31 de julho de 2012

Mudança é possível: ex-travesti se torna pastor


Mudança é possível: ex-travesti se torna pastor

Joide Miranda comenta que homossexualidade pode ser desaprendida. Ele se assumiu gay aos 14 anos, mas aos 26 deixou a vida de travesti.

Adaptado por Julio Severo
Acompanhado da mulher e do filho de 1 ano, o pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, afirma que é possível deixar de ser homossexual. A partir de sua experiência pessoal, ele decidiu ajudar quem quer voltar a ser normal, por meio da Associação Brasileira de ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABexLGBTTs). “A homossexualidade é um vício que, muitas vezes, vem desde a infância. Achava que era impossível mudar, mas é uma conduta que pode ser desaprendida”, diz o pastor.
Joide e Édna estão casados há 14 anos e tem Pedro, de um ano e 11 meses. (Foto: Pollyana Araújo/ G1)
O trabalho da associação tem a hostilidade do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que optou por uma opinião de mão única: seus profissionais são livres para apoiar a agenda gay e oferecer condicionamento para que homens e mulheres permaneçam no homossexualismo, mas são proibidos de ajudar os que querem voluntariamente deixar esse estilo de vida.
Joide Miranda, que aos 14 anos assumiu a homossexualidade e agora dá testemunho de sua restauração, diz que o trabalho que desenvolve busca a mudança a partir da espiritualidade e da experiência de vida dele, embora avalie que a psicologia seria importante nesse processo. “Aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade dizem que me veêm como referência”, afirma o pastor, que depois da mudança retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.
Joide morou em vários países, entre eles na França
(Foto: Arquivo pessoal)
Joide Miranda explica que hoje a entidade, que foi regulamentada em novembro do ano passado, dá suporte emocional a pessoas de vários lugares, inclusive do Japão, Espanha e França. Até hoje, segundo ele, mais de 500 homossexuais já o procuraram, sendo que, segundo ele, os maiores motivos alegados para querer deixar a homossexualidade são a solidão e insatisfação. “Fazemos acompanhamento por telefone, mas pretendemos abrir uma casa de apoio, uma espécie de albergue, para podermos auxiliá-los melhor”, contou o pastor que mora em Cuiabá com a família.
Um dos pilares da associação é a estruturação familiar. Para o pastor, que hoje tem 47 anos, a desordem familiar tem grande parcela de responsabilidade nos casos de homossexualidade, tanto que diz alertar os pais durante as palestras que ministra para que se atentem sobre o comportamento dos filhos de modo que atuem de forma preventiva. “Um dos maiores fatores que contribuem para a homossexualidade é os abusos sexuais e a ausência de limites para as crianças”, enfatizou ao relatar que sofreu abuso aos seis anos por um vizinho.
Além dos próprios homossexuais, Joide disse receber inúmeros telefonemas de mães que encontram-se desesperadas pela opção sexual dos filhos e muitas delas pedem para conversar com a mãe dele, que após muita insistência conseguiu que ele fosse a igreja. Antes disso, ele morou em vários países, entre eles Itália e França, onde se prostituía. Ele conta que a maioria dos travestis se prostitue pela tentação de se ganhar dinheiro fácil.
O casamento de Joide só foi possível graças à obra de restauração do Evangelho em sua vida. (Foto: Arquivo pessoal)
Ele cita dois casos de ex-homossexuais que deixaram o estado da homossexualidade, depois de receberem acompanhamento através da associação. Um deles mora na França, morava com outro homem e hoje já está casado com uma mulher.
Outro é o de um ex-travesti do Maranhão, que colocou até silicone nos lábios, e agora é missionário de uma igreja evangélica. “Quando a pessoa resolve mudar o interior está todo bagunçado e demora algum tempo para mudar completamente, inclusive os trejeitos femininos”, explica.

