29 de abril de 2013

A fanática ditadura da educação


A fanática ditadura da educação

Ao tornar o ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos, o Estado brasileiro estatiza as crianças e martiriza as famílias, ao obrigá-las a matricular os filhos numa escola que só tem a oferecer drogas, violência e sexo precoce

José Maria e Silva 
A partir de agora, todos os pais estão obrigados a matricular seus filhos na escola a partir dos 4 anos de idade e eles devem permanecer matriculados até os 17 anos, custe o que custar. Já está em vigor a Lei 12.796, de 4 de abril de 2013, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e regulamenta a Emenda Constitu­cional 59, de 11 de novembro de 2009, promulgada, na época, pelo então presidente do Senado, José Sarney, e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer. Essa emenda alterou o artigo 208 da Constituição e aumentou o tempo do ensino obrigatório, que deixou de ter a duração de 9 anos (dos 6 aos 14) e passou a ser de 14 anos (dos 4 aos 17). Com isso, é provável que o Brasil tenha se tornado o País com o maior tempo de escola obrigatória em todo o mundo, superando, com folga, os países europeus, cuja escolaridade compulsória não costuma ultrapassar dez anos. É o Brasil megalomaníaco de sempre, empenhado em pôr o chapéu onde a mão não alcança.
Essa medida não poderia ser mais insana. É como se um médico, diante da dor e febre de um doente, lhe receitasse uma forte dose de paracetamol e, mesmo notando os sintomas de uma hipersensibilidade ao medicamento, reforçasse a dose, levando o paciente à morte por insuficiência renal aguda. É o que faz o Estado brasileiro ao receitar ainda mais ensino obrigatório para crianças e adolescentes, como se não fosse justamente a escola – corrompida por droga, sexo e violência – a grande responsável pela falência moral e intelectual da juventude brasileira. Basta observar o catastrófico aumento da criminalidade no País – ele acompanha de perto o aumento da escolaridade e não é por mera coincidência. Escola só educa se for com disciplina, mas como a educação brasileira baniu radicalmente qualquer forma de disciplina, as escolas públicas tornaram-se meros pontos de encontro de filhos devolutos, emancipados da autoridade paterna por um Estado ditador e prontos para ingressarem no mundo da vadiagem ou do crime.
Por influência da nefasta autoajuda marxista do pedagogo Paulo Frei­re, a educação se tornou um ver­dadeiro abracadabra no País e se atribui a ela a capacidade de curar os mais díspares problemas humanos, desde espinhela caída até a de­linquência juvenil. Um motorista anda em alta velocidade, ultrapassa o sinal vermelho e mata pessoas? Na­da de multa e cadeia – educação ne­le. Um adolescente estupra e mata uma menina durante um assalto, faltando apenas três dias para completar 18 anos, com aconteceu há alguns anos na cidade de Ani­cuns, no interior de Goiás? Nada de prisão em regime fechado – educação nele. O presidiário do se­miaberto se aproveita da infinita bondade do Estado e volta a roubar, matar, estuprar e traficar drogas? Nada de lhe aumentar drasticamente a pena – educação nele, com desconto no tempo de cadeia de­vido às horas de suposto estudo. Prova disso é que latrocidas, estupradores e homicidas seriais são chamados oficialmente pelo Es­ta­do de “reeducandos”. O conceito de educação foi completamente de­turpado e se tornou um fanatismo laico.

