31 de agosto de 2012

AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão


AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão

Pentecostais e católicos na mira da ONU

Julio Severo
Site do Ministério da Saúde afirma que “Para combater a AIDS é preciso garantir o Estado laico”. Sabendo que o jeito do governo brasileiro combater a AIDS é inchar especialmente grupos gays com gordas verbas de nossos impostos, o resultado final não poderia ser outro: ativistas gays com dinheiro e orgias de sobra, e a AIDS com epidemias de sobra, principalmente entre homossexuais.
Isso não é combater a AIDS. Isso é promover.
Combater, no dicionário, significa “lutar contra” e “fazer guerra”. A promiscuidade e a devassidão sexual, que são as principais causas da epidemia evitável, não estão sendo combatidas. Aliás, o governo brasileiro não tem plano nenhum de fazer guerra aos comportamentos promíscuos e devassos.
Contra quem ou o que o governo brasileiro deveria lutar? Pedro Chequer, representante do Programa das Nações Unidas para o HIV/AIDS (Unaids) no Brasil, deu sua opinião: “Urge lutar para a retomada do Estado verdadeiramente laico porque em muitos países estamos vendo como o fundamentalismo religioso — dos pentecostais no Brasil ou dos católicos em muitos países hispano-americanos católico — prejudica seriamente o combate à AIDS”.
Não que o governo brasileiro não tenha essa mesma opinião. Não que os ativistas gays não tenham a mesma postura. Estado laico é o eufemismo usado por eles para designar um Estado que combate ativamente os valores cristãos. E o representante da ONU já deu a dica: o alvo são os pentecostais e os católicos.
Pentecostais e católicos acreditam e ensinam que o sexo é apenas para um homem e mulher ligados pelo compromisso sagrado do casamento.
Em contraste, o governo brasileiro e a ONU acreditam e ensinam que o sexo é apenas um instrumento de “diversão”, cujas consequências físicas e financeiras devem ser jogadas sobre toda a sociedade, até mesmo sobre famílias que nunca apoiaram nem viveram as orgias promovidas por ambos.
Se a sociedade seguir os valores cristãos promovidos por pentecostais e católicos, o governo vai ter de parar de combater o sexo somente para o casamento e passar a combater as condutas depravadas. Se isso acontecer, a epidemia da AIDS vai se extinguir — e junto vai se extinguir a principal fonte de financiamento do ativismo gay.
Em 2009, recursos do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde foram investidos numa pesquisa de censura gay a livros didáticos, de modo que as crianças tivessem sobre a sexualidade acesso apenas à opinião dos devassos.
O dinheiro não foi para a AIDS. Foi para o ativismo gay nas escolas.
Alguns militantes homossexuais que trabalham com questões de AIDS estão revoltados com os desvios desse dinheiro. Conforme saiu na imprensa gay:
“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo. Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”
Na opinião dos que promovem a devassidão, é melhor seguir o conselho do representante da ONU. Mas três décadas têm comprovado fartamente que seguir tal conselho não é saudável para ninguém.
Contudo, o que importa, para eles, é que a epidemia da AIDS tem sido fartamente saudável para o bolso deles. E para proteger o bolso deles, eles farão todo e qualquer combate ao que o representante da ONU chamou de “fundamentalismo religioso” dos pentecostais e católicos.

30 de agosto de 2012

Líderes e pastores alertam relator do novo Código Penal sobre atrocidades contidas nele contra a família cristã


Líderes e pastores alertam relator do novo Código Penal sobre atrocidades contidas nele contra a família cristã

Encontro foi articulado pela Frente Parlamentar Evangélica e ocorreu nesta quinta no Senado; no meio de tanta preocupação, uma boa notícia: prazo para a apresentação de emendas ao projeto do novo Código será prorrogado

Da reportagem do Portal Fé em Jesus
O senador Pedro Taques (PDT-MS) informou nesta quinta que o prazo para a apresentação de emendas ao projeto do novo Código Penal que acabaria no próximo dia 5 foi prorrogado para 5 de outubro. A dilatação desse cronograma foi comemorada pelos deputados e senadores da Frente Parlamentar Evangélica embora a maioria acredite que novas prorrogações, dentro do Regimento do Senado, ainda deverão ocorrer.
A Frente se reuniu em caráter extraordinário com o senador Taques e levou a ele uma série de preocupações com as mudanças propostas no novo Código, além do tempo curto para debatê-las. O senador Magno Malta (PR-ES) listou a descriminalização do aborto e a liberação do consumo da maconha, além da diminuição para o consentimento para relações sexuais de 14 para 12 anos (na prática o que libera a pedofilia) e a criminalização da chamada homofobia como os principais itens do projeto que incomodam o povo cristão brasileiro.
Reunião da bancada evangélica sobre o novo Código Penal
O encontro da Frente Parlamentar Evangélica reuniu mais de 30 líderes e pastores de diversas denominações do país, além de procuradores da República e juristas cristãos. O senador Pedro Taques afirmou que é de seu papel de relator "ouvir mais do que falar" e pediu que os líderes cristãos presentes dissessem a ele o que mais os preocupa. Coube ao senador Magno Malta elencar então os pontos mais danosos do projeto.
Veja o que disse o senador Magno:

Aborto

"Não vamos negociar esse tema. Para mim e alguns senadores, não negociaremos a vida. Não atentaremos contra a natureza de Deus. Não seremos acintosos contra Deus. Se há um ser respirando dentro de um útero, se há sangue no cordão, se esse feto respira, se esse feto tem deficiências, Deus sabe o porque desse feto ter problemas. Falo em nome dessa rede cristã , daqueles que acreditam na vida. A proposta contida no projeto do novo código é horrorosa. Precisa ter sangue no olho para prescrever a morte de um feto. Quando os juristas falaram que isso foi amplamente debatido, foi debatido com quem? Os que debateram pensam o mesmo que eles. Precisamos de um texto que proteja a vida e não que estabeleça uma cultura de morte no Brasil."

Drogas

"A quem interessa a legalização da maconha no Brasil? Sabemos que estamos enfrentando o tabaco. Uma vez legalizada a maconha, os que vendem legalmente o tabaco vão querer vendar a maconha industrializada. A maconha causa dependência do sistema nervoso central, produz câncer de faringe, impotência sexual, desequilibra o individuo. É possível um professor em sala de aula fumar maconha? É possível um piloto de avião usar maconha? É possível contratar uma babá maconheira?Se a lei como querem passar será possível. A legalização só beneficia o traficante, que vai virar um atravessador de pequenas quantidades da droga. Não se acaba com esse drama do consumo protegendo o consumidor. Se acaba acabando com o consumo"

Homofobia

"Querem criminalizar a sociedade por uma divida que ela não tem. Programas de TV como O Pânico, Zorra Total, eles podem fazer o que quiserem com os gays. Mas vai dizer que é pecado para ver... Se você não aluga uma casa para um homossexual, você irá preso por 5 anos? Se você pede para um casal homossexual parar de se beijar em frente a tua casa, você terá de ir preso?"

Consentimento sexual aos 12 anos.

"O sujeito abusa de uma menina de 11 anos e 11 meses e 20 dias. Até aí é criminoso. Mas depois de 12 anos, tudo bem? Pode fazer o que quiser que não é crime? Com essa proposta vão legalizar a pedofilia no país. Os pedófilos estarão livres para agir com crianças de 12, 13 anos".
Divulgação: www.juliosevero.com
Novo código penal: penalizando os inocentes e inocentando os criminosos

Minha saúde te importa?


Minha saúde te importa?

Dr. Fábio Blanco
O Ministério da Saúde, por meio da Portaria 763/11, determinou que todos os pacientes atendidos pela rede pública ou privada de saúde devem apresentar sua CNS - Carteira Nacional de Saúde, a fim de que todos os procedimentos sejam registrados, vinculando seus nomes, juntamente com o procedimento aplicado, aos dos profissionais de saúde que os atenderam e dos hospitais envolvidos.
Obviamente, os objetivos apresentados são os mais nobres: integração dos dados, controle e administração dos ressarcimentos que o SUS tem direito ao atender paciente vindos de planos particulares e monitoramento do histórico médico de todos os cidadãos, a fim de facilitar a implantação de políticas públicas adequadas.
E ainda que a exigência de apresentação da CNS esteja, temporariamente suspensa, mantém-se a obrigatoriedade de os planos de saúde informarem o número do registro do paciente no SUS no momento do atendimento e, se ele não possuir tal número, registrarem, em tempo real, o cidadão para que ele receba tal identificação.
Está claro, portanto, que, ainda que o desejo do governo não esteja totalmente implantado, o objetivo é o controle total dos dados relativos aos históricos médicos de todos os cidadãos da nação.
Ter, em suas mãos, todas as informações relativas aos cidadãos de seu país é o sonho (que parece não tão utópico) dos governos atuais. O governo brasileiro, tomado, como está, por homens formados por uma ideologia que sempre fora totalitária, não poderia ser diferente. Por isso, ainda que a privacidade, o sigilo e a intimidade sejam protegidas pela Carta Magna do país, não há constrangimento algum na criação de mecanismos que exponham a vida daqueles que habitam nesta terra.
O pior é que também não se vê reação alguma, sequer para o debate, contra essas medidas totalitárias que ignoram completamente qualquer direito à preservação da vida privada dos cidadãos. A impressão é que o brasileiro não apenas entregou seu corpo em favor do governo (pois trabalha para ele durante boa parte do ano), mas também sua alma, pois não se importa com as investidas do poder público contra sua intimidade.
Talvez porque tais medidas sempre venham acompanhadas das melhores justificativas, como segurança, razões financeiras ou organização administrativa, as pessoas acabam aceitando os abusos, calando-se diante deles, tudo em favor do bem comum.
Parece que as gerações atuais sequer possuem noção do que significa o Direito à privacidade. Cercados como estão (e por que não dizer: doutrinados?) por uma propaganda massiva que exalta o escancaramento da vida privada, têm esta como algo absolutamente dispensável, senão negativo.
Por isso que, quando surge uma determinação como essa do Ministério da Saúde, que determina que todos os cidadãos do país possuam um cadastro no SUS e sejam obrigados a apresentar o número relativo a ele, seja em consultas em hospitais públicos, seja em particulares, pouquíssimas pessoas percebem o perigo que se encontra em tal medida.
Se o objetivo é a reunião de dados sobre números e tipos de atendimento, será que é tão necessário que o paciente seja identificado? Não bastaria a estatística impessoal, com números e datas dos procedimentos, sem que as pessoas precisem revelar o que fizeram?
É verdade que, pelos meios eletrônicos de informação, qualquer rede pública de saúde poderia ter acesso, facilmente, pelo número de um documento como o CPF, a todo o histórico de atendimento em seus hospitais. Este é o preço que se paga por necessitar dos serviços do Estado. Porém, quando a obrigatoriedade atinge a rede particular, então a sensação é de que não é possível mais fugir dos braços estatais.
A saúde de uma pessoa talvez seja um dos aspectos mais íntimos de sua vida. Há doenças que, muitas vezes, elas não querem que sejam conhecidas, por vergonha, por medo ou por qualquer outro motivo que lhe cabe por direito. Quando mesmo esse aspecto de sua vida é, dessa maneira como deseja o governo, devassado, a sensação é de que os homens não pertencem mais a si mesmos, mas são meros instrumentos do poder governamental.
A força que o Estado obtém com informações como essas é impressionante. Por exemplo, ele pode proibir pessoas que não participaram de campanhas de vacinações a receber atendimentos hospitalares até que aquela situação imposta seja regularizada. Também qualquer agente governamental, com base nos dados contidos no sistema, terá acesso ao histórico de saúde de qualquer cidadão, conhecendo, assim, detalhes íntimos que talvez mais ninguém saiba, nem familiares, nem amigos, tendo assim, em suas mãos, um instrumento que possibilita todo tipo de extorsão ou ameaça.
De qualquer forma, ainda que se considere esses motivos como paranóia de ativistas anti-estatais, não se pode negar que, da maneira como as políticas públicas estãos sendo implantadas, a privacidade vai se tornar uma palavra tão obsoleta que talvez apenas os mais letrados e conscientes de seu valor saberão qual é o seu verdadeiro significado.
Divulgação: www.juliosevero.com

