20 de maio de 2013

O êxodo em massa de cristãos do mundo islâmico


O êxodo em massa de cristãos do mundo islâmico

Raymond Ibrahim
Um êxodo em massa de cristãos está acontecendo neste momento.  Milhões deles estão sendo desalojados em todos os cantos do mundo islâmico. 
A fúria islâmica contra os cristãos
Estamos revivendo a história real de como o mundo islâmico (boa parte do qual, antes das guerras de conquista islâmicas, era quase inteiramente cristã) se formou.
A Comissão Americana de Liberdade Religiosa Internacional (U.S. Commission on International Religious Freedom) declarou recentemente: “A fuga de cristãos da região é sem precedentes, e está crescendo a cada ano”.  Antes de nossa geração passar, “os cristãos poderão ter desaparecido completamente do Iraque, do Afeganistão e do Egito”.
Constantes reportagens sobre o mundo islâmico certamente confirmam essa conclusão: O Iraque foi o primeiro indicador do destino que aguardava os cristãos assim que as forças islâmicas se viram livres dos controles que os ditadores lhes impunham.
Em 2003, a população cristã do Iraque era de pelo menos um milhão. Hoje já são menos de 400.000, resultado de uma campanha anticristã que começou com a ocupação americana do país, quando inúmeras igrejas cristãs sofreram ataques a bomba e inúmeros cristãos foram mortos, inclusive por crucificação e decapitação. 
Os ataques a uma igreja em Bagdá em 2010, na qual quase 60 fiéis cristãos foram assassinados, foi apenas a ponta de um iceberg que durava uma década.
Agora, com os EUA apoiando a jihad contra o presidente secular sírio Assad, o mesmo padrão teria que chegar à Síria: regiões e cidades inteiras onde cristãos viveram durante séculos antes do islamismo existir agora estão ficando vazias, pois os rebeldes visam os cristãos para sequestros, pilhagens e decapitações, tudo em obediência ao clamor das mesquitas, que dizem à população que é um “dever secreto” expulsar os cristãos.
Em outubro de 2012 o último cristão na cidade de Homs, que tinha uma população cristã de cerca de 80.000 antes da chegada dos jihadistas, foi assassinado.  Uma adolescente síria disse: “Fugimos porque estavam tentando nos matar… porque somos cristãos…  Nossos vizinhos se viraram contra nós. No fim, quando fugimos, fomos pelas sacadas. Sequer ousamos sair na rua em frente à nossa casa”.
No Egito, cerca de 100.000 cristãos coptas fugiram da sua terra natal logo após a “Primavera Árabe”.  Em setembro de 2012, a pequena comunidade cristã de Sinai foi atacada e expulsa por muçulmanos ligados à Al Qaeda, segundo reportagem da Reuters. Mas mesmo antes disso, a Igreja Ortodoxa Copta lamentou os “incidentes frequentes de remoção de coptas das suas casas, por força ou ameaça.
As remoções começaram em Ameriya [62 famílias cristãs expulsas], depois se estenderam para Dahshur [120 famílias cristãs expulsas], e hoje em dia o terror e as ameaças alcançaram os corações e almas de nossas crianças coptas em Sinai”.
Iraque, Síria e Egito são parte do mundo árabe.  Mas mesmo nas nações africanas e europeias com maioria cristã, os cristãos estão fugindo.
Em Mali, depois de um golpe islâmico em 2012, quase 200.000 cristãos fugiram.  De acordo com reportagens, “a Igreja em Mali corre o risco de ser erradicada”, principalmente no norte “onde rebeldes querem estabelecer um estado islâmico independente e expulsar os cristãos… tem havido buscas de casa em casa por cristãos que possam estar escondidos, igrejas e outras propriedades cristãs foram pilhadas ou destruídas, e pessoas são torturadas para revelar parentes cristãos”. Pelo menos um pastor foi decapitado.
Até mesmo na europeia Bósnia cristãos estão fugindo em massa, “em meio a crescente discriminação e islamização”.  Apenas 440.000 católicos permanecem na nação balcânica, metade do número antes da guerra.  
Os problemas citados são típicos: “enquanto dezenas de mesquitas são construídas na capital Bósnia Sarajevo, nenhuma autorização de construção foi dada a igrejas cristãs”. “O tempo está se encurtando enquanto ocorre uma aceleração preocupante no radicalismo”, declarou uma autoridade, que acrescentou que o povo da Bósnia e Herzegovina foi “perseguido por séculos” depois que as forças europeias “não lhes deram apoio na sua luta contra o Império Otomano”.
E a história se repete. 
Pode-se citar ainda vários casos: 
Na Etiópia, depois que um cristão foi acusado de profanar um Alcorão, milhares de cristãos foram forçados a sair de suas casas quando “extremistas muçulmanos incendiaram cerca de 50 igrejas e dezenas de casas de cristãos”. 
Na Costa do Marfim, onde cristãos têm sido literalmente crucificados, os rebeldes islâmicos “massacraram centenas e desalojaram dezenas de milhares” de cristãos.
Na Líbia, os rebeldes islâmicos forçaram várias ordens religiosas cristãs, que ajudavam pessoas doentes e necessitadas no país desde 1921, a fugir.
Para qualquer pessoa que acompanha o problema dos cristãos sob perseguição islâmica, nada disso é surpresa.  Como documentei em meu novo livro "Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians” (Mais uma Vez Crucificado: Expondo a Nova Guerra do Islamismo Contra os Cristãos), Em todo o mundo islâmico, em nações que não compartilham a mesma raça, língua, cultura ou economia, em nações que têm em comum apenas o islamismo, cristãos estão sendo perseguidos até a extinção. Essa é a verdadeira face do ressurgimento do extremismo islâmico.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do Fox News: The mass exodus of Christians from the Muslim world
Leitura recomendada:

8 comentários :

fconst42 disse...

