2 de fevereiro de 2013

Brasil: tropas federais demolem casas e deixam milhares sem teto


Brasil: tropas federais demolem casas e deixam milhares sem teto

Alex Newman
Milhares de famílias pobres do Brasil estão vivendo em condições precárias em campos de refugiados improvisados após terem sido despejadas das suas casas sob a mira das armas das forças federais, sendo que alguns deles portavam em seus uniformes a logo das Nações Unidas, segundo fontes.
A gigantesca operação que colocou na condição de sem-teto mais de 7.500 pessoas – muitas delas crianças – foi justificada pelas autoridades com a desculpa de criar uma reserva indígena.
Cidades foram literalmente varridas do mapa e nenhum tipo de compensação foi oferecida às vítimas. Cerca de 400 mil acres de terra foram expropriados nessa última operação.
Residentes da gleba de Siuá-Missú no estado do Mato Grosso lutaram por semanas contra a força federal fortemente armada usando apenas paus, pedras, coquetéis molotov e outras armas rústicas.
No fim, porém, as poderosas forças federais prevaleceram.
Virtualmente todos os residentes estão agora deslocados, vivendo miseravelmente, empilhados em ginásios escolares das cidades vizinhas. Outros estão vivendo de caridade, porém morando embaixo de armações de lona sem água limpa ou serviço de esgoto.
Enquanto isso, os líderes da débil resistência estão sendo caçados pelas autoridades para serem punidos.
Foi em 1993, pouco depois do primeiro simpósio de desenvolvimento sustentável da ONU no Rio de Janeiro que se propôs o esquema. O poder executivo do governo brasileiro decretou que a terra em questão pertence aos índios.
“Essas áreas foram demarcadas após estudos apressados levados a cabo por antropólogos esquerdistas, que colocavam a ideologia antes da ciência”, disse Fernando Furquim, do Movimento Paz no Campo, uma ONG que apoia os direitos de propriedade privada, em entrevista ao WorldNetDaily (WND).
“Os conflitos entre o setor produtivo e os índios estão assumindo grandes proporções” reforçou Fernando. “Incontáveis ONGs apareceram lá para se envolver no caso, sendo que muitas são do exterior.”
Nesse ínterim, o governo brasileiro enviou ao WND uma nota dizendo que as vítimas ainda não foram selecionadas para indenização, porém algumas serão reassentadas em outro lugar se elas estiverem qualificadas para o programa de “reforma agrária”.
Autoridades também disseram ao WND que a ONU não esteve envolvida nos esforços de expropriação. A explicação para a logo da ONU estar nos uniformes é por conta das forças federais terem retornado recentemente de “missões de paz” no exterior.
Em Suiá-Missú, os proprietários das terras deram início uma série de batalhas legais após o decreto governamental para lutarem validamente por suas terras. Muitos dos residentes viveram naquela área durante décadas, sendo que alguns até nasceram lá.
As propriedades foram, em sua maioria, compradas como grandes fazendas e vendidas em lotes menores nas décadas recentes. Algumas foram herdadas de parentes.
O judiciário brasileiro até então, decidiu que as expropriações forçadas poderiam proceder e, em novembro do ano passado, foi dado aos moradores 30 dias para sair daquelas terras.
Muitos se recusaram a sair, mas as tropas fortemente armadas da Polícia Federal tinham um poder muito maior do que os pobres agricultores poderiam lidar.
“As vítimas expropriadas vivem agora em escolas no Alto da Boa vista, em campos de refugiados e casas de parentes”, disse Naves Bispo – um morador local e vítima do esquema de desapropriação de terras – ao WND, lembrando ele ainda que a situação está terrível e deteriorante.
“Ninguém foi realocado pelo governo, embora ele tenha dito o contrário”, afirmou Naves. “Nunca existiu um plano para essas pessoas, houve apenas uma expulsão rápida, brutal e grotesca.”
Como outras vítimas e analistas que falaram com o WND, Bispo estava incerto do motivo pelo qual as autoridades brasileiras decidiram criar uma reserva indígena em uma terra que nunca foi ocupada por índios e que já estava legalmente apropriada.
