30 de junho de 2012

Marina Silva na Rio +20: símbolo de uma tragédia de natureza cristã


Marina Silva na Rio +20: símbolo de uma tragédia de natureza cristã

Edson Camargo
Começo este artigo citando o escritor e acadêmico português Mendo Castro Henriques:
“Revolução não é apenas a conquista violenta do poder. Revolução é toda a aceleração política que arrasta um povo para um processo que não domina nem compreende. E a força das revoluções provém menos da violência, que do caos e da opacidade que as acompanham, e que faz perder o sentido dos valores e das proporções, instaurando a desorientação e dispondo a população a aceitar, em nome da segurança, quaisquer exigências dos novos poderes.” (Em ‘Revolução’, Euronotícias, 27/04/2001. Reproduzido no site de Olavo de Carvalho).
Quando Marta Suplicy criticou a atuação da Igreja Católica, que, apoiada por delegações de diversos outros países, obteve êxito ao excluir termos como “direitos reprodutivos” e “saúde reprodutiva” (leia-se aborto, na novilíngua do globalismo ocidental) do texto final da Rio +20, a última pessoa que imaginei que poderia abrir a boca para se opor à posição sempre abortista, sempre gayzista, sempre feminista e sempre errada da senadora petista foi Marina Silva. Acertei. Nada! Como diz minha amiga jornalista Graça Salgueiro, “de onde menos se espera, é que não sai nada mesmo”.
Ainda assim, o fato diz muito, pois Marina Silva criticou tudo o que pode na Rio +20, com muito apoio, prestígio e visibilidade midiática. Sua trajetória política quando analisada com mais atenção, revela muito sobre a revolução pela qual passa o Brasil. Ela é evangélica. Da Assembléia de Deus. Denominação conhecida pelo fervor pentecostal, já folclórico, pela afirmação constante da inerrância das Escrituras Sagradas, e pelo zelo em buscar testemunhar, até mesmo na forma como se vestem, a obra que Cristo fez em suas vidas. Ainda assim, quase tudo na atuação política de Marina Silva é contrário às prescrições da cosmovisão cristã, e está sempre alinhado – e daí o prestígio da ex-ministra do Meio Ambiente no governo dos mensaleiros – à mundana ideologia socialista, numa de suas vertentes mais traiçoeiras: a do ecofascismo globalista. E só o total sucesso de uma revolução cultural prescrita pelos teóricos revolucionários da Escola de Frankfurt, por Antônio Gramsci e pelo homicida Louis Althusser, programada e empreendida por mais de quatro décadas no Brasil, pode explicar o carinho e os quase 20 milhões de votos que esta senhora obteve no primeiro turno das últimas eleições presidenciais.
No grande festerê do liberalismo teológico e do ecumenismo religioso pró-governo mundial, a “Cúpula dos Povos”, ali, próximo à “Casa de Gaia”, Marina Silva foi ovacionada. Entre os manipulados do movimento das “Igrejas Eco-cidadãs”, lá esteve ela, bem como Walter Altman, um dos líderes do Conselho Mundial de Igrejas, instituição comunista e teologicamente liberal desde os primórdios, e com um histórico de apoio ao terrorismo. Sobre isso, vale a leitura do opúsculo The World Council of Churches: A Fraudulent Gospel, de Bernard Smith.
Marina Silva também reclamou do documento final da Rio +20, considerando-o uma “pá de cal” nos esforços dos ecofascistas, no que foi apoiada por todos os líderes da imensa rede de ONG’s e movimentos financiados pela cúpula globalista anticristã. (Para se perceber melhor como é que circula esta grana toda, vale a pena checar os sites www.discoverthenetworks.org e o www.activistcash.com.) Mas sobre o ímpeto abortista da ONU, nada disse. Nem sobre a sistemática promoção, por parte das Nações Unidas, em de uma nova religiosidade artificial, por meio de sua agência United Religions Initiative, a URI, cuja história, doutrina e atividades estão bem documentadas na obra de Lee Penn, False Dawn.