Na rabeira do mundo

Diante da ampliação do ensino obrigatório de 9 para 14 anos, é inevitável relembrar uma crônica do jornalista e escritor Benjamin Costallat (1897-1961) publicada em 3 de março de 1927, no “Jornal do Brasil”. A referida crônica, intitulada “Instrução”, discutia as precárias condições das escolas públicas no Rio de Janeiro, então Capital Federal, numa época em que os intelectuais começavam a se mobilizar em defesa da ex­pansão do ensino público gratuito. Em seu artigo, Benjamin Costallat descreve uma escola pública do Rio de Janeiro, em que as crianças conviviam com entulhos, animais e esgoto a céu aberto, “sem as mais  elementares regras de higiene, na promiscuidade sórdida”, como ele próprio afirma. Indignado com aquelas po­cilgas que se faziam passar por estabelecimentos de ensino, Costallat não hesitou em defender o fechamento das escolas públicas de seu tempo, afirmando que “melhor é ver aumentar o número de brasileiros analfabetos” do que ver “aumentar o nú­mero dos porcos brasileiros”.
Quase um século depois, sob a liderança dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o consórcio tucano-petista que manda nos destinos do Brasil desde 1994 optou por fazer o oposto do que preconizava Benjamin Costallat – quanto mais a escola pública se mostra falida, mais tucanos e petistas prescrevem o aumento dos dias letivos e ampliam o tempo de ensino obrigatório, reforçando a dose do veneno que está matando a juventude. No passado, a escola podia até não oferecer um ensino de qualidade ao aluno, mas ao menos não destruía a formação moral que ele trazia de casa, como ocorre hoje. O ensino público, do modo como está estruturado, deixou de ser solução para ser o principal problema.
Já escrevi isso certa vez, mas sou obrigado a repetir: se no tempo de Benjamin Costallat, a escola pública era um chiqueiro físico, hoje ela virou uma pocilga moral. Se naquele tempo os alunos refocilavam na lama, hoje a escola lhes enodoa a própria alma. Já não se trata de escolher entre o analfabeto e o porquinho: se depender do veneno da pedagogia progressista inoculado nos alunos, a escolha será entre o analfabeto funcional e o menor disfuncional, alguns deles prontos para virar bandido.
Nos testes educacionais internacionais, o Brasil disputa o último lugar com países muito mais pobres. No ano passado, por exemplo, no índice de qualidade do ensino elaborado pela empresa Pearson, o Brasil aparece em penúltimo lugar da lista, à frente apenas da Indonésia, entre os 40 países pesquisados, liderados pela Finlândia, Coreia do Sul e Hong-Kong, os três primeiros. O Brasil ficou na 39ª posição, atrás do México, Colômbia, Argentina e Chile, bem como de Portugal e Espanha, que aparecem, respectivamente, em 27º e 28º lugar. E olha que a crise do sistema de ensino português se arrasta há anos, agravada pelos problemas econômicos que o país enfrenta no contexto da União Europeia. No Pisa, teste internacional de avaliação estudantil da Organização para a Cooperação e Desen­volvimento Econômico (OCDE), o Brasil ficou em 53º lugar, numa lista de 65 países. Isso porque as escolas privadas brasileiras, mesmo contaminadas pela ideologia da inclusão e não do mérito, evitaram que o país ficasse em situação pior. Se fossem avaliadas apenas as escolas públicas, o Brasil cairia para a 60ª posição, atrás do Cazaquistão.
E não é por falta de recursos. Desde o governo Fernando Hen­rique Cardoso, os investimentos em educação no Brasil estão crescendo de modo consistente. O estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) constatou que o Brasil foi o segundo país entre 35 nações analisadas que mais fez crescer o seu investimento em educação entre os anos de 2000 e 2009, perdendo apenas para a Rússia. Nesse período, somando os aportes da União, Estados e municípios, o Brasil passou a investir 5,5% do PIB em educação, um aumento de 57% em relação aos 3,5% que investia antes.
Para se ter uma ideia do que isso significa, basta observar que o PIB do Brasil em 2011 foi de R$ 4,143 trilhões, o que resulta em cerca de R$ 230 bilhões investidos em educação. Se porventura prevalecer a proposta de se investir 10% do PIB em educação, aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados no final do ano passado, o investimento em educação no Brasil subiria para R$ 414 bilhões de reais anualmente. O que talvez ainda seja pouco diante do poço sem fundo que se abre com a ampliação do ensino obrigatório de 9 para absurdos 14 anos.

