28 de março de 2013

Marco Feliciano, a Comissão de Direitos Humanos e a evidência escandalosa de uma fraude intelectual e política


Marco Feliciano, a Comissão de Direitos Humanos e a evidência escandalosa de uma fraude intelectual e política

Reinaldo Azevedo
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, expulsou da sala um manifestante que o chamou de “racista”. O rapaz integrava a turma que queria impedir uma nova sessão da comissão. A pauta do dia nada tinha a ver com direitos dos gays, mas com a contaminação por chumbo na cidade de Santo Amaro da Purificação, na Bahia, terra de Caetano Veloso. Caetano Veloso é aquele senhor que se destaca na música e que acredita, com acerto, que o Brasil precisa de um Congresso. Mas deu a entender também que o Congresso aceitável é aquele formado por pessoas com as quais ele concorda. Se jovens cantores e compositores se inspirarem em Caetano, estarão, creio, no bom caminho no que respeita à música popular. Se pessoas interessadas em democracia política tiverem Caetano como referência, aí estamos fritos.
Mas volto. “Racismo” é crime. Acusar alguém de “racista” corresponde a acusá-lo de ter cometido um crime. Não havendo provas, trata-se de calúnia, o que também é… crime!!! A imprensa brasileira tem sido vergonhosa nesse caso. Ela é livre para odiar Feliciano o quanto quiser; é livre para considerá-lo o mais despreparado dos seres para essa comissão ou qualquer outra. Mas é uma estupidez acusar alguém de homofobia por ser contra o casamento gay ou de racismo porque cita (e mal) um trecho da Bíblia. Isso é militância, não é jornalismo. Eu opino bastante, sim, quebro o pau a valer. Mas não atribuo nem às pessoas que mais desprezo crimes que não cometeram só para facilitar a minha crítica. Ao contrário até: prefiro a crítica difícil; prefiro demonstrar o erro de quem considero aparentemente certo a evidenciar o obviamente errado. Que graça há nisso?
Feliciano mandou retirar o rapaz da Câmara. Se quiser, pode processá-lo, sim, e aí o moço teria de provar que Feliciano cometeu racismo — se não o fizer, caracteriza-se a calúnia.
Muito bem! Expulso, e com motivos, da sala, Marcelo Regis Pereira, de 35 anos, antropólogo, gravou um vídeo, que já está no YouTube. Diz-se vítima de preconceito — e a imprensa está dando corda — por ser, atenção!, “negro, gay e pobre”. Vejam o vídeo (postado aqui no site da militante gayzista Erika Kokay: http://youtu.be/hZMfXS-77RM).
Negro, como se vê, Pereira não é. Como ele mesmo diz, assim ele se “autodeclara”. Eu posso me “autodeclarar” índio, por exemplo. Tenho legitimidade pra isso. Meu bisavô paterno mal arranhava o português. Aliás, a melhor parte que há em mim é o Espírito da Floresta. Feliciano, que tem comprovadamente a mãe negra, deve ser mais negro do que o acusador.
Ele chama o outro de “racista”, é expulso da sala e diz “Fizeram isso porque sou gay”. Ainda que isso estivesse na cara, ser gay não lhe dá o direito de ofender os outros. Ou dá? Mas como Feliciano poderia saber? Está escrito na testa? Há gente que parece e é, que não parece e é, que parece e não é… A menos que devamos estabelecer agora um outro padrão. Ofendido por alguém, ao reagir, devemos antes indagar: “Por favor, cidadão, como o senhor define a sua sexualidade? Hétero? Ah, então vou responder”. Ou no outro caso: “Ah, o senhor é gay? Então eu peço desculpas por tê-lo levado a me ofender”.
O rapaz tem 35 anos e é antropólogo. Não existe faculdade de antropologia no Brasil. É uma pós-graduação. Isso quer dizer que ele tem um curso universitário e uma especialização. É esse o padrão da pobreza no Brasil? Tome tento, meu senhor! Tenha compostura! Não seja ridículo! Pobre não tem cara, não! Mas a pobreza, ah, essa tem!!! Revejam: é o caso dele? Ademais, meus caros, “universitário com especialização” se declarar  ”pobre”, num país como o Brasil, ofende a inteligência de qualquer pessoa de bom senso. 
Esse vídeo é a manifestação do mais escancarado oportunismo. Faltassem evidências da pantomima que está em curso, agora não falta mais, está aí.
De fato, há gente acreditando que é legítimo invadir uma comissão, subir na mesa, chamar o outro de racista etc. Uma vez coibida a agressão, então é hora de gritar: “Preconceito!”. Com a pressurosa colaboração da imprensa, esse troço está indo longe demais!
Se e quando, na comissão, Feliciano fizer alguma coisa que esteja fora de sua competência e de seu direito legal, então que se proteste — aliás, a praça é imensa! Tentar arrancá-lo de lá porque não gostam de suas opiniões é intolerância, sim. De resto, esses fanáticos não se dão conta de que, na prática, estão dando à luz um herói.
Divulgação: www.juliosevero.com
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6 comentários :

