24 de julho de 2013

UNICEF Afirma que Crianças Têm Direito a Serviços Sexuais Confidenciais


UNICEF Afirma que Crianças Têm Direito a Serviços Sexuais Confidenciais

Dra. Susan Yoshihara
NOVA IORQUE, EUA (C-FAM) O UNICEF diz que as nações são obrigadas pelo direito internacional a reconhecer o direito de crianças a informações e serviços relativos a sexo sem o conhecimento de seus pais.
O mais recente relatório do UNICEF revelou que interpreta dois tratados de direitos humanos da ONU — sobre deficiência e direitos das crianças — como incluindo o direito de uma criança “a informações e serviços confidenciais de saúde sexual e reprodutiva durante a adolescência e no início da vida adulta.” O UNICEF define a adolescência como entre 10 e 19 anos de idade.
Nem um dos dois tratados menciona tal direito, mas em 2009 o comitê que monitora o tratado das crianças começou a interpretar que as crianças devem ter acesso “sem consentimento dos pais” a “informações ou serviços de saúde reprodutiva,” um termo muitas vezes usado pelos funcionários da ONU para incluir o aborto. Em 2010 o Vaticano censurou o comitê que monitora o tratado por interpretá-lo de forma incorreta.
A atitude de passar por cima dos pais em assuntos sexuais é um contraste forte com o resto do relatório que frisa o papel prioritário da família na proteção de crianças deficientes. O relatório recomenda remover crianças de instituições que diz são “substitutos inferiores para um lar que nutre a vida,” e pede uma moratória imediata para novas internações e promoção de serviços que apoiam assistência com base na família.
Só na família as crianças deficientes mais novas recebem o “amor, estímulo dos sentidos, assistência de saúde e inclusão social” que previnem importantes implicações sociais e econômicas, diz o relatório, que recomenda subsídios para compensar o custo elevado de criar uma criança deficiente, tal como auxílios financeiros que “respeitem os direitos de decisões de pais e filhos.” O relatório comenta o “papel fundamental” das organizações de pais para garantir que as crianças com deficiências sejam “valorizadas, amadas e apoiadas” por suas famílias e comunidades.
Embora o relatório censure nações que não ratificaram os dois tratados, admite que o direito internacional “não é suficiente” para ajudar a criança deficiente, e a maior parte do relatório apoia sua descoberta principal — que a assistência básica de saúde e a nutrição são o melhor jeito de prevenir deficiências.
Mais de um milhão de crianças de menos de 5 anos morreram em 2008 de pneumonia, diarreia e gripe, enquanto outras 165 milhões permanecem raquíticas ou cronicamente desnutridas e mais de 100 milhões estão abaixo do peso.
Entre 250.000 e 500.000 crianças estão em risco de se tornarem cegas anualmente da deficiência da vitamina A, evitável por um tratamento que custa apenas alguns centavos por criança, diz o relatório.
Uma das causas mais frequentes de deficiência no mundo é a anemia evitável, que aflige 42 por cento das mulheres grávidas e mais da metade das crianças em idade escolar nos países em desenvolvimento.
A desnutrição em mães que amamentam coloca os bebês em risco maior de doenças que provocam deficiências, assim como fazem os obstáculos à água limpa e saneamento que fazem com que as crianças evitem a escola e comam e bebam menos para evitar pedir assistência em instalações de acesso.
No passado, a missão do UNICEF de promover a sobrevivência de crianças permitia que a agência priorizasse tais questões, mas quando adotou uma metodologia com base em direitos em 1986, teve efetivamente de frisar igualmente todos os direitos contidos na Convenção das Crianças bem como na Convenção das Mulheres. A mudança causou polêmica no passado, tal como quando o UNICEF se uniu a outras agências da ONU em 2006 para exortar o Legislativo da Nicarágua a manter o aborto legal.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-Fam

2 comentários :

Anônimo disse...

A partir do momento em que um povo, que se diz cristao, como jesurum, do Velho Testamento, comeca a dar coices em Deus, Ele entrega esse povo a satanas. Vejam o primeiro capitulo de Romanos, em que, por tres vezes o Senhor "entrega/abandona". por isto eh que satanas se apropriou de vez das nacoes, via ONU. E, o transe eh tao intenso que nao ocorre a ninguem pensar: por qual motivo um alienigena/ONU (a qual eh uma legitima criacao de satans, par ser o centro de comando do anticristo) tem a chave da minha casa/pais e, manda na minha alma?
E, dormindo como estamos, leio de vez em quando aqui referencia a "geracoes futuras" (sic). A nossa geracao eh a ultima. Nao estao percebendo os sinais?

Antonio.

Roger disse...

INDUZIR AO SEXISMO OU ABUSAR DE UMA CRIANÇA AINDA SEM A DEVIDA PERCEPÇÃO DO FATO É UM ATITUDE SATANISTA!
SERIA A UNICEF UMA SUCURSAL DO INFERNO?
Se as adversidades e estresses no início da vida infantil podem levar a graves problemas de saúde no futuro, facilitando a vulnerabilidade geral da pessoa, imaginemos abuso sexual e similares, violentando sua intimidade nessa idade, totalmente despreparada para o ato, ainda favorecendo baixa imunidade devido à depressão e tristeza que causará a seu psiquismo.
Dificilmente será boa cidadã ou uma cristã autêntica pelos traumas sofridos.
Sabemos que as crianças dos lares mais pobres são mais propensas a interpretar uma série de situações sociais simuladas como ameaçadoras, devido a varios fatores que comprometem sua mente em formação.
Muito pressão sobre as crianças criam uma atmosfera a seu redor de ficarem “hipervigilantes” em relação a percepções de ameaças; mesmo expectativa de uma vida menor e mais tumultuada, sendo uma dos problemas a irascibilidade e descontrole no trato com as pessoas, disso surgindo até os "serial killers".
As adversidades na infância deixam uma sombra longa sobre a saúde da pessoa, causará sérios danos cerebrais precocemente em relação àqueles que não passaram por isso, facilitando ainda mais serem cooptadas pelo crime, serem maus cidadãos e considerados pelos mesmos que as projetaram na situação merecedoras de morte.
O problema será após a morte e no Juízo Final ao se depararem os perversores infantis da UNICEF a quem serviam...
A Satanás!