Doutrinação em sala de aula

Quem conhece a história da educação no País, sabe que o aluno de escola pública, hoje, é quase um privilegiado se comparado com seu congênere do passado. As escolas públicas atuais são razoavelmente estruturadas e só não são melhores porque a depredação cotidiana – protagonizada pelos próprios alunos – não deixa. Em todos os Estados, há escolas em condições precárias, especialmente no interior do Nordeste, mas, em regra, os problemas físicos não se comparam com aqueles descritos por Benjamin Costallat, na primeira metade do século, ou mesmo num passado recente, antes da Constituição de 88 e da campanha do governo Fer-nando Henrique Cardoso para colocar toda criança na escola. O governo FHC consolidou a Constituição de 88 (para o bem e para o mal) e transformou a educação num direito do aluno, começando por lhe garantir o livro didático, que pesava no bolso de seus pais. O problema é que não se exige nenhuma contrapartida dos alunos e muitos deles desperdiçam os recursos investidos na educação, fazendo valer o provérbio de que é inútil atirar pérola para porco. No Estado de São Paulo, por exemplo, onde o aluno da rede pública recebe tudo de graça, não só os livros, mas também uniforme e material escolar, não é raro, no início do mês de dezembro, esses alunos promoverem bacanais de apostilas rasgadas e jogadas em plena rua, em frente às escolas, para comemorar o fim do ano letivo.
Não adianta aumentar os dias letivos nem obrigar os alunos a passarem mais anos nas salas de aula, se a escola pública – premida pela falácia acadêmica da inclusão social – recusar-se a valorizar o mérito, separando o joio do trigo. Se o próprio Enem aprova redação de aluno que reproduz hino de clube de futebol ou transcreve receita de miojo ao discorrer sobre migração, o que se pode esperar da escola que prepara esse tipo de vestibulando? Histo­ri­ca­men­te, os exames vestibulares sem­pre exerceram uma grande in­fluência na escola básica. Durante o regime militar, quando as ciências humanas eram desprezadas e a até a escola pública cultuava a matemática, o seletivo vestibular das universidades federais é que reforçava essa tendência. Com a redemocratização e o advento do construtivismo, as ciências hu­ma­nas foram além do devido pres­tígio que mereciam e destruíram a própria lógica da educação com um subjetivismo hipertrofiado. O Enem representa o á­pi­ce dessa tendência e irá reforçá-la ainda mais, pois não passa de um descarado instrumento da doutrinação esquerdista, como mostram as análises publicadas pelo sítio “Escola Sem Partido”, idealizado e coordenado pelo jurista Miguel Nagib. O Enem não avalia o conhecimento do aluno e, sim, seu alinhamento ideológico com as teses da esquerda.

