30 de setembro de 2012

O sobrenatural e a racionalidade cega


O sobrenatural e a racionalidade cega

Dr. Fábio Blanco
O ceticismo é uma maneira de fugir do desconhecido. Assim também o é algum tipo de materialismo e racionalismo. Conheço várias pessoas que diante da mera menção de algo extraordinário, quando não sobrenatural, parecem que correm para se refugiar por detrás desses muros pretensamente racionais.
Isso, para mim, não é nada menos do que medo. Sim, medo de ter que lidar com algo que não pode explicar em níveis lógicos, que tira seus pés do chão e os convidam para a abertura da perspectiva e, quem sabe, destruição de suas certezas.
Nas pessoas comuns essa reação me parece até compreensível. O sobrenatural, em princípio, e analisado em si mesmo, é assustador. Nele, depara-se com o imponderável. Cercados de tantas certezas e tentativas de manter-se seguros, a "visita" de um fenômeno inexplicável e incompreensível é a destruição dos fundamentos do edifício da percepção. Aceitar o milagre é confessar que definitivamente não há controle sobre a própria existência.
Isso é assustador, convenhamos. Os homens passam a vida inteira procurando por soluções para curar as enfermidades, adiar a morte e evitar o perigo, que aceitar tranquilamente que há elementos externos que fogem de seu controle e desmontam os alicerces do previsível é improvável.
Não que a reação de resistência ao milagre seja completamente consciente. Pelo contrário, como é próprio das reações de medo, esta também é quase instintiva. O homem que nega a sobrenaturalidade apenas está tentando preservar sua sanidade.
No entanto, quando nos referimos aos homens pertencentes à comunidade científica, a análise deve ser muito mais rigorosa. O cientista digno dessa alcunha não é um justificador de crenças, nem um atestador de ideias concebidas com antecipação. Um verdadeiro cientista é um observador. Ele enxerga os fenômenos, seleciona-os e tenta explicá-los.
Ora, quando um cientista nega a existência do sobrenatural, obviamente está fechando os olhos para a abundância de manifestações e fenômenos inexplicados e inexplicáveis, como se eles simplesmente jamais tivessem ocorrido. São milhares, de relatos, experiências e testemunhos que estão registrados na literatura, inclusive científica. É impensável imaginar que todos essas descrições possam ser explicadas com base em transtornos psicológicos, individuais ou coletivos.
Na verdade, um analisador honesto, alguém que tem como missão explicar o mundo e não justificá-lo, deveria afirmar que há muito mais coisas nesta vida do que podem contemplar seus métodos. E em qual categoria devem ser colocados esses fenômenos? Se não como milagres, ao menos como mistérios.
Apesar disso, a atitude corrente dos scholars científicos varia entre a negação desses mistérios e a colocação deles em terrenos inexplorados (mas explicáveis), como os poderes da mente. Com essa metodologia, conseguem abranger dentro do ambiente passível de explicação simplesmente tudo. O que a ciência explica é fato, o que não explica está abrangido pela força da mente, o que acaba sendo, de alguma forma, uma explicação, e afasta, definitivamente, o sobrenatural.
Na verdade, esses cientistas agem como pregadores, não como estudiosos. São, nos dizeres do padre Fortea, como bruxos. Em suas palavras: "Um cientista que usa a razão para seu capricho, já não é um cientista, e sim uma espécie de bruxo ou mágico da razão. E assim, diante de determinados fatos, certas pessoas, apesar de suas qualificações, agem tão irracionalmente quanto um bruxo caribenho dançando ao redor do fogo. Dançam ao redor do fogo da razão, mas são as suas decisões tomadas de antemão que guiam seus movimentos nessa dança (Summa Daemoniaca, ed. Palavra e Prece)"
A razão é um dom. Por ela, nos tornamos semelhantes a Deus. O que ela não pode ser é um delimitador da compreensão, negando a possibilidade da transcendência e da sobrenaturalidade. A inteligência dirige todas as coisas e, por isso mesmo, está acima e além das leis naturais conhecidas.
O que sabemos é tudo o que sabemos, mas, decididamente, não é tudo o que existe.
Divulgação: www.juliosevero.com

