31 de outubro de 2012

Uma nova Reforma para contra-atacar as grandes portas do inferno?


Uma nova Reforma para contra-atacar as grandes portas do inferno?

Martinho Lutero dá um alerta importante para os pais de hoje

Julio Severo
Ao assinar a Declaração de Independência dos Estados Unidos, Samuel Adams afirmou: “Tenho a confiança de que neste dia o reinado do protestantismo político se iniciará”. Os 56 signatários eram na grande maioria protestantes.
De acordo com Patricia Bonomi, professora emérita da Universidade de Nova Iorque: “Os colonos americanos eram 98 por cento protestantes”.
O estadista britânico Edmund Burke discursou no Parlamento Britânico em 1775 dizendo: “Todo protestantismo… é um tipo de dissidência. Mas a religião que mais predomina em nossas Colônias do Norte [os EUA] é um refinamento do princípio da resistência; é uma dissidência da dissidência, e o protestantismo da religião protestante”.
O reinado do protestantismo politico nos EUA começou a declinar quando o liberalismo invadiu as igrejas, e havia pouca dissidência; e quando uma educação centrada no Estado substituiu uma educação centrada na família, com mínima dissidência das igrejas e famílias.
Hoje, pela primeira vez em sua história, os Estados Unidos não têm uma maioria protestante, de acordo com uma recente reportagem da Associated Press. Enquanto o liberalismo está aumentando em suas igrejas protestantes, os EUA estão vendo o declínio dos membros dessas igrejas e muitos de seus líderes fazendo dissidência do próprio Evangelho.
É claro que os atuais protestantes americanos são muito diferentes dos primeiros reformadores, que fizeram dissidência contra o mal por amor ao Evangelho.
O protestantismo teve suas origens em 31 de outubro de 1517, quando Martinho Lutero postou as 95 teses na porta da Igreja de Wittenberg. Intimado a comparecer diante do Imperador Carlos V para ser julgado, Lutero foi declarado criminoso. Frederico da Saxônia o escondeu no Castelo de Wartburg onde ele traduziu no Novo Testamento para o alemão.
Lutero mais tarde escreveu: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens”.
Povos e nações deram atenção ao aviso de Lutero nas 95 teses, e o resultado foi bênçãos para eles por meio da livre leitura e interpretação da Bíblia. O primeiro aviso foi essencial para a época dele.
O segundo aviso dele é para os povos e nações em nossa época. As escolas modernas não fazem esforço algum para explicar ou gravar a Bíblia no coração dos jovens. Pelo contrário, as escolas estão gravando o homossexualismo e outras perversões no coração dos jovens.
As escolas efetivamente se tornaram as grandes portas do inferno. E você não precisa dar atenção à voz profética de um alemão de quinhentos anos atrás.
As provas e resultados dessas grandes portas do inferno estão na mente e coração de muitas crianças protestantes, de crianças católicas e de crianças não-cristãs.
É tempo de dar atenção a Lutero de novo.
É tempo de dar aos seus filhos escolas que expliquem e gravem a Bíblia em seus corações jovens.
É hora de resgatar seus filhos das grandes portas do inferno e tornar seu lar uma escola.
Faça de seu lar as grandes portas do Céu.
Dê atenção a Lutero.
Faça dissidência e oposição às grandes portas do inferno.
Escolha a educação escolar em casa.
Com informações de “American Minute Wednesday, October 31, 2012.”
Leitura recomendada: Blog Escola em Casa