Eu nem esperaria nada diferente de quem, em plena campanha, na busca do voto cristão, fincou o pé nas teses ambientalistas e, quando perguntada sobre “casamento” gay e aborto, deslizou: “Deixa para um plebiscito”. Pelo que se vê, o versículo “não seguirás a multidão para fazeres o mal” (Ex. 23: 2) não significa muito para Marina Silva, que teve entre seus mentores Leonardo Boff, arquiduque da “teologia” da “libertação” marxista (em seus tempos de católica), e Caio Fábio, um dos barões da “teologia” da “Missão Integral”, a versão “de crente” da “teologia” da “libertação”. O curioso é que Boff, atualmente, dá declarações mais caras ao panteísmo do que a qualquer outra religião. E Caio Fábio também já deslizou no panteísmo, em pleno Congresso Nacional, em 2004:
“Para mim, esse universo é sagrado.
A atuação política, o prestígio entre as elites globais, as afinidades para lá de suspeitas e a omissão constante em defender sua fé tornam Marina Silva um símbolo do que tem se tornado a igreja brasileira em tempos de revolução cultural comunista concluída, com a conseqüente modelagem das instituições e nos meios de obtenção de prestígio e ascensão social.
Deixa-se o Evangelho em casa, na gaveta, e vai-se às ruas gritar “por um mundo melhor”. Perdeu-se o interesse pelo reino que não é deste mundo, pela Nova Jerusalém que descerá dos céus, e pelo alinhamento de todas as áreas da vida aos princípios que Deus estabeleceu para sua igreja, para que ela pudesse influenciar a sociedade e a cultura de forma justa, amorosa, mas apresentando a verdade, o sagrado contraponto ao que os “réprobos quanto à fé” querem impor à força e por meio do engodo a toda população mundial. Perdeu-se de vista o que tanto se falava antigamente, ainda que com outras palavras, mas que ficou bem sintetizado numa frase de Russel Kirk: “Problemas políticos, no fundo, são problemas religiosos e morais”.
Repleta de admiradores de Boff, “Frei” Betto, Caio Fábio, Robinson Cavalcanti, e até mesmo de notórios meliantes como Lula e José Dirceu, não é de se admirar que a igreja brasileira cresce em tamanho, mas não em influência, incha, mas nada retém, pois parece mais fascinada pela ampla rede de desinformação revolucionária e modelagem comportamental das grandes redes de comunicação de massa, do que pelas profundas, abrangentes e eternas verdades do Evangelho.
Fonte: Gospel+
Divulgação: www.juliosevero.com

29 de junho de 2012

Gays interrompem audiência no Congresso Nacional sobre tratamento psicológico para a homossexualidade


Gays interrompem audiência no Congresso Nacional sobre tratamento psicológico para a homossexualidade

Matthew Cullinan Hoffman
BRASÍLIA, BRASIL, 29 de junho de 2012, (LifeSiteNews.com) — Ativistas homossexuais interromperam uma audiência na quinta-feira na Câmara dos Deputados do Brasil sobre o projeto de lei que permite que psicólogos tratem homossexuais que desejam mudar sua orientação, uma atividade que atualmente é proibida pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).
O projeto de lei, conhecido como Decreto Legislativo 234/11 e ridicularizado pela mídia esquerdista brasileira como projeto de “cura gay”, também derrubaria o regulamento do CFP que proíbe os psicólogos de falar publicamente da orientação homossexual de um jeito negativo.
Os manifestantes homossexuais começaram a interromper a audiência quando a psicóloga Marisa Lobo falou defendendo os direitos dos homossexuais receberem tratamento para seu problema, chamando-a de “homofóbica”, “fundamentalista” e “barraqueira”.
Psicóloga Marisa Lobo defendendo os direitos os pacientes
“Todo mundo que discorda de vocês, vocês dizem que é ‘homofóbico’”, respondeu Marisa, de acordo com o jornal Correio de Bahia.
Marisa comentou que a resolução do CFP que proíbe a terapia reparativa para homossexuais “fere a autonomia do paciente, pois proíbe o atendimento no caso de ele ser homossexual”, e que como psicóloga, ela precisa “dar ouvidos a esse sofrimento psíquico” quando os homossexuais desejam mudar sua orientação.
Os homossexuais na audiência continuaram a interrompê-la, e no final foram expulsos da Câmara dos Deputados quando começaram a ler alto uma declaração do CFP repudiando a audiência. Entretanto, apoiadores cristãos do projeto de lei permaneceram aclamando o autor do projeto de lei, o deputado federal João Campos, presidente da bancada evangélica no Congresso Nacional.
Marisa foi também atacada pelo deputado Jean Wyllys, líder da Frente Parlamentar Mista de Cidadãos LGBT que disse que se sentiu “incomodado” com as declarações de Marisa, de acordo com o jornal Diário do Grande ABC.
“Não ofendi o deputado”, respondeu Marisa. “Ele é que tentou me diminuir, tentando afirmar que minhas posições não podem ser consideradas apenas porque sou religiosa”.
O próprio CFP não quis participar da audiência, afirmando que a questão está resolvida cientificamente e que a lista dos convidados para participar estava desfavorável ao CFP. O CFP tem historicamente adotado posições ideologicamente favoráveis à homossexualidade, declarando em 1999 que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”, afirmando que aqueles que discordam são culpados de “preconceito”.
A decisão do CFP de boicotar a audiência ocorreu depois de uma carta para o CFP escrita por Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais, “sugerindo” que “o Conselho Federal de Psicologia não se faça presente na referida Audiência Pública, por entendermos que a mesma é uma afronta à ciência, à dignidade humana, aos direitos humanos, à laicidade do Estado e à autonomia do Conselho Federal de Psicologia”.
A carta, uma cópia da qual LifeSiteNews obteve, também pede que o CFP “se pronuncie oficialmente de forma enfática e contundente contra essa audiência e contra essa iniciativa, por violar frontalmente os direitos humanos”.
O Conselho Federal de Psicologia do Brasil, diferente de outras associações de psicologia, tais como a Associação Americana de Psicologia (AAP), tem o poder de privar um terapeuta de seu direito de exercer sua profissão se seus regulamentos forem violados.
O CFP usou seus poderes para censurar a psicóloga Rozangela Justino em 2009 por conduzir terapia reparativa para clientes homossexuais que a desejavam, e ordenou que sua divisão no Rio de Janeiro impusesse o regulamento que proíbe o tratamento.
Estudos recentes indicam que alguns homossexuais podem aprender a resistir aos seus impulsos homossexuais e até mesmo desenvolver atração pelo sexo oposto por meio de terapia. A Associação Americana de Psicologia afirma que a evidência existente não é suficiente para determinar a eficácia de tal terapia, embora admita que entre aqueles que a receberam “alguns indivíduos modificaram sua identidade de orientação sexual (por exemplo, participação e afiliação de grupo), conduta e valores (Nicolosi, Byrd, & Potts, 2000).”
A Organização Mundial de Saúde continua a reconhecer a categoria de “homossexualidade egodistônica” para aqueles que sofrem de atração indesejada pelo mesmo sexo, e também reconhece o uso de terapia em tais casos.
A OMS também reconhece “desordem de relacionamento sexual”, em que a orientação sexual interfere com os relacionamentos existentes. O travestismo e o transexualismo também são reconhecidos como desordens mentais pela OMS.