Documentos oficiais obtidos pelo WND mostram que em 1970, a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), vinculada ao Ministério da Justiça, confirmou em duas ocasiões que os índios jamais viveram na terra em questão.
“Eu sei e sinto que estamos novamente em um estado ditatorial governado pelos seguidores de Fidel, Mao e Che”, continuou Bispo, fazendo referência ao partido governante – o PT – e suas ligações muito bem documentadas com regimes tirânicos da região.
“Esse terror contra os pobres, essa crescente praga, muito bem organizada é uma afronta à democracia nas Américas” reforçou. “Perdi minha terra e meu campo de trabalho, mas nunca perderei meus ideais.”
Resistência local
Enquanto a imprensa foi impedida de documentar muito dessa batalha, o noticiário local mostrou a verdadeira extensão da tragédia. Muitos críticos disseram que isso se caracteriza como realocação forçada, o que é considerado um crime contra a humanidade segundo acordos internacionais.
O proprietário de posto de gasolina Arnaldo Costa, o primeiro a ser notificado das expropriações, lamentou a situação em uma entrevista para a TV. “Esse é o pior dia da minha vida. O pior em 53 anos”, disse. “Eu pedi para eles me ajudarem a achar um lugar para nós, mostrar para onde deveríamos ir”.
Outro homem entrevistado na mesma reportagem abriu sua mercearia 30 anos atrás e estava prestes a perder tudo o que construiu durante sua vida caso fosse forçado a sair dali.
Durante as expropriações, as autoridades sequer deixariam os agricultores colherem suas próprias plantações, disse uma jovem estudante para a reportagem. “Plantamos arroz ao longo de 100 acres e eles não vão nos deixar colher. Gastamos R$ 90.000 e simplesmente não nos será permitido colher”, disse a garota em prantos. “Triste, muito triste. Angustiante. Um sofrimento.”
Alguns moradores, porém, foram resistentes. “Vou ficar aqui até morrer” disse Eliezer Rocha para a reportagem da TV. “Prefiro ser morto por uma bala a morrer com o coração partido sem um lugar para viver e trabalhar.”
O pesar era generalizado entre os locais assolados pelo acontecimento, que estavam prestes a perder seus únicos meios de subsistência e virtualmente todas as suas propriedades. Eles tentaram manter as forças federais longe dali com armas improvisadas e manifestações populares.
Alguns moradores queimaram bandeiras do Brasil, enquanto outros organizaram patrulhas, em vão, para rechaçar a polícia e as forças federais.
Políticos locais, legisladores estaduais e até mesmo membros do Congresso se manifestaram. “Dez pessoas ficaram feridas no confronto”, disse o Senador mato-grossense Jayme Campos às reportagens da mídia brasileira que se seguiram após várias batalhas travadas entre os locais e as tropas federais. “Toda e qualquer agressão levada a cabo pelo governo resultará inevitavelmente na violenta reação da comunidade”, disse Jayme.
Chamando atenção para os milhares de cidadãos que foram forçados a deixarem suas casas e ficaram sem ter para onde ir, Campos disse que eles não estavam fazendo nada mais que “lutar desesperadamente para manter as conquistas de vidas inteiras, ganhas a custo de muito suor e sacrifício”.
Para acalmar a situação e prevenir mortes, o senador pediu uma suspensão temporária das expropriações e uma mudança na Constituição que dê maior poder aos legisladores para intervir nas decisões unilaterais do executivo que definem como “território indígena” qualquer lugar que lhes convir.
As “medidas extremas” levadas a cabo pelas autoridades, segundo Campos, foram inapropriadas. “Esses agricultores estão dispostos a fazer qualquer coisa: matar ou morrer”, observou o senador. “Uma tragédia pode ocorrer a qualquer momento.”
Os apelos do senador e de outros colegas legisladores foram parar em ouvidos surdos.
Acabou
Em 18 de janeiro as autoridades brasileiras disseram que toda a área foi “limpa”. 
Muitas das estruturas – casas, igrejas, escolas, um hospital, parquinhos, plantações e muito mais – já foram demolidas. O resto será destruído em breve.

