamental para a homossexualidade. Tentativas de legitimar direitos especiais para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) fracassaram repetidamente no Conselho de Direitos Humanos, o órgão administrativo que supervisiona o escritório da ONU que produziu a campanha.
Navi Pillay, a mais elevada autoridade de direitos humanos da ONU, anunciou a campanha “Livres & Iguais” na semana passada na África do Sul.
Um anúncio proclama, “Direitos LGBT são direitos humanos.” Em outro, Pillay declara que direitos LGBT não são “novos ou especiais.” Os críticos apontam para o fato de que os direitos humanos se aplicam para todas as pessoas. Os direitos LGBT são distintos, e levam ao estabelecimento do casamento de mesmo-sexo, exigindo que as escolas contratem transexuais e cometam discriminação contra pessoas que têm opiniões religiosas.
“Devemos todos desafiar atitudes homofóbicas,” diz Pillay enquanto um vídeo mostra um protesto contra a Proposta 8, a emenda da Califórnia que declara que o casamento é entre um homem e uma mulher.
A campanha enumera a discriminação, que incluiria o casamento tradicional e a proteção das crianças contra a propaganda LGBT, junto com a violência e a tortura. Os oponentes discordam que a oposição aos direitos LGBT equivale a desculpar a violência, apontando para países que limitam condutas sexuais e levam a juízo a violência cometida contra indivíduos homossexuais e transgêneros.
O território desconhecido dos direitos sexuais deixa algumas sociedades lutando com consequências imprevisíveis. O comentarista Andrew Harrod fez uma reportagem sobre uma dupla homossexual que gerou um bebê com uma dupla lésbica, e todos os quatro criando a criança como “pai, pai, mãe, mãe.” Outro homem homossexual gerou 22 filhos com mulheres lésbicas como resultado de um “impulso para procriar, solidão e vingança calma contra a igreja.”
Em países que legalizam o casamento de mesmo sexo, as pessoas enfrentam multas, prisão e discriminação profissional por defenderem a convicção do casamento tradicional.
Uma pesquisa de opinião pública do Pew Research revelou que a homossexualidade é menos aceitável em países em que a religião é central na vida das pessoas, e mais aceitável onde a religião não é central.
Quando o presidente Obama exerceu pressão pró-homossexualismo durante sua recente visita à África, líderes do Quênia fizeram oposição. O Quênia “é soberano e temente a Deus,” disse vice-presidente William Ruto.
“Essas pessoas que já arruinaram sua sociedade… não permita que se tornem nossos professores para nos dizer aonde ir,” disse o cardeal do Quênia, John Njue. A homossexualidade é ilegal em 38 nações africanas, e 90% dos quenianos creem que a homossexualidade é errada.
A ONU contratou a Fundação Purpose para realizar a campanha nos meios de comunicação. A empresa constrói movimentos de mídia social para “mudar as regras” nas sociedades.
Em maio passado o Friday Fax perguntou a Pillay quem financia o trabalho do escritório dela de defender direitos LGBT. Ela disse que vem dos países nórdicos. Uma autoridade da ONU disse à Associated Press que o financiamento para a campanha “Livres & Iguais” vem de “contribuintes externos.”
A política britânica Anne Widdecombe tem criticado as prioridades das autoridades. Mais de 150.000 cristãos são mortos anualmente. Cerca de 200 milhões de cristãos sofrem desvantagens sociais, são atormentados ou sofrem opressão direta.
“Estou perplexa com o tamanho da perseguição aos cristãos no mundo inteiro,” ela declarou em 2011. “Por que na terra estamos colocando a liberdade religiosa como igual à homossexualidade?”
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-FAM
Leitura recomendada sobre arcebispo protestante Desmond Tutu participando da campanha a ONU “Livres & Iguais”:
Arcebispo Tutu: Prefiro ir para o inferno a ir para um céu “homofóbico”

Um comentário :

Paulo S disse...

A ONU como sempre mentirosa e hipócrita, parece estar tão confiante na manipulação e violência que os globalistas exercem contra a população mundial que já perderam o ultimo pingo de vergonha na cara defendendo abertamente a homolatria que também não passa de um pretexto para causar confusão e escândalo na tentativa de enfraquecer a igreja pois esta tem muita força social e politica em países como o brasil por exemplo.