Mr. Bean pede revogação de lei inglesa que proíbe opiniões intolerantes


Mr. Bean pede revogação de lei inglesa que proíbe opiniões intolerantes

Hilary White
LONDRES, Inglaterra, 26 de outubro de 2012, (LifeSiteNews.com) — Rowan Atkinson, um dos astros de filmes e televisão mais populares da Inglaterra, disse ao governo que as cláusulas contra opiniões intolerantes na Lei de Ordem Pública precisam ser revogadas para sustentar as antigas tradições inglesas de liberdade de expressão.
Ele disse que queria se opor à “indústria do ultraje: árbitros autonomeados do bem público que incentivam indignações atiçadas pela mídia contra quais a polícia se sente terrivelmente pressionada a agir”.
Rowan Atkinson: em defesa da liberdade de ofender
Uma “nova intolerância” está sendo alimentada pela Seção 5, a redação sobre “insulto” da Lei, disse ele. “Um novo e intenso desejo de amordaçar incomodadoras vozes de discordância”.
“’Não sou intolerante’, dizem muitas pessoas de fala macia, elevada educação e mentalidade esquerdista”, disse Atkinson. “’Só sou intolerante contra a intolerância’. E as pessoas tendem a acenar prudentemente e dizer: ‘Oh, sim, sábias palavras, sábias palavras’. Mas se você pensa sobre essa declaração supostamente indiscutível [a redação da Seção 5] por não mais que cinco segundos, você percebe que tudo o que ela está defendendo é a substituição de um tipo de intolerância por outro”.
A lei, disse ele, “indica uma cultura que se apossou do programa de sucessivos governos que com a ambição racional e bem-intencionada de conter elementos antipáticos na sociedade, criou uma sociedade de natureza extraordinariamente autoritária e dominadora”.
Conhecido principalmente na América do Norte por seus papéis em programa de TV e filmes como Blackadder (em português Víbora Negra) e Mr. Bean, Atkinson é também popular na Inglaterra como comediante. No curso de sua longa carreira ele fez paródia dos alemães, franceses, espanhóis, atores, cantores de opera, dançarinos de balé, mímicos, cantores de rock e astros pop. Ele não tem poupado instituições britânicas como Shakespeare, a Universidade de Oxford, a Família Real, as forças armadas e a polícia, os cristãos liberais, os cristãos conservadores, o catolicismo, o anglicanismo e os novos ateus.
Palestrando num evento na Universidade de Westminster para um grupo que faz campanha para reformar a Seção 5, Atkinson colocou a liberdade de ofender as pessoas como secundária apenas ao direito de “sustentar a própria vida”.
Ele havia, disse ele, gozado liberdade de expressão em toda a sua vida profissional, e não tinha preocupações de que seria preso por insultar alguém. Sua preocupação, disse ele, se dirige “mais às pessoas mais vulneráveis porque são pouco conhecidas”.
Rowan Atkinson: liberdade de insultar ou uma cultura de censura
Sob a redação atual da lei, qualquer coisa poderia ser interpretada subjetivamente como “insulto”, disse ele. Críticas, ridicularizações e sarcasmo, qualquer comparação desfavorável ou “meramente declarar um ponto-de-vista alternativo à ortodoxia podem ser interpretados como insulto”.
Ele citou casos “ridículos” de abuso como um estudante da Universidade de Oxford preso por dizer que o cavalo da polícia era gay; um cristão dono de um restaurante ameaçado de prisão por ter passagens da Bíblia exibidas numa tela de televisão em seu estabelecimento comercial; e um adolescente preso por segurar um cartaz que chamava a Igreja da Cientologia de “seita perigosa”.
O humor britânico é autodepreciativo e ultrajante, muitas vezes rude e frequentemente gira em torno de zombar da estupidez, falta de visão e banalidade que empesteiam a raça humana em todas as profissões. Sem a liberdade de insultar indivíduos e grupos, inclusive homossexuais, Atkinson alertou, as grandes tradições da liberdade de zombar se extinguirão e darão prioridade para um “cultura de censura”.
Na Inglaterra, “importunação” ou causar “susto ou angústia” em alguém é uma ofensa legal, mas os muitos críticos da Seção 5 da Lei de Ordem Pública de 1986 têm avisado que é uma lei feita para ser usada e abusada, com a apuração da ofensa apoiando-se nos sentimentos subjetivos da suposta vítima.