29 de agosto de 2012

Finalmente! Desvendada a epidemia de estupros praticados por muçulmanos


Finalmente! Desvendada a epidemia de estupros praticados por muçulmanos

“Eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII"

Bob Unruh
Durante anos houve notícias em blogs, testemunhos pessoais e coisas do tipo a respeito do que parecia ser uma verdadeira epidemia de estupros praticados por homens muçulmanos contra mulheres e crianças, principalmente nos países do norte da Europa, onde há uma grande população de imigrantes muçulmanos.
Mas essas notícias chocantes raramente repercutiam ao ponto de alertar a população em geral acerca dos perigos que estavam se tornando evidentes. Afinal, tal notícia seria reprimida por atacar o islamismo e fazer discriminação contra muçulmanos.
Isso até agora, quando um caso do Reino Unido se mostrou tão grave que não pôde ser ignorado.
A BBC noticiou que nove homens foram condenados por exploração sexual de crianças na região metropolitana da Grande Manchester, depois que aliciaram meninas de até 13 anos. Mas mesmo assim, a notícia identificou os acusados como “asiáticos”, embora revelasse que as vítimas eram brancas.
O jornal Guardian deu um passo à frente e os chamou de “paquistaneses”, mas precisou um site de notícias menos conhecido, The Salfordian, para identificar os suspeitos como “muçulmanos” que “atraíam meninas de até 13 anos com álcool e drogas para abusar sexualmente delas 'várias vezes ao dia’”.
Adolescente de 14 anos, estuprada e morta por gangue muçulmana
Agora, o assunto ignorado ou suprimido por tanto tempo pode finalmente estar chamando a atenção merecida de uma grande onda de crimes, apesar da censura politicamente correta em torno dos fatos.
Autoridades do Instituto The Gatestone, um conselho de políticas internacionais não partidário e sem fins lucrativos e think tank dedicado à educação do público sobre questões não noticiadas na grande mídia, manifestaram-se.
Em um comentário há poucos dias, a organização destacou que o julgamento de 3 meses onde “os nove homens muçulmanos foram condenados por estuprarem dezenas de meninas inglesas” revelou que “a polícia e os assistentes sociais do norte da Inglaterra se recusaram várias vezes a investigar as gangues de pedófilos muçulmanos: eles alegaram medo de serem chamados de racistas”.
“Os detalhes chocantes que surgiram durante o julgamento abriram ainda outro capítulo no longo debate sobre multiculturalismo na Inglaterra, onde muitos dizem que o politicamente correto foi longe demais”, constata a fundação. “Menos de um mês após o fim do julgamento em Liverpool… foi revelado que assistentes sociais na cidade de Rotherdam, também no norte do país, há seis anos tinham conhecimento de que uma mãe adolescente (identificada como “Menina S”), que foi assassinada por envergonhar as famílias de dois homens paquistaneses que abusaram sexualmente dela, estava claramente sob perigo de gangues predatórias de muçulmanos”.
O Conselho de Proteção à Criança da cidade analisou o caso, mas “passagens chave de conteúdo politicamente incorreto que revelavam que eles sabiam que a jovem corria um risco específico de ‘homens asiáticos’ (muçulmanos) foram rabiscadas”, acusa a fundação.  “O conselho foi ao tribunal em uma tentativa de anular as informações ocultadas depois que uma cópia não censurada do relatório vazou em um jornal britânico, mas a ação legal mais tarde foi abandonada. O relatório sem censura confirmou que “a Menina S” buscou contato com 15 agências diferentes, e identificou “várias oportunidades perdidas” de protegê-la; observadores acreditam que as agências se recusaram a fazê-lo porque não queriam ser classificadas como racistas”.
A fundação identificou vários incidentes adicionais em que o surgimento de privilégios especiais estava evidente, e todos eles incluíam um fator em comum: o islamismo.
De acordo com a Gatestone, foi em Leicester que uma “gangue de mulheres muçulmanas somalianas” atacou e quase matou um transeunte não muçulmano, mas foi liberada quando um juiz politicamente correto disse que, como muçulmanas, elas “não estavam acostumadas a beber”.
* Em Londres, dois muçulmanos estupraram repetidas vezes uma mulher, mas tiveram as sentenças reduzidas depois que juízes politicamente corretos deram a decisão de que eles não eram “perigosos”.
* Em Wiltshire, a polícia parou um veículo e ordenou que o motorista removesse a bandeira da Inglaterra do seu veículo, pois a bandeira poderia ser “considerada racista e ofender os imigrantes muçulmanos”.
* Em Manchester, a polícia prendeu uma menina de 14 anos que pediu ao professor para trocar de mesa, pois cinco outros estudantes na sua mesa estavam conversando em urdu e ela não podia entendê-los. Foi registrada contra ela uma suspeita de “infração racial contra a ordem pública”.
Mas com relação à epidemia de estupros, a notícia estranhamente direta sobre os nove muçulmanos condenados ocupou a seção editorial por apenas um minuto.
“Como nos acostumamos a ver, a mídia se refere a eles apenas como ‘asiáticos’ em vez de muçulmanos, e os comentários online não foram permitidos, pois poderiam aborrecer os invasores muçulmanos”, critica o relatório.
Devido às circunstâncias (para identificar estupradores muçulmanos, os indivíduos devem ser identificados por sua religião), estatísticas sobre o problema parecem quase não existir.
Dessa forma, muitas das notícias de estupros e ataques ficam sem repercussão, chegando apenas ao nível de fóruns como o the Asian Image, onde uma mulher postou um testemunho em primeira pessoa sobre ter sido atacada por um muçulmano.