“É uma vergonha o que está acontecendo aqui”, disse Paulo Gonçalves – que também foi expropriado das suas terras – ao WND em entrevista por telefone. “Uma grande injustiça foi cometida contra o povo. Eles não têm para onde ir, não têm um plano”.
Outro morador local, que não quis ter seu nome revelado pela imprensa, contou uma história similar.
“Meu pai tinha 2.000 hectares naquela região e perdeu tudo”, disse o jovem ao WND. “Ele tinha seis empregados que trabalhavam ora direta e ora indiretamente nas plantações, e hoje eles vivem de caridade e estão quase passando fome, além de não terem recebido qualquer ajuda do governo federal”.
Reportagens da mídia local mostraram os expulsos em prantos dizendo que seus mundos vieram abaixo em um instante.
“Estamos procurando um lugar para ir, mas ainda não sei o que fazer direito. Todos saíram daqui sem saber para onde ir”, disse em prantos o agricultor Juvenil Moreira.
“Não foi voluntário. Eles vieram e nos ameaçaram. Os federais já haviam vindo duas vezes na minha casa e feito ameaças, dizendo que se eu não saísse, eles iriam confiscar todas as minhas posses” acrescentou. “Eu disse a eles que eu não tinha para onde ir, mas eles não queriam me ouvir.”
“Não existe uma única pessoa que tenha sido reassentada pelas agências governamentais. Nenhuma.” Explicou Moreira, contradizendo os ditos do governo de que iria dar assistência a um determinado número de pequenos agricultores como parte da sua política “reforma agrária”.
Outro agricultor local, Mamede Jordão, disse que um oficial federal ameaçou levá-lo em um helicóptero e jogá-lo lá de cima se ele continuasse a falar contra as expropriações.
As comunidades também foram forçadas a deixar para trás todos os seus mortos em cemitérios que já existem há décadas.
Somados, os residentes da área também possuíam centenas de milhares de vacas. Agora eles não têm onde coloca-las. Muitos outros animais também foram deixados para trás enquanto eles tentavam salvar os animais que fosse possível – cães, gatos e galinhas – para que pudessem ir para o novo campo de refugiados que agora seria chamado de “casa”.
Caridade
Alguma ajuda chegou.
Pregadores cristãos a centenas de quilômetros dali estavam arrecadando toneladas de comida e assistência de suas congregações para levar às vítimas.
Outros cidadãos da região, aflitos com a situação, também fizeram doações. Cidades dos arredores tentaram fazer o melhor possível para ajudar um maior número de famílias mesmo com seus escassos recursos.
Pelo menos um empresário local também prometeu doar um terreno para que as pessoas possam reconstruir suas casas e tentar ganhar a vida novamente com aquilo que o solo dá.
Algumas pessoas também conseguiram se refugiar na cidade de Alto da Boa Vista, onde o prefeito Nezip Domingues prometeu ajudar de alguma forma, mesmo sabendo da falta de recursos do povo da cidade.
Ele também agradeceu a todos os prestativos cidadãos da região que enviaram ajuda. “Certamente, se não fosse os atos que esses grupos e a sociedade estão realizando – eles ficaram muito comovidos com a situação em Suiá-Missú – nós não saberíamos o que fazer”, disse Domingues em uma entrevista para a TV.
“Nossa prefeitura não tem os recursos para atender a todas essas necessidades, portanto agradecemos de coração a todos aqueles que ajudaram essas famílias”, acrescentou.
Outras fontes disseram ao WND que as pessoas estão eternamente agradecidas a Deus pela ajuda levada a cabo por pastores e congregações cristãs da região.
Apesar disso, os refugiados também se sentem um pouco humilhados. Aqueles que já foram independentes, agora dependem de doações para que possam alimentar suas crianças.
Esperança
Os refugiados ainda pedem ao governo que desfaça essa realocação, que segundo eles, despedaçou milhares de vidas. Eles pedem que se devolvam as terras e se ofereça as compensações pelas perdas das casas.
Alguns ainda se apegam a um grão de esperança, esperando que Deus intervenha ou que o governo por si próprio perceba os erros que cometeu.
“Ainda há esperança. É pequena, mas existe”, disse o agricultor Romão Flor à TV Araguaia em uma entrevista após detalhar as condições precárias de vida que os expulsos estão sofrendo.
“Porém, o governo é muito forte, a agência indígena é muito forte, a pressão dos interesses internacionais é muito forte e também as ONGs são muito fortes”, disse. “Não será fácil.”
Já outros desistiram de tudo após ver o que sobrou daquilo que um dia foi uma cidade.
“Eu acabei de voltar de lá e vi o que se tornou [a cidade] Posto da Mata. Acabou”, lamentou chorando uma jovem mãe e pequena agricultora chamada Maria da Costa, que agora “mora” em um ginásio com outras oito famílias. Ela desatou a chorar antes de terminar de falar. Uma senhora de idade próxima a ela acrescentou: “Eles destruíram nosso povo. Tudo que é nosso está destruído.”
As terras
Fontes oficiais do governo brasileiro disseram ao WND que a terra em disputa foi tradicionalmente ocupada pelos índios da tribo xavante, que foram expulsos daquelas áreas na década de 1960 para que colonos pudessem lá habitar.
Entretanto, numerosos documentos obtidos pelo WND e testemunhos dos índios xavantes mostram que a tribo nunca ocupou aquela região.