29 de setembro de 2012

Dois caminhos de extravio


Dois caminhos de extravio

Edson Camargo
Há padrões de conversa entre cristãos que de tão repetitivos merecem ser analisados. Se algo acontece com muita frequência, certamente é por que as causas que geram o fenômeno estão atuando, e exercem uma influência decisiva e constante. Descrever tais conversas pode ser um exercício capaz de elucidar algo sobre estas causas e dar visibilidade a alguns problemas que podem estar obstruindo o conhecimento da realidade e o cumprimento da missão que Deus delegou à sua Igreja.
Vamos a um exemplo. Um pastor que conheço postou um comentário no Facebook falando da perseguição anticristã nos países islâmicos:
Em nenhum dos cerca de 50 países muçulmanos no mundo há liberdade de culto e de expressão de fato. Nem mesmo na Turquia, que é considerada a mais secular das nações islâmicas, essas liberdades são observadas. Em quase todos esses países as minorias religiosas são perseguidas, com destaque para os cristãos de todas as matizes, que têm sido sistematicamente perseguidos.
Abaixo, eis o primeiro comentário que surgiu:
Pastor (…), Eu particularmente, respeito todas as observações que são feitas por qualquer ser humano, sendo que mais ainda vindo de um pastor, e ainda mais de sua pessoa a quem tenho muita admiração. Porém NADA do que está acontecendo com a humanidade é novidade para quem lê a Bíblia, estes fatos já foram profetizados em vários trechos, sendo um particularmente em Mateus 24 pelo próprio Jesus Cristo. Eu considero até mesmo um ato de incredulidade, o cristão ler, sobre tais profecias, e depois ficar admirados com as notícias atuais. Estão esperando o que? Que seja mentira o que está escrito na Palavra de Deus, ou que Deus tenha se enganado?
Já ouvi inúmeras vezes essa conversinha mole pretensamente sábia. E me senti obrigado a fazer algumas considerações, afirmando que uma coisa é saber que as profecias vão se cumprir, e outra, tão importante quanto, mas que sempre é desprezada por muitos cristãos, é saber O QUÊ está acontecendo com a igreja hoje, COMO estas profecias estão se cumprindo, QUANDO estão, ONDE estão, QUEM são os autores dos atos que fazem as profecias serem cumpridas, e quais são as IMPLICAÇÕES de ordem prática para a igreja, que deve agir com prudência,visando ganhar almas, e ciente do que ocorre num mundo para o qual é chamada para ser sal e luz.
Prossegui observando que sempre surgem os gostosões espiritualóides assim que alguém tenta fazer algo relevante e que contribua para que a igreja saiba como se posicionar e atuar. É começar a trabalhar neste sentido, e aparecem os pretensos esquadrinhadores de Bíblia, destilando sua presunção, evocando obviedades (preciosas, sim) como as profecias, a inerrância, etc. Enfim, parafraseando Rick Nañez, os irracionalistas gostam de tentar provar que suas razões para permanecerem ignorantes são válidas.
Como se conhecer a Bíblia desobrigasse a pessoa a entender minimamente o contexto no qual vive. “Ato de incredulidade” é ler a Bíblia e achar que pode continuar desprezando os fatos que atingem seus irmãos na fé ao redor do mundo.”
E veio a réplica:
Prezado Sr Edson Camargo, mude então o quadro dos acontecimentos.
Aí estava a cereja do bolo. Um fatalismo tosco. Não me admira que tenha vindo no formato da “sentença concisa e fatal”, o arranjo retórico instantâneo que dá a questão por encerrada. A estupidez nunca argumenta; cospe sentenças “fatais”. Respondi que, se eu, ele, ou qualquer outro cristão não pudéssemos mudar “o quadro dos acontecimentos” em nada, não receberíamos a convocação “ide e fazei discípulos”, nem qualquer outro dom da parte do Senhor para fazer a obra DEle aqui na terra. Perguntei à criatura se ela já tinha ouvido falar no poder da oração. E se já havia refletido sobre o que Deus pode fazer quando o povo entende sua situação espiritual e histórica e busca agir seguindo os princípios das Escrituras e a direção do Espírito Santo. Ou sobre a doutrina do ‘mandato cultural’.
Acrescentei que alardear o óbvio de que “tudo isto já está profetizado” não passava de uma desculpinha vulgar e farisaica para permanecer nao só parado, fugindo de toda e qualquer responsabilidade, como para manter-se em confortável alienação. Conclui observando que este tipo de posicionamento, notoriamente negligente e presunçoso, já foi classificado como herético. Depois o irmãozinho disse que tinha sido mal compreendido, que concordava comigo e tal. Não sei, mas deixa para lá.
O outro extremo desse posicionamento também é epidêmico. É o do ativista notoriamente influenciado pelo pensamento de esquerda e pela teologia da Missão Integral. Ele pensa que vai mudar o mundo e contribuir com o fim das injustiças na Terra. (Falo nisso e já lembro da comparação feita por Michael Oakeshott entre o progressismo e a mentalidade de Nimrod e seus companheiros na construção da Torre de Babel, para mim, a primeira ONU.) Isso não passa de um analfabetismo existencial grosseiro que não leva em conta nossa condição de seres caídos. Sem levar em conta a ‘Queda’ no Éden, não é possível entender o ser humano, nem mesmo a razão da vinda, da morte e da ressurreição do “segundo Adão”, o Senhor Jesus Cristo. A extensão disso para um pensamento realmente cristão sobre questões antropológicas, sociais, culturais e políticas é simples: não se faz uma boa gemada com ovos podres. Há a “graça comum”? Sim. Há a cognoscibilidade da natureza absoluta da moralidade? Sim. Mas que ninguém pense que pode aperfeiçoar moralmente o ser humano para criar o tal “outro mundo possível”. Quem vai dar um jeito nesse mundo é Cristo. Não essa patota aí que produz infernos em série desde pelo menos desde a Revolução Francesa e vai entronizar o Anticristo, que, pelo que leio no capítulo 13 do Apocalipse, adora uma intervenção estatal na economia (e também na família, na educação, na cultura) igualzinho a estes esquerdinhas gospeis que acham um absurdo seus irmãos protestarem contra o gayzismo e o aborto.
E assim caminhanhos, entre tantos que decidem não querer saber de nada, e ainda assim pensam que podem dar lições, e outros tantos que, querendo aprender, se enredam nas armadilhas da hegemonia cultural da esquerda e vão contaminando os outros, fazendo a “criação de coelhos” da qual falava um dos arquitetos da usina de revolução cultural anticristã chamada Escola de Frankfurt, o sr. Willi Münzenberg. Já fui desse segundo grupo. Conheço bem a doença existencial e espiritual da qual padecem.
Aí estão duas formas de ser alienado na atual situação cultural e política. As duas têm versículos e slogans na ponta da língua. Em cada um desses grupos se vê, em muitos aspectos, uma espécie distinta de pecado em relação ao conhecimento: rejeitá-lo, negá-lo, e se desumanizar – pois o homem é racional por natureza – ou endeusá-lo a ponto de pensar que com ele podemos ser perfeitos como Deus. As palavras que os definem, como bem lembrou em certa ocasião Olavo de Carvalho, são parecidas: agnosticismo e gnosticismo.
Fonte: Gospel+
Divulgação: www.juliosevero.com