“Então vi uns tronos; e aos que se assentaram sobre eles foi dado o poder de julgar; e vi AS ALMAS daqueles que foram degolados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus, e que não adoraram a besta nem a sua imagem, e não receberam o sinal na fronte nem nas mãos; E REVIVERAM, e reinaram com Cristo durante mil anos” (cf. Ap.20:4)

Guilherme Ferreira disse...

Muitos muçulmanos estão aguardando ansiosamente a chegada do profeta Al Mahdi (o 12º Imã), o qual supostamente acabará com a tirania no mundo e trará uma nova era de paz e justiça para todos (só que não...).

Escrevam o que eu digo: o falso profeta que acompanhará o iníquo anticristo (ou a "besta", conforme diz o livro de Apocalipse) será um LÍDER MUÇULMANO, e é por isso que os cristãos que não abandonarem a fé serão DEGOLADOS (conforme bem postou o Eduardo no versículo contido no comentário anterior).

O próprio presidente do Irã falou sobre a vinda desse tal Al Mahdi em um de seus discursos na ONU (http://resistir.info/irao/disc_onu_22set11.html).

Pesquisem sobre isso!

Sugiro começarem por aqui:
http://www.allaboutpopularissues.org/portuguese/o-12-ima.htm

Paulo de Tarso disse...

Há uma perseguição formal a nós evangélicos nos países islâmicos, mesmo aos católicos, pois eles se sentem muito ressentidos desde as Cruzadas em que foram submetidos. A guerra deles contra nós permanece e nós aqui somos muito tolerantes aos aceitarmos pacificamente - deveríamos dar o troco em igual - com ajuda de nossos governos que se vendem a seus investimentos e, com isso, podem aos poucos dominarem o Ocidente praticamente sem fazerem guerra em escalada mundial.
Eles têem fortes investimentos na área midiática e daí aos poucos conseguem impor suas ideias e vão nos desalojando de nossas casas, com ajuda de entreguistas que não têem compromisso com o Evangelho.

Anônimo disse...

A perseguição contra os cristãos evangélicos sempre estiveram presentes, em todas as épocas, em todas as gerações e em toda a historia do Cristianismo.

Comunismo, ateísmo, islamismo, seja de forma direta ou indireta, sempre, o objetivo e proposito de satanás e do inferno sempre foi aniquilar o Cristianismo, por isso que o Senhor Jesus Cristo afirmou que " as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja.

Aqui , em terras tupiniquins a perseguição é efetivada por órgãos de imprensa, ( "organizações " Globo, revistas e periódicos e até por sites que se dizem cristãos, mas que na verdade e na realidade são perseguidores e difamadores de nossos irmãos pentecostais, que é o caso clássico do site comunista GENIZAH ) por governos de esquerdas e atualmente com os Ptralhas com a sua agenda gay e apoo ao assassinato de bebes ( aborto ), mas não devemos nos preocupar com isso, devemos crer , confessar e viver o que diz em Filipenses capitulo 2.

“ Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2:10-11).

Então, quer seja ateu. quer seja comunista, quer seja isso, quer seja aquilo, de fato e de verdade não importa, pois TODOS confessarão Jesus Cristo e Senhor antes de serem lançados eternamente no inferno se não aceitarem em vida, o Senhorio, a Salvação, a redenção e a vida eterna que só tem quem tem Jesus, o Cristo.


Pastor Caleb.

Anônimo disse...

"somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos". 2 Coríntios 4:9

"Quando forem perseguidos num lugar, fujam para outro. Eu lhes garanto que vocês não terão percorrido todas as cidades de Israel antes que venha o Filho do homem". Mateus 10:23

Anônimo disse...

Toda linguá confessará que Jesus Cristo é o Senhor.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-oyITbzOYU0


Pastor Caleb.

Anônimo disse...

sou só eu ou voces tb estao notando uma invasao de mussulmanos aqui no brasil? é preocupante e certamente fomentado por governos islamicos.

Anônimo disse...

Dizer que os muçulmanos estão ressentidos por causa de Cruzadas é uma besteira do marxismo cultural que é reproduzida sempre. As cruzadas foram feitas como maneira de combater a expansão muçulmana na Europa, já que os muçulmanos já ocupavam a maior parte de Portugal e Espanha, além de destruir o Império Bizantino, e ocupar e profanar as igrejas de Jerusalém.
Será que hoje teríamos a mesma coragem dos cruzados? Ou fugiriamos até sermos encurralados?
Aliás a mentira sobre as Cruzadas veio do historiadores protestantes anglo-saxões, das mesmas igrejas que hoje apoiam o homossexualismo, a alegoria bíblica e o secularismo marxista.