23 de junho de 2013

Manifestações: Imprensa deve explicações ao povo brasileiro


Manifestações: Imprensa deve explicações ao povo brasileiro

Abdicando completamente do senso crítico, quase toda a imprensa, inclusive a Globo, se comportou como incendiária nos protestos e, ao brincar com fogo, pode abrir caminho para uma reforma política bolivarista

José Maria e Silva
Parafraseando Hegel, Marx afirma em uma de suas obras mais conhecidas, o “18 Brumário de Louis Bo­naparte”, que os fatos e personagens de grande importância no mundo ocorrem duas vezes: a primeira como tragédia, a segunda como farsa. Tanto a frase original de Hegel quanto a paráfrase de Marx não têm qualquer valor científico, nem mesmo filosófico. Mas, no caso de Marx, a paráfrase serve bem à verve polemista com que ele transforma em caricatura o sobrinho de Napoleão Bonaparte, que, tentando imitar o tio, deu um golpe de Estado e se tornou um efêmero imperador francês. Louis Bonaparte também é abordado por Machado de Assis no personagem Rubião, do romance “Quincas Borba”.
Agora, diante da onda de protestos em todo o Brasil, a frase de Marx pode voltar a ser útil como metáfora. Afinal, o Maio de 68 está se repetindo pela segunda vez, mas como farsa. Se há 45 anos, quando fizeram barricadas nas ruas de Paris, os jovens tinham de enfrentar os adultos, hoje são os próprios adultos que lhes entregam as pedras e os incitam a ir às ruas, numa atitude totalmente irresponsável. A onda de protestos que assola o Brasil não nasceu espontaneamente, como a imprensa insiste em dizer. O movimento começou com o Movimento Passe Livre, mantido por partidos de extrema esquerda, incluindo setores radicais do PT, e ganhou força ao contar com o apoio amplo, geral e irrestrito da imprensa — que vive um dos momentos mais vergonhosos de toda a sua história.
Exemplo disso foi a capa do jornal “O Popular” de quinta-feira, 20. Encimada pela hastag “#naruahoje”, a referida capa trouxe a foto de quatro mulheres e dois homens, de várias idades, portando cartazes com uma só palavra escrita em vermelho que, no conjunto, formavam a frase: “Eu vou e não quero violência”. Ora, deve haver goianos que repudiam essas manifestações. Elas prejudicam o comércio, aumentam a insegurança na cidade e causam sérios transtornos para milhares de pessoas, principalmente as que dependem do transporte público. Mas “O Popular” ignorou esses cidadãos. Tratou a população goiana como se ela fosse unanimemente a favor dos protestos. Preferiu ser panfleto de grêmio estudantil, fazendo convocatória em vez de jornalismo.
Mas o histórico veículo do Grupo Jaime Câmara não está sozinho nessa conduta editorial equivocada. A imprensa brasileira, com raras exceções, abdicou do jornalismo para abraçar a militância. Especialmente o jornal “Folha de S. Paulo” e o canal Globo News, que se tornaram uma espécie de projeto de extensão da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professores universitários pontificavam sobre os protestos, relacionando-os até com o democrático projeto de lei do deputado federal João Campos (PSDB-GO) que põe o Conselho Federal de Psicologia em seu devido lugar, mas que foi indevidamente apelidado pela imprensa e pela academia de Projeto da “Cura Gay”.