Casamento

No caso de Joide, a mulher Édna, que hoje o acompanha nas palestras em que dá o seu testemunho, foi quem o ajudou. Ela não tem receio de dizer que se casou com um homem e que nunca duvidou da mudança do marido. “Antes achava que gay era sempre gay, mas depois que o conheci mudei esse conceito. Não me importo em falar sobre o passado dele, pois falo de alguém que não existe mais”, frisou.
Casada há 14 anos com Joide, Édna conta que os dois eram empresários e deixaram os negócios para ajudar as pessoas que pretendem deixar de ser homossexuais. “Só fazemos isso para que a nossa história possa ajudar outras pessoas”.
Os dois afirmaram que o casamento não pode servir de fuga para os que querem deixar a homossexualidade. Antes de conhecer a mulher, o pastor disse não ter sentido atração por nenhuma outra pessoa do sexo oposto. “Tive tudo que um travesti sonha, como glamour e dinheiro, mas não era feliz. Sentia um vazio muito grande dentro de mim. Era uma vida de hipocrisia”, recorda Joide ao testemunhar que hoje está realizado com a mulher e o filho, que foi adotado porque Édna não conseguia engravidar.
Ele conta a homossexualidade está na mente e, por isso, a restauração é sempre possível.”Depois que fui abusado sexualmente, tive a minha heterossexualidade violada”, afirma.
Em Jesus Cristo, ele encontrou restauração para o trauma que o conduziu à homossexualidade.
Divulgação: www.juliosevero.com