28 de setembro de 2012

Secretário-Geral da ONU Desafia Países-Membros da ONU na Questão de Direitos LGBT e Direitos Reprodutivos


Secretário-Geral da ONU Desafia Países-Membros da ONU na Questão de Direitos LGBT e Direitos Reprodutivos

Dr. Stefano Gennarini
GENEBRA, Suíça, 21 de setembro (C-FAM) Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, provocou polêmica na semana passada quando disse às nações no Conselho de Direitos Humanos que colocassem os direitos lésbicos, gays, bissexuais e transexuais e os direitos reprodutivos no plano de frente da agenda de direitos humanos da Organização das Nações Unidas.
Ban Ki-moon se dirigiu às delegações da ONU na abertura da 21ª sessão regular do Conselho de Direitos Humanos, aplaudiu o trabalho do Conselho em 2012, e disse que “de modo particular, recebo de braços abertos a discussão intergovernamental pioneira e histórica, em março deste ano, sobre discriminação e violência com base na orientação sexual e identidade de gênero”.
O secretário-geral estava se referindo a uma discussão de painel muito polêmica sobre direitos LGBT que ocorreu durante a última sessão regular do Conselho de Direitos Humanos. Dezessete dos 47 estados que são membros do Conselho de Direitos Humanos saíram de repente do painel de especialistas.
Naquela ocasião, Saeed Sarwar, um delegado que falava no nome da Organização de Cooperação Islâmica que representa 57 países na África, Ásia e Oriente Médio, pediu que o Conselho de Direitos Humanos parasse totalmente de cogitar a questão.
Mas na semana passada Ban Ki-moon disse no Conselho de Direitos Humanos que a discussão do painel em março “deveria ser um evento para ocorrer mais vezes”. Ele também disse: “Exorto vocês a aprofundarem seu engajamento nessa questão de modo que a proteção e a dignidade realmente alcancem todos os membros da família humana”.
Os promotores de direitos LGBT têm tentado, até agora sem êxito, tornar a orientação sexual e a identidade de gênero categorias de não discriminação nas leis internacionais desde a década de 1990, afirmando que as proteções existentes de direitos humanos que se aplicam igualmente a todos os indivíduos são insuficientes.
Está havendo um aumento nas pressões sobre os países que veem a conduta homossexual e outras práticas sexuais como desvios. A atitude do secretário-geral de promover direitos LGBT tem sido frequente e insistente desde que seu segundo mandato começou há exatamente um ano. Além da burocracia da ONU, as pressões estão vindo do Departamento de Estado dos EUA, do Ministério das Relações Exteriores da Inglaterra e de vários países europeus que estão promovendo direitos LGBT na comunidade internacional.
A insistência de Ban Ki-moon de que “Precisamos lutar pelos direitos das mulheres, inclusive seus direitos reprodutivos”, também pareceu ser um golpe direto nas nações com sociedades tradicionais que estão resistindo às pressões de governos ocidentais e funcionários da ONU para liberalizar as políticas públicas das sociedades.
O termo “direitos reprodutivos” foi rejeitado de cara pelos países-membros da ONU durante as negociações do mais recente e importante documento político da ONU, na Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, precisamente porque o termo se tornou muito associado com o aborto.
A Assembleia Geral da ONU formou o Conselho de Direitos Humanos em 2006 para substituir a Comissão de Direitos Humanos. A comissão, funcionando sob o Conselho Econômico e Social da ONU, foi desacreditada por negligências em sua missão de destacar os abusos generalizados de direitos humanos, e por buscar a atenção e aplausos de nações consideradas violadoras de direitos humanos.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax

27 de setembro de 2012

Tribunal determina fechamento de mesquitas em São Paulo. Dilma condena na ONU perseguição islâmica aos cristãos


Tribunal determina fechamento de mesquitas em São Paulo. Dilma condena na ONU perseguição islâmica aos cristãos

Julio Severo
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou nesta terça-feira, 25, o fechamento de todas as mesquitas em São Paulo pelo fato de que os seguidores da religião muçulmana têm sistematicamente perseguido, torturado e assassinado anualmente milhares de cristãos em países islâmicos. Horas antes, a presidente Dilma Rousseff condenou a violenta perseguição muçulmana aos seguidores de Cristo no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.
Nessa altura, você deve estar se beliscando e dizendo: “Uau! Será que estou bêbado e não estou lendo direito?” Ou: “Será que o Julio Severo bebeu?”
De fato, conhecendo o comportamento da Justiça brasileira e da presidente com histórico de terrorista, é impossível imaginá-los agindo contra sua própria natureza.
A verdade é: O Tribunal de Justiça de São Paulo nunca reconheceu a perseguição aos cristãos em países islâmicos. Portanto, no que depender desse nobre tribunal, os islâmicos terão total liberdade para propagar no Brasil suas ideias doces e angelicais. Quanto aos cristãos nos países islâmicos, talvez os nobres juízes pensem: por que é que eles não aceitam as “ideias doces e angelicais” do “profeta” Maomé?
Quanto ao islamismo, houve realmente uma ação dos nobres juízes, conforme noticiou o jornal Estadão: “O Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu nesta terça-feira, 25, o site YouTube de exibir o trailer do filme ‘Inocência dos Muçulmanos’, que é ofensivo ao islamismo”.
O título do artigo do Estadão é ainda mais interessante: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filme que ofende Maomé”.
Agora é eu que digo: “UAU!” Já pensou esse mesmo jornal dizendo: “Justiça proíbe exibição no Brasil de filmes que ofendem Jesus Cristo”. Ou: “Justiça proíbe exibição nas paradas gays de imagens que ofendem Jesus Cristo”.
Mas não. Como se não bastassem agir como se fossem adoradores do homossexualismo, agora querem também impor que um Estado laico é um Estado sem Cristianismo, mas que se prostra diante do nome de Maomé.
A senhora Dilma Rousseff realmente esteve na ONU. Como representante máxima do maior país católico do mundo, ela tinha a obrigação moral (ainda mais que seu governo é obcecado por direitos humanos até para formigas e adoradores do ânus) de pelo menos condenar a perseguição, tortura e martírio de católicos em países islâmicos. Mas, para ser fiel ao seu passado de terrorismo e comunismo, ela preferiu agir conforme sua própria natureza. O jornal Estadão, na mesma matéria, anuncia: “A presidente Dilma Rousseff condenou a islamofobia no discurso de abertura da 67.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas”.
Na ONU, Dilma condena o preconceito ao islamismo
Na ONU, diante de todas as nações, a preocupação mais importante da presidente do Brasil é a islamofobia — isto é, o “preconceito” ao islamismo como “religião de paz e amor”!
Lição de moral do Tribunal de Justiça de São Paulo e de Dilma: Nunca condene, critique ou ofenda os opressores, perseguidores, torturadores, estupradores e martirizadores islâmicos de cristãos!
Se muçulmanos estivessem sendo perseguidos, estuprados e mortos aos milhares por ano em países católicos e evangélicos, faria sentido Dilma condenar a “islamofobia”. Mas está ocorrendo exatamente o contrário: homens, mulheres e crianças estão sendo presas fáceis de violências, estupros e assassinatos apenas por dizerem que acreditam que Jesus Cristo é o Filho de Deus. E os EUA, o maior país evangélico do mundo, e o Brasil, o maior país católico do mundo, não bocejam uma simples palavra de condenação aos governos islâmicos assassinos.
Pelo menos, os seguidores de Maomé têm muito mais coerência. Os presidentes de países islâmicos defendem os muçulmanos e sua religião com unhas e dentes — enquanto outros muçulmanos os defendem com bombas e matanças. O presidente islâmico do Irã, Arábia Saudita, Egito ou Líbia jamais apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia” ou a “cristianofobia”.
Já Dilma Rousseff, presidente do maior país católico do mundo, está pronta para condenar a “islamofobia” e jogar os católicos na arena dos leões homossexuais e islâmicos.
Se enquanto islâmicos perseguem, estupram e matam cristãos, Dona Dilma prefere aparecer na ONU para condenar a “islamofobia”, fico pensando: O que ela faria se os católicos começassem a dar o troco para todos os muçulmanos do Brasil, perseguindo-os, torturando-os e matando-os? Será que Dona Dilma apareceria na ONU para condenar a “catolicofobia”?
Acho que a esquizofrenia ideológica dela tem outra explicação: com seu passado terrorista, ela só pode apoiar a maior força motivadora do terrorismo internacional moderno — que é exatamente o islamismo.
Daí, tanto faz Dona Dilma condenar na ONU a “islamofobia” ou o “terrorismofobia”.