“Tenho raiva de terem deixado um homem se safar depois de ter estuprado uma menininha por quatro anos, e ninguém percebeu nada, meus pais não notaram as minhas mudanças de humor, de ficar quieta e irritada. Meu agressor era supostamente um homem religioso, de prestígio, um homem em quem confiávamos e que tinha importância na comunidade… Ele roubou a minha infância e me levou a um lugar escuro, de onde eu não consigo sair”, dizia o sofrido testemunho.
Mas muitos blogs mais conhecidos tentaram, com o The Gates of Vienna, postando um testemunho de Paul Weston, do Partido da Liberdade Britânico (British Freedom Party).
Ele opina, “A esquerda precisa fazer um longo autoexame depois dessas terríveis revelações de gangues de estupradores muçulmanos. Eu não culpo em especial os muçulmanos, pois eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII, mas eu culpo a esquerda por literalmente permitir o estupro e a violação brutal das nossas crianças”.
“Todos vocês esquerdistas são cúmplices desses crimes contra a humanidade. Vocês poderiam ter impedido isso anos atrás, mas escolheram deliberadamente não fazê-lo”, ataca.
“A BBC, o The Guardian, a Procuradoria Geral da Coroa, a Agência de Proteção à Criança, a polícia politicamente correta: Eu acuso vocês e todo a elite esquerdista de deliberadamente acobertar os inúmeros estupros e as inúmeras vidas de crianças vulneráveis que foram arruinadas, devido às suas atitudes completamente imorais e obscenas para o seu próprio povo e à sua conivência covarde com uma ideologia religiosa e política que sanciona a violação de mulheres não muçulmanas”.
“Mesmo agora, quando os fatos estão diante de nós, vocês nos dizem que não é um problema muçulmano e nem aparentemente um problema racial, a não ser, é claro, que vocês sejam um asiático, um termo vago que abrange os muçulmanos. Mas dose nenhuma de evasão esquerdista e politicamente correta pode esconder a realidade, e a realidade confirma que a cultura predominante desses pedófilos é islâmica, e que a raça predominante da maioria das vítimas é de etnia britânicas”, enfatiza.
Esquentando o debate, ele cita a epidemia de estupros praticadas por muçulmanos em Oslo, Malmo, Copenhagem e Sydney.
“Acredito que podemos dizer com segurança que essa é uma questão de uma religião em particular, o islamismo, em vez da descrição obscena da esquerda como simplesmente problema asiático, e de fato é um problema racial quando a grande maioria das vítimas é de etnia europeia”, conclui.
Ele explica que o problema foi identificado em 13 cidades na Inglaterra “e agora foi provado que as autoridades sabiam disso desde o início da década de 90. Ou seja, possivelmente milhares de meninas jovens menores e vulneráveis foram estupradas e feridas física e psicologicamente pelo resto da vida, com pelo menos duas delas tirando as próprias vidas…”
A Jihad Watch também documentou a ameaça.
O relatório indicou que os islâmicos estavam apenas seguindo o islamismo: “O islamismo possui um desprezo supremacista por pessoas que não são muçulmanas, considerando-as ‘as piores das criaturas’ (Al Bayinat 98.6), que os muçulmanos devem tratar com severidade (Al Fath 48:29; Al Taubah 9:123)".
O site The Sheikyermami continua a documentar a epidemia, com as chamadas incluindo “Imigrantes estupram menina após aulas do Alcorão”, “Crianças britânicas estupradas por gangue como celebração do Eid ul-Fitr”, e “Imigrante ilegal estupra jovem três anos após mandado judicial de deportação”.
O Atlasshrugs documentou os ataques na Suécia, e o the MuslimRapeWave cita casos de vários lugares, além de protestos nos lugares onde ocorreram.
Uma das notícias descreve como um taxista muçulmano estuprou e matou uma passageira, depois escondeu o corpo para que “sua comunidade” não descobrisse.
Algumas das notícias sobre o caso datam de uma década atrás, em uma das quais a Jihad Watch testemunhou diretamente o interrogatório de um estuprador.
Na ocasião, o terrorista muçulmano Ramzi Hashem Abed foi questionado sobre suas atividades:
Perguntaram a ele, “Diga-me quantas operações de estupro e sequestro foram realizadas. Segundo minhas informações, as mulheres sequestradas eram estudantes universitárias ou filhas de pessoas famosas. Você as estuprou e ganhou dinheiro para isso, e se você não as matava depois… Isso realmente aconteceu?”
“Sim, foi o que eu fiz”, respondeu Abed.
O interrogador continuou, “Isso é Jihad, estuprar mulheres? Isso é Jihad?”
Abed: “É, porque elas colaboraram com os americanos”.
Interrogador: “Foi por isso que você as estuprou?”
Abed: “Sim”.
Interrogador: “Uma estudante que só está indo para a universidade é sequestrada, estuprada, e depois morta?! Isso era uma colaboradora dos americanos?!”
A comentarista Michelle Malkin também levantou a questão, citando reportagens de que “gangues de estupradores de meninas e mulheres muçulmanas” estão em alta na França.
“Os criminosos são fundamentalistas islâmicos”, diz a reportagem.
A epidemia na Escandinávia é descrita em um vídeo da CBN no YouTube:
Especialista afirma que o problema são homens muçulmanos estuprando mulheres não muçulmanas.
Na reportagem, até mesmo um imigrante muçulmano do Iraque mostra preocupação: “Temos um problema”.
E outro vídeo da majorityrights.com, datado de 2005, explica como meninas suecas foram atacadas, estupradas e quase mortas por quatro muçulmanos somalianos.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Finally! Veil lifted on Muslim rape epidemic