A chave, dizem, está na redação: “Uma pessoa é culpada de uma ofensa se: (a) faz uso de conduta ou palavras ameaçadoras, abusivas ou insultantes, ou conduta desordeira, ou (b) exibe qualquer escrita, sinal ou outra representação visível que seja ameaçadora, abusiva ou insultante, ao alcance dos ouvidos ou olhos de uma pessoa que com isso terá probabilidade de sentir-se importunada, assustada ou angustiada”.
Atkinson também poderia ter mencionado que as acusações da Seção 5 estão cada vez mais sendo jogadas pela polícia contra cristãos conservadores que fazem objeção ao estilo de vida homossexual ou aos planos do governo de instituir o “casamento gay”. Organizações cristãs têm se queixado de que essa cláusula está sendo usada especificamente para suprimir qualquer oposição pública à cultura sexual de hoje, principalmente o movimento homossexual. Várias cristãos que pregam nas ruas têm sido presos por citarem passagens da Bíblia que condenam a atividade homossexual.
Um deles é Adrian Smith, que recentemente tuitou: “Se o Estado quer oferecer casamentos civis para homossexuais, isso cabe ao Estado. Mas o Estado não deve impor suas normas em locais de fé e consciência”. Embora a posição dele seja mantida, de acordo com as pesquisas de opinião pública, por cerca de 80 por cento da população britânica, o sr. Smith foi preso e indiciado sob a Seção 5 depois que seus colegas de trabalho no Consórcio de Moradia Trafford testificaram que a mensagem era “descaradamente homofóbica”. O salário do sr. Smith foi reduzido em 40 por cento por “grave má conduta ao publicar opiniões que poderiam ser vistas como política do Consórcio Trafford”.
Maureen Messent, colunista do jornal Birmingham Mail, disse que ela culpa essa inundação de “covardes e vis ataques verbais” nos grupos homossexuais de pressão política, os quais “se tornaram supressores da liberdade de expressão dos outros”.
“Eles acreditam que só eles devem ser ouvidos”, comentou ela.
A campanha para reformar a Seção 5 está atraindo uma variedade surpreendentemente ampla de apoiadores, inclusive o conservador Instituto Cristão, que de modo geral é diametralmente oposto à Sociedade Secular Nacional; a organização de liberdades civis Big Brother Watch (Observatório do Estado Intrusivo) e a Associação de Liberdade. A campanha também afirma ter 60 apoiadores no Parlamento Britânico e na Câmara dos Lordes, inclusive Nigel Farage, líder do partido UKIP.
Falando na reunião com Rowan Atkinson, David Davis, parlamentar sênior do Partido Conservador, disse: “A verdade simples é que numa sociedade livre, não existe o direito de não ser ofendido. Durante séculos, a liberdade de expressão tem sido uma parte vital da vida britânica, e revogar essa lei restaurará esse direito”.
Rod Liddle, colunista do jornal Spectator, escreveu no fim de semana passado que as pressões para remover a palavra “insulto” da Lei de Ordem Pública têm apoio quase que universal.
Ele disse que o principal propósito da lei no momento é “criminalizar pessoas que expressam opiniões políticas inconvenientes”.
“Cristãos têm sido presos meramente por lerem trechos da Bíblia, por exemplo. Gays têm sido presos por sugerirem que o islamismo é um pouco ignorante sobre o assunto da homossexualidade. Um cara foi advertido de que sofreria ações legais porque colocou um cartaz em sua janela que declarava que a religião é ‘conto de fadas para adultos’”, escreveu ele. “Se fosse possível, ainda que remotamente, que alguém se sentisse ofendido, a polícia já vem para intervir”.
Até mesmo alguns importantes líderes do movimento LGBT dizem que a lei vai longe demais. Peter Tatchell, diretor do grupo homossexual radical OutRage!, disse em maio deste ano que num país democrático não deveria existir nenhuma lei contra a atitude de insultar as pessoas.
Tatchell disse para a BBC: “O que constitui insultos depende de uma avaliação muito subjetiva de opiniões. Essa avaliação tem sido usada de maneiras muito diferentes”.
“Podemos discordar de algumas dessas opiniões, mas não penso que deveriam ser criminalizadas numa sociedade livre e democrática”, disse ele. “Precisamos do direito de expressar o que está em nossas mentes e penso que tolerar insultos é um dos preços que pagamos por essa liberdade”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Mr. Bean star calls for repeal of British hate speech law
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30 de outubro de 2012