Escola deformadora

Mas se a escola pública se limitasse a formar mal o aluno, o problema não seria tão grave. No máximo, teríamos uma massa trabalhadora menos qualificada, mas que, com sua própria força de vontade e a ajuda do governo ou dos patrões, poderia recuperar, no canteiro de obras, parte do tempo perdido, por meio de cursos de capacitação. Ocorre que a escola não está apenas deixando de formar alunos – ela os está deformando intelectual e moralmente. Por isso, o escritor evangélico Júlio Severo está coberto de razão quando acusa o governo brasileiro de instituir o monopólio estatal do fracasso escolar ao fazer da matrícula na escola uma imposição ditatorial. Severo defende o direito dos pais de terem a opção de ensinar seus filhos em casa, como já fazem cerca de mil famílias em todo o País, segundo a Associação Na­cional de Educação Domiciliar.
Como observam os pais que optam pelo ensino em casa, a escola, além de não conseguir transmitir os conhecimentos básicos para o aluno, ainda se imiscui indevidamente em sua formação moral, frequentemente estimulando conflitos com os valores familiares. É o caso das aulas verdadeiramente pornográficas que estão se tornando co­muns mesmo em salas do ensino fundamental. O Minis­tério da Educação faz de tudo para obrigar alunas de 10 anos a conviver com travestis de 15 anos no banheiro feminino. Com que idoneidade moral pode exigir dos pais que entreguem seus filhos de apenas 4 anos para esse misto de boca de fumo e boate gay em que estão se transformando as escolas públicas?
Mas, ai desses pais! Melhor seria se deixassem os filhos viciarem em crack. Nesse caso teriam o apoio de todo o aparato estatal: acadêmicos, conselheiros tutelares, assistentes sociais, promotores e defensores públicos, ONGs de direitos humanos, consultórios de rua e, agora, leitos para internação no SUS ao custo de mais de R$ 4 mil por mês para cada drogado. Todavia, como esses pais e mães optaram pelo caminho mais difícil, que é assumir integralmente a paternidade e maternidade, zelando pessoalmente pela educação dos filhos, a resposta que recebem do Estado brasileiro é uma brutal perseguição, ainda que disfarçada de defesa dos direitos da criança.
Os pais que optam pelo ensino em casa enfrentam um longo calvário. São denunciados pelos conselhos tutelares e perseguidos pelo Ministério Público e pelas Varas de Infância e Juventude, que, com base no artigo 249 do nefasto Estatuto da Criança e do Adolescente, impõem a eles multas que variam de 3 a 20 salários mínimos, sem contar o risco de prisão. É como se a escola fosse um templo de desenvolvimento cognitivo e moral e não um portal de entrada para o mundo das drogas. Afinal, como insisto sempre, traficante não vicia ninguém em droga – quem geralmente in­fluen­cia o outro a usar droga é a­mi­go ou namorado e o lugar de­les costuma ser justamente a escola.
Com a ampliação do ensino obrigatório de 9 para 14 anos, isto é, dos 4 aos 17 anos, os graves problemas da escola pública vão se agravar ainda mais. Hoje, em que pese nenhum aluno poder ser expulso da rede pública de ensino, muitos menores de idade que se envolvem com o tráfico de drogas resolvem, por conta própria, abandonar a escola, pois perdem o interesse pelos estudos. A partir de agora, quando isso ocorrer, as autoridades responsáveis pela aplicação do Estatuto da Criança e do Adoles­cente irão obrigar o menor a permanecer em sala de aula até os 17 anos. E a tarefa de cumprir, na prática, essa determinação obviamente não será do juiz ou do promotor e, sim, dos pais e professores – justamente as duas classes de pessoas mais desautorizadas pelo Estado quando se trata da educação dos filhos.
O próprio Ministério da Edu­cação, por diversas vezes, deixou claro que não se importa com o que pensam as famílias a respeito da distribuição de preservativos para meninas de 10, 12 anos – vão continuar a distribuí-los de qualquer jeito. Da mesma forma, chama de reacionários os pais que reclamam de ver a filha adolescente, na aula de educação sexual, vestindo camisinha no indicador do colega, como demonstração, em vez de aprender português e matemática. E não se importam de falar de drogas pesadas para alunos nessa faixa etária valendo-se da mesma linguagem com que falam para viciados adultos. Mas, quando muitos alunos – ao verem o sexo, a droga e a violência naturalizados pela própria escola – resolvem participar ativamente desse mundo, aí a responsabilidade volta a ser dos pais. E agora, com ampliação do ensino obrigatório, também dos professores e demais alunos – obrigados a conviver com os infratores mirins até que eles completem 17 anos.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Visite o blog Escola Em Casa: www.escolaemcasa.blogspot.com

12 comentários :

Lino disse...

No meu tempo de criança, eu estudei em escola pública. Antes de entrar na sala de aula, cantávamos o Hino Nacional (tínhamos noções de civilidade e de patriotismo).

Naquela época, lembro que havia o ensino religioso obrigatório (era parte integrante do currículo escolar). Quando entrávamos na sala, o professor rezava o Pai Nosso juntamente com toda a turma. Tínhamos também aulas de Educação Moral e Cívica, etiqueta, boas maneiras, procedimento pessoal, éramos educados dentro dos bons costumes (e do respeito a todas as pessoas, principalmente as mais velhas), enfim, a escola pública nos ensinava a ser verdadeiros cidadãos de bem.

A educação escolar era um verdadeiro complemento da educação familiar. Os próprios pais faziam questão de colocar os filhos em escolas públicas (que, em sua grande maioria, eram administradas por religiosos). E por ter uma disciplina bastante rígida para punir com rigor qualquer erro, nós aprendíamos a obedecer ordens. Não estou dizendo que a escola pública daquele tempo era 100% perfeita (sem falhas), mas ela, pelo menos, se preocupava em zelar pela integridade moral dos seus alunos. Como testemunha viva de quem presenciou tudo isto, posso falar com autoridade: fazia gosto para qualquer pessoa estudar em uma escola pública (era motivo de orgulho).

Mas a partir do momento em que filosofias e idéias marxistas, comunistas, esquerdistas e socialistas começaram a se infiltrar no nosso sistema educacional, a escola pública começou a se corromper. O ensino religioso e o de Educação Moral e Cívica foram retirados do currículo escolar. A disciplina rígida que havia foi relaxando (e, depois, deixada de lado). Enfim, a escola pública passou a "se adaptar" às idéias e filosofias que foram introduzidas (e passou também a tolerar tudo que é sujeira).

