27 de fevereiro de 2013

A chave para a vitória pró-família — se realmente a quisermos


A chave para a vitória pró-família — se realmente a quisermos

Exclusivo: Scott Lively explica o que é necessário para inverter a maré do homossexualismo

Scott Lively
Em 25 de janeiro deste ano, a Duma do Estado russo, a qual é seu órgão legislativo máximo, votou a proibição da propaganda homossexual para crianças, seguindo a aprovação de leis similares em várias cidades russas, includindo São Petersburgo e Novosibirsk (capital da Sibéria). Avance, Rússia!
Scott Lively
Pessoalmente fico muito feliz em ver esses acontecimentos, tendo eu pedido especificamente por leis desse tipo durante minha viagem de palestras na ex-União Soviética em 2006 e 2007. Durante a viagem, que começou na cidade de Blagoveschensk, a leste da Rússia, e terminou em São Petersburgo, realizei palestras em vários lugares, incluindo muitas universidades, igrejas e salas de conferência, e encontrei vários líderes do governo em muitos níveis de influência. A viagem completa cobriu aproximadamente 50 cidades em sete países: Rússia, Polônia, Letônia, Lituânia, Estônia, Ucrânia e Bielorrússia (também passei pelo Cazaquistão, mas lá não realizei palestras).
Próximo ao fim da viagem, publiquei de São Petersburgo uma “Carta ao Povo Russo” (veja abaixo), que resume minha mensagem central que compartilhei em cerca de outras 300 palestras, pregações e entrevistas na mídia durante o ano anterior.
Minha mensagem pró-família foi calorosamente acolhida pelo povo de cada um desses países, e em níveis variados a agenda homossexual foi atrasada em muitos deles. Até onde sei, os únicos dois países do Leste Europeu que aprovaram leis específicas para restringir a propagação do homossexualismo foram Rússia e Lituânia, que, coincidentemente, são os únicos dois países para os quais escrevi uma carta aberta. Minha carta lituana pode ser vista online em www.defendthefamily.com.
Meu propósito ao escrever este editorial é contrastar os acontecimentos positivos na ex-União Soviética com recentes acontecimentos anti-família no Ocidente e promover um avanço maior. A vitória ainda é teoricamente possível para o movimento pró-família no Ocidente, se estivermos dispostos a pagar o preço.
Em 1º de fevereiro deste ano, estava na pequena Eynsham, Inglaterra, reunindo-me com um pequeno grupo de líderes pró-família, representado a herança do nosso movimento na Inglaterra, Escócia e Gales. O propósito original da minha visita àquele país era debater a “paternidade” de duplas homossexuais na Universidade de Oxford. O evento acabou para mim devido a algumas graves falhas nos detalhes do convite dirigido a mim (falhas que eu suspeito terem sido deliberadas), mas não antes de ter comprado uma passagem aérea não modificável. Deus salvou toda essa bagunça juntando esse incrível grupo em um prazo curtíssimo, e unindo muitos de nós em uma tarefa com potencial de grandes frutos. Falarei sobre isso mais para frente.
Durante nosso encontro, a principal notícia da semana em todas as manchetes era a votação pendente sobre o “casamento gay” na Câmara dos Comuns Britânica. O mesmo cenário também se desenrolava na França. E nos EUA, a última instituição não religiosa a publicamente rejeitar o homossexualismo, os Escoteiros da América, estava prestes a votar para permitir homossexuais nos Escoteiros e na liderança da organização. No fim da semana, tanto a Inglaterra quanto a França se entregaram aos gays por com margens consideráveis, e a organização dos escoteiros adiou a decisão (um resultado esperançoso, mas longe de uma verdadeira vitória pró-família).
