20 de fevereiro de 2013

Para fúria dos ativistas gays, DC Comics contrata escritor contrário ao homossexualismo para ajudar na criação de uma nova série do Superman


Para fúria dos ativistas gays, DC Comics contrata escritor contrário ao homossexualismo para ajudar na criação de uma nova série do Superman

Damian Ghigliotty
Em 2013 o Superman pode ter outra aversão além de criptonita e vilões, e nem todo mundo faz questão de pagar para ver.
A DC Comics contratou Orson Scott Card, um desembaraçado escritor de ficção científica que se manifesta contra o movimento gay, para escrever um enredo em duas partes para as novas “Aventuras de Superman” em HQ digital, causando alvoroço entre os ativistas gays.
Card, que é mais conhecido no mundo da ficção científica por seu romance “O Jogo do Exterminador”, talvez seja mais conhecido fora desse universo por suas críticas diretas ao homossexualismo e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Controvérsia: Orson Scott Card, um desembaraçado escritor de ficção científica que faz oposição ao ativismo gay, foi encarregado pela DC Comics de escrever um enredo de duas partes para as novas “Averturas de Superman” em HQ digital.
Depois que correu a notícia de que Card, com 61 anos, conselheiro da Organização Nacional pelo Casamento (National Organization for Marriage), estaria entre os escritores das novas aventuras do super-herói, o grupo AllOut.org, que defende o casamento igualitário, lançou uma petição pedindo à DC Comics que o demita.
“Ao contratar Orson Scott Card, mesmo com seus iniciativas contrárias ao homossexualismo, vocês estão dando a ele uma nova plataforma e apoiando-o no seu ódio”, declara a petição, que agora tem mais de 13.000 assinaturas.
A DC Comics, divisão do conglomerado Time Warner, emitiu uma declaração na quinta-feira passada defendendo a decisão de incluir Card entre os novos escritores da série.
“Como criadores de conteúdo, dedicamo-nos à defesa da liberdade de expressão; no entanto, as posições pessoais dos indivíduos associados à DC Comics são apenas isso: visões pessoais, e não as da empresa em si”, assegura a declaração.
Escritor contrário ao homossexualismo: Card, mais conhecido por seu romance “O Jogo do Exterminador”, de 1985, é um crítico declarado do homossexualismo e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.
Da mesma forma, as lojas de revistas em quadrinhos que receberam pedidos de boicote à futura série se recusaram a fazê-lo, de acordo com a CNN, também parte do grupo Time Warner.
“Alguém nos pediu via Twitter que fizéssemos boicote à série, mas desde que abrimos as portas, comprometemo-nos a ter tudo o que pudéssemos em questão de histórias em quadrinhos”, comenta Mitch Cutler, dono da St. Mark’s Comics, que funciona no bairro de East Village, em Nova York, há quase 30 anos.
“Tenho certeza que há nessas prateleiras, neste momento, coisas com as quais posso não necessariamente concordar”, argumenta. “Então, embora entenda que Card possa ter defendido coisas que aborreçam algumas pessoas, seria bastante atípico para nós nos recusarmos a fornecer algo por essa razão”.
Card se recusou a comentar.
Phil Jimenez, escritor abertamente gay e artista de HQs que trabalhou em “Astonishing X-men” e “The Amazing Spiderman”, entre outros trabalhos, diz acreditar que a posição de Card em relação ao homossexualismo e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo inibe os direitos dos gays.
“No caso de Card, não concordo com o fato de darem dinheiro a um homem que foi agiu a favor da aprovação de leis contrárias à homossexualidade na Califórnia”, lamentou Jimenez pelo Twitter.
“Defendo que, para os que também se sentem como eu nessa questão, comprar o trabalho de Card é contra seu próprio interesse social, econômico ou mesmo legal”, acrescenta.
Oposição: “Não me parece nada super”, critica o escritor e artista de HQs declaradamente gay, Phil Jimenez, que defende um boicote ao trabalho de Card.
Em um artigo de 2004 intitulado “Homosexual ‘Marriage’ and Civilization” (“Casamento” Homossexual e Civilização), Card escreve, “O simples fato de dar uma sanção legal a uma dupla homossexual e chamar o contrato de união de ‘casamento’ não faz disso um casamento”. 
O artigo concluía que “ou as pessoas civilizadas conseguem estabelecer um governo que proteja a família, ou os bárbaros politicamente corretos terão uma vitória completa sobre a família; e, sem a forte estrutura familiar da qual depende a civilização, ela irá ruir e se dissipar”.
Em defesa de Card: “Como criadores de conteúdo, dedicamo-nos à defesa da liberdade de expressão; no entanto, as visões posições pessoais dos indivíduos associados à DC Comics são apenas isso: visões pessoais, e não as da empresa em si”, esclarece a editora.
Card, defensor da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, vive com a esposa Kristine em Greensboro, Carolina do Norte, e tem cinco filhos, todos com nomes de autores famosos.
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4 comentários :