Parada gay na Filadélfia é marcada, na presença de várias crianças, por obscenidades, pornografia e sadomasoquismo


Parada gay na Filadélfia é marcada, na presença de várias crianças, por obscenidades, pornografia e sadomasoquismo

ATENÇÃO: Imagens repulsivas impróprias para menores

Peter LaBarbera
Confusão de gênero saindo do armário à vista de crianças. Marcha de drag queens na parada do “Orgulho Gay” “Philly Pride”. Clique nas fotos para ampliá-las.
Confusão de gênero saindo do armário à vista de crianças. Marcha de drag queens na parada do “Orgulho Gay” “Philly Pride”.
O que se segue são algumas fotos tiradas na parada homossexual (“Gay”) “Philly Pride” na Filadélfia, estado da Pensilvânia, nos EUA, e no festival “PrideDay” que aconteceu em 10 de junho de 2012 (domingo), por este reporter da Americans for Thruth About Homossexuality (AFTAH) [Americanos Pela Verdade sobre o Homossexualismo]. A parada e o festival que se seguiu, no pier de Penn’s Landing, no centro da cidade, foram pequenos em comparação a paradas e festivais de “orgulho” homossexual em cidades como Chicago e São Francisco; mas ambos os eventos contaram com a presença de muitas crianças pequenas. Testemunhei dezenas delas, desde muito pequenas até adolescentes marchando na parada, e também havia muitas delas observando da calçada.
Homem sadomasoquista em uma espécie de vestido caminha pela 7th Street, na Filadélfia, carregando a bandeira azul e negra do “Orgulho de Couro”. O homem à sua esquerda carrega a bandeira do “Orgulho Urso”. “Urso” é uma gíria para definir homossexuais gordos e cabeludos.
Talvez até mesmo alguns homossexuais que criticam o AFTAH admitam que as cenas mostradas abaixo não são apropriadas para crianças. No entanto, mais do que nunca, nas grandes cidades dos EUA, as crianças são uma visão comum em paradas e festivais de “orgulho gay”, pois pais homossexuais “orgulhosos” trazem seus filhos para essas celebrações libidinosas de pecado sexual e confusão de gênero. [É permitida a utilização de todas as fotos, desde que citada a fonte: “Americans For Truth About Homossexuality; www.americansfortruth.org”. Perguntas deverão ser enviadas para: americansfortruth@gmail.com.]
Cobrimos os olhos de todas as crianças mostradas nas nossas fotos; basta clicar nelas para ver em formato ampliado:
Você cogitaria levar os SEUS filhos a uma parada onde comportamentos como esses acontecem (e, pior, deixá-los participar da marcha)? Esses go-go boys estavam se roçando em cima de um carro alegórico:
Go-go- boys roçam ao ritmo da música em um carro alegórico na parada do “orgulho” homossexual da Filadélfia. Crianças tanto participaram dessa mesma parada quanto a assistiram da calçada.
Não sei o que significam as asas, mas go-go boys seminus rebolando são um ornamento na maioria das paradas de "orgulho" homossexual nas grandes cidades:
Esse bonde levando crianças foi patrocinado pelo Hospital das Crianças da Filadélfia (na faixa, lê-se: “Departamento de Diversidade e Inclusão”). É de se perguntar por que as autoridades do Hospital das Crianças e os adultos de carona nesse bonde permitiriam a participação de crianças em uma parada e um festival cheios de excessos libidinosos, que promoveram a pornografia sexual, a confusão de gênero e eventos depravados, como um “Baile do Fetiche”.
Esse bonde foi patrocinado pelo Hospital das Crianças da Filadélfia. Os olhos das crianças foram cobertos.
Esse enorme cartaz com o desenho de um homem nu utilizando uma camisinha era visível à distância no festival em Penn’s Landing. O estande onde ele estava situado era uma das melhores localizações do festivar PrideDay; com o Rio Delaware ao fundo. Não havia NENHUM aviso de que esse estande era proibido para crianças, mas mesmo que houvesse, menores ainda poderiam ver essa exposição inapropriada:
Grande cartaz com o desenho de um homem nu utilizando uma camisinha no festival “PrideDay” em Penn’s Landing. Essa é uma espécie de versão depravada da brincadeira de pregar o rabo no burro. Abaixo do homem há vários desenhos de órgãos sexuais masculinos
Não é surpresa que as famílias de pais homossexuais, que regularmente e por definição expõem crianças inocentes a estilos de vida aberrantes, estariam mais dispostas a expor suas crianças aos excessos libidinosos que cercam o movimento LGBT do que as famílias típicas:
Meninas brincam em uma piscina rasa no meio do festival “PrideDay” em Penn’s Landing. Cobrimos o rosto da menina de frente para a câmera.
Eis outro estande do festival de Penn’s Landing totalmente imprópria sequer para ser montado perto de crianças. A distribuidora TLA vende vídeos pornográficos explícitos, além dos vídeos mais “convencionais” direcionados ao público homossexual:
ESTANDE PORNOGRÁFICO – Um cartaz no estande da TLA, uma distribuidora de vídeos porongráficos homossexuais, oferece um “DVD Adulto Gay" no seu kit “TLAgay” para os frequentadores do PrideDay.
A camiseta dessa mulher resume habilmente a perversão do lesbianismo.  Mas, mais uma vez, crianças não deveriam ser confrontadas com mensagens tão explícitas; e como exatamente seus pais iriam explicar essa mensagem para elas?
Camiseta de orgulho lésbico: “Eu Curto Vagina”: uma paródia depravada do slogan: “Curta Coca-Cola”.
A gigante The Home Depot estava entre as várias grandes empresas patrocinando a parada “Philly Pride”, embora a empresa não tivesse presença visível na parada em si. Outras empresas com estandes no festival do orgulho homossexual incluiam: Aetna; Costco; State Farm; New York Life; 5-Hour Energy; Walgreen’s; Harrah’s Chester Casino & Racetrack; Miller Beer; and Wells Fargo:
Logo do "orgulho” homossexual da empresa The Home Depot (THD): a rede de home centers estava entre as patrocinadoras da parada “Philly Pride”, e tinha um estande em Penn’s Landing. A Associação das Famílias Americanas pediu um boicote à Home Depot devido ao seu patrocínio a eventos de “orgulho” homossexual como esse.
O comitê de campanha de Barack Obama teve uma forte presença tanto na parada "Philly Pride" quanto no festival PrideDay. O comitê do candidato presumidamente republicano Mitt Romney não participou:
Participante pró-Obama segura um cartaz do presidente mais pró-homossexualismo da história americana.
Eu não vi pessoas completamente nuas na “Philly Pride”, ao contrário de várias outras paradas de “orgulho gay” que testemunhei. Mas este homem no trio elétrico da Safeguards, um Centro de Saúde LGBT localizado na Filadélfia, vestia apenas um tapa-sexo. Da mesma forma que eles redefiniram outras convenções históricas, sistemas religiosos e instituições para acomodar sua ideologia gay, os ativistas homossexuais e “pais LGBT" estão criando a sua própria realidade para o que supostamente constitui uma atmosfera “apropriada para crianças”. Tragicamente, não é sadio nem benéfico para as crianças inocentes que não têm escolha a não ser frequentar esses eventos degradantes com seus pais.
Este indivíduo que cantava sobre um trio elétrico vestia apenas um tapa-sexo.
A “esquerda religiosa”, que aprova totalmente a perversão sexual e a confusão de gênero como “direitos civis”, estava bem representada na “Philly Pride”. Felizmente, ao contrário da mensagem anti-bíblica do cartaz abaixo, muitos homens e mulheres se tornaram “EX-‘gays’ ‘com Deus’” por meio da graça, do amor e da misericórdia de Jesus Cristo. Em breve mais fotos em outra postagem sobre a Parada Philly Pride.