Contradições da imprensa

Até a cobertura do jornal “O Estado de S. Paulo” acabou favorecendo os manifestantes. No início dos protestos, o “Estadão” publicou contundentes editoriais defendendo o direito de ir e vir dos cidadãos e conclamando as autoridades paulistas a não deixar que esse direito fosse subtraído pelo vandalismo. Mas o noticiário do Estadão — especialmente o que é publicado na Internet e tem maior visibilidade entre os jovens — frequentemente contradisse seus editorais, minimizando as depredações ao descrevê-las como uma reação à truculência da polícia. Essa dicotomia criada pela imprensa entre o manifestante pacifista e o policial truculento se agravou quando jornalistas foram feridos nos protestos.
A partir daí, o noticiário desandou de vez e perdeu completamente o senso crítico, colocando-se a serviço dos manifestantes. Foi o que se viu na Globo News, que armou em seu estúdio uma espécie de fórum permanente de acadêmicos, em que professores de ciências humanas, invariavelmente, enalteciam as virtudes das manifestações de rua e condenavam a autoridade do Estado. O surrealismo era tanto que, nas ruas de São Paulo, Rio de Janeiro e outras capitais, enquanto as imagens de carros incendiados e patrimônio depredado saltavam da tela, os repórteres da emissora enfatizavam que o protesto transcorria de forma “tranquila e pacífica”.
Irônico é que esses mesmos repórteres, tão logo os protestos ganharam corpo no País, passaram a trabalhar sem o logotipo da emissora nos microfones, temendo a agressão dos manifestantes. Em várias ocasiões, as equipes de reportagem foram hostilizadas pela turba. A Rede Record teve um carro queimado num dos protestos. O SBT também sofreu uma baixa do gênero. E a Rede Globo teve um de seus estúdios ameaçados. Mas a se crer no noticiário dessas mesmas emissoras, a culpa do vandalismo foi de uma minoria de manifestantes “pacíficos e tranquilos” e, ainda por cima, só ocorreu em reação à violência da polícia. É como se o fato de dificultarem a atuação dos policiais, negando-lhes o itinerário das passeatas, não fosse um ato de explícita cumplicidade com os vândalos.
Só os jornalistas dos programas mundo cão, como Marcelo Rezende, da Record, e José Luiz Datena, da Band, é que evitaram atribuir a violência aos policiais, pois precisam deles no dia a dia para alimentar seus respectivos telejornais regados a sangue. Mesmo assim, também eles repetiam que a manifestação era um direito da população e que os vândalos não passavam de uma minoria. No caso da Record, Marcelo Rezende tentou atribuir os protestos a uma boa causa — a revolta popular contra os gastos públicos para que o Brasil sediasse a Copa de 2014. Não por um bom motivo, mas pelo despeito empresarial da emissora de Edir Macedo, que não poderá transmitir os jogos da Copa, monopólio da Rede Globo.

Cadê a nova classe média?

O ativismo do jornalismo brasileiro beirou o inacreditável. A jornalista Leilane Neubarth, da Globo News, cantava loas aos jovens que foram para as ruas, secundada por professores universitários que davam plantão no estúdio da emissora criticando a polícia. É lamentável ter que dizer isso, afinal, eu vivo da profissão de jornalista, mas o jornalismo brasileiro está próximo da barbárie intelectual. Em média, repórteres, âncoras e até editores deviam agradecer o ministro Gilmar Mendes, do STF, pelo fato de terem sido chamados de “cozinheiros”. Ao menos durante a cobertura dos protestos, muitos deles não mereceram sequer esse elogio. Afinal, o cozinheiro ao menos é obrigado a conhecer a receita que prepara.
E não são apenas repórteres e âncoras de televisão que parecem desconhecer a história do País — até profissionais experimentados do jornalismo impresso demostraram incultura ao comentar as manifestações, limitando-se a repetir e apoiar as frases de efeito da horda de jovens que paravam as cidades. É o caso da jornalista e colunista da “Folha de S. Paulo”, Eliane Cantanhêde, que também é comentarista da Globo News. Ela reforçou o tom de torcida organizada adotado pela emissora e, concorrendo com os acadêmicos convidados, procurou atribuir os protestos à uma justa insatisfação da população brasileira com “tudo o que está aí”.
Ora, não foi a imprensa brasileira — com o apoio dos cientistas sociais — que deu curso à falsa tese de que existe uma nova classe média no Brasil? Não vi nenhum jornalista dissecar e contestar os dois estudos coordenados pelo economista Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas, mostrando, como eu fiz, que a “nova classe média” não passa de um mito político criado a partir de uma manipulação estatística. O economista da FGV baixou radicalmente os parâmetros de renda familiar e, com isso, “enriqueceu” num passe de mágica cerca de 40 milhões de pobres, que passaram a ser chamados de “classe média”. Esse falso “milagre brasileiro” contribuiu enormemente para a altíssima popularidade do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e para a eleição da presidente Dilma Rousseff.