No meu entender, os eventos da semana foram meramente uma confirmação da natureza espiritual da “guerra cultural” global, e mais uma prova das profecias bíblicas do fim dos tempos. Estou pessoalmente convencido (embora pudesse estar errado) de que chegamos à era de apostasia sobre a qual alertou a Escritura, e os eventos estão se precipitando para a grande conclusão detalhada na profecia. No entanto, essa perspectiva do fim dos tempos, cada vez mais popular nos Estados Unidos, não é amplamente compartilhada por cristãos no Reino Unido. Minha análise foi educadamente contestada por muitos dos presentes ao encontro, cuja premissa teológica e prática é a de que ainda é possível ganhar essa guerra cultural e derrotar a agenda “gay”, devolvendo a sociedade a alguma forma de consenso cultural centrado na família.
“Existe uma maneira de ganhar essa guerra”, admiti, mas é tão extraordinariamente difícil que não acredito que nosso povo esteja disposto a fazê-lo. Precisamos rejeitar completamente as pressuposições humanistas do debate sobre o homossexualismo na forma como existem agora e nos refundarmos nas pressuposições da Bíblia. Resumindo, não é possível criar, ou mesmo preservar, políticas públicas que implicitamente ou explicitamente reprovam o homossexualismo ao mesmo tempo em que cedemos à premissa antibíblica de que a discriminação contra homossexuais é moralmente e legalmente errada. Devemos ser capazes de (e estar dispostos a) construir todos os nossos argumentos sobre a premissa de que o homossexualismo em si é errado, e, portanto, o “casamento”, a “paternidade”, etc., também são errados.
A coisa mais importante que aprendi durante minha longa carreira lutando pelos valores bíblicos é que a visão de mundo dita as políticas.
No final de fevereiro de 2011, fui em uma pequena missão à Moldávia. O propósito da viagem era organizar um seminário para os líderes e principais ativistas do recém-criado movimento pró-vida do país. No entanto, providencialmente, no dia antes da minha chegada, o governo lançou uma campanha semisecreta para aprovar uma lei que proibia a discriminação com base na “orientação sexual” (a pedido da União Europeia). Em vez de organizar um seminário, meus anfitriões e eu organizamos uma campanha nacional de emergência para derrotar o projeto de lei, o que fizemos em questão de dias. O argumento que esbocei para essa campanha atinge em cheio o fator mais importante da guerra cultural: “Uma lei antidiscriminação baseada na orientação sexual é a semente que contém toda a árvore da agenda homossexual, com todos os seus frutos venenosos”. Essa é a explicação mais simples e direta de como o outro lado ganhou e nós perdemos todas as batalhas da guerra cultural na última metade de século. Se você permitir que a semente seja plantada e não focar seus esforços em desenraizá-la, com o tempo você irá perder todos os conflitos subsequentes. É uma necessidade lógica.
Em 2012, levei esse tema a Springfield, Missouri, onde o conselho da cidade havia anunciado planos de adotar leis antidiscriminação similares. Chamamos essa proposta de “Projeto Fascista Gay”, para destacar o seu objetivo último de refrear toda oposição pró-família ao homossexualismo e punir os dissidentes. Mais uma vez, ao educar as pessoas sobre a natureza fascista das leis antidiscriminação e utilizar o simples argumento de uma sentença destacada acima, reunimos um grande número de opositores e matamos o projeto (pelo menos por ora).
A chave para a vitória pró-vida é evitar que quaisquer outros “Projetos Fascistas Gays” sejam adotados, e desenraizar as sementes que já foram plantadas, tudo em direção ao objetivo abertamente declarado de desestimular toda relação sexual fora do casamento, para a saúde da nossa sociedade. Qualquer coisa menos que isso é fútil, exceto para desacelerar o processo de controle homossexual. Isso pode ser feito se tivermos vontade e disposição para pagar o preço. Coloco-me a disposição para auxiliar qualquer grupo defensor da família que esteja disposto a tentar.