Um índio xavante, por exemplo, falando em uma reunião local, criticou veementemente a FUNAI por ter tomado aquelas terras, dizendo que a agência estava operando como se fosse em nome dos índios e expropriando terras, mas que na verdade a agência não estava interessada em verdade alguma.
“Eles sabem que os xavantes moram no cerrado e que vocês [os fazendeiros] estão vivendo aqui” exclamou um índio ancião. “Agora ajudem”, continuou ele, apontando o dedo no rosto de alguns dos oficiais do governo que participaram da reunião. “Devolvam tudo que roubaram dos índios e de toda a raça humana”.
Voltando-se para a plateia novamente, ele concluiu: “Queremos ficar no nosso lugar e que vocês fiquem nos seus.”
Uma delegação do Congresso que visitou a área citou quatro xavantes que disseram a mesma coisa: A tribo jamais viveu na área em questão.
A própria FUNAI admitiu em duas ocasiões na década de 1970 que nenhum índio vivia ali quando foi questionada por um grande latifundiário que pesquisou o assunto para fins de desenvolvimento.
A tribo, que atualmente tem cerca de 14.000 membros e já tinha 3.5 milhões de acres no estado do Mato Grosso, recebeu uma oferta do governo do estado para que aceitassem outras terras e, deste modo, evitasse as expropriações.
As verdadeiras razões
Enquanto continua incerto se a ONU estava envolvida na mais recente expropriação forçada, as ações estão em concordância com um acordo internacional sobre povos indígenas, dizem os analistas.
Um fazendeiro da região, Sebastian Prado, disse aos repórteres que o governo está tentando extorquir milhões de dólares para que, em troca, cesse a grilagem de terras. Ao falar, ele foi pessoalmente atacado por um alto funcionário federal.
“O Sr. Sebastian Prado será processado por suas mentiras contra o Secretário Paulo Maldos e pagará na corte por suas absurdidades e irresponsabilidade”, disse em nota o Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho.
Apesar disso, vários outros motivos foram identificados. Dentre os mais citados: pressões de ONGs internacionais como o Greenpeace e perseguição religiosa das poderosas forças da Teologia da Libertação às comunidades evangélicas conservadoras e devotas.
Vítimas e analistas que falaram com o WND também identificaram como provável causa o esforço para avançar o socialismo no Brasil e na região deteriorando os direitos de propriedade e atacando cidadãos independentes como agricultores e fazendeiros; é um processo que já está bem encaminhado na América Latina e é liderado pelos sêniores do PT.
Finalmente, megacorporações estrangeiras e governos de fora que tentam extrair minerais raros também foram citadas.
Acordo na ONU
Um acordo da ONU pouco conhecido, chamado “Declaração dos direitos dos povos indígenas”, aprovado pelo corpo da Assembleia Geral em 2007, foi citado como justificativa para expropriar as terras.
Apesar dos Estados Unidos terem rejeitado esse controverso esquema da ONU na ocasião, cujo propósito requeria a entrega de terras “tradicionalmente” ocupada por nativos, o Presidente Obama assinou o acordo no final de 2010.
No ano passado, em uma atitude que atraiu uma mistura de ridículo e de alarme da crítica, o relator especial da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas James Anaya visitou os EUA.
Ele concluiu, dentre outras coisas, que o Monte Rushmore e outras vastas extensões de terra deveriam ser devolvidos aos nativos americanos para que isso colocasse o governo americano em acordo com o tratado.
Vários legisladores contatados pelo WND estavam cientes da situação no Brasil, mas nenhum estava disposto a comentar publicamente o assunto nesta ocasião.
Ainda, analistas dizem que a ONU e governos de mentalidade autoritária buscam explorar injustiças do passado contra povos indígenas para dar andamento a suas agendas. O perigo aumentará; pelo menos sem a pressão internacional sobre as autoridades brasileiras, que estão desesperadamente tentando polir suas imagens no cenário global.
Socialismo
Enquanto isso acontece, a marcha do socialismo na América Latina continua – apoiados por forças estrangeiras que estão majoritariamente fora do radar da mídia ocidental.
Uma das alavancas do progresso socialista é o Foro de São Paulo (FSP), uma nebulosa organização política socialista e comunista fundada pelo ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva do PT, junto com o déspota marxista Fidel Castro, os Sandinistas, entre outros.
Grupos narcoterroristas marxistas como as FARC também estão intimamente envolvidas no grupo, inclusive colaborando com fundos arrecadados pelo tráfico de drogas para dar andamento à causa.
Atualmente, os partidos políticos que são integrantes do FSP – tal como é o caso do PT – controlam boa parte dos governos nacionais da América Latina. Hugo Chávez na Venezuela, por exemplo, é um proeminente participante, assim como outros socialistas menos poderosos.
A atual presidente do Brasil, Dilma Rousseff, uma “ex” guerrilheira comunista e revolucionária também desempenha um importante e crescente papel no esquema.
Traduzido por Leonildo Trombela Júnior do artigo do WND: Troops bulldoze homes, leave thousands homeless
Divulgação: www.juliosevero.com
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15 comentários:

Roberto disse...

Quem diria, o governo do PT com nojo de pobre, maltratando os pobres, tirando tudo que as pessoas tem.
Parece que as pessoas só tem direitos se forem membros do MST, forem pelegos de algum sindicato.
Tiram pessoas trabalhadoras de suas terras, que ganham a vida honestamente, e colocar no lugar índios, que segundo a FUNAI nunca estiveram naquelas terras.
Inacreditável.
PT virou só amigo dos ricos, dos corruptos, dos sabujos endinheirados.
Ricos ou pobres, não importa, as pessoas têm que ser respeitadas na sua dignidade, não são as posses que orientam o respeito pelas pessoas, e com frequência, são os menos afortunados que são os que demonstram maior valor e caráter.

Anônimo disse...

Fatos criminosos como esses antecedem 1993. Recomendo a leitura do livro:
'Tribalismo Indígena', do saudoso Plínio Correa de Oliveira

http://conservador.blog.br/2008/12/leia-tribalismo-indgena-e-entenda.html

José/MG

Anônimo disse...

Quem ainda acredita que Brasil é realmente democrático, e que não vivemos sobre um regime ditador?

Tirar pessoas de suas casas na base da força é coisa de comunista; porque acham que a população foi desarmada, mesmo a maioria do povo sendo contrário ao desarmamento? para que nosso governo petista possa fazer essas aberrações.