Esses três cartazes segurados por um contingente religioso na “Philly Pride” falam muito sobre a comunicação e a realidade do movimento de orgulho homossexual. “Bullying” é a atual palavra de ordem cinicamente utilizada pelos ativistas LGBT para avançar seus programas pró-homossexualismo nas escolas e as leis pró-gay por toda a nação. HIV/AIDS é subproduto dos comportamentos antinaturais celebrados implicitamente pelo “orgulho gay”. E “Gays com Deus” representa a campanha para redefinir até mesmo o próprio cristianismo para normalizar uma conduta que é claramente condenada pela Bíblia.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do AFTAH: “Philadelphia ‘Gay Pride’ Parade and Festival Attended by Many Children Feature Lewd Acts, Porn Booth, Sadomasochists

28 de junho de 2012

Governo cria comitês para enfrentar “homofobia” da população


Governo cria comitês para enfrentar “homofobia” da população

Julio Severo
A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) iniciou parceria com o Conselho Federal de Psicologia (CFP) para , conforme anúncio hoje em Brasília, criar Comitês Estaduais de Enfrentamento à Homofobia. Essa iniciativa é em comemoração da data de hoje, que é o Dia Mundial do Orgulho LGBT “Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais”.
Hoje, o CFP obedientemente se ausentou de uma audiência no Congresso Nacional para discutir sua medida autoritária de proibir profissionais de psicologia de atender pessoas que querem deixar o vício homossexual. A ausência do CFP ocorreu por “sugestão” de Toni Reis, presidente da ABGLT, que enviou um ofício ao presidente do CFP.
Com a parceria entre governo petista e CFP, o quadro se inverteria. Qualquer pessoa, seja psicólogo ou não, que tentar ajudar um adulto a sair do homossexualismo receberá automaticamente o rótulo de “homofóbico”, incorrendo em ameaças e ações do governo.
Governo e CFP também estarão livres para dizer que determinada criança é “homossexual”, criando impedimentos imediatos para os pais que, se tentarem buscar ajuda, serão tratados como “homofóbicos”, merecedores da mira negativa da mídia e das punições do CFP e governo.
Maria do Rosário: determinada a combater a “homofobia”, ou oposição ao homossexualismo, de 99 por cento dos brasileiros
De acordo com a ministra Maria do Rosário, os comitês terão como principal missão monitorar e fortalecer a implementação das políticas governamentais a favor do supremacismo gay. Os comitês acompanharão denúncias de “homofobia” e intervirão para que não haja impunidade no caso de pessoas acusadas desse rótulo. A partir do momento em que uma pessoa for acusada de “homofobia”, os comitês moverão toda a máquina governamental contra ela. A não ser que a maior da população se acovarde e mude de posição da noite para o dia, o governo terá um trabalho imenso.
A meta dos comitês será reverter esse quadro, que o governo julga deplorável.
Os comitês serão criados em parcerias com os governos estaduais, conselhos regionais de psicologia, comissões de direitos humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público estadual, poder judiciário, Defensorias Públicas, comissões de direitos humanos das Assembleias Legislativas, e os movimentos sociais. Além dos comitês estaduais, também será criado um comitê nacional, que coordenará em todo o Brasil ações governamentais para enfrentar e erradicar a “homofobia”, ou oposição ao homossexualismo, de 99 por cento dos brasileiros.
Com informações do O Globo.

Ativistas gays tumultuam audiência no Congresso Nacional sobre CFP proibir psicólogos de ajudarem pessoas a sair do homossexualismo


Ativistas gays tumultuam audiência no Congresso Nacional sobre CFP proibir psicólogos de ajudarem pessoas a sair do homossexualismo

