22 de agosto de 2013

Estão matando cristãos em nome de “Deus”


Estão matando cristãos em nome de “Deus”

Exclusivo: Jim Fletcher analisa novo livro revelador, “Crucified Again” (Crucificado Novamente)

Jim Fletcher
Nossas percepções do mundo se formam onde somos criados. Isso não é bom nem ruim; mas, de tempos em tempos, precisamos considerar outras perspectivas. Um americano branco do Meio Oeste americano, criado na igreja, na verdade tem uma vida privilegiada: há recursos de sobra, não faltam Bíblias, companheirismo nem liberdade para praticar a fé.
No resto do mundo, nem sempre isso é realidade. Em nenhum outro lugar isso pode ser melhor visto que no caos agora conhecido como Egito.
Dou graças a Deus pelo testemunho de Raymond Ibrahim; de outra forma, a maioria de nós ainda estaria às escuras sobre o que acontece com nossos irmãos e irmãs. Seu novo livro, “Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians,” (Crucificado Novamente: Expondo a Nova Guerra do Islã Contra os Cristãos), nos conta em detalhes dolorosos o apuro dos cristãos sob o domínio dos jihadistas.
Ibrahim esclarece uma história que muitos de nós não conhecem: “Em se tratando de igrejas, a história islâmica é um testemunho da sua doutrina. Sob o domínio muçulmano, desde o século XVII até o presente, dezenas de milhares de igrejas espalhadas por milhares de quilômetros de terras que já foram cristãs foram atacadas, pilhadas, saqueadas e destruídas ou convertidas em mesquitas”.
A questão é esta: onde o islã domina, cristãos e outras minorias sofrem uma enorme perseguição. Está acontecendo agora no Egito, na sequência da deposição de Muhammad Morsi do poder. Não somente igrejas estão sendo queimadas e cristãos assassinados, mas os agentes da Irmandade Islâmica utilizam o terror sexual como uma arma.
Ibrahim, um copta que agora vive nos EUA (e membro do David Horowitz Fredom Center) é talvez o maior especialista na perseguição aos cristãos nas mãos dos jihadistas. Os leitores que abrirem “Crucified Again” ficarão chocados com as revelações. Fieis evangélicos deveriam ler o livro, mas não se pode esperar que membros de centro-esquerda da igreja coloquem essa história chocante na sua lista de questões de justiça social.
É tão importante assim.
Na Parte Quatro do livro, a seção intitulada “Clima de Ódio”, é arrepiante. Nela, Ibrahim detalha os ambientes extremistas organizados pelos jihadistas, não apenas em países como Turquia, Egito, Arábia Saudita e Paquistão... mas também nos EUA.
Citando uma questão levantada pela Fox News em 2002, “Será verdade? Escolas islâmicas nos Estados Unidos ensinando ódio aos cristãos e judeus americanos?” Ibrahim relata que escolas financiadas por sauditas a poucas quadras de distância da Casa Branca ensinam exatamente isso.
Ele também fornece informações horripilantes do Egito, onde sua família copta viveu. As páginas de “Crucified Again” citam muitos exemplos grotescos de abusos de direitos humanos no Egito, tais como Maher Al-Gohary, de 58 anos, que por ter simplesmente tentado se converter oficialmente ao cristianismo, foi acusado de apostasia e seus perseguidores exigiram que fosse condenado à pena de morte.
Segundo Al-Gohary: “Nossos direitos no Egito, como cristãos e convertidos, são menos que os direitos de animais. Somos desprovidos de direitos civis e sociais, desprovidos da nossa herança e deixados à mercê dos fundamentalistas para sermos mortos. Ninguém se incomoda de investigar ou de cuidar de nós”.
E o mais chocante é que, em um tempo em que boa parte da liderança evangélica dos EUA condena o suposto “estado de apartheid” de Israel (onde a liberdade de culto é firmemente assegurada), a situação dos cristãos sob o domínio islâmico, vergonhosamente, parece não ser um problema. O registro exposto por Raymond Ibrahim é tão convincente, tão bem documentado, que representa uma das maiores histórias do nosso tempo. Se os irmãos e irmãs cristã dos EUA não se levantarem e reivindicarem direitos e liberdade para os povos sendo perseguidos sob o islã... estarão condenando a si mesmos.
Ibrahim também chama atenção para a perseguição que acontece em todo o mundo, incluindo na África.
Ele revela o que aconteceu a uma igreja na Nigéria: “Em 7 de agosto de 2012, pistoleiros muçulmanos invadiram a Igreja Bíblica Vida Profunda, onde fieis cristãos estavam reunidos em oração, “cercaram a igreja no meio de um culto e abriram fogo com rifles AK-47 contra os fieis”.
Dezenove pessoas foram mortas naquele dia, incluindo o pastor.
Parece que apenas uma minoria de cristãos nos EUA está soando o alarme sobre esse terror global. Escritores e pesquisadores extraordinários como Dexter Van Zile (CAMERA), Lela Gilber (Saturday People, Sunday People) e Ibrahim estão trabalhando vigorosamente para resgatar o maior número possível de cristãos. Peço que você visite RaymondIbrahim.com e veja por si mesmo a extensão da perseguição a pessoas que muitos de nós chamam de irmãos e irmãs na fé.
E acima de tudo, peço que você não apenas compre um exemplar de “Crucified Again,” mas que também dê um para o seu pastor e implore para que ele o leia e mencione o assunto no púlpito. Organize estudos em grupo e leituras, escreva em blogs, mostre o caminho para a sua igreja ajudar a fazer algo a respeito.
“Crucified Again” é um dos livros mais importantes que já li. Não podemos mais ficar em silêncio.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: They’re killing Christians in the name of “God”
Leitura recomendada:

3 comentários :

Adriano Boff disse...

Júlio, como comprar o livro? Suponho que ainda não tenha sido traduzido, correto?

terezinha disse...

A Paz do Senhor! Esse livro já tem traduzido para o Português?

Anônimo disse...

Ha muita coisa pra lah de horrivel neste mundo. Talvez nao existam muitas piores do que associacao dessas duas religioes do capeta: islamismo e socialismo.
Fico arrepiado qdo, andando na rua, vejo um mulher vestida como urubu, o traje tipico das que cairam nas garras do mal. E essa crenca naquele que se apresenta como anjo de luz tem aumentado sua presenca na infeliz terra brasilis. Tamus ferradus.

Antonio.