28 de agosto de 2012

Aos pioneiros e desbravadores


Aos pioneiros e desbravadores

Julio Severo
O chamado de Deus é mais importante do que se acomodar em lugares habituais em que as multidões se sentem confortáveis.
Se Deus lhe deu um chamado, siga o Mestre nesse chamado, ainda que você esteja caminhando sozinho.
No início da década de 1990, entrei em contato com as grandes editoras evangélicas sobre a possibilidade de publicar o livro De Volta Ao Lar no Brasil. Esse livro, escrito por uma presbiteriana ortodoxa que foi feminista no passado, trata basicamente de educação escolar em casa, família, planejamento familiar e feminismo. Todas as grandes editoras, que estavam e estão de portas escancaradas para escritores liberais e esquerdistas, fecharam as portas para De Volta Ao Lar, alegando que o assunto era desconhecido demais para o Brasil.
Hoje, De Volta Ao Lar está publicado, numa editora menonita pequena, mas que quer fazer a vontade de Deus. O link do livro, que foi publicado em 2007 e é até hoje pioneiro, está aqui.
Em 1998, a Editora Betânia publicou meu livro “O Movimento Homossexual”, escrito depois de uma direção de Deus em 1995. Na época, quando prognostiquei que o movimento homossexual lutaria para controlar a sociedade, especialmente a educação das crianças nas escolas, ninguém acreditou. O livro foi pioneiro para sua época. Hoje você pode obter, gratuitamente, um exemplar em PDF do livro aqui.
Em 2003, denunciei que o governo Lula estava apresentando na ONU a primeira resolução classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Hoje, Obama pode ser o presidente que mais promove e impõe a agenda homossexual nas nações, mas o inglório pioneirismo pertence a Lula e ao Brasil.
Na época, com a ajuda de organizações conservadoras dos EUA, conseguimos lançar um abaixo-assinado internacional contra a resolução brasileira na ONU e as grandes organizações homossexuais internacionais chegaram a se queixar de que seu apoio em massa à resolução do governo Lula estava enfrentando alguma oposição desconhecida no Brasil.
Eu não tinha então meu blog, mas o JesusSite publicava meus artigos. Por causa das minhas denúncias contra a resolução, o JesusSite recebeu ameaças de hackers e chegou a ficar fora do ar vários dias, por causa dos ataques.
O pioneirismo agressivo do governo Lula, que tinha o apoio dos maiores líderes evangélicos do Brasil (inclusive Silas Malafaia, Bispo Macedo, Pr. Nilson Fanini, Rev. Guilhermino Cunha, etc.), foi vencido por uma resistência pequena estimulada pelos alertas que preparei com base em informações que eu recebia de contatos cristãos na ONU. Apesar disso, os grandes apoiadores evangélicos de Lula nunca chegaram a denunciar a resolução pró-homossexualismo dele na ONU.
Desde 2003, houve grandes mudanças. A sacralização social que Lula e sua agenda recebiam de líderes cristãos é hoje contestada e reprovada, e há uma resistência muito maior à agenda homossexual do Partido dos Trabalhadores e outros partidos socialistas.
Muitas outras lutas e desafios tive mais tarde, especialmente por meio do blog, que tem sido alvo de ataques nacionais e internacionais e tem estado sob monitoração nacional e internacional.
Você pode passar por muitas lutas e desafios, mas se você está no chamado de Deus, avance. Não tenha medo de ir aonde ninguém nunca foi ou de fazer algo que nunca fizeram. Se Deus chamou você, vá.
Não espere o apoio dos grandes. Espere e se apoie no Grande Deus.
Posso lhe passar esse encorajamento porque já estive nessa situação: Enquanto os grandes estavam apoiando Lula dez anos atrás, eu estava clamando no deserto.
Dedico a seguinte canção a você, pioneiro, batalhador, desbravador e guerreiro solitário: http://youtu.be/_EBg_IyJU4Y