26 de setembro de 2012

Ministério da Educação prepara novo kit gay para as escolas


Ministério da Educação prepara novo kit gay para as escolas

Ministério da Doutrinação Petista junta forças com CPF da ditadura imoral pseudocientífica

Julio Severo
Depois de mais de um ano do escândalo do kit gay, onde o Ministério da Educação sob Fernando Haddad deu milhões de reais para a ABGLT para a elaboração do infame kit gay, os estrategistas do PT finalmente conseguiram uma manobra para contornar o escândalo e utilizar uma roupagem “científica” para avançar a doutrinação pró-homossexualismo nas escolas.
O atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante, um dos principais figurões do PT, anunciou um plano ambicioso de combate à “homofobia” nas escolas.
O anúncio foi feito em São Paulo conjuntamente com Humberto Verona, presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP) — entidade envolvida no escândalo de cerceamento de profissionais de psicologia que professam o Cristianismo, tal como o caso da Dra. Marisa Lobo.
MEC e CFP: a aliança do mal contra as crianças do Brasil
O petista e o presidente do CFP anunciaram que estarão unidos num esforço para identificar nas crianças de escolas seus valores e opiniões contrários ao homossexualismo, e implementarão estratégias para eliminar esses valores e opiniões.
A meta será obrigar as escolas brasileiras a acolher, na paz do porrete estatal, todas as perversões homossexuais, que serão tratadas e ensinadas por eles como variações normais da conduta humana. A única coisa que será ensinada como perversão e até crime é a opinião contrária à homossexualidade.
O figurão do PT disse: “Esperamos com esse convênio um trabalho intenso em toda a rede, com trabalho de campo, para o desenvolvimento de políticas para uma escola acolhedora, uma cultura de paz, tolerância, convívio com as diferenças, com a pluralidade sexual… que enfrente o preconceito e a discriminação e coloque a escola pública em outro patamar e prepare o país para essa nova era do conhecimento”.
O ministro deixou claro que, na nova iniciativa, o papel do CFP será fundamental para dar ao kit gay uma áurea de “ciência” e respeito intelectual. Ele disse: “A educação precisa do respaldo intelectual dos psicólogos”.
Contudo, conforme denunciou a Dra. Marisa Lobo, psicóloga cristã famosa pela perseguição que vem sofrendo do CFP, o respaldo do CFP ao novo kit gay não o torna inofensivo. A Dra. Marisa explicou ao Blog Julio Severo:
Vejo com muita preocupação esta parceria do Conselho Federal de Psicologia junto ao Ministério da Educação na elaboração o novo kit gay, pois o CFP é claramente adepto do “homossexualismo partidário”. Creio que o novo kit gay será pior, pois a psicologia de hoje empurra conceitos contrários à família brasileira e não respeita opiniões de segmentos sociais que primam por valores e resguardam a sexualidade das crianças. A psicologia, na minha opinião, vem promovendo uma sexualização desnecessária e preocupante da infância.
A psicologia erra, não é absoluta e tão pouco representa a opinião de todos os profissionais de saúde mental, cuja classe é diversificada.
O CFP nada mais é do que uma entidade militante LGBT disfarçada, induzindo convicções para, de forma irresponsável, agradar determinadas elites.
A “ciência” do CFP é muito Alien: devora, mutila e combate ferozmente a liberdade e a dignidade dos psicólogos cristãos. Não acolhe nem dá paz para a opinião contrária ao homossexualismo, mesmo tendo a ciência da medicina comprovado que o comportamento homossexual torna o corpo humano vulnerável a uma grande variedade de doenças.
Pobres crianças! Já são obrigadas a aprender nas escolas uma educação sexual selvagem, mutiladora e pervertida que lhes educa a ver o sexo e reprodução natural, o casamento e a gravidez como doenças, e agora terão de engolir goela abaixo, via MEC e CFP, que o sexo do ânus e do abismo é uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno?
Uma escola “acolhedora” de homossexualismo, conforme desejam impor o MEC petista e o CPF de ditadura imoral pseudocientífica, produzirá alunos com corpos e mentes abertos para acolher a homossexualidade e todas as doenças físicas e psíquicas que vêm como bônus das perversões homossexuais.
Com informações do site homossexual A Capa.