E o que aconteceu depois disso tudo? As escolas públicas abandonaram todos os bons princípios com os quais elas educavam seus alunos. Como conseqüência disso, o resultado não poderia ser outro: as atuais escolas públicas são verdadeiros antros de perdição. Hoje o que rola dentro delas é o uso de drogas, bebidas alcoólicas, gravidez de adolescentes, pornografia, homossexualismo, enfim, uma podridão total. Em outras palavras: faltou uma vigilância contra a proliferação de idéias erradas dentro das nossas escolas públicas.

Será que hoje haveria alguma possibilidade de fazer com que a escola pública voltasse a ter o mesmo padrão de comportamento moral dos tempos antigos?

Gostaria de saber as opiniões de todos.

Eduardo disse...

Neste vídeo podemos ver o que a escola tem oferecido às crinaças, jovens e adolescentes.

http://www.youtube.com/watch?v=4htyfgYKIy4

Eliel disse...

O teor deste artigo nos obriga, de certa forma, a fazer uma reflexão sobre uma questão crucial: a educação caseira. Até que ponto esta mesma educação poderia servir de alternativa à "educação oficial" imposta do governo?

O comentário do Lino também foi muito oportuno, principalmente quando ele disse:

"... as atuais escolas públicas são verdadeiros antros de perdição. Hoje o que rola dentro delas é o uso de drogas, bebidas alcoólicas, gravidez de adolescentes, pornografia, homossexualismo, enfim, uma podridão total..."

Lino, você está certíssimo. Eu, particularmente, não vejo nenhuma condição de educar meus filhos nas atuais escolas públicas (ainda mais com todos esse males que você mencionou).

Não sei se seria exagero da minha parte, mas eu penso o seguinte: a educação familiar, neste sentido, é muito mais benéfica moralmente do que a educação dita "formal". Não que isso seja para sempre, mas uma certeza eu tenho: enquanto a educação dada pelas escolas públicas estiver toda corrompida, é melhor a educação familiar. Pelo menos, nossos filhos não estarão se desvirtuando dos bons princípios que ensinamos a eles.

O irmão Júlio Severo é um grande defensor da educação caseira, e já publicou aqui vários artigos sobre este mesmo assunto. Eu aproveito e pergunto: Júlio, como os cristãos devem fazer para educar os seus filhos em casa? E, principalmente, o que devemos fazer para proteger nossos filhos da sujeira da "educação oficial" dada pelas escolas do governo?

Se você (ou alguém daqui) quiser dizer alguma coisa a respeito disso (ou puder responder a estas perguntas), ficarei agradecido.

Diego disse...

O negócio ta mais feio do que eu imaginava... Estamos mesmo em um pais livre? :(

Alfredo S disse...

Salvei o vídeo que o Eduardo indicou em seu comentário, é claro que assisti, e estou em frangalhos.
Alguns dos assuntos ali apontados pela pastora já tinha ciência e venho a muito alertando os meus amigos, mas muito são novos para mim.
Sou católico como já mencionei em outras mensagens, e sou leitor de carteirinha do blog deste homem heroico chamado Júlio Severo, sempre que tenho oportunidade indico as pessoas para conhecer, seja católicos, evangélicos, ou judeus, pois tenho amigos de diversas religiões.
Dou meus parabéns ao trabalho desta pastora.
Em particular quero agradecer ao Eduardo pela indicação dese vídeo, que irei gravar e distribuir a muita gente.

Com o coração apertado me despeço por hoje, pois ainda estou trabalhando.

PS. Júlio abra um artigo só para este vídeo.

bruno henrique de abreu disse...

A doutrinação nas escolas está mais intensa do que a maioria imagina. Falo pois recentemente era professor da rede publica e pedi as contas. Os alunos se formam no ensino médio semi-analfabetos e sem saber as quatro operações da matemática (muitos não sabem somar numeros decimais, por exemplo, frações é quase impossível encontrar alguém que saiba). No entanto todos saem com a mentalidade esquerdista, através de uma doutrinação constante através de "seminários" e com a interação com os "movimentos sociais", fora os professores que doutrinam abertamente segundo a mentalidade marxista.