A pequena caixinha chamada escola — uma resposta a Dra. Rosely Sayão


A pequena caixinha chamada escola — uma resposta a Dra. Rosely Sayão

Dra. Rosely Sayão:
Em teu texto publicado no jornal Folha de São Paulo, chamado Fora da panelinha, é admirável tua preocupação com as crianças que vivem em famílias que optaram pela educação em casa, aquilo que em outros países é conhecido como homeschooling. Tuas afirmações são espantosas e merecem ser bem avaliadas.
Como psicóloga, sabes que qualquer ser humano, seja adulto ou criança, necessita de instrução e de direcionamento. Por si mesmo, o homem tende a se perder. Tu mesma adquiriste teus conhecimentos aprendendo de teus mestres e lendo autores que, antes de ti, descobriram o que hoje tu podes saber simplesmente correndo teus olhos pelas letras de um livro.
Onde está, portanto, o conhecimento? Em edifícios criados para receber centenas ou milhares de crianças de uma única vez? Não, e tu sabes disso. O conhecimento está nos livros, nos trabalhos, nas publicações, nos registros das experiências e dos pensamentos. Também está na cabeça dos mestres que possuem a capacidade de transmiti-lo com sabedoria e paciência.
No entanto, quem escolhe os livros e os professores que ensinarão nossos filhos nas escolas? E qual o método de ensino? E o acompanhamento, quem fará? Ora, se eu posso escolher, segundo meu entendimento sobre qual o melhor material a ser usado, a capacidade do mestre que ensinará meus filhos, segundo o método que eu entendo mais eficiente, por que devo ser obrigado a depositar minhas crianças em um prédio no qual elas serão apenas mais uma dentro de um universo gigantesco, aprendendo não de acordo com suas capacidades e possibilidades, mas conforme uma média de conhecimento que possa abarcar todos que lá estão?
E que tu não venhas me dizer que os filhos não me pertencem e que eu não tenho direito de direcionar suas vidas. Tens filhos? Sabes o que é isso? Se tens, os colocaste em uma escola que tu acreditas ser a melhor, que dará melhor ensino e os preparará melhor para o futuro. O que é isso senão o direcionamento de suas vidas? Não estás fazendo com tuas crias o que um proprietário faz com seus bens, aplicando onde acreditas ser o mais rendoso? Os motivos que me fazem preferir que eu escolha a forma como meus filhos vão estudar são os mesmos que tu tens para escolher a escola dos teus.
A diferença entre nós é que tu crês que a escola é realmente um lugar de conhecimento. Como típica acadêmica, prostra-te diante deste ídolo de pedra, que promete, sem cumprir, um futuro brilhante para aqueles que ingressam em seus templos. Tu és, inclusive, cria desse lugar. Como uma sacerdotisa, embriagada pelo vinho do falso conhecimento, inebriada pelas visões quiméricas de catedráticos charlatões, acreditas que fora desse seu universo não há conhecimento, não há sequer vida que valha alguma coisa.
Por isso tu afirmas que aqueles que optam pelo homeschooling o façam por medo do conhecimento. Em tua sandice universitária, vês esses como ignorantes, retrógrados, que temem expor seus filhos a novas teorias, novas formas de pensar. Diante disso, só posso te fazer uma simples perguntinha: de onde tiras tais parvoíces?
Em teu orgulho acadêmico, acreditas sinceramente que uma escola, simplesmente por ser escola, é a depositária do verdadeiro conhecimento. É óbvio que acreditas que todas as teorias, todas as descrições históricas, todas as hipóteses levantadas em sala de aula são inatacáveis. Para ti, o conhecimento é algo estático, propriedade de um grupo, principalmente daqueles que possuem a autorização governamental para fornecer diplomas.
Não percebes que o conhecimento é algo que está além dos muros da academia. Que são os homens que o carregam e o transmitem. Por isso, não entendes que a opção desses pais é, ao contrário do que afirmas, possibilitar que suas crianças tenham acesso a um conhecimento mais amplo, mais sólido e mais profundo do que as escolas podem oferecer.
Defendes as escolas como se elas fossem o paraíso do saber. Com isso, mostras que, além de não compreender o que é o conhecimento, ainda tens o olhar obscurecido para a realidade. Nunca ouvistes falar da péssima formação dos professores, da falta de estrutura das escolas públicas, da ausência de método no ensino e da grade curricular limitadíssima imposta pelo governo? A que escola te referes? Talvez, daquelas que apenas pessoas abastadas podem dar a seus filhos, das quais apenas as mensalidades são de valor maior que o salário de 90% dos brasileiros. Agora entendo porque acreditas que a educação em casa é o mesmo do que a perda do convívio social. Para ti, mulher de posses, há apenas dois ambientes sociais para teus filhos: a família e a escola. Não conheces nada além disso. Para ti, uma criança viver socialmente é ingressar em prédios que parecem mais presídios, cercados de seguranças e arame farpado, sendo monitorada todo o tempo, com horário para todas as atividades. Este é o teu conceito de liberdade, não é? Bom, é bem parecido com as utopias totalitárias imaginadas durante mais de quatro séculos até hoje.
Nunca passou pela tua cabeça que quando escolhes uma dessas escolas estás tentando dar a melhor instrução e o melhor ambiente para teus próprios filhos? E que diferença há entre isso e decidir dar toda a educação fora desse ambiente cerrado? Não, os adeptos do homeschooling não temem o conhecimento, mas querem oferecer para seus filhos mais conhecimento do que qualquer escola pode dar. Tu queres passar a idéia de que são estes os entenebrecidos, quando, na verdade, o que eles buscam é a verdadeira luz do saber.
Tu, com estas divagações, pelo contrário, demonstra-te preconceituosa. O que dizes parece demonstrar uma afeição à diversidade e à universalidade, mas denota, apenas, que não consegues pensar nada fora da pequena caixinha chamada escola. Devias saber que se há algum conhecimento na escola, ele veio de fora e não foi criado em sala de aula. Ora, se ele reside fora dos prédios escolares, por que não buscá-lo diretamente em suas fontes?
E ainda tens coragem de te mostrares amante da liberdade? Acusas os pais adeptos da educação em casa de a ofenderem ou temerem, mas não percebes que és tu que a odeia? Tu não consegues aceitar que os pais possam ter liberdade de escolher a melhor maneira de educar seus filhos. Nem de que esses filhos tenham a liberdade de aprender diferente e além do que se ensina dentro dos currículos herméticos determinados pelo Estado. Se tu amas a liberdade, se te delicias com a diversidade, por que tens tanta dificuldade de aceitar que pais tenham a liberdade de decidir pelo melhor para seus filhos e por que não aceitas a diferença que há entre a visão de mundo deles e a tua?
Na verdade, tu és como os outros: figem amar a liberdade, fingem defender a diversidade, mas odeiam tudo aquilo que é diferente do que consideram seu mundo ideal. És, de fato, intolerante e não sabes lidar com o que não conheces.
Além disso, o que escreveste apenas demonstra que sequer te informaste sobre a tradição do homeschooling, seus métodos, suas formas, suas possibilidades. Despejaste no papel apenas impressões e preconceitos. Com isso, demonstras muito bem o que acontece com aqueles que são forjados dentro dos pátios das academias.
Divulgação: www.juliosevero.com