A Tempestade Frankenstein poderia ser um sinal de Deus?


A Tempestade Frankenstein poderia ser um sinal de Deus?

“Quando pressionam Israel para dividir sua terra, os EUA sofrem catástrofes que batem recorde”

Drew Zahn
Será que a “Tempestade Frankenstein” — as temidas forças combinadas de uma tempestade chuvosa com o Furacão Sandy — poderia realmente ser uma mensagem do Todo-poderoso?
William Koenig, jornalista e correspondente na Casa Branca, explicou para WND que algumas das tempestades e eventos mais catastróficos dos Estados Unidos ocorreram numa relação muito próxima com as tentativas dos EUA desafiarem a Deus dividindo a terra de Israel.
“Quando pressionam Israel para dividir sua terra, os EUA sofrem catástrofes enormes que batem recorde, muitas vezes dentro de 24 horas”, Koenig disse para WND. “O Furacão Katrina, o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 — os EUA já sofreram mais de 90 catástrofes que bateram recorde depois de agirem contra Israel. E quanto maior a pressão colocada sobre Israel para ‘cooperar’, maior é a catástrofe”.
Alguns dos exemplos dados por Koenig são espantosos.
O Furacão Katrina, o furacão que mais matou e custou despesas na história dos EUA, atingiu em 29 de agosto de 2005. Esse furacão começou no dia em que o presidente George W. Bush congratulou Israel por evacuar Gaza e exortou os israelenses e os palestinos a avançarem em seu plano de dois estados.
Koenig também apontou para o “Expresso de Long Island”, de 1938, o furacão mais poderoso, mortal e dispendioso na recente história da região da Nova Inglaterra nos EUA, um furacão que matou mais de 600 pessoas e causou um prejuízo de propriedades que no valor de dólares de hoje se aproxima de 5 bilhões.
“Antes da catástrofe de 1938, estava havendo uma grande perseguição aos judeus, uma preparação para o Holocausto”, relatou Koenig. “De acordo com o escritor John McTernan, o olho do furacão foi diretamente em cima do Acampamento Siegried e da rua Adolf Hitler em Long Island. A tempestade violenta ocorreu 38 dias depois que o Acampamento Siegfried foi o centro do maior comício nazista fora da Alemanha”.
Em seu livro “Eye to Eye: Facing the Consequences of Dividing Israel” (Olho a Olho: Enfrentando as Consequências de Dividir Israel), Koenig aponta para o fato de que das 10 catástrofes que mais causaram prejuízos na história dos EUA, nove ocorreram depois que autoridades americanas pressionaram Israel a fazer concessões de terra em troca de paz com seus vizinhos. Ele mostra com detalhes fascinantes como, entre sete furacões que mais provocaram danos na história dos EUA, seis ocorreram depois de tais pressões.
Agora o furacão Sandy ameaça se tornar uma das piores tempestades em décadas. O furacão foi apelidado de “Tempestade Frankenstein” por alguns meios de comunicação porque a data de sua chegada coincide com o Halloween.
Mas de que modo a “Tempestade Frankenstein” tem ligação com a postura dos EUA para com Israel?
“Os dois partidos [Partido Republicano e Partido Democrático] já aceitam, de forma específica, uma solução de dois estados para se chegar à paz no Oriente Médio, dividindo a terra de Israel entre Israel e um estado palestino”, Koenig disse para WND.
“De uma perspectiva bíblica, essa terra não pode ser dividida nem negociada… ponto final”, disse Koenig. “Essa é a terra que Deus deu a Israel. As pessoas dizem que querem paz”, ele continuou, “mas tudo se resume nisto: Nenhum líder terreno tem o direito de dividir a terra de Israel, pois essa terra foi presente de Deus para Abraão e seus descendentes”.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo de WND: Could 'Frankenstorm' be a sign from God?
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29 de outubro de 2012

A prostituta e o evangélico esquerdista


A prostituta e o evangélico esquerdista: Bispo defende profissionalização da prostituição