27 de agosto de 2012

Notícia de última hora: Morre Exodus Internacional aos 35 anos


Notícia de última hora: Morre Exodus Internacional aos 35 anos

D.L. Foster
Depois de checar o pulso numerosas vezes e não sentir nada, é nossa triste obrigação informar a todos que a organização que no passado era campeã na defesa da mudança da homossexualidade morreu com 35 anos. Relatamos em fevereiro que a organização havia sido infectada com um vírus de ilusão herética e que a morte estava se aproximando.
Quem já teria sonhado que veríamos o dia em que o Exodus Internacional, a maior e mais famosa (e no passado a mais confiável) organização ministerial, cairia para trás e de cabeça no buraco de onde haviam sido tirados?
Gálatas 2:18 diz: “Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor”. Exodus se tornou proeminente porque ajudava a destruir a mentira de que os homossexuais não podem mudar. Por 3 décadas declarava com firmeza que Deus tinha o poder de mudar e transformar qualquer homossexual que se submetesse à sua vontade. Agora, o Exodus está ajudando a construir a mentira que no passado ajudou a destruir.
Alan Chambers, diretor do Exodus Internacional
O Dr. Robert Gagnon, especialista em questões bíblicas, pediu a remoção de Alan Chambers como diretor do Exodus a fim de salvar a organização. Em resposta, Chambers (que nunca teve nenhum músculo teológico) ficou ainda mais ousado em seus discursos públicos. Gagnon revelou a fonte do erro doutrinário de Chambers: Clark Whitten, seu pastor de 16 anos e o homem que está manobrando tudo nos bastidores. Whitten prega uma graça tão distorcida que nem dá para reconhecer. A opinião de Whitten levou Chambers a erros, provocando assim declarações como:
“O que me trouxe aqui [à conferência de redes cristãs gays] acima de tudo é: Somos cristãos, todos nós. Podemos ter opiniões divergentes… mas o que nos une, o que faz com que queiramos até ter esse diálogo, ou necessidade de diálogo, é o fato de que todos amamos Jesus. Nós todos o servimos. Nós servimos o mesmo Deus e cremos em coisas muito diferentes”.
Numa entrevista de 2011 para Lisa Ling ele declara: “Há pessoas lá fora que estão vivendo um estilo de vida gay ativo e são cristãs. Deus é aquele que as chamou e tem o coração delas e elas têm comunhão com Ele, e eu realmente creio que elas estarão no céu comigo”.
Numa entrevista de junho para o jornal The Atlantic Chambers declarou que a homossexualidade sem arrependimento não “interrompe o relacionamento de alguém com Cristo”.
Mais erros e falsos ensinos de Chambers estão em inglês aqui, aqui e aqui.

Predição da morte do Exodus?