25 de setembro de 2012

Juíza de Israel determina vitória de dupla lésbica contra judeus messiânicos


Juíza de Israel determina vitória de dupla lésbica contra judeus messiânicos

Julio Severo
Quem disse que no Oriente Médio gays e lésbicas só são perseguidos, torturados e mortos? Não em Israel, o único país da região que não tem maioria islâmica e o único que segue os padrões ocidentais de política e leis esquerdistas.
No que depender do Estado de direito socialista de Israel, os seguidores de Jesus Cristo estão abaixo dos seguidores do sexo homossexual.
De acordo com o site The Times of Israel, Yael Biran e Tal Yakobovitch, uma dupla lésbica que vive em Londres ganhou na “Terra Prometida” uma indenização de 60.000 shekels (pouco mais de R$ 31 mil) por ter tido sua festa de casamento cancelada por um salão devido à “orientação sexual” — um termo tão ideológico e vago que tem abrangido até pedófilos.
Dupla lésbica se beneficia do sistema legal socialista de Israel para oprimir judeus messiânicos
A decisão foi dada pela juíza Dorit Feinstein, da Corte de Magistrados de Jerusalém, que determinou que o salão de casamento em Yad Hashmona, localidade próxima à “Cidade Sagrada”, não podia se recusar a realizar a festa para as lésbicas. Os proprietários, que são judeus messiânicos, também foram condenados a pagar todas as despesas do processo. Judeus messiânicos são judeus que se convertem ao Cristianismo, mas mantêm práticas judaicas. Eles reconhecem Jesus como Filho de Deus e o prometido Messias esperado pelos judeus.
“A lei é realmente progressista”, disse uma das lésbicas, Yael Biran. “Ela diz que nenhum negócio ou provedor de serviços em um local que é aberto ao público pode discriminar com base em sexo, religião, cor, raça ou orientação sexual — mas é a primeira vez que a lei foi posta em prática para gays e lésbicas”.
Yael, 38 anos, e Tal, 34, que nasceram em Israel, se conheceram em 2005, quando Tal, hoje diretora de teatro, viajou a Londres a negócios. Yael vivia no Reino Unido desde 1994, primeiro como estudante e depois como animadora.
A dupla se casou na Inglaterra em 2008 numa cerimônia civil e desejaram que a festa, para seus parentes e amigos, fosse em Israel. A dupla procurou o salão para reservar data. Quando os proprietários perceberam que a festa de casamento era para uma dupla lésbica, informaram que o salão não realizava eventos para homossexuais e cancelaram a reserva.
Em sua defesa, os proprietários, argumentaram que o fechamento do salão a duplas gays e lésbicas era uma questão religiosa.
“As relações homossexuais e lésbicas são contra a vontade de Deus [...]. Tanto o Antigo Testamento quanto o Novo Testamento tratam esse fenômeno como abominação [...]. Esta é a nossa crença estrita e com a qual estamos comprometidos”, escreveram os proprietários em sua defesa, argumentando que se tratava de questão de fé, e não financeira.
A juíza Feinstein aceitou o argumento de que havia um choque entre liberdade de culto e direito à igualdade. No entanto, determinou que o salão de casamento não era um local religioso, mas um negócio público, de maneira que não podia discriminar, de acordo com a lei de orientação sexual aprovada no ano 2000 em Israel. A juíza também considerou que certas expressões bíblicas dirigidas à dupla lésbica se constituíram em assédio sexual.
Grupos gays do mundo inteiro estão aplaudindo o “avanço” progressista de Israel. Mas mesmo com toda a sua adulação ao esquerdismo ocidental, Israel pouco consegue agradar às exigentes lideranças ocidentais, que parecem enxergar eternamente Israel como lembrete de Deus e Sua Palavra.
É verdade, como está dizendo a mídia internacional, que o caso das lésbicas que derrotou os judeus messiânicos diferencia enormemente Israel dos países islâmicos vizinhos.
Contudo, ao colocar o “direito” à perversão homossexual acima do direito religioso Israel se junta aos países islâmicos na perseguição aos seguidores de Cristo.
É fácil perseguir, multar e prender os seguidores de Cristo. Quando eles ou seu Mestre são insultados, eles não saem às ruas matando ocidentais, destruindo suas embaixadas e ameaçando de morte os insultantes.
Se a dupla lésbica tivesse escolhido como alvo de seu ataque ideológico proprietários muçulmanos, nenhuma juíza daria ganho de causa para elas.
Adaptado do site homossexual A Capa com informação do site Rua Judaica.