A prioridade agora é formar "revolucionários" alinhados com o discurso glbtt, feminista e de outros movimentos semelhantes. Ta sendo preparada uma geração que vai aceitar o comunismo como se fosse a melhor coisa do mundo, devido a sua doutrinação (e má formação academica). Não há outro motivo para querer obrigar crianças de 4 anos na escola.

enquanto isso os alunos q se formam no Brasil sabem menos matemática que os que se formam na ETIÓPIA! Fonte:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/nunca-antes-na-historia-destepaiz-ensino-de-matematica-e-ciencias-no-pais-e-pior-do-que-o-da-etiopia/

Alderico disse...

Creio que a igraja brasileira tem que partir para o enfrentamento, retirando seus filhos das escolas e levar para educarem em casa. Sofreremos toda especie de perseguição, mas o que é melhor? Sofrermos por aquilo que cremos ou vê nossos filhos se perderem nesse mar de lama? Ninquem vai ser preso, o maximo um processo.

José Edesio disse...

Caro Julio se chegamos a este patamá, em muito se deve ao enclausuramento e omissão de muitos irmãos que ainda hoje teimam em continuar com esta postur. Minha opiniãoé trata-se de uma atitude mais de covardia do que santidade. Venho dizendo isto já faz algum tempo.http://agrandepescaria.blogspot.com.br/2012/10/no-brasil-como-em-varias-partes-do.html

Everaldo disse...

Primeiramente, eu destaco o que disse o Alfredo S:

"Salvei o vídeo que o Eduardo indicou em seu comentário, é claro que assisti, e estou em frangalhos..."

Amigo Alfredo, da mesma forma que você, eu também assisti ao vídeo que o Eduardo citou no comentário dele. Não vou mentir: fiquei simplesmente chocado com o conteúdo! O teor desse vídeo precisa ser urgentemente divulgado a todos!

Temos que propagar em alto e bom som as verdades sobre a podridão que este governo corrupto do PT quer impor aos nossos filhos! Não podemos permitir que nossos filhos sejam cobaias desses monstros insaciáveis em sua devassidão e sua luxúria demoníaca!

Outro comentário que me chamou a atenção foi o do Bruno Henrique de Abreu, que disse textualmente:

"... A prioridade agora é formar 'revolucionários' alinhados com o discurso glbtt, feminista e de outros movimentos semelhantes. Tá sendo preparada uma geração que vai aceitar o comunismo como se fosse a melhor coisa do mundo, devido a sua doutrinação (e má formação acadêmica)..."

Bruno, o seu comentário foi mais do que oportuno. Isso porque você, como professor, fala com conhecimento de causa. Para o nosso governo, não importa se os alunos aprendam a ler ou saber fazer contas de matemática: o que realmente importa é que esses mesmos alunos assimilem a agenda esquerdista que o governo quer impor a tudo e a todos. E ai daquele que discordar!

Se eu fosse professor, eu também pediria demissão do meu cargo se tivesse que ser obrigado a impor a cartilha esquerdista aos meus alunos! Como cristão, não posso servir a dois senhores (não posso agradar a Deus e ao diabo)! Faço como disseram os mártires da fé cristã: "Antes morrer do que pecar".

Temos que resistir até o fim contra as investidas deste governo demoníaco! O Senhor Jesus é conosco! Ele próprio garantiu:

"Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida" (Apocalipse 2:10)

Que todos nós possamos nos manter firmes à Palavra de Deus, para estarmos protegidos de todo mal.

ÉLQUISSON disse...

O Alderico fez esta pergunta:

"... Sofreremos toda espécie de perseguição, mas o que é melhor? Sofrermos por aquilo que cremos ou vê nossos filhos se perderem nesse mar de lama?..."

Amigo Alderico, eu diria que é melhor sofrermos por aquilo que cremos. Como cristão, creio que a melhor educação é dada em casa. Como se diz no popular, "casa de pai é escola de filho". É dentro de casa (através da obediência à Palavra de Deus) que se forma o verdadeiro cidadão de bem, o futuro benfeitor da humanidade.

Da mesma forma que o irmão Júlio Severo e outros cristãos tementes a Deus (e obedientes à Sua Palavra), eu também sou totalmente a favor da educação no lar (esta sim, é a verdadeira educação).