Julio Severo
Os cristãos deveriam lutar pelos direitos das prostitutas? Se você responder “não”, você não passa de um “moralista hipócrita”, de acordo com o artigo “A Igreja e a Profissionalização da Prostituição”.
No artigo, o autor Hermes Fernandez diz: “Não podemos fazer vista grossa a tudo que estas mulheres sofrem. Algo precisa ser feito para atenuar tanto sofrimento. Não seria hipocrisia dizer que as amamos, enquanto lutamos contra os seus direitos?”
Bispo Hermes Fernandes
A ONU quer direitos para as “profissionais do sexo”. O governo petista do Brasil tem também a mesma pretensão. E de que lado a igreja deveria ficar? De acordo com Hermes, dos poderosos. Se a ONU e o governo petista querem direitos para as “profissionais do sexo”, por que a igreja não deveria ter uma parceria com eles?
Aliás, ao dizer “Não seria hipocrisia dizer que as amamos, enquanto lutamos contra os seus direitos?”, todos os cristãos estão recebendo uma repreensão clara de Hermes Fernandes, o evangélico progressista que é colunista do tabloide sensacionalista Genizah. O que ele diz pode também ser aplicado assim:
“Não seria hipocrisia dizer que amamos os ativistas pró-aborto, enquanto lutamos contra seu direito de abortar?”
“Não seria hipocrisia dizer que amamos os ativistas gays, enquanto lutamos contra o seu ‘direito’ de impor o homossexualismo, inclusive o PLC 122, na sociedade?”
“Não seria hipocrisia dizer que amamos os pedófilos, enquanto lutamos contra os seus direitos?”
Se você não tem disposição de lutar pelos direitos das prostitutas, Hermes aponta o dedo no seu nariz e diz que você está “lado dos moralistas hipócritas, que enviam seus filhos para serem iniciados por elas”.
De fato, conheço o caso de um homem esquerdista que quando era pastor presbiteriano anos atrás escolheu esse caminho. Quando seu filho adolescente começou a lhe fazer perguntas sobre sexo, o pai pastor não hesitou: levou-o a uma dessas “profissionais do sexo”, para que ela fizesse um “trabalho educativo profissional” na anatomia do rapaz.
Em apoio à sua visão esquerdista, Hermes diz: “Lembremo-nos que o próprio Jesus afirmou que meretrizes entrariam no reino de Deus antes de muitos religiosos hipócritas (Mateus 21:31)”. Eis aí um conselho vindo diretamente da esquerda apologética, que sabe tudo o que você deve fazer.
Pais, querem garantir a entrada de suas filhas no Reino de Deus? De acordo com Hermes, vocês deveriam lhes dar um incentivo para se tornarem “profissionais do sexo”!
Maridos, mostrem para suas esposas as vantagens “espirituais” da carreira que hoje tem a honra da ONU e do governo petista do Brasil!
Irmãos, aproveitem e convençam suas irmãs quanto elas poderiam ajudar no orçamento doméstico optando pela “profissão do sexo”.
Hermes também diz: “Se nos puséssemos ao lado dessas ‘damas da noite’ para defender seus direitos”.
Esposas cristãs, por que não deixar seus maridos se colocarem ao lado dessas ‘damas da noite’ para defender seus direitos? Afinal, essa recomendação não veio de alguém qualquer. Veio de um líder progressista, que quer evidentemente o “progresso” das relações entre os cristãos e as profissionais do sexo.
Contudo, o que Jesus realmente quis dizer? Ele disse: “Com toda a certeza vos afirmo que os publicanos e as prostitutas estão ingressando antes de vós no Reino de Deus”. (Mateus 21:31 KJA)
Jesus quis dizer que as prostitutas e outros pecadores estavam aceitando o Evangelho de coração e mudando de vida, enquanto que os religiosos pensavam: “Já tenho teologia e não preciso do Evangelho!”
O homem que era pastor presbiteriano e levou o filho a uma “profissional do sexo” é um desses religiosos. Por pura coincidência, ele é um dos gurus do Hermes.
No caso da prostituta que foi pega no próprio ato de adultério, Jesus não disse: “Vá lutar por seus direitos na profissão do sexo e eu ordenarei aos meus discípulos que ajudem você nessa luta”.
O que ele disse foi: “Vai e não peques mais”. (João 8:11)
Hermes finaliza seu artigo em defesa das “profissionais do sexo”: “Sinto-me à vontade ao colocar-me ao lado dos proscritos, e não dos poderosos, dos pecadores, e não dos sãos”.
Como todo bom esquerdista, Hermes apenas usa os “proscritos” para estar do lado dos poderosos. O primeiro deputado a lutar pela legalização da prostituição no Brasil foi Fernando Gabeira. Quando foi candidato a prefeito do Rio de Janeiro em 2008, Gabeira, que é um ambientalista homossexual pró-aborto, recebeu o apoio do Hermes.
Para as prostitutas e outros pecadores, os cristãos têm o Evangelho para lhes dar.
Mas evangélicos progressistas como Hermes Fernandes têm muito mais, para a alegria da ONU, do governo petista do Brasil e para o ex-pastor presbiteriano.

28 de outubro de 2012

O profeta e o cabo-eleitoral


O profeta e o cabo-eleitoral

Todo cristão deveria ter voz profética. Mas todo cristão deveria ser cabo-eleitoral?