Andre Rocha disse...

Boa tarde, Julio Severo.
Marco Feliciano já pode processar criminalmente o caluniador, se assim o quiser. Não há possibilidade do agente do fato (este senhor de 35 anos que se comporta como vítima do sistema), arguir em defesa que Marco Feliciano é racista, pois o Direito Penal Brasileiro só admite a exceção da verdade em casos, por exemplo, se condenação por este crime. Marco Feliciano nunca foi condenado por crime de racismo. Igualmente, a pena será majorada tendo em vista haver sido praticada contra Marco Feliciano quando o mesmo estava no exercício de suas funções como agente público.
Art. 138 - Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime:

Pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa.

§ 1º - Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.

§ 2º - É punível a calúnia contra os mortos.

Exceção da verdade

§ 3º - Admite-se a prova da verdade, salvo:

I - se, constituindo o fato imputado crime de ação privada, o ofendido não foi condenado por sentença irrecorrível;

II - se o fato é imputado a qualquer das pessoas indicadas no nº I do art. 141;

III - se do crime imputado, embora de ação pública, o ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível.
Art. 141 - As penas cominadas neste Capítulo aumentam-se de um terço, se qualquer dos crimes é cometido:

I - contra o Presidente da República, ou contra chefe de governo estrangeiro;

II - contra funcionário público, em razão de suas funções;

III - na presença de várias pessoas, ou por meio que facilite a divulgação da calúnia, da difamação ou da injúria.

IV - contra pessoa maior de 60 (sessenta) anos ou portadora de deficiência, exceto no caso de injúria. (Incluído pela Lei nº 10.741, de 2003)

Parágrafo único - Se o crime é cometido mediante paga ou promessa de recompensa, aplica-se a pena em dobro.

ÉLQUISSON disse...

Na verdade, o que os homossexuais querem é que o pastor Marcos Feliciano renuncie à presidência da CDH (Comissão de Direitos Humanos).

Por que isso? Por uma razão muito simples: Marcos Feliciano é contra o ativismo gay, o aborto e outras coisas imorais. Em outras palavras: ele é uma pedra no sapato dos homossexuais e esquerdistas. Eu também ouvi dizer que um outro motivo do ódio que os homossexuais têm de Marcos Feliciano é que ele é contra o financiamento das paradas gays e outras imoralidades patrocinadas com o dinheiro público (como o kit gay nas escolas).

E quem são os que desejam que ele renuncie? Algumas figuras conhecidíssimas do meio homossexual: Jean Wyllys (o cabeça do grupo), o pai–de–santo Ivanir dos Santos, o deputado federal Chico Alencar (do PSOL, o mesmo partido de Jean Wyllys), o pastor Marcos Amaral (aquele mesmo que, em 2008, participou da "Caminhada em defesa da liberdade religiosa" junto com o pai–de–santo Ivanir dos Santos), Ariovaldo Ramos, enfim, todos os que são escravos do diabo.

O pastor Marcos Feliciano tem que ser firme nas suas convicções. E ele não pode (e nem deve) renunciar! Pelo contrário: ele deve continuar à frente da CDH, para combater os ataques do diabo e de seus comparsas.