Julio Severo
Ativistas do movimento gay deram muitos gritos, fizeram muito bate-boca e confusão na audiência pública que terminou no início da tarde desta quinta-feira na Comissão de Seguridade da Câmara para discutir o projeto de decreto legislativo 234/11, que garante liberdade para profissionais de psicologia que dão assistência a pessoas que querem se livrar do vício homossexual. De autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), o projeto suspende a aplicação de dois dispositivos da resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP). O regulamento do CFP proíbe profissionais de ajudarem homossexuais, tachando autoritariamente de preconceito as tentativas de ajuda.
Sob pressão dos supremacistas gays, o CFP rejeitou o convite para participar da audiência. Em 22 de junho, Toni Reis, presidente da ABGLT, o maior grupo supremacista gay do Brasil, enviou ofício ao sr. Humberto Verona, presidente do CFP, pedindo que o “Conselho Federal de Psicologia não se faça presente na referida Audiência Pública”, tachando seus participantes de possuírem um “discurso de intolerância religiosa em detrimento dos ideais da democracia igualitária”. A ABGLT mandou, e o CFP se curvou.
Não é a primeira vez que Toni Reis rotula de intolerantes as pessoas que discordem do sexo homossexual. Ele já enviou ofícios ao Ministério Público Federal contra mim e contra Silas Malafaia.
Contudo, não entendo a queixa dele agora. Eu não estava presente na audiência. Entre os participantes que falaram estava a psicóloga Marisa Lobo, que defende o direito de psicólogos atenderem pacientes que busquem sair da homossexualidade.
Psicóloga Marisa Lobo, defendendo durante a audiência pública o direito de psicólogos atenderem pacientes que busquem abandonar o vício homossexual
A fala da Marisa provocou indignação e tumulto entre representantes do movimento supremacista gay que estavam assistindo à audiência. Esse radicalismo ideológico não toleraria nem mesmo outros homossexuais. Clodovil Hernandes, considerado o mais famoso homossexual do Brasil, também era alvo de indignação e raiva dos supremacistas gays. Num evento no Congresso Nacional anos atrás, Toni Reis e sua turma do estardalhaço vaiaram Clodovil por discordar do fanatismo do supremacismo gay. Veja o vídeo aqui: http://youtu.be/F9Gk51EvGko

Para eles, é inaceitável que um homem que se viciou no homossexualismo tenha liberdade e ajuda para sair de seu vício.
Eles declaram abertamente que a medicina, a ciência e a mídia estão do lado deles. No caso da mídia, eles estão certos: a mídia está 99 por cento com a ideologia supremacista gay. Mas dizer que a medicina e a ciência estão do lado deles é um exagero tão grande quanto dizer que São Paulo tem a maior parada gay do mundo — mentira que caiu por terra recentemente, graças ao lixo e aos porcos que o fazem.
O próprio jornal esquerdista Folha de S. Paulo, antigo aliado do supremacismo gay do Brasil, apontou que o número de participantes da parada gay em São Paulo este ano foi no máximo 270 mil pessoas — um número que está muito longe dos 4 milhões alardeados pelos organizadores da Parada do Orgulho Gay de São Paulo.
Os exageros do supremacismo gay, sustentados com muito estardalhaço, estão virando pó nas ruas de São Paulo. Se todos desacreditarem suas mentiras e estardalhaços, virarão pó também no CFP e no Congresso Nacional.
Com informações do UOL.