Criando novas ficções

Após concluir o estudo com sua equipe da Fundação Getúlio Vargas, Marcelo Neri lançou no Palácio do Planalto, em 28 de agosto de 2008, o conceito de “nova classe média”, durante um evento que contou com a presença do então presidente Lula e seus ministros, entre eles, Dilma Rousseff. Para o economista, que acabou presenteado por Dilma com a presidência do Ipea (Instituto de Pesquisa E­conômica Aplicada), toda família que tem renda “per capita” igual ou superior a R$ 291 já é classe média. E se tiver renda per capita superior a R$ 1.019, já é classe alta. Em suma: se a família não estiver mendigando debaixo da ponte, então ela já é computada como classe média pelo governo. Foi com esse golpe estatístico que Lula se tornou o autor de uma peça de ficção: “Dilma no País das Maravilhas” — materializada nas urnas em 2010.
Como se vê, desde 2008, a imprensa brasileira ajudou a disseminar a ficção econômica de que havia uma nova classe média no Brasil, responsável por transformar o País numa potência mundial. E também contribuiu com o estelionato eleitoral praticado por Lula em 2010, quando o líder petista conseguiu eleger um poste com base, sobretudo, em duas ilusões: a realização da Copa e das Olimpíadas, que trariam obras, divisas e prestígio, e a renda do pré-sal, que faria do Brasil uma potência planetária. A imprensa acreditou tanto nesses mitos petistas que agora se queda perplexa diante das ruas convulsas, sem saber como explicar o descontentamento da população. E quanto tenta fazê-lo, cria novas ficções.
Sempre querendo se colocar na vanguarda dos protestos, alguns articulistas e âncoras resolveram colocar na boca dos manifestantes reivindicações que eles não fizeram a sério. Depois das cenas dantescas da noite de quinta-feira, quando mais de 1 milhão de manifestantes rugiram pelas ruas de cerca de 120 cidades no País, a imprensa tentou achar uma nova pauta capaz de pôr ordem no caos. Na Globo News, a jornalista Renata Lo Prete citou uma frase que disse ter ouvido de um “observador perspicaz” e que lhe agradou muito: “Antes, as pessoas protestavam contra o que os governos faziam de errado. Agora, elas protestam contra o que eles deveriam fazer e não fazem”. E arrematou o comentário dizendo que os protestos se devem à falta de qualidade do serviço público.

A Constituinte exclusiva

O jornalista Merval Pereira, também na Globo News, condenou as autoridades por entregarem as ruas aos manifestantes, lembrando que isso não ocorre em nenhuma cidade do mundo; mas conferiu legitimidade ao movimento, alegando que “a atividade política, do modo como é feita hoje, não é aceita por mais ninguém”. Com base nessa premissa equivocada, Merval Pereira defendeu “uma Constituinte exclusiva para fazer a reforma política” — proposta que já foi aventada por Lula e agrada sumamente o PT.
Seis senadores, entre eles Cris­tovam Buarque (PDT-DF), já assinaram, na quinta-feira, 20, uma proposta de Constituinte exclusiva. O problema é que, se em 1986, com uma Constituinte não exclusiva e um País menos aloprado, a Constituição de 88 já nasceu torta, pregando retalhos socialistas no tecido da sociedade capitalista, imaginem o estrago que faria uma Constituinte exclusiva num País tomado pelo extremismo de rua, estrumado na surdina pelo PT? É irônico, se não fosse trágico, que essa mesma gente que quer fazer Constituinte a partir da baderna, se recusa a reduzir a maioridade penal com base em sóbrias pesquisas de opinião, repetidas há décadas, com o mesmo resultado esmagadoramente favorável à redução.
O PT, começando pela presidente Dilma, tentou capitalizar os protestos, enquanto eles eram mais fortes em São Paulo e podiam ser usados contra o governo tucano. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (que até o jornalista Luís Nassif considera o pior da história da pasta), agiu com extrema irresponsabilidade ao tentar criar o caos em São Paulo, oferecendo uma cínica ajuda ao governador Geraldo Alckmin pela imprensa e responsabilizando a polícia paulista pelos distúrbios.
Essa tática petista de ser, ao mesmo tempo, situação e oposição dessa vez deu errado e, já nos protestos de quinta-feira em São Paulo, o PT, que também foi para as ruas, teve de recolher suas bandeiras. E a baderna só não tomou de assalto o Palácio do Planalto porque Dilma se escondeu atrás de um imenso batalhão de fardas, fortemente armado e pronto para cair sobre a multidão. Foi a maior derrota política do PT desde que o partido chegou ao poder em 2002. Lula ainda está em silêncio e Dilma, encurralada. Ela só se pronunciou na noite de sexta, quando a irresponsabilidade e a omissão deram lugar ao voluntarismo — sem deixar de flertar com as turbas de esquerda.