Dois dias antes de sua morte, Anthony Falzarano, um de nossos guerreiros tombados, deixou um aviso para o Exodus e revelou que ele havia lutado com eles sobre falsos ensinos que ajudaram a estimular o movimento “gay cristão”. Falzarano estava respondendo a um artigo no site exgaywatch em que Andy Comiskey, outro líder de ministério, avisou o Exodus sobre sua atitude de adotar a doutrina falsa que prega que “uma vez salvo, sempre salvo”.
Falzarano escreveu em 21 de abril de 2012:
“É por isso que nosso ministério parentsandfriends.com não se filiou ao Exodus Internacional. Os ensinos falsos de ‘uma vez salvo, sempre salvo’ não têm nenhum apoio na Bíblia. Leia Hebreus capítulos 3,4,6-12, onde se menciona que alguém pode se desviar de sua fé.
Bob Davies, ex-presidente do Exodus, apoiou o falso ensino de ‘uma vez salvo, sempre salvo’. Aqueles que realmente conseguiram sair do estilo de vida gay são aqueles que permanecem fieis aos ensinos de Jesus quando a Bíblia diz “se você Me ama, você obedecerá ao Meu mandamento” e o Senhor Jesus nos orienta ‘a nos abstermos de toda imoralidade sexual’ (quer você sofra de tentações homossexuais ou heterossexuais!!!)
Viva para Andy Comiskey por confrontar os ensinos agora corruptos de Alan Chambers e do Exodus. Eu levei essa situação à atenção da liderança do Exodus em 1999 (como um aviso) e em vez de escutarem, eles me removeram da liderança. Como cristãos é melhor estar certo do que ser popular. Olhe para o exemplo de Jesus. Logo o Exodus enfrentará divisão e a nova organização que será formada deixará o estado de morte do Exodus Internacional se o Exodus não se arrepender de seus ensinos que não têm base na Bíblia. Tenho tido envolvimento com o movimento de ex-homossexuais por 23 anos. O Exodus era muito forte então e precisa voltar às suas raízes ou Deus removerá Sua proteção dessa organização!”
O fato é que o Exodus já se dividiu. A Rede de Esperança Restaurada (Restored Hope Network) foi formada do Exodus por alguns dos mais famosos e respeitados líderes ministeriais, inclusive: Frank Worthen, Anne Paulk, Andy and Annette Comiskey, Dr. Robert Gagnon, Joe Dallas, Stephen Black, David Kyle Foster, e Michael Newman.
É quase que certeza que a divisão se desenvolverá numa implosão à medida que Alan Chambers, seu diretor fatalmente ferido, continuar sua marcha na ideologia de inclusão homossexual. Todas as pessoas e organizações que adotaram a ideologia da inclusão homossexual morreram espiritualmente e suas carcaças ficaram ao lado do caminho como aviso aos outros. Mas Chambers e a diretoria do Exodus já estão cegos e assim a sorte deles está selada. Romanos 1 retrata vividamente o indicador de quando Deus remove sua unção e sua mão de proteção de um indivíduo.
“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” (Romanos 1:21-25 ACF)
E conforme mostra o versículo 32, a atitude de aprovar e justificar qualquer pecado acorrenta o indivíduo a ele como se ele estivesse cometendo o próprio ato.
Traduzido do artigo de Gay Christian Movement Watch: Breaking News: Exodus International dead at age 35

26 de agosto de 2012

Mídia ocidental está escondendo fatos sobre banda de rock que profanou catedral russa


Mídia ocidental está escondendo fatos sobre banda de rock que profanou catedral russa

Matthew Cullinan Hoffman
(**** AVISO: Esta matéria contém informações explícitas. Fica a critério do leitor continuar a leitura***)
(LifeSiteNews.com) — A banda de punk rock russa “Pussy Riot”, que no momento está sendo julgada por profanar a Catedral de Cristo o Salvador de Moscou, está sendo elevada pelas elites e mídia ocidentais à condição de símbolo de direitos humanos.
A revista esquerdista Time descreve o julgamento como “Um Tribunal Ridículo Lança Caça às Bruxas”, enquanto o jornal Guardian da Inglaterra cita apoiadores que compararam Nadezhda Tolokonnikova, líder da banda, a Simone de Beauvoir. O governo de Obama diz que está “profundamente preocupado” com o que chama de uma “perseguição politicamente motivada”, e a Anistia Internacional, uma organização pró-aborto de direitos humanos, afirma que o trio são “prisioneiras de consciência”. Madonna Ciccone e outras celebridades e estrelas pop dos EUA caracterizaram as jovens de “heroínas” e estão exigindo a soltura delas.
Contudo, essas mesmas fontes estão dando uma versão muito truncada do que o trio de moças realmente fez quando entraram na igreja mais venerada da Rússia, pelo que as integrantes da banda afirmaram foi meramente um protesto político contra o governo de Vladimir Putin, presidente da Rússia.
As três mulheres, todas na faixa dos vinte anos, estão sendo processadas por invadirem o espaço mais sagrado da catedral, o santuário que contém o altar, onde dançaram dando pontapés no ar, cantaram uma música carregada de palavrões e adorando a Deus de forma debochada. Um vídeo das palhaçadas delas, com uma tradução da letra em inglês, está aqui (aviso: conteúdo ofensivo).
Os relatos da mídia ocidental tipicamente citam apenas uma frase da música que o trio cantou, “Santa Maria, virgem, expulse Putin”, dando a impressão de que a música nada mais era do que um protesto contra o líder russo. Contudo, uma tradução em inglês das letras todas obtidas por LifeSiteNews.com indica que as moças tinham em mente muito mais do que apenas políticas eleitorais.
Pussy Riot: palavrões e sacrilégio em catedral da Rússia
Além de zombarem da adoração dos ortodoxos, as moças ridicularizaram as “vestes pretas e ombreiras douradas” do clero ortodoxo, e zombaram dos paroquianos que se ajoelhavam no chão. Elas então deram uma alfinetada na defesa que a Igreja Ortodoxa faz da moralidade pública, declarando: “O fantasma da liberdade está no céu, o orgulho gay foi enviado para a Sibéria em cadeias”.
“O diretor da KGB é seu santo chefe”, continuam as moças, em referência à posição de Putin no passado sob o regime soviético.
Elas então cantam uma estrofe associando o sagrado com fezes, depois uma estrofe opondo-se ao que elas enxergam como apoio de líderes ortodoxos ao governo de Putin, então outra declarando: “Patriarca Gundyaev crê em Putin”, acrescentando “Putas, é melhor crerem em Deus”.