30 de julho de 2012

Blog Julio Severo sob ataque


Blog Julio Severo sob ataque

Blog Julio Severo é denunciado como propagador de vírus

Julio Severo
Quer melhor maneira de afastar as pessoas do que assustando-as com uma ameaça de vírus? Não, não é do vírus da AIDS de que estou falando, embora esse vírus se sinta especialmente à vontade entre os supremacistas gays.
Estou falando do novo golpe aplicado contra meu blog e contra seus leitores.
Logo ao acordar, fui inundado de mensagens de leitores me informando que não conseguem acessar meu blog. Navegadores, como o Firefox, estão dizendo aos internautas que meu blog foi bloqueado porque “foi denunciado como uma página de ataque…”
Vejam só a inversão. Em vez de dizerem que meu blog está constantemente sob ataques, espantam os internautas indicando que meu blog é uma ameaça de ataque a eles.
É um golpe baixo. Digno do caráter dos que o fizeram.
Se eu estivesse ainda no Brasil, poderiam talvez chegar ao ponto de chamar a Polícia Federal, dizendo que cometi algum crime, apenas para me ver com problema. Pelo menos, esse é o golpe que estão aplicando nos ativistas pró-família americanos.
Só não aplicaram e não podem aplicar esse golpe em mim porque não têm meu endereço. E porque não estou no Brasil. E também porque lhes falta a inteligência maligna de seus mestres gays americanos.
Contudo, é publicamente notório que os supremacistas gays, e até mesmo o governo dos Estados Unidos, veem meu blog como ameaça à agenda gay.
O que você pode fazer para combater a mentira de que o Blog Julio Severo representa uma ameaça?
Clique em “Ignore this warning” e depois em “This isn´t an attack site…”

Esses “conservadores” brasileiros e suas ideias maravilhosas


Esses “conservadores” brasileiros e suas ideias maravilhosas

De um lado, Alckmin defendendo o casamento gay; do outro, Kassab perseguindo motoristas de automóveis. Com uma “direita” como essa, quem precisa de socialistas para fazer a revolução?
Geraldo Alckmin, modelo de “conservador brasileiro”, “ligado a setores tradicionais da igreja”, é declaradamente favorável ao casamento gay, como ele deixou claro nesta entrevista:
— O deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ) tem uma proposta sobre o casamento civil igualitário no Brasil. Qual a opinião do senhor sobre o casamento civil?
GERALDO ALCKMIN — Eu sou favorável. Primeiro que a lei estadual que nós promulgamos em 2001 (Lei 10.948) que ela seja federal, que ela possa ir para o Brasil inteiro para não se tolerar homofobia, não se tolerar discriminação, não se tolerar injustiça. A injustiça cometida contra uma pessoa é uma ameaça a toda a sociedade. Não pode ser tolerada. E sou favorável aos direitos civis, os direitos civis são importantes. É uma tradição da legislação brasileira.
Alckmin está na vanguarda das reivindicações do movimento LGBT: é do governo estadual a iniciativa de criar um mundialmente pioneiro “museu gay” em São Paulo.
Kassab, por sua vez, faz cortesia com chapéu alheio ao conceder terreno público para o memorial do socialista Lula, além de fazer de tudo para dificultar a vida dos paulistanos, com o objetivo de adequar a cidade aos devaneios internacionalistas do lobby ambiental.
É por essas e outras que, ao optar pelo antipetismo, o brasileiro em geral (e o paulista em particular) acaba votando nos “menos piores”: embora, nesse caso, “menos pior” esteja longe de significar “menos esquerdista”.
Fonte: Midia@Mais
Divulgação: www.juliosevero.com

29 de julho de 2012

Duzentos mil muçulmanos se convertem a Cristo


Duzentos mil muçulmanos se convertem a Cristo

Xeiques, imans, líderes islâmicos e devotos comuns desafiam a morte e o ostracismo