Julio Severo
Um homem estava esbravejando as más qualidades do candidato adversário na eleição, apontando seu envolvimento com a promoção do homossexualismo. Mas ele ignorou completamente que o seu próprio candidato não estava isento de tal envolvimento. Sua meta era óbvia: ajudar seu candidato escolhido a ganhar. Ele foi, assumindo esse rótulo ou não, um cabo-eleitoral.
Há algo de errado com esse quadro?
Do ponto-de-vista secularista e oportunista, nada.
Mas do ponto-de-vista cristão, há incoerência, pois o seguidor de Jesus Cristo tem o chamado de espelhar na terra seu Senhor e sua justiça. E na justiça de Deus não cabe iniquidade, seja a promoção do homossexualismo ou outro pecado grave em qualquer grau que seja.
Onde o pecado predomina, a voz do cristão precisa ser profética e denunciá-lo. Se dois candidatos numa eleição são pró-aborto e pró-homossexualismo, em qualquer grau que seja, a responsabilidade do cristão não é ser cabo-eleitoral de um deles, mas voz profética contra os dois.
Os líderes cristãos que têm mais proeminência têm a responsabilidade, diante de dois candidatos iníquos, não de serem grandes cabo-eleitorais, mas de levar o povo de Deus às ruas e defender em alto e bom som a família e a vida.
Eles também podem, como cidadãos, rejeitar os maus candidatos, com o apoio de milhares do povo de Deus que igualmente anseiam a defesa da família e da vida.
O cabo-eleitoral, seja cristão ou ateu, só pode denunciar o candidato adversário.
Mas o profeta não tem limitações. Ele denuncia todos os candidatos anti-família. Apoiou o aborto? Apoiou o homossexualismo? A voz do profeta não se intimida, mas denuncia.
Claro que se houver um candidato que realmente defenda a família, o cidadão cristão tem a responsabilidade de votar nele. Mas o quadro brasileiro não apresenta tal opção.
Se tivéssemos no Brasil um candidato que fosse pelo menos neutro, já acharíamos uma grande bênção. Mas nem isso temos.
O que amargamente temos são candidatos que defendem em maior ou menor grau a agenda gay e abortista. São candidatos que não merecem voto de nenhum cristão verdadeiro.
Mas o cabo-eleitoral não olha para esse aspecto. Sua função é pedir votos e atrair pessoas para seu candidato.
Quer seja cristão ou não, o cabo-eleitoral só vai atrás de votos.
Em contraste, o cristão que deixa Deus usá-lo como voz profética não pede votos, mas atrai as pessoas para Deus. E se ele precisa se envolver com algum candidato, ele escolhe um homem verdadeiramente pró-vida e não age por oportunismo, ganância e hipocrisia.
Na ausência de tal homem, ele mostra que a solução é a sociedade iniqua e os candidatos iníquos se arrependerem com sinceridade e se voltarem para Deus.
A função do líder cristão é ensinar, seja em eleição ou não, a diferença entre o santo e o profano, o puro e o impuro e o certo e o errado. Sua missão não é apoiar o candidato 99% infernal contra o candidato 100% infernal. Sua missão não é ser cabo-eleitoral de um de dois candidatos claramente iníquos.
Alguns poderiam questionar meu uso da palavra “profeta” na defesa da família. Mas o Movimento Evangélico Progressista, fundado pelo bispo vermelho Robinson Cavalcanti, frequentemente usava termos como “profeta” e “profético” em referência ao esquerdismo, diante de uma Igreja Brasileira que se mantinha calada, sem questionar nem condenar o estupro esquerdista contra as palavras da Bíblia.
Os evangélicos progressistas sequestraram “profeta”, “profético” e muitos outros termos bíblicos, transformando-os em cabos-eleitorais do esquerdismo. E todos acham normal um evangélico esquerdista usar esses termos, mas acham totalmente repugnante quando um cristão conservador menciona “profeta” e “profético”, que parecem ter virado monopólio da esquerda evangélica.
A Bíblia é totalmente pró-vida e pró-família. Por isso, não faz sentido a Bíblia e os cristãos serem usados para estar a serviço de uma ideologia assassina.
O cabo-eleitoral fala em nome de um candidato e uma ideologia, enquanto que o profeta fala em nome de Deus.
O cabo eleitoral faz a vontade de um candidato e uma ideologia, enquanto que o profeta faz a vontade de Deus.
Com o fim da eleição, termina o trabalho do cabo-eleitoral. Mas a missão da voz profética não termina nunca.
Num quadro onde só há candidatos anti-família, os cristãos não deveriam ser cabos-eleitorais, mas todos eles deveriam ter voz profética, e a liderança cristã deveria marchar nas ruas com milhões dessas vozes rejeitando toda agenda anti-família e seus promotores.
Precisamos de líderes cristãos que, a semelhança de Moisés, conduzam o povo de Deus em sua cidadania mais elevada. Veja: http://youtu.be/xcXfzOWAZhM

Quão triste é que nas eleições brasileiras muitos líderes cristãos deixem sua voz profética no armário para serem meros cabo-eleitorais de uma ideologia assassina ou de um promotor anti-família, anulando assim seu chamado celestial em troca de um chamado terreno e corruptível.
Leitura recomendada:

GospelMais e BíbliaMenos?


GospelMais e BíbliaMenos?

Dar publicidade para difamações traz menos glória para o Evangelho. É GospelMenos, não GospelMais.