Xuxa está perdendo luta contra seu passado pornográfico


Xuxa está perdendo luta contra seu passado pornográfico

Julio Severo
Em outubro de 2010 a apresentadora Xuxa Meneghel entrou com processo contra o Google exigindo que o site de busca não mostrasse nenhum link de sites que a relacionassem com as palavras “pornografia” e “pedofilia”.
Mas o Superior Tribunal de Justiça deu vitória ao Google por entender que “os sites de busca não podem ser obrigados a limitar resultados, já que são apenas o meio de acesso ao conteúdo e não os responsáveis pela publicação”.
“Imagens e vídeos em que ela apareça nua ou encenando atos sexuais não poderão ser retirados dos resultados da pesquisa”, diz a Folha de S. Paulo. Esse acervo pornográfico de Xuxa, hoje amplamente acessível pela internet, tem sido uma pedra nas ambições da apresentadora, que quer uma imagem internacional de ídolo das crianças.
Há, obviamente, uma incompatibilidade e incoerência enorme entre ídolo pornográfico e ídolo infantil. Nem Xuxa consegue conciliar esses dois papéis. Por isso, hoje, ela luta para esconder seu passado, especialmente seu filme de pedofilia.
Xuxa em cena de sexo com menino de 12 anos no filme pedofílico “Amor Estranho Amor”
Quando se busca no Google, por exemplo, “Xuxa” e “pedofilia”, essas palavras levam ao filme “Amor Estranho Amor”, filmado em 1979, em que a apresentadora aparece tendo relações sexuais com um menino de 12 anos.
Quanto mais Xuxa luta para tentar apagar o filme pró-pedofilia, mais versões piratas se espalham pela internet.
No final de sua carreira, Xuxa vê sua fama ganhando força graças a um passado de erotismo, pornografia e pedofilia.
E ela está perdendo sua luta contra seu passado, que está fazendo mais sucesso do que nunca.
Em contraste, sua campanha “Não Bata, Eduque” não tem enfrentado igual resistência. Desde o governo Lula, de quem ela recebeu apoio, até a Rede Globo, que também apoia sua campanha, Xuxa tem sido a principal voz na luta governamental e midiática para criminalizar o direito dos pais disciplinarem fisicamente seus filhos.
Xuxa fazendo propaganda de seu filme de pedofilia
A mulher com passado imoral se julga com moral para impor sobre pais e mães suas convicções pessoais como se fossem melhores do que os valores que ela, o governo petista e a Globo têm. Para eles, não é só “Não Bata, Eduque”, mas também “Não Ame as Crianças, Aborte-as” ou “Não Proteja as Crianças, Eduque-as no Homossexualismo”. Esse é o amor que eles têm pelas crianças.
Varada, cintada ou palmada poderia resolver esses excessos imorais na infância dos que hoje dominam o Brasil através do governo e da mídia. Com esse recurso moral, eles poderiam ter se tornado muito melhores do que são hoje para o Brasil e suas crianças.
Uma infância com disciplina e limites poderia ter dado para Xuxa a integridade moral de evitar um passado sujo do qual ela não se envergonha, do qual ela nunca pediu perdão para as crianças do Brasil, mas faz tudo para apagar a fim de não prejudicar sua carreira.
Eu gostaria que todos os sites que têm fotos de nudez e pedofilia da Xuxa fossem fechados. Mas minha motivação é diferente. Não é proteger a carreira dela. É proteger as crianças, e do monstro que a pornografia alimenta em abusadores de mulheres, de esposas e de crianças.
Pornografia, seja da Xuxa ou não, é sujeira. Portanto, o que a Xuxa deveria fazer é abandonar sua campanha contra palmadas e lançar uma campanha contra a sujeira da pornografia, mostrando seus malefícios para todos, inclusive para moças oportunistas que posam nuas em troca de dinheiro e fama suja.
Assim, o público veria que a luta dela contra a pornografia não é para proteger sua carreira e fama, mas para proteger crianças e adolescentes do próprio passado podre que rendeu muito dinheiro a ela.

27 de junho de 2012

Urgente: Projeto anti-palmada será votado em 28 de junho


Urgente: Projeto anti-palmada será votado em 28 de junho

Apresse-se: a votação, que deveria ocorrer na quarta-feira, vai ser na quinta-feira. Adiamentos da votação visam desanimar a pressão da população, que não deve desistir. Ligue agora mesmo, gratuitamente, para o telefone do Congresso: 0800619619

Julio Severo
O PL 7672/2010, projeto que confisca dos pais o direito de disciplinar os filhos, já está com redação final e será votado em 28 de junho na Comissão de Constituição e Justiça.
A votação teve adiamento na quarta-feira e quinta-feira, enquanto seus promotores recorrem a todos os meios para pressionar a população a apoiá-lo. A Rede Globo chegou a malhar uma professora, em rede nacional, usando o caso dela para desmoralizar a oposição à Lei da Palmada.
O projeto, do Poder Executivo (MSC 409/2010), está sob a relatoria do Dep. Alessandro Molon e visa transformar legalmente castigos físicos aplicados pelos pais em “agressão” e “violência”. Esse projeto, também chamado de “Lei da Palmada”, foi rejeitado por mais de 80% da população conforme pesquisas de opinião pública.
Em 30 de maio e 26 e 27 de junho, houve tentativa de votação, mas a pressão da população fez com que governo e aliados adiassem tudo. E agora, em 28 de junho, esperam pegar a população desprevenida. É só dessa forma que conseguem “democraticamente” aprovar seus projetos, que alegam que são para o bem do povo.
Na última votação, em dezembro de 2011, a bancada evangélica fez um acordo vergonhoso com o governo, que quer a todo o custo transformar em crime o direito dos pais de disciplinar fisicamente os filhos. O projeto, que tem o apoio de Maria do Rosário e de Xuxa, iguala castigo físico dado por pais à violência e agressão que crianças sofrem nas mãos de criminosos.