WASHINGTON, EUA — Não é fácil deixar o islamismo num país muçulmano.
Pode colocar sua liberdade e a própria vida em risco.
Mas milhares estão fazendo isso, de acordo com um livro recente escrito por Jerry Trousdale, diretor de ministérios internacionais de City Team International. Aliás, ele escreve no livro “Miraculous Movements: How Hundreds of Thousands of Muslims Are Falling in Love With Jesus” (Movimentos Miraculosos: Como Centenas de Milhares de Muçulmanos Estão se Apaixonando por Jesus), uns 200.000 muçulmanos se converteram ao Cristianismo nos últimos seis anos. E eles incluem xeiques, imans, líderes muçulmanos e devotos comuns da religião muçulmana.
“Há um descontentamento e desânimo tremendo entre as próprias pessoas que mais conhecem o Corão e que estão desesperadas em busca de certezas em sua própria religião”, diz Trousdale.
City Team tem locais na Califórnia, Pensilvânia e Oregon e parcerias em 42 países no mundo inteiro. Desde 1998, a organização vem cuidando de pessoas no mundo inteiro treinando, equipando, mentorando e preparando líderes locais para cuidar dos que estão em necessidade em suas comunidades. Isso inclui treinar 600.000 novos cristãos que iniciaram 18.000 novas igrejas nos sete anos passados.
“Estamos iniciando um modo totalmente novo de pensar sobre a natureza da igreja”, diz Trousdale. “O modelo da igreja que está emergindo é muito diferente da igreja tradicional. Os movimentos discipuladores estão alcançando nações inteiras no mundo. É incrivelmente emocionante ser parte de um movimento onde vemos a vida das pessoas sendo radicalmente transformada pelo Evangelho”.
Ele crê que o que vem aprendendo com essa experiência pode tornar qualquer pessoa mais eficiente no compartilhamento do Evangelho — onde quer que ela esteja.
“Este livro, essas pessoas e os testemunhos miraculosos são de verdade!” exclama Chip Ingram, pastor sênior da Igreja Cristã de Ventura. “Há um movimento de Deus de mudança de paradigmas que toda e qualquer pessoa que tem o compromisso de fazer discípulos tem de ler e aplicar”.
Trousdale diz que viu mesquitas inteiras se convertendo ao Cristianismo. Ele conta de dois fazedores de discípulos que se recusaram a desistir de certa cidade que havia martirizado cinco cristãos.
Dentro de sete anos, havia sete igrejas na cidade.
O livro também documenta relatos de muçulmanos que estão descobrindo Jesus em sonhos e visões.
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: 200,000 MUSLIMS CONVERT TO CHRISTIANITY

28 de julho de 2012

Especialistas Chamam de Sem Base a “Necessidade Não Atendida” para o Planejamento Familiar


Especialistas Chamam de Sem Base a “Necessidade Não Atendida” para o Planejamento Familiar