Carta ao Povo Russo

Outubro de 2007
Meu nome é Dr. Scott Lively, presidente da Defend the Family International, uma organização de direitos humanos localizada em Los Angeles, Califórnia. Possuo um Juris Doctor em Direito pela Escola de Direito de Trinity, um Doutorado em Teologia pela Escola de Teologia Bíblica (School of Bible Theology) (ambas escolas da Califórnia), e um certificado de direitos humanos do Instituto Internacional de Direitos Humanos localizado em Strasbourg, França. Sou autor da Declaração de Riga pela Liberdade Religiosa, Valores Familiares e Direitos Humanos, e de vários livros, incluindo “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” (“A Suástica Rosa: Homossexualismo no Partido Nazista”), atualmente sendo traduzido para o russo para publicação em 2008.
Recentemente concluí uma viagem de palestras pelo seu belo país, e aprendi a amar sua cultura e seu povo. Tive o privilégio de visitar várias cidades russas, de Vladivistok a Blagoveschensk na ponta leste, a várias cidades na Sibéria, além de São Petersburgo, no oeste. Fiquei impressionado com a forma como os russos e americanos se parecem de várias formas: ambos são inteligentes, engenhosos, competitivos e empreendedores. Essas semelhanças são boas e ruins. Boas porque nossas nações têm uma fundação para a amizade, mas ruins porque elas tornam a Rússia vulnerável às mesmas forças destrutivas que causaram danos aos EUA.
O propósito da minha visita foi trazer um aviso sobre o movimento político homossexual, que causou muitos danos no meu país, e que agora criou raízes na Rússia. É um câncer que está crescendo rapidamente, e que irá destruir as bases da família na nossa sociedade se não tomarmos medidas efetivas e imediatas para impedi-lo.
O homossexualismo é um distúrbio de personalidade que envolve vários vícios sexuais, muitas vezes perigosos, e impulsos agressivos e antissociais. Essa combinação de fatores faz com que homossexuais tenham uma intensa lealdade uns com os outros e o objetivo em comum de transformar qualquer sociedade na qual vivem em comunidades “gays e lésbicas”. Eles não possuem aceitação em uma sociedade que restringe o sexo ao casamento heterossexual, então eles lutam para eliminar a moralidade sexual e remover todas as limitações à conduta sexual. É importante notar que sua estratégia inicial não é promover o homossexualismo, mas espalhar a imoralidade sexual entre os heterossexuais, principalmente os jovens. Somente mais tarde, quando a cultura já se tornou sexualmente corrupta, eles avançam abertamente para tomar o poder como líderes naturais de tal sociedade.
O processo de transformação sempre começa com as instituições que moldam o pensamento e o comportamento dos jovens. Primeiro vem a promoção da promiscuidade sexual por meio da mídia de massa, depois a introdução de “gays” notórios, como Elton John e George Michael, depois o desenvolvimento de células políticas “gays” nas universidades. Depois vem a defesa de “direitos dos gays” por políticos e líderes comunitários.
Não é por acaso que Hollywood promove a imoralidade sexual. A mídia de entretenimento americana é fortemente influenciada, e em muitos casos controlada, por ativistas homossexuais profissionais que utilizam a televisão, filmes e músicas como uma ferramenta de engenharia social. A juventude russa está sendo moldada dessa forma, assim como foram os jovens americanos desde o fim da década de 50. No entanto, o movimento homossexual global, agora rico e poderoso, aperfeiçoou suas táticas e pode transformar uma sociedade rapidamente.
Algumas universidades russas, principalmente nas grandes cidades, agora têm clubes de “gays e lésbicas”. Lembre-se de que o foco deles é sempre nos jovens. Os homossexuais sabem que não podem mudar os valores dos mais velhos, mas que os jovens, principalmente os sexualmente ativos e que vivem amigados, são facilmente persuadidos a aceitar o homossexualismo como simplesmente outro estilo de vida. Aliás, muitos jovens se tornaram defensores ativos do homossexualismo, pois o movimento gay retrata os homossexuais como vítimas indefesas de sociedades que “só querem ser deixadas em paz e amar quem eles quiserem”. As universidades servem de centros de recrutamento, tanto para homossexuais quanto para seus aliados e protetores heterossexuais.
O movimento homossexual tenta ganhar simpatia pública alegando que homossexuais “nascem assim” e não podem mudar. Isso não é verdade. Existe uma grande associação de médicos e terapeutas nos Estados Unidos que ajudam homossexuais a se recuperarem (acesse www.narth.com) e muitos milhares de ex-homossexuais que agora vivem vidas normais. Mas, infelizmente, há uma rede ainda maior de ativistas homossexuais e outros aliados (apoiados por todo o poder da União Europeia, algumas agências e instituições americanas e inúmeras ONGs internacionais), que insistem que o homossexualismo é imutável e deve ser protegido pelo governo. O objetivo é aprovar leis que proíbam a discriminação contra homossexuais, o que serve como fundamento legal para o restante da sua agenda: “paradas gays” protegidas e financiadas com dinheiro público em cada cidade, casamento homossexual ou o seu equivalente, promoção do homossexualismo para crianças, aceitação total do homossexualismo em todos os setores da sociedade, e punição para todos os que discordarem.