Socialismo tem um propaganda linda, mas no fim só o povo fica na miséria. O Lula está bilionário.

Brasil está passando por metamorfose e se transformando em uma China.

Anônimo disse...

As pessoas não entendem que os países entregaram a soberania ao preposto de governo mundial encastelado na demoníaca onu.

Trindade disse...

Olá Júlio;
Para os que duvidavam, vão continuar duvidando, ou seja, a cada dia a esquerda vai testando o povo brasileiro e como não reagem eles avançam, tudo isso são testes para saber o nível de conhecimento e de reação do povo brasileiro, também testam a grande imprensa e essa pelo jeito já esta domada.
Alguém cobra a presença do pessoal dos “Direitos Humanos”, mas não sabe essa pessoa que esse Instituto é só mais uma ferramenta de dominação usada, assim como são usados os ditos “movimentos populares ou sociais” de negros, de sem terras, de sem tetos e o movimento GLBT, etc, pois a prova disso se resume SÓ EM UMA PERGUNTA: Se esquerda apoia tanto os movimentos sociais nas democracias onde estão esses movimentos em países comunistas? R: Na Foram silenciados à força, assim como farão com os nossos se caso assumirem o poder total, vide Processos de Moscou (pesquisem e leiam).
O caso de Suiá-Missu é só um teste e pelo jeito foi bem sucedido, porque o restante da população não se interessou, então eles sabem que podem usar a tática dos nazistas de Passividade Social, ou seja, é a situação famosa descrita pelo Pastor Luterano alemão Martin Niemöller, Pastor Luterano alemão que vivenciou a segunda guerra mundial:
"Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu calei-me, porque, afinal, eu não era social-democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles me levaram, não havia mais quem protestasse"
Mas a humanidade está com pressa para a chegada do governo mundial do anticristo e a ideologia e religião desse governo já foram escolhidas; Alguém esta surpreso do porque das perseguições dos valores judaico/cristão? É queridos o direito à propriedade é um valor cristão do ocidente.

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Amigo Trindade,

Dá vontade de dizer com todas as letras (e em todos os cantos do país): "PT, quem te viu e quem te vê!"

Lembro que o PT, há muitos anos atrás (mais precisamente na década de 80, quando ele foi criado), dizia que era o partido do povo pobre, que iria acabar com os desmandos dos empresários, que iria promover a justiça social no país, enfim, que fazia mil e uma promessas de melhorar a vida do brasileiro.

E o que vemos hoje? O PT nada mais é do que um partido representante do inferno aqui na Terra. Todas as diretrizes do PT são totalmente contra a família, contra a fé cristã e contra todos os bons princípios. É um partido totalmente a serviço do diabo (só não enxerga e não aceita isso quem não quer)!

E a mesma cartilha do PT é seguida por outros partidos de natureza esquerdista–marxista–comunista–socialista: PSTU, PSDB, PC do B, PCO, PV (entre outros).

Se houvesse uma guerra civil (do povo contra este governo corrupto), eu mesmo faria questão de participar. Sinceramente, tem horas que eu sinto saudades do regime militar, para dar um basta em toda essa podridão do nosso governo!

Soldier disse...

O Trindade tem toda a razão. A tática do movimento revolucionário é essa mesma, como já comentou muitas vezes o Olavo de Carvalho. Eles sondam a resistência e a covardia da população, o nível de controle que eles têm dos meios de informação, para avançarem na agenda ditatorial. As forças armadas já estão totalmente domadas, pelo visto. Essa clara violação da soberania nacional é um sintoma do quanto os militares estão acovardados e/ou corrompidos. São fatos que estarão se cumprindo à caminho do reino mundial do Anticristo, como anunciando na Palavra de Deus. Que tais acontecimentos ocorrerão cada vez piores, não há dúvida. Porém, para os que temem e buscam a Deus em verdade, haverá livramentos. Enquanto o povo brasileiro insistir na sua rebelião contra o Senhor, será vítima das atrocidades de satanás e seus seguidores.