A liberdade ameaçada

Justamente agora é que os setores democráticos da sociedade brasileira — que acreditam na liberdade do indivíduo e na economia de mercado — não podem dormir tranquilos. A maioria dos jovens que foi às ruas, ao contrário do que insiste em dizer a imprensa, não tem compromisso sério com nada. Estão apenas “curtindo”, como se estivessem numa balada de fim de semana. É mais do que notório que, na maioria das cidades brasileiras, os manifestantes se comportavam como se estivessem num carnaval. E como foram para as ruas sem um palanque montado e sem uma polícia avisada (mais essenciais para a ordem do que a pauta de reivindicações), o vandalismo foi inevitável, por mais que jornalistas e autoridades pensem o contrário.
Nenhum país sobrevive com o povo em convulsão nas ruas, inviabilizando as atividades produtivas. Quem vai indenizar os comerciantes que tiveram suas lojas saqueadas? É justo o contribuinte arcar com a depredação do patrimônio público? Que direito tem a turba de impedir as pessoas de se locomoverem para o trabalho, a escola, a casa, o hospital? Mais cedo ou mais tarde, a insanidade do jornalismo e a omissão das autoridades terão de ceder lugar à normalidade. Mas o PT, que detém o poder no País, está disposto a usar essa força sem segundas intenções? Duvido. A tendência é que o partido, ao mesmo tempo em que tentará fortalecer o poder federal, também tentará enfraquecer os Estados. A necessidade de garantir a realização da Copa pode ser o pretexto que faltava ao partido para aumentar seu poder.
O atual Congresso Nacional, um dos piores da história do Brasil, não tem condições de oferecer resistência ao Executivo. Prova disso é que aceitou discutir um projeto imoral, de autoria dos senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ), Ana Amélia (PP-RS) e Walter Pinheiro (PT-BA), que altera o Código Penal e institui uma espécie de AI-5 da Copa, criando punições draconianas relacionadas com a realização dos jogos. Esse projeto — que afronta a Cons­tituição ao desigualar os brasileiros perante a lei — foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado no dia 4 de junho último. Uma coisa é certa: com a revolta midiática das ruas, as nossas autoridades políticas — cada vez mais infantis e pusilânimes — vão se juntar em busca de uma solução mágica. A Constituinte exclusiva deve ser esse novo emplastro Brás Cubas. E se essa proposta prevalecer, o Brasil vai cumprir o ideal da esquerda — e se tornar uma imensa Venezuela.
Divulgação: www.juliosevero.com
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6 comentários :

Roger disse...