Dra. Susan Yoshihara
NOVA IORQUE, EUA, 27 de julho (C-FAM) Ao mesmo tempo em que os governos se comprometeram a dar bilhões de dólares para promover a contracepção em países pobres com base na ideia de uma “necessidade não atendida” de planejamento familiar, um grupo de elite de especialistas repudiou o termo como uma medida medíocre de eficácia de assistência de desenvolvimento.
“Os números usuais anunciados e debatidos sem base de estimativas de ‘necessidade não atendida’ não correspondem a nenhuma definição de ‘necessidade não atendida’ com que qualquer economista (ou apenas o bom senso) consiga concordar. Eles são uma invenção ideológica que vem sendo usada com êxito na agenda política geral para promover o planejamento familiar”, comentou Lant Pritchett, economista de Harvard. 
Os comentários eram parte de um debate online organizado por Berk Ozler, economista sênior do Banco Mundial. Ozler comentou que pesquisas recentes validam os acadêmicos que argumentam que os programas de planejamento familiar têm pouco efeito nos índices de fertilidade. Ele citou um estudo recente da Zâmbia que mostra que os casais em sociedades tradicionais não usam a contracepção mesmo quando recebem cupons porque já estão planejando suas famílias por outros meios.
“Uma necessidade onde ninguém está pedindo nada pode fazer sentido para o ativismo político, mas não para programas ou políticas públicas”, disse Dominic Montagu, epidemiologista da Universidade da Califórnia em São Francisco. Ele apoiou a ideia de Ozler de abandonar o conceito de “necessidade não atendida” e substitui-la por um indicador com base científica tal como o real pedido da consumidora.
Pritchett frisou o fato de que “necessidade não atendida” é composta “predominantemente” de mulheres que não querem usar a contracepção devido a razões de religião ou saúde, ou porque elas já passaram da idade de ter filhos ou são celibatas. “O fato de que o movimento [de controle populacional] tem sistematicamente atribuído ‘necessidade’ de contracepção para mulheres que têm articulado razões por que não querem revela a abordagem paternalista inerente nos programas de planejamento familiar impelidos por questões demográficas — nós os promotores da explosão populacional podemos sobrepujar o que vocês querem com o que vocês precisam”, disse ele.
John Bongaarts, vice-presidente do Conselho Populacional, contestou Pritchett citando um estudo de 1977 de Matlab, Bangladesh, para argumentar que os programas de planejamento familiar com base na contracepção podem reduzir a fertilidade em sociedades tradicionais. Mas um dos pesquisadores que trabalharam no estudo de Matlab, Shareen Joshi, disse que concordava com Pritchett que “necessidade não atendida” não deveria ser usada como justificativa para programas de planejamento familiar, pois não corresponde ao que qualquer economista chamaria de pedido do cliente.
David Bishai, professor de saúde pública na Universidade Johns Hopkins, acrescentou que “John Bongaarts incorretamente atribui todos os efeitos do tratamento nos bens domésticos ao planejamento familiar — o tratamento de Matlab incluía uma ampla variedade de serviços de saúde materno-infantil além de planejamento familiar”.
Bishai disse que usar “necessidade não atendida” como indicador para o investimento de desenvolvimento é apenas “levemente melhor do que jogar dinheiro aleatoriamente em metas de saúde reprodutiva”. “Um ponto de redução de necessidade não atendida é digno de 0,02 de redução de ITF [índice total de fertilidade], não levando consideração nenhuma outra variável que confundiria um relacionamento”, um efeito muito pequeno, disse ele. Em seus comentários, Bishai argumentou que não faz sentido econômico que a USAID tenha gasto 649 milhões de dólares em planejamento familiar em 50 países em 2010, mas ignorou os outros fatores que afetam a fertilidade, tais como os desejos dos cônjuges e filhos.
“Finitos recursos dos doadores forçam a pergunta do retorno do investimento no planejamento familiar [como ocorre] em todos os outros lugares”, continuou Bishai. “Não deveriam evitar essa questão por hipocrisia ou ideologia cega. Há um importante papel de administração para todos os gastos em prol dos pobres… Os pesquisadores podem fazer muito mais [do que “necessidade não atendida”] para guiar as políticas públicas, mas ainda não o fizemos”.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax

Agência da ONU Promove Sexo de Risco em Conferência Internacional de AIDS


Agência da ONU Promove Sexo de Risco em Conferência Internacional de AIDS

Lisa Correnti
WASHINGTON, DC, EUA, 27 de julho (C-FAM) O Fundo de População da ONU fez uma parceria com grupos de direitos sexuais e reprodutivos nesta semana para promover uma agenda polêmica de conduta sexual de risco numa importante conferência internacional de AIDS em Washington.
Controle populacional e seus métodos de conspiração: AIDS, gripe aviária, etc.
Um evento no dia de abertura organizado pela Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla em inglês IPPF) e co-presidida pelo Fundo de População da ONU, “A Ideologia Política da Camisinha: Tolices, Polêmicas e Pepinos”, com o objetivo de “re-energizar” o uso das camisinhas como um método moral e eficaz de prevenção à propagação do HIV. A XIX Conferência Internacional de AIDS reuniu mais de 20.000 ativistas em torno do tema: “Mudando as Coisas Juntos”.
O evento deu destaque na mesa redonda para participantes do The Pleasure Project (Projeto Prazer), Católicas pela Escolha e o Departamento de Desenvolvimento Internacional (DfID) da Inglaterra. O debate se estendeu além da prevenção do HIV/AIDS para uma agenda mais ampla que incluía a liberalização e aceitação social da pornografia, contraceptivos e promiscuidade sexual.
O Projeto Prazer, financiado pelo DfID, e DKT International, um dos maiores provedores de camisinhas e aborto médico aos países em desenvolvimento, patrocinaram o evento “Tudo o que Você Sempre Quis Saber sobre Sexo Prazeroso Mais Seguro, Mas Estava Temeroso Demais para Perguntar”. Vendo as atuais campanhas de sexo seguro como “negativas demais” devido ao seu foco nas doenças, risco e resultados negativos, os organizadores do evento promoveram uma estratégia que frisa o “prazer”, com a intenção de “erotizar o sexo seguro”.
Falando no evento da IPPF, Jon O’Brien, presidenta da Católicas pela Escolha (CE), criticou os grupos de base religiosa que trabalham para combater o HIV/AIDS, mas não fornecem camisinhas. CE repudia os programas de abstinência em seu projeto “Camisinhas para a Vida”. Um evento de CE, “Bons Católicos Usam Camisinhas”, incluía na mesa redonda participantes da IPPF e Clérigos Preocupados Pró-Aborto que promoveram “uso da camisinha de uma perspectiva religiosa e ética”.
Estratégias inéditas de marketing para a promoção da camisinha saturaram o salão da conferência. O Fundo de População da ONU patrocinou uma “Zona de Camisinhas ao Gosto do Freguês” com o fabricante de camisinhas Durex, UNAIDS e a Cruz Vermelha das Bahamas que deram destaque a uma companhia teatral de dança de camisinhas e sessões diárias de “diálogo” mirando os jovens e focando em tópicos como a sodomia.
Hillary Rodham Clinton, secretária de Estado, falou na sessão plenária de segunda-feira prometendo o compromisso dos EUA com a agenda da conferência e então se desviou do tópico para elogiar a recente Cúpula de Planejamento Familiar de Gates na Inglaterra. “Toda mulher devia ter condições de decidir quando e se quer filhos quer ela tenha ou não o HIV”, disse Clinton. Então ecoando Melinda Gates, Clinton acrescentou: “Não deveria haver ‘Nenhuma Polêmica’”.
Especialistas alertam que o plano de Gates de injetar contraceptivos em milhões de mulheres pobres no Sul da Ásia e África subsaariana ignora pesquisas que ligam o injetável Depo Provera com a propagação do HIV. A Dra. Denise Hunnell estima que a campanha “poderá dobrar os índices de transmissão do HIV”.
Outros especialistas estão preocupados com a promoção de camisinhas para grupos de risco elevado junto com a remoção de estigmas que dizem impedem o acesso ao tratamento, tais como legalizar a prostituição, descriminalizar a sodomia, liberalizar as leis de imigração para trabalhadores do sexo e distribuir agulhas limpas para usuários de drogas.
Edward C. Green, da Universidade Johns Hopkins e ex-diretor do Projeto de Pesquisa de Prevenção de AIDS do Centro Harvard para Estudos de População e Desenvolvimento, argumentou que a ênfase exagerada em camisinhas em vez de conduta é perigoso principalmente entre populações de risco elevado. “Nossos estudos mostram que há uma ligação sólida, inclusive as ‘Pesquisas de Saúde Demográfica’ financiadas pelos EUA, entre maior disponibilidade e uso de camisinhas e índices mais elevados (não mais baixos) de infecção do HIV”, disse Green.
A ONU estima que mais de 34 milhões de pessoas vivem com o HIV, 7.000 contraindo-o a cada dia. A OMS estima que 30 milhões de mortes relacionadas à AIDS desde 1981 com 1,7 milhões apenas em 2011.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
Ex-Homossexual — Hoje Salvo — Trava Batalha Simultânea Contra a AIDS e o Pecado

27 de julho de 2012

Fantástico! Jornal Pravda, da Rússia, denuncia políticas abortistas do governo de Dilma Rousseff


Fantástico! Jornal Pravda, da Rússia, denuncia políticas abortistas do governo de Dilma Rousseff