Soldier disse...

Presbítero Valdomiro, quem viu o PT e quem o vê hoje, se entende o que é o marxismo-leninismo, apenas acompanhou etapas de um plano uniforme, com pequenos ajustes estratégicos. É o erro mais comum que existe imaginar que o PT "mudou".

Para compreender bem o que é o movimento revolucionário, recomendo que você leia esta sinopse do livro "Orvil - Tentativas de Tomada do Poder", de Agnaldo Del Nero Augusto, e se possível adquira o livro.

Outra recomendação enfática é o excelente clássico moderno de George Orwell, "A Revolução dos Bichos", uma leitura muito interessante, envolvente e didática, que mostra de forma ilustrativa o que é e como age o movimento revolucionário comunista.

Baixe o e-book grátis no link a seguir:

http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/animaisf.pdf

Soldier disse...

Opa, citei a sinopse do livro "Orvil - Tentativas de Tomada do Poder" mas esqueci de mandar o endereço. Perdoem-me a mancada... rs

Segue abaixo:

http://anatollipovistliet.blogspot.com.br/2013/02/orvil-tentativas-de-tomada-do-poder.html

Lino disse...

Respondendo ao Roberto, ao Trindade, ao presbítero Valdomiro e ao Soldier,

Em 1913, Lênin (ditador socialista) escreveu o "Decálogo", um documento contendo 10 itens que apresentam ações táticas para a tomada do poder. Este documento é a cartilha de como o PT (e outros partidos esquerdistas) realmente agem nos bastidores (qualquer semelhança com os dias de hoje não é mera coincidência)!

Vejamos o que diz o tal "Decálogo":

1 – Corrompa a juventude e dê a ela total liberdade sexual;

2 – Procure se infiltrar nos meios de comunicação de massa, e depois controle todos eles;

3 – Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a promover discussões sobre assuntos sociais;

4 – Destrua a confiança do povo em seus líderes. Faça com que eles fiquem com a imagem denegrida perante a opinião pública;

5 – Fale sempre sobre democracia e em Estado de Direito; mas assim que puder (e tão logo haja a primeira oportunidade), assuma o poder sem nenhum escrúpulo;

6 – Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País (principalmente no exterior), e provoque o pânico e o caos na população por meio da inflação;

7 – Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;

8 – Provoque distúrbios sociais e contribua para que as autoridades constituídas não as proíbam;

9 – Contribua para a destruição dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não–comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;

10 – Procure catalogar todos aqueles que possuem armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, fazendo, assim, com que seja impossível oferecer qualquer resistência à nossa causa.

Anexo ao mesmo "Decálogo", tem mais um outro documento intitulado "Os 10 princípios da esquerda". Vejamos quais são estes mesmos princípios:

1 – Os esquerdistas crêem que não existe moral. Na verdade, os esquerdistas crêem apenas na moral que for favorável a eles mesmos, isto é, "não roubar" vale somente para os outros (mas os esquerdistas podem roubar à vontade para si próprios e para aqueles que os ajudam);

2 – Os esquerdistas promovem o anti–convencional, violentam os costumes e preferem a descontinuidade. Não gostam de seguir certas regras diferentes das que eles mesmos criam;

3 – Os esquerdistas derrubam tudo que seja pré–estabelecido. São, por natureza, contra todo e qualquer sistema padronizado (que contém princípios já determinados há muito tempo);

4 – Os esquerdistas agem com imprudência e irresponsabilidade, não importando quais prejuízos venham a causar aos que estão sob seu comando;

5 – Os esquerdistas desejam a uniformidade universal: todo mundo igual (exceto eles, quando estão no poder usufruindo dos privilégios);

6 – Os esquerdistas não se impõem limites e acreditam que podem melhorar, aperfeiçoar e acabar com as imperfeições de tudo, inclusive do próprio ser humano. Para fazer uma omelete, é preciso quebrar os ovos (mas eles partem para quebrar todos os ovos, mesmo que não consigam fazer omelete alguma);