24 de setembro de 2012

Revista Veja: Demografia mudando o rumo das nações


Revista Veja: Demografia mudando o rumo das nações

Comentário de Julio Severo: O artigo da revista Veja, que disponibilizo abaixo, traz pontos interessante sobre demografia, pontos já amplamente cobertos por meu blog durante vários anos.
Mas a reportagem da Veja erra feio ao finalizar elogiando o envelhecimento demográfico de várias nações. Na opinião da Veja, uma população mais idosa é mais pacífica — em outras palavras, é mais domesticável e fácil de domar.
Veja interteprou uma população jovem como fonte de conflitos, em perfeita sintonia com o notório Kelatório Kissinger, documento do governo dos EUA elaborado na primeira metade da década de 1970 defendendo a redução drástica de populações de países em que os EUA têm interesses estratégicos de matérias-primas.
O infame relatório, cujos extratos em português foram traduzidos por mim no início da década de 1990 e disponibilizados neste link (http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc17753), defendia ações do governo americano para manipular a ONU, o Banco Mundial, a Organização Mundial de Saúde e outras instituições internacionais em sua ambição de reduzir a população de outros países.
A consequência dessa redução é uma diminuição significativa do número de jovens e aumento de idosos. Hoje vemos as consequências das recomendações implementadas do Relatório Kissinger. Mas admira-me ver Veja elogiando o envelhecimento demográfico.
Para ter uma ideia do que será tal envelhecimento, recomendo a leitura de dois artigos antigos meus:
Eis agora o artigo da revista Veja, cuja parte final elogiando o envelhecimento demográfico dispensei por sua completa inutilidade.

Pressões demográficas redesenham a arena política

O crescimento populacional nunca foi tão desigual, e as discrepâncias entre os perfis demográficos de países, grupos étnicos, religiosos e econômicos exercerão cada vez mais influência sobre as disputas pelo poder