NESSA ETAPA, SÃO OS "IDIOTAS-ÚTEIS" DE QUE FALA LÊNIN!
AS REIVINDICAÇÕES GERAIS SEM COMANDO E OBJETIVOS A SE ATINGIREM, PERDEM-SE.
Nem mais nem menos; são exatamente os idiotas-úteis de que se serve o regime comunista de forma sutil nessa fase - haveriam veladas ameaças de Dilma - para nessa etapa dar inicio para radicalizar o regime comunista e o implantar de forma absolutizada e dentro dos rígidos padrões marxistas repressivos, bem ao estilo cubano.
O pior é que infiltrariam pessoas para promoverem o banditismo e o caos nas pacíficas manifestações, mas depois as reprimirão, passarão a ideia de que agiram na verdade foi contra os promotores de violência, os fascistas, e tiveram que se enrijecer, mas eles mesmos camufladamente seriam os que a incitavam; que estratégia ardilosa bem montada!
Observe como o M Passe Livre, por ex., tem a sua ideologia calcada sobre o marxismo, como contra os latifúndios rurais e urbanos e fazer do Estado o provedor de tudo, o estatismo, e as manifestações que atrapalham a vida dos outros cidadãos não envolvidos e aparecem pessoas de grupos do próprio Estado a agitarem caracterizam-se como claramente de origem marxista para provocar o caos total, embora não pareçam; para eles, quanto pior, melhor e fabricam os culpados nessa hora como causa de em breve iniciarem as repressão às manifestações.
De igual forma, movimentos apresentando muitas reivindicações gerais, esparsos, difusos, sem um comando delineado a instruir nos objetivos e sem participação de todos no mesmo ideal, seria como que dentro de uma numerosa família: cada um querer que funcionasse do seu jeito.
Cuidado para, além de se arriscarem, não serem transformados em mais um dos "idiotas-uteis, massa-de-manobra" necessários nessa etapa de radicalização comunista!

Berto pernambuco disse...

Nao sao protestos, quebradeira, inflacao, denuncias, e essas meias-solas, que vao tirar um Comunista. ---- Gente, o comunismo entra justamente com escandalos, isso e' a gasolina deles, para terem motivos de baterem o martelo. Pressionar as Forcas armadas,,, e ela atender,,,e' a u'nica chance. Nao ha' outro geito. Voces substimam demais esses mafiosos. COMUNISMO NAO E' POLITICA,,,,E' MA'FIA,,,NUA E CRUA. E' nessa isca que o povo cai. NAO SE LIDA COM MAFIOSOS COMO SE LIDA COM POLI'TICOS, E' UM PERIGOSO ERRO. Eles so' usam a poli'tica quando nao podem usar a forca. Orarmos e pedir que Deus tenha piedade de no's,,,foi so' o que restou,,,ja' era,,,ou entao que apareca um heroi, bom de tiro, e PUM ! nas cabecas da Hidra. Sao DUAS,,,Ze' Dirceu ( forte agente Cubano ) e Lula ( o endeusado com nosso dinheiro ). Se um hero'i com excelente pontaria estourar os miolos dessas duas cabecas,,,,ai sim, ,,,nem precisaremos das Forcas Armadas, que mais parecem escoteiros. A Dilma e' tao medi'ocre que ficara' perdida sem essas cabecas, e se intocara' no primeiro buraco que dispor. --- E' ridi'culo e infantil como alguns ainda pensam que queda de popularidade tira comunistas. Essas criancas mentais nao sabem que um presidente comunista tem um batalhao de apoiadores de bracos erguidos, o sustentando,,,fortes, poderosos e criminosos. Vejam como exemplo, Obama,,, estracalhando a America em pedacos,,,e no ma'ximo, uns gatos pingado pedindo seu impeachiment -- O Supremo Tribunal Eleitoral brasileiro ta nao mao deles gente. Parem de ser gado humano,,,O PT faz campanha quizer e quando bem entender, e ta' cagando e andando pra leis,,,principalmente eleitorais. Tentem tirar essa urnas,,,voces verao o que e' quebradeira. O comunismo prospera por duas principais razoes,,,, 1- O Povo abocanha iscas facilmente. 2- Os conservadores e direitistas de nao tem coragem de mata-los, ou armar atentados. Que lider COMUNISTA de algumum pai's sofreu atentado e morreu causado por conservadores ???????,,,,,a nao ser,, feito pelos pro'prios camaradas ???? So' quem mata comunista sao eles mesmos. O comunismo prospera porque eles matam,,, e no's no ma'ximo os prendemos. Nunca votei nessa urna eletronizada, e Deus e' testemunha. Nao sou palhaco.