Oremos para que o pastor Marcos Feliciano não se intimide diante de nenhuma ameaça (seja de quem for).

"Os que confiam no Senhor serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre" (Salmo 125:1)

Resistência Católica disse...

Sobre o deputado Jean Wil... sei lá o que! Ele comete crime de lesa patria e revolução contra a Republica ao não aceitar a decisão soberana de duas urnas que elegram Feliciano: a de deputado e a de presidente da comissão. Que aguarde pacientemente - como nós em relação a ele e a Dilma (só para exemplificar) - as proximas eleições.

Meia duzia de manifestantes não é a "opinião publica".

É inaceitavel que quem exige tantos direitos - as "minorias" que gritam e sperneiam mais que a maioria - não reconheça nenhum!

O Brasil não é uma democracia, pois não há o governo do povo (da maioria) mas das minorias que querem comandar o País no grito. Isso é inconstitucional!

Giulia d'Amore

Anônimo disse...

Na realidade, sabemos que a ditadura gay "instalada" no Brasil quer calar a boca daqueles que são contrários a essa prática pecaminosa. A carta aos Romanos, capítulo 1, condena veementemente não só quem pratica, como quem consente.

Robério disse...

Vejamos o que a Palavra de Deus diz sobre o homossexualismo:

Romanos 1:24–32

24 Por causa disso, também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
25 Pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, o qual é Bendito eternamente. Amém.
26 Pelo que Deus os entregou às suas paixões infames. Pois até as mulheres mudaram o seu uso natural, no contrário à natureza.
27 E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a punição que convém ao seu erro.
28 E como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém;
29 Estando cheios de toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
30 Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes a pais e mães;
31 Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;
32 Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.

A "tradução" que eu faço dos versículos do texto acima é esta (me corrijam se eu estiver errado):

24 – Deus, através dos Seus servos, chama os homossexuais ao arrependimento. Como eles não querem se arrepender, então Deus os deixa entregues à própria sorte;

25 – Deixaram de crer na Bíblia (mudando-a em mentira), e passaram a ouvir homens corruptos (outros homossexuais e demais escravos do diabo);

26 – As mulheres, ao invés de terem relações naturais com os homens, preferem se relacionar entre si;

27 – Idem para os homens (preferem se relacionar com outros homens ao invés das mulheres). Será que a AIDS não seria uma das conseqüências disso?

28 – Como não se importaram em conhecer e temer a Deus, então Deus os deixou livres para fazerem o que quiserem;

29 – Cheios de todo pecado, sem nenhum sentimento de culpa;

30 – Se pudessem, viveriam como ímpios num mundo totalmente sem Deus para pecarem à vontade (como em Sodoma e Gomorra);

31 – Querem sempre pecar e fazer de tudo (e usando de todos os meios) para viver eternamente no pecado, não se importando com o sofrimento alheio. Será que a pedofilia e o aborto não estariam embutidos aqui?

32 – Sabem que estão errados, mas, mesmo assim, não sentem nenhuma culpa ou remorso. E ainda são contra os que censuram o pecado (chamando-os de fundamentalistas, homofóbicos ou preconceituosos). Sem contar os que dão apoio às suas práticas (que o digam o STF, STJ, OAB, Marta Suplicy, Jean Wyllys, Toni Reis, Luiz Mott, Rede Globo, SBT, Record, Band, partidos esquerdistas, pastores corruptos, evangélicos socialistas, progressistas, demais ativistas e políticos pró–homossexualismo, além dos políticos da bancada evangélica que nada dizem ou fazem contra esta imoralidade)!

Será que esta minha "tradução" está certa? Se alguém quiser dizer alguma coisa, o espaço está aberto para todos se manifestarem.

Neokoros disse...

Afff!
Dizer que Caetano é boa referência como cantor... Nem como "cantô" e pior como refêrencia política... Pra mim é ruim em tudo. Agora mais do que antes... Troço ruim.

Quanto ao mais, mais vale protestar contra Marco Feliciano do que contra mensaleiros na CCJ... Sacomé, né?

Feliciano é uma boa cortina de fumaça...

Affs mil vezes...