Julio Severo
O que parecia impossível até algum tempo atrás, está acontecendo hoje. O famoso jornal Pravda, da Rússia, está denunciando publicamente as políticas abortistas do governo de Dilma Rousseff.
O jornal russo acusa a presidente Dilma Rousseff de quebrar as promessas de sua campanha eleitoral e estabelecer convênios com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz para introduzir o aborto no Brasil, destacando também fundações americanas que financiam as iniciativas de pressão política para legalizar o aborto no Brasil.
O artigo russo divulgou link da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul, que faz parte da esquerdista CNBB, mas tem posturas conservadoras diferentes da CNBB. A matéria completa está aqui: http://port.pravda.ru/news/russa/27-07-2012/33419-dilma_aborto-0/
O que é fascinante nesse caso é que em seus tempos de criminosa e terrorista, Dilma Rousseff se espelhava na Rússia comunista em sua meta ideológica de derrubar o governo do Brasil e instaurar um regime comunista ditatorial que, se não fosse pela intervenção dos militares, teria derramado muito sangue no Brasil.
A Rússia, cuja população deu meia-volta volver no comunismo, está dando uma lição de moral para sua antiga admiradora no Brasil.
Dona Dilma, sua antiga Mãe Rússia deu meia-volta volver. Agora é sua vez!

Líder de estudo da Bíblia é condenado à prisão nos EUA


Líder de estudo da Bíblia é condenado à prisão nos EUA

Nação que foi fundada por cristãos perseguidos hoje persegue cristãos

Julio Severo
Um cristão da cidade de Phoenix, no Arizona, EUA, que fazia estudos da Bíblia em seu lar há anos, muitas vezes em face de ameaças da prefeitura, permanecerá encarcerado por ter esses estudos, depois que a Suprema Corte do Arizona se recusou a intervir no seu caso.
Advogados do Instituto Rutherford, que defende a liberdade religiosa nos EUA, anunciaram que seu pedido de habeas corpus em favor do cristão foi rejeitado.
Michael Salman terá de cumprir uma sentença de cadeia de 60 dias e pagar uma multa de 12 mil dólares por usa a propriedade privada de sua residência para realizar um estudo semanal da Bíblia.
A prefeitura disse que os “crimes” envolveram violações de códigos municipais de construção, mas seus defensores apontaram para o fato de que esses códigos são para propriedades comerciais, e a prefeitura não os aplica para comemorações de futebol, reuniões sociais e outros eventos que são realizados em lares.
Se a prefeitura fosse justa, daria o mesmo “tratamento” para os outros eventos. Mas a perseguição é contra o testemunho de Cristo.
O que está acontecendo com os EUA?
Depois de sua independência, muitos estados dos EUA tinham leis e constituições que reconheciam a importância de adorar a Deus. Por exemplo, a Constituição do Tennessee, Artigo XI, Seção III, declarava: “Todos os homens têm um direito natural e irrevogável de adorar o Deus Todo-poderoso de acordo com os ditames da própria consciência”. O Artigo VIII, Seção II, declarava: “Toda pessoa que negue a existência de Deus, ou um estado futuro de recompensa [no céu] e castigos [no inferno] estará proibida de ocupar cargos civis neste Estado”.
Hoje, a lei geral nos EUA parece ser “Todos os homens têm um direito natural e irrevogável de desprezar o Deus Todo-poderoso de acordo com os ditames da própria consciência”.
Ainda que não declarada, a ordem para cargos públicos parece ser: “Toda pessoa que negue a existência de Deus, ou um estado futuro de recompensa [no céu] e castigos [no inferno] ocupará cargos civis elevados nos EUA”.
Se essa mudança não é de fato realidade, então como explicar cidadãos cristãos sendo perseguidos nos EUA pelos motivos mais banais?
Se os que ocupam cargos públicos negam a existência de Deus, eles evidentemente trabalharão para cortar a liberdade dos cristãos e expandir a liberdade dos grupos ideológicos que apoiam um Estado que nega a existência de Deus: homossexualistas, abortistas, marxistas, feministas, etc.
Os EUA, que foram fundados por cristãos perseguidos, estão finalizando sua história como nação perseguidora de cristãos americanos e provocadora de perseguição aos cristãos em outros países, como está ocorrendo no caso da Primavera Arábe, que sob incitação dos EUA está instalando em países muçulmanos líderes radicais que estão provocando um banho de sangue cristão.
Com informações do WND e American Minute.