Como pai de família cristão, eu tenho o dever de zelar pela integridade moral e espiritual de meu filho. Eu estaria sendo negligente e irresponsável em deixá-lo ser educado por essa corja do governo. Se eu tiver que ser preso (ou morto) por não querer colocar meu filho nessas escolas do governo, eu aceito a prisão ou a morte com muito prazer.

E digo mais: eu nunca vou permitir que nenhum intruso do governo venha interferir na minha vida particular (para querer saber como meus filhos estão sendo educados). Eu prefiro que meu filho seja um ignorante (não tendo nenhum estudo) do que estudar em escolas corrompidas pelo governo. Dos meus princípios morais e cristãos eu jamais vou abrir mão.

Que todos os cristãos possam compartilhar deste mesmo ideal, para oferecermos um futuro promissor aos nossos filhos.

"Ensina à criança o caminho no qual ela deve andar; e quando envelhecer, ela não se desviará dele" (Provérbios 22:6)

Anônimo disse...

E ignorando tudo, Dilma e Lula sorriem triunfantes na TV. Justamente falando da vitoria da educacao. Qual vitoria? Quando eu estudei, as aulas comecavam em marco, tinhamos ferias julho completo e em dezembro fechava o ano letivo. Havia o tempo da familia e as aulas eram realmente aulas, e olha que nao e tao atras, ja que tenho 39 anos. Concordei em muitos pontos nesse texto, mas vou dizer uma coisa: eles inventam e caso algo fuja ao controle, porque a propria escola onde o professor nao pode chamar a atencao do aluno, porque o educador esta amarrado a leis mal interpretadas, onde chama atencao para fazer tarefa e ouve que vai ser denunciado pelo proprio aluno, isso sim e condenar ao fracasso. O Brasil precisa querer parar de fazer bonito por fora, porque quando e confrontado com testes internacipnais a verdade, sempre ela, aparece. E o povo se engana. E a roubalheira politica corre solta, onde temos como exemplo um politico ladrao presidente do senado. Brasil que da vontade de desistir de morar aqui. "Brasil, uma mulher linda e maltratada", como disse Christiane Torloni. Desculpem o teclado.
Pat

Marcio disse...

POR CAUSA DE CERTAS PICUINHAS, OS COMUNISTAS VÃO SE APROVEITANDO E AS USANDO - SE NÃO É QUE INFILTRAM E INCENTIVAM AS DIVISÕES INTERNAS NAS OPOSIÇÕES!
Os oposicionistas deveriam ser mais reticentes em relação ao PT evitando-se certas ocasiões para lhes darem apoio sem querer, como abraços e outras atitudes que sugeririam até ocultas alianças.
Lembram do Kassab o que fez com o PSDB? Seria um infiltrado no partido para miná-lo aparentando apoiá-lo, mas na hora certa mostrou a que veio: era o Judas pró no PSDB e após as eleições mostrou sua face oculta.
Acredito também que faltam às autoridades religiosas do Brasil maior empenho, como a CNBB aparentemente infiltrada de comunistas, como na CBJP, alinhada com ideias do PT contra ao fim da menoridade aos 16 anos, mesmo as lideranças protestantes, embora mais muito eficientes e valentes que a CNBB e clero não se pode duvidar de forma alguma.
Por onde andam as bancadas católicas na Câmara e Senado?
Os protestantes, mesmo dissensos entre si as possuem, apesar disso, nessa hora se ajuntam e defendem os interesses das seitas contra o inimigo maior, os comunistas!
Que católicos piratas, frouxos somos nós que ainda elegemos justamente os maiores inimigos de Cristo para nos governarem e nos impondo suas leis na mesma direção, hem?
ESTÁ ROLANDO NA REDE E CAUSANDO O MAIOR REBU:
Ex-general soviético revelou ao mundo: Teologia da Libertação foi uma falaciosa cruzada de dominação ideológica criada pela KGB, sob forma religiosa para facilitar sua penetração entre os católicos e outros cristãos sem resistência.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/14089-a-cruzada-religiosa-do-kremlin.html e original em inglês http://archive.frontpagemag.com/readArticle.aspx?ARTID=35388.
Sabíamos há muito disso dado as afinidades da TL-PT, múltis denuncias de liames com o PCC-FARCs etc., mas podendo demonstrá-lo via documental, tanto melhor para se mostrarem os comunistas falsários católicos!