7 – Os esquerdistas são contra a liberdade e a propriedade privada. Preferem a escravidão, embora a chamem, de maneira sutil, por outros nomes: igualdade, responsabilidade social, justiça social, senso de coletividade, etc;

8 – Os esquerdistas impõem coletivismo forçado. Tudo deve ser de todos (mas somente sob controle total do Estado);

9 – Os esquerdistas desejam o poder desmedido e a liberação de todas as paixões humanas (marxismo clássico e marxismo cultural);

10 – Os esquerdistas não querem estabilidade: pregam a revolução perpétua. Dizem promover a paz, mas são os maiores incentivadores de todas as guerras e lutas armadas.

Diante disso tudo que foi mostrado aqui, eu pergunto a todos: alguém ainda tem mais alguma dúvida das reais intenções do governo do PT (e de outros partidos com a mesma agenda política)?

Anônimo disse...

É triste e vexaminoso que as Forças Armadas, no caso, o Exército, que historicamente sempre se recusou a fazer o papel de capitão-do-mato tenha caído tão baixo.

Leandro Teles Rocha disse...

Vejam isso: http://youtu.be/6awSYT4EVug

ABSURDO !!!!!

É o PT mostrando sua verdadeira natureza.

Eu já fui brutalmente perseguido, reprimido e caluniado quando era aluno de uma pseudo-universidade católica (PUC Minas) pelo simples fato de acompanhar o trabalho do professor Olavo de Carvalho. Eu representava uma ameaça aos planos petistas de transformar o Brasil em um país comunista.

Enquanto os tolos dormem, a Polícia Federal (muito bem remunerada) está sendo utilizada para reprimir e tomar a propriedade da classe média rural, que trabalha e fornece alimentos para as cidades.

Vejam: http://youtu.be/6awSYT4EVug

Não é a primeira vez. Vejam: http://youtu.be/XpYsvQnfAFY

Acordem!!!!!

Fabiano disse...

Se for para devolver o que por direito pertence aos índios, que todo brasileiro coloque a mochila nas costas, e abandone a "Ilha de Vera Cruz".

Joaquim disse...

Presbítero Valdomiro,

Já que você falou do regime militar, me permita eu citar um episódio que eu presenciei pessoalmente naquela mesma época.

Em 1964, no auge dos meus 22 anos (completei 71 no dia 20 de janeiro), vi pessoalmente a "Marcha da família com Deus pela liberdade" em São Paulo. Lembro que a multidão saiu da Praça da República, seguindo pela Rua Barão de Itapetininga, atravessando o Viaduto do Chá, para, ao chegar à Praça da Sé, ser rezada uma missa pela democracia, pelo padre irlandês Patrick Peyton (que estava no Brasil a convite da Igreja, e, em especial, do Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara, da Arquidiocese do Rio de Janeiro).

Foram cerca de 500 mil pessoas que participaram deste evento. Foi uma resposta ao comício realizado no Rio de Janeiro em 13 de março de 1964, durante o qual o presidente João Goulart anunciou seu programa de reformas de base. As pessoas, nesta mesma marcha, manifestaram seu repúdio ao regime comunista (que era o que João Goulart queria implantar no Brasil). E era divulgado a todos (através de panfletos) o perigo do comunismo para todos os brasileiros. Isso sem contar que, na época, o presidente estava visitando a China (um país comunista).

Como testemunha viva de quem presenciou todo o regime militar (do início em 1964 ao fim em 1985), posso falar com autoridade: graças a Deus que os militares vieram no momento certo para afastar essa praga do comunismo (que seria nociva para o nosso país)!

Da mesma forma que você, eu também sinto muitas saudades daquela época. Quem dera se fossem feitas mais manifestações do mesmo tipo, para escorraçarmos do governo o PT e os demais partidos esquerdistas!

Quintanilha Ramos disse...

OLA GOSTARIA DE DIZER QUE ESTOU DIVULGANDO SUA PAGINA NO MEU BLOG...

http://libertosdohomossexualismo.blogspot.com.br/

Graça e Paz!