Elaine Cândida disse...

Que casta dominante é essa em que os homossexuais querem se tornar?

Chega a ser ultrajante vê-los tentando dominar o mundo, a ponto de querer determinar até quem pode ou não pode ser contratado pelas empresas...

Quanta arrogância e dissimulação...

ECC

Anônimo disse...

Num mundo democratico, todos podem se manifestar mas nunca impor. Nao acredito no terceiro sexo ( um novo genero) Todos que tratam a homosexualidade devem compreender que respeito ao proximo so existe se houver sentimento de compaixao... Amar ao proximo nao e exatamente aceitar seus pensamentos e costumes, mas sim, tolerar com responsabilidade as diversas opnioes. Os homosexuais devem considerar toda a historia escrita pelo cunho da humanidade e respeitar limites. Os limites existem para que haja a compreensao do respeito. Nos, os evangelicos, devemos olhar a cada um com o mesmo carinho que o Nazareno olhou, a ponte de morrer. Ainda acho que a igreja como instituicao ou nao, e um ambiente para todos os cristaos que aceitao as verdades na cartilha do cristianismo escrita. Agora, se os homosexuais querem mudar alguns valores, que os facam, mas, dentro do que chamamos "cada um no seu tapete". Boates gays e o que nao faltam logo, la seria um bom local para a celebracao de tais casamentos, ne verdade?

Ungern disse...

É a face do gayzismo vista da forma mais realista, a militância mais fascista, autoritária, histérica, sem nenhum apreço pela verdade e a racionalidade, querem apenas poder sobre todos os demais setores da sociedade. Ao mesmo tempo em que homossexuais que se comportam como caricaturas do sexo oposto que pretendem imitar, porém, apenas se tornam aberrações, acham “terrível” alguém ter o direito de não querer nem contratar um/a homossexual como funcionário, seja numa empresa, igreja ou casa de família, eles acham perfeitamente normal, justo e louvável criar essas patrulhas, verdadeiras gaystasis (como era a stasi, polícia secreta do lado comunista da Alemanha), no intuito de provocar demissões de opositores da causa gay, tumultos na porta da casa dos desafetos, ataques a vida pessoal de quem não se curva. São como infestações de ratos, um vê algo que o “escandaliza” e rapidamente uma rede subterrânea gayzista é ativada, seja por meios eletrônicos, imprensa escrita ou de apitos, quando se percebe há um bando deles fazendo escândalo juntos.

HENRIQUESPACESUB1 disse...

El vai desenhar o SUPERMAN , não o SUPERGAY. Quem esses Homossexuais pensam que são? A"raça superior" dos Rockfeller? São uma minoria que está sendo usada por estes , e qdo alcançarem o seu objetivo serão descartadas... Quem está sujo , suje-se ainda , e quem está limpo, limpe-se ainda... Eu não quero estar aqui pra assistir ao triste quadro dos tempos que estão porvir, Jesus disse que nos últimos dias da igreja na terra , haveriam sinais nos céus....