Cecília Araújo
Em uma de suas assombrosas previsões, o francês Alexis de Toqueville cravou em 1835 que Estados Unidos e Rússia disputariam o futuro do planeta. A célebre passagem encerra o primeiro volume de A Democracia na América: "Existem hoje, sobre a terra, dois grandes povos que, tendo partido de pontos diferentes, parecem adiantar-se para o mesmo fim: são os russos e os anglo-americanos (...) O americano tem por principal meio de ação a liberdade; o russo, a servidão. (...) Cada um deles parece convocado, por um desígnio secreto da providência, a deter nas mãos, um dia, os destinos de metade do mundo".
Notas de rodapé mostram que o historiador se valeu de numerosos dados demográficos para antever a polarização que marcou o planeta no século XX: a população das grandes e pequenas cidades, o número de trabalhadores rurais, a proporção de escravos, índios, imigrantes, os grupos religiosos etc. Toqueville considerava que os americanos e os russos estavam então em franco crescimento demográfico, vindo a ocupar "amplos espaços vazios", ao contrário dos europeus, "que parecem ter chegado mais ou menos aos limites traçados pela natureza".
A análise certeira de Toqueville antecipa em quase dois séculos um campo hoje emergente das ciências sociais, a demografia política. Seu objetivo é vencer o fosso que separa a ciência política da montanha de dados populacionais, cujo tratamento matemático é cada vez mais sofisticado. Quando bem-sucedido, o esforço permite traçar cenários políticos com razoável grau de confiança. Que o digam os estrategistas de campanha, sempre prontos a moldar o discurso dos candidatos em função de eleitorados emergentes, como se vê tanto na disputa pela Casa Branca como na corrida pela prefeitura de São Paulo.
Os recados da demografia já estão no radar das campanhas mas ainda custam a chegar à gestão pública. "Não conheço uma Secretaria de Educação no Brasil que tenha um especialista em demografia, que saiba quantas crianças vão nascer nos próximos anos e, portanto, quantas escolas precisam ser abertas ou fechadas", exemplificou a VEJA o educador João Batista Araujo e Oliveira. É o que lamenta Jack Goldstone, professor da Universidade George Mason, em Virgínia (EUA). Daí o livro Demografia política: como as mudanças populacionais estão remodelando questões de segurança internacional e política nacional (em tradução livre), que editou em companhia de Eric Kaufmann, da Universidade de Londres, e Momica Duffy Toft, da Harvard. Lançada em junho de 2012, a obra alerta para as tendências que vão redesenhar o mundo até 2050.
Essas mudanças já estão em curso e em boa medida não têm precedente histórico. Isso porque o crescimento populacional nunca foi tão desigual. Goldstone resume: o mundo de amanhã não será simplesmente o mundo de hoje, só que com mais gente. As discrepâncias entre os perfis demográficos tanto de países como, dentro de suas fronteiras, dos grupos étnicos, religiosos e econômicos exercerão enorme pressão sobre a arena política, deem-se as disputas nas urnas, nos foros diplomáticos ou nos campos de batalha.
Bomba demográfica - Para sucessivos governos israelenses, desde o primeiro gabinete do premiê David Ben-Gurion, demografia é uma questão existencial. Yasser Arafat dizia que a altíssima fertilidade das mulheres palestinas (6,8 filhos em média na Faixa de Gaza) era a 'bomba biológica' que daria a 'vitória final' sobre os judeus. Por muito tempo, Israel compensou a diferença das taxas de fertilidade com políticas de estímulo a imigração. Mais recentemente, entrou no radar dos analistas uma nova força demográfica: os índices de natalidade de judeus ultraortodoxos (8 filhos por mulher), ainda mais altos que os de palestinos. Até 2025, 12% dos israelenses serão judeus ultraordoxos e pode-se prever que esta parcela da população passará a exigir crescente representação política.
A relação entre fervor religioso e fecundidade é conhecida dos demógrafos. As principais religiões são todas entusiastas do casamento e da procriação, com censuras ao divórcio, aborto e homossexualismo. Famílias muito religiosas são comumente mais numerosas que as seculares, o que vale tanto para fundamentalistas islâmicos, como judeus ultraordoxos e cristãos conservadores americanos. Esta diferença explica, por exemplo, a recente inversão no Líbano, onde muçulmanos passaram cristãos e hoje são maioria. Em 1971, um raro estudo sobre fertilidade das mulheres libanesas encontrou os seguintes números: sete filhos em média para muçulmanos xiitas, quase seis para sunitas, cinco para famílias drusas e entre quatro e cinco para cristãos.
A cartada evangélica - O Brasil também caminha para uma inversão de seu perfil religioso, e a razão é a emergência da população evangélica, em particular das correntes pentecostais e neopentecostais. Em 1970, 91,8% dos brasileiros eram católicos. Em 2010, eram 64,6%. Mantida a tendência, evangélicos e católicos se igualarão em no máximo 30 anos, mas desde já o crescente peso do eleitorado evangélico ganha o primeiro plano na disputa eleitoral.
Nos Estados Unidos, a mobilização do eleitorado evangélico é uma cartada eleitoral dos anos 1970 e já não tem a mesma força em 2012: o perfil demográfico americano está mudando, e até 2050 o país de protestantes anglo-saxões será composto majoritariamente por hispânicos, asiáticos e negros. Esta tendência é interpretada como um trunfo de longo prazo dos democratas, com quem as minorias, historicamente, têm maior afinidade.
Fonte: Revista Veja
Divulgação: www.juliosevero.com
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