Exíguo disse...

Sou jovem e estudante e com vários colegas com quem falei a mentalidade parece ser a mesma:
Primeiro ir às ruas, depois arranjar alguma razão.
Não é difícil imaginar que aqueles mais espertos possam inventar alguma razão para aqueles que não querem pensar por conta própria.

Dayse disse...

JÚLIO, MEU OBJETIVO, AQUI, NA VERDADE, NÃO SERÁ COMENTAR, MAS PARTILHAR UM VÍDEO DE SUMA IMPORTÂNCIA AO CONHECIMENTO DO POVO BRASILEIRO SOBRE OS 98% DE NIÓBIO QUE O BRASIL DETÉM E O GOVERNO FEDERAL NÃO FAZ USO DESSE TESOURO EM BENEFÍCIO DO POVO E O ENTREGA A OUTROS PAÍSES ATRAVÉS DE ONGs, ENQUANTO NOSSA POPULAÇÃO PODERIA TER UM ALTO PADRÃO DE VIDA EM EDUCAÇÃO, SAÚDE, SEGURANÇA, INFRAESTRUTURA, REMUNERAÇÃO DECENTE AOS TRABALHADORES, DESTE PAÍS, EM SEUS MAIS VARIADOS NÍVEIS E FUNÇÕES. PEÇO A TUA AJUDA, JÚLIO, PARA A DIVULGAÇÃO DESSE VÍDEO EM TEU BLOG, VISTO OS TANTOS ACESSOS QUE ELE TEM E UM ESTUDO TEU A RESPEITO DESSE ASSUNTO PARA QUE POSSAMOS CONTAR CONTIGO, TAMBÉM, EM RELAÇÃO AO ROUBO QUE ESTÃO DEIXANDO FAZER AO NOSSO SOLO BRASILEIRO, QUANDO ESSA RIQUEZA DEVERIA ESTÁ SENDO EXPLORADA E TRABALHADA COM RESPONSABILIDADE, BOA VONTADE E RESPEITO EM FAVOR DO BEM COMUM DOS BRASILEIROS E NÃO PARA DETRIMENTO DAQUELES QUE SEQUER NOS RESPEITAM E NOS HONRAM. ASSISTAM ATÉ O FINAL, ENTENDAM A GRAVIDADE DO ASSUNTO E ESPALHEM ESSE VÍDEO; ALGUÉM HÁ DE FAZER ALGUMA COISA A ESSE RESPEITO. JÚLIO NOS AJUDE, DENUNCIANDO ESSA EVASÃO DE NOSSOS METAIS, TÃO PRECIOSOS, AOS PAÍSES ESTRANGEIROS QUE NÃO NOS PAGAM O SEU DEVIDO VALOR E, SE PAGAM, NÃO NOS PROPORCIONA NENHUM FRUTO. AÍ VAI O VÍDEO: http://youtu.be/OlRWDoG4bAM AGRADEÇO, DESDE JÁ; MUITO OBRIGADA.

Leandro Matias Deon disse...

Até agora foi o melhor artigo sobre a semana de protestos.
Na verdade, ninguém sabe o que os protestos querem. São uma multidão, e é heterogênea e sem controle.
Também não levará a nada.
Inicialmente, se pensou que era uma revolta contra a ação da polícia. Aí o PT tentou capitalizar. Mas foi queimarem umas bandeiras do PT, e o partido colocou sua tropa de pseudo-intelectuais para tentar provar que é um movimento nazista.
Não se sabe o que é.
O MPL é um coletivo de esquerdas que o PT aparelhava no embate eleitoral, e quis fazer o mesmo agora.
Só que esse grupo é minoritário em relação à multidão que vem se formando, e que tem como principal foco a corrupção, que é tabu para o PT.

Daivid Silva disse...

o que podemos fazer para mudar e protestar contra tanta coisa errada no Brasil?