Infelizmente, muitos russos acreditam que isso nunca poderia acontecer em seu país. Isso foi o que nós acreditamos nos Estados Unidos. Mas essa mudança já começou na Rússia. Basta conversar com estudantes universitários nas grandes cidades, ou procurar na internet por atividades “gays” onde você mora. Houve uma parada do “orgulho gay” em agosto em Omsk, os jornais de Novosibirsk agora publicam anúncios de namoros gays, há pelo menos três sites “gays” para adolescentes em Krosnoyarsk, e São Petersburgo já possui uma população de homossexuais que se encontra para fazer sexo em parques públicos. Esses exemplos podem parecer uma ameaça pequena, considerando a forte oposição ao homossexualismo em grande parte da sociedade russa, mas imploro a vocês que não ignorem esses sinais de aviso. Eles são como a fumaça de um incêndio na floresta. Se você esperar até que possa ver as chamas da sua própria casa, será tarde demais.
O que pode ser feito para proteger a Rússia do movimento gay?
Primeiro, comece imediatamente uma campanha em todas as cidades para promover os valores do casamento e da família, e para desestimular a promiscuidade sexual e o concubinato. Crianças e jovens devem receber instruções apropriadas à idade sobre por que os valores de moralidade sexual e família são importantes para seu futuro, e estudantes mais velhos deveriam aprender como se preparar para serem bons maridos e esposas. Toda cidade deve oferecer seminários e orientações sobre o casamento para ajudar a fortalecer as famílias existentes. As cidades devem celebrar a vida familiar e oferecer muitos programas e atividades pró-família.
Segundo, comece a treinar médicos, psicólogos e terapeutas nas técnicas de ajudar os homossexuais a se recuperarem, e oferecer essa terapia como um serviço público. Promova a recuperação para homossexuais com publicidade e propaganda, e alcance os jovens que sofrem da atração pelo mesmo sexo. Alcance-os cedo e poupe esses jovens de uma vida inteira de dor e sofrimento. E algo de grande importância, se as autoridades russas promovessem publicamente a recuperação de homossexuais, os gays não teriam condições de enganar o público com sua propaganda de que “nasceram assim”.
Terceiro, criminalize a defesa pública do homossexualismo. Minha filosofia é deixar os homossexuais em paz se eles deixarem seu estilo de vida em privado, sem forçá-los à terapia se eles não quiserem. No entanto, o homossexualismo é destrutivo para indivíduos e para a sociedade e nunca deveria ser publicamente promovido. A maneira mais fácil de desestimular as “paradas gays” e outras manifestações de defesa do homossexualismo é tornar tais atividades ilegais com base no interesse da saúde e moralidade do público.
Quarto, desenvolver uma mídia amiga da família como alternativa aos produtos imorais que agora são importados dos EUA e do Japão. A sociedade russa é rica de pessoas talentosas. As empresas de mídia russas deveriam competir pelos corações e mentes dos jovens, e até mesmo dar exemplos de como produzir entretenimento de boa qualidade que eleva, e não degrada, o espírito humano.
Não é segredo que a Federação Russa compete com as nações do Ocidente, mas há uma área em que a Rússia poderia rapidamente tomar a liderança global: valores familiares. Enquanto os Estados Unidos e a Europa continuam a alienar seus cidadãos dedicados à família para seguirem o caminho destrutivo da “liberdade sexual”, a Rússia poderia se tornar uma sociedade pró-família modelo. Se isso acontecer, acredito que as pessoas do Ocidente começariam a emigrar para a Rússia, da mesma forma que os russos costumavam emigrar para os EUA e Europa. A Rússia poderia até ganhar de volta a simpatia dos seus antigos estados, como Polônia, Letônia e Lituânia, que agora estão sendo perturbados pelas demandas pró-homossexualismo da União Europeia.
Concluindo, todas as civilizações bem-sucedidas se sustentam nas bases da família natural: homens e mulheres unidos no casamento, dedicados a criar e sustentar crianças moralmente saudáveis que irão substituí-los na próxima geração. Essa fundação sempre será forte em nações que desestimulam a conduta sexual fora do casamento. Mas onde quer que a filosofia gay da liberdade sexual ilimitada for aceita, a estrutura familiar se desintegra. O povo russo tem uma importante escolha diante de si: promover o casamento e valores familiares, levando-os à saúde social, ou permitir a propagação da imoralidade sexual, que os levara à desordem social. Oro para que escolham a família.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: KEY TO PRO-FAMILY VICTORY – IF WE REALLY WANT IT
Leitura recomendada:
Artigos de Scott Lively:
Artigos sobre Rússia e homossexualismo:

8 comentários :

Gelson A Giraldi disse...

É ISSO MESMO SABEMOS QUE QUE VIRA A PERSEGUIÇÃO CONTRA OS VALORES E A FAMÍLIA ISSO É BÍBLICO MAS TAMBÉM
E BÍBLICO QUE SE NOS NÃO FIZERMOS NADA QUE ESTA NO NOSSO ALCANCE AS PEDRAS "FARAM" OU FALARAM DISSE JESUS
E TAMBÉM É NECESSÁRIO QUE HAJA ESCÂNDALOS E TAMBÉM DIRIA EU "PERSEGUIÇÃO" PARA QUE COMO DISSE PAULO OS SINCEROS SE MANIFESTEM SATANAS ESTA INVESTINDO CONTRA A IGREJA DO SENHOR MAS NÃO PREVALECERA, PODE VIR O QUE FOR NÃO PREVALECERA ATEÍSMO, GUEYSYSMO, SEJA O QUE FOR A NOIVA DE CRISTO NÃO SE CONTAMINARA COM OS MANJARES DO MUNDO GLORIA A DEUS, QUE O SENHOR NOS ORIENTE E NOS DE SABEDORIA E QUE PERMANESSAMOS EM VILIA E ORAÇÃO. O SENHOR NOS AJUDARA E NOS GUIARA A TODA A VERDADE AMÉM.

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Eis aqui as minhas sugestões para um cristão enfrentar o movimento homossexual:

1. Seja obediente a Deus – Afinal, com quem você é comprometido: com a obediência a Deus (e à Sua Palavra) ou com o mundo (e sua sujeira)?

"Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, toda aquele que se faz amigo do mundo se torna inimigo de Deus" (Tiago 4:4)

2. Não confie nem creia em ninguém (nem mesmo naqueles que se dizem cristãos) – Não deposite sua fé (ou sua confiança) em nenhum homem daqui da Terra. Somente em Jesus nós podemos confiar (somente Ele é verdadeiro).

"Maldito o homem que confia no homem, que faz da carne o seu braço, e que aparta o seu coração do Senhor" (Jeremias 17:5)

"Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso" (Romanos 3:4)

3. Não renuncie aos seus princípios – Não se curve diante de nenhuma intimidação e nem de nenhuma ameaça (seja de quem for). Lembre-se do que disseram os mártires da fé cristã: "Antes morrer do que pecar". Mantenha suas convicções firmes até o fim, ainda que isto lhe custe a prisão (ou a morte).

"Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida" (Apocalipse 2:10)

4. Tenha firmeza em dizer que o homossexualismo é pecado – Não caia no canto da sereia dos homossexuais e nem da mídia corrupta (que insistem em dizer que ser contra o homossexualismo é incitar o ódio contra os homossexuais).

"Não deis lugar ao diabo" (Efésios 4:27)

5. Não aceite nenhum argumento dos homossexuais a favor desse estilo de vida pecaminoso – Seja firme o suficiente para dizer que Deus não tolera o pecado (e que os homossexuais irão para o inferno após a morte se não se arrependerem dessa conduta enquanto ainda há tempo.

"Não erreis: Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo que o homem semear, isso ele também ceifará" (Gálatas 6:7)

6. Diga aos homossexuais que todo pecado tem suas conseqüências – Fale a eles sobre os inúmeros casos de AIDS (e de morte) entre os homossexuais.

"O salário do pecado é a morte; mas o dom gratuito dado por Deus é a vida eterna em Jesus Cristo, nosso Senhor" (Romanos 6:23)

7. Nunca faça nenhum acordo no sentido de relativizar o pecado – Não aceite nenhuma proposta (por mais "inocente" ou "inofensiva" que aparente ser) de conciliação (ou tolerância) com os homossexuais.

"Não podeis beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios" (1 Coríntios 10:21)

8. Fale do amor de Deus pelos homossexuais – Diga a eles que Deus ama o pecador, mas que Deus condena o pecado. Não hesite em dizer que amor não é a mesma coisa que permissividade (ou relativismo moral).

"Eu repreendo e castigo a todos quanto Eu amo. Sê, portanto, zeloso, e arrepende-te" (Apocalipse 3:19)

9. Diga aos homossexuais que Deus nunca mudará os Seus princípios – Seja corajoso o suficiente para dizer aos homossexuais que a lei de Deus não foi feita para agradar aos homens (e nunca irá se sujeitar a homem nenhum). Para Deus, o homossexualismo foi, é, e sempre será pecado (os homossexuais aceitando ou não). Afinal, a lei de Deus não é para ser questionada: é para ser obedecida.

"Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, mas para cumprir. Pois em verdade Eu vos digo que, até que passem os Céus e a Terra, nenhum i ou til jamais passará da lei, sem que tudo se cumpra" (Mateus 5:17–18)

10. Procure conscientizar a todas as pessoas sobre o perigo do movimento homossexual – Nunca deixe de dizer que o ativismo gay é uma séria ameaça à estabilidade da família (e também um perigo para toda a humanidade). Não seja omisso no seu papel de cristão.

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17)

Que estas sugestões sejam acatadas pelos cristãos corajosos o suficiente para enfrentar os ativistas homossexuais!

Esther Kochav disse...

Apoio totalmente estas propostas de Scott Lively.
Penso que enquanto não fomos arrebatados, temos o dever de nos posicionarmos e agirmos contra o mal.

Omissão também é pecado. A Palavra de Deus deixa bem claro o que é reservado aos tímidos (os covardes).

Apocalípse 21:8
“Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.”


Que os espectadores se tornem soldados. Que os homens e mulheres de Deus se levantem.

ÉLQUISSON disse...

Amado irmã Esther Kochav,

Sabemos que não vai demorar muito para que o Anticristo seja revelado ao mundo, já que isto está previsto na Palavra de Deus e, portanto, será inevitável. É como disse o apóstolo Paulo:

"Pois o ministério da injustiça já opera; há somente um que agora resiste, até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, o qual o Senhor desfará com o sopro de Sua boca, e aniquilará com o resplendor de Sua vinda; A esse cuja vinda é conforme a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais e prodígios de mentira; E com todo engano da injustiça para aqueles que perecem, pois não receberam o amor da verdade para que se salvassem. E é por isso que Deus lhes mandará a operação do erro, para que acreditem na mentira; Para que sejam julgados todos aqueles que não creram na verdade, antes sentiram prazer na iniqüidade" (2 Tessalonicenses 2:7–12)

Como cristãos, nosso papel não é se render. Muito pelo contrário: temos que resistir e continuar a fazer a nossa parte, mesmo com a nossa própria vida em perigo. Temos que perseverar até o fim (e até que Jesus volte e salve a Sua igreja). Foi como Jesus disse:

"Bem–aventurados os que forem perseguidos por causa da justiça, porque é deles o Reino dos Céus; Bem–aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por Minha causa. Alegrai-vos e rejubilai, grande será o vosso galardão nos Céus; pois assim fizeram aos profetas que vieram antes de vós" (Mateus 5:10–12)

"Aquele que tiver perseverado até o fim é que será salvo" (Mateus 24:13)

"No mundo tereis aflições; mas tende bom ânimo, porque Eu venci o mundo" (João 16:33)

"Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida" (Apocalipse 2:10)

Portanto, ainda que saibamos que é inevitável que o mal se alastre em todo o mundo, nós, cristãos, temos que manter uma postura firme (e continuar fazendo a vontade de Deus). Temos que ser corajosos o suficiente para dizer não a este mundo corrompido pelo pecado. Ainda que tenhamos que morrer por amor a Jesus e à Sua Palavra, temos que deixar bem claro a tudo e a todos que pertencemos somente a Jesus (e que nada nem ninguém jamais vai nos separar Dele). É como disse o abençoado apóstolo Paulo:

"Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor a Ti, somos entregues à morte todos os dias; Somos separados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores por Aquele que nos amou" (Romanos 8:35–37)

Que estas palavras façam com que todos permaneçam fiéis ao Senhor Jesus (e à Sua Palavra) até a volta Dele.

Gilson disse...

Não só eu concordo com o que a Esther Kochav e o Élquisson disseram, como eu ainda acrescentaria o seguinte: enquanto estamos apáticos, os homossexuais não estão brincando. Eles estão nos atacando diariamente sem a mínima piedade. Eles não vão sossegar enquanto não for aprovado o PLC 122 (ou qualquer outra lei a favor deles). Temos que tomar alguma atitude, ou melhor, reagir de alguma forma!

Como podemos reagir? Como verdadeiros cristãos: orando, fazendo pregações em público, organizando passeatas de protesto (de forma pacífica), convocando todas as pessoas para participarem de toda e qualquer manifestação pública contra o homossexualismo, enfim, mobilizando os cristãos para defenderem os valores da família (e a obediência à Palavra de Deus).

Dizem que "uma andorinha só não faz verão". Mas se eu, mesmo sozinho, não fizer a minha parte contra o pecado, quem vai fazer por mim? Se depender somente dos políticos que se dizem cristãos, tenho certeza de que não vai acontecer nada! Eu tenho que contar somente com Deus (e comigo mesmo).

Eu diria mais: pior do que ser um cristão fraco (sem forças) é ser covarde (desistir de lutar). Se um cristão luta por um ideal que acredita, ele tem que ir até o fim (não importam as adversidades que irá enfrentar). É como diz a Bíblia:

"O justo viverá pela sua fé, e, se ele retroceder, a minha alma não se alegra nele. Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a condenação, mas dos que acreditam para a preservação da alma" (Hebreus 10:38–39).

Igreja brasileira, está na hora de acordar! Pastores, líderes, pregadores, está na hora de sair do seu comodismo e ir à luta! Não podemos mais ficar de braços cruzados, esperando somente a boa vontade dos políticos da bancada evangélica! Ninguém pense que a resposta virá do Céu se cada um não fizer a sua parte! É hora de nos mobilizarmos e agirmos já!

Se não tomarmos uma atitude agora (e não protestarmos de maneira firme e forte contra as manobras dos homossexuais e de seus comparsas), amanhã poderá ser tarde demais! Depois, ninguém vai poder dizer que houve falta de aviso!

Que estas palavras sirvam de alerta para muitos que se dizem cristãos (e que ainda continuam acomodados)!

"PARA QUE O MAL VENÇA, BASTA QUE OS HOMENS DE BEM NÃO FAÇAM NADA"

Anônimo disse...

Irmão Julio, esse artigo deveria ser enviado aos conselhos de pastores, as dioceses católicas, aos educadores, aos deputados e senadores da republica,aos lideres dessa nação e a Presidente Dilma. Para ver se ainda da tempo de alertar a sociedade civil sobre o gravíssimo perigo que estamos correndo em apoiar a causa gay com e sua ditadura.

Nessa semana, aqui em Sao Paulo , foi aprovada a Lei que permite os cartórios casar o gays. Precisamos alem de orar agir com discernimento e sabedoria antes que a família seja destruída.

antonio disse...

A Rússia hoje dá uma lição ao mundo "cristão", ao resistir a esses "avanços" da Humanidade em relação ao homossexualismo...

ANNA MATTOS disse...

http://blogannamattos.blogspot.com.br/