Rev. Alberto Thieme
Já escrevi ao GospelMais sobre sua atitude antibíblica de dar publicidade para artigos polêmicos de indivíduos que focam seus ataques quase que exclusivamente nos pentecostais.
Deixei claro que esses indivíduos deveriam estudar mais a Bíblia, orar mais e difamar menos.
Meu primeiro artigo sobre o GospelMais está aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2012/08/o-polemico-antipentecostalismo-de.html
Contudo, eis que agora o GospelMais dá publicidade para o maior de todos os polemistas e difamadores: Caio Fábio.
O GospelMais publicou um artigo com Caio disparando sua metralhadora difamatória contra vários pastores, como se ele tivesse uma mínima moral para apontar os erros de quem quer que seja.
O povo de Deus não deveria ficar gastando seu tempo lendo artigos de menosprezo e depreciação de irmãos, sejam eles pentecostais ou tradicionais ou avivados.
Se quiser criticar os desvios de uma meia-dúzia de pastores, bispos e apóstolos que usam a TV para montar seu império financeiro, vá até eles e os combata diretamente. Ninguém tem o direito de falar da “noiva de Cristo”, sua igreja. Entretanto, muitos fazem isso covardemente, pois sabem que se falarem diretamente para algum deles poderão ser processados. Por isso, falam das igrejas pentecostais o que querem. Nessas críticas, cabe tudo, principalmente mentiras.
Como não fui atendido no meu pedido e vendo novamente o GospelMais voltando a investir contra a Igreja de Cristo, tenho o direito de NÃO considerá-lo GospelMais como tal, mas sim como GospelMenos, porque não estão observando o que a BíbliaMais diz quando fazem publicidade de artigos do Pr. Vargens atacando os pentecostais.
E agora fazem publicidade de um artigo do ex-pastor Caio Fábio. Qual é o objetivo disso tudo? Mostrar o quanto ele se apostatou? Isso já está provado, conforme a carta de Judas.
Se os responsáveis pelo GospelMais levassem a sério o significado de GospelMais, seriam BíbliaMais também. Mas, ao darem ampla publicidade novamente para um artigo contra a Igreja, seu comportamento é de GospelMenos e BíbliaMenos, pois ambos autor e dono do GospelMais desconhecem o que diz a Bíblia em Provérbios 6:16-19, onde Deus mostra que, entre sete coisas que ele odeia, a sétima é a que ele mais abomina: “Aquele que espalha contenda entre irmãos”.
O espalhamento ou publicidade desse pecado é pior que os seis pecados anteriores, que incluem até assassinato, porque os primeiros seis pecados são cometidos por ímpios e o sétimo, infelizmente, é cometido apenas por “irmãos”, pessoas que conhecem a Deus. Por isso, Deus o chama de “abominação”.
Infelizmente tanto Caio Fábio quanto o GospelMais, com sua ampla publicidade dos difamadores da Igreja de Jesus Cristo, e outros estão atacando a Noiva de Cristo. Com tal publicidade, Caio é visto pela geração mais jovem como novo Lutero, novo Calvino e até mesmo como um novo Apóstolo Paulo, conforme disseram alguns leitores do GospelMais nos comentários do artigo sobre Caio.
Quanto ao artigo do ex-pastor Caio Fábio, ele deveria escrever outro texto, para ampla distribuição. Ele deveria pedir perdão ao povo que tem tido a coragem de entrar nas favelas, ir aos estádios e a outros lugares perigosos para pregar a Palavra de Deus e bem como a todos os pentecostais que por quase duas décadas foram fiéis leitores de seus livros, ouvintes de congressos, contribuintes de vários ministérios que foram dirigidos pelo ex-pastor Caio Fábio. Por que agora Caio Fábio os trata como “material descartável”?   
A publicidade que o GospelMais deu ao artigo difamatório de Caio Fábio gerou vários comentários positivos, inclusive rótulos de profeta e novo Martinho Lutero ao ex-pastor que pecou contra a sua vida, sua primeira esposa e a igreja brasileira.
Infelizmente os que chamam Caio de profeta e Martinho Lutero não conhecem seu passado.
Posso ajudar você a entender quem é esse ex-pastor, pois o conheci pessoalmente.
Primeiramente, gostaria que você considerasse que quem está escrevendo este artigo é um pastor idoso, de 65 anos de idade, e quase 40 anos de ministério evangelístico e pastoral.
Achei por bem escrever este artigo para que a população cristã mais nova seja informada corretamente e se termine de uma vez por todas essas contendas que uns poucos líderes e pastores estão criando para caluniar os pentecostais.
A VERDADE OCULTA PARA QUEM NÃO ACOMPANHOU OS FATOS: Primeiramente, Caio Fabio precisa pedir perdão à Igreja Presbiteriana do Brasil, onde ele era pastor ordenado. Ele foi rebelde à disciplina que recebeu, quando a Bíblia diz: “Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ele têm sido exercitados” (Hebreus 12:11).