A verdade pouco conhecida dos “protestos” obscenos de Pussy Riot

Outro aspecto do caso que a mídia ocidental tem deixado praticamente de fora de suas reportagens é a ligação de Pussy Riot e suas integrantes com exibições obscenas planejadas para provocar insulto e indignação moral.
Em 2008, as integrantes da banda entraram no Museu de Biologia de Moscou a fim de se engajarem num protesto de “rito de fertilidade” contra a eleição de Dmitry Medvedev como o presidente da Rússia. Nadezhda Tolokonnikova, integrante de Pussy Riot, e seu marido tiraram as próprias roupas e fizeram sexo diante de todo o público que estava no museu, enquanto outros tiravam fotos do incidente e as postaram na internet.
Maria Alekhina, outra integrante, divulgou um vídeo da banda em que ela entra num supermercado e se masturba usando a pata de uma galinha, de acordo com um artigo atipicamente franco da Associated Press. Em outro sensacionalismo recente, a banda pendurou o desenho de um pênis imenso numa ponte levadiça de São Petersburgo, a AP relata no mesmo artigo.
As recentes manifestações da banda com provocações planejadas contra as sensibilidades religiosas e morais dos russos criaram acerca da banda na Rússia uma impressão que difere dramaticamente da retratação favorável produzida para os consumidores ocidentais.
Enquanto as estrelas da cultura pop e as elites midiáticas dos EUA andam fazendo bajulações pelo trio na prisão, os astros russos estão com nojo de se associarem com a causa delas, inclusive as duas maiores estrelas do rock na Rússia, Zemfira e Mumiy Troll. Alguns, como a famosa cantora Elena Vaenga, chegaram a denunciá-las publicamente, declarando: “Eu pessoalmente farei um brinde à saúde do juiz que sentenciá-las a algum tempo de cadeia”.
Até mesmo o simpático jornalista russo Michael Idov admite num artigo recente para o jornal esquerdista New York Times que “na cidade natal delas, as opiniões sobre Pussy Riot são, na melhor das hipóteses, mistas. Até mesmos a reação dos esquerdistas tem envolvido linguagem como ‘Deviam soltar essas galinhas, mas não sem uma chinelada no traseiro’”.

Perseguição religiosa de esquerdistas russos?

Alexander Shchipkov, presidente do Clube dos Jornalistas Cristãos Ortodoxos, ao qual a Voz da Rússia caracteriza como “um proeminente blogueiro que teve de pagar um alto preço por suas convicções religiosas nos tempos soviéticos”, acha que o “protesto” da banda na catedral foi “um ato terrorista frio e desumano”.
“As pessoas que estão defendendo Pussy Riot querem que a Igreja Ortodoxa adote um sistema secular de valores — relativismo moral, ecumenismo, ideias politicamente corretas e outras normas de uma sociedade de consumo. A Igreja Ortodoxa jamais concordará com esse tipo de ‘Reforma secular’”, acrescentou Shchipkov, de acordo com a Voz da Rússia.
O Dr. Igor Beloborodov, diretor do Instituto de Pesquisa Demográfica da Rússia, disse para LifeSiteNews numa entrevista por email que Pussy Riot tem “repetidamente insultado os sentimentos dos cristãos” na Rússia, e está ativamente engajada na promoção de uma agenda antifamília e anticristã.
“Poucas pessoas sabem que as ações agressivas delas ocorreram sob slogans dos grupos LGBT”, escreveu Beloborodov. “Elas têm declarado frequentemente em seus comentários que essas ações são dirigidas não apenas contra a Igreja Ortodoxa e contra os cristãos ortodoxos, mas também em solidariedade às minorias sexuais, que na opinião delas, não têm o apoio das autoridades russas”.
“Elas escolheram a Igreja Ortodoxa como alvo de ataque, pois os padres ortodoxos estão ativamente apoiando a família tradicional e dizendo a verdade sobre a homossexualidade”, continuou ele. “Obviamente, na propagação da ‘cultura da morte’ essa banda e todas as ações de suas integrantes são um projeto social muito bem planejado para desacreditar a Igreja Ortodoxa e a destruição da família natural”.
“É por isso que hoje os grupos anticristãos de pressão política estão fazendo gastos enormes a fim de apresentar essa banda como ‘mártires’. Aliás, estamos lidando com perigosas ‘terroristas’ que estão lutando contra a moralidade, contra a sociedade, contra as igrejas e contra nossos filhos”, acrescentou ele.