Maria do Rosário

Contudo, que moral tem Maria do Rosário de remover dos pais seu direito de disciplinar seus filhos? Rosário favorece o aborto legal, que é a pior violência contra uma criança. Qualquer criatura que ocupe cargo de ministro e defenda o genocídio de crianças merece o mais elevado castigo penal. Como no Brasil não dispomos desse castigo, eu pediria ajuda aos leitores do meu blog para comprar para Rosário uma passagem só de ida para a Arábia Saudita.
Rosário também defende a doutrinação homossexual das crianças em escolas, tornando-as reféns de aulas onde o homossexualismo é apresentado, ensinado e louvado como a conduta mais maravilhosa do universo.
Rosário vê como heróis os terroristas comunistas que queriam tomar o governo do Brasil e transformá-lo numa ditadura sanguinária no modelo da União Soviética. Os militares brasileiros, os verdadeiros heróis que conseguiram deter os verdadeiros criminosos, são tratados por Rosário como criminosos.
E agora ela quer aplicar sua ideologia terrorista e homossexualista contra os direitos dos pais? Alguém poderia por favor entrar em contato com Rosário para oferecer um passagem só de ida de modo que ela vá defender na Arábia Saudita as mesmas perversões que ela defende no Brasil?

Xuxa

Que moral tem Xuxa de apoiar a mutilação dos direitos dos pais na área da disciplina? Moral ela não tem, mas imoralidade ela tem de sobra. O currículo de Xuxa faz inveja a qualquer gigolô. A coelhinha dos baixinhos não só viveu a pornografia em pessoa, mas induziu uma geração inteira nesse rumo. Agora, além de seu sucesso pornô, exige o sucesso de mutiladora e destruidora dos direitos dos pais.
Vá catar coquinho na Arábia Saudita, Xuxa!

Magno Malta e ex-presidente da FPE contra a Lei da Palmada

Até mesmo evangélicos aliados do governo de Dilma Rousseff não apoiam a Lei da Palmada. O senador Magno Malta disse: “A Lei da Palmada é uma agressão à família… Sempre provei para população, que família estruturada reflete uma sociedade também estruturada. Filhos tem que ser educados pelos pais. Não podemos interferir na educação e nos bons costumes familiares. É lógico, que sou contra qualquer tipo de violência, mas Deus permitiu as mães corrigirem os filhos com palmadas. Este tipo de correção é também uma forma de amor. É melhor fazer uma criança chorar, do que ter que chorar no futuro”.
Em 2006, o Dep. Adelor Vieira, presidente na época da bancada evangélica, disse sobre o projeto de Maria do Rosário que criminaliza pais disciplinadores: “se aprovada a referida Lei, o pai ou a mãe que se baseiam em princípios bíblicos para educar seus filhos terão seus valores e métodos de educação invalidados e passarão até a responder por crimes. Corrigir o filho com punição física branda é algo recomendado pela própria Bíblia Sagrada. O livro de Provérbios afirma que o pai que verdadeiramente ama seu filho não deixa de puni-lo com uma varinha”.

Bíblia é contra a Lei da Palmada

É perda de tempo citar a Bíblia para o governo de Dilma Rousseff. Mas precisamos lembrar à bancada evangélica e católica que milhões de brasileiros têm a Bíblia como referência. Sobre pais e filhos, a Bíblia ensina:
“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” (Provérbios 20:30 NTLH)
“Não evite disciplinar a criança; se você bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RA)
Para um estudo maior da Bíblia sobre o uso da vara da disciplina, clique aqui.
Com as palmadas agora sob ameaça de proibição legal , o que será de quem atende à orientação bíblica de corrigir com a vara?
Como bem disse o Pe. Lodi, não dá para acreditar que “o governo esteja preocupado com a dor das crianças. Se assim fosse, ele não estaria — como está — tão interessado em promover o aborto por todos os meios”.

Envie seu protesto ao Congresso Nacional

O projeto de criminalização dos pais que disciplinam os filhos está programado para ser votado na quinta-feira, 28 de junho, na Comissão de Constituição e Justiça.
Por isso, faça pressão sobre os deputados.
Todo cidadão pode protestar contra essa investida do totalitarismo estatal telefonando gratuitamente para o Disque Câmara (0800 619 619) e dizendo: “Quero enviar uma mensagem a todos os membros da CCJ”.
Interrogado sobre o conteúdo da mensagem, pode-se dizer: “Solicito a Vossa Excelência que respeite o sagrado direito de os pais disciplinarem seus filhos, votando contra o PL 7672/2010”.
Além de gratuito, o Disque Câmara é mais eficiente que as mensagens enviadas por correio eletrônico. Rapidamente se percebe a repercussão da manifestação popular.
Sejamos rápidos. O projeto está para ser votado.
Telefone ou escreva agora mesmo ao deputado federal do seu estado. Consulte este link para ter o email e telefone dos membros da Comissão de Constituição e Justiça: http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ccjc/membros
Telefone imediatamente para a Frente Parlamentar Evangélica: (61) 3215-5315
Faça contato com todos os membros da Comissão de Constituição e Justiça que quer aprovar o projeto do governo clicando aqui.
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