Caio cometeu adultério, pecando sexualmente por longo tempo com sua secretária, e quando o escândalo veio à tona, o casamento dele foi por água abaixo e sua família caiu aos pedaços. Estou certo, Caio? Todas essas tragédias serão tudo coincidência?
Mesmo assim, ele permaneceu irredutível e eu nunca soube que Caio pediu perdão aos pastores responsáveis pelo ministério dele. A atitude de se submeter à disciplina e pedir perdão é bíblica, porém Caio sofre de SOBERBA.
Nunca vi também um artigo dele pedindo perdão aos milhões de brasileiros cristãos que o tinham como um exemplo em todas as áreas da vida. Caio era visto e tratado como um super-apóstolo, pois pastoreava pastores com suas prédicas, palestras, livros e outros meios de comunicação.
Seu pecado foi se agravando:  ele acabou largando a secretária-amante, mas não voltou para a esposa. Ele casou com outra mulher, uma pastora. Segundo a Bíblia, ao casar com a pastora depois do adultério ele prosseguiu no estado de adultério.
Esse é um resumo do passado recente de Caio Fábio. Só escrevi isso para alertar a geração mais jovem que o admira sem conhecer a realidade da sua vida.
Caio Fábio está em imensa dívida com a Igreja Brasileira, a mesma igreja que é hoje vítima de suas críticas grotescas.
A igreja pertence a Cristo e ninguém tem o direito de falar mal dela. Há uma onda de REBELDIA que tomou conta de alguns líderes mais proeminentes que depois de se aproveitarem das igrejas evangélicas brasileiras pedindo contribuições (muitas vezes para igrejas pentecostais), vendendo seus livros, CDs e DVDs, ficam amargurados e despejam ataques infundados. Depois de viverem uma vida abastada à custa da igreja, cospem nela. E depois que perdem as mordomias, escrevem e gravam seus fulos discursos para falar mal das igrejas que lhes deram dinheiro e luxo.
Caio tinha uma casa confortável num condomínio caro em Niterói. Tinha também uma casa na Flórida, EUA, para onde viajava todos os meses. Ele vivia, mensalmente, entre EUA e Brasil. E agora reclama dos que sustentavam suas mordomias e ganâncias? E agora ataca os que pagavam suas caras viagens aéreas?
O que há para se admirar num homem como Caio, que dedica sua vida a reclamar dos que não mais lhe dão dinheiro e mordomias?
Para mim, Deus pesou a mão sobre o ministério dele, que se acabou. Cadê a pujante VINDE? Durante três anos, eu trabalhei na VINDE, na área de informática, ajudando esse ministério que eu considerava valioso.
Cadê os programas de TV, os congressos lotados de pastores e líderes? Cadê o ministério social com os favelados? A Oficina da Esperança tornou-se um monturo e se acabou. Crianças voltaram para as ruas e muitas delas já morreram.
O estrago verdadeiro de suas atitudes pecaminosas e impensadas trouxe desgraça a muitos lares: ISTO PRECISA SER CONSERTADO, CAIO!
E agora você vem com inovações, pregando um evangelho de difamações contra pastores e suas igrejas que ajudaram você a viver confortavelmente? Conte os defeitos deles para Deus e as bênçãos para os homens.
A destruição ministerial de Caio teve um começo bem claro: Quando se faz aliança com os ímpios, Deus age contra o servo dEle. Desde o Antigo Testamento, Deus pune.
Desde a década de 1980, Caio já estava envolvido com a Teologia da Missão Integral. Na década de 1990, ele já tinha contato com Lula, a quem ele introduziu sorrateiramente aos evangélicos, trazendo a miséria do marxismo para dentro da Igreja Brasileira.
Caio foi o primeiro pastor influente no Brasil a manter contato com Lula na década de 1990. Seu charme eclesiástico foi decisivo para preparar todos os grandes líderes evangélicos (tradicionais, pentecostais e neopentecostais) para apoiar o candidato Lula em 2002.
Ele jogou a Igreja Brasileira no lodo socialista, e agora acusa-a de estar doente. Com seu adultério e mau-caráter, ele perdeu o dinheiro das igrejas que o sustentavam, e agora cospe no prato que o alimentou e engordou.
E o GospelMais o engorda de publicidade, para que as novas gerações o vejam como “profeta” contra os pastores, em vez de um mero homem revoltado por perder o dinheiro e mordomias desses mesmos pastores.
Engordar Caio Fábio com publicidade não dá glória ao Evangelho. Dá gloria ao homem.
Por isso, quando o GospelMais glorifica Caio Fábio, Renato Vargens e outros homens difamadores de pastores, dando-lhes propaganda gratuita, o único título que lhe cabe é GospelMenos.
Editado por Julio Severo
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