20 de junho de 2013

Comissão de Direitos Humanos aprova projeto que restaura liberdade para homossexuais buscarem ajuda psicológica


Comissão de Direitos Humanos aprova projeto que restaura liberdade para homossexuais buscarem ajuda psicológica

Julio Severo
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias aprovou, nesta terça-feira (18), o projeto (PDC 234/11) que protege psicólogos de serem punidos por tratarem de pessoas que por vontade própria buscam apoio para abandonar as práticas homossexuais. O projeto, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), foi aprovado em reunião tranquila.
O projeto suspende artigos da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia que intimida e pune psicólogos. Um dos artigos ressalta que os psicólogos não podem colaborar com serviços que proponham tratamento para o abandono das práticas homossexuais. Outro artigo proíbe os psicólogos de falar publicamente que a homossexualidade é uma desordem psíquica. O relator, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), votou pela aprovação do projeto.
O relator argumentou que as resoluções do Conselho de Psicologia estão tolhendo o direito do psicólogo de exercer sua profissão, e também o direito do paciente de buscar ajuda ou orientação. “O Conselho de Psicologia teve, por meio desses dois decretos, essa arbitrariedade. Por isso que o nosso parecer foi a favor do projeto, a favor de sustar essas duas resoluções do Conselho de Psicologia.”
O relator afirmou que já existe entendimento no Supremo Tribunal Federal de que toda iniciativa que restringe o exercício profissional é inconstitucional.
O projeto ainda tem que ser votado nas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ir a Plenário.

Militantes e aliados se queixam

Quem não gostou da aprovação foi Maria do Rosário, ministra da Secretária Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Ela criticou o projeto, dizendo: “Nós vamos dialogar com as bancadas e com os presidentes [das comissões], procurando que todos os brasileiros sejam respeitados, respeitadas. E afirmando que esse projeto não respeita os cidadãos brasileiros que são homossexuais. E é uma missão da área de direitos humanos garantir a todos os brasileiros e brasileiras os direitos iguais.”
Por homossexual, Rosário só se refere aos supremacistas gays, que exigem que nenhum homossexual comum tenha o direito e a liberdade de buscar ajuda. Em vez de se colocar do lado do homossexual comum, Rosário defende unicamente os supremacistas gays e suas exigências.
Ao defender o desrespeito ao homossexual comum e à sua liberdade de buscar ajuda, Rosário viola a razão, o bom senso e princípios democráticos que ela alega sustentar.
No entanto, ela viola muito mais. Em abril deste ano, depois que Rosário e outros ministros se juntaram à mídia esquerdista para atacar Marco Feliciano, a presidente Dilma Rousseff ordenou que todos eles parassem de se envolver com o caso Feliciano, a fim de não colocar risco seu governo e sua reeleição presidencial em 2014.
Aparentemente, a irracionalidade ideológica de Rosário está falando mais alto do que sua fidelidade às ordens de sua patroa.

Nenhum louvor de Clodovil e de homossexuais oprimidos

Nem mesmo um homossexual inteligente como Clodovil conseguiu vencer a irracionalidade da militante Rosário, que se manteve dura como pedra quando Clodovil explicou (veja este vídeo: http://youtu.be/F9Gk51EvGko), anos atrás, o valor da família.
Tal dureza e irracionalidade, porém, não impediram que um membro da bancada evangélica fosse autor de uma moção de louvor a Rosário.
Clodovil: um homossexual que não agradava a Rosário e os supremacistas gays
Sim, ela tem realmente recebido louvores — de todos os opressores que exigem que o homossexual comum não tenha o direito de buscar ajuda. Ela tem também recebido louvores deles por ter se oposto à defesa pró-família de Clodovil.
Mas dos oprimidos, ela não está ganhando elogio algum.
E se Clodovil estivesse vivo, ela não ganharia nenhum louvor dele. Clodovil era o único brasileiro que sabia lidar cara a cara com os supremacistas gays. Ele denunciava Marta Suplicy, considerada a rainha do movimento gay, por ver nela apenas uma oportunista — não muito diferente de Rosário.
Parabéns ao Dep. João Campos que, com seu projeto, se coloca ao lado dos oprimidos, não dos opressores.
Com informações do gabinete do Dep. João Campos.
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5 comentários :

Missionário Fábio Charles disse...

O que nós vemos é que pouco a pouco a ordem vai se estabelecendo para que venha o progresso.
Certo que muito do que esperamos ver poderemos até não ver pois estamos na iminência do fim de todas as coisas.

Alejandro De Fez disse...

um fascismo progre-correcto que ha desquiciado la moral, la pouca moral que pode haber no sistema mundano laicista de hoje. Signos que muestran algo de a verdade, a toudos.

O Arauto do Apocalipse disse...

Homossexuais sofrem de desvio de personalidade. Sao doentes mentais e precisam de tratamento. Romanos 1:28 diz tudo.

Leandro disse...

Homossexuais não são doentes mentais, mas pessoas com variedade de opiniões e que estas devem ser respeitadas, inclusive a vontade de não serem mais homossexuais, ajustando-se a uma vida conforme a Bíblia.
Há 20 anos, quando os jornais abriram críticas a todos os evangélicos tendo por pretexto a IURD, lembro que veio um advogado, homossexual e da Anistia Internacional, opinar contra a intolerância e duplo-padrão dos críticos.

Arilton Garcia disse...

Foi dado o primeiro passo para a aprovação desse projeto que é de suma importância para um direito que homossexuais têm de buscar ajuda psicológica, caso assim queiram.
Vamos ver como se portarão as demais comissões para enviar o